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E.E.E.P. MONSENHOR EXPEDITO DA SILVEIRA DE SOUSA DISCIPLINA: CUIDANDO DE PACIENTES CRÍTICOS PROFESSORA: ANA MANUELA

E.E.E.P. MONSENHOR EXPEDITO DA SILVEIRA DE SOUSA DISCIPLINA: CUIDANDO DE PACIENTES CRÍTICOS PROFESSORA: ANA MANUELA SÁ

Assistência de Enfermagem nas Disfunções do Sistema Cardiovascular

O coração é um órgão muscular oco localizado no centro do tórax. Os lados direito e esquerdo do coração possuem uma câmara superior (átrio), que coleta o sangue, e uma câmara inferior (ventrículo), que o ejeta. Para assegurar que o sangue flua em uma só direção, os ventrículos possuem uma válvula de entrada e uma de saída. As principais funções do coração são: o fornecimento de oxigênio ao organismo e a eliminação de produtos metabólicos (dióxido de carbono) do organismo. Em resumo, o coração realiza essas funções através da coleta do sangue com baixa concentração de oxigênio do organismo e do seu bombeamento para os pulmões, onde ele capta oxigênio e elimina o dióxido de carbono. Em seguida, o coração recebe o sangue rico em oxigênio dos pulmões e o bombeia para os tecidos do organismo.

dos pulmões e o bombeia para os tecidos do organismo. SÍNDROMES CORONÁRIAS AGUDAS: DOR TORÁCICA –

SÍNDROMES CORONÁRIAS AGUDAS: DOR TORÁCICA ANGINA PECTORIS E INFARTO DO MIOCÁRDIO As síndromes coronárias agudas ou instáveis incluem

pacientes com desconforto torácico causado por angina pectoris

e dor associada a infarto do miocárdio.

História e fatores de risco: O histórico familiar de doença da artéria coronária (DAC), idade > 65 anos, sexo masculino (o risco entre mulheres aumenta depois da menopausa), consumo de cigarros, hipercolesterolemia, hipelipidemia, hipertensão, diabete, obesidade, estresse elevado e estilo de vida sedentário. ANGINA PECTORIS Dor torácica transitória ou uma sensação de pressão que ocorre quando o miocárdio não recebe oxigênio suficiente (isquemia miocárdica) O esforço físico e as emoções aumentam

o trabalho cardíaco e, consequentemente, aumentam a demanda

de oxigênio do coração. Quando as artérias apresentam estreitamento ou obstrução de modo que o fluxo sanguíneo ao músculo não pode ser aumentado para suprir a maior demanda de oxigênio, pode ocorrer uma isquemia, acarretando dor.

Geralmente melhora com o repouso; dura cerca de 1 a 4 minutos, mas não mais de 30 minutos; deve desaparecer gradualmente quando o fator precipitante é removido. O inicio do desconforto subesternal pode ser abrupto ou gradual, descrito como profundo, visceral, apertado, sufocante, em queimação, pesado, apertado ou doloroso. Muitos pacientes irão negar a presença de “dor” torácica, mas irão admitir que há “desconforto” ou “pressão” intensa do tórax. A dor pode se irradiar para a mandíbula, pescoço, braços ou mãos. Alguns pacientes têm dor nos dentes. Diagnóstico: além da anamnese detalhada e análise da dor, deve ser realizado um ECG durante um momento de dor torácica (as mudanças no segmento ST e onda T, que ocorrem durante dor torácica espontânea e desaparecem com o alívio da dor, são significativas). Também podem ser realizados o teste de estresse (o paciente se exercita enquanto é monitorizado por um eletrocardiógrafo. Aqui e objetivo é confirmar a presença de dor torácica e documentar quaisquer mudanças associadas no ECG) e a angiografia coronariana (para determinar a presença e a extensão de doença da artéria coronária ou doença valvular como causa de dor torácica ou IAM). Tratamento: é iniciado com medidas para se evitar a doença arterial coronariana, retardar sua progressão ou revertê-la através do tratamento das causas conhecidas (fatores de risco).

O tratamento da angina depende em parte da gravidade e

da estabilidade dos sintomas. Quando os sintomas pioram rapidamente, a hospitalização imediata e o tratamento medicamentoso são usuais. Nitratos/nitroglicerina (NTG) oral, sublingual e outras formas, que não-IV, podem ser usados para terapia de curto prazo ou para efeitos profiláticos mais duradouros. Se os sintomas não forem substancialmente minimizados com o tratamento medicamentoso, a dieta e a alteração do estilo de vida, a angiografia pode ser utilizada para determinar a possibilidade de uma cirurgia de revascularização miocárdica ou de uma angioplastia.

Cuidados de enfermagem na administração do nitrato:

Cuidados de enfermagem na administração do nitrato: A nitroglicerina pode causar uma sensação de queimadura

A nitroglicerina pode causar uma sensação de queimadura

sob a língua quando dor forte;

Orientar o paciente a não deglutir a saliva até que o comprimido esteja totalmente diluído; Para ação mais rápida, orientar o paciente a triturar o comprimido entre os dentes (conforme prescrição médica); Orientar repouso até o desaparecimento dos sintomas; Comunicar qualquer alteração ao médico/enfermeiro. Cuidados de enfermagem:

Avaliar as características da dor no peito e sintomasalteração ao médico/enfermeiro. Cuidados de enfermagem: associados; Avaliar a respiração, a pressão sanguínea e

Avaliar as características da dor no peito e sintomas associados; Avaliar a respiração, a pressão sanguínea
Avaliar as características da dor no peito e sintomas associados; Avaliar a respiração, a pressão sanguínea
Avaliar as características da dor no peito e sintomas associados; Avaliar a respiração, a pressão sanguínea

associados;

Avaliar a respiração, a pressão sanguínea e frequência cardíaca em cada episódio de dor torácica;as características da dor no peito e sintomas associados; Monitorizar a resposta ao tratamento medicamentoso; Avisar

e frequência cardíaca em cada episódio de dor torácica; Monitorizar a resposta ao tratamento medicamentoso; Avisar

Monitorizar a resposta ao tratamento medicamentoso; Avisar o médico/enfermeiro se a dor não diminuir;

Identificar junto ao cliente as atividades que provoquem

dor;

junto ao cliente as atividades que provoquem dor; Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do Paciente
junto ao cliente as atividades que provoquem dor; Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do Paciente

Oferecer assistência de maneira calma e eficiente dedesconforto modo a reconfortar o cliente até que o desapareça; um Prover ambiente confortável e

desconforto

modo

a

reconfortar

o

cliente

até

que

o

desapareça;

um

Prover

a reconfortar o cliente até que o desapareça; um Prover ambiente confortável e silencioso para o

ambiente

confortável

e

silencioso

para

o

cliente/família;

Esclarecer o cliente/família acerca dos medicamentos que deverão ser tomados após a alta hospitalar. INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM)ambiente confortável e silencioso para o cliente/família; É a necrose do tecido miocárdico em consequência de

É a necrose do tecido miocárdico em consequência de

uma falta relativa ou absoluta de suprimento sanguíneo. A maioria dos IAMs são causados por arterosclerose (como depósitos de gordura, fibrose, calcificação, agregação de plaquetas), a qual resulta num estreitamento progressivo da artéria coronária, formação de trombo e, consequentemente, oclusão do fluxo sanguíneo. A oclusão pode ser causada também por espasmo da artéria coronária. A dor torácica com infarto é geralmente mais grave, de maior duração (> 30 min) e não aliviada pela nitroglicerina. Os pacientes com neuropatia diabética podem ter IAM sem dor. Sinais e sintomas associados incluem náusea, vômitos, dispneia, ortopneia, ansiedade, inquietação, diaforese, fraqueza e fadiga inexplicada, cianose e negação. Às vezes, a apresentação pode ser vaga manifestando-se com sintomas de problemas gastrintestinais (GI) como pirose, somente com dor no braço ou ombro, dentes ou mandíbulas. Diagnóstico: Geralmente se baseia na história da doença atual,

no ECG e nos níveis séricos (sanguíneos) das enzimas cardíacas. O prognóstico depende da extensão da lesão miocárdica. Tratamento: O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, dependendo da extensão e da área acometida. Os profissionais de saúde precisam estar atentos para um diagnóstico precoce. O atendimento imediato, ao cliente infartado, garante a sua sobrevivência e/ou uma recuperação com um mínimo de sequelas. Deixados sem tratamento, os pacientes com grandes áreas de necrose podem progredir rapidamente para choque cardiogênico. Cuidados de enfermagem:

Proporcionar um ambiente adequado para o repouso físico e mental;para choque cardiogênico. Cuidados de enfermagem: Fornecer oxigênio e administrar opiáceos (analgésico e

Fornecer oxigênio e administrar opiáceos (analgésico e sedativo) e ansiolíticos prescritos para alívio da dor e diminuição da ansiedade;um ambiente adequado para o repouso físico e mental; Prevenir complicações, observando sinais vitais, estado de

Prevenir complicações, observando sinais vitais, estado de consciência, alimentação adequada, eliminações urinária e intestinal e administração de trombolíticos prescritos;

Auxiliar nos exames complementares, como ECG, dosagem das enzimas no sangue, ECO, dentre outros;e intestinal e administração de trombolíticos prescritos; Atuar na reabilitação, fornecendo informações para que o

Atuar na reabilitação, fornecendo informações para que o cliente possa dar continuidade ao uso dos medicamentos, controlar os fatores de risco, facilitando, assim, o ajuste interpessoal, minimizando seus medos e ansiedades;como ECG, dosagem das enzimas no sangue, ECO, dentre outros; Repassar tais informações também à família.

Repassar tais informações também à família. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC)o ajuste interpessoal, minimizando seus medos e ansiedades; É uma condição grave na qual a quantidade

É uma condição grave na qual a quantidade de sangue

bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. É uma síndrome caracterizada por anormalidades da função ventricular e da regulação neuro-

hormonal, acompanhada de intolerância ao esforço, retenção hídrica e redução da expectativa de vida. Principal causa de

e redução da expectativa de vida. Principal causa de internação no SUS, em pacientes com idade

internação no SUS, em pacientes com idade igual ou superior a 65 anos (DATASUS, 2000). As pessoas com insuficiência cardíaca descompensada apresentam cansaço e fraqueza. A insuficiência cardíaca direita tende a produzir acúmulo de sangue que flui para o lado direito do coração. Esse acúmulo acarreta edema dos pés, tornozelos, pernas, fígado e abdômen. A insuficiência cardíaca esquerda acarreta um acúmulo de líquido nos pulmões (edema pulmonar), causando uma dificuldade respiratória intensa. Inicialmente, a falta de ar ocorre durante a realização de um esforço, mas, com a evolução da doença, ela também ocorre em repouso. Algumas vezes, a dificuldade respiratória manifesta-se à noite, quando a pessoa está deitada, em decorrência do deslocamento do líquido para o interior dos pulmões. Diagnóstico: Os sintomas geralmente são suficientes para o médico diagnosticar uma insuficiência cardíaca. Os eventos a seguir podem confirmar o diagnóstico inicial: pulso fraco e acelerado, hipotensão arterial, determinadas anomalias nas bulhas cardíacas, aumento do coração, dilatação das veias do pescoço, acúmulo de líquido nos pulmões, aumento do fígado, ganho rápido de peso e acúmulo de líquido no abdome ou nos membros inferiores. Uma radiografia torácica pode revelar um aumento do coração e o acúmulo de líquido nos pulmões. Frequentemente, o desempenho cardíaco é avaliado através de outros exames, como o ECO e o ECG. Tratamento: Os médicos abordam a terapia através de três ângulos: tratamento da causa subjacente, remoção dos fatores que contribuem para o agravamento da insuficiência cardíaca e tratamento da insuficiência cardíaca em si. O uso de digitálicos é uma alternativa no tratamento. Cuidados de enfermagem:

é uma alternativa no tratamento. Cuidados de enfermagem: Monitorizar a ingesta e a excreta a cada

Monitorizar a ingesta e a excreta a cada 2 horas (utilizar registro de balanço hídrico, se disponível); Manter a posição de Fowler para facilitar a respiração; Monitorizar a resposta ao tratamento diurético; Avaliar a distensão venosa jugular, edema periférico; Administrar dieta hipossódica; Promover restrição hídrica. Proporcionar conforto ao paciente; dar apoio emocional; Manter o paciente em repouso, observando o grau de atividade a que ele poderá se submeter; Explicar antecipadamente os esquemas de rotina e as estratégias de tratamento; Apoiar emocionalmente o cliente e familiares; Promover ambiente calmo e tranquilo; Estimular e supervisionar a respiração profunda; Executar exercícios ativos e passivos com os MMII; Pesar o paciente diariamente; Oferecer dieta leve, fracionada, hipossódica, hipolipídica; Anotar alterações no funcionamento intestinal; Administrar medicamentos conforme prescrição médica; Observar o aparecimento de sinais e sintomas de intoxicação medicamentosa. Cuidados na administração de digitálicos:

medicamentosa. Cuidados na administração de digitálicos: Verificar pulso e frequência cardíaca antes de administrar
medicamentosa. Cuidados na administração de digitálicos: Verificar pulso e frequência cardíaca antes de administrar

Verificar pulso e frequência cardíaca antes de administrar cada dose do medicamento. Caso o pulso esteja inferior a 60bpm, consultar o médico;

Caso o pulso esteja inferior a 60bpm, consultar o médico; Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando
Caso o pulso esteja inferior a 60bpm, consultar o médico; Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando
Observar sintomas de toxidade digital: arritmia, anorexia, náuseas, vômito, diarreia, bradicardia, cefaleia, mal-estar e

Observar sintomas de toxidade digital: arritmia, anorexia, náuseas, vômito, diarreia, bradicardia, cefaleia, mal-estar e alterações comportamentais. Cuidados com a administração de diuréticos:

Cuidados com a administração de diuréticos: Oferecer o medicamento pela manhã; Realizar balanço

Oferecer o medicamento pela manhã; Realizar balanço hídrico; Pesar o paciente diariamente;

sinais

de

fraqueza, mal estar, câimbras

musculares; Estimular a ingestão de alimentos ricos em potássio (laranja, limão, tomate), desde que não aja contraindicação. ARRITMIAS CARDÍACAS

Refletem funcionamento anormal do sistema elétrico

Observar

Cuidados de enfermagem:

do sistema elétrico Observar Cuidados de enfermagem: Proporcionar sono e repouso adequados, garantindo ambiente

Proporcionar sono e repouso adequados, garantindo ambiente livre de ruídos;

Monitorizar sinais vitais, e ao perceber qualquer anormalidade no monitor cardíaco, avisar imediatamente ao médico/enfermeiro;e repouso adequados, garantindo ambiente livre de ruídos; Oferecer oxigênio, se necessário e prescrito, para reduzir

Oferecer oxigênio, se necessário e prescrito, para reduzir a hipóxia causada pela arritmia;cardíaco, avisar imediatamente ao médico/enfermeiro; de a Observar os antiarrítmico (verificação dosagem

de

a

para reduzir a hipóxia causada pela arritmia; de a Observar os antiarrítmico (verificação dosagem

Observar

para reduzir a hipóxia causada pela arritmia; de a Observar os antiarrítmico (verificação dosagem prescrita);

os antiarrítmico (verificação

dosagem prescrita);

cuidados

com

de

a

pulso

administração

antes

e

após

Orientar a família e a pessoa acometida sobre os procedimentos a serem realizados; e, quando a alta for dada;

do

coração. Podem ocorrer em pessoas com o coração normal

Destacar a importância do controle do estresse, de se

Destacar a importância do controle do estresse, de se

ou

ainda como resposta a outras doenças, distúrbios eletrolíticos

evitar o uso do fumo e reduzir a ingestão de cafeína (café,

ou

intoxicação medicamentosa. A frequência cardíaca normal

varia de acordo com a idade - quanto menor a idade, maior a frequência. No adulto, pode oscilar entre 60 a 100 batimentos por minuto (bpm). As arritmias de frequência podem apresentar-se como taquicardia (acima de 100 bpm), bradicardia (abaixo de 60 bpm), fibrilação e flutter atrial (frequência igual

ou acima de 300 bpm). A apresentação clínica varia de ausência de sintomas

chá mate, chá preto, refrigerantes a base de cola). EMERGÊNCIAS HIPERTENSIVAS

Revisando Pressão arterial (PA) é a pressão do sangue de encontro às paredes arteriais. Pressão sistólica: pressão máxima do sangue exercida de encontro às paredes arteriais quando o coração se contrai (100 a 140 mmHg).

a completa disfunção cardiopulmonar. Mais comumente:

Pressão diastólica: força do sangue exercida de encontro às

intolerância a atividade, fraqueza, hipotensão, tontura, dispneia,

paredes arteriais durante a fase de relaxamento do coração (60 a

palpitações, desconforto ou pressão torácica, sensação de “coração acelerado” ou “batidas descompassadas”. A taquicardia ventricular sem pulso, a fibrilação ventricular, a assistolia e a dissociação eletromecânica resultam em parada cardíaca imediata. História e fatores de risco: doença cardíaca aterosclerótica coronária, IAM recente, uso corrente de drogas antiarrítmicas ou broncodilatadores, alterações de eletrólitos, doença

90 mmHg). Pressão sanguínea: é expressa como sistólica e diastólica (120 x 80 mmHg). Pressão de pulso ou pressão diferencial: diferença entre as pressões sistólica e diastólica (40 a 60 mmHg) - traduz o volume sistólico e a elasticidade arterial. Pressão arterial média (PAM): média das pressões sistólica e diastólica [PAM = PA sistólica + 2(PA diastólica) / 3. Valor normal de 85 a 100 mmHg.

endócrina, hipotensão, PIC elevada, doença cardíaca valvular, cardiomiopatia, angina instável, desequilíbrio ácido-básico,

 

A

hipertensão arterial acontece quando os níveis

hipoxemia, doença pulmonar, falência respiratória, anemia, overdose de drogas.

tencionais estão acima dos valores normais. É definida pela pressão sistólica média em repouso de 140 mmHg ou mais e/ou

Diagnóstico: O eletrocardiograma (ECG) registra a atividade elétrica do coração, permitindo diagnosticar uma vasta gama de distúrbios cardíacos. Eletrodos são conectados aos pulsos,

pela pressão diastólica em repouso média de 90 mmHg ou mais. Nos casos de hipertensão arterial, é comum tanto a pressão sistólica quanto a pressão diastólica estarem elevadas.

tornozelos e peito. Cada registro representa a atividade elétrica

 

A

crise hipertensiva é vista em cerca de 1% da

de uma região do coração. Quando auxiliar este procedimento,

oriente a pessoa a ficar relaxada e imóvel.

Ritmo sinusal normal

a pessoa a ficar relaxada e imóvel. Ritmo sinusal normal Taquicardia ventricular Assistolia Tratamento: é feito
a pessoa a ficar relaxada e imóvel. Ritmo sinusal normal Taquicardia ventricular Assistolia Tratamento: é feito

Taquicardia ventricular

Assistolia

Ritmo sinusal normal Taquicardia ventricular Assistolia Tratamento: é feito com medicamentos antiarrítmicos,

Tratamento: é feito com medicamentos antiarrítmicos, cardioversão elétrica e implantação de marcapasso.

população com hipertensão. Quando ela ocorre, a necrose vascular imediata é uma ameaça, podendo ocorrer se a pressão diastólica exceder 120 mmHg.

A rapidez da elevação da pressão pode ser mais

destrutiva do que o nível real de PA registrado. Se não for tratada, a crise hipertensiva é fatal em 75% das pessoas afetadas dentro de um ano. Embora qualquer órgão seja vulnerável, os olhos e rins são aqueles com dano mais provável, levando a cegueira e a falência renal.

Os pacientes com hipertensão que são admitidos na

UTI podem ter uma elevação de rebote da PA se o seu tratamento anti-hipertensivo usual for interrompido. Além disso, uma perda de controle da PA pode ocorrer por desordem primária, trauma ou estresse da UTI. Embora a maioria dos pacientes não tenha sintomas, podem ocorrer leve desconforto, fadiga, tontura e cefaleia. Diagnóstico: o teste definitivo é a medição de PA. Valores de PAD, iguais ou maiores que 110 mmHg devem ser relatados imediatamente ao médico/enfermeiro.

devem ser relatados imediatamente ao médico/enfermeiro. Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do Paciente Crítico
devem ser relatados imediatamente ao médico/enfermeiro. Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do Paciente Crítico

Tratamento: necessita de redução dos níveis tencionais de 20 a 25% e/ou da pressão arterial diastólica para 100 a 110 mmHg nas primeiras 2 horas, sendo recomendado iniciar com medicamento parenteral em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem:

em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem: Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou
em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem: Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou
em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem: Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou
em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem: Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou
em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem: Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou
em unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem: Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou

Avaliar pressão arterial a cada 30 minutos ou quando necessário, até estabilização da mesma; Avaliar pulsação periférica; Observar sinais de insuficiência cardíaca (taquicardia, agitação, cianose, dispneia, extremidades frias); Identificar as características da dor, como localização, tipo, intensidade, duração, etc.; Observar a ocorrência de epistaxe e realizar as medidas de controle; Atentar para sinais de confusão mental, irritabilidade, desorientação, cefaleia, náuseas e vômito; Realizar balanço hídrico; Oferecer dieta leve, fracionada, hipossódica, hipolipídica;

de

intoxicação medicamentosa;

Observar

hipolipídica; de intoxicação medicamentosa; Observar o aparecimento de sinais e sintomas Atentar para efeitos

o

aparecimento

de

sinais

e

sintomas

Atentar para efeitos colaterais da farmacoterapia: pode ocorrer hipotensão, sensação de desmaio, vertigem ao mudar de posição, perda de força, perda do apetite, secura na boca, sonolência;

No momento da alta orientar o cliente e a família sobre:de força, perda do apetite, secura na boca, sonolência;  programas educacionais de aconselhamento; 

programas educacionais de aconselhamento;

importância da consulta médica e de enfermagem;

importância da dieta alimentar;

informar sobre os recursos da comunidade para o atendimento ao hipertenso. CHOQUE CARDIOGÊNICO É o estado em que a função cardíaca prejudicada resulta em uma redução profunda no fluxo sanguíneo periférico que é incompatível com a vida. Usualmente, o choque cardiogênico é causado por um IAM maciço que torna 40% do miocárdio ou mais disfuncional, por causa de uma necrose ou isquemia. O choque cardiogênico ocorre com 15 a 20% de todos os IAMs e tem uma mortalidade de 80% ou mais.

LEMBRETE! Choque cardiogênico é um “defeito mecânico”. Ocorre principalmente nos clientes após IAM ou distúrbios que impedem o enchimento adequado das câmaras cardíacas.

Diagnóstico: é feito por avaliação física e análise do perfil hemodinâmico. O problema primário, IAM, é diagnosticado por mudanças de enzimas e ECG. Tratamento: estabilizar a força contrátil do coração; melhorar a contratilidade com oxigenação e agentes inotrópicos positivos (dobutamina, dopamina, digoxina). Reduzir a pré-carga e a pós- carga com nitroprussiato (vasodilatador). Cuidados de enfermagem:

De forma contínua, monitorizar a PA, frequência e ritmo cardíaco; Monitorizar débito urinário; Não elevar o ângulo da cabeceira da cama em mais do que 30º;

Conferir estado neurológico a cada 2 horas para avaliar a perfusão cerebral. Estar alerta a mudanças no nível de consciência, orientação, percepção, atividades motoras,elevar o ângulo da cabeceira da cama em mais do que 30º; reflexos e resposta pupilar

consciência, orientação, percepção, atividades motoras, reflexos e resposta pupilar a luz. Consultar o médico caso
consciência, orientação, percepção, atividades motoras, reflexos e resposta pupilar a luz. Consultar o médico caso

reflexos e resposta pupilar a luz. Consultar o médico caso haja qualquer mudança;

Avaliar extremidades, notando mudanças na cor de pele, temperatura, enchimento capilar e pulsos distais;a luz. Consultar o médico caso haja qualquer mudança; Avaliar a frequência, profundidade e o esforço

de pele, temperatura, enchimento capilar e pulsos distais; Avaliar a frequência, profundidade e o esforço

Avaliar a frequência, profundidade e o esforço respiratório do paciente para conferir se há taquipneia ou dispneia;

Fornecer oxigênio umedecido, conforme prescrito.do paciente para conferir se há taquipneia ou dispneia; Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do

dispneia; Fornecer oxigênio umedecido, conforme prescrito. Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do Paciente Crítico
dispneia; Fornecer oxigênio umedecido, conforme prescrito. Enfª Ana Manuela Sá – Cuidando do Paciente Crítico