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uma publicação das empresas do Grupo Wilson, Sons março 2009 | ano 6 | nº
uma publicação das empresas do Grupo Wilson, Sons
março 2009 | ano 6 | nº 31

CRIANDO LAÇOS

Programa de voluntariado de mãos dadas com a comunidade

Grupo Wilson, Sons março 2009 | ano 6 | nº 31 CRIANDO LAÇOS Programa de voluntariado
Editorial Responsabilidade e atenção às oportunidades S ignificativas transformações têm acontecido desde o segundo

Editorial

Editorial
Editorial

Responsabilidade e atenção às oportunidades

S ignificativas transformações têm acontecido desde o segundo semestre do ano passado. E os resultados consolidados do quarto trimestre de 2008, em

especial a receita líquida do ano, totalizando US$ 498,3 milhões (crescimento de 23,3% em relação a 2007), demonstram que nossa estratégia de longo prazo está correta para enfrentar o atual cenário de incertezas. O setor petrolífero nacional segue em expansão. Alinhada a isso, a Wilson, Sons está investindo em nosso estaleiro, a fim de aumentar nossa capacidade de construção naval. Como já dito em fins de 2008, estamos ampliando o estaleiro no Guarujá (SP). E o batismo do PSV Petrel, primeira embarcação fruto da recente joint venture com a Ultratug, agora em março, demonstra claramente nossa estratégia de seguir investindo com responsabilidade e atenção às oportunidades do mercado. Além disso, ainda no mercado de óleo e gás, estamos ampliando serviços da Wilson, Sons Agência Marítima a fim de atender com especificidade necessária as companhias do setor. Nesta edição trazemos também exclusiva entrevista com a jornalista Amelia Gonzalez, editora do conceituado caderno Razão Social, do O Globo. Ela falou sobre oportunidades em tempos de crise econômica, em especial no tocante à sustentabilidade, destacando a importância de pensar a longuíssimo prazo. Duas realidades na Wilson, Sons: a agenda da sustentabilidade e a estratégia de longo prazo. Por fim, agradeço publicamente aos 383 voluntários da Wilson, Sons que parti- ciparam de nossas ações do Criando Laços, no final de 2008. Asseguro que, com a força de cada um deles e de outros que virão, faremos muito mais em 2009.

Boa leitura.

Cezar Baião Diretor-superintendente do Grupo Wilson, Sons

Cezar Baião Diretor-superintendente do Grupo Wilson, Sons Click na filial São Francisco do Sul 3 Petróleo

Click na filial

São Francisco do Sul

3

Petróleo e gás

Investimento bilionário

4

Responsabilidade Social

Entrevista com Amelia Gonzalez

6

Criando laços

Voluntariado ganha espaço

8

André Luiz Mello

laços Voluntariado ganha espaço 8 André Luiz Mello Ação na matriz (RJ): solidariedade Agência Marítima

Ação na matriz (RJ): solidariedade

Agência Marítima

Novos negócios offshore

11

Logística

Por mais informação

13

Programa de Excelência

Mais qualidade

14

Memória

Sem tempo para crise

15

Av. Rio Branco, 25 - 7º andar | Centro | Rio de Janeiro | RJ | Cep: 20090-003 | T 55 21 3504-4222 | www.wilsonsons.com.brmais informação 13 Programa de Excelência Mais qualidade 14 Memória Sem tempo para crise 15

Um click na filial São São Chico, Chico, para para os os íntimos íntimos Vista

Um click na filial

Um click na filial
Um click na filial

São São Chico, Chico,

para para os os íntimos íntimos

Vista aérea do Museu Nacional do Mar: acervo com mais de 60 barcos em tamanho natural

Fotos Acervo Museu Nacional do Mar

C om mais de 500 anos, a cidade portuária de São Fran- cisco do Sul (SC), além de muita história para contar,

tem ainda muitos atrativos naturais. O centro histórico, com mais de 150 prédios coloniais, é um dos maiores con- juntos arquitetônicos tombados pelo Patrimônio Histórico

Nacional. Segundo informações da prefeitura, em 5 de janeiro de

1504 uma nau francesa lançou âncora nas águas da baía de Babitonga, que significa terra em forma de morcego. Ela

é a maior enseada navegável do Estado, e, ao fundo, após

passar por 24 ilhas, chega-se à Lagoa de Saguaçu e ao Rio Cachoeira, caminho percorrido pelos imigrantes que fun-

daram Joinville. Um dos passeios imperdíveis para quem vai a São Chico

é o de barco, que passa pelas principais ilhas. E por falar em mar, outra visita para quem gosta de um pouco de história

é o Museu Nacional do Mar. Lá é possível encontrar em-

barcações originais de todo o País, como jangadas, canoas, saveiros e baleeiras, entre outros. São mais de 60 barcos

São Francisco do Sul, em Santa Catarina, é a terceira cidade mais antiga do Brasil

em tamanho natural e cerca de 200 peças de modelismo e artesanato naval espalhados por 15 salas temáticas. Além de grande riqueza histórica e natural, São Fran- cisco do Sul é o oitavo PIB catarinense e o quinto porto do país em movimentação de contêineres. Por causa dessas características, a Wilson, Sons marca presença na cidade desde 1987. Hoje a filial conta com quase todos os serviços do Grupo, como as atividades de rebocagem e agenciamento marítimo

Museu tem quinze salas temáticas para visitar

de rebocagem e agenciamento marítimo Museu tem quinze salas temáticas para visitar N E W ,
de rebocagem e agenciamento marítimo Museu tem quinze salas temáticas para visitar N E W ,
Offshore Investimento bilionário Setor petrolífero nacional contraria crise e mantém projetos com fôlego financeiro O

Offshore

Investimento

bilionário

Setor petrolífero nacional contraria crise e mantém projetos com fôlego financeiro

O setor petrolífero nacional segue em expansão, mesmo com as

perspectivas mal-humoradas da eco- nomia por conta da crise internacio- nal. Ao contrário de outros segmentos de mercado, cujas linhas de produção visam ao retorno imediato do inves- timento, a indústria de petróleo e gás está baseada em projetos de longo pra- zo, por isso o planejamento financeiro mantém-se com fôlego. A Petrobras, por exemplo, acaba de divulgar o Plano de Negócios 2009-2013, com investimentos de US$ 174,4 bilhões para o período. De acordo com José Sérgio Gabrielli, presidente da empresa, o mercado in- terno este ano deve receber US$ 28,6 bilhões. “Nossos projetos garantem a participação média de 64% do con- teúdo nacional”, declarou Gabrielli, no lançamento oficial do Plano de Negócios.

“As empresas brasileiras estão desen-

volvendo tecnologias inovadoras para acompanhar esta demanda de serviços.

O Brasil segue numa rota ascendente de crescimento”, afirma João Neto de

Brito, diretor da Q&B Serviços. A Bacia de Campos tem a maior concentração

de projetos, dentre os quais Roncador, Marlim, Marlim Sul, Marlim Leste,

Papa-Terra etc. Fonte: Petrobras 300 250 174,4 milhões 200 150 100 112,4 milhões 104,4 milhões
Papa-Terra etc.
Fonte: Petrobras
300
250
174,4
milhões
200
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112,4
milhões
104,4
milhões
50
0
2008 - 2012
2009 - 2013
O
valor é 55,16% superior aos US$ 112,4 bilhões previstos para 2008-2012.
A
área que receberá maior volume de recursos é a de exploração e produção,
com US$ 104,6 bilhões em âmbito nacional.

O tão badalado pré-sal consumirá US$ 28 bilhões, com incremento da produção na Bacia de Santos a partir de 2017. A contratação de novas embarcações também demandará

grande aporte de recursos. Até 2020,

a previsão é de 48 barcos de apoio

(supply boats) às unidades de produção

e perfuração.

Neste contexto de boas marés, o Grupo Wilson, Sons investe em seu estaleiro no Guarujá, litoral paulista,

e na construção de mais uma uni-

dade no mesmo município. A nova estrutura contará com um dique seco com capacidade para produção de AHTS’s (Anchor Handling Tug Supply) de grande porte, embarcações espe- cializadas em manuseio de âncoras, reboque e suprimentos a plataformas de petróleo.

Além desta nova unidade, o Grupo planeja construir um estaleiro no mu- nicípio de Rio Grande (RS), com o

dobro da capacidade dos estaleiros do Guarujá. Nessa unidade, será possível

a construção de embarcações offshore

de grande porte, rebocadores, em- barcações militares e navios feeder de até 25.000 toneladas de capacidade

de carga. “O modelo de construção dos nos- sos estaleiros é baseado em parcerias com projetistas consagrados, forne- cedores de equipamentos e serviços, resultando em uma eficiência ímpar

e índice de nacionalização eleva-

do quando comparado com outras unidades existentes no país”, afirma Arnaldo Calbucci, diretor de Reboca- dores, Offshore e Estaleiros, do Grupo Wilson, Sons

Wilson, Sons batiza PSV

A Wilson, Sons UltraTug

Offshore batiza o PSV Petrel,

embarcação de apoio às pla- taformas de petróleo. Foram investidos em torno de US$ 25 milhões. Com alto índice de nacionalização, o PSV conta com um sistema de

propulsão diesel-elétrico, a mais alta tecnologia dispo- nível no mercado mundial.

A madrinha é Cristine Paes,

primeira-dama da cidade do Rio de Janeiro.

Sem crise: somente a Petrobras investirá US$ 174 bilhões nos próximos quatro anos

a Petrobras investirá US$ 174 bilhões nos próximos quatro anos Eliana Fernandes N E W ,

Eliana Fernandes

Entrevista Atitude P ara a melia G onzalez , jornalista especializada em r esponsabilidade s

Entrevista

Entrevista
Entrevista

Atitude

P

ara amelia Gonzalez, jornalista especializada em

responsabilidade social empresarial, é preciso

mudar. ter consciência do consumo. a editora do con-

ceituado caderno razão social, do jornal o Globo, diz

ainda nesta entrevista exclusiva para a neW,s que a

crise econômica mundial tem o seu lado positivo. “esse

período está sendo bom para mostrar o quão susten-

táveis alGuns projetos podem ser”. afinal, é preciso

pensar em ações sociais com durabilidade de 50 anos,

assim como são pensados os neGócios das empresas.

NEW,S | Com base na sua experiência como jornalista especializada, é possível dizer que houve avanços na Responsabilidade Social Empresarial?

Amelia Gonzalez | Houve sim. A “Razão Social” surgiu há cinco anos e é o tempo que eu estou submersa nesse tema. E o que eu tenho sentido é que realmente as empresas estão cada vez mais conscientes de que esse é o modelo de gestão que não é bom só para elas, como é bom para a sociedade e para o planeta. Tendo aí o famoso tripé respon- sável de economia, sociedade e ambiente. Então o que eu sinto é que elas estão cada vez mais conscientes e pontu- ando ações nesse sentido. Agora, o que eu sinto também, por outro lado, é que as ferramentas que são necessárias para que as empresas entrem na esteira da sustentabilidade ainda não estão sendo utilizadas como deveriam ser. Por exemplo, há muitas companhias que fazem do relatório de sustentabilidade um livro com muitos adjetivos e boas qualidades institucionais. E, na realidade, o que se quer desse tipo de documento é um diagnóstico da gestão da empresa. A segunda questão é: as empresas que fazem apenas algumas ações, será que elas as monitoram? Será que elas tem um programa de auditoria dessas ações? Na última pesquisa do Gife, a gente percebe que são poucas

A jornalista Amelia Gonzalez diz que a crise econômica

é uma oportunidade para os projetos sustentáveis

as empresas que fazem o monitoramento e a auditoria.

E são muitas as que usam a ação social como filantropia.

Então, ainda existe muita confusão nesse meio. Há muita desinformação, no sentido de achar que é só fazer alguns movimentos legais e colocar na mídia ou no relatório e achar que está tudo bem. E não é.

NEW,S | O que é, então, Responsabilidade Social Em- presarial?

Amelia Gonzalez | O movimento de Responsabilidade Social existe justamente para que a gente consiga chegar no momento de ganha-ganha, no sentido de ganhar a em-

presa, o ambiente e o social. Eu entrevistei recentemente o John Elkington, diretor da ONG Sustaintability, que é

o criador do termo triple bottom line (os três pilares que

devem nortear a gestão empresarial: social, econômico e ambiental). Ele me disse que o Brasil realmente tem uma posição bastante interessante como um todo, porque boas empresas fazem realmente uma gestão sustentável. Mas, no geral, ainda está falho.

NEW,S | E quanto aos investimentos? Em sua opinião, as empresas já incluíram a RSE em sua estratégia de negócio?

Amelia Gonzalez | Não. No âmbito geral ainda é preciso muito amadurecimento das empresas. E é um processo lento mesmo. Eu ouvi do Ricardo Young, do Instituto Ethos, recentemente, que agora o Instituto pretende passar a ter uma postura de cobrança. Durante 10 anos,

os representantes do Instituto Ethos apontaram caminhos

e deram as ferramentas para que as empresas pudessem

nortear suas gestões nesse sentido. Mas agora é momento de cobrar protagonismo, de cobrar ações reais. Ainda não

Carlos Ivan

está acontecendo isso com a intensidade necessária.

NEW,S | Como o cidadão comum consegue diferenciar o que é marketing e o que é programa sério?

Amelia Gonzalez | Uma ferramenta básica é ver o re- latório dessa empresa, entrar no site. Acho que a melhor maneira é buscar informação. O que as pessoas, a sociedade hoje precisa é acostumar a exercer o seu papel de cidadania proativa. Então, se achar que a empresa não está fazendo aquilo que diz que faz, entra no site, pega o telefone, liga, procura saber para entender de que maneira pode até mesmo colaborar. Dizer “olha aqui, não está acontecendo isso não”. Até porque o engajamento da sociedade nesse modelo de gestão é importantíssimo.

NEW,S | E as empresas? Como elas devem agir?

Amelia Gonzalez | Eu acho que a responsabilidade social pode ser traduzida por uma única palavra: Atitude. Não é uma atitude só de nossa parte, mas da sociedade, das em- presas, enfim, dos cidadãos que vivem nesse mundo e que querem um mínimo de um pouco mais de igualdade. Acho que é um caminho sem volta. Já está um nível de consumo absurdo, os recursos naturais já estão sendo utilizados de maneira bastante forte e séria. Daqui a pouco, a gente vai precisar de quatro planetas dando recursos naturais para as pessoas. O que se sugere é que a gente pare e pense. Dizer:

“é isso que a gente quer? Será que é esse o legado que a gente vai querer deixar para as próximas gerações?” A sus- tentabilidade é nada mais nada menos que um sistema de gestão atual que propicie para as próximas gerações algum nível de conforto parecido ou semelhante com aquilo que a gente está vivendo. Acho que é necessário ter consciên- cia, acho que, sobretudo, a sociedade também busca esta consciência. Acho que o consumo consciente parte de todos nós. Vivemos uma era de muito desperdício.

NEW,S | Com a crise mundial, é possível dizer que os investimentos na área de RSE serão reduzidos?

Amelia Gonzalez | Eu ainda não consegui sentir isso. Eu também não senti o que eu gostaria de ter sentido: uma participação maior das empresas que são sustentáveis. O que se fala o tempo inteiro da sustentabilidade é que as empresas que seguem nessa esteira, no momento de crise, estão mais prontas, mais aptas a enfrentar a crise e sair dela de uma forma melhor que as outras. Enfim, o que se sabe é que a crise pegou todo mundo no contrapé. Já as ONGs sentem

a crise pegou todo mundo no contrapé. Já as ONGs sentem Amelia Gonzalez: engajamento da sociedade

Amelia Gonzalez: engajamento da sociedade é importantíssimo

que as empresas estão cada vez menos dando contribuições financeiras. Os projetos pontuais não são sustentáveis. Não adianta. As empresas, quando querem fazer um negócio, fazem projeção para 50 anos. Agora, na hora de fazer algum projeto social, é diferente. Assim, no primeiro vermelho que acontece na empresa, aquilo cai. Isso é ruim. Então eu acho que a crise está sendo boa para mostrar isso. O quão sustentáveis alguns projetos podem ser.

NEW,S | Essa é uma forma construtiva de ver a crise?

Amelia Gonzalez | Eu não vejo a crise como Pollyana, mas eu vejo uma forma de rearrumação da casa. Vai ter menos consumo sim, é perigoso, é complicado, porque as monta- doras vão acabar demitindo. As montadoras vão arrumar um jeito de sobreviver. A gente vai arranjar um jeito de comprar menos carro. É um momento em que todo mundo tem que parar e ter consciência do que está acontecendo.

NEW,S | Quais são os principais obstáculos que impe- dem ou dificultam o avanço da RSE no País?

Amelia Gonzalez | O movimento de responsabilidade social cresce a partir de uma demanda social. Podemos pontuar o movimento a partir de 1997 para cá. Foi justa- mente quando o Betinho criou a ONG Ação e Cidadania, que ele começou a cutucar os empresários. É um processo longo. Eu acho que o principal empecilho é se essa de- manda social claudicar. Se as pessoas não tomarem para si a responsabilidade de uma cobrança cidadã. De cobrar efetivamente o que elas precisam cobrar, e não só cobrar, mas também agir de maneira cidadã

Fotos: André Luiz Mello

Fotos: André Luiz Mello Voluntariado Voluntários pintam cômodos da Casa Jimmy (RJ): mais conforto para as

Voluntariado

Voluntários pintam cômodos da Casa Jimmy (RJ): mais conforto para as crianças

A união faz a força

Ação orquestrada do programa Criando Laços beneficia cerca de 500 pessoas e reúne quase 400 voluntários

cerca de 500 pessoas e reúne quase 400 voluntários Diversão e arte para as crianças da

Diversão e arte para as crianças da Casa Jimmy

U ma verdadeira legião da boa vontade. Trezentos e oitenta e três voluntários do Rio de Janeiro, Santo André (SP), Salvador (BA), Paranaguá (PR) e

Rio Grande (RS) foram os “anjos” de idosos e crianças carentes de um pouco mais de atenção e carinho. Entidades assistenciais dessas regiões receberam a vi- sita de Papai Noel, brinquedos, lanches, pintura e até reforma de instalações. O Criando Laços, programa de voluntariado do Grupo Wilson, Sons, ganha força e beneficia cerca de 500 pessoas. A temperatura ambiente era de quase 40ºC, mas a sensação térmica era algo em torno de 50ºC. Debaixo de um sol escaldante da Bahia, um casal de fun- cionários do Tecon Salvador encarou as roupas típicas de Papai e Mamãe Noel para entregar presentes a 100 crianças da Creche Escola Flor da Primavera. “Por cerca de duas horas eles distribuíram os presentes, com direito a colo e conversa personalizada”, conta Mariana Assis, analista de marketing do Tecon Salvador. Os idosos soteropolitanos do Abrigo São Gabriel também tiveram um dia diferente, proporcionado pelos voluntários do terminal de contêineres. Eles receberam presentes e muito carinho durante uma festa. Segundo Mariana Assis, foi surpreendente a participação e o envolvimento de todos os 68 voluntários que trabalharam diretamente nas festas. “Da mesma forma, 160 presentes foram conquistados com o programa de ‘adoção’ das crianças e dos idosos”, diz. Enquanto os voluntários baianos enfrentavam o calor típico da região, lá no

Sudeste houve até promessa para não chover. No Rio de Janeiro, as águas de verão poderiam atrapalhar toda

a preparação de mais de um mês de

esforços conjuntos. “Não daria para concluirmos o trabalho de pintura na Casa Jimmy”, conta Cláudio Viveiros, coordenador de Comunicação do Grupo. “A gente precisava do tempo seco para pintar todos os cômodos e restaurar alguns móveis. Não tive dú- vida. Agora preciso acender uma vela para santa Terezinha”. As atividades contaram com a parti- cipação direta de 66 voluntários, entre

eles a diretoria corporativa do Grupo.

Lunae Parracho

do Grupo. L u n a e P a r r a c h o A
do Grupo. L u n a e P a r r a c h o A

André Luiz Mello

Rio de Janeiro, na matriz: até promessa foi feita para não chover

estar dos idosos do Abrigo à Velhice Desamparada Irmã Ana Ama. A escolha dessa entidade foi feita por meio da internet. Por causa de um pedido de ajuda para o abrigo publicado no site de relacionamento Orkut, os funcionários foram conhecer o asilo, ver de perto as condições e as necessidades.

Acervo filial Paranaguá

as condições e as necessidades. Acervo filial Paranaguá Na Bahia, sob o sol escaldante, funcionário veste-se

Na Bahia, sob o sol escaldante, funcionário veste-se de Papai Noel; Em Paranaguá (PR) ação foi matéria de jornal local

Foi feita a revitalização dos espaços da instituição, que atua com crianças de até nove anos em risco social. Foi um dia em que todos doaram o seu tempo

e carinho para ter em troca a alegria

de ver os sorrisos estampados nos ros- tinhos. “O envolvimento foi geral, pois a ideia foi ter a participação de fornecedores, clientes e funcionários. Movimentar uma cadeia do bem”, afirma Viveiros. Ainda no Sudeste, em Santo André (SP), a ação foi voltada para o bem-

Segundo Fabíola Scarlatte, responsável pelo controle de produtos da unidade

de Santo André, a entidade estava com as suas instalações bastante precárias e

tinha uma notificação da Vigilância Sanitária para tomar uma série de providên-

cias. Caso contrário, corria o risco de fechamento, deixando os 15 idosos e uma jovem especial, portadora de deficiência mental, desamparados. Então, as mãos amigas dedicaram um dia para reformar a entidade e aproveitaram para fazer uma grande festa com os cantinhos da beleza, da música, com a apresentação de uma dupla sertaneja e roda de samba, e do lanche. “Foi gratificante! Além disso, a dona Terezinha, uma das internas, não via a sua irmã há dois anos e comentou com uma das voluntárias. Por coincidência, a irmã morava perto da casa da voluntária, que começou a procurá-la na vizi- nhança. E não é que ela perguntou justamente para a própria?”, conta Fabíola.

O encontro, no dia da festa, foi emocionante.

Um pouco mais para o sul, em Para- naguá (PR), a ação – como em todas as unidades – foi planejada passo a passo

e em conjunto com os funcionários.

Após as reuniões, eles optaram pelo “Centro de Educação Infantil Rainha da Paz”, que atende a 110 crianças. “Distribuímos uma lista para as pes- soas que iriam participar. Cada uma apadrinhou pelo menos 1 criança, quando não 10, e ficou responsável por levantar recursos para a aquisição de brinquedos”, diz Marcello Lima, encarregado da filial. Com a chegada de um “buzinaço”,

os voluntários foram recebidos pela própria mantenedora. “Ela disse que até hoje fomos a única empresa (dentre

as mais de 300 situadas em Paranaguá)

que realizou uma ação voluntária na instituição”, afirma. Atitude que mereceu registro no jornal da cidade, que reconheceu o trabalho solidário dos funcionários. “Outra surpresa foi ao final do dia. As crianças cantaram para nós músicas natalinas, em agra- decimento pelo dia e pela nossa visita. Ficamos bastante emocionados”.

Planejamento com um mês de antece- dência, logística preparada, check list feito. Parece um plano de negócios como outro qualquer. Mas trata-se da ação vo- luntária feita lá no extremo sul do País, em Rio Grande (RS). No dia, estavam reunidas 238 pessoas da comunidade São Vicente de Paulo e os funcionários da Wilson, Sons. Era para tudo dar certo.

E deu. Mas não foi fácil. Na hora, acon-

teceu um pequeno contratempo com a

cama elástica, um dos brinquedos para as crianças. Houve uma confusão, e o montador não apareceu. “Só tinha a cama elástica desmonta-

da

Olhamos para aquele monte de

peças e falamos: e agora?”, conta Sanny Gonçalves, secretária da gerência do Tecon Rio Grande. Para salvar o dia, um dos voluntários sabia montar a

Ricardo Souza

o dia, um dos voluntários sabia montar a Ricardo Souza Acervo Tecon Rio Grande Em Santo

Acervo Tecon Rio Grande

sabia montar a Ricardo Souza Acervo Tecon Rio Grande Em Santo André (SP), o cantinho da

Em Santo André (SP), o cantinho da beleza para idosos. Já em Rio Grande (RS), ação leva alegria para comunidade

cama e levou somente 10 minutos. A diversão durou o dia todo. Foram realizadas várias atividades e até passeio de ônibus pelos arredores da cidade. “O objetivo é continuarmos criando ações e envolvendo os voluntários para a ajudarmos na construção de uma creche para a comunidade”, diz. Segundo Mariza Perez da Silva, secretária da filial da Wilson, Sons, além de todo planejamento para a ação em dezembro, houve ainda a colaboração de todos para ajudarem os desabrigados de Santa Catarina, onde várias cidades sofreram com a enchente em novembro de 2008. “Foi uma grande mobilização de todos. Não esperávamos tanto calor humano”, conta. De acordo com Cláudio Viveiros, o comitê gestor do Criando Laços planeja, em conjunto com os grupos de trabalho das filiais, um cronograma de ações para 2009. “O importante é que as ferramentas foram dadas com a capacitação pela RioVoluntário. Agora, vamos executá-las nos projetos, para que sejam cada vez mais sustentáveis e façam realmente a diferença”

Modelo de gestão

A cada ano cresce o interesse das

empresas em ter em seu modelo de gestão o trabalho voluntário, já que elas descobrem as vantagens de envolver seus funcionários em algum tipo de ação social. Nesse tipo de estratégia, todos ganham:

empresa, sociedade, funcionários

e meio ambiente.

Segundo Heloisa Coelho, diretora- executiva da ONG RioVoluntário, a tendência é os cidadãos cobrarem cada vez mais do setor privado uma postura social e ambientalmente mais responsável. “A opção por

uma atitude responsável traz gran- des benefícios, tanto o econômico como o de poder de transformar

a realidade de comunidades no

entorno da companhia”, diz. Ter um programa estruturado de

voluntariado na companhia gera re- sultados que vão desde o estímulo

ao espírito de equipe e a descoberta

de novas habilidades e talentos, até a maior satisfação pessoal e

profissional. “Desta forma, há o que chamamos de ganha-ganha.

Ou seja, todos se beneficiam com

a prática do voluntariado”.

Petróleo e gás Mais oportunidade Wilson, Sons Agência Marítima amplia serviços para o setor offshore

Petróleo e gás

Mais oportunidade

Wilson, Sons Agência Marítima amplia serviços para o setor offshore

0 maior campo petrolífero do Brasil, localizado na costa dos

Estados de Rio de Janeiro e Espírito Santo, a Bacia de Campos, tem cerca de 100 mil km² e uma extração diária de 1,49 milhão de barris de petróleo. Somente a Petrobras investirá nos pró- ximos quatro anos US$ 104,6 bilhões

em exploração e produção. Os números são grandes e representam uma opor- tunidade de novos negócios para a Wilson, Sons Agência Marítima. A empresa amplia serviços para as companhias do setor e já conquista espaço nesse atrativo mercado. O potencial de crescimento é grande. Das 306 concessões de exploração e produção na Bacia de Campos, 283 são exclusivas da Petrobras e 23 são em parcerias, das quais 11 são operadas pela estatal brasileira e outras 12 por outras companhias. Além disso, há outras 36 concessões que serão licitadas pela ANP

Sinergia

outras 36 concessões que serão licitadas pela ANP Sinergia Know-how para coordenar a burocracia e os

Know-how para coordenar a burocracia e os serviços de apoio

para coordenar a burocracia e os serviços de apoio gerenciamento de resíduos materiais e equipamentos
gerenciamento de resíduos materiais e equipamentos
gerenciamento
de resíduos
materiais e equipamentos

Logística offshore e operação com base própria

Logística offshore e operação com base própria Logística de terra com transporte e armazenagem
Logística offshore e operação com base própria Logística de terra com transporte e armazenagem

Logística de terra com transporte e armazenagem

Embarcações de apoio às plataformas de petróleo e rebocadores

Paulo Arthur

(Agência Nacional do Petróleo). “Nós temos a vantagem de dar apoio para essas empresas, já que temos unidades em toda a costa brasileira”, afirma Wagner Luis Silva, coordenador de operações da Wilson, Sons Agência Marítima. Além dos serviços de despacho e liberação comuns de agenciamento, o setor offshore conta com outras ações como admissão temporária, importação de embarcações e peças, homologação de heliponto, certificados da capitania dos portos, husbandry (coordenação de troca de tripulantes, entrega de peças sobressalentes e fornecimentos), pré- inspeção no exterior e coordenação geral. “Ou seja, oferecemos um amplo leque de atividades, que permite à empresa exploradora focar na explo- ração”, diz Silva. Com experiência no setor offshore,

a Wilson, Sons tem know-how para

coordenar toda a parte burocrática e os serviços de apoio. O Grupo oferece soluções completas e integradas para o mercado de petróleo e gás por meio de suas áreas de negócios em logística, apoio offshore, rebocadores e agência marítima. Como Wilson, Sons Ultratug Offshore, a empresa atua no segmen- to de navegação de apoio marítimo à exploração e produção de petróleo e gás. A operação de embarcações PSV faz o transporte de equipamentos, lama para perfuração, tubos, alimen- tos, entre outros materiais, no trajeto entre a plataforma offshore e a base de operação. Devido à sinergia com as empresas do grupo Wilson, Sons, a Brasco Lo- gística Offshore leva seus serviços e modelo operacional a qualquer região

do Brasil, ao dar auxílio com eficiência

às operações onshore e offshore de explo-

ração e produção de óleo e gás. Segundo Silva, a expertise da Wilson,

Sons é o grande diferencial nesse mer- cado de petróleo e gás. Em apenas um ano de atuação nesse setor, a agência marítima já conta com uma carteira de

sete clientes, e as expectativas para este ano são boas. “Estamos em processo adiantado de fechamento de pelo me- nos mais dois novos contratos”

Base da Brasco em Niterói (RJ): modelo operacional pode ser levado a qualquer região do Brasil

em Niterói (RJ): modelo operacional pode ser levado a qualquer região do Brasil N E W
Tecnologia Por mais informação Novo sistema de gestão aprimora as melhores práticas e potencializa fornecimento

Tecnologia

Tecnologia
Tecnologia

Por mais informação

Novo sistema de gestão aprimora as melhores práticas e potencializa fornecimento de dados aos seus clientes

A ssim como os seus clientes, a Wilson, Sons Logística reconhece que contratar empresas especializadas

em determinados segmentos para poder focar em seu core business pode ser um importante instrumento para

o sucesso. Por isso, a companhia é a primeira do Brasil a

adquirir da norte-americana RedPrairie a mais nova versão de sistema de gestão.

De acordo com Marco Antonio Beczkowski, coordenador

de logística da Wilson, Sons Logística, a empresa comprou

o módulo de gerenciamento de armazém, o que inclui

desde a entrada do caminhão na portaria até a separação de pedidos. O sistema informa quantos veículos há para carre-

gar e descarregar, quais docas estão em operação e quantas estão disponíveis, entre outras inúmeras informações. Além disso, ele realiza o gerenciamento de mão de obra, recursos (empilhadeiras e coletor de dados, por exemplo) e do espa- ço, com visibilidade completa do inventário.

arquitetura moderna e uma linguagem de programação avançada, além de ser extremamente flexível. Outro benefício do software é sua compatibilidade com outros sistemas de automação (esteiras, miniloader, selecio- nadora de pedidos, entre outros) e sua fácil integração aos

sistemas do cliente, seja uma ferramenta de gestão ERP da Oracle ou SAP. “Isso facilita as operações, já que não é ne- cessário desenvolver novas interfaces, diminuindo tempo e custo de implementação”, detalha o executivo. Além disso, o software tem capacidade de crescer junto com a operação do cliente, passando de 10 para 100 armazéns, por exemplo. “Com o tempo, poderemos adquirir novas funcionalidades do sistema”. Beczkowski diz que o software dá visibilidade das ope- rações aos clientes, já que as informações, em tempo real, estarão disponíveis diretamente na web, na página da Wilson, Sons. “O cliente poderá ter acesso a

DE ÃO T S Medição de Performance Coordenação e Seleção Global de Transportadoras GE Te
DE
ÃO
T
S
Medição de Performance
Coordenação e Seleção
Global de Transportadoras
GE
Te mp o e Pr esen ça
Auditoria de Fretes e
Utilização das Docas
Agendamento de Trabalho
Recebimento, Armazenagem,
Otimização de Inventário
Forecasting e Reabastecimento
Livro de Contabilidade
Embarque, Documentação,
Alfândega e Impostos
Ge st ão de Ta re fa s
Gestão de Pátio,
baseado em Planograma
Agendamento de Docas,
Automatização
Entrega Ágil
Rastreamento de
Inventário
Sequenciamento
M
Ordens de Trabalho
Controle de MP
M
Integração com Processo de Máquina
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Modelagem Processos
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“A grande vantagem é que a Wilson, Sons Logística passa a ter acesso às melhores práticas de inúmeros clientes globais e de vários segmentos”, diz. A empresa optou pela Red Prairie por ser es- pecializada em softwares para a área logística. É uma companhia com mais de 700 clientes, cujo sistema já está ins- talado em mais de 1700 sites, em 38 países. A ferramenta, que de- mandou investimento de mais de R$ 1 mi- lhão, conta com uma

relatórios de qualquer parte do mundo e terá melhorias nos processos, pois terá menor tempo de resposta às suas necessidades e redução de custos”. Neste ano o software será implantado em quatro armazéns que a empresa opera – no próprio, em Santo André (SP), no da Merck (RJ) e nos da MRS (Arará/RJ e Itaquaquecetuba/SP). “Os novos clientes, entretanto, já terão o sistema instalado auto- maticamente”, acres- centa

março 2009

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NEW,S

André Monteiro

André Monteiro Qualidade Nova versão: conceitos e normas de modelos de qualidade, segurança e meio ambiente

Qualidade

Nova versão: conceitos e normas de modelos de qualidade, segurança e meio ambiente

Evolução contínua

Wilson, Sons Logística implanta a segunda versão do Programa de Excelência

E m busca de aperfeiçoamento de seus procedimentos, a Wilson,

Sons Logística lança a segunda edição

do

Programa de Excelência (PEX).

O

objetivo é padronizar processos,

gerenciar rotinas, além de dotar a em- presa de um diferencial na qualidade

de prestação de serviços.

“Na implantação da primeira versão, entre 2007 e 2008, percebemos uma série de oportunidades de melhorias”,

afirma Jair da Costa Braga Junior,

coordenador de qualidade da Wilson, Sons Logística. Assim, nesta segunda edição do PEX, foi realizada uma re- visão completa, com as mudanças ne- cessárias, e modificada a metodologia

de avaliação. Desta forma, o programa

conta com as principais característi-

cas das mais conceituadas normas de Qualidade, Saúde, Segurança e Meio Ambiente do mercado. “Ao mesmo tempo, mantivemos toda estrutura básica do programa,

como as mesmas dimensões de parâmetros, o questionário de avaliação e a classificação em selos bronze, prata e ouro”, acrescenta Jair Braga. De acordo com ele, nesta nova versão, a empresa utilizou os conceitos das normas NBR ISO 9001:2000, ABIQUIM SASSMAQ 2005, OHSAS 18001:2007, NBR ISO 14001:2004 e NBR ISO 19001:2000, além do próprio manual de gestão integrada e de processos internos. Na primeira edição, ocorreu uma forte padronização e controle gerencial. Nesta segunda etapa, havia a necessidade de maior foco nas operações. Isso fez não só aumentar a exigência nessa dimensão, como criar subdimensões específicas como Manutenção e Tecnologia da Informação. De acordo com Jair Braga, a formação de audi- tores internos possibilitou adoção de um processo da autoavaliação pelas unidades operacionais, como ocorre em toda certificação externa. Para o cliente, o Programa de Excelência traz uma série de vantagens, já que entre as novas questões inseridas está a obrigatoriedade de medir periodi- camente a sua satisfação, como também de acom- panhar e registrar todas as melhorias implementadas nessas parcerias. “O aumento do foco nas operações e a busca por melhorias nos processos trará resul- tados como redução de custos e aumento do nível de serviço”, observa

Memória Sem tempo para a crise Nos grandes períodos de conturbações macroeconômicas, a Wilson, Sons

Memória

Sem tempo para a crise

Nos grandes períodos de conturbações macroeconômicas, a Wilson, Sons crescia e buscava oportunidades

D iz o ditado popular que é na crise que surgem grandes ideias.

Para a Wilson, Sons é também tempo de oportunidades. Nos períodos de grandes conturbações macroeconômi- cas, a companhia se expandia e busca-

va novos negócios. Por exemplo, em

1929, quando houve a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, nos Estados Unidos. O cenário era de depressão

e recessão, além de nove mil bancos

falirem. Nesse período, no Brasil,

a Wilson, Sons abria nova filial em

Paranaguá (PR) e fazia novos acordos

comerciais. A companhia passou a ser

a representante dos Biscoitos Aymoré

no Rio Grande do Sul. Na mesma época, os sócios ma- joritários da Wilson, Sons inglesa compraram o controle da Lighterage Company, que possuía chatas e pe- quenos tanques de transporte, tor- nando-a subsidiária da WS Co. Ltd. Em 1940, a empresa já contava com uma frota de 12 embarcações, entre rebocadores e lanchas. Outra crise que a companhia viven-

rebocadores e lanchas. Outra crise que a companhia viven- Centro de Memória WS Feira internacional e

Centro de Memória WS

Outra crise que a companhia viven- Centro de Memória WS Feira internacional e estande de produtos

Feira internacional e estande de produtos em 1933: novos acordos comerciais

ciou foi a de 1973, quando os países árabes produtores de petróleo cortaram o fornecimento às nações que apoia- vam Israel na Guerra do Yom Kippur. Em um ano o preço do petróleo tri- plica, o Brasil passa a importar 80% do seu consumo, a inflação dobra. Nesse contexto, a Wilson, Sons incorpora a Serviços Marítimos Camuyrano e se transforma em Saveiros, Camuyrano Serviços Marítimos. No mesmo ano, a empresa adquire o estaleiro no Gua- rujá (SP). Nos anos seguintes, a companhia se expande para Pelotas (RS), Manaus

(AM) e São Sebastião (SP). Além dis-

so, constitui a Wilpro – Propriedades

e Empreendimentos Imobiliários e

cria o setor de transportes rodoviários com sede na filial de Porto Alegre (RS), a S.A. Wilson Sons – Comércio

Internacional, Indústria e Distribuição

– Wilcom (empresa comercial com

participação em partes iguais do Gru- po WS e da Inchcape). A companhia lança ainda os rebocadores Aquarius (considerado o maior e mais potente construído no Brasil) e Taurus, a revista WS e nacionaliza e batiza as embarca- ções Corona e Draco

NEW,S é uma publicação bimestral do Grupo Wilson, Sons, produzida e editada pela Canal de Comunicação. Diretora responsável: Adriane Abdo.

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(19) 3295-3525 E-mail: news@canaldecomunicacao.com.br GRUPO WILSON, SONS - Diretor-superintendente: Cezar

GRUPO WILSON, SONS - Diretor-superintendente: Cezar Baião Diretor de rebocadores e estaleiro: Arnaldo Calbucci Diretor de terminais e logística: Sérgio Fisher Diretor de agência marítima: Christian von Lachmann Diretor financeiro e representante legal - relações com investidores: Felipe Gutterres

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Esta revista foi impressa com o papel Starmax produzido pela Votorantim Celulose e Papel S.A.

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