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JUNHO / 2008

JUNHO / 2008 48 GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A) JÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIOR LEIA

48

JUNHO / 2008 48 GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A) JÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIOR LEIA

GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A)GEOLÓGO(A) JÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIOR

JÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIORJÚNIOR LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 Você recebeu

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

01 Você recebeu do fiscal o seguinte material:

-

 

a) este caderno, com o enunciado das 70 questões das Provas Objetivas, sem repetição ou falha, assim distribuídas:

 

LÍNGUA

LÍNGUA

 

INFORMÁTICA

CONHECIMENTOS

 

PORTUGUESA II

INGLESA I

ESPECÍFICOS

Questões

Pontos

Questões

Pontos

Questões

Pontos

Questões

Pontos

1 a 10

1,0

11 a 20

 

1,0

21 a 25

1,0

26

a 40

1,3

 

41

a 55

1,7

56

a 70

2,0

b) 1 CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas às questões objetivas formuladas nas provas.

02 Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal.

-

03 Após a conferência, o candidato deverá assinar no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, preferivelmente a caneta esferográfica de tinta na cor preta.

-

04 No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica de tinta na cor preta, de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras; portanto, preencha os campos de marcação completamente, sem deixar claros.

-

 

Exemplo:

A

C

D

E

05 Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.

-

06 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.

-

07 As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.

-

 

08 SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que:

-

 

a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;

b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.

09 Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no Caderno de Questões NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.

-

10 Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES E O CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE PRESENÇA. Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mesmas. Por razões de segurança, o candidato não poderá levar o Caderno de Questões, a qualquer momento.

-

11 O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS.

-

12 As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das provas na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).

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  LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz,
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  LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz,
 

LÍNGUA PORTUGUESA II

TEMPO DE ESCOLHER

“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”

 

(Albert Schweitzer)

 

Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas

 

5

não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.

1

0

Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um caminho: escolher.” Acredito que quase todas as pessoas passam ao

1

5

longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão clara, específica

 

e

irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a

vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas

2

0

talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência. Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito

2

5

duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili- dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi- lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.

3

0

PRAZER E VOCAÇÃO

 

Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe- doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas

em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse

3

5

o

contrário, porém, refletindo, passei a compreender que

 

quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos

4

0

hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã. Todavia, é indiscutivelmente importante aliar prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que

 

reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida

4

5

literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade.( )

Escolhas são feitas com base em nossas prefe- rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-

5

0

vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio. O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-

5

5

lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir

6

0

riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das conseqüências Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é

6

5

postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura meramente defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.

7

0

Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio- nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.

7

5

Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio caminho para o fim. Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com paixão?”.

8

0

QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?

 

COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)

1

De acordo com o texto, uma característica apresentada pela

vida, que NÃO é justificativa para a necessidade de se fazer escolhas, é

(A)

irreversibilidade.

(B)

irregularidade.

(C)

instabilidade.

(D)

imprevisibilidade.

(E)

mutabilidade.

2

Semanticamente, o pensamento de Albert Schweitzer está ratificado no

(A)

1 o parágrafo - 1 o período.

(B)

1 o parágrafo - 2 o período.

(C)

2 o parágrafo - 1 o período.

(D)

3 o parágrafo - 1 o período.

(E)

4 o parágrafo - 2 o período.

- 1 o período. (E) 4 o parágrafo - 2 o período. 3 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
- 1 o período. (E) 4 o parágrafo - 2 o período. 3 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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- 1 o período. (E) 4 o parágrafo - 2 o período. 3 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
- 1 o período. (E) 4 o parágrafo - 2 o período. 3 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br

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3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento
3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento
3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento

3

O

substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati-

tude do profissional num momento crucial de decisão é

(A)

flexibilidade.

(B)

transigência.

(C)

determinação.

(D)

arrojo.

(E)

retroação.

4

No oitavo parágrafo do texto, os sentidos de “armadilhas”

(l. 54-55) e de “benefício” (l. 59), respectivamente, no contex-

to

em que se inserem, são

(A)

enganos e risco.

(B)

impasses e proteção.

(C)

dificuldades e conhecimento.

(D)

certezas e sucesso.

(E)

dúvidas e prazer.

5

Quanto ao tipo, o texto classifica-se predominantemente, como

(A)

expositivo.

(B)

injuntivo.

(C)

descritivo.

(D)

narrativo.

(E)

argumentativo.

6

Com base nas idéias apresentadas no oitavo parágrafo, qual interpretação está correta?

(A)

As armadilhas levam às escolhas cujas conseqüências dependem das ponderações feitas anteriormente às decisões.

(B)

As armadilhas geradas pelas escolhas traduzem as ponderações exigidas pelas conseqüências das decisões.

(C)

As decisões originam as ponderações feitas para as escolhas cujas armadilhas se traduzem pelas conse- qüências.

(D)

As conseqüências das decisões tomadas retratam as ponderações estabelecidas pelas armadilhas impostas pelas escolhas.

(E)

As ponderações sobre as escolhas feitas geram as armadilhas que traduzem as conseqüências das decisões.

7

Em relação às idéias apresentadas no fragmento “Prazer e Vocação”, assinale a afirmativa IMPROCEDENTE.

(A)

Nem sempre as preferências implicam segurança.

(B)

No campo profissional, a solução para vários problemas não está numa decisão radical.

(C)

A vocação é um dom que se adquire com o tempo, ao longo da vida.

(D)

Profissionalmente, a mediocridade é um problema que não pode ser contornado.

(E)

Muitas escolhas têm a perda como contraponto.

8

Assinale a opção em que a seqüência de verbos NÃO pode ser considerada uma locução verbal.

(A)

“Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos ”

(l.

22-23)

(B)

(C)

“Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.” (l. 27-29) “

apenas procurarmos fazer o que gostamos,” (l. 37-38)

se

(D)

“Escolhas são feitas com base em nossas preferências.”

(l.

48-49)

(E)

O que teria acontecido

(l. 57-58)

9

Na passagem “Você troca segurança por desafio,” (l. 23-24),

substituindo-se o verbo destacado pelo verbo preferir, segun- do o registro culto e formal da língua, teremos:

(A)

Você prefere mais segurança que desafio.

(B)

Você prefere muito mais segurança à desafio.

(C)

Você prefere mais segurança a desafio.

(D)

Você prefere segurança do que desafio.

(E)

Você prefere segurança a desafio.

10

As palavras destacadas em “mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.” (l. 4-5) e “Quando um ho- mem morria,” (l. 77-78) podem ser substituídas, respectiva- mente, sem alteração de sentido, por

(A)

visto que e Antes que.

(B)

porquanto e Posto que.

(C)

entretanto e Depois que.

(D)

portanto e de À medida que.

(E)

de sorte que e Visto que.

(D) portanto e de À medida que. (E) de sorte que e Visto que. 4 GEÓLOGO(A)
(D) portanto e de À medida que. (E) de sorte que e Visto que. 4 GEÓLOGO(A)
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(D) portanto e de À medida que. (E) de sorte que e Visto que. 4 GEÓLOGO(A)
(D) portanto e de À medida que. (E) de sorte que e Visto que. 4 GEÓLOGO(A)

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  LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better
  LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better
  LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better
 

LÍNGUA INGLESA I

Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better

 

The legend is that Brazil never lives up to its vast potential. When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in 1941 of his new home that it was the “country of the future”, popular humour quickly added “and it always will be”. More

 

5

recently, when Goldman Sachs classified Brazil together with Russia, India and China as the “BRIC” countries that collectively represent the world’s economic future, there was much complaining that its mediocre rate of economic growth condemned it to be an intruder in such dynamic

1

0

company. Yet there are reasons to believe that South America’s economic powerhouse of 190 million people is starting to count in the world. Economic growth has risen steadily, to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—

1

5

but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese rates of growth in the third quarter of the 20th century. That was when it was almost as poor as China. It is much harder for a middle-income country, as Brazil now is, to grow at such rates. And now it looks as if Brazil will

2

0

become an oil power, too. Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and high oil prices, a collapse that obliged its then military government to give way to civilian rule. The early years of restored democracy saw chronic inflation, economic torpor

2

5

and political drift. In the past decade and a half, however, under reforming democratic governments, Brazil has conquered inflation, opened a protected economy to the world and begun to tackle its social problems. Poverty and inequality are falling steadily.

3

0

All this has gradually created a new mood among business people. Brazilian companies, traditionally inward-looking family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise funds, in many cases to finance expansion abroad. Some, such as Vale, the world’s second-biggest mining company,

3

5

and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft, both privatised in the 1990s, are well-known. A string of others are about to become so. Many of these companies are linked to agribusiness or other primary commodities. Additionally, some economists

4

0

argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in which the industrialisation of Asia and the rise of a new middle class in the developing world will keep commodity prices high. Besides, Brazil produces more than just soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And

4

5

its newly discovered offshore fields of oil and natural gas may turn out to be bigger than those in the North Sea in the 1960s.

Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken

5

0

an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s structural problems. These difficulties include an oppressive tax system and a labour code that makes firms cautious in hiring. Between them these have confined some 40% of the workforce to the informal economy.

5

5

Compared with its past, Brazil is indeed doing much better. But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should ask themselves why so many other countries have made bigger returns from a much smaller natural endowment.

Apr 17th 2008 From The Economist print edition

11

According to Paragraph 1 (lines 1-10), Brazil

(A)

is not allowed to explore its abundant natural resources.

(B)

will never be ranked with countries such as Russia, India and China.

(C)

will never be a country of the future due to its accelerated economic growth.

(D)

was considered to be a promising land by the Austrian writer Stefan Zweig.

(E)

is condemned to play a small part among the most powerful nations of the world.

12

The sentence “Yet there are reasons to believe that South America’s economic powerhouse of 190 million people is

starting to count in the world.” (lines 11-13), which introduces Paragraph 2,

(A)

confirms that the several critics of Brazil were right in their predictions.

(B)

justifies why Brazil could not be added to the group of “BRIC” countries.

(C)

explains why Brazil should depend on South American economic powers.

(D)

criticizes Brazil’s low rate of economic growth, compared to Chinese rates.

(E)

contradicts the criticism that Brazil would not have a role in the world’s economic future.

13

According to Paragraph 2 (lines 11-20),

(A)

China has been growing faster than Brazil lately.

(B)

Brazil is, currently, as poor as China and needs to grow faster.

(C)

Brazil and China have 190 million economically active people.

(D)

Brazil had similar growth rates as China’s in the early 20 th century period.

(E)

Brazil and China have both reached equal levels of income for their populations.

and China have both reached equal levels of income for their populations. 5 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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and China have both reached equal levels of income for their populations. 5 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished
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14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished

14

Which alternative contains a correct correspondence of meaning?

(A)

“restored” (line 24) and reestablished are antonyms.

(B)

“tackle” (line 28) and deal with are synonyms.

(C)

“shift” (line 40) is the opposite of change.

(D)

“newly” (line 45) and recently are not synonyms.

(E)

“confined” (line 53) means the same as released.

15

Check the option in which the phrase is INCORRECTLY explained.

(A)

“South America’s economic powerhouse” (lines 11-12) = the economic powerhouse of South America.

(B)

“traditionally inward-looking family-owned affairs”

(lines 31-32) = affairs owned by traditional families who look inwards.

(C)

“the world’s second-biggest mining company” (line 34) =

a

mining company that is the second biggest one in the

 

world.

(D)

“third-largest maker of civilian aircraft” (line 35) = a civilian

aircraft maker that is the third largest one.

(E)

“newly discovered offshore fields of oil and natural gas” (line 45) = fields of oil and natural gas that are offshore and that have been newly discovered.

16

In terms of reference, it is correct to affirm that

(A)

“its” (line 8) refers to “world’s” (line 7).

(B)

“That” (line 14) refers to “year” (line 14).

(C)

“this” (line 30) refers to “new mood” (line 30).

(D)

“others” (line 37) refers to “business people” (lines 30-31).

(E)

“those” (line 46) refers to “fields” (line 45).

17

The only item where the boldfaced word may be replaced by furthermore is

(A)

“In the past decade and a half, however, under reforming democratic governments, Brazil has conquered inflation,” (lines 25-27)

(B)

“Some, such as Vale, the world’s second-biggest mining company,” (lines 33-34)

(C)

Additionally, some economists argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift,” (lines 39-40)

(D)

“Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.” (line 55)

(E)

But before oil euphoria kicks in,” (line 56)

18

According to Paragraph 6 (lines 48-54), oil can be considered a cause of concern because

(A)

economic problems can weaken Brazil’s ability to explo- re the new oil resources.

(B)

Brazil’s newly discovered oil resources are not as big as the experts previously expected.

(C)

the current oil drilling technology is not appropriate for the extraction of all the oil discovered.

(D)

the nation’s leaders might forget the structural problems

in

the euphoric scenario of new oil sources.

(E)

the heavy taxation of oil products might maximize the economic returns of drilling the recently discovered oil

wealth.

19

The fragment “Brazil’s leaders should ask themselves why so many other countries have made bigger returns from a much smaller natural endowment.” (lines 56-58) means that Brazil’s leaders

(A)

should not concern themselves about why other countries have been more lucrative than Brazil.

(B)

may be in doubt whether it is true that Brazil will eventually make as much money as countries with vast of natural resources.

(C)

might speculate if Brazil could make more gains if it made a better use of its scarce natural gifts.

(D)

would rather investigate how some countries that are not as rich as Brazil find the means to survive.

(E)

had better analyze why countries with fewer natural resources than Brazil have been more profitable.

20

The text as a whole is both

(A)

pessimistic and sarcastic.

(B)

optimistic and enthusiastic.

(C)

argumentative and watchful.

(D)

persuasive and comforting.

(E)

hopeless and terrifying.

INFORMÁTICA

21

Suponha que um usuário esteja editando dois documentos, chamados doc1 e doc2, utilizando a versão em português

do aplicativo Microsoft Word 2003 com suas configurações padrões. Uma possível forma de o usuário reproduzir no doc2 uma parte contínua de texto contido no doc1, sem alterar o doc1, é

(A)

recortar o texto desejado no doc1 e colar no doc2.

(B)

recortar o texto desejado no doc1 e copiar no doc2.

(C)

colar o texto desejado no doc1 e copiar no doc2.

(D)

copiar o texto desejado no doc2 e colar no doc1.

(E)

copiar o texto desejado no doc1 e colar no doc2.

22

Considere o editor de textos Microsoft Word 2003 em portu- guês com suas configurações padrões. Qual opção de menu o usuário deve acionar para aumentar o tamanho da fonte de um texto previamente selecionado?

(A)

Formatar => Fonte

(B)

Formatar => Parágrafo

(C)

Formatar => Revelar formatação

(D)

Formatar => Bordas e sombreamento

(E)

Editar => Dimensões

Formatar => Bordas e sombreamento (E) Editar => Dimensões 6 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
Formatar => Bordas e sombreamento (E) Editar => Dimensões 6 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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Formatar => Bordas e sombreamento (E) Editar => Dimensões 6 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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23 27 Considere o aplicativo Microsoft Excel 2003 em português com suas configurações padrões. Um
23 27 Considere o aplicativo Microsoft Excel 2003 em português com suas configurações padrões. Um
23 27 Considere o aplicativo Microsoft Excel 2003 em português com suas configurações padrões. Um

23

27

Considere o aplicativo Microsoft Excel 2003 em português com suas configurações padrões. Um usuário que deseja

A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas das ações de três empresas dos setores de petróleo e química. Os dados referem-se às últimas 80 semanas.

atribuir à célula C1 o valor da célula B1 subtraído do valor da célula A1 deve, na célula C1, especificar a seguinte fórmula:

 

Empresas

(A)

B1 A1

(B)

=B1 A1

Medidas estatísticas

 

A

B

C

(C)

C1=B1 A1

(%)

 

(%)

(%)

(D)

C1=B$1 A$1

 
 

(E)

SUB(B1, A1)

Rentabilidade média semanal Desvio padrão Rentabilidade mínima Rentabilidade máxima

0,5

0,6

0,4

 

3,5

3,9

2,8

24

7,6

 

9,2

5,1

Suponha que um usuário esteja editando uma planilha de cálculo utilizando a versão em português do aplicativo Microsoft Excel 2003 com suas configurações padrões. Uma possível forma de o usuário mesclar duas células adjacentes é selecionar

(A)

11,9

10,3

8,2

Considere as afirmações derivadas das estatísticas acima.

I

- O coeficiente de variação das ações da empresa A é o mesmo que o das ações da empresa C.

 

as duas células, selecionar a opção de formatar célula e marcar a opção que indica que as duas células devem ser mescladas.

II

-

A rentabilidade média das ações da empresa B é maior do que as das demais e apresenta menor dispersão relativa, ou seja, menor risco.

(B)

uma das células e selecionar a opção editar dimensões da célula para configurá-las de modo a abranger a ou- tra célula.

III

- A rentabilidade média das ações da empresa C é menor do que as das demais e apresenta menor dispersão relativa, ou seja, menor risco.

(C)

a opção inserir fórmula, escolher a fórmula mesclar e adicionar como argumento as duas células.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões)

(A)

I, apenas.

 

(D)

a opção de inserir mescla de células e adicionar as duas células a serem mescladas.

(B)

I e II, apenas.

(C)

I e III, apenas.

(E)

a opção de configurar planilha e indicar que aquelas duas células devem ser unificadas como um único objeto.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

25

28

Suponha que um usuário esteja editando uma apresenta- ção, chamada pres1, utilizando a versão em português do aplicativo Microsoft PowerPoint 2003 com suas configura- ções padrões. Uma possível opção para o usuário inserir um novo slide em pres1 é selecionar a opção

 

A

Q P D N C E
Q
P
D
N
C
E

(A)

Arquivo => Novo….

(B)

Inserir => Novo arquivo…

(C)

Inserir => Novo slide

(D)

(E)

Formatar => Apresentação

Editar => Slides

 
 

M

B

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Uma pirâmide reta de base quadrada tem todas as suas arestas iguais a k. Um plano , perpendicular à base BCDE, corta as arestas laterais AB e AC em seus respectivos pon- tos médios, P e Q. Determine o volume do sólido BMPQNC.

BCDE, corta as arestas laterais AB e AC em seus respectivos pon- tos médios, P e
 

26

Em um concurso público serão chamados para contratação imediata 20% dos candidatos com as maiores notas. As notas obtidas seguem uma distribuição normal com média 5,5 e desvio padrão 3. A nota mínima para que o candidato seja chamado para contratação imediata é, aproximadamente,

(A)

3 5k 2
3
5k
2

(B)

3 5k 2
3
5k
2
 

192

 

96

(C)

3 k 2
3
k
2

(D)

3 k 2
3
k
2
 

(A)

7,0

24

 

96

(B)

7,5

3 k 2
3
k
2
 

(C)

8,0

(E)

(D)

8,5

192

(E)

9,0

3 k 2   (C) 8,0 (E) (D) 8,5 192 (E) 9,0 7 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
3 k 2   (C) 8,0 (E) (D) 8,5 192 (E) 9,0 7 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
7
7
3 k 2   (C) 8,0 (E) (D) 8,5 192 (E) 9,0 7 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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29 Um observador está em uma torre de observação, a uma altura H do terreno
29 Um observador está em uma torre de observação, a uma altura H do terreno
29 Um observador está em uma torre de observação, a uma altura H do terreno

29

Um observador está em uma torre de observação, a uma altura H do terreno local. Do alto da torre, o observador olha para a linha do horizonte. O ângulo entre a vertical e a direção em que o observador olha mede . Desprezando-se a altura do observador, determine o raio da Terra, conside- rando-a esférica.

(A)

(C)

(E)

h

cos

h

sen

1

h

cos

sen

1

sen

(B)

(D)

h

sen

cos

h

sen

1

sen

30

Considere as retas r e s do espaço IR 3 dadas por

r: e As retas r e s são (A) coincidentes. (B) concorrentes. (C) paralelas. (D)
r:
e
As retas r e s são
(A)
coincidentes.
(B)
concorrentes.
(C)
paralelas.
(D)
reversas e ortogonais.
(E)
reversas não ortogonais.

s:

reversas e ortogonais. (E) reversas não ortogonais. s: 31 Em um supermercado são vendidas 5 marcas

31

Em um supermercado são vendidas 5 marcas diferentes de refrigerante. Uma pessoa que deseje comprar 3 latas de refrigerante, sem que haja preferência por uma determinada marca, pode escolhê-las de N formas. O valor de N é

(A)

(B) 10

3

(C) 15

(D) 35

(E) 125

32

A soma dos n primeiros termos da progressão aritmética

(4,7,10,13

)

é 1.425. É correto afirmar que n é

(A)

primo.

(B)

múltiplo de 4.

(C)

múltiplo de 6.

(D)

múltiplo de 7.

(E)

múltiplo de 8.

33

Os esforços tectônicos distensivos atuantes na crosta continental podem resultar na quebra da crosta e desenvolver vales em rifte sobre os quais depositam-se sedimentos e, muitas vezes, rochas magmáticas sob a forma de diques e derrames. Esse estágio tectônico caracteriza-se por apresentar estruturas do tipo

(A)

falhas normais. falhas inversas. falhas de empurrão. dobras de empurrão. dobras simétricas.

(B)

(C)

(D)

(E)

34

Nas bacias sedimentares brasileiras das margens leste e sudeste são identificadas inúmeras falhas de transferência. São falhas

(A)

normais, com mergulho voltado para a parte profunda das bacias.

(B)

normais, com mergulho voltado para o continente.

(C)

inversas, provocadas por eventos compressionais.

(D)

transcorrentes, originadas durante o rifteamento continental.

(E)

de empurrão, desenvolvidas no estágio rifte das bacias marginais.

35

Ao se analisar a evolução sedimentar de uma bacia, um dos exemplos mais representativos da interação tectônica x sedimentação pode ser mostrado pelo desenvolvimento das bacias

(A)

de interior continental ou intracratônicas.

(B)

de margens compressionais.

(C)

marginais iniciadas por rifteamento.

(D)

originadas por esforços transtensionais.

(E)

originadas por esforços transpressionais.

36

A

classificação de bacias sedimentares proposta por

Kleme (1980), com base na Tectônica de Placas, utilizou os seguintes critérios:

I

- tipo de crosta e posição da bacia em relação aos limites das placas;

II

-

forma e idade da bacia;

III - ocorrência de um ou mais ciclos deposicionais;

IV - ocorrência de hidrocarbonetos.

Estão corretos os critérios

(A)

I e II, apenas.

(B)

III e IV, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 8
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 8
8
8
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 8
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 8

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37 Na figura abaixo, estão representadas as estruturas: falhas normais, falhas transcorrentes, falhas de empurrão
37 Na figura abaixo, estão representadas as estruturas: falhas normais, falhas transcorrentes, falhas de empurrão
37 Na figura abaixo, estão representadas as estruturas: falhas normais, falhas transcorrentes, falhas de empurrão

37

Na figura abaixo, estão representadas as estruturas: falhas normais, falhas transcorrentes, falhas de empurrão e eixo de dobra.

de bacias sedimentares
de bacias sedimentares

RAJA GABAGLIA. Guilherme P.; MILANI, Edison José. Origem e evolução

. Rio de Janeiro: Ed. Gávea, 1990.

Analisando detalhadamente os esforços sigma 1 (máximo), sigma 2 (intermediário) – situado na vertical – e sigma 3 (mínimo), pode-se afirmar que a representação está correta para

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

o eixo de dobra, apenas.

as falhas normais, apenas.

as falhas transcorrentes, apenas.

as falhas de empurrão e eixo de dobra, apenas.

todas as estruturas.

38

Os estilos estruturais compressivos, distensivos e transcorrentes desenvolvem-se, preferencial e respectivamente, nos se- guintes limites das placas tectônicas:

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

divergentes, conservativos e convergentes.

divergentes, conservativos e divergentes.

convergentes, conservativos e divergentes.

convergentes, divergentes e conservativos.

conservativos, convergentes e divergentes.

39

Ao longo do plano de que tipo de falha ocorrem os estilos estruturais transpressionais e transtensionais?

(A)

Empurrão

(B)

Transcorrente

(C)

Inversa

(D)

Normal

(E)

Normal e inversa

(C) Inversa (D) Normal (E) Normal e inversa 9 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
(C) Inversa (D) Normal (E) Normal e inversa 9 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
9
9
(C) Inversa (D) Normal (E) Normal e inversa 9 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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40 Nas figuras de Anderson (1951), apresentadas a seguir, denominaram-se (a), (b) e (c) os
40 Nas figuras de Anderson (1951), apresentadas a seguir, denominaram-se (a), (b) e (c) os
40 Nas figuras de Anderson (1951), apresentadas a seguir, denominaram-se (a), (b) e (c) os

40

Nas figuras de Anderson (1951), apresentadas a seguir, denominaram-se (a), (b) e (c) os esforços compressivos máximo (sigma I), intermediário (sigma II) e mínimo (sigma III), respectivamente.

(a) (b) (c) (b) (c) III (a) (a) II (c) (b) I as direções desses
(a)
(b)
(c)
(b)
(c)
III
(a)
(a)
II
(c)
(b)
I
as direções desses esforços na(s) figura(s)
(B)
II,
apenas.
(D)
II e III, apenas.

III, apenas.

I, apenas.

I, II e III.

transicionais e dobras compressionais.

predominantemente marinhos e falhas inversas.

predominantemente carbonáticos e falhas de empurrão.

predominantemente continentais e falhas normais.

predominantemente evaporíticos com dobras sintectônicas.

evoluído para semi-grabens descontínuos e limitados por falhas de transferência.

com sedimentos continentais e vulcanismo associado.

com pronunciados eventos compressionais.

com amplas e marcantes discordâncias sedimentares.

que evoluiu para bacias marginais.

RAJA GABAGLIA. Guilherme P.; MILANI, Edison José. Origem e evolução de bacias Fonte: ??????????????????????? sedimentares. Rio de Janeiro: Ed. Gávea, 1990.

Observando-se as figuras, pode-se afirmar que estão corretas

(A)

(C)

(E)

41

As bacias sedimentares formadas por riftes apresentam, como características sedimentares e estruturais, sedimentos

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

42

As bacias rifte do Recôncavo, do Tucano e de Jatobá são consideradas como resultantes de sistema de riftes

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

são consideradas como resultantes de sistema de riftes (A) (B) (C) (D) (E) 10 GEÓLOGO(A) JÚNIOR
são consideradas como resultantes de sistema de riftes (A) (B) (C) (D) (E) 10 GEÓLOGO(A) JÚNIOR
10
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são consideradas como resultantes de sistema de riftes (A) (B) (C) (D) (E) 10 GEÓLOGO(A) JÚNIOR
são consideradas como resultantes de sistema de riftes (A) (B) (C) (D) (E) 10 GEÓLOGO(A) JÚNIOR

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43 A seqüência sedimentar das bacias rifte do Recôncaco, do Tucano e de Jatobá é
43 A seqüência sedimentar das bacias rifte do Recôncaco, do Tucano e de Jatobá é
43 A seqüência sedimentar das bacias rifte do Recôncaco, do Tucano e de Jatobá é
43 A seqüência sedimentar das bacias rifte do Recôncaco, do Tucano e de Jatobá é
43
A
seqüência sedimentar das bacias rifte do Recôncaco, do Tucano e
de Jatobá é constituída, predominantemente, de sedimentos
flúvio-lacustres com horizontes ricos em matéria orgânica. Essa seqüência sedimentar foi abortada durante o
(A)
Senoniano
(B)
(C)
Eoaptiano
(D)
Neocomiano
início do Terciário
(E)
final do Jurássico
44
Mapa geológico-geotectônico do embasamento das Bacias de Barreirinhas - Piauí - Ceará
CORDANI, Umberto G. et al . Estudo preliminar de integração do
brasileiras. Rio de Janeiro: PETROBRAS. CENPES.SINTEP, 1984.
pré-cambriano com os eventos tectônicos das bacias sedimentares
(Série Ciência Técnica Petróleo. Seção: Exploração de petróleo.Publ. n o 15)
Conforme pode ser observado na figura acima, as bacias sedimentares da margem equatorial brasileira apresentam grande
complexidade estrutural, que alia as linhas de fraqueza do embasamento (falhas) que cortam a margem continental em alto
ângulo, associada(s) ao(s) seguinte(s) fator(es):
(A)
desenvolvimento de estruturas de margens compressivas.
(B)
complexidade do desenvolvimento de ambientes deposicionais predominantemente glaciais.
(C)
ocorrência de espessas camadas de sal e estruturação
originada pela deformação do sal.
(D)
desenvolvimento de grandes intrusões e extrusões magmáticas com predominância de falhas de empurrão.
(E)
estágio inicial de rifteamento, com falhas normais, e estágio posterior associado à tectônica transcorrente.
45
A
megasseqüência marinha das bacias marginais do sul, sudeste e nordeste brasileiro iniciou-se com a sedimentação de
espessas seções carbonáticas depositadas em plataformas
(A)
litorâneas de interface de marés.
(B)
marinhas rasas de mar nerítico.
(C)
marinhas de águas batiais.
(D)
marinhas de águas abissais.
(E)
marinhas com grande afluxo de sedimentos clásticos continentais.
(E) marinhas com grande afluxo de sedimentos clásticos continentais. 11 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
(E) marinhas com grande afluxo de sedimentos clásticos continentais. 11 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
11
11
(E) marinhas com grande afluxo de sedimentos clásticos continentais. 11 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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46 I - à não-ocorrência da megasseqüência transicional; II à não-ocorrência da megasseqüência marinha
46 I - à não-ocorrência da megasseqüência transicional; II à não-ocorrência da megasseqüência marinha
46 I - à não-ocorrência da megasseqüência transicional; II à não-ocorrência da megasseqüência marinha
46 I - à não-ocorrência da megasseqüência transicional; II à não-ocorrência da megasseqüência marinha
46
I
-
à não-ocorrência da megasseqüência transicional;
II à não-ocorrência da megasseqüência marinha abissal e batial;
-
III a serem bacias de estágio rifte que não evoluíram para bacias marginais;
-
IV
- a serem constituídas, estratigraficamente, de duas seqüências: seção pré-rifte e seção rifte.
Estão corretos os itens
(A)
I e II, apenas.
(B)
III
e IV, apenas.
(C)
I, II e III, apenas.
(D)
II,
III e IV, apenas.
(E)
I, II, III e IV.
47
As falhas observadas abaixo e acima da discordância têm as
seguintes características:
falhas abaixo
falhas acima
(A)
de empurrão
de crescimento devido à halocinese
(B)
normais
de crescimento devido à halocinese
(C)
normais
devido a esforços compressivos
(D)
transcorrentes
de empurrão
(E)
inversas
normais
48
(A)
são produtoras de petróleo.
(B)
apresentam uma forma elíptica de afloramentos.
(C)
apresentam magmatismo de idade triássica.
(D)
apresentam um ciclo de deposição de evaporitos-carbonatos.
(E)
apresentam bons folhelhos geradores de idade devoniana.

As bacias do Recôncavo, do Tucano e de Jatobá diferenciam-se das bacias marginais das margens sul e sudeste brasileira, no caso, do Espírito Santo, de Campos, Santos e Pelotas, principalmente, no tocante

A figura abaixo mostra uma seção sísmica da Bacia de Campos, onde está representada uma pronunciada discordância que separa a Megasseqüência Continental (estágio rifte) das megasseqüências sobrepostas (estágios pós-rifte).

RAJAGABAGLIA. Guilherme P.; MILANI, Edison José. Origem e evolução de bacias sedimentares. Rio de Janeiro: Ed. Gávea, 1990.

As bacias sedimentares intracratônicas brasileiras incluem as Bacias do Paraná, Parnaíba, Amazonas e Solimões. Elas

compreendem uma sucessão sedimentar de idade predominantemente paleozóica, que apresenta similaridades em termos de pacote sedimentar e em pronunciadas discordâncias sedimentares. Uma característica comum às quatro bacias é que

sedimentares. Uma característica comum às quatro bacias é que 12 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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12
12
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49   O último ciclo deposicional de Idade Paleozóica das bacias intracratrônicas brasileiras (Paraná,
49   O último ciclo deposicional de Idade Paleozóica das bacias intracratrônicas brasileiras (Paraná,
49   O último ciclo deposicional de Idade Paleozóica das bacias intracratrônicas brasileiras (Paraná,

49

 

O

último ciclo deposicional de Idade Paleozóica das bacias

intracratrônicas brasileiras (Paraná, Parnaíba, Amazonas e

Solimões) ocorreu do Permiano Superior ao Triássico Inferior e foi constituído de

(A)

red beds continentais que marcaram o início da aridez das bacias intracratônicas brasileiras.

(B)

intercalações de rochas vulcânicas com red beds areno- sos.

(C)

depósitos carbonáticos de águas plataformais rasas.

(D)

arenitos e siltitos depositados em ambientes deltaicos.

(E)

espessas seqüências de folhelhos ricos em matéria orgânica.

50

Os sistemas deposicionais siliciclásticos são aqueles cons- tituídos, predominantemente, por minerais e fragmentos de rochas que foram transportados e sedimentados num deter- minado sítio deposicional. Dentre esses, podem ser incluí- dos os sistemas

I - fluvial;

II - glacial;

III - eólico;

IV - turbidítico;

V

-

litorâneo de praia;

VI

- nerítico.

Estão corretos os sistemas

(A)

I e II, apenas.

(B)

III e IV, apenas.

(C)

I, II, III e IV, apenas.

(D)

II, IV, V e VI, apenas.

(E)

I, II, III, IV, V e VI.

51

O

termo fácies é aplicado para um corpo de rocha caracteri-

zado por uma combinação específica de litologia e estrutu- ras físicas e biológicas que o diferenciam dos corpos de ro- cha adjacentes. No caso do estudo das fácies de um siste- ma deposicional siliciclástico, busca-se identificar os tipos

de rocha que correspondem a certos ambientes deposicionais

e,

assim, interpretar o ambiente deposicional que as gera-

ram. Assim, num sistema deposicional siliciclástico seria comum a ocorrência de:

I - arenitos eólicos associados a arenitos de praia;

II - arenitos fluviais associados a sedimentos argilosos de mar profundo;

III

-

turbiditos associados a seqüências de folhelhos;

IV

- rochas intrusivas associadas a rochas extrusivas.

Estão corretos os itens

(A)

I e III, apenas.

(B)

II e IV, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

52

Os sistemas deposicionais carbonáticos são formados de rochas sedimentares que incluem diversos tipos de carbo- natos: calcita, dolomita, siderita, magnesita, etc. Dentre os ambientes deposicionais formadores de tais rochas, NÃO podem ser citados os depósitos

(A)

marinhos de água rasa.

(B)

marinhos de água profunda.

(C)

fluviais de barras em pontal.

(D)

de bacias evaporíticas.

(E)

de água doce de lago.

53

As fácies de rochas sedimentares encontradas em sistemas

deposicionais carbonáticos diferenciam-se umas das outras

pela(o)

I -

II - processo de cristalização dos minerais carbonáticos;

III -

IV - composição detrítica ou cristalina dos seus constituintes.

composição dos minerais carbonáticos;

conteúdo fossilífero;

Estão corretos os itens

(A)

I e III, apenas.

(B)

II e IV, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

54

Os sistemas deposicionais evaporíticos são os responsá-

veis pela sedimentação de depósitos salinos formados a partir da evaporação da água do mar em salinas marinhas, lagu- nas e mares reliquiares. Dentre as condições mais propícias para a formação de evaporitos, NÃO devem ser incluídos

(A)

locais com limitada circulação de água e clima seco.

(B)

locais onde a evaporação é maior do que a precipitação.

(C)

ambientes marinhos.

(D)

ambientes litorâneos de alta energia.

(E)

lagos desérticos tipo playa.

55

Entende-se por diagênese as mudanças químicas e físicas

(pressão e temperatura) pelas quais os sedimentos soterra- dos são litificados e tranformados em rochas sedimentares. Dentre as apresentadas abaixo, NÃO pode ser considerada um processo diagenético a transformação, sob pressão, de

(A)

silte em siltito.

(B)

areia em arenito.

(C)

calcário em mármore.

(D)

cascalho em conglomerado.

(E)

matéria orgânica em petróleo e carvão.

em conglomerado. (E) matéria orgânica em petróleo e carvão. 13 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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em conglomerado. (E) matéria orgânica em petróleo e carvão. 13 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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56 (a) (B) (D) CONJUNTO DE PARASSEQÜÊNCIAS AGRADACIONAL de acomodação sedimentar, não. as FÁVERA, Jorge
56 (a) (B) (D) CONJUNTO DE PARASSEQÜÊNCIAS AGRADACIONAL de acomodação sedimentar, não. as FÁVERA, Jorge
56 (a) (B) (D) CONJUNTO DE PARASSEQÜÊNCIAS AGRADACIONAL de acomodação sedimentar, não. as FÁVERA, Jorge

56

(a) (B) (D) CONJUNTO DE PARASSEQÜÊNCIAS AGRADACIONAL de acomodação sedimentar, não. as
(a)
(B)
(D)
CONJUNTO DE PARASSEQÜÊNCIAS AGRADACIONAL
de acomodação sedimentar, não.
as

FÁVERA, Jorge C. Della. Fundamentos de estratigrafia Moderna. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 2001.

A

observar desde camadas individuais até espessos pacotes sedimentares numa seção sísmica ou transversal. A unidade

estratigrafia de seqüências foi desenvolvida a partir da estratigrafia sísmica e tem como objetivo permitir aos geólogos

sedimentar fundamental utilizada é a seqüência. Na figura acima,

as letras representam as definições comumente utilizadas

no estudo da estratigrafia de seqüências. Em relação a essas

(A)

(C)

(E)

letras, qual das seguintes afirmações NÃO é correta? (c) é toplap. (f) é downlap.

(a) e (b) são onlap.

(d) e (e) são limites de seqüência.

(g) é truncamento aparente.

57

Van Wagoner et al. 1988.

Em estratigrafia de seqüências, denomina-se parasseqüência

uma sucessão concordante de camadas ou conjunto de cama-

das geneticamente relacionadas, limitadas por superfícies de inundações marinhas. A figura acima representa um conjunto de

parassequências denominado agradacional. Isso significa que

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

a taxa de deposição sedimentar foi superior à taxa de acomodação sedimentar.

a taxa de deposição sedimentar foi inferior à taxa de acomodação sedimentar.

a taxa de deposição sedimentar equilibrou-se com a taxa de acomodação sedimentar.

a taxa de deposição sedimentar sofreu variações e a taxa

não houve variações da taxa de deposição sedimentar e sim da taxa de acomodação sedimentar.

58

Vail et al. (1991) estabeleceram as seguintes magnitudes para

seqüências ou ciclos sedimentares:

I -1 a ordem (> 50 Ma) e 2ª ordem (3 – 50 Ma)

II - 3 a ordem (0,5 – 3 Ma) e 4ª ordem (0,08 – 0,5 Ma)

III

IV

5 a ordem (0,03 – 0,08 Ma) e 6ª ordem (0,01 – 0,03 Ma)

-

- 7 a ordem (< 0,01 Ma)

Estão corretas as magnitudes

(A)

I e III, apenas.

(B)

II e IV, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 14
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 14
14
14
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 14
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 14

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59 No estudo da estratigrafia de seqüências marinhas, denomi- na-se superfície de inundação máxima a
59 No estudo da estratigrafia de seqüências marinhas, denomi- na-se superfície de inundação máxima a
59 No estudo da estratigrafia de seqüências marinhas, denomi- na-se superfície de inundação máxima a

59

No estudo da estratigrafia de seqüências marinhas, denomi- na-se superfície de inundação máxima a superfície

I marcada por pronunciada discordância erosional;

-

II marcada por pronunciada não-deposição de sedimen- tos;

-

III - que separa o trato de sistemas transgressivos do trato de sistemas de mar alto;

IV - desenvolvida na época de transgressão máxima da plataforma.

Estão corretos os itens

 

(A)

I e II, apenas.

(B)

III e IV, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

60

O

código estratigráfico baseia-se, essencialmente, numa

tríade composta pela litoestratigrafia, pela cronoestratigrafia e pela bioestratigrafia. Esta última trata da estratigrafia ba- seada no conteúdo microfossilífero da rocha. Assim, uma unidade bioestratigráfica é definida como a unidade

sedimentar

 

(A)

que contém fósseis de ampla distribuição na escala do tempo geológico.

(B)

caracterizada pelo seu conteúdo fóssil, que a diferencia das unidades adjacentes.

(C)

não limitada por eventos de extinção e/ou aparecimento de fósseis.

(D)

predominantemente constituída de sedimentos arenosos avermelhados.

(E)

depositada em ambiente continental oxidante.

61

As análises bioestratigráficas são preferencialmente

realizadas em determinados tipos de rochas sedimentares, tais como:

(A)

arenitos e conglomerados.

(B)

arenitos, siltitos e folhelhos de coloração vermelha.

(C)

rochas vulcânicas básicas.

(D)

folhelhos e siltitos de coloração escura.

(E)

evaporitos.

62

A

paleoecologia estuda as relações entre os antigos

organismos e os seus paleoambientes deposicionais.

Os estudos paleoecológicos permitem obter importantes informações sobre a

(A)

identificação do paleomagnetismo baseado em direções preferenciais dos minerais magnéticos.

(B)

identificação de paleoambiente deposicional oxidante.

(C)

identificação de paleoambiente deposicional de sedimen- tos clásticos grosseiros.

(D)

identificação de paleoambiente vulcânico.

(E)

reconstituição do paleoambiente deposicional, geomorfológico e climático de determinada unidade sedimentar portadora de microfósseis.

63

A respeito dos métodos de reflexão e refração sísmica,

analise as afirmações a seguir.

I - Os métodos de reflexão e refração sísmica de prospecção de petróleo baseiam-se nas ondas sísmicas geradas artificialmente na superfície do terreno ou da água do mar.

II - O método de reflexão utiliza as reflexões das ondas sísmicas nas camadas sedimentares atravessadas.

III - O método de refração utiliza o registro das primeiras quebras das ondas frontais.

IV - Atualmente, o método de refração é a principal ferramenta de prospecção de petróleo, tanto em terra, como no mar.

Estão corretas as afirmativas

(A)

I e II, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

(B) III e IV, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

64

O método magnetométrico de exploração de recursos mine-

rais baseia-se na medida das diferenças regionais no campo magnético da Terra resultantes de:

I - diferentes concentrações de minerais magnéticos das rochas;

II -

III - diferentes concentrações de calcita e dolomita nos calcários;

IV - variações entre os sais de halita e anidrita dos evaporitos.

variações das estruturas geológicas em subsuperfície;

Estão corretos APENAS os itens

(A)

I e II

(B)

I e III

(C)

II e III

(D)

II e IV

(E)

III e IV

65

De um poço de petróleo podem ser extraídas amostras pontuais de rochas da subsuperfície que foram perfuradas. Para obter informações nas circunvizinhanças do poço, têm sido utilizadas algumas técnicas, tais como:

I detonação de cargas explosivas na superfície e recep- tores instalados em diferentes profundidades do poço;

II instalação de fontes dentro do poço e receptores dentro de outro poço adjacente;

III - tomografia sísmica, utilizada na aplicação do monitoramento dos processos de injeção térmica;

IV - perfilagens elétricas e radioativas.

-

-

Estão corretas as técnicas

(A)

I e III, apenas.

(B)

II e IV, apenas.

(C)

I, II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 15
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 15
15
15
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 15
e III, apenas. (D) II, III e IV, apenas. (E) I, II, III e IV. 15

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66   THOMAS, José Eduardo (org.) Fundamentos de Engenharia de Petróleo . Rio de Janeiro:
66   THOMAS, José Eduardo (org.) Fundamentos de Engenharia de Petróleo . Rio de Janeiro:
66   THOMAS, José Eduardo (org.) Fundamentos de Engenharia de Petróleo . Rio de Janeiro:
66
66
 

THOMAS, José Eduardo (org.) Fundamentos de Engenharia de Petróleo. Rio de Janeiro: Interciência: PETROBRAS, 2001.

O

desenvolvimento moderno da tecnologia de poços

horizontais para a produção de hidrocarbonetos motivou o desenvolvimento da utilização dos dados sísmicos para

determinar a impedância acústica das camadas atravessa- das pelos poços exploratórios. Definiu-se que valores muito baixos de velocidade e impedância acústica são caracte- rísticos de rochas com alta porosidade que, assim, tendem

a

constituir-se em excelentes reservatórios. A figura

apresentada acima, obtida de Sheriff (1992), é ilustrativa da

associação entre a impedância acústica e

(A)

o tipo de rocha.

(B)

a porosidade da rocha.

(C)

a velocidade das rochas.

(D)

a densidade das rochas.

(E)

as rochas magmáticas.

67

Denomina-se sistema petrolífero a conjugação dos even- tos de geração, migração, preenchimento de reservatórios e trapeamento dos hidrocarbonetos presentes numa deter- minada bacia sedimentar. Nas bacias marginais brasilei- ras, as rochas geradoras ocorrem normalmente no estágio rifte de sedimentação e são representadas por

(A)

arenitos turbidíticos intercalados em folhelhos.

(B)

calcários depositados em plataformas carbonáticas.

(C)

folhelhos lacustres ricos em matéria orgânica.

(D)

conglomerados de borda de rifte.

(E)

evaporitos depositados localizadamente na bacia.

68

Os recentes campos de petróleo descobertos em regiões profundas da Bacia de Santos têm sido denominados campos situados em reservatórios pré-sal. É fator importante para a ocorrência desses campos a

(A)

presença de rochas geradoras não encontradas nas regiões mais proximais da bacia.

(B)

presença contínua e espessa da camada de sal como selante do petróleo.

(C)

formação de um tipo de petróleo diferente daquele gerado nas partes mais rasas da bacia.

(D)

existência de um tipo de reservatório em condições muito melhores de permo-porosidade que aqueles encontrados nas partes mais rasas da bacia.

(E)

ação de evento de migração do petróleo ainda não identificado nas regiões mais proximais da bacia.

69

I

III

II

IV

nas regiões mais proximais da bacia. 69 I III II IV SKINNER, Brian J.; PORTER, Stephen
nas regiões mais proximais da bacia. 69 I III II IV SKINNER, Brian J.; PORTER, Stephen
nas regiões mais proximais da bacia. 69 I III II IV SKINNER, Brian J.; PORTER, Stephen
nas regiões mais proximais da bacia. 69 I III II IV SKINNER, Brian J.; PORTER, Stephen

SKINNER, Brian J.; PORTER, Stephen C. The Dynamic Earth:

in introduction to physical geology. 1992.

A figura acima mostra diferentes formas de armadilhamento do petróleo, com a conseqüente formação de um campo produtor. No caso, a(s) imagem(ns) que representa(m) trapeamentos estruturais é(são) APENAS

(A)

(C)

(E)

I IV III e a IV

(B) II

(D)

I e a II

é(são) APENAS (A) (C) (E) I IV III e a IV (B) II (D) I e
é(são) APENAS (A) (C) (E) I IV III e a IV (B) II (D) I e
16
16
é(são) APENAS (A) (C) (E) I IV III e a IV (B) II (D) I e
é(são) APENAS (A) (C) (E) I IV III e a IV (B) II (D) I e

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70 Segundo Magoon & Dow (1994), sistema petrolífero é o estudo da origem, migração e
70 Segundo Magoon & Dow (1994), sistema petrolífero é o estudo da origem, migração e
70 Segundo Magoon & Dow (1994), sistema petrolífero é o estudo da origem, migração e

70

Segundo Magoon & Dow (1994), sistema petrolífero é o estudo da origem, migração e acumulação de petróleo e gás

natural. Esse estudo procura definir as relações entre os elementos geológicos, no tempo e no espaço, requeridos para o desenvolvimento de uma acumulação comercial de petróleo. Dentre esses elementos, NÃO é fundamental que

(A)

haja ocorrência de rocha fonte, reservatório, trapeamento e selante.

(B)

tenha ocorrido a maturação da matéria orgânica da rocha fonte.

(C)

tenha ocorrido o desenvolvimento de falhas ligando a rocha fonte à rocha reservatório.

(D)

tenha ocorrido falha colocando a rocha geradora em contato lateral com a rocha reservatório.

(E)

tenham ocorrido falhas do embasamento que não foram reativadas durante o desenvolvimento tectônico e sedimentar da bacia.

reativadas durante o desenvolvimento tectônico e sedimentar da bacia. 17 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
reativadas durante o desenvolvimento tectônico e sedimentar da bacia. 17 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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reativadas durante o desenvolvimento tectônico e sedimentar da bacia. 17 GEÓLOGO(A) JÚNIOR www.pciconcursos.com.br
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