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OO BJTBJT COMOCOMO AMPLIFICADORAMPLIFICADOR DEDE SINALSINAL (CONT.)(CONT.)

AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Apesar do seu pouco valor prático para

ANÁLISE GRÁFICA

Apesar do seu pouco valor prático para a análise e projecto de circuitos com transístores, a análise gráfica constitui, todavia, um excelente auxiliar para compreender melhor o funcionamento de um circuito amplificador.

melhor o funcionamento de um circuito amplificador . Considere-se, assim, o circuito da fig. 5.27. Pode-se

Considere-se, assim, o circuito da fig. 5.27.melhor o funcionamento de um circuito amplificador . Pode-se realizar uma análise gráfica do funcionamento

Pode-se realizar uma análise gráfica do funcionamento deste circuito, procedendo do seguinte modo:

Primeiro, determina-se o ponto de polarização dc. Para isso considera-se v i = 0 e usa-se a técnica ilustrada na figura 5.28 para determinar a corrente da base I B .

isso considera-se v i = 0 e usa-se a técnica ilustrada na figura 5.28 para determinar
isso considera-se v i = 0 e usa-se a técnica ilustrada na figura 5.28 para determinar
na figura 5.28 para determinar a corrente da base I B . Fig. 5.27 Fig. 5.28
Fig. 5.27
Fig. 5.27
Fig. 5.28
Fig. 5.28

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AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Seguidamente, passamos para as

ANÁLISE GRÁFICA

Seguidamente, passamos para as características i C -v CE mostradas na fig. 5.29. Note-se que cada uma destas características é obtida fixando um valor constante da corrente de base i B , variando v CE e medindo a correspondente i C .

, variando v C E e medindo a correspondente i C . Tendo já determinado a

Tendo já determinado a corrente I B , sabemos que o ponto de funcionamento estará sobre a determinado a corrente I B , sabemos que o ponto de funcionamento estará sobre a curva i C -v CE correspondente a esse valor da corrente de base (a curva i B = I B ).

valor da corrente de base (a curva i B = I B ). Por outro lado,

Por outro lado, o circuito de colector impõe a condição:

Por outro lado, o circuito de colector impõe a condição: representa uma relação linear entre v
Por outro lado, o circuito de colector impõe a condição: representa uma relação linear entre v
Por outro lado, o circuito de colector impõe a condição: representa uma relação linear entre v

representa uma relação linear entre v CE e i C como ilustrado na figura 5.29.

Uma vez que R C pode ser considerada a carga do amplificador, a recta de inclinação -1/R C é conhecida como recta de carga.

O ponto de funcionamento Q será a intersecção da recta de carga com a curva i C -v CE correspondente à corrente I B . As coordenadas do ponto Q dão as componentes contínuas da corrente de colector I C e da tensão colector-emissor V CE .

colector I C e da tensão colector-emissor V C E . Fig. 5.29 ELECTR ELECTR Ó
colector I C e da tensão colector-emissor V C E . Fig. 5.29 ELECTR ELECTR Ó
colector I C e da tensão colector-emissor V C E . Fig. 5.29 ELECTR ELECTR Ó
Fig. 5.29
Fig. 5.29

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AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Note-se que o funcionamento como

ANÁLISE GRÁFICA

Note-se que o funcionamento como amplificador requer não só que o ponto Q esteja na região activa como, além disso, esteja no meio dessa região a fim de permitir uma excursão razoável do sinal, quando se aplica um sinal de entrada v i .

no meio dessa região a fim de permitir uma excursão razoável do sinal , quando se

Considere-se a fig. 5.30(a), que mostra umsinal v i com uma forma de onda triangular sobreposto a uma tensão contínua V

sinal v i com uma forma de onda triangular

sobreposto a uma tensão contínua V BB .

Em correspondência a cada valor instantâneo

de V BB + v i (t) pode desenhar-se uma recta de

inclinação -1/R B . Esta “recta de carga

instantânea” intersecta a curva i B -v BE num ponto

cujas coordenadas dão os valores instantâneos

totais de i B e de v BE correspondentes ao valor

particular de V BB + v i (t).

Por exemplo, a fig. 5.30(a) mostra as rectas

correspondentes a v i = 0, v i no seu pico positivo

e v i no seu pico negativo.

5.30(a) mostra as rectas correspondentes a v i = 0 , v i no seu pico
5.30(a) mostra as rectas correspondentes a v i = 0 , v i no seu pico
Fig. 5.30a
Fig. 5.30a

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AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Se a amplitude de v i for

ANÁLISE GRÁFICA

Se a amplitude de v i for suficientemente pequena

para que o ponto de funcionamento instantâneo

esteja confinado a um segmento quase linear da

curva i B -v BE , então os sinais resultantes i b e v be

serão sinais triangulares, como se indica na figura.

i B -v B E , então os sinais resultantes i b e v b e

Isto é a aproximação para pequenos sinais. .

Em resumo, a construção gráfica da fig. 5.30(a) pode ser usada para determinar o valor instantâneo total de i B correspondente a cada valor de v i .

fig. 5.30(a) pode ser usada para determinar o valor instantâneo total de i B correspondente a
Fig. 5.30a
Fig. 5.30a

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AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Passe-se agora para as curvas i C

ANÁLISE GRÁFICA

Passe-se agora para as curvas i C -v C E da fig. 5.30(b). O ponto de funcionamento mover-se-á ao longo da C -v CE da fig. 5.30(b). O ponto de funcionamento mover-se-á ao longo da recta de carga de inclinação -1/R C à medida que i B for assumindo os valores instantâneos determinados na fig. 5.30(a).

Fig. 5.30b
Fig. 5.30b

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Por exemplo, quando v i está no seu pico i está no seu pico

positivo, i B = i B2 (fig. 5.30(a)), o ponto de

funcionamento instantâneo no plano i C -v CE

será a intersecção da recta de carga com a

curva correspondente a i B =i B2 . Desta forma,

podem determinar-se as formas de onda de

i C e de v CE e daí as componentes de sinal i c

e v ce , como se indica na fig. 5.30(b).

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AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Efeitos da localização do ponto de

ANÁLISE GRÁFICA

Efeitos da localização do ponto de polarização na excursão do sinal

Pode afectar significativamente a excursão do sinal no colector. Observe-se que os picos positivos de

Pode afectar significativamente a excursão do

sinal no colector.

Observe-se que os picos positivos de v c e não podem ir além de V C C , picos positivos de v ce não podem ir além de V CC , caso contrário o transístor entra na região de corte.

De modo similar, os picos negativos de v ce não podem descer abaixo de algumas décimas de volt (usualmente 0.3 V), caso contrário o transístor entra na região de saturação.

contrário o transístor entra na região de saturação . A localização do ponto de operação ilustrada

A localização do ponto de operação ilustrada na figura permite uma excursão aproximadamente igual para cada direcção.

localização do ponto de operação ilustrada na figura permite uma excursão aproximadamente igual para cada direcção.
uma excursão aproximadamente igual para cada direcção. ELECTR ELECTR Ó Ó NICA NICA I I -

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AMPLIFICADOR DE DE SINAL SINAL (CONT.) (CONT.) ANÁLISE GRÁFICA Efeitos da localização do ponto de

ANÁLISE GRÁFICA

Efeitos da localização do ponto de polarização na excursão do sinal

A figura 5.31 mostra duas rectas de cargas correspondentes a dois valores de R C .

Recta A: corresponde a um valor de R C baixo, resultando um ponto de operação Q A (I B ), onde o valor de V CE é muito próximo de V CC . Assim, a excursão positiva de v ce , será bastante limitada. Recta B: corresponde a um valor de R C elevado, resultando um ponto de operação Q A (I B ), onde o valor de V CE é muito baixo. Embora haja ampla excursão positiva para v ce , a parte negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um compromisso.

negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um
negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um
negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um
negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um
negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um
negativa é bastante limitada, devido à sua proximidade com a região de saturação. Necessidade de um
a região de saturação. Necessidade de um compromisso. Fig. 5.31 ELECTR ELECTR Ó Ó NICA NICA

Fig. 5.31

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OO BJTBJT COMOCOMO INTERRUPTORINTERRUPTOR

Uso dos modos de operação corte e saturação

Uso dos modos de operação corte e saturação

Como ilustração, considere-se o circuito mostrado na figura 5.32, alimentado por uma fonte detensão v I e faça-se a análise para diferentes valores de v I . Se

tensão v I e faça-se a análise para diferentes valores de v I .

Se v I for menor do que cerca de 0,5 V , o transístor conduzirá uma corrente I for menor do que cerca de 0,5 V, o transístor conduzirá uma corrente desprezável. De facto, a

junção base - emissor pode ser considerada inversamente polarizada e o transístor estará ao corte.

Assim, i B = 0, i C = 0 e v C = V C C . B = 0, i C = 0 e v C = V CC .

Neste caso o nó C está desligado do ground; o interruptor está em aberto . o interruptor está em aberto.

Para que o transístor conduza (região activa), temos de aumentar v I acima de cerca de 0,5 V transístor conduza (região activa), temos de aumentar v I acima de cerca de 0,5 V.

Na verdade, para que fluam correntes de valor significativo, é necessário que v B E seja cerca de 0,7 BE seja cerca de 0,7

V e, portanto, v I deve ser mais elevado.

A corrente de base é,cerca de 0,7 V e, portanto, v I deve ser mais elevado. (5.60) (5.61) A corrente

v I deve ser mais elevado. A corrente de base é, (5.60) (5.61) A corrente de

(5.60)

v I deve ser mais elevado. A corrente de base é, (5.60) (5.61) A corrente de

(5.61)

A corrente de colector é dada pordeve ser mais elevado. A corrente de base é, (5.60) (5.61) Esta expressão que só se

de base é, (5.60) (5.61) A corrente de colector é dada por Esta expressão que só

Esta expressão que só se aplica se o transístor estiver em modo activo.Será o caso desde que a CBJ não esteja directamente polarizada, i.e., desde que v

Será o caso desde que a CBJ não esteja directamente polarizada, i.e., desde que v C > v B – 0.4 V. C > v B – 0.4 V.

Fig. 5.32
Fig. 5.32

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OO BJTBJT COMOCOMO COMUTADORCOMUTADOR

- FCTUC FCTUC O O BJT BJT COMO COMO COMUTADOR COMUTADOR Uso dos modos de operação

Uso dos modos de operação corte e saturação

Onde v C é dado por,

operação corte e saturação Onde v C é dado por, (5.62) Obviamente, à medida que v
(5.62)
(5.62)

Obviamente, à medida que v I aumenta, i B também aumenta (Eq. (5.60)), medida que v I aumenta, i B também aumenta (Eq. (5.60)),

i C consequentemente também aumenta (5.61)) e v C diminuirá (Eq. (5.62)).

A certa altura, v C tornar-se-á menor do que v B de um valor de 0.4 V. C tornar-se-á menor do que v B de um valor de 0.4 V.

Neste ponto o transístor deixa a região activa e entra na região de transístor deixa a região activa e entra na região de

saturação.

Estedeixa a região activa e entra na região de saturação . ponto de transição para definido

ponto de transição para

definido por

a saturação (edge-of-saturation) é

definido por a saturação ( edge-of-saturation ) é (5.63) Assume-se que V B E é aproximadamente

(5.63)

por a saturação ( edge-of-saturation ) é (5.63) Assume-se que V B E é aproximadamente 0.7

Assume-se que V BE é aproximadamente 0.7 V e

(5.63) Assume-se que V B E é aproximadamente 0.7 V e (5.64) O correspondente valor de
(5.63) Assume-se que V B E é aproximadamente 0.7 V e (5.64) O correspondente valor de
(5.64)
(5.64)

O correspondente valor de v I , requerido para conduzir o transístor ao ponto de transição para a saturação, é determinado por,

de transição para a saturação , é determinado por, (5.65) ELECTR ELECTR Ó Ó NICA NICA
de transição para a saturação , é determinado por, (5.65) ELECTR ELECTR Ó Ó NICA NICA
(5.65)
(5.65)

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OO BJTBJT COMOCOMO COMUTADORCOMUTADOR

- FCTUC FCTUC O O BJT BJT COMO COMO COMUTADOR COMUTADOR Uso dos modos de operação

Uso dos modos de operação corte e saturação

Incrementando v I acima de V I ( E O S ) , aumenta mais a corrente I acima de V I(EOS) , aumenta mais a corrente na base, o que leva o transístor a entrar mais profundamente na saturação.

A tensão colector-emissor , todavia, decresce apenas ligeiramente. tensão colector-emissor, todavia, decresce apenas ligeiramente.

Assume-se, como uma aproximação razoável, que para um transístor saturado V C E s a t ≅ ≅ ≅ ≅ 0.2 V . V CEsat 0.2 V.

A corrente de colector permanece praticamente constante a um valor I C s a t , corrente de colector permanece praticamente constante a um valor I Csat ,

praticamente constante a um valor I C s a t , (5.66) Forçando mais corrente na
(5.66)
(5.66)
Forçando mais corrente na base , tem um efeito reduzido em I C s a

Forçando mais corrente na base, tem um efeito reduzido em I Csat e V CEsat .

Neste estado, o comutador está fechado , com uma resistência R C E s a t baixa e comutador está fechado, com uma resistência R CEsat baixa e uma tensão de offset V CEoff pequena.

Recorde-se que na saturação, pode-se forçar o transístor a operar com qualquer ββββ desejado, abaixo do valor normal, i.e., a relação entre a corrente de colector I Csat e a corrente de base pode ser fixada à vontade e por esse motivo é designado por ββββ forçado.

a t e a corrente de base pode ser fixada à vontade e por esse motivo
a t e a corrente de base pode ser fixada à vontade e por esse motivo
esse motivo é designado por β β β β forçado . A relação entre I B

A relação entre I B e I B(EOS) é conhecida por factor “overdrive”

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(5.67) 73
(5.67)
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EXEMPLO

FCTUC O O BJT BJT COMO COMO COMUTADOR COMUTADOR EXEMPLO Uso dos modos de operação corte

Uso dos modos de operação corte e saturação

O transístor mostrado na figura 5.33 é especificado ter um ganho ββββ na gama 50-150. Determine o valor de R B que resulta em saturação, com um factor de overdrive de 10.

SOLUSOLUÇÇÃOÃO

Fig. 5.33
Fig. 5.33

Quando o transístor está em saturação, a tensão de colector é:factor de overdrive de 10. SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO Fig. 5.33 Assim, a corrente

Assim, a corrente de colector é dada por,transístor está em saturação, a tensão de colector é: Para saturar o transístor com o β

de colector é: Assim, a corrente de colector é dada por, Para saturar o transístor com

Para saturar o transístor com o β β β β mais baixo, é necessário providenciar uma corrente de base mínima, ββββ mais baixo, é necessário providenciar uma corrente de base mínima,

é necessário providenciar uma corrente de base mínima, Para um factor de overdrive de 10, a

Para um factor de overdrive de 10, a corrente de base é,é necessário providenciar uma corrente de base mínima, Resulta, assim, um R B : ELECTR ELECTR

Resulta, assim, um R B : B :

de 10, a corrente de base é, Resulta, assim, um R B : ELECTR ELECTR Ó
de 10, a corrente de base é, Resulta, assim, um R B : ELECTR ELECTR Ó
de 10, a corrente de base é, Resulta, assim, um R B : ELECTR ELECTR Ó

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc

Estamos agora em condições de considerar a análise de alguns circuitos simples com BJT´s aos quais são apenas aplicadas tensões contínuas . são apenas aplicadas tensões contínuas.

Nos exemplos seguintes, usaremos o modelo simples para o qual o V B E (em condução) é 0.7 V e V C E (em saturação) é V BE (em condução) é 0.7 V e V CE (em saturação) é 0.2 V.

Ao analisar um circuito, é necessário dar resposta para a seguinte questão: Em que modo de operação se encontra o transístor? Em que modo de operação se encontra o transístor?

Em alguns casos a resposta é obvia, noutras não.Em que modo de operação se encontra o transístor? A resposta pode ser sempre determinada, usando

A resposta pode ser sempre determinada, usando o seguinte procedimento:o transístor? Em alguns casos a resposta é obvia, noutras não. Assuma-se que o transístor está

Assuma-se que o transístor está em modo activo. transístor está em modo activo.

Assuma-se que o transístor está em modo activo. Cálculo das várias tensões e correntes Transístor npn
Cálculo das várias tensões e correntes

Cálculo das várias tensões e correntes

em modo activo. Cálculo das várias tensões e correntes Transístor npn Transístor pnp Se v C

Transístor npn

Cálculo das várias tensões e correntes Transístor npn Transístor pnp Se v C B < 0.4

Transístor pnp

Se v CB < 0.4 V

Transístor npn Transístor pnp Se v C B < 0.4 V Se v C B >

Se v CB > - 0.4 V

pnp Se v C B < 0.4 V Se v C B > - 0.4 V

Modo activo

C B < 0.4 V Se v C B > - 0.4 V Modo activo ELECTR

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

Transístor pnp

Transístor npn

Se v CB > - 0.4 V

não
não

Se v CB < 0.4 V

sim

s i m
s i m
s i m

sim

> - 0.4 V não Se v C B < 0.4 V s i m sim

Modo activo

não

Assuma-se operação em modo saturação

Modo activo não Assuma-se operação em modo saturação Cálculo das várias tensões e correntes Calcular a
Cálculo das várias tensões e correntes

Cálculo das várias tensões e correntes

modo saturação Cálculo das várias tensões e correntes Calcular a relação I C / I B

Calcular a relação I C / I B

tensões e correntes Calcular a relação I C / I B Se I C / I

Se I C / I B < ββββ

I C / I B Se I C / I B < β β β β

Saturação

Nota: Como ββββ, para um dado transístor, apresenta uma gama larga, deve-se usar no teste o menor ββββ especificado.

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

EXEMPLO 5.4

Considere-se o circuito representado na fig. 5.34(a), que está redesenhado na fig. 5.34(b) para recordar a convenção adoptada para indicar as ligações das fontes de alimentação. O nosso objectivo é determinar todas as tensões nodais e correntes de ramos. Assume-se que o transístor tem β = 100.

O nosso objectivo é determinar todas as tensões nodais e correntes de ramos. Assume-se que o
Fig. 5.34
Fig. 5.34

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EXEMPLO 5.4

stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.4 SOLUÇÃO Olhando

SOLUÇÃO

Olhando para o circuito da fig. 5.34(a), notamos que a base está ligada

a +4 V e que o emissor está ligado à massa através de uma resistência

R E . Pode-se, assim, concluir com segurança que a junção base-emissor

está polarizada directamente.

que a junção base-emissor está polarizada directamente. Nestas condições, admitindo que resulta que a tensão de

Nestas condições,que a junção base-emissor está polarizada directamente. admitindo que resulta que a tensão de emissor será:

admitindo que

resulta que a tensão de emissor será:

V BE é aproximadamente 0,7

V,

de emissor será: V B E é aproximadamente 0,7 V , Uma vez que se conhece
de emissor será: V B E é aproximadamente 0,7 V , Uma vez que se conhece

Uma vez que se conhece a ddp aos terminais de R E , podemos determinar a corrente I E que a percorre,

E , podemos determinar a corrente I E que a percorre, Uma vez que o colector
E , podemos determinar a corrente I E que a percorre, Uma vez que o colector

Uma vez que o colector está ligado à fonte de alimentação de +10 V através de R C , parece possível que a tensão do colector seja mais elevada do que a da base, o que é essencial para que o transístor esteja no modo activo. Admitindo que assim é, podemos calcular a corrente de colector a partir de

é, podemos calcular a corrente de colector a partir de ELECTR ELECTR Ó Ó NICA NICA
é, podemos calcular a corrente de colector a partir de ELECTR ELECTR Ó Ó NICA NICA

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

EXEMPLO 5.4

stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.4 O valor
stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.4 O valor

O valor de α obtém-se de

SOLUÇÃO

.) .) EXEMPLO 5.4 O valor de α obtém-se de SOLUÇÃO Calcula-se, agora, a tensão de
.) .) EXEMPLO 5.4 O valor de α obtém-se de SOLUÇÃO Calcula-se, agora, a tensão de

Calcula-se, agora, a tensão de colector V C usando a lei de Ohm,

agora, a tensão de colector V C usando a lei de Ohm, CONCLUSÃO Uma vez que
agora, a tensão de colector V C usando a lei de Ohm, CONCLUSÃO Uma vez que

CONCLUSÃO

Uma vez que a base está a +4 V, a junção de colector está polarizada inversamente com 1,3 V, pelo que o transístor está realmente no modo activo . transístor está realmente no modo activo.

Falta apenas determinar a corrente de base I B , que se obtém como segue: B , que se obtém como segue:

a corrente de base I B , que se obtém como segue: ELECTR ELECTR Ó Ó

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EXEMPLO 5.4

stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.4 SOLUÇÃO A

SOLUÇÃO

A fig. 16(c) ilustra a análise anterior realizada sobre o esquema, indicando a ordem dos passos da análise.

sobre o esquema, indicando a ordem dos passos da análise. Fig. 5.34 ELECTR ELECTR Ó Ó
Fig. 5.34
Fig. 5.34

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EXEMPLO 5.5

Considere-se, agora, o circuito da fig. 5.35(a) e determine-se as tensões nodais e as correntes nos ramos.Note-se que este circuito é idêntico ao da figura 5.34, excepto para a tensão da

Note-se que este circuito é idêntico ao da figura 5.34, excepto para a tensão da base que é de 6 V. Assuma-se que o β β β β do transístor é especificado ser, no mínimo, 50. ββββ do transístor é especificado ser, no mínimo, 50.

SOLUÇÃO

transístor é especificado ser, no mínimo, 50. SOLUÇÃO Admitindo o transístor modo activo, vem: Considerando I

Admitindo o transístor modo activo, vem:

50. SOLUÇÃO Admitindo o transístor modo activo, vem: Considerando I C ≅ ≅ ≅ ≅ I

Considerando I C I E

activo, vem: Considerando I C ≅ ≅ ≅ ≅ I E Fig. 5.35 ELECTR ELECTR Ó
Fig. 5.35
Fig. 5.35

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

trans í í stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO

EXEMPLO 5.5

SOLUÇÃO

em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.5 SOLUÇÃO Detalhes Detalhes da

DetalhesDetalhes dada ananááliselise atratrááss realizadarealizada

Fig. 5.35
Fig. 5.35

Uma vez que o valor calculado da tensão do colector é inferior (de 3,52 V) à tensão da base, a hipótese original de que o transístor estava em modo activo não é correcta . a hipótese original de que o transístor estava em modo activo não é correcta.

De facto, o transístor está em saturação . Assim, transístor está em saturação. Assim,

. De facto, o transístor está em saturação . Assim, O transístor está a operar com

O transístor está a operar com um ββββ forçado de

De facto, o transístor está em saturação . Assim, O transístor está a operar com um

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

SOLUÇÃO

stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) SOLUÇÃO EXEMPLO 5.5 Visto

EXEMPLO 5.5

Visto que o ββββ forçado é menor de que o ββββ mínimo especificado, o transístor está de facto na saturação.

, o transístor está de facto na saturação . É importante notar que no teste de

É importante notar que no teste de saturação, o valor mínimo de β β β β deve ser considerado. ββββ deve ser considerado.

Mais, numa situação de projecto de um circuito em que o transístor opere na saturação, o projecto deve ser baseado no ββββ mínimo especificado.

ser baseado no β β β β mínimo especificado. Obviamente que, se o transístor com este

Obviamente que, se o transístor com este ββββ mínimo está saturado, então, transístores com ββββ mais elevados também estarão saturados.

β β β β mais elevados também estarão saturados. Os detalhes da análise efectuada são mostrados

Os detalhes da análise efectuada são mostrados na figura 5.35c.

β β β mais elevados também estarão saturados. Os detalhes da análise efectuada são mostrados na
Fig. 5.35
Fig. 5.35

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

trans í í stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO

EXEMPLO 5.6

Considere-se o circuito da fig. 5.36(a) e calcule as suas tensões e correntes.stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.6 Note-se que

Note-se que o circuito é idêntico aos dos exemplos anteriores, excepto que a tensão da base é zero.da fig. 5.36(a) e calcule as suas tensões e correntes. SOLUÇÃO Fig. 5.36 Uma vez que

SOLUÇÃO

Fig. 5.36
Fig. 5.36

Uma vez que a base está a zero volt e o emissor

está ligado ao ground, a junção base- emissor

não pode conduzir, pelo que a corrente de

emissor é zero.

Assim, a corrente do colector é também zero. A

corrente de base também terá de ser zero, pelo

que o transístor está em corte.

A tensão de emissor é obviamente zero,

enquanto a tensão de colector será igual a +10 V,

uma vez que a queda de tensão em R C é zero.

A fig. 5.36(b) mostra os pormenores da análise.

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AnAnááliselise dede circuitoscircuitos comcom transtransíístoresstores emem dcdc ((ContCont.).)

trans í í stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO

EXEMPLO 5.7

Considere-se, agora, o circuito da fig. 5.37(a) e calcule-se todas as tensões e correntes.

SOLUSOLUÇÇÃOÃO

A base deste transístor pnp está à massa, enquanto o emissor está ligado à alimentação positiva (V + = +10 V) através de R E . Assim, a junção de emissor está polarizada directamente com

a junção de emissor está polarizada directamente com A corrente de emissor vem dada por, Uma

A corrente de emissor vem dada por,

directamente com A corrente de emissor vem dada por, Uma vez que o colector está ligado,

Uma vez que o colector está ligado, através de R C , à alimentação negativa (mais negativa do que a base), é possível que este transístor esteja em modo activo. Admitindo que assim é, vem:

(mais negativa do que a base), é possível que este transístor esteja em modo activo .
esteja em modo activo . Admitindo que assim é, vem: Fig. 5.37 Como não foi dado
Fig. 5.37
Fig. 5.37

Como não foi dado o valor de β, admita-se β = 100, pelo que α = 0,99. Note-se que, como grandes variações de β resultam em pequenas variações de α, o valor exacto de β não é crítico para o cálculo de I C . Assim

de β não é crítico para o cálculo de I C . Assim ELECTR ELECTR Ó

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SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

Cont Cont .) .) SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .)

A tensão de colector será

Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) A tensão de colector será EXEMPLO 5.7
Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) A tensão de colector será EXEMPLO 5.7

EXEMPLO 5.7

Então a junção base- colector está polarizada inversamente com 5,4 V e o transístor está, de facto, em modo activo.

com 5,4 V e o transístor está, de facto, em modo activo . Falta apenas calcular
com 5,4 V e o transístor está, de facto, em modo activo . Falta apenas calcular

Falta apenas calcular a corrente de base,

em modo activo . Falta apenas calcular a corrente de base, Análise detalhada Fig. 5.37 ELECTR

Análise detalhada

Fig. 5.37
Fig. 5.37

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trans í í stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO

EXEMPLO 5.8

Considere-se o circuito da fig. 5.38(a) e calcule-se as suas tensões e correntes. Admita-se β

Considere-se o circuito da fig. 5.38(a) e calcule-se as suas tensões e correntes. Admita-se β = 100.

Fig. 5.38
Fig. 5.38

SOLUSOLUÇÇÃOÃO

Admita-se β = 100. Fig. 5.38 SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO A junção de emissor

A junção de emissor está directamente polarizada. Assim,

A junção de emissor está directamente polarizada. Assim, Admitamos que o transístor está a funcionar em

Admitamos que o transístor está a funcionar em modo activo. Podemos assim escrever

está a funcionar em modo activo. Podemos assim escrever A tensão de colector vem: Visto que
está a funcionar em modo activo. Podemos assim escrever A tensão de colector vem: Visto que

A tensão de colector vem:está a funcionar em modo activo. Podemos assim escrever Visto que a tensão da base V

Visto que a tensão da base V B é: B é:

resulta que a junção colector- base está polarizada inversamente com 0,7 V , pelo que o transístor está junção colector- base está polarizada inversamente com 0,7 V, pelo que o transístor está, de facto, em modo activo.

A corrente de emissor é dada porpelo que o transístor está , de facto, em modo activo . ELECTR ELECTR Ó Ó

facto, em modo activo . A corrente de emissor é dada por ELECTR ELECTR Ó Ó

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SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

Análise detalhada

SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) Análise detalhada EXEMPLO 5.8 Fig.

EXEMPLO 5.8

Fig. 5.38
Fig. 5.38

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trans í í stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO

EXEMPLO 5.9

Considere-se o circuito da fig. 5.39(a) e calcule-se as suas tensões e correntes. O valor mínimo de β é especificado ser 30.

e correntes. O valor mínimo de β é especificado ser 30. SOLU SOLU Ç Ç ÃO

SOLUSOLUÇÇÃOÃO

Assumindo o transístor na região activa e desprezando a corrente na base , verifica-se que

Assumindo o transístor na região activa e desprezando a corrente

na base, verifica-se que a tensão da base é aproximadamente zero, a

tensão de emissor (V E ) será 0.7 V e uma corrente de emissor de 4.3

mA.

Conclui-se que transístor está na região de saturação visto que a transístor está na região de saturação visto que a

junção base - colector está directamente polarizada.

a junção base - colector está directamente polarizada. Assim, com este pressuposto e designando a tensão

Assim, com este pressuposto e designando a tensão da base por

V B , vem:

e designando a tensão da base por V B , vem: Fig. 5.39 ELECTR ELECTR Ó
Fig. 5.39
Fig. 5.39

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SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

Cont Cont .) .) SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .)

Usando a relação

SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) Usando a relação vem: ou

vem:

Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) Usando a relação vem: ou EXEMPLO

ou

EXEMPLO 5.9

( ( Cont Cont .) .) Usando a relação vem: ou EXEMPLO 5.9 Fig. 5.39 Substituindo
Fig. 5.39
Fig. 5.39

Substituindo nas expressões acima, vem:

5.9 Fig. 5.39 Substituindo nas expressões acima, vem: O transístor está em saturação, visto que o
5.9 Fig. 5.39 Substituindo nas expressões acima, vem: O transístor está em saturação, visto que o
5.9 Fig. 5.39 Substituindo nas expressões acima, vem: O transístor está em saturação, visto que o

O transístor está em saturação, visto que o valor de ββββ forçado é

em saturação, visto que o valor de β β β β forçado é Menor de que

Menor de que ββββ mínimo especificado

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EXEMPLO 5.10

Analise-se, agora, o circuito da fig.5.40(a) e determine-se as suas tensões e correntes, admitindo β

Analise-se, agora, o circuito da fig.5.40(a) e determine-se as suas tensões e correntes, admitindo

β = 100.

SOLUSOLUÇÇÃOÃO

O primeiro passo da análise consiste em simplificar o circuito da base usando o Teorema de Thévenin. O resultado pode ver-se na fig. 5.40(b), onde

de Thévenin . O resultado pode ver-se na fig. 5.40(b), onde Para calcular a corrente de

Para calcular a corrente de base ou a de emissor temos de escrever a equação da malha marcada com L na fig. 5.40(b). A equação de malha é,

marcada com L na fig. 5.40(b). A equação de malha é, Atendendo a que, Fig. 5.40
marcada com L na fig. 5.40(b). A equação de malha é, Atendendo a que, Fig. 5.40

Atendendo a que,

L na fig. 5.40(b). A equação de malha é, Atendendo a que, Fig. 5.40 91 ELECTR
L na fig. 5.40(b). A equação de malha é, Atendendo a que, Fig. 5.40 91 ELECTR

Fig. 5.40

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trans í í stores stores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO

EXEMPLO 5.10

SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

Substituindo os valores,

Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) Substituindo os valores, Corrente de base

Corrente de base

( Cont Cont .) .) Substituindo os valores, Corrente de base A tensão da base pode
( Cont Cont .) .) Substituindo os valores, Corrente de base A tensão da base pode
( Cont Cont .) .) Substituindo os valores, Corrente de base A tensão da base pode

A tensão da base pode ser dada por,

Corrente de base A tensão da base pode ser dada por, Admita-se que o transístor está
Corrente de base A tensão da base pode ser dada por, Admita-se que o transístor está

Admita-se que o transístor está em modo activo. Pode-se calcular a

corrente de colector pela equação,

. Pode-se calcular a corrente de colector pela equação, A tensão de colector pode então ser
. Pode-se calcular a corrente de colector pela equação, A tensão de colector pode então ser
. Pode-se calcular a corrente de colector pela equação, A tensão de colector pode então ser

A tensão de colector pode então ser calculada por,

A tensão de colector pode então ser calculada por, Concluí-se que o colector está a um

Concluí-se que o colector está a um maior potencial de que a base em 4,03 V, o que significa queo transístor está em modo activo, como foi admitido. Os resultados da análise estão ilustrados

o transístor está em modo activo, como foi admitido.

que o transístor está em modo activo, como foi admitido. Os resultados da análise estão ilustrados

Os resultados da análise estão ilustrados na fig. 5.40(c) e (d).

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EXEMPLO 5.10

SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

.) EXEMPLO 5.10 SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) Fig.
Fig. 5.40
Fig. 5.40

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EXEMPLO 5.11

Analise-se, agora, o circuito da fig.5.41(a) e determine-se as suas tensões e correntesstores em em dc dc ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.11 SOLU SOLU Ç

SOLUSOLUÇÇÃOÃO

Note-se que, em parte, o circuito é idêntico aoque analisámos no exemplo anterior (fig. 5.40(a)). A diferença é que temos agora um segundo

que analisámos no exemplo anterior (fig. 5.40(a)). A

diferença é que temos agora um segundo transístor

Q 2 , além das resistências associadas R E2 e R C2 .

Admitindo que Q 1 continua no modo activo, os

seguintes valores serão idênticos aos obtidos no

exemplo anterior:

valores serão idênticos aos obtidos no exemplo anterior: Fig. 5.41 A tensão de colector será diferente
Fig. 5.41
Fig. 5.41

A tensão de colector será diferente da calculada anteriormente, uma vez que parte da corrente de colector I C1 flúi na base de Q 2 (I B2 ). Como primeira aproximação, pode-se admitir que I B2 é muito menor do que I C1 ; i.e., que a corrente em R C1 é praticamente igual a I C1 . Tal permite calcular V C1 :

igual a I C 1 . Tal permite calcular V C 1 : Assim, Q 1

Assim, Q 1 está em modo activo

94

calcular V C 1 : Assim, Q 1 está em modo activo 94 ELECTR ELECTR Ó

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SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

No que respeita a Q 2 , notemos que o seu emissor está ligado aos

+15 V através de R E2 . É, portanto, seguro admitir que a junção de

emissor de Q 2 está polarizada directamente. Assim, o emissor de Q 2

terá uma tensão V E2 dada por

de emissor de Q 2 está polarizada directamente. Assim, o emissor de Q 2 terá uma
o emissor de Q 2 terá uma tensão V E 2 dada por Para a corrente

Para a corrente de emissor de Q 2 , vem: 2 , vem:

2 dada por Para a corrente de emissor de Q 2 , vem: EXEMPLO 5.11 Uma

EXEMPLO 5.11

Para a corrente de emissor de Q 2 , vem: EXEMPLO 5.11 Uma vez que o
Para a corrente de emissor de Q 2 , vem: EXEMPLO 5.11 Uma vez que o

Uma vez que o colector está ligado à massa através de R C2 , é possível que Q 2 esteja em modo activo. Admitindo que assim é, determine-se I C2 :

activo . Admitindo que assim é, determine-se I C 2 : A tensão de colector de
activo . Admitindo que assim é, determine-se I C 2 : A tensão de colector de
activo . Admitindo que assim é, determine-se I C 2 : A tensão de colector de

A tensão de colector de Q 2 será então:

I C 2 : A tensão de colector de Q 2 será então: que é menor

que é menor do que V B2 em 0,98 V. Assim, Q 2 está em modo activo, como admitído.

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SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

Cont Cont .) .) SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .)

EXEMPLO 5.11

.) SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .) EXEMPLO 5.11 É

É importante nesta altura determinar o erro cometido ao desprezar-se I B2 . O valor de I B2 é dado por

desprezar-se I B 2 . O valor de I B 2 é dado por que é,

que é, na verdade, muito menor do que I C1 (1,28 mA). Pode-se, no entanto, se se desejar obter uma solução mais aproximada, repetindo os cálculos com I B2 = 0,028 mA.

Os novos valores são:

Corrente em R C1

2 = 0,028 mA. Os novos valores são: Corrente em R C 1 Nota: Os valores
2 = 0,028 mA. Os novos valores são: Corrente em R C 1 Nota: Os valores
2 = 0,028 mA. Os novos valores são: Corrente em R C 1 Nota: Os valores

Nota: Os valores obtidos através da análise aproximada são muito próximos dos valores exactos.

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SOLUSOLUÇÇÃOÃO ((ContCont.).)

Cont Cont .) .) SOLU SOLU Ç Ç ÃO ÃO ( ( Cont Cont .) .)

EXEMPLO 5.11

Nota importante:

Nos exemplos anteriores, usou-se frequentemente um valor rigoroso de α para calcular a corrente de colector. Uma vez que α 1, o erro cometido ao tomar α = 1 e, consequentemente, i C = i E , será muito pequeno.

consequentemente, i C = i E , será muito pequeno. Fig. 5.40 ELECTR ELECTR Ó Ó
Fig. 5.40
Fig. 5.40

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PolarizaPolarizaççãoão dede circuitoscircuitos amplificadoresamplificadores comcom BJTBJT´´ss

O objectivo da polarização é o de estabelecer uma corrente constante no colector do BJT.

O objectivo da polarização é o de estabelecer uma corrente constante no colector do BJT.

Esta corrente deve ser calculável, previsível e insensível às variações da temperatura e à grande dispersão dos valores de β que se verifica para transístores do mesmo tipo. β que se verifica para transístores do mesmo tipo.

Uma outra importante consideração no projecto de polarização, é a localização do ponto de polarização dc na característica i C – v CE , de modo a permitir máxima excursão do sinal de saída.

Nesta secção, vamos analisar os métodos clássicos de resolver o problema da polarização em circuitos com transístores discretos.

vamos analisar os métodos clássicos de resolver o problema da polarização em circuitos com transístores discretos.
vamos analisar os métodos clássicos de resolver o problema da polarização em circuitos com transístores discretos.
Antes de apresentar os esquemas de “boa” polarização, deve ser assinalado o porquê de dois

Antes de apresentar os esquemas de “boa” polarização, deve ser

assinalado o porquê de dois arranjos óbvios não serem adequados.

o porquê de dois arranjos óbvios não serem adequados . Primeiro , tentar polarizar o BJT

Primeiro, tentar polarizar o BJT fixando a tensão V BE através de, por

exemplo, o uso de um divisor de tensão a partir de V CC , como ilustrado

na figura 5.43(a), constitui uma aproximação não viável: A relação

exponencial muito pronunciada i C – v BE , significa que, por menor que

sejam as diferenças (inevitáveis) em v BE , em relação ao valor

desejado, tem como resultado grandes variações em I C e em V CE .

Fig. 5.43
Fig. 5.43

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PolarizaPolarizaççãoão dede circuitoscircuitos amplificadoresamplificadores comcom BJTBJT´´ss

Segundo, polarizar o BJT estabelecendo uma corrente constante na base , como mostrado na figura , polarizar o BJT estabelecendo uma corrente constante na base, como mostrado na figura 5.43(b), onde I B (V CC – 0.7) / R B , também não é uma aproximação recomendada.

As grandes variações verificadas no β β β β para transístores do mesmo tipo , resultam grandes variações verificadas no ββββ para transístores do mesmo tipo, resultam em grandes variações em I C e consequentemente em V CE .

variações em I C e consequentemente em V C E . Fig. 5.43 ELECTR ELECTR Ó
Fig. 5.43
Fig. 5.43

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PolarizaPolarizaççãoão dede circuitoscircuitos amplificadoresamplificadores comcom BJTBJT´´s