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LULAS

2 padrões básicos de organização

-CÉLULAS PROCARIÓTICAS

-CÉLULAS EUCARIÓTICAS: ANIMAIS e VEGETAIS

CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS

6 REINOS

3 DOMÍNIOS células células procarióticas eucarióticas Ancestral LUCA comunm Last Universal Common Ancestor
3 DOMÍNIOS
células
células
procarióticas
eucarióticas
Ancestral
LUCA
comunm
Last Universal
Common Ancestor

CÉLULAS PROCARIÓTICAS

- características dos reinos Eubacteria e Archaebacteria

- DNA – localizado no citoplasma, uma molécula circular geralmente não associada a proteínas (cromossoma circular)

- células normalmente sem compartimentos membranares internos

CÉLULAS EUCARIÓTICAS

- características dos reinos Protista, Plantae, Fungi e Animalia

- DNA incluído num compartimento membranar núcleo (carion em grego), várias moléculas lineares associadas a proteínas (cromossomas lineares)

- vários compartimentos membranares intracelulares - organelos

 

Procariotas

   

Eucariotas

Organismos

 

bactérias e arquea

 

protistas, fungos, plantas e animais

T

h

aman o

d

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él

l

u as

eralmente 1 a 10

g

μ

m

 

g

eralmente 10 a 100

μ

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Metabolismo

 

aeróbico ou anaeróbico

 

aeróbico

Organelos

 

l

t

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gera men e nen uns

n

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n

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G

l

i

o g ,

DNA

 

uma única molécula de DNA circular no citoplasma

moléculas lineares longas de DNA com muitas zonas não codificantes contidas no núcleo

,

Ribossomas

   

70S

   

80S no citosol, 70S plastídios e mitocôndrias

 

RNA e proteínas

sintetizadas no mesmo compartimento

RNA sintetizado no núcleo, proteínas sintetizadas no citoplas.

Ci

l

top asma

 

sem citoes

qu

eleto

   

com citoes

qu

eleto

Divisão celular

sem fuso acromático

 

com fuso acromático

Organização celular

l

i

l

l

gera mente un ce u ar

 

i diferenciação de muitos tipos de células

un ce u ar ou mu t ce u ar, com

l

l

l

i

l

l

 

CÉLULA PROCARIÓTICA

Citoplasma Ribossomas Nucleóide Plasmalema Par. cel. Peptidoglicano Memb. externa Cápsula
Citoplasma
Ribossomas
Nucleóide
Plasmalema
Par. cel.
Peptidoglicano
Memb. externa
Cápsula

bactéria Pseudomonas aeruginosa

Parede celular Gram - = peptidoglicano + membrana externa Parede celular Gram + = peptidoglicano mais espesso

CÉLULA PROCARIÓTICA

CÉLULA PROCARIÓTICA Escherichia col i (Gram -) Parede celular - exterior à membrana plasmática, confere a

Escherichia coli

(Gram -)

Parede celular

- exterior à membrana plasmática, confere a forma às células procarióticas

- fornece protecção física e osmótica em meios hipotónicos

- nas bactérias a sua rigidez é conferida pela presença de uma camada quimicamente complexa designada peptidoglicano

Imagens de microscopia óptica

Gloeothece sp. ATCC 27152
Gloeothece sp. ATCC 27152
Anabaena variabilis ATCC 29413
Anabaena variabilis ATCC 29413

Cianobactérias

Leptolyngbya sp. PCC 73110
Leptolyngbya sp. PCC 73110

unicelulares ou filamentosas / coloniais

diferenciação celular

Schutz et al. (2004). Cyanobacterial H 2 production. Planta, 218:350-359

CÉLULA ANIMAL

CÉLULA ANIMAL
Retículo endoplasmático rugoso Retículo endoplasmático liso Golgi
Retículo
endoplasmático rugoso
Retículo
endoplasmático
liso
Golgi

Núcleo

Mitocôndria

Imagens de microscopia electrónica de transmissão

Plasmalema

LULA

ANIMAL

Fotografia de microscopia electrónica de um corte de uma célula de fígado com acumulação de glicogénio

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

te d e uma c élula de fígado com acumula ç ão de glicogénio Imagem de

CÉLULA VEGETAL

CÉLULA VEGETAL

Retículo endoplasmático rugoso

Cloroplasto Núcleo Plasmalema Vacúolo Parede celular Mitocôndria
Cloroplasto
Núcleo
Plasmalema
Vacúolo
Parede celular
Mitocôndria

Dictiossoma

(Golgi)

Retículo

endoplasmático

liso

Imagens de microscopia electrónica de transmissão

LULA

VEGETAL

Fotografia de microscopia electrónica de um corte de uma célula de folha de Phleum pratense

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

de um cor te d e uma c élula de folha de Phleum pratense Imagem de

Plasmalema ou membrana citoplasmática

Plasmalema ou membrana citoplasmática Imagem de microscopia electrónica de transmissão - constituída por duas

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

Imagem de microscopia electrónica de transmissão - constituída por duas camadas de fosfolípidos onde

- constituída por duas camadas de fosfolípidos onde estão embebidas várias proteínas, 4-5 nm

- delimita e define a célula, regula as trocas de material e informação com o meio externo

- todas as biomembranas têm a mesma estrutura em bicamada fosfolípidica, diferem essencialmente nas proteínas

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

Núcleo

Imagem de microscopia electrónica de transmissão Núcleo - contém todo o DNA da célula que está
Imagem de microscopia electrónica de transmissão Núcleo - contém todo o DNA da célula que está

- contém todo o DNA da célula que está condensado em associação com proteínas (histonas) formando a cromatina

- é limitado por um invólucro constituído por duas membranas e com poros

- com um ou mais nucléolos – regiões onde são formados os ribossomas

SISTEMA ENDOMEMBRANAR – SISTEMA SECRETOR

- formado por: retículo endoplasmático liso, retículo endoplasmático rugoso e aparelho de Golgi

- ocorre tráfico de vesículas constante entre o RE, o Golgi e a membrana citoplasmática

oso e aparelho de Gol gi - ocorre tráfico de vesículas constante entre o RE, o

RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO

- rede de membranas interligadas formando tubos e sacos achatados – formam um compartimento altamente ramificado separado do citoplasma (lumen)

Retículo endoplasmático rugoso (RER)

Retículo endoplasmático liso (SER)

separa do do c it oplasma ( l umen ) Retículo endoplasmático rugoso (RER) Retículo endoplasmático
I de transmissão d i i l t ó magens e m croscop a e

I

de transmissão

d

i

i

l

t ó

magens

e m croscop a e ec r

i

n ca

d i i l t ó magens e m croscop a e ec r i n

Reculo endoplasmático rugoso (RER)

- sacos achatados com ribossomas associados à face externa

- responsável pela síntese, modificação e transporte de proteínas dentro da célula

Retículo endoplasmático liso (SER)

- forma mais tubular e sem ribossomas associados

- responsável pela síntese de lípidos e contém enzimas envolvidas na degradação de drogas e outros compostos tóxicos para o organismo

Aparelho de Golgi

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

de Golgi Imagem de microscopia electrónica de transmissão - sistema de sacos membranares achatados – cisternas,
de Golgi Imagem de microscopia electrónica de transmissão - sistema de sacos membranares achatados – cisternas,

- sistema de sacos membranares achatados – cisternas, formando pilhas – dictiossomas; inclui e liberta vesículas

- função: modificação e direccionamento de macromoléculas para outros organelos ou para secreção; síntese de polissacarídeos

Mitocôndrias

Mitocôndrias Imagem de microscopia electrónica de transmissão - organelo do tamanho de uma bactéria, com duas

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

Imagem de microscopia electrónica de transmissão - organelo do tamanho de uma bactéria, com duas membranas,

- organelo do tamanho de uma bactéria, com duas membranas, a interna formando invaginações designadas cristas

- centrais de energia da célula, realizam a respiração celular produzindo energia sob a forma de ATP

Imagem de microscopia electrónica de transmissão

Cloroplastos

de microscopia electrónica de transmissão Cloroplastos - organelos presentes nas plantas, com duas membranas e um
de microscopia electrónica de transmissão Cloroplastos - organelos presentes nas plantas, com duas membranas e um

- organelos presentes nas plantas, com duas membranas e um sistema membranar interno elaborado formado por tilacóides organizados em grana e intergrana

- responsáveis pela realização da fotossíntese – porta de entrada da energia que mantém a vida

I electrónica de transmissão d i i magens e m croscop a Peroxissomas - org

I

electrónica de transmissão

d

i

i

magens

e m croscop a

I electrónica de transmissão d i i magens e m croscop a Peroxissomas - org anelos

Peroxissomas

- organelos pequenos, rodeados por uma membrana simples, contêm enzimas oxidativas envolvidas na degradação de ácidos gordos, aminoácidos e peróxido de hidrogénio

Lisossomas

- organelos pequenos, rodeados por uma membrana simples, em células animais, contêm enzimas hidrolíticas – digestão de constituintes celulares e material endocitado

Citoesqueleto

- constituído por filamentos proteicos que formam uma rede no citoplasma

- confere forma à célula; controla o movimento de estruturas dentro da célula e o movimento de certas células

- microtúbulos (tubulina) – 20 nm, microfilamentos (actina) – 7 nm, filamentos intermédios (diversas proteínas) – 10 nm,

ME de varrimento
ME de varrimento
nm , microfilamentos (actina) – 7 nm , filamentos intermédios (diversas proteínas) – 10 nm, ME
ME de transmissão Forma Movimento MO de contraste de interferência diferencial (Nomarski) ME de varrimento
ME de transmissão
Forma
Movimento
MO de contraste de
interferência diferencial
(Nomarski)
ME de varrimento
ME de transmissão Vacúolo - organelo de grande tamanho que ocupa normalmente o centro e

ME de transmissão

Vacúolo

- organelo de grande tamanho que ocupa normalmente o centro e grande parte do volume da célula vegetal

Funções:

- compartimento lítico da célula vegetal

- compartimento de comunicação e defesa - pigmentos, metabolitos secundários

- compartimento de reserva - acumulação de iões e substâncias de reserva

- expansão da célula vegetal

Matriz extracelular

- rede complexa de polissacarídeos e proteínas secretados pelas células para o exterior

- formam um gel/cimento que preenche os espaços entre as células nos tecidos e orgãos e tem funções de adesão, protecção e comunicação

- normalmente constituída por material fibroso submerso num gel (compósito)

Célula animal

num gel (compósito) C é l u l a a n i m a l Fibras

Fibras da proteína colagénio embebidas num gel de proteoglicanos

Célula vegetal – parede celular

gel de proteoglicanos Célula vegetal – parede celular Fibras do p olissacarídeo celulose embebidas num gel

Fibras do

p olissacarídeo

celulose embebidas num gel de polissacarídeos

ME de transmissão

ME de transmissão

Procariontes Célula animal Célula vegetal Núcleo Cloroplastos

Mitocôndrias Peroxissomas Lisossomas Parede cel. veg. Vesículas Golgi Plasmalema

Dimensões

Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras
Parede cel. ve g . Vesículas Golgi Plasmalema Dimensões 0,2 – 10 μ m (espécies raras

0,2 – 10 μm (espécies raras – 500 μm) 10 – 30 μm 10 – 100 μm 3 – 10 μm 3 – 10 μm / 1 – 2 μm

1 – 2 μm / 0,5 – 1 μm 0,2 – 0,5 μm 0,2 – 0,5 μm 3 – 10 μm > 50 nm 4-5 nm

Dimensões

Procariontes

Célula animal

Dimensões Procariontes Célula animal 0,2 – 10 μ m (espécies raras – 500 μ m) 10
Dimensões Procariontes Célula animal 0,2 – 10 μ m (espécies raras – 500 μ m) 10

0,2 – 10 μm (espécies raras – 500 μm)

10 – 30 μm

O que faz que as células sejam 10 – 100 μm tão pequenas? 3 –
O que faz que as células sejam
10 – 100 μm
tão pequenas?
3 – 10 μm

Célula vegetal

Núcleo

Cloroplastos

pequenas? 3 – 10 μm Célula vegetal Núcleo Cloroplastos 3 – 10 μ m / 1

3 – 10 μm / 1 – 2 μm

O q ue p ermite q ue as células eucarióticas sejam maiores do 1 –
O
q
ue
p
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q
ue as células
eucarióticas sejam maiores do
1 – 2 μm / 0,5 – 1 μm
que as procarióticas?
0,2 – 0,5 μm

Mitocôndrias

Peroxissomas

Lisossomas

0,2 – 0,5 μm Mitocôndrias Peroxissomas Lisossomas 0,2 – 0,5 μ m Parede cel.Eveqgue. as células3

0,2 – 0,5 μm

Parede cel.Eveqgue. as células3 –ve10getaisμm sejam maiores do que as animais? Vesículas Golgi > 50
Parede cel.Eveqgue.
as células3 –ve10getaisμm
sejam
maiores do que as animais?
Vesículas Golgi
> 50 nm
Pl
asma ema
l
4 5
-
nm

Dimensões celulares

O que faz que as células sejam o pequenas?

O tamanho das células é limitado:

1 - pela taxa de difusão das moléculas e iões envolvidos no metabolismo celular (corrente citoplasmática; sistemas circulatórios nos organismos multicelulares)

2 - pela razão área superficial / volume volume – proporcional à actividade metabólica área sup. – limita a troca de nutrientes e produtos de excreção com o meio

a troca de nutrientes e produtos de excreção com o meio aumento de tamanho provoca uma

aumento de tamanho provoca uma diminuição da razão área sup. / volume para valores incapazes de sustentar a actividade celular

Razão área sup / volume

.
.

1,5

3

Dimensões celulares

O que faz que as células sejam o pequenas?

- pela razão área superficial / volume

Dimensões celulares O que f az que as c élul as se j am tã o

Dimensões celulares

O que faz que as células sejam o pequenas?

- pela razão área superficial / volume

- células com grande actividade de absorção ou secreção podem aumentar essa razão

ME de transmissão

ou secreção podem aumentar essa razão ME de transmissão adoptando um contorno sinuoso, com invaginações ou

adoptando um contorno sinuoso, com invaginações ou protuberâncias

Becker W.M., Kleinsmith, L.J. and Hardin, J. 2006. The World of the Cell 2006. 6th ed. Pearson - Benjamin Cummings.

Dimensões celulares

O que faz que as células sejam o pequenas?

O tamanho das células é limitado:

3 - pela necessidade de concentrações adequadas de substratos e catalisadores

de concentrações adequadas de substratos e catalisadores - uma solução para o problema da concentração é

- uma solução para o problema da concentração é a compartimentalização de diferentes actividades -organelos

- podem ser mantidas concentrações elevadas apropriadas sem necessidade de uma grande quantidade de moléculas pois estão restritas ao pequeno volume de um determinado organelo

Dimensões celulares

Célula procariótica

Dimensões celulares Célula procariótica Célula eucariótica ME de transmissão
Dimensões celulares Célula procariótica Célula eucariótica ME de transmissão

Célula eucariótica

ME de transmissão
ME de transmissão

Dimensões celulares

Dimensões celulares Células vegetais Células animais parênquima foliar ( e m p a l i ç

Células vegetais

Células animais

parênquima foliar (em paliçada e lacunoso)

tecido conjuntivo (fibroblastos e fibrilas de colagénio)

ME de transmissão

Dimensões celulares

Dimensões celulares Célula vegetal Célula animal ME de transmissão

Célula vegetal

Dimensões celulares Célula vegetal Célula animal ME de transmissão

Célula animal

ME de transmissão

Evolução da Célula

Célula procariótica

E . co li
E
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ME de transmissão

él

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geralmente sem membranas internas

o s mp es, pequena ( ,

μm ),

Evolução da Célula

Célula procariótica

Mesossoma

DNA

Evolução da Célula Célula procariótica Mesossoma D N A – na l gumas b ac té

nalgumas bacrias a membrana plasmática possui invaginações designadas mesossomas às quais o DNA está ligado

Evolução da Célula

Evolução da Célula - em certas células procarióticas, há áreas espec íficas na mem b rana

- em certas células procarióticas, há áreas específicas na membrana plasmática que possuem agrupamentos de proteínas especializadas

- invaginações dessas áreas da membrana aumentam a quantidade de membrana disponível para uma função especializada como a fotossíntese

- internalização das invaginações especializadas formam vesículas cuja face interior é topologicamente equivalente à face exterior da célula

Evolução da Célula

Evolução da Célula - invólucro nuclear, RE, Golgi e lisossomas têm uma origem comum – todos

- invólucro nuclear, RE, Golgi e lisossomas têm uma origem comum todos comunicam entre si e com o exterior da célula através do tráfico de vesículas - todos os espaços incluídos nestes organelos são topológicamente equivalentes entre si e com o exterior da célula

Evolução da Célula

Origem de mitocôndrias e cloroplastos Teoria endossimbiôntica

de mitocôndrias e cloroplastos Teoria endossimbiôntica - invólucro com duas membranas com composição diferente

- invólucro com duas membranas com composição diferente

- com genoma próprio do tipo procarionte – molécula de DNA circular não associada a proteínas

- com ribossomas do tipo procarionte

Evolução da Célula

– aparecimento de uma supercie celular flexível

– aparecimento de um citoesqueleto

aparecimento de vesículas digestivas

aparecimento de um invólucro nuclear

aquisição endosimbiótica de certos organelos

de vesículas digestivas – aparecimento de um invólucro nuclear – aquisição endosimbiótica de certos organelos
de vesículas digestivas – aparecimento de um invólucro nuclear – aquisição endosimbiótica de certos organelos

Evolução da Célula

Evolução da Célula Giardia sp. - parasita humano - adaptado a meios com pouco O 2

Giardia sp.

- parasita humano

- adaptado a meios com pouco

O 2

- com 2 núcleos e citoesqueleto

- sem mitocôndrias

O 2 - com 2 núcleos e citoesqueleto - sem mitocôndrias apoia a hipótese que o

apoia a hipótese que o núcleo surgiu antes das mitocôndrias

Evolução da Célula

Evolução da Célula Amiba - eucariota - com pseudópodes que mudam constantemente de forma à medida
Amiba
Amiba

- eucariota

- com pseudópodes que mudam constantemente de forma à medida que a amiba se move e alimenta

- algumas são predadoras

que a amiba se move e alimenta - algumas são predadoras MO – Pelomyxa palustris –

MO

Pelomyxa palustris – amiba (eucariota) sem mitocôndrias mas sim bactérias aeróbicas no citoplasma numa relação simbiótica permanente (não apresenta mitose)

Evolução da Célula

Seres unicelulares

Evolu ç ão da Célula Seres unicelulares Multicelularidade evolução dos organismos multicelulares – terá surgido

Multicelularidade

evolução dos organismos multicelulares – terá surgido quando as células permaneceram associadas após a divisão formando pequenas colónias

associadas após a divisão formando pequenas colónias MO Volvox colónias de uma alga clorófita com inúmeras

MO

Volvox
Volvox

colónias de uma alga clorófita com inúmeras colónias filhas

Evolução da Célula

Multicelularidade – especialização celular

organismos multicelulares evoluiram para formas complexas, com células altamente diferenciadas e organizadas em grupos, formando tecidos e orgãos com funções específicas

t ec id os e org ã os com f unç õ es espec ífi cas
Neurónios
Neurónios

- interneurónios cerebrais

- efecuam cerca de um milhar de sinapses

MO de Fluorescência ou confocal

Evolução da Célula

Especialização celular

Evolu ç ão da Célula Especialização celular
Evolu ç ão da Célula Especialização celular
Evolu ç ão da Célula Especialização celular
Evolu ç ão da Célula Especialização celular

Ciclo de vida da célula

Ex: neurónio

Ciclo de vida da célula Ex: neurónio PCD Fases do ciclo celular Diferenciação Morte celular programada
PCD
PCD
Ciclo de vida da célula Ex: neurónio PCD Fases do ciclo celular Diferenciação Morte celular programada

Fases do ciclo celular

Diferenciação Morte celular programada (PCD)
Diferenciação
Morte
celular
programada
(PCD)
VIDA MORTE
VIDA
MORTE
ArchaebacteriaArchaebacteria – – MethanococcusMethanococcus voltalvoltal ME de Transmissão

ArchaebacteriaArchaebacteria MethanococcusMethanococcus voltalvoltal

ME de Transmissão

BacillusBacillus cereuscereus
BacillusBacillus cereuscereus

MO – bactérias coradas

StreptococcusStreptococcus sanguissanguis
StreptococcusStreptococcus sanguissanguis

ME de Varrimento

AchromobacterAchromobacter georgeopolitanumgeorgeopolitanum
AchromobacterAchromobacter georgeopolitanumgeorgeopolitanum

ME de Transmissão

Heterocisto fixação N 2 Acineto resistência
Heterocisto
fixação N 2
Acineto
resistência

CiCianoanobbactactéérriiaa –– AAnanabbaenaaena

MO

glóbulos brancos de rã MO – células coradas

glóbulos brancos de rã

MO – células coradas

célula de fígado de rato ME de Transmissão

célula de fígado de rato

ME de Transmissão

cloroplastos em células de mesófilo MO

cloroplastos em células de mesófilo

MO

célula de um pêlo estaminal de uma planta MO

célula de um pêlo estaminal de uma planta

MO

célula de parênquima vegetal ME de Transmissão

célula de parênquima vegetal

ME de Transmissão

hepatócito de rato ME de Transmissão

hepatócito de rato

ME de Transmissão

mitocôndrias em fibroblasto de rato ME de Transmissão

mitocôndrias em fibroblasto de rato

ME de Transmissão

dictiossomas em pêlos radiculares de rabanete ME de Transmissão

dictiossomas em pêlos radiculares de rabanete

ME de Transmissão

macrófago com lisossomas ME de Transmissão

macrófago com lisossomas

ME de Transmissão

peroxisoma de célula de mesófilo (enzima) ME de Transmissão

peroxisoma de célula de mesófilo (enzima)

ME de Transmissão

centríolos numa célula endotelial de macaco ME de Transmissão

centríolos numa célula endotelial de macaco

ME de Transmissão

plasmodésmios em células do vértice radicular de uma planta ME de Transmissão

plasmodésmios em células do vértice radicular de uma planta

ME de Transmissão

hepatócito de rato ME de Transmissão

hepatócito de rato

ME de Transmissão