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Cypecad Metálicas 3D

Notas de Aula

Prof. Glauco José de Oliveira Rodrigues, D. Sc.

Rev.00 (06/07/2007)

ÍNDICE

1 Introdução

 

3

2 Ambiente de Trabalho do Metálicas 3D

3

2.1

Conhecendo o Metálicas 3D

3

2.2

Gerenciador

de Arquivos

3

2.3

Organização

dos Arquivos

4

2.4

Criando um Arquivo Novo

5

2.5

Conceito

de

Janelas

5

2.6

Estrutura de Ícones

5

2.7

Iniciando o Metálicas 3D

7

3 Definindo a Geometria da Estrutura no Metálicas 3D

8

3.1

Criando Vistas

8

3.2

Lançando

as barras

8

3.3

Definindo

Cotas

9

3.4

Geração de Nós e Barras

10

4 Importação da Geometria através de Arquivo de Cad

12

4.1

No

AutoCad

12

4.2

No Metálicas 3D

12

4.3

Mascara DXF (idem concreto)

14

5 Descrevendo Propriedades de Nós e Barras

15

5.1

Descrevendo

um nó

15

5.2

Descrevendo

as Barras

16

5.3

Biblioteca de Perfis

20

6 Descreve Material (tipo de aço utilizado)

22

7 Recursos Adicionais de Edição

23

7.1

Agrupa Barra

23

7.2

Flambagem de Colunas (barras comprimidas)

23

7.3

Flambagem

Lateral (FLT)

24

7.4

Flecha limite

24

7.5

Geração de Planos

24

7.6

Agrupamento de Planos

26

8 Carregamentos

 

27

8.1

Definição das Hipóteses de Carregamento

27

8.2

Escala de Visualização das Cargas

27

8.3

Hipótese de Carregamento Ativa

28

8.4

Carga Nova

28

8.5

Modificação no Valor da Carga

31

8.6

Eliminação de Cargas Lançadas

31

9 Cálculo (Processamento Estrutural)

32

10 Análise

Estrutural com o Metálicas 3D

32

10.1 Deslocamentos

 

32

10.2 Reações nos Apoios

33

10.3 Diagramas

 

34

10.4 Envoltórias

35

10.5 Esforços em um Ponto

35

10.6 Envoltórias em um ponto

35

10.7 Esforço Maximo

 

36

10.8 Comprova Barra

36

10.9 Redimensionar

36

11 Fundações

38

11.1 Sapatas

38

11.2 Lançamento das Sapatas

42

11.3 Cálculo de sapatas

 

42

11.4 Edição e Verificações a Realizar

44

11.5 Blocos

 

48

11.6 Lançamento dos Blocos

51

11.7 Placas de Base

 

62

12 Desenhos e Memória de Cálculo

66

12.1 Desenhos

 

66

12.2 Listagens

68

2

1

Introdução

Esse roteiro de treinamento foi desenvolvido para auxiliar os usuários na utilização do software, sendo que nele, serão abordados comandos, suas funções e aplicação. Para uma maior abrangência deve-se recorrer ao manual de referencia. Corresponde a um exemplo de projeto de um galpão, onde serão abordados praticamente todos os recursos do software.

2 Ambiente de Trabalho do Metálicas 3D

2.1 Conhecendo o Metálicas 3D

O metálicas 3D trabalha principalmente através de janelas que podem ser chamadas pelo

comando JANELA > selecione uma janela. Primeiramente vamos desenvolver com o comando barra um esboço do que vamos projetar e, posteriormente entramos com as cotas entre os nós que definem as barras. Ainda veremos o comando nós onde podemos gerar divisões de uma barra.

O Metálicas 3D possui uma ampla biblioteca de perfis ( Soldados , Laminados e Dobrados )

onde vamos aprender a editá-la e até mesmo criar novos perfis e bibliotecas. Também vamos apresentar as vinculações, como descrevê-las e interpretar o comportamento de todos os nós apresentáveis.

Vamos indicar parâmetros de Cálculo tias como: limite de flecha, flambagem e flambagem

lateral.

Finalmente a parte do calculo, interpretação dos resultados e também a geração de desenhos e memória de calculo.

2.2 Gerenciador de Arquivos

O Metálicas 3D trabalha com um gerenciador de arquivos , onde descrevemos cada um desses comandos abaixo:

com um gerenciador de arquivos , onde descrevemos cada um desses comandos abaixo: Na parte superior

Na parte superior desta tela temos:

3

Onde, Abrir. Abre um arquivo já existente. Novo. Dá início a um novo arquivo Copiar.

Onde, Abrir. Abre um arquivo já existente. Novo. Dá início a um novo arquivo Copiar. Gera um novo arquivo com todos os dados gerados num arquivo ja pronto Apagar. Elimina um arquivo já existente. Enviar. Compacta ou envia um arquivo por correio eletrônico ( será abordado mais adiante ) Cancelar. Encerra o comando

Na lateral temos:

adiante ) Cancelar. Encerra o comando Na lateral temos: Onde, Selecionamos o diretório onde se encontram

Onde, Selecionamos o diretório onde se encontram os arquivos gerados pelo Metálicas 3D.

Ainda temos,

os arquivos gerados pelo Metálicas 3D . Ainda temos, Obra. Nome do Arquivo da Obra Descrição

Obra. Nome do Arquivo da Obra Descrição. Titulo ou observação que será utilizado ao gerar os relatórios Data. Data da criação do Arquivo

2.3 Organização dos Arquivos

Por padrão os arquivos gerados pelo Metálicas 3D são guardados numa pasta chamada datos. Ela se encontra em :

C:/Usr/Cype/win/em3D/datos

O arquivo referente ao projeto possui a extensão *.em3. Copiando apenas esse arquivo para um outro diretório,para um CD-ROOM ou ainda para um Disquete estará realizando um backup de suas obras.

4

2.4

Criando um Arquivo Novo

Para criar um arquivo NOVO devemos entrar em SELEC. OBRA ou ao acessar o software abre-se a tela inicial onde selecionamos o icone:

o software abre-se a tela inicial onde selecionamos o icone: Ao clicar em novo temos: Onde

Ao clicar em novo temos:

inicial onde selecionamos o icone: Ao clicar em novo temos: Onde indicamos o nome do arquivo

Onde indicamos o nome do arquivo e também sua descrição. Examinar. Altera o diretório onde será armazenado o arquivo.

Ao clicar em Aceitar o arquivo será criado. Cancelar. Aborta a operação.

2.5 Conceito de Janelas

Ao iniciar uma obra nova, temos a janela principal do programa aberta. Temos o menu superior:

janela principal do programa aberta. Temos o menu superior: O menu lateral: Onde ao clicar com

O menu lateral:

Onde ao clicar com o botão direito do mouse sobre esta barra, automaticamente aparece os outros comandos.

2.6 Estrutura de Ícones

5

Zoom. Com este comando é possível acessar com bastante agilidade parte da tela ou todo

Zoom. Com este comando é possível acessar com bastante agilidade parte da tela ou todo o desenho. Da esquerda para a direita temos:

Janela Anterior: Onde voltamos a ultima tela acessada. Janela Completa. Mostra todo o projeto numa única janela. Janela dupla. Mostra o projeto numa escala reduzida Redesenhar. Regenera (atualiza) os dados introduzidos. Zoom por janela. Seleciona uma parte da tela e visualiza numa escala maior.

Seleciona uma parte da tela e visualiza numa escala maior. DXF. Com estas ferramentas é possível

DXF. Com estas ferramentas é possível a importação de um desenho dxf para ser usado como mascara de tela. Nesse caso as barras deverão ser lançadas capturando os ponto de precisão. Dxf. Seleciona o arquivo dxf a importar, conta com recursos como atualiza dxf ou desloca dxf, alem de poder controlar os layers Capturas. estipula os pontos de precisão. Esse recurso não é muito utilizado já que também possuímos a importação 3D, onde as barras já são importadas lançadas.

Configuração. Com essa ferramenta é possível acessar:3D, onde as barras já são importadas lançadas. Onde: Internacional. Configura os dados como norma utilizada

Configuração. Com essa ferramenta é possível acessar: Onde: Internacional. Configura os dados como norma utilizada

Onde:

Internacional. Configura os dados como norma utilizada e sistema de unidades:

os dados como norma utilizada e sistema de unidades: Listagens. Configura os dados de impressão Envio

Listagens. Configura os dados de impressão Envio de Obras. Configura os endereços para envio Desenhos. Configura os dados como tamanho de folha e periféricos (* Será abordado

mais adiante)

de folha e periféricos (* Será abordado mais adiante) Det. Típico. permite inserir um desenho de

Det. Típico. permite inserir um desenho de CAD já pronto na prancha.

. Listagem. Habilita a tela de geração de listagens. (* Será abordado mais adiante)

de geração de listagens. (* Será abordado mais adiante) Ferramentas de desenho. pouco utilizado. Utilizada para

Ferramentas de desenho. pouco utilizado.

Utilizada para a inserção do modelo através de coordenada,

desenho. pouco utilizado. Utilizada para a inserção do modelo através de coordenada, Informações sobre o programa.

Informações sobre o programa.

6

2.7

Iniciando o Metálicas 3D

Ao iniciar a aplicação temos a tela abaixo, que apresenta o ambiente de trabalho tridimensional (definido pelos três eixos ortonormais cartesianos (x,y,z). Conforme será visto adiante, muitas vezes a complexidade da forma geométrica da estrutura a ser modelada, não permite que se trabalhe diretamente na janela tridimensional.

da forma geométrica da estrutura a ser modelada, não permite que se trabalhe diretamente na janela

7

3

Definindo a Geometria da Estrutura no Metálicas 3D

3.1 Criando Vistas

Quando iniciamos uma obra, a janela que se encontra ativa é a 3D, a melhor maneira para se lançar é em 2D, seja de um plano ortogonal ou de um plano da obra. Sempre ao iniciar um projeto vamos criar uma vista ortogonal de um plano conhecido. IMPORTANTE : Plano Ortogonal se refere a um plano onde temos dois dos eixos principais X,Y ou Z, que formam um angulo de 90 graus entre si. Para gerar o plano inicial vamos selecionar: VISTA > NOVA

Segue a tela abaixo:

vamos selecionar: VISTA > NOVA Segue a tela abaixo: Onde: Vista 2D. de um plano ortogonal:
vamos selecionar: VISTA > NOVA Segue a tela abaixo: Onde: Vista 2D. de um plano ortogonal:

Onde:

Vista 2D. de um plano ortogonal: cria uma vista com dois eixos principais; Vista 2D. de um plano. Seleciona-se três pontos para definir o plano; Vista 3D. Gera uma nova vista em 3D.

Vamos selecionar 2D de um plano e vamos clicar nos eixos X,Z para criar a vista frontal de nosso projeto.

Indicamos o nome frente.

3.2 Lançando as barras

projeto. Indicamos o nome frente. 3.2 Lançando as barras Na janela em 2D ( frente )

Na janela em 2D ( frente ) vamos dar inicio ao lançamento das barras. Clicando em BARRA > NOVA, vamos começar a criar nosso esquema. Com o botão esquerdo do mouse vamos lançar as barras como na figura abaixo:

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IMPORTANTE : Nesse lançamento inicial não se preocupe muito com as cotas, elas virão ao

IMPORTANTE : Nesse lançamento inicial não se preocupe muito com as cotas, elas virão ao longo do lançamento, nesse primeiro momento apenas lance o esboço da vista.

3.3 Definindo Cotas

Após o lançamento das barras devemos cotar a estrutura, vamos começar pelo vão, indicaremos o comando PLANO > COTAS, temos:

pelo vão, indicaremos o comando PLANO > COTAS, temos: Indicamos a cota de 5 metros, para

Indicamos a cota de 5 metros, para o vão entre o centro até a coluna, o pé direito será de 4 metros , com a cobertura medindo 2 metros , sendo uma divisão de 0,50 e 1,50 metros como indicado na figura abaixo.

4 metros , com a cobertura medindo 2 metros , sendo uma divisão de 0,50 e

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IMPORTANTE : Sempre é bom lembrar que devem ser cotados todas as linhas que possuam nó, numa estrutura mais complexa o melhor é ir desenhando por partes e conferindo se não ficou nenhum eixo sem as cotas, já que se deixar para o fim pode dar problemas.

3.4 Geração de Nós e Barras

Depois de lançadas barras, vamos dividi-las em segmentos para a geração da treliça. Para isso devemos no menu PLANO > GERAÇÃO

da treliça. Para isso devemos no menu PLANO > GERAÇÃO Selecione o item Gera nós e

Selecione o item Gera nós e Barras, as outras opções veremos mais adiante. Clique sobre os dois nós do banzo inferior como indicado na figura abaixo:

dois nós do banzo inferior como indicado na figura abaixo: Indicara a barra 1, ao clicar

Indicara a barra 1, ao clicar com o botão direito aparece a mensagem :

barra 1, ao clicar com o botão direito aparece a mensagem : onde, Num de divisões

onde, Num de divisões do segmento 1. Indica em quantas partes deseja dividir a barra. Criar peça entre barras alinhadas. O software encara mesmo em segmentos, a barra como continua.

Vamos guardar o comando processando para o banzo superior:

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No final temos o resultado: IMPORTANTE: Ao dividir uma barra que tem suas extremidades cotadas,

No final temos o resultado:

No final temos o resultado: IMPORTANTE: Ao dividir uma barra que tem suas extremidades cotadas, não

IMPORTANTE: Ao dividir uma barra que tem suas extremidades cotadas, não será necessario cotar os nós criados pela geração de nós e barras. Mas se criar um nó isoladamente, deverá cotá-lo. Agora vamos desenhar as barras da treliça, recapitulando para lançar uma barra:

BARRA > NOVA, clicar nos nós e fazer o lançamento como na figura

treliça, recapitulando para lançar uma barra: BARRA > NOVA, clicar nos nós e fazer o lançamento

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4

Importação da Geometria através de Arquivo de Cad

4.1 No AutoCad

Para o dxf ser importado corretamente deve seguir alguns parâmetros.

1- Cada linha no CAD corresponde a uma barra no Metálicas 3D 2- O desenho deve estar em escala compativel, ja que o Metálicas assume as coordenadas desse desenho, ou seja, não é necessario cotar novamente 3- O desenho deve estar proximo a coordenada 0,0 4- Deve usar o comando ROTATE 3D, para deixar o desenho como na figura abaixo ( em 3 D ) 5- Para gerar o dxf deve executar o comando:

No cad R14 :

No cad 2000 (em diante): FILE > SAVE AS

FILE > EXPORT

cad 2000 (em diante): FILE > SAVE AS FILE > EXPORT 4.2 No Metálicas 3D Para

4.2 No Metálicas 3D

Para importar o dxf, no Metálicas 3D devemos clicar em : ARQUIVO > IMPORTAR

no Metálicas 3D devemos clicar em : ARQUIVO > IMPORTAR Selecione Importar dxf Selecione o arquivo

Selecione Importar dxf Selecione o arquivo salvo em disco.

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Abre a tela abaixo: Selecione os layers ou entidades a importar: Temos o resultado no

Abre a tela abaixo:

Abre a tela abaixo: Selecione os layers ou entidades a importar: Temos o resultado no Metálicas

Selecione os layers ou entidades a importar:

Abre a tela abaixo: Selecione os layers ou entidades a importar: Temos o resultado no Metálicas

Temos o resultado no Metálicas 3D:

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IMPORTANTE : Não é possível a importação por partes. 4.3 Mascara DXF (idem concreto) Clicanco

IMPORTANTE : Não é possível a importação por partes.

4.3 Mascara DXF (idem concreto)

Clicanco sobre o icone:

4.3 Mascara DXF (idem concreto) Clicanco sobre o icone: Temos como selecionar o arquivo a ser

Temos como selecionar o arquivo a ser usado como mascara, nesse caso as barras devem ser lançadas uma a uma, mas com o auxilio das ferramentas de precisão:

usado como mascara, nesse caso as barras devem ser lançadas uma a uma, mas com o

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5

Descrevendo Propriedades de Nós e Barras

5.1 Descrevendo um nó

Para descrever um nó, devemos primeiramente ativar o comando Nó > DESCREVE Selecionamos os nós dos apoios, que serão nossos vínculos, nesse caso devemos escolher um nó que esteja com os deslocamentos e as rotações fixas, no modelo acima corresponde ao nó 4 com as restrições já citadas.

acima corresponde ao nó 4 com as restrições já citadas. O modelo fica representado como na

O modelo fica representado como na figura abaixo:

citadas. O modelo fica representado como na figura abaixo: Na treliça sendo os nós todos articulados,

Na treliça sendo os nós todos articulados, selecionamos o item 3 e 6 da tabela. Os nós articulados possuem a simbologia de um círculo como podemos ver na representação

abaixo:

de um círculo como podemos ver na representação abaixo: Uma segunda maneira de descrever o nó

Uma segunda maneira de descrever o nó é pelo símbolo da interrogação, vamos descrever o nó do encontro do banzo inferior com a coluna, para isso vamos clicar em DESCREVE NÓ, selecione o nó indicado e clique no símbolo de interrogação:

Teremos a tela abaixo:

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Nesse caso temos as barras A e B , como indicado no desenho. No item

Nesse caso temos as barras A e B , como indicado no desenho. No item barra da tela que aparece podemos indicar o comportamento da barra A e da barra B, no caso indicado acima estão sendo analisadas como duas barras distintas (o que deve ser), caso colocamos o "X" na mesma linha podemos indicar uma ligação rígida, ou seja, serão encaradas como a mesma barra, ainda pode ser indicado um coeficiente de engaste parcial, além de controlar as restrições como deslocamentos e rotações.

5.2 Descrevendo as Barras

Vamos iniciar a descrição das barras, nesse caso o comando é:

BARRA > DESCR > PERFIL Selecionamos inicialmente as barras das Colunas e clicamos com o botão direito do mouse,

as barras das Colunas e clicamos com o botão direito do mouse, Selecionamos o item metálico,

Selecionamos o item metálico, aparece a tela abaixo:

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Selecionamos o item na frente da palavra perfil. Segue a tela: Nessa tela selecionamos o

Selecionamos o item na frente da palavra perfil. Segue a tela:

o item na frente da palavra perfil. Segue a tela: Nessa tela selecionamos o tipo de

Nessa tela selecionamos o tipo de material (soldado, laminado ou dobrado), e a série do perfil como na figura abaixo:

ou dobrado), e a série do perfil como na figura abaixo: Para as colunas selecionamos: Material

Para as colunas selecionamos:

Material : Soldado Perfil : CS ( coluna soldada )

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Não daremos importância à dimensão, já que o software irá redimensionar automaticamente. Portanto é conveniente

Não daremos importância à dimensão, já que o software irá redimensionar automaticamente. Portanto é conveniente iniciar sempre pelo primeiro perfil da série (mais leve), salvo outras condições de projeto.

Ao clicar em aceitar temos a disposição do perfil, onde selecionamos o item simples

a disposição do perfil, onde selecionamos o item simples Também devemos nos preocupar com o angulo

Também devemos nos preocupar com o angulo do perfil.

Também devemos nos preocupar com o angulo do perfil. Para as barras da treliça, usaremos cantoneira

Para as barras da treliça, usaremos cantoneira dupla, então selecionamos todas as cantoneiras:

usaremos cantoneira dupla, então selecionamos todas as cantoneiras: Indicamos o material e também a série de

Indicamos o material e também a série de Perfil:

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E agora neste caso, indicamos a disposição dupla. No caso da treliça o banzo superior,

E agora neste caso, indicamos a disposição dupla.

E agora neste caso, indicamos a disposição dupla. No caso da treliça o banzo superior, o

No caso da treliça o banzo superior, o inferior, os montantes e as diagonais terão angulos diferentes, então como já vimos a alteração do angulo:

terão angulos diferentes, então como já vimos a alteração do angulo: Vamos indicar como na figura

Vamos indicar como na figura abaixo:

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5.3 Biblioteca de Perfis

5.3 Biblioteca de Perfis Na tela de descrição de perfis devemos selecionar o item Perfis da

Na tela de descrição de perfis devemos selecionar o item Perfis da Obra.

de perfis devemos selecionar o item Perfis da Obra . Na tela que segue selecionamos o

Na tela que segue selecionamos o sinal de "+" ( soma ) ao lado da palavra Materiais. Abre a tela a seguir:

( soma ) ao lado da palavra Materiais. Abre a tela a seguir: Selecione o item

Selecione o item que deseja acrescentar, como o material e o perfil:

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Clique agora no sinal de mais (agora em azul), aparece a tela de alteração: Agora

Clique agora no sinal de mais (agora em azul), aparece a tela de alteração:

de mais (agora em azul), aparece a tela de alteração: Agora edite o nome e as

Agora edite o nome e as dimensões. Abaixo indicamos a biblioteca de perfis do software:

aparece a tela de alteração: Agora edite o nome e as dimensões. Abaixo indicamos a biblioteca

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6 Descreve Material (tipo de aço utilizado) Para descrever o material a ser utilizado, vamos
6 Descreve Material (tipo de aço utilizado) Para descrever o material a ser utilizado, vamos

6 Descreve Material (tipo de aço utilizado)

Para descrever o material a ser utilizado, vamos entrar em BARRA > DESC. MATERIAL Selecione todas as barras do projeto. Clique Botão direito:

Selecione todas as barras do projeto. Clique Botão direito: Selecione o material que será utilizado, no

Selecione o material que será utilizado, no nosso caso A-36

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7

Recursos Adicionais de Edição

7.1 Agrupa Barra

Este comando possibilita agrupar barras, ou seja , igualar o dimensionamento, vamos selecionar

as barras da treliça, como na figura e agrupá-las.

as barras da treliça, como na figura e agrupá-las. 7.2 Flambagem de Colunas (barras comprimidas) Analise

7.2 Flambagem de Colunas (barras comprimidas)

Analise de Flambagem realizada pelo Metálicas 3D

Para determinar o comprimento de flambagem, é preciso determinar o coeficiente , para obter

Lk = k x L, onde:

Lk comprimento de flambagem;

L

comprimento da barra entre os nós;

O

comprimento de flambagem expressa a distancia entre dois pontos de inflexão consecutivos

da barra, quando se deforma ao flambar.

Por tanto pode ser maior ou menor que o comprimento ou a distancia entre nós, dependendo

das condições das vinculações nas extremidades da barra.

O programa atribui um coeficiente k igual a unidade defaut, no caso igual a 1, mas é possível

modificá-lo. Deste modo, ao calcular, se não foi atribuído nenhum coeficiente, o programa avisa para que seja feita a modificação destes coeficientes em função do tipo de estrutura definida e sua geometria. Estes coeficientes devem ser definidos em relação aos eixos locais de cada barra nos possíveis planos de flambagem e dos planos ortogonais: xz, xy. Tem três maneiras de fazer :

Atribuição manual; Cálculo aproximado; Cálculo como barra isolada;

A

atribuição manual permite introduzir o valor do coeficiente k, que se ache conveniente.

O

calculo aproximado está baseado em formulas cuja validade esta limitada a estruturas

sensivelmente ortogonais, diferenciando em seu comportamento pelo seu deslocamento.

São aceitas as seguinte hipóteses:

Os apoios flambam simultaneamente. É desprezado o encurtamento elástico dos apoios. As vigas se comportam elasticamente e se unem de forma rígidas aos apoios. Não se modifica a rigidez das vigas por esforços normais.

23

7.3

Flambagem Lateral (FLT)

Para indicar parâmetros de flambagem lateral , selecionamos o perfil, temos a tela abaixo:

lateral , selecionamos o perfil, temos a tela abaixo: Nesta tela podemos indicar se vamos analisar

Nesta tela podemos indicar se vamos analisar a aba inferior ou superior do perfil. No no caso de verificação das duas abas, deve fazer o procedimento duas vezes. Ao clicar aparece a tela abaixo:

o procedimento duas vezes. Ao clicar aparece a tela abaixo: IMPORTANTE : Coeficiente de momento corresponde

IMPORTANTE : Coeficiente de momento corresponde ao Cb da norma NBR8800.

7.4 Flecha limite

Para indicar a flecha máxima, deve selecionar o comando BARRA > FLECHA LIMITE Selecione as barras, aparece a tela:

> FLECHA LIMITE Selecione as barras, aparece a tela: 7.5 Geração de Planos Para gerar os

7.5 Geração de Planos

Selecione as barras, aparece a tela: 7.5 Geração de Planos Para gerar os planos, devemos primeiro

Para gerar os planos, devemos primeiro entrar em PLANO > GERAÇÃO.

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Aparece a tela abaixo onde indicamos o item Gera Planos.

Aparece a tela abaixo onde indicamos o item Gera Planos. Indique os pontos que definem o

Indique os pontos que definem o plano a ser gerado, como abaixo:

os pontos que definem o plano a ser gerado, como abaixo: Aparece uma janela para indicar

Aparece uma janela para indicar o numero de planos e também a distancia entre eles, caso habilitar o item agrupar, ao dimensionar, todos os planos serão igualados.

entre eles, caso habilitar o item agrupar, ao dimensionar, todos os planos serão igualados. Temos como

Temos como resultado:

25

7.6 Agrupamento de Planos Para agrupar ou desagrupar um plano usamos o comando PLANO >

7.6 Agrupamento de Planos

Para agrupar ou desagrupar um plano usamos o comando PLANO > AGRUPA. Para agrupar clicar em dois ou mais planos e para desagrupar clique em apenas 1 plano.

o comando PLANO > AGRUPA. Para agrupar clicar em dois ou mais planos e para desagrupar

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8

Carregamentos

8.1 Definição das Hipóteses de Carregamento

Para o lançamento das cargas, o primeiro passo é definir as hipóteses de carregamento, no nosso projeto teremos o peso próprio, uma sobrecarga de montagem nos nós e uma carga pontual no centro da treliça, alem de uma situação de vento. Para o lançamento das hipóteses vamos clicar em CARGA > N. HIPOTESES. Vamos selecionar como nas telas abaixo:

> N. HIPOTESES. Vamos selecionar como nas telas abaixo: Fração da gravidade: 1 vez a gravidade

Fração da gravidade: 1 vez a gravidade ( 9.81 m/s2 )

como nas telas abaixo: Fração da gravidade: 1 vez a gravidade ( 9.81 m/s2 ) 8.2
como nas telas abaixo: Fração da gravidade: 1 vez a gravidade ( 9.81 m/s2 ) 8.2

8.2 Escala de Visualização das Cargas

27

O comando escala define o tamanho para visualização das cargas.

escala define o tamanho para visualização das cargas. 8.3 Hipótese de Carregamento Ativa Vista. Visualiza a

8.3 Hipótese de Carregamento Ativa

Vista.

Visualiza

a

hipótese.

Também

deve

ser

selecionada

antes

de

lançar

qualquer

carregamento.

antes de lançar qualquer carregamento. 8.4 Carga Nova Vamos agora ao lançamento das cargas. O peso

8.4 Carga Nova

Vamos agora ao lançamento das cargas. O peso próprio já foi lançado quando habilitamos o item gerar peso próprio. Para a sobrecarga de montagem, vamos entrar em vista, selecione o item montagem e vamos selecionar todos os nós do banzo superior e clicar com o botão direito. Aparece a tela:

os nós do banzo superior e clicar com o botão direito. Aparece a tela: Vamos lançar

Vamos lançar a carga como indicado acima:

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Para a carga pontual selecione a vista, o item roldana. Clique no nó central do

Para a carga pontual selecione a vista, o item roldana. Clique no nó central do banzo inferior e selecione:

Clique no nó central do banzo inferior e selecione: Para o vento repetir o procedimento de

Para o vento repetir o procedimento de vista, selecionar vento sucção e selecionar os nós do banzo superior.

de vista, selecionar vento sucção e selecionar os nós do banzo superior. Temos: Repetir para o

Temos:

de vista, selecionar vento sucção e selecionar os nós do banzo superior. Temos: Repetir para o

Repetir para o outro lado:

29

Temos: 30

Temos:

Temos: 30

30

8.5

Modificação no Valor da Carga

Modifica. Esse recurso é utilizado para alterar uma carga já lançada.

recurso é utilizado para alterar uma carga já lançada. 8.6 Eliminação de Cargas Lançadas Apaga uma

8.6 Eliminação de Cargas Lançadas

Apaga uma carga já lançada.

é utilizado para alterar uma carga já lançada. 8.6 Eliminação de Cargas Lançadas Apaga uma carga

31

9

Cálculo (Processamento Estrutural)

Com este comando é realizado o calculo da obra, caso exista algum erro, seja de geometria, quanto qualquer outro erro, nessa etapa do projeto seremos avisados do erro e sua coordenada.

etapa do projeto seremos avisados do erro e sua coordenada. Sempre antes de calcular informamos de

Sempre antes de calcular informamos de queremos salvar a obra.

antes de calcular informamos de queremos salvar a obra. 10 Análise Estrutural com o Metálicas 3D

10 Análise Estrutural com o Metálicas 3D

10.1 Deslocamentos

Informa o deslocamento em cada nó da barra.

Deslocamentos Informa o deslocamento em cada nó da barra. Nesta tela podemos escolher entre Combinação selecionada

Nesta tela podemos escolher entre Combinação selecionada e Envoltória. Combinação Selecionada. Nela podemos escolher qual combinação queremos os resultados

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Envoltória. Informa os valores extremos. Nesta tela teremos, os valores de: DX. Deslocamento em X

Envoltória. Informa os valores extremos.

Envoltória. Informa os valores extremos. Nesta tela teremos, os valores de: DX. Deslocamento em X DY.

Nesta tela teremos, os valores de:

DX.

Deslocamento em X

DY.

Deslocamento em Y

DZ.

Deslocamento em Z

GX.

Rotação em torno de X

GY.

Rotação em torno de Y

GZ.

Rotação em torno de Z

10.2 Reações nos Apoios

GZ. Rotação em torno de Z 10.2 Reações nos Apoios Nesta tela podemos selecionar 3 opções

Nesta tela podemos selecionar 3 opções Combinação selecionada. idem a deslocamentos Envoltória Equilíbrio: Esforços estão majorados

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Envoltória Tensão: Esforços não estão majorados.

Envoltória Tensão: Esforços não estão majorados. RX. Reação em X RY. Reação em Y RZ. Reação

RX. Reação em X RY. Reação em Y RZ. Reação em Z

MX.

Momento em torno de X

MY.

Momento em torno de Y

MZ.

Momento em torno de Z

IMPORTANTE: As envoltórias dependem das combinações, por isso antes de verificar se esta ou não majorado, verifique os grupos de combinação.

10.3 Diagramas

Ao clicar em Diagramas, aparece a tela:

10.3 Diagramas Ao clicar em Diagramas, aparece a tela: Na tela que aparece selecione a combinação

Na tela que aparece selecione a combinação e qual diagrama deseja desenhar.

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10.4 Envoltórias Análogo ao Diagramas, mas neste caso mostra os valores extremos. 10.5 Esforços em

10.4 Envoltórias

Análogo ao Diagramas, mas neste caso mostra os valores extremos.

ao Diagramas, mas neste caso mostra os valores extremos. 10.5 Esforços em um Ponto Mostra o

10.5 Esforços em um Ponto

Mostra o valor do esforço ao longo da barra no ponto clicado.

o valor do esforço ao longo da barra no ponto clicado. 10.6 Envoltórias em um ponto

10.6 Envoltórias em um ponto

Análogo ao “Esforços”, por mostra os valores extremos.

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10.7 Esforço Maximo Mostra o ponto de maior esforço solicitante. 10.8 Comprova Barra Comando mais

10.7 Esforço Maximo

Mostra o ponto de maior esforço solicitante.

10.8 Comprova Barra

o ponto de maior esforço solicitante. 10.8 Comprova Barra Comando mais importante do Metálicas 3D. Ao

Comando mais importante do Metálicas 3D. Ao se calcular uma estrutura, inicialmente foram definidos os perfis mais leves da série utilizada. Esta escolha foi um pré-dimensionamento. Este comando irá verificar os perfis que passaram no pré-dimensionamento, ou que devem ser substituídos por não serem capazes de suportar o esforço atuante. Ao clicar em Comprova Barra, todas as barras que possuem problema de dimensionamento ficarão em vermelho. Ao clicar sobre esta barra, tem o motivo e também o perfil que passaria

esta barra, tem o motivo e também o perfil que passaria 10.9 Redimensionar Segundo comando mais

10.9 Redimensionar

Segundo comando mais importante do metálicas 3D. Ao se alterar um perfil que, quando do pré-dimensionamento não atendeu às verificações de segurança, deve-se substituí-lo por um que atenda. Esta substituição pode ser individual, ou automática, para todas as barras da estrutura que não atendam as verificações de segurança. A verificação automática pode ser processada de duas maneiras, conforme descrito a seguir:

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Ao clicar em Redimensionar temos a tela:

Ao clicar em Redimensionar temos a tela: Onde, Rápido . O software passa por todas as

Onde, Rápido. O software passa por todas as barras e as que não passam são substituidas pela primeira que passa, ao final do processo a estrutura é recalculada. Ótimo. O software troca uma barra e recalcula, troca e recalcula ,de modo a atualizar os esforços e envoltórias considerando uma possível alteração devido à alteração no peso próprio do perfil, ocasionada pela substituição do mesmo. Nem sempre esta alteração nos esforços é significativa, portanto, muitas vezes não compensa o tempo que se espera pelo reprocessamento. O processo é mais exato, porém mais demorado que o anterior.

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11 Fundações

Vamos agora lançar a fundação em nosso projeto, para esta etapa vamos dividir em dois módulos. No primeiro a fundação será lançada com sapatas enquanto o segundo com Blocos sobre estacas.

11.1 Sapatas

O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Fundação >> Dados da obra

Segue a tela:

clicar em Fundação >> Dados da obra Segue a tela: Selecione a opção Dados de obra

Selecione a opção Dados de obra para sapatas.

a tela: Selecione a opção Dados de obra para sapatas. Nessa tela, teremos o concreto utilizado

Nessa tela, teremos o concreto utilizado na sapata, o aço das barras e também as características geométricas. Então temos:

Cobrimento geométrico superior: Distancia entre o eixo da armadura superior a face do concreto Cobrimento geométrico inferior: Distancia entre o eixo da armadura inferior a face do concreto Cobrimento geométrico lateral: Distancia entre o eixo da armadura lateral a face do concreto Tamanho máximo do agregado: Tamanho do agregado, será utilizado para o espaçamento da armadura. Concreto magro: Lastro na base da sapata. Tensão admissível do terreno: é a tensão do solo, onde será utilizada para a dimensão em planta da sapata, muito cuidado com as unidades de entrada deste dado, geralmente é necessário fazer conversões, o que pode gerar alguma confusão. Considerar combinações com vento ou sismo: Possibilidade disponível caso seja considerado o vento na estrutura.

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Opções:

Opções: Opções Gerais: Incremento da largura : É o incremento que é dado à largura para

Opções Gerais:

Opções: Opções Gerais: Incremento da largura : É o incremento que é dado à largura para

Incremento da largura: É o incremento que é dado à largura para cada direção, nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata. Incremento de altura: É o incremento que é dado à altura nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata. Altura mínima: É o valor mínimo da altura para todas as sapatas da obra., o minimo deve ser

30 cm.

Modificar os mínimos geométricos: Selecionando-se esta opção serão modificados os valores recomendados pela norma para os mínimos geométricos. Os valores introduzidos são empregados unicamente no dimensionamento da sapata, e não na verificação. Colocar malha superior, em sapatas isoladas: No caso em que aparecem descolamentos na sapata, pode ocorrer que para o momento negativo produzido pelo peso próprio da sapata seja necessária a colocação de uma armadura superior. Se esta opção está ativada, será colocada armadura superior no caso em que esta seja necessária por cálculo. Igualar as malhas para cada direção: No caso desta opção estar ativada, para todas as barras numa mesma direção se igualam as duas dobras tomando-se o maior dos valores obtidos no cálculo. Perdas : Porcentagem de perda adotada para os quadros de ferros. Tipo de sapata padrão: Quando gerar sapata automático, será utilizada esta opção, pode ser piramidal ou quadrada, depois de inserida pode ser alterada.

Sapata Quadrada

será utilizada esta opção, pode ser piramidal ou quadrada, depois de inserida pode ser alterada. Sapata

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Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Igualar armadura nas duas direções: Iguala as armaduras nas duas direções para cada malha

Sapata retangular centrada

duas direções para cada malha Sapata retangular centrada Balanço mínimo: É o valor mínimo do balanço

Balanço mínimo: É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados: É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor.

Sapata retangular excêntrica

da sapata e a largura menor. Sapata retangular excêntrica Balanço mínimo: É o valor mínimo do

Balanço mínimo: É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados: É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor.

Incremento tensões terreno

da sapata e a largura menor. Incremento tensões terreno Opções critério alturas sapatas e vigas Alturas

Opções critério alturas sapatas e vigas

tensões terreno Opções critério alturas sapatas e vigas Alturas de sapatas resultante do Cálculo : Selecionando-se

Alturas de sapatas resultante do Cálculo: Selecionando-se esta opção a altura das sapatas será o resultado obtido do cálculo das mesmas sem considerar a Altura das vigas alavancas e de travamento que nelas chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga sem exceção: Selecionando-se esta opção, a altura de cada sapata será no mínimo, igual à maior altura de todas as vigas alavancas e de travamento que nela chegam.

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Alturas sapatas >= Altura Viga para sapatas nas quais atua : Selecionando-se esta opção a altura de cada sapata será no mínimo a maior altura de todas as vigas alavancas que nela chegam.

Armadura perimetral

Em sapatas rígidas (balanço<= 2 x altura), quando as cargas são apreciáveis, é recomendável colocar uma armadura perimetral de reforço, especificada a seguir. O critério (que deve ser avaliado pelo projetista) é: quando o axial de cálculo (Ndmax) supera o valor do axial limite. Tabelas de Armadura de sapatas

o valor do axial limite. Tabelas de Armadura de sapatas Nesta tela podemos visualizar ou editar

Nesta tela podemos visualizar ou editar a tabela de armadura para sapatas. Para editar vamos clicar em especial, alterar o nome desta tabela e clicar em selecão de diâmetros:

o nome desta tabela e clicar em selecão de diâmetros: Selecione os diâmetros que deseja utilizar.

Selecione os diâmetros que deseja utilizar. Posteriormente clicar em Edição de tabela:

utilizar. Posteriormente clicar em Edição de tabela: Clicando no sinal de mais , podemos adicionar novos

Clicando no sinal de mais

clicar em Edição de tabela: Clicando no sinal de mais , podemos adicionar novos arranjos de

, podemos adicionar novos arranjos de armadura, vamos treinar,

habilitando o diâmetro de 10 mm e criando algumas seções.

N. barras: indica quantas barras pertencem ao arranjo

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Diâmetro: Diâmetro da barra, somente o que esta disponível em diâmetros permitidos. Seção: nº de barras vezes a área nominal da barra. Largura min: se no calculo for necessário uma determinada seção de aço, o software busca essa seção na tabela e depois compara a largura calculada com a largura min da tabela, a fim de verificar o espaçamento. Largura máx: idem ao anterior Espaçamento: idem ao anterior.

11.2 Lançamento das Sapatas

Para o lançamento das sapatas, vamos clicar em: FUNDAÇÃO > GERAR SAPATAS

das sapatas, vamos clicar em: FUNDAÇÃO > GERAR SAPATAS 11.3 Cálculo de sapatas Lançada toda a

11.3 Cálculo de sapatas

Lançada toda a fundação podemos agora dimensioná-la. FUNDAÇÃO > DIMENSIONAR Temos três opções nesta tela:

Dimensionamento completo; Dimensionamento com dimensões mínimas (recomendável); Dimensionamento iterativo (onde é feita uma verificação com os dados fornecidos pelo usuário).

uma verificação com os dados fornecidos pelo usuário). Selecionando-se a opção "Dimensionamento rápido"

Selecionando-se a opção "Dimensionamento rápido" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento iterativo" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. É dimensionado a fundação ficando em vermelho as sapatas que apresentarem qualquer problema.

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Após o dimensionamento temos: 43

Após o dimensionamento temos:

Após o dimensionamento temos: 43

43

11.4 Edição e Verificações a Realizar

Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição:

Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Nova Sapata : lança uma nova sapata. Editar

Nova Sapata: lança uma nova sapata. Editar: altera os dados já inseridos. Apagar: elimina a sapata lançada. Girar: Rotaciona a sapata, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir: Transforma duas sapatas em uma única. Igualar: Copia as propriedades de uma sapata para outras. Informação: fornece os dados inseridos para a sapata selecionada.

Vamos clicar em editar. Temos a tela a seguir:

Onde podemos consultar a geometria:

A vista em planta da sapata selecionada.

clicar em editar. Temos a tela a seguir: Onde podemos consultar a geometria: A vista em

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Também o detalhamento da armadura dessa sapata:

Também o detalhamento da armadura dessa sapata: Temos ainda uma serie de ferramentas que permite alterar

Temos ainda uma serie de ferramentas que permite alterar as propriedades de uma sapata já existente, são elas:

as propriedades de uma sapata já existente, são elas: Clicando nesse ícone, temos: Onde podemos alterar

Clicando nesse ícone, temos:

já existente, são elas: Clicando nesse ícone, temos: Onde podemos alterar o concreto, aço e também

Onde podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata:

e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar

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Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos:

Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Onde para alterar a armadura fornecida, clicamos

Onde para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar:

Onde para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o

Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Geralmente depois de alterar a armadura temos que rearmar a sapata, como veremos a seguir. Estabelece critérios de crescimento da sapata, este item pode interferir e muito na geometria da sapata, já que se é selecionado para fazer a sapata quadrada, se um dos lados estiver com uma grande dimensão o outro irá acompanhar, sempre o software igualando os lados pelo maior calculado.

sempre o software igualando os lados pelo maior calculado. A verificação é uma ferramenta que deve

A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados.

ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e

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Se por algum caso, a sapata não passar, a mensagem acima ficará:

Alguma verificação não foi cumprida, deseja ver lista de verificações ? Como na janela abaixo:

deseja ver lista de verificações ? Como na janela abaixo: Ao clicar sim temos: Lembrando que

Ao clicar sim temos:

verificações ? Como na janela abaixo: Ao clicar sim temos: Lembrando que a altura da sapata

Lembrando que a altura da sapata se dá em função do comprimento de ancoragem, dependendo da bitola do pilar calculado, fck e também do fyd utilizado para o cálculo. Então caso desejar diminuir a altura das sapatas, deve-se primeiro revisar os comprimentos de ancoragem e também as bitolas das armaduras do pilar em questão.

Nesta opção temos:

das armaduras do pilar em questão. Nesta opção temos: Onde: Selecionando-se a opção "Completo" efetua-se

Onde:

Selecionando-se a opção "Completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento mínimas" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. Em Rearmar, a sapata é calculada com as dimensões fornecidas pelo usuário.

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Esta última opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata.

11.5 Blocos

O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Fundação >> Dados da obra > dados da obra para Blocos

Segue a tela:

Dados da obra > dados da obra para Blocos Segue a tela: Selecione a opção Dados

Selecione a opção Dados de obra para blocos.

Segue a tela: Selecione a opção Dados de obra para blocos. Nessa tela teremos o concreto

Nessa tela teremos o concreto utilizado na sapata, o aço das barras e também as características geométricas. Cobrimento geométrico superior: Distancia entre o eixo da armadura superior a face do concreto Cobrimento geométrico infeiror: Distancia entre o eixo da armadura inferior a face do concreto Cobrimento geométrico lateral: Distancia entre o eixo da armadura lateral a face do concreto Tamanho máximo do agregado : Tamanho do agregado, será utilizado para o espaçamento da armadura. Concreto magro: Lastro na base da sapata. Considerar combinações com vento ou sismo: Possibilidade disponível caso seja considerado o vento na estrutura.

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Opções:

Opções Gerais:

Opções : Opções Gerais: Dist Bordas : distancias mínimas da face do bloco ao perímetro da
Opções : Opções Gerais: Dist Bordas : distancias mínimas da face do bloco ao perímetro da

Dist Bordas: distancias mínimas da face do bloco ao perímetro da estaca e também a partir da face do pilar. Critério de altura mínima: Estabelece o critério para definição da altura mínima do bloco. Altura máxima: A altura máxima fixa o limite superior que alcançará o dimensionamento Espaçamento mínimo entre barras: Será respeitado esse valor mínimo para a distancia entre as barras. Diâmetro máximo: Limita a bitola máxima a ser utilizado no calculo. Perdas: Porcentagem de perda adotada para os quadros de ferros.

Cargas por estaca

perda adotada para os quadros de ferros. Cargas por estaca Selecionando-se esta opção, será tomada como

Selecionando-se esta opção, será tomada como carga nas estacas o maior dos valores entre a resultante dos esforços dos pilares e a porcentagem fixada da capacidade portante das estacas do bloco,

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atuando esta última como se fosse uma nova combinação. O usuário deverá definir o coeficiente de majoração que queira empregar para esta carga das estacas. No caso em que nenhum pilar chegue ao bloco, não será considerada esta opção. Esta nova combinação será considerada tanto no dimensionamento quanto na verificação.

Bloco de 1 estaca

dimensionamento quanto na verificação. Bloco de 1 estaca Porcentagem de profundidade de armadura: A profundidade da

Porcentagem de profundidade de armadura: A profundidade da armadura determina a porcentagem da altura na qual se supõe que serão absorvidas as trações que aparecem em um maciço de concreto por divergência nas bielas comprimidas. Este valor será tomado no dimensionamento para determinar a altura útil do bloco. Dispor de estribos diagonais : a disposição de estribos diagonais favorecerá o confinamento do concreto do bloco. É conveniente dispormos no caso de aparecer cargas portantes consideraveis.

Vigas de blocos

de aparecer cargas portantes consideraveis. Vigas de blocos Armadura superior: As dobras das barras das vigas

Armadura superior: As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem. Armadura inferior: As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem. Diâmetro máximo de estribos: estabelece a bitola máxima para os estribos.

Vigas e malhas

assegurar a ancoragem. Diâmetro máximo de estribos: estabelece a bitola máxima para os estribos. Vigas e

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Os blocos podem ser dimensionados segundo a norma EHE-98 (espanhola), com vigas laterais e vigas diagonais ou intermediárias, unicamente com malhas, com armadura perimetral e malhas ou com armadura perimetral e vigas intermediárias ou diagonais. Para todas as normas, se aceitará como correta durante a verificação, a disposição de armadura prevista na EHE-98. Assim, podem surgir verificações que não cumpram disposições de armadura diferentes daquela prevista nesta norma.

Armadura perimetral

diferentes daquela prevista nesta norma. Armadura perimetral Pode-se escolher a possibilidade de se dispor uma armadura

Pode-se escolher a possibilidade de se dispor uma armadura perimetral que aumente o confinamento do concreto do bloco. É conveniente escolher esta opção no caso do bloco estar submetido a cargas portantes apreciáveis. A carga fixada se refere a cargas majoradas para os estados limites últimos do concreto. Será disposta armadura perimetral quando a força axial de cálculo for igual ou superior ao valor colocado nesta opção.

11.6 Lançamento dos Blocos

Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em:

Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Vamos

Segue a tela abaixo:

Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Vamos

Vamos escolher Novo Bloco

Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Vamos

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Clicar em aceitar. Temos:

Clicar em aceitar. Temos: Temos que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo: Descrição:

Temos que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo:

que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo: Descrição: Nome para identificação da estaca

Descrição: Nome para identificação da estaca Tipo de estaca: Pode ser circular ou retangular Diâmetro: Diâmetro da estaca Com símbolo: Estabelece um símbolo para cada estaca criada , temos:

: Estabelece um símbolo para cada estaca criada , temos: Capacidade portante: A capacidade portante das

Capacidade portante: A capacidade portante das estacas determina a máxima carga de cálculo que romperia a estaca para os coeficientes de segurança dos estados limites últimos do concreto. Espaçamento mínimo entre eixos: O espaçamento mínimo entre eixos fixa distância mínima que deve existir entre os eixos de 2 estacas adjacentes.

Clicar em aceitar. Segue a tela:

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Onde definimos:

Onde definimos: tipo de bloco : Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 3

tipo de bloco : Os blocos podem ser :

1 estaca

Onde definimos: tipo de bloco : Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 3

2 estacas

Onde definimos: tipo de bloco : Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 3

3 estacas

Onde definimos: tipo de bloco : Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 3

5 estacas

4 estacas

Onde definimos: tipo de bloco : Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 3
Onde definimos: tipo de bloco : Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 3

6 estacas

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7 estacas 54

7 estacas

54

7 estacas 54

Ainda podem ser:

Bloco linear

Ainda podem ser: Bloco linear Onde é fornecido o numero de estacas. Bloco retangular Escolhido o

Onde é fornecido o numero de estacas.

Bloco retangular

Onde é fornecido o numero de estacas. Bloco retangular Escolhido o tipo de bloco ainda temos
Onde é fornecido o numero de estacas. Bloco retangular Escolhido o tipo de bloco ainda temos

Escolhido o tipo de bloco ainda temos alguns parâmetros a definir, são eles :

Clicando nesse ícone, temos:bloco ainda temos alguns parâmetros a definir, são eles : Onde, podemos alterar o concreto, aço

a definir, são eles : Clicando nesse ícone, temos: Onde, podemos alterar o concreto, aço e

Onde, podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico.

Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata:e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Alteração de armadura, ao clicar

Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Alteração de armadura, ao clicar sobre

Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos:e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar

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Onde, para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos

Onde, para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar:

Onde, para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o

Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Vamos lançar os blocos todos com 3 estacas, sendo o bloco do pilar parede como um bloco retangular. Feito o lançamento dos blocos, vamos lançar as vigas alavancas e de travamento. Para isso vamos clicar em:

Fundação >> Dados da Obra >> dados da obra de vigas alavancas.

travamento. Para isso vamos clicar em: Fundação >> Dados da Obra >> dados da obra de

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Temos :

Cobrimento geométrico superior: Distancia entre o eixo da armadura superior a face do concreto Cobrimento geométrico infeiror: Distancia entre o eixo da armadura inferior a face do concreto Cobrimento geométrico lateral: Distancia entre o eixo da armadura lateral a face do concreto Tamanho máximo do agregado: Tamanho do agregado, será utilizado para o espaçamento da armadura. Concreto magro: Lastro na base da sapata.

Clicando em opções temos:

: Lastro na base da sapata. Clicando em opções temos: Angulo tolerância centralização: Ao escolher uma

Angulo tolerância centralização: Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir minimos geometricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigas-paredes.

Clicando em tabela de armadura temos:

com vigas-paredes. Clicando em tabela de armadura temos: Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando

Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela.

Clicando em tabela de armadura temos: Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela.

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Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento.

Para o lançamento vamos clicar em:

o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: temos : Vamos clicar em introduzir vigas.

temos :

procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: temos : Vamos clicar em introduzir vigas. A viga

Vamos clicar em introduzir vigas.

vamos clicar em: temos : Vamos clicar em introduzir vigas. A viga amarela representa viga de

A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga

alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de:

- viga de travamento: Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilar;

- viga alavanca: Absorver a carga momento dos pilares.

No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm.

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Vamos introduzir as vigas como na figura abaixo:

Note que as vigas alavancas possuem um sinal de momento em suas extremidades, o que já não ocorre com as vigas de travamento.

o que já não ocorre com as vigas de travamento. Edição e Verificações a realizar Primeiramente

Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição:

Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Novo Bloco : lança uma nova sapata. Editar

Novo Bloco: lança uma nova sapata. Editar : altera os dados ja inseridos Apagar : elimina a sapata lançada Girar : Rotaciona a sapata , pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma duas sapatas em uma unica Igualar : Copia as propriedades de uma sapata para outras Informação : fornece os dados inseridos para a sapata selecionada.

Após o dimensionamento, alguns blocos ficaram na cor vermelha, então podemos verificar quais os problemas, para isso vamos clicar em editar e selecionar o bloco em vermelho, temos:

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Para ver o que não passou vamos clicar em: A verificação é uma ferramenta que

Para ver o que não passou vamos clicar em:

Para ver o que não passou vamos clicar em: A verificação é uma ferramenta que deve

A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados.

gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. Clicando em aceitar: Ao

Clicando em aceitar:

gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. Clicando em aceitar: Ao

Ao clicar sim temos:

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Analisando a tabela, vemos que o problema está na carga por estaca, para resolver este

Analisando a tabela, vemos que o problema está na carga por estaca, para resolver este problema devemos clicar em :

e alterar a estaca atual.na carga por estaca, para resolver este problema devemos clicar em : Solicitamos um novo calculo:

resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. Solicitamos um novo calculo:

Solicitamos um novo calculo:

Nesta opção temos:por estaca, para resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. Solicitamos

resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. Solicitamos um novo calculo:

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Onde:

Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de e rearmar o bloco é calculada com as dimensões fornecidas pelo usuário. Esta última opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata.

Vamos utilizar a opção rearmar, temo agora o resultado:

Vamos utilizar a opção rearmar, temo agora o resultado: 11.7 Placas de Base Ao clicar em

11.7 Placas de Base

Ao clicar em FUNDAÇÃO > PLACA DE BASE, temos:

Em dados de Obra temos:

> PLACA DE BASE, temos: Em dados de Obra temos: Onde: Aço do parafuso. Seleciona o
> PLACA DE BASE, temos: Em dados de Obra temos: Onde: Aço do parafuso. Seleciona o

Onde:

Aço do parafuso. Seleciona o tipo de material Aço das placas. Seleciona o tipo de material

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Opções:

Opções: Relação máxima balanço-espessura. Este dado é utilizado no dimensionamento da placa de base. A espessura

Relação máxima balanço-espessura. Este dado é utilizado no dimensionamento da placa de base. A espessura da mesma será maior ou igual a: balanço máximo/relação máxima balanço- espessura. Relação máxima largura-espessura Este dado é utilizado no dimensionamento da placa de base. A espessura da mesma será maior ou igual a: largura máxima/relação máxima largura-espessura. Espessura máxima recomendável para placas. Se no processo de dimensionamento for necessário aumentar a espessura acima da espessura máxima recomendável para placas, utilizam-se enrijecedores. Este valor pode ser excedido quando não for possível utilizar enrijecedores, ou talvez estes não sejam suficientes para que a placa atenda às verificações. Relação máxima soma de lados-diâmetro de parafusos. Este parâmetro é utilizado no dimensionamento dos parafusos da placa de base. O diâmetro nominal dos mesmos deve ser maior ou igual que (lado X + lado Y) / relação máxima soma de lados-diâmetro de parafusos.

Lançamento da placa:

Entre em Placa de base > Gerar. será gerada uma placa para todas as colunas. Selecione editar:

Aparece a tela abaixo:

em Placa de base > Gerar. será gerada uma placa para todas as colunas. Selecione editar:

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Nos quadros na parte superior temos:

Material:

Geometria:

Disposição:

Nos quadros na parte superior temos: Material: Geometria: Disposição: Enrijecedores: 64
Nos quadros na parte superior temos: Material: Geometria: Disposição: Enrijecedores: 64
Nos quadros na parte superior temos: Material: Geometria: Disposição: Enrijecedores: 64

Enrijecedores:

Nos quadros na parte superior temos: Material: Geometria: Disposição: Enrijecedores: 64

64

Parafusos:

Parafusos: Ao selecionar todos esses dados de geometria clique em aceitar. Entre em Fundação > Placa

Ao selecionar todos esses dados de geometria clique em aceitar. Entre em Fundação > Placa de base > dimensionar.

clique em aceitar. Entre em Fundação > Placa de base > dimensionar. Depois entre em listagens,

Depois entre em listagens, temos:

clique em aceitar. Entre em Fundação > Placa de base > dimensionar. Depois entre em listagens,

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12 Desenhos e Memória de Cálculo

12.1 Desenhos

Ao clicar em pranchas temos:

de Cálculo 12.1 Desenhos Ao clicar em pranchas temos: Ao selecionar Composição de pranchas, temos: Devemos

Ao selecionar Composição de pranchas, temos:

temos: Ao selecionar Composição de pranchas, temos: Devemos clicar no sinal de "+" Escolher o tipo

Devemos clicar no sinal de "+"

de pranchas, temos: Devemos clicar no sinal de "+" Escolher o tipo de desenho que deseja

Escolher o tipo de desenho que deseja extrair, assim como suas configurações.

Selecione o periférico de saída de desenhos:

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Janela Ativa fechada Serve para imprimir, sem escala, os dados de cálculo como envoltórias, flecha,

Janela Ativa fechada

Serve para imprimir, sem escala, os dados de cálculo como envoltórias, flecha, alem de gerar um arquivo dxf ( CAD ) em 3D ou 2D para a elaboração de maquete eletrônica

( CAD ) em 3D ou 2D para a elaboração de maquete eletrônica Perfil Real Ao

Perfil Real Ao clicar em Barra > Perfil real temos:

( CAD ) em 3D ou 2D para a elaboração de maquete eletrônica Perfil Real Ao

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12.2 Listagens

Ao clicar em ARQUIVO > LISTAGEM temos:

12.2 Listagens Ao clicar em ARQUIVO > LISTAGEM temos: Onde podemos gerar a lista de toda

Onde podemos gerar a lista de toda obra, ou de alguns itens.

Onde podemos gerar a lista de toda obra, ou de alguns itens. Seleciona-se os itens desejados

Seleciona-se os itens desejados e podem ser impressos ou gerados em arquivos.

desejados e podem ser impressos ou gerados em arquivos. No caso de arquivo é informado o

No caso de arquivo é informado o diretório em que será salvo o arquivo e seu nome é editável.

gerados em arquivos. No caso de arquivo é informado o diretório em que será salvo o

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