Matriz de atividade em equipe* Módulo:04 Atividade: Consolidação das Tarefas Título: As Funções da Administração Alunos: Roberto Aneas, Paula

Giovani Editor: Roberto Aneas Disciplina: Adm. Geral Introdução Turma: 03 – Equipe 4

Este material tem o propósito de apresentar uma consolidação dos temas propostos na tarefa do quarto módulo. Essa realização será pautada nas atividades individuais, no material teórico apresentado, nas experiências e considerações pessoais de cada integrante da equipe. Abordaremos as funções da administração e tentaremos demonstrar o quanto elas são importantes em nosso cotidiano corporativo e até em nossa vida particular. Planejamento, organização, liderança e controle são temas que norteiam a função de gerir seja um grupo empresarial, um grupo social ou uma família. Esse material deverá ser um guia com os principais conceitos e exemplos de funcionalidade dessas funções. A administração como um todo é baseada em premissas e conceitos de estudiosos desenvolvidos ao longo de anos de estudo e, além disso, no estudo de casos reais e experiências vividas por pessoas como nós. Isso faz deste trabalho realmente um guia, que nos ajudará nos estudos futuros e favorecerá a aplicação dos conceitos estudados. Justificativa O estudo das funções da administração é de enorme importância para muitas posições, não só na própria área administrativa, mas também para quase todos os setores de uma empresa, seja ela de pequeno, médio ou de grande porte. Essas funções permeiam o ato de administrar e dão uma tratativa mais formal e com foco na eficiência, assim é de suma importância conhecê-las e aplicá-las em nosso dia a dia. Elas são base para uma gestão moderna e inovadora, e sua proposta é facilitar a vida do gestor, fornecendo-lhe o conhecimento de técnicas e conceitos que, certamente, lhe ajudarão no seu autodesenvolvimento, no desenvolvimento da sua equipe e poderão contribuir para alcançar os resultados da empresa com mais eficiência e eficácia.

sempre existiu. Inicialmente as empresas não tinham um modelo a seguir. empresas ou organizações usam para tratar o que virá pela frente. quando vivenciado. Controle Seguiremos uma estrutura simples de apresentação que conterá um pouco da história da função no mundo da administração. de certa forma. mas de uma forma não tão prática. PLANEJAMENTO O planejamento como pensamos hoje. planejava-se com base nas experiências do passado projetando um futuro com melhorias e as mudanças que deviam acontecer. se não a de maior importância. assim iremos dividilas em quatro tópicos. nosso entendimento e considerações e. os administradores sentiram a necessidade de planejar melhor. Todos os autores definem planejamento. Assim elas conseguem imaginar. o Planejamento. no início do século XX. função da administração. Conceitos Segundo Chiavenato.Desenvolvimento Abordaremos as funções administrativas seguindo a proposta do material teórico. Maximiano tem uma definição de conceito um pouco mais ampla. planejar é olhar para o futuro e descobrir as necessidades que demandam dele hoje. nela ela conceitua o planejamento como uma ferramenta que as pessoas. Planejamento 2. daremos início com uma das mais importantes. Liderança 4. a aplicação na administração. Os cientistas da administração começaram. são eles: 1. os principais conceitos. de forma estruturada e sequencial. Organização 3. a abordar com mais frequência esse tema que passaria logo a se tornar uma das funções da administração. pensar e fazer planos de como tratarão as possíveis mudanças. Desse modo. assim teremos condições de nos preparar para encarar os desafios que virão pela frente a fim de alcançar os objetivos desejados. como uma ferramenta que tenta prever as . um exemplo de aplicação. Com o constante desenvolvimento da indústria e a exigência de resultados melhores e mais rápidos.

É assim para um indivíduo ou para uma empresa. O que queremos alcançar? Podemos fazer essa pergunta de outras formas como. Aplicações Inicialmente devemos entender como se dá o processo do planejamento. já se tornou mais fácil. podemos agora pensar nos possíveis caminhos que iremos rumar. mais ou menos. Na terceira etapa precisamos imaginar e escrever o que podemos enfrentar pela frente. Com todas essas alternativas em mãos. qual é a melhor? É uma resposta. irão contar com os administradores para tomar essa decisão. dos nossos objetivos. Em que etapa estamos? Já sabemos onde queremos chegar. essa é a quarta etapa. são as variáveis a que estamos sujeitos. por isso as pessoas vão contar com seu rol de amigos ou parentes para ajudá-las. podemos até estar perto. Essa é a primeira etapa. agora precisamos ter certeza o quão distante estamos ou não.possíveis situações que iremos encontrar em nosso futuro. por sua vez. Chiavenato definiu esse processo em seis etapas. ou diminuírem? E se a concorrência mudar sua estratégia? Essas variáveis nos ajudam a criar vários cenários para as situações possíveis. pois já temos todos os modelos e entre eles algum deve se destacar. Seria uma pergunta de autoanálise. Depois de ter tudo isso. na quinta etapa. ou com seu líder para essa importante tarefa. Na última etapa depois de analisar e avaliar deve-se agora “fazer acontecer”. chegou a hora de decidir dentre todas. nortear nossa busca. onde queremos chegar? Quais são as nossas aspirações? Todas elas tentam deixar claro o que de fato queremos e isso é o que vai. iremos precisar para chegar onde queremos. vamos ver cada uma delas a seguir. por em prática o plano traçado. Devemos pensar em função dos cenários que traçamos anteriormente quais são alternativas que temos. Nesse momento já temos ideia do que. realmente. Devemos imaginar pelo menos três. nem sempre é uma tarefa simples. isto é. Fica claro também que o motivo de tentarmos prever o futuro é para facilitar e nos dar subsídios para fazermos escolhas. Nesta última etapa iremos acompanhar a decisão tomada avaliando sua eficiência e . E as empresas. E se acontecer de as vendas aumentarem. já escrito. tudo em função de algo que desejamos alcançar ou seja. um muito promissor outro com as possíveis dificuldades e um terceiro com uma situação semelhante a realidade atual. que a essa altura do planejamento. A próxima etapa é descobrir onde estamos. Embora mais fácil.

dentre muitos outros. cada uma com seu plano específico. e Nível operacional -> planejamento operacional – curto prazo. Planejamento financeiro. Os mais conhecidos são: • • • Nível institucional -> planejamento estratégico – longo prazo. revisado com frequência ou esporadicamente. ou seja. e formal ou informal. com riscos menores e maior flexibilidade. Planejamento de produção. normalmente dentro de um círculo com mais foco. É um planejamento executado pela alta administração. médio ou longo prazo. departamento ou setor da empresa. no nível mais alto das esferas. o plano operacional cobrirá todas as áreas da empresa. são elas: • • • • • Planejamento mercadológico. seja ele em qualquer uma das esferas. Oliveira (2001) destaca algumas áreas de aplicação desse planejamento. Cada setor . conforme destacou Megginson. a empresa traça as premissas de sua existência. O planejamento tático ocorre no nível intermediário. seus objetivos maiores e ainda deixa claro suas ambições e as possíveis alterações ao longo do tempo. intermediário e operacional. onde se concentram a gerência de médio escalão. de custos e despesas. Nesse planejamento a matriz e diretivas são herdadas do planejamento estratégico e nele ocorre o detalhamento do que é necessário para por em prática o plano estratégico a médio prazo. Detalhadamente e através de documentos escritos. Pode-se aplicá-lo nas três esferas de uma empresa. O resultado direto de um planejamento. O processo de se planejar é necessário para entendermos as aplicações do planejamento. de utilização da mão de obra. O Planejamento operacional é o modus operandi de todos os planos de ação do planejamento tático. e Planejamento organizacional.” No planejamento estratégico. abrangente ou restrito a algumas áreas da organização. uma determinada unidade. de controle de qualidade. Em cada esfera de atuação o planejamento tem um modelo distinto e uma escala de tempo. é o plano e Maximiano (2000) faz suas considerações sobre ele: “O plano pode ser permanente ou singular. Nele podemos encontrar os planos de vendas.corrigindo os rumos quando necessário. de curto. Planejamento de recursos humanos. Nível intermediário -> planejamento tático – médio prazo. Mosley e Pietri (1998). que são institucional.

Vai existir um superior. E essa é uma função administrativa que veremos no próximo tópico.da empresa deverá ter seu plano operacional. Mesmo em uma empresa pequena. pois ela define entre outras coisas os responsáveis pelas tarefas. nem mesmo o estratégico. mais fácil. normalmente o dono do negócio (que nesse caso pode até assumir funções operacionais dependendo do tamanho do negócio). suas posições dentro da empresa. e Chiavenato ressalta que são os planos operacionais que irão garantir que cada tarefa e operação sejam executadas eficientemente. e na base da pirâmide um ou mais indivíduos que operam o negócio. Certamente. Essa flexibilidade não está relacionada com as vontades individuais dos executivos de uma empresa. existem decisões que devem ser tomadas rapidamente. Considerações Como podemos ver. por exemplo. favorecendo assim o crescimento sustentável da empresa. Essa função faz com que empresa consiga alocar os recursos que tem de forma prática e adequada tornando a busca pelos resultados. é todo um processo que ocorre ao longo do tempo em função de inúmeras variáveis que empresa vai analisando e julgando. O planejamento não deve ser estático. um intermediário que é. não se muda a missão da empresa do dia para noite. o planejamento é uma função crucial para o perfeito desenvolvimento dos objetivos da empresa que dever ser visto como condição essencial para maximizar as possibilidades de sucesso. normalmente inferior a um ano. . A forma de como tudo isso vai ser feita diz respeito à organização. conforme os meios estabelecidos pela organização e sempre com intuito de alcançar os objetivos traçados. Assim o planejamento é subdividido em partes para que se possa enxergar cada fase do processo e finalmente ele descreve todas as ações. mas de forma geral sempre veremos uma estrutura em forma de pirâmide. para efetivar os objetivos. Obviamente. quase sempre. ORGANIZAÇÃO A importância da organização para qualquer empresa é grande. em forma de planos. a função do planejamento tem por objetivo maior ajudar a empresa a visualizar o que ela quer. são respostas que devem ser dadas em situações de crise. ele deve ser dinâmico acompanhando as mudanças que a empresa está sujeita. o gerente. a flexibilidade do planejamento está ligada com suas esferas de atuação. as vezes ela pode estar desorganizada. geralmente. definidos no planejamento. como pode conseguir isso e como ela fará isso. Assim. conseguimos identificar uma estrutura. quanto mais alto for o nível menos ela é flexível.

Tem-se uma sinergia muito grande entre os integrantes de vários setores. a pirâmide é baixa e sua base larga. a importância dessa função administrativa é altíssima. Assim a pirâmide tende a crescer e aumentar os níveis entre a base e o topo. indivíduos que servem de conselheiros aos níveis mais altos da pirâmide. Existem várias formas de estrutura organizacional. É um modelo mais novo. é claro que o grosso de cada . em todas as empresas e parecido com a função do planejamento ela atua nas três esferas que são: institucional. e operacional. Conceitos Para Megginson. para os subalternos e eles vão seguindo conforme o planejamento. onde a colaboração pode vir de ambos os lados.Em empresas de médio porte essa estrutura segue o mesmo modo. É a forma mais formal e funciona bem em empresas de pequeno porte. os integrantes dos projetos podem ser de vários setores. organizar refere-se a uma estrutura formal cuja finalidade é administrar os recursos disponíveis. Podem. ou seja. sejam eles humanos. mais pessoal operacional. cargos e tarefas. até mesmo laterais e auxiliares (o “braço direito”). Portanto. o seja o campo de atuação é maior no topo da pirâmide e mais focal na base. Começa a ter variações na estrutura. por exemplo. a mais conhecida é a linear onde tudo corre topdown. por fim. o conceito de organização é relacionado com uma estrutura específica que envolve os indivíduos e suas funções. Empresas modernas usam essa configuração. existir mais de um gerente. pois somente com uma estrutura bem definida consegue-se ter maiores chances de alcançar os resultados com sucesso. Além da forma de como os administradores podem subdividir as tarefas. a forma de como ela é operada em cada nível é diferenciada sem que o conteúdo é mais abrangente e sintético na esfera mais alta e mais detalhado e analítico na baixa. Existem outras variações. é o caso do Google. financeiros ou físicos que a empresa dispõe. Em empresa de grande porte. muitas vezes em forma de ordens. intermediária. a delineação das ligações que ocorrem entre tudo e todos. outra que podemos ressaltar é a que tem uma amplitude maior. mas de forma mais definida. De acordo com Chiavenato (1999). Aplicações As aplicações da organização ocorrem como dito antes. A amplitude. funções e cargos entre os departamentos e indivíduos. Mosley e Pietri. as alçadas de cada um deles e. nela o topo da pirâmide enviar as orientações. e com mais funcionários. às vezes. Lá os trabalhos são disponibilizados por projetos e.

normalmente. Funcionários que têm bons líderes. Além dessas configurações de estrutura organizacional temos outras que podem funcionar muito bem ou nem tanto. isso vai depender da qualidade de líderes que elas têm ou da sinergia entre os departamentos e colaboradores. mas também é vista em grandes escritórios de engenharia onde as equipes atuam em projetos distintos e podem. nem mesmo na administração de fazendas nos confins desse país. age de formar colaborativa impulsionando todos a dar o melhor de si. Elas já sabem que precisam de bons líderes. monitorando os efeitos que o projeto pode ter e municiando o pessoal de desenvolvimento com informações relevantes. como por exemplo. estão motivados e dispostos a trabalhar com foco nos resultados esperados (mesmo que a situação da empresa não esteja tão boa!). esses líderes são hábeis na integração de diversos indivíduos. mudar de equipe em um novo projeto. ou o pessoal de marketing que pode ir fazendo análise de mercado. LIDERANÇA O papel do líder e. Não temos mais lugar para o estilo “chefão”. além de estimular o autodesenvolvimento e a criatividade. Considerações Essa configuração funciona muito bem em empresas que trabalham com tecnologia da informação. fazendo-os interagirem a fim de entregar os melhores resultados de forma espontânea. A população evoluiu. nas grandes empresas a alta administração busca constantemente encontrar o algoritmo para alinhar as suas estratégias às competências exigidas para se ter um bom líder. por conseguinte o da liderança evoluiu. o pessoal do financeiro que pode ir controlando os custos do projeto. e a liderança que eles imprimem na empresa faz a diferença nos resultados diretos e da forma como a empresa é vista. o “peão” da fazenda agora tem acesso a internet e não deseja mais ser . De forma que a estrutura pode ser alterada a qualquer tempo. e o acesso à educação (mesmo que tímido) transforma as pessoas em um ser mais questionador. Esse parece ser o caminho da liderança do bom líder. mas isso implicará em tempo e recursos onerosos para a empresa além da capacidade de assimilação por parte dos funcionários e sua aceitação. ele tem o papel de agregador da equipe. Conceitos De acordo com Seder.trabalho é feito pelo pessoal especialista e os demais integrantes são auxiliares ou controladores de ferramentas necessárias ao desenvolvimento do projeto. É notória a preocupação com essa evolução. ao fim.

Por outro lado. Para Maximiano. do lado da equipe. Aplicações Não existe uma receita certa para se ter uma liderança perfeita. Cada divisão traz uma série de papéis e características desses líderes. propõe um quadro com duas divisões em função da orientação do líder. onde o papel do líder técnico se mistura de forma homogênea com o do cidadão. aquele que não se compromete com nada. O bom líder tem as mesmas competências. Abaixo o quadro original de Chiavenato. Esse líder é mais propenso a ouvir as pessoas e dar atenção as suas particularidades. atribuindo especificamente as responsabilidades e delegando tarefas às pessoas que ele considera chave. eles percebem que é através de um bom líder que se pode conseguir essa subida. todos têm sonhos de crescer. independente de onde atuam. o líder trabalha para criar um ambiente confortável e com ênfase nas relações humanas. em um conjunto harmonioso. Analisando esse quadro podemos perceber que o autor separa totalmente cada perfil de líder. uma para tarefa e outra para pessoas. Sem dúvida. No primeiro estilo o líder destaca o comprometimento com prazos. esse líder deve ter um estilo bidimensional. ele combina dois estilos de liderança. As empresas não desejam mais o chefão como líder e os funcionários também não. . Ainda de acordo com Maximiano. Dessa forma. e nem o “bonzinho”. aquele proposto por Maximiano. o primeiro é o estilo de liderança orientada para a tarefa e o segundo orientada para as pessoas. vão descartando os velhos capatazes que ainda resistem. mas infelizmente em repartições e até em grandes empresas. evoluir e. podemos encontrar muitos deles. Assim. os administradores dessas fazendas também querem manter a produção em dia. Ambos desejam um líder servidor que agrega e motiva a equipe. ou seja. ficamos sem uma referência dos papéis do líder bidimensional. qualidade e custos. No segundo. em seu livro “Administração nos novos tempos”. O autor Chiavenato.tratado como um “pobre” que não pensa. mesmo que em menor número. visando o aprimoramento da capacidade de trabalho em grupo. Ele foca na entrega das metas. não só nas fazendas. proponho um terceiro quadro destacando como seria essa mescla de estilos e o seu resultado final. O perfil do bom líder é composto por competências e qualificações. aos poucos. o pessoal motivado e feliz e.

De certa forma. necessariamente. modificação de posturas e admissão de erros. Terceiro quadro com a proposta dos papéis do bom líder. facilitação da participação dos membros. resumo das discussões. . O bom líder deverá saber definir o problema. esclarecimento de situações confusas. orientação geral. ideias. ele interage com todos e usa as boas ideais. Solicita a posição. Quando surge uma boa ideia. se for o caso. apoio às contribuições pessoais. O bom líder deve solicitar os fatos e todas as sugestões e ideias do grupo. Assim. proposição de fatos. solicitação de fatos. Fonte: CHIAVENATO. Administração nos novos tempos. São Paulo: Makron Books. avaliação do moral do grupo e ajuda aos membros para percebê-lo. encorajamento por meio do reconhecimento. redução da tensão e reconciliação de conflitos e desentendimentos. avaliação da eficácia do grupo. Esclarecimento de situações confusas e ponto chaves. ideias ou sugestões para o grupo. resumindo os pontos e verificando as soluções propostas pelo grupo. Debate e análise dos fatos.• • • papéis do líder orientado para a tarefa • • • • • • • Papéis do líder orientado para as pessoas • • • • • definição do problema para o grupo. considerações e ideias do grupo. verificação de quando se obtém uma conclusão ou um consenso. • • • papéis do bom líder segundo o estilo bidimensional • • • • • Definição do problema em conjunto com o grupo. 1999. Idalberto. idéias em conjunto com o grupo. ele abre um debate e analisa as opiniões de todos. Assim. Conduz o grupo à conclusão mais objetiva e eficiente. proposição de exemplos. apoiá-la e sugerir a análise de todos. pois ele deve ter uma visão geral e não. Motiva a participação de todos. influenciando o grupo ao fechamento de forma unânime. é o seu papel. ser um especialista (para isso existe o grupo com suas competências e habilidades). sugestões ou opiniões dos integrantes do grupo. Ao fechamento ele oferece os esclarecimentos das situações mais confusas. ele deve. Resume as discussões e faz a verificação das soluções. ele conduz o grupo ao fechamento da questão de forma que atenda melhor aos objetivos da empresa. Apóia as colocações individuais (desde que pertinentes e oportunas). Coordenação e orientação geral. Reconhecendo o mérito da contribuição. vinda de um integrante em particular.

e que deve ser sempre aprimorado. inovar de forma nunca antes vista na sua área de atuação. Ele deve organizar e motivar seus liderados de forma que eles trabalhem em conjunto.Portanto. órgãos. ou seja. Se for um exercício. é ele quem deve incentivar o crescimento profissional impulsionando o desenvolvimento de novos líderes. CONTROLE A palavra Controle é um vocábulo oriundo do período medieval e quer dizer "vigilância e verificação administrativa". O bom professor não faz os exercícios para os alunos. pois se lida com a singularidade do ser humano e de todas as suas manias e vícios adquiridos ao longo da vida. deve manter uma educação continuada ao longo da sua carreira (a mesma coisa que ele deve incentivar!). Ele deve inspirar e influenciar positivamente o grupo a fim de obter resultados por meio de pessoas. mas que possam ser vistos por seus méritos individuais. para não haver . o desenvolvimento mútuo da empresa e das pessoas. no nosso caso o bom líder. medindo e avaliando o desempenho para alcançar resultados positivos. Usamos o Controle em diversos setores das organizações. E o professor. produtos e outros. O seu papel é de suma importância para a empresa e para os colaboradores. É um papel complexo. ele se empenha para que o aluno tenha todas as condições de resolver a tarefa por ele mesmo. O Controle tem também como função. ele pode usar diversos estilos de liderança conforme cada situação exigir. Ser líder é uma tarefa ímpar e exige um acompanhamento por parte dos seus superiores. O bom líder congrega competências essenciais para a boa liderança. departamentos. para que não se desviem das normas pré-estabelecidas (Tatiana Takeda). Trata-se de uma tarefa difícil. no extremo da pirâmide. mas que pode ser aprendido ao longo da jornada. consubstanciando-se em uma fiscalização exercida sobre as atividades de pessoas. está próximo para estimular e incentivar o indivíduo a ver por outro prisma. o papel da liderança em todas as organizações deve ser aquele que consegue unir as pessoas em prol de uma causa maior. Considerações Podemos rematar lembrando que a liderança do bom líder deve ser muito próxima a imagem que temos de um bom professor. em função do resultado proposto pela empresa. basta agora ele por em prática o que aprendeu e resolver a questão. a matéria já foi dada. alcançando suas realizações e sonhos. o bom líder deve se preocupar em evoluir. o aluno ou liderado já aprendeu. Sim. Ele também convida os outros a pensar diferente. todo líder deve procurar um coach e se preparar para a próxima etapa ou. usar o bom desempenho da Organização. seja no Operacional ou Administrativo. tentar outra linha de raciocínio.

uma vez que é por ele que podemos medir a eficiência do planejamento e avaliar a eficácia do dos planos. garantindo a eficácia na realização dos negócios. e o controle que ocorre após cada operação para observar se houve falhas. Existe o pré-controle. como por exemplo. a organização e a direção sejam bem sucedidos. intermediária ou operacional. Existem três tipos de Controle: • • • Controle Interno Estratégico: É o alicerce. controle é fazer que algo aconteça de modo como foi planejado. Panno e Kloeckner. a base de todo o planejamento. Aplicações O papel do Controle nas organizações é fazer com que os planos de ação. existe também o controle concomitante. que deve ser feito antes de iniciar a operação. que deve ser ininterrupto dentro da organização. Controle Tático: Funciona como minimizador de riscos. É por meio dele que podemos verificar se estamos atendendo efetivamente o que foi proposto no planejamento inicial e se precisamos tomar medidas de correção. Conclusão . mensurados pela Administração se concretizem. Nestes dois conceitos podemos ver que o controle é fundamental para uma empresa. pesquisa de viabilidade. seja na esfera institucional. Para Chiavenato. visando agregar valores para a organização. Controle Interno Operacional: Responsável por minimizar as falhas. Considerações É através do controle que iremos ajustar nossa rota. desperdícios ou roubos. controle é a função administrativa que monitora e avalia as atividades e os resultados alcançados para assegurar que o planejamento. Conceitos Segundo Caravantes.excessos.

MEGGINSON. Leon C. comandar e controlar. mais que isso elas constituem um modelo formal de trabalho. Rio de Janeiro: FGV. MOSLEY. São Paulo: HARBRA. a organização transcende o ambiente de trabalho podendo ser exercida em nossos lares. Administração nos novos tempos. . São Paulo: Pearsons Prentice Hall. planejar.Com este trabalho podemos conferir a importância que Fayol teve no início do século passado ao definir o ato de administrar com suas funções de prever. 5ª ed. ser líder de si mesmo e. organizar suas tarefas. A importância dos instrumentos de controle interno para gestão empresarial. 2001. 2000. RICCIO. analisando podemos ver que o indivíduo pratica tais funções no seu dia a dia. Finalmente podemos ter o controle de toda a operação através de métodos que nos ajudam ajustar a rota em função dos objetivos macros.. São Paulo: Atlas. agora. podemos concluir que tais funções definidas no início por Fayol são condições para a boa administração e que devemos sempre nos orientar por elas em qualquer momento de nossas vidas. KLOECKNER. Entendemos. Administração: conceitos e aplicações. Podemos entender que desde a alta administração até o pessoal de operações as funções administrativas são passiveis de serem usadas. Idalberto. Mônica C. 2005. Vicente. mesmo que inconscientemente e no nível mais inferior da pirâmide. PIETRI.. 1999. Administração: teorias e processo. Elas ajudam a traçar planos em função dos objetivos macro da empresa e dentro de uma estrutura organizá-los de forma que podemos saber quem será o responsável por determinada tarefa.2012 MAXIMIANO. Djalma de Pinho Rebouças de. CHIAVENATO. Introdução à administração.br>.unicentro. 1998 OLIVEIRA. Todas essas funções estão diretamente ligadas ao ato de trabalhar. O ato de planejar é condição para prevermos nosso futuro. Geraldo R.. Claúdia C. metodologia e práticas. ter o controle da atividade. melhor essas funções que são essenciais a todos os níveis de uma organização. PANNO. Antonio César Amaru. São Paulo: Makron Books. Planejamento Estratégico: conceitos. José Cebaldir. Acesso em: 24 fev. Donald C. Assim. Administração Geral. a liderança é uma atividade que nos ajuda a ajudar as pessoas dentro e fora das empresas e o exercício do controle nunca vai nos deixar perder o foco em nossos compromissos de trabalho e de nossas vidas.. São Paulo: Atlas. Disponível em: <http://web03. Ele deve planejar o que pretende fazer. FLORIANO. Além de elucidar os papeis dos líderes e as formas de trabalho de cada um. Referências bibliográficas CARAVANTES. Paul H. organizar. por fim.

l.br/v2/dhall.shvoong.D.jurisway.br/livro/get_capitulo. Disponível <http://www.esp. Bjarke. 2012.br/artigos/item/93-lideran%C3%A7a-um-papel-essencial-no-cen %C3%A1rio-atual>. 2012. Acesso em: 17 abr.com/books/1757453-papel-da-lideran%C3%A7a-nas-organiza %C3%A7%C3%B5es/>. Acesso em 28 abr. Acesso em: 13 fev. Disponível em: <http://www. em: em: TAKEDA. . Desvendando o enigma do centauro.n]. 2006.prodfor.com. S.: s. Acesso em: 24 fev. Disponível em: < http://pt. Juliana.org.asp?id_dh=1022>. A importância do controle externo na administração pública. SEDER.cfm?id=578>. Liderança: um papel essencial no cenário atual.RINK.B. 2011. Disponível <http://desempenho. [S. Luís Moraes.

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