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O P R I M A D O ABRIL DE 2012. ANO I - NÚMERO

O P R I M A D O

ABRIL DE 2012. ANO I - NÚMERO II INFORMATIVO DA PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO DE LENÇÓIS PAULISTA - ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU

SÃO PAULO DE LENÇÓIS PAULISTA - ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU Celebrações da Semana Santa levam fiéis a
SÃO PAULO DE LENÇÓIS PAULISTA - ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU Celebrações da Semana Santa levam fiéis a

Celebrações da Semana Santa levam fiéis a viver os mistérios centrais da fé cristã

levam fiéis a viver os mistérios centrais da fé cristã PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS
PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS DA NOVA MATRIZ pag. 12

PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS DA NOVA MATRIZ

pag. 12

PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS DA NOVA MATRIZ pag. 12
PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS DA NOVA MATRIZ pag. 12
PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS DA NOVA MATRIZ pag. 12
PARÓQUIA LANÇA CAMPANHA PARA FINALIZAR OBRAS DA NOVA MATRIZ pag. 12

CONFIRA FOTOS DA SEMANA SANTA E COMO A COMUNIDADE SE FEZ PRESENTE pag. 6 e 7

Abril 2012

O PRIMADO

2

Até agora, o esforço da comunidade da Paróquia São

Pedro e São Paulo e de toda

a cidade de Lençóis Paulista

para realizar um sonho antigo, ou seja, construir uma matriz adequada no Núcleo foi muito grande. No entanto, maiores ainda devem ser as forças em- pregadas para que se conclua a segunda etapa da obra, isto é,

o acabamento. Ver aquelas paredes erguidas, a cúpula pronta, o te - lhado colocado, o chão acimen - tado, todo rebocamento que já

foi feito, enfim, ver o prédio da Nova Matriz como está hoje, traz grandes esperanças a to- das as pessoas que decidiram participar desse sonho. Aquilo que no começo parecia uma ilusão, ou mesmo uma utopia, adquiriu forma, altura, largura, comprimento: tornou-se reali - dade, ou tornou-se uma parte dessa realidade. Como toda pessoa que

já construiu uma casa sabe, o

acabamento da obra exige uma carga de esforço tão grande ou

Editorial

Construindo o futuro

até maior do que quando a casa começa a ser levantada.

O que temos a fazer a partir de

agora é transformar essa es - perança que se vislumbra com aquilo que já está pronto em luta por um ideal que não está longe de ser alcançado.

É bonito ver na cidade

que a campanha já está come - çando a dar resultados. As pes -

soas já estão comentando so - bre isso ao ver os outdoors na cidade, as matérias nos jornais, as entrevistas nas rádios. Tam - bém nas redes sociais o assun - to é compartilhado com muita gente elogiando o projeto e sonhando com a Nova Matriz. Um vídeo gravado pelo Côn. Marcelo e postado no Youtu - be, em dois dias apenas, teve centenas de acessos.

A esperança é, portan -

to, coletiva. Precisamos ainda arregaçar nossas mangas e por as mãos na obra. Todos sabem que uma igreja que possui um

prédio bonito não é uma osten - tação. É antes de tudo um es- paço sagrado dedicado Àquele

que merece o melhor de nós:

Deus. Também não é vaidade.

É sim, um espaço de toda co -

munidade que propicia uma espiritualidade centrada e um encontro pessoal com Jesus Ressuscitado, principalmente, pela vivência dos sacramentos.

A construção dessa obra também não é um sonho egoísta. Estamos pensando nas gerações que virão. Nos nossos

filhos e netos que neste lugar sagrado serão batizados, rece - berão 1ª Eucaristia e Crisma.

É lá também que se casarão

e onde levarão os seus filhos para participarem da Santa Missa. É lá que as futuras ge - rações viverão o seu encontro pessoal com Jesus assim como tantos já viveram. É lá que muitos viverão a Reconciliação

com Deus. É LÁ QUE O CÉU SE FARÁ PRESENTE. Queremos desde já preparar nossos filhos não ape- nas para se darem bem nessa vida e serem profissionais de sucesso, mas queremos tam- bém preparar-lhes um lugar

onde possam ir acimentando o seu caminho para a vida eter-

na, começar a construir sua morada no céu desde já atra - vés da intimidade do encontro com Deus. Para isso, precisamos dar a nossa contribuição, não só colaborando financeira- mente, mas também conta - giando outras pessoas para que tomem parte nesse sonho de Deus, nesse sonho de toda comunidade da Paróquia e da cidade que é ver aquele tem-

plo erguido e se possível até o Natal deste ano. Sabemos que temos

força suficiente pra isso, afinal contamos com a força do Res - suscitado que caminha conos - co, contamos com a poderosa intercessão da Virgem Maria e com a assistência das colunas da Igreja, os apóstolos Pedro

e Paulo. O céu espera de nós.

Deus espera que nós possamos dar a Ele um lugar digno onde Ele possa mostrar e manifestar toda sua gratuidade e toda sua misericórdia. Um lugar onde

Ele possa agir na vida daqueles que a Ele entregam seus cora- ções.

Estamos nos utilizan - do de meios humanos como as campanhas, as estratégias de marketing e muitos outros artifícios. Mas sabemos tam - bém conforme diz um Salmo que se “Deus não edificar a nossa casa em vão trabalharão os operários”. Vamos também formar uma poderosa corrente de oração, intercedendo pelo bom êxito dessa obra a fim de que Deus abençoe e dê ânimo àqueles que estão conduzin - do os trabalhos, que toque o coração das pessoas que tem condições de contribuir favo - recendo assim a generosidade coletiva. Não vamos abrir mão das ferramentas espirituais, principalmente da oração. Que todo dia, cada paroquiano in -

terceda por essa causa. Deus quer, a comunidade de - seja, a cidade precisa e você merece!

▪ Con. Marcelo Paes

Nunca duvidei da res - surreição do Senhor Jesus. Nem tão pouco fiz projetos de

vida sem a luz dessa realidade certamente profunda. Uma convicção interior há porque

a experiência que vai além de

uma experiência empírica me possibilita a percorrer os me- andros dos Evangelhos que me constitui um ressuscitado com Cristo todos os dias. É o meu testemunho. Todavia, como esta - mos diante do tema da Res- surreição, não podemos evitar de dizer que a Ressurreição é

dizer da Páscoa do Senhor: sua Paixão, Morte e Ressurreição. Crer na ressurreição é, desde

os inícios, um elemento essen-

cial da fé cristã. É na Páscoa

do Senhor que temos vida. Ele venceu a morte. Está vivo. É

Páscoa todos os dias. Nessa realidade pas - cal, sabemos a partir do en - contro com Jesus Ressuscitado que, de maneira pessoal e de mistério, Ele, o Senhor e Salva - dor, nos une à sua Páscoa. E, nessa realidade unitiva com o

Senhor, nós cristãos, devemos esforçar-nos por nos asseme - lhar a ele, segundo a carta pau - lina remetida aos gálatas, para que conquistemos a figura de Cristo (Gl 4, 19). Nessa perspectiva, participamos da Páscoa do Se- nhor. Pela Sua Páscoa, Jesus “comunicou-Se aos seus discí - pulos, para que também eles, no dom liberdade régia e, por sua abnegação e vida santa, vençam em si mesmos o reino

do pecado” (Lumen Gentium,

36).

Assim quando trata- mos da Páscoa do Senhor não

“PÁSCOA PRA VOCÊ TODO DIA! PÁSCOA PARA TODOS QUE SEGUEM JESUS!”

EXPEDIENTE
EXPEDIENTE

A PÁSCOA NO DIA A DIA

podemos deixar de olhar para essa dimensão régia que so - mos chamados a viver como discípulos e missionários; nes - sa dimensão a totalidade da nossa existência deve estar mergulhada no princípio pas - cal a fim de que sejamos coe- rentes com a nossa profissão de fé no Deus Ressuscitado. Somos um todo de existência e não partes com alguns organis - mos e membros que diferem- -se entre si nem tampouco tem coesão. Somos pascais na totalidade do nosso ser. A Pás - coa do Senhor é nossa e temos indiscutivelmente a razão de seguimento a partir de uma co - erência nos nossos atos, nosso comportamento, nas nossas ideias, como também na nossa postura num mundo plural de ofertas esplendorosas de vida espiritual e material que pode nos atingir gerando frustração

e demência de vida, sendo que

podemos estar acima de uma qualificação maior que real- mente a Páscoa do Senhor nos move a viver. Por isso, reger nos - sa vida cotidiana nesse curto tempo de existência, é reger com a sincera ponderação dos atos, com a qualidade das vir-

tudes que adquirimos pela gra- ça do Sacramento do Batismo no qual fizemos a experiência pascal e, gerar na sociedade,

a vida de abundância de bens

espirituais que Jesus nos trou - xe pela sua Morte, Paixão e Ressurreição. Hoje, portanto, quero transmitir a real certeza que há na nossa vida: Jesus é o cen - tro vital da existência humana, principalmente dos seus segui - dores. Quando submetido ao domínio do Senhorio de Jesus Ressuscitado, submetemos ao

dever intrínseco herdado pelo b a t i s m o (mergu - lho, mor- te, sepul - tamento, ressurrei - ção) de governar a vida, sem deixar-se submergir pelas paixões de - sordenadas, sentimentos tur- vos, reações desmedidas no

cotidiano conflituoso, pois, a Páscoa do Senhor nos tornou participantes da vida Régia do Salvador denominando-nos reis, pois somos capazes de re - ger nossas vidas desprendidos de qualquer escravidão desse mundo.

Páscoa pra você todo dia! Páscoa para todos que se - guem Jesus!

você todo dia! Páscoa para todos que se - guem Jesus! Tema: Jornal O PRIMADO “Parabéns
você todo dia! Páscoa para todos que se - guem Jesus! Tema: Jornal O PRIMADO “Parabéns

Tema: Jornal O PRIMADO

“Parabéns pela iniciativa! Cada vez mais a Igreja precisa estar neste meio evangelizando com novos métodos. Deus abençoe vocês!”

Fernando Montanheiro, por email.

Abril 2012

O PRIMADO

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UMA SEMANA VERDADEIRAMENTE SANTA NA PARÓQUIA

A Semana Maior foi vivenciada pela comunidade paroquial com muita intensidade neste ano de 2012.

▪ Por Paulo Bronzato

Os dias 1º a 8 de abril de 2012 foram realmente es - peciais para todos aqueles que passaram pela Paróquia São Pedro e São Paulo de Lençóis Paulista. Esta semana é consi - derada pela Igreja como sendo a Semana Maior porque den - tro dela se celebram os princi - pais mistérios da fé cristã. A Semana Santa 2012 foi aberta pela Procissão de Ra - mos que saiu da Capela Nossa

e São Paulo, as imagens do

Senhor dos Passos e de Nos -

sa Senhora das Dores saíram cada uma de uma capela da

Paróquia e foram em direção

à Nova Matriz. Também este

evento foi acompanhado por um grande número de pesso - as.

Nesta semana em que os católicos são convidados a um maior engajamento nas atividades que a Igreja propor- ciona, houve também outros momentos fortes. Na segunda,

- ciona, houve também outros momentos fortes. Na segunda, Fiéis portam ramos antes do início da

Fiéis portam ramos antes do início da missa que abre a emana Santa

Senhora de Lourdes e se dirigiu para a Nova Matriz (ver mais detalhes na pág. 4). Quando

terça e quarta-feira da Semana Santa houve missa às 5h30 da manhã. Esse horário foi esco -

os fiéis chegaram até a igreja foi possível ter noção da quan - tidade de pessoas que partici - param daquele momento tão

lhido para permitir que as pes - soas que fossem ao trabalho ou à escola pudessem partici - par. Outro objetivo é realmen -

especial. Todos os outros horá -

te

chamar os fiéis à penitência

rios de missa na Paróquia são

que todos aqueles que parti -

cancelados, ficando apenas a Procissão Solene e a missa do domingo de manhã.

ciparam tiveram que renunciar a um tempinho a mais de sono. Além disso, uma cele -

Uma inovação deste

bração que também marcou

ano foi que as cinco paróquias

esta Semana tão especial foi

de Lençóis Paulista resolveram

o

Ofício das Trevas. Realiza -

conjuntamente não mais rea -

do pela primeira vez de forma

lizar a procissão do Encontro rumo ao Santuário Nossa Se -

completa na Paróquia, esta ce - lebração tem por objetivo levar

nhora da Piedade, mas para

os

fiéis à meditação da Paixão

permitir uma maior participa -

e

Morte de Jesus através da

ção das pessoas, principalmen -

recitação dos Salmos próprios

te as de idade avançada, cada Paróquia da cidade realizou a

da Sexta-feira Santa conforme consta na Liturgia das Horas

sua própria Procissão do En -

que é a oração oficial da Igreja

contro. Na Paróquia São Pedro

à

qual todos os ministros or-

denados e consagrados estão obrigados a rezar diariamente.

O ambiente com a igreja toda

no escuro e apenas algumas velas acesas dava o clima dessa

celebração. Os cantos em gre- goriano acompanhados com o som do órgão levaram a uma

interiorização e ao recolhimen -

to na oração.

Algo que de muito es- pecial acontece na Semana Santa, mas que poucos tem a

oportunidade de participar, é

a chamada Missa do Crisma.

Esta cerimônia acontece obri -

gatoriamente em todas as Ca - tedrais católicas do mundo na manhã da Quinta-Feira Santa, podendo ser adiantada para Quarta-Feira à noite para per- mitir uma maior participação

dos fiéis. Nessa missa, todos os padres renovam suas promes - sas sacerdotais diante do bispo. Na Arquidiocese, esta missa se realizou na Catedral Metropo - litana de Botucatu (SP), tendo início às 19h30 da Quarta-Feira Santa. Esta celebração recebe

o nome de Missa do Crisma ou

então dos Santos Óleos porque

é nela que são abençoados os

óleos dos catecúmenos e dos enfermos e é consagrado o Óleo do Santo Crisma, que é o principal dentro os três óleos. Côn. Marcelo, pároco da Paróquia São Pedro e São Paulo se fez presente junta - mente com todos os outros

padres da Arquidiocese desde

o período da tarde em Botuca-

tu onde houve uma formação dada pelo Arcebispo Metro - politano, D. Maurício Grotto de Camargo. Logo após, todos

os padres se confessaram para

então, à noite, participarem da Santa Missa. Na Quinta-Feira San - ta tem início o Tríduo Pascal, uma Solene Liturgia que tem

início na Quinta e termina com

o Sábado Santo. Este, que é o

principal momento de todo o

Ano Litúrgico, foi celebrado na Paróquia com toda Solenidade. Este ano um diferencial foi a união de todos os corais que após semanas de ensaio abri - lhantaram o Tríduo Pascal com cantos apropriados. Na Quinta acontece a missa do Lavapés. Nessa cele- bração, o padre lava os pés de doze pessoas escolhidas para representar os apóstolos imi -

tando assim o gesto de Jesus que lavou os pés dos seus após - tolos. Nesse ano, profissionais da área da saúde no município foram convidados para repre - sentar os Apóstolos porque

a Campanha da Fraternidade

focou justamente o tema da Saúde Pública. (ver mais deta- lhes na pág. 5). Também nesta

missa se recorda a Instituição da Eucaristia. Ao final da missa,

o Santíssimo foi levado até a

À noite, aconteceu a Procis - são do Senhor Morto. Mais de vinte homens engravatados e que pertencem à comunidade fizeram o papel de guardiões da imagem do corpo de Cristo Morto. A procissão percorreu as ruas do território paroquial até voltar à Nova Matriz onde se realizou o Sermão das Sete Palavras feito pelo Côn. Marce- lo Paes.

No Sábado, a Igreja permaneceu no mais profundo silêncio à espera da ressurrei - ção de Jesus. Na missa das 20h (ver mais detalhes na pág. 9), com a igreja toda no escuro e com a bênção do Fogo Novo teve início então a Liturgia que

faz memória à ressurreição de Jesus. Novamente os guardi - ões se fizeram presentes (para fazerem as leituras) como tam- bém um grande número de fi - éis. Ao longo de todo Domingo

de Páscoa, a Paróquia acolheu

Ao longo de todo Domingo de Páscoa, a Paróquia acolheu Representação da Ressurreição de Jesus na

Representação da Ressurreição de Jesus na Missa do Sábado de Aleluia

Matriz atual onde os fiéis per- maneceram em adoração até a tarde do dia seguinte. Na Sexta-feira da Pai - xão, às 15h, a Celebração teve início no mais profundo silên - cio em sinal de luto pela mor- te de Jesus (ver mais detalhes na pág. 8). Nesses dia, os fiéis são convidados a se prostra - rem ante a imagem do Cristo Crucificado para o adorarem.

muitas pessoas que vieram para celebrar a vitória de Cristo sobre a morte. Ao longo desta edição, você leitor poderá acompanhar várias reportagens que traça - rão um perfil de toda a Sema - na Santa, destacando algumas das pessoas que fizeram essa semana acontecer.

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Convite A Pastoral da Criança tem objetivo de promover a vida plena das crianças e

Convite

A Pastoral da Criança tem objetivo de promover a vida plena das crianças e gestantes sobretudo daquelas que faz parte de nossa comunidade São Pedro e São Paulo. Estaremos no mês de maio dando início em uma capacitação, há muitas crianças e gestantes preci- sando ser acompanhadas. Jesus nos chama de diversos modos a servir.

Venha ser um voluntário(a) da Pastoral da criança

“Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” - João 10,10

um voluntário(a) da Pastoral da criança “Eu vim para que todos tenham vida e vida em

Abril 2012

O PRIMADO

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DOMINGO DE RAMOS REÚNE COMUNIDADE

Procissão caminhou pelas ruas dos bairros para relembrar a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém

▪ Por Leandro Ferraz

beira do caminho, estendendo

“Fraternidade e Saúde Públi -

À noite, os fiéis das

Centenas de fiéis das comunidades São Vicente de Paulo, Mãe e Rainha, Nossa Se- nhora de Lourdes e da matriz São Pedro e São Paulo se reuni - ram para participar da Procis - são de Ramos, no domingo, dia

mantos e agitando ramos, para aclamar “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor!” Jesus en - trou na cidade, no paradoxo que a fé esclarece, como hu - milde rei servidor, mas como o Messias Salvador.

ca”, a reflexão, oração e ação quaresmal se fizeram em re- dor da saúde. “Este trabalho deverá continuar ao longo de todo ano, pois ela deve estar sempre na pauta dos esforços públicos e particulares, de to - das as forças da sociedade, das

A procissão durou aproximadamente 40 minutos

de abril.

Esse acontecimento em que os fiéis trouxeram os ramos nas mãos que foram

Igrejas, de todos nós”, conclui Maconi.

e

teve início às 8h30, na Cape -

abençoados antes da missa,

comunidades retornaram para

la

Nossa Senhora de Lourdes,

cantando, o povo das comu -

celebrar o Encontro do Nos -

com a bênção dos ramos fei -

nidades sabia que está acom -

so Senhor dos Passos e Nossa

ta

pelo Cônego Marcelo Paes.

panhando Jesus, que nos pró -

Senhora das Dores sendo que

Os participantes entoaram

ximos dias, passo a passo, vai

a

procissão com os ardores se

cânticos de alegrias e orações durante a procissão. Esse dia abriu a Semana Santa. “A ce- lebração relembra a entrada

percorrer o Calvário até o se- pulcro vazio. Rumo a Páscoa, celebrando na Semana Santa, que ora começa os mistérios

iniciou às 19h30, na Capela de Nossa Senhora de Lourdes e Mãe Rainha, respectivamente. No percurso até a Paróquia,

de

Jesus Cristo em Jerusalém”,

centrais da Redenção: paixão,

entoaram-se cantos e orações

explica Edivaldo Maconi, con- tador e coordenador de Crisma

morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

para relembrar o sofrimento de Jesus e Maria.

da

Paróquia, que todo ano traz

A procissão chegou à

O ápice das trajetórias

família para participar da ce -

lebração. A memória desse dia remete à passagem de Jesus

a

oficiais, mas festiva e afetuosa.

Nova Matriz onde iniciou a ce - lebração da missa. As leituras próprias da liturgia do dia foi dramatizada com os leitores

aconteceu em frente ao altar da Nova Matriz, quando acon - teceu o encontro das imagens da Mãe das Dores e seu Filho.

quando entrou em Jerusalém

das quatro comunidades. Du -

A

reflexão foi feita pelo Cônego

para viver sua hora na cruz. Apenas Ele sabia o que o espe -

rante a missa, a equipe da Li - turgia organizou a coleta que

Marcelo Paes e pelo seminaris - ta Paulo Bronzato que relacio -

rava. Esta entrada, porém, foi simples, popular, sem pompas

foi destinada às finalidades da Campanha da Fraternidade, em âmbito Nacional, estadual

naram a caminhada do povo bíblico com a dos paroquianos da São Pedro e São Paulo.

O povo de Israel juntou-se à

e arquidiocesano. Com o tema

O povo de Israel juntou-se à e arquidiocesano. Com o tema Missa do Domingo de Ramos

Missa do Domingo de Ramos

à e arquidiocesano. Com o tema Missa do Domingo de Ramos Momento do Encontro entre o

Momento do Encontro entre o Senhor dos Passos e N. Sra. das Dores

SEMANA SANTA INICIA COM MISSAS DE MADRUGADA

OFÍCIO DAS TREVAS

A Semana Santa co - meçou com muitas orações, procissão e reflexões sobre a morte e sofrimento de Jesus Cristo. Depois do Domingo de Ramos, de segunda-feira (02)

até quarta-feira (04), foram re - alizadas as missas da madruga - da, na matriz São Pedro e São Paulo. As celebrações foram objetivas, ini - ciando às 5h30 com duração de 30 a 40 minutos, e presidi - das pelo Côn. Mar- celo Paes em que um número conside -

car e amadurecer na fé”, rela - tou o pároco. Nessas madrugadas, os fiéis puderam participar do sacra - mento eucarístico, fonte e ápi - ce de toda vida cristã, ofere - cendo a Deus a vítima divina. A intenção das missas é levar a vida do povo, o louvor, o so -

frimento, a oração, o trabalho unindo assim, a de Cristo e a sua oferenda total, e adquirir um valor novo. “Conquistamos uma disciplina espiritual para

a nossa fé e esperança partici -

pando das missas de madruga - da”, finalizou Cônego Paes. (LA)

missas de madruga - da”, finalizou Cônego Paes. (LA) e rável de fiéis veio das comunidades.

e rável de fiéis veio das comunidades. Segundo a tradi- ção, as missas são feitas de madruga -

da para “expressar o

sentido de penitên- cia, interrompendo

o sono para se unir

aos irmãos. É peni - tenciar, rezar, supli -

Pela primeira vez na Paróquia, fiéis participam do Ofício das Trevas Foi realizada na terça -

-feira da Semana Santa na Pa -

róquia São Pedro e São Paulo

o Ofício das Trevas presidida

pelo Cônego Marcelo Paes e

auxiliado pelo seminarista Pau -

lo Bronzato. A celebração teve iní -

cio às 19h30 e, conforme pres - creve o ritual, foi realizada no escuro com apenas 15 velas e

acesas

a Paixão, apagavam-se duas velas até a última ser extinta pelo padre, atrás do altar sig - nificando que Cristo morreu e foi sepultado, mas haveria de ressuscitar. Esse rito fez “refletir sobre os sofrimentos que pas - samos no nosso cotidiano, as -

sim como, Jesus enfrentou a dor”, finalizou Arnaldo Castro, contador, que veio com a espo - sa. (LA)

Arnaldo Castro, contador, que veio com a espo - sa. (LA) mais as do altar para

mais

as do

altar

para

relembrar

a

morte

de

Jesus

na

cruz

e

as

trevas

do

pecado

da

huma-

nidade.

A

cada

ento -

ação

dos

salmos que compõem o rito, voltados para

pecado da huma - nidade. A cada ento - ação dos salmos que compõem o rito,
pecado da huma - nidade. A cada ento - ação dos salmos que compõem o rito,

Abril 2012

O PRIMADO

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QUINTA-FEIRA SANTA, A NOITE DO AMOR FRATERNO

“Como eu vos tenho amado, amai-vos até o fim” – é esta a frase de Jesus que ecoou nos que vieram a esta missa.

▪ Por Alessandra Regina Varas - quim

A celebração da Quin -

ta-feira Santa dentro da nova matriz, deu início ao Tríduo Pascal na Paróquia São Pedro

e São Paulo; dias em que cada

cristão teve a oportunidade de reviver a paixão, morte e res - surreição de Jesus. Nesta pri-

convidado a viver o seu próprio memorial. “Cada vez que co - memos deste pão, anunciamos

a morte do Senhor até que ele

venha”. Côn. Marcelo relem-

brou que é Jesus que se dá na Eucaristia e permanece conos -

co para nos fortalecer na nossa fraqueza.

O ponto mais alto da celebração foi quando o sacer- dote, agin - do in perso - na Christi, fez-se servo e escra- vo e lavou os pés de doze pro- fissionais que atuam na área da saúde de nossa cida - de, por oca-

sião da saú -

ção completamente diferente. Porém, segundo ela, ao lavar os pés este ano, a emoção foi

muito grande: “Você sente vontade de chorar, vontade de agradecer pela oportunidade de estar ali”. E relembrando a hora que começaram a colo - car as cadeiras para a cerimô - nia, acrescentou: “Algo a mais, aconteceu na vida de todos os que estavam lá. A missa foi emocionante, mas o momento do Lava-pés foi especial, uma experiência maravilhosa, uma bênção. Fui embora para casa outra pessoa e me perguntan - do se sou merecedora?” Outro ponto cheio de significado neste dia foi quan - do o Côn. Marcelo citou o San - to Padre, o papa, dizendo que “o sacerdote é um homem guiado pela fé, tem acesso aos bens que constituem a reden - ção realizada por Jesus Cris - to, que o escolheu para ser o administrador da riqueza da palavra e dos sacramentos. É

instrumento de salvação. Por

palavra e dos sacramentos. É instrumento de salvação. Por Côn. Marcelo lavou os pés dos profissionais

Côn. Marcelo lavou os pés dos profissionais da saúde

meira noite, o gesto de serviço relembrado na cerimônia do Lava-pés, a figura do cordeiro

imolado doado por nós na Eu - caristia e da instituição do sa - cerdócio católico, puderam ser sinais práticos do amor frater- no de Cristo.

A Páscoa, principal fes -

ta judaica, foi instituída para comemorar a libertação do povo judeu da escravidão do Egito. Ao falar da importância

deste dia, Côn. Marcelo Paes citou o livro do Êxodo 12, 14:

“Esse dia será para nós uma festa memorável em honra do Senhor, que haveis de celebrar por todas as gerações como instituição perpétua”. A cele- bração deste dia foi sem dúvi - da memorável e repleta de sig - nificado; não mais da páscoa judaica, mas sim da Páscoa de Cristo.

A cena da ceia judai -

ca foi preparada no canto do presbitério neste ano, com os lugares vazios para que cada um pudesse se colocar ao lado do Senhor. Transmitia assim todo significado da fração do pão dos primeiros cristãos e da Eucaristia de hoje: É mui - to mais que vir a missa, é ser

de

ser o tema da Campanha

da

Fraternidade deste ano: Dr.

Pitta, João, Lucilene e Chalise

do ESF Winter Malatrasi; Flávia

e

do

Irene A.

C.

d r a d e ;

M a r i a

Angela,

Valéria e

Silvana

da

Dr. João

P

Paccola;

D

do

pital Nos-

Hilda

ESF

An -

UBS

r i m o

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l

m i

Hos -

sa

Senhora da Piedade; Nadir

do

Pronto Socorro e Gillyan es -

tudante de enfermagem. Eis aí

o mandamento do amor! Amar

é servir, tornar-se humano, do -

ar-se para que o outro, viva. Maria Angela Veloso, assistente administrativa há 26 anos na Unidade Básica de Saúde Dr. João Primo Paccola do Núcleo Habitacional Luis

Zillo, católica e participante

na Comunidade Mãe Rainha,

até então quando ia à missa

de Lava-pés, tinha uma emo -

então quando ia à missa de Lava-pés, tinha uma emo - Adoração ao Santíssimo ao final

Adoração ao Santíssimo ao final da Missa de Lavapés

isso, apesar da fragilidade hu - mana, tem que ser mais santo, coerente, dar testemunho, ser

mais serviçal. Ser um homem

de Deus!” A celebração da Quin - ta-feira Santa terminou com a transladação de Jesus, mo - mento em que todos puderam silenciar o coração para que depois do caminho do calvário, na Vigília Pascal pudessem res-

suscitar com Ele!

MENSAGEM DO DÍZIMO

Dízimo é um sinal de compromisso, de fidelidade com Deus e com a Igreja. Jesus em sua infinita bondade, instituiu a sua Igreja para ela evangelizar, catequizar,servir e santificar.E para que ela possa desempenhar a sua vocação evangelizadora no mundo, necessi- ta de recursos materiais e esses recursos, devem provir de nós, seus filhos, que somos e formamos a Igreja viva de Cristo aqui na terra.Com o dízimo você ajuda a transformar a Igreja para que ela seja cada vez mais unida e fraterna, a fim de que possa cumprir sua missão evangelizadora como Jesus a quer.

“Que a saúde se difunda sobre a terra”

O tema da Campanha da Fraternidade deste ano “Fraternidade e Saúde Públi - ca” despertou o interesse de O PRIMADO que quis saber como anda a saúde da nossa comuni - dade.

dro e São Paulo, a Pastoral da Criança trabalha junto às ges - tantes para desenvolver um trabalho que contribua na gra - videz das mães que não tem muitas informações de como ter uma gestação tranquila.

Em entrevista conce- dida, Maria Ângela Veloso que

Maria Anunciada Gouveia dos Reis (conhecida como Lúcia) é

trabalha na Unidade de Saúde

a

coordenadora. Segundo ela,

do Núcleo Luis Zillo há 26 anos

o

lema da campanha já era

informou que a saúde melho -

de conhecimento da Pastoral

rou muito. Hoje, o agendamen -

da Criança desde outubro de

to de pacientes é feito pela pró -

2011.

pria Unidade de Saúde que só liga para informar o paciente. Ela contou que “às vezes havia agendamento para o centro, porém as pessoas ficavam com

Para a formação do calendário 2012, foi incluído o Mutirão da Gestante (levanta - mento da quantidade de ges - tantes da comunidade), pois,

o papel em casa, ou então não

conseguiam resolver o proble - ma de muitos e precisavam mandar para Bauru, hoje tudo

é resolvido aqui”. Ao relatar sobre as ale - grias no seu trabalho, Maria Ângela destacou sua empolga- ção ao participar da vida das pessoas. “Você acompanha o

pré-natal, a gestante e o bebê. Depois, eles crescem e voltam com os filhos. Em 26 anos, eu já acompanhei a vida de três gerações.” E acrescentou. “É pre- ciso melhorar os hospitais e

a população precisa buscar a

prevenção com ultra-sons pela rede pública, campanhas de vacinação e exames preventi- vos como o papa-nicolau, que

é oferecido 4 dias por mês, das 17h às 22h, um horário bom para quem trabalha”.

Na Paróquia São Pe-

há uma grande necessidade de

orientações como: a prevenção de doenças no período gesta- cional, a importância do pré-

-natal, o alerta sobre os sinais

de perigo durante a gestação,

a importância do aleitamento

materno e os cuidados com a criança após o nascimento. No primeiro levanta- mento feito na comunidade neste ano, foram encontradas em média quarenta gestantes. No início do mês de maio, está programada uma capacitação para novos líderes que farão o acompanhamento destas ges -

tantes. Segundo Lucia, “a Pas - toral da Criança tem o objetivo de promover a vida plena das crianças e gestantes. Porém, precisa de mais voluntárias aci -

ma de 18 anos, para que este trabalho seja efetivo”. (AV)

e gestantes. Porém, precisa de mais voluntárias aci - ma de 18 anos, para que este
e gestantes. Porém, precisa de mais voluntárias aci - ma de 18 anos, para que este