Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão - 160428 ESCOLA EB 2,3 PROF. DR. C.

MOTA PINTO - 342762 Lajeosa do Dão │ 3460-153 LAJEOSA TND

Projecto Curricular
do

Agrupamento

2008

Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

ÍNDICE
I II 1. 2. III INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................... O AGRUPAMENTO - Identificação ............................................................................................. DADOS BIOGRÁFICOS .......................................................................................................................... CONSTITUIÇÃO DO AGRUPAMENTO ............................................................................................... O CURRÍCULO ...................................................................................................................................... PRINCÍPIOS ORIENTADORES PARA A ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO CURRÍCULO ....... O CURRÍCULO UMA OPÇÃO TEÓRICA ………………………………………………………………...... OPÇÕES CURRICULARES E PEDAGÓGICAS ......................................…………………………......
ARTICULAÇÃO E FLEXIBILIDADE CURRICULAR ................................................................................... Flexibilidade do tempo curricular e de horários (1º Ciclo) ..................................................................... PERÍODO DE FUNCIONAMENTO DOS JARDINS-DE-INFÂNCIA E ESCOLAS EB1 .............................. Período de funcionamento dos Jardins-de-Infância ........................................................................... Período de funcionamento das Escolas do 1º Ciclo ........................................................................... CONCRETIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR (2º e 3º CEB) ................................................................... Distribuição da carga horária diária ........................................................................................................ Distribuição dos tempos lectivos (aulas / blocos) ............................................................................... Atribuição ½ bloco opcional ..................................................................................................................... REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO BÁSICO ........................................................................ Novo Plano Curricular Não Disciplinares .............................................................................................. Novas Áreas Curriculares Não Disciplinares ........................................................................................ Estudo Acompanhado .............................................................................................................................. Área de Projecto ........................................................................................................................................ Formação Cívica ....................................................................................................................................... REORGANIZAÇÃO CURRICULAR ......................................…………………………........................... REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA ED. PRÉ-ESCOLAR .................................................................... O currículo na Ed. Pré-Escolar ............................................................................................................... A importância da Ed. Pré-Escolar ........................................................................................................... Implementação das Orientações curriculares ...................................................................................... Na definição dos Objectivos Gerais ........................................................................................................ Definição dos Objectivos Específicos .................................................................................................... Organização do Ambiente Educativo ..................................................................................................... Exploração das Áreas de Conteúdo Curricular .................................................................................... A Importância da Continuidade Educativa ............................................................................................ O Processo de Intencionalidade Educativa .......................................................................................... Áreas de Conteúdo e Competências na Ed. Pré-Escolar .................................................................. REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO 1ºCEB .......................................................................................... A importância do 1ºCEB na Ed. Básica ................................................................................................. Novo Desenho Curricular /1º CEB ......................................................................................................... REORGANIZAÇÃO CURRIC. NO 2ºCEB ................................................................................................... Novo Desenho Curricular / 2º CEB ........................................................................................................ REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO 3ºCEB .......................................................................................... Novo Desenho Curricular do 3ºCEB ...................................................................................................... ORGANIZAÇÃO DAS COMPONENTES DO CURRÍCULO ........................................................................ Desdobramento de turmas ...................................................................................................................... Avaliação semestral .................................................................................................................................. Disciplinas ou outras áreas leccionadas por 2 professores ............................................................... CURSOS DE EDUCAÇÃO FORMAÇÃO – CEF ......................................................................................... CEF – Restauração Mesa e Bar / (T 2, N 2) ......................................................................................... Perfil Profissional ………………………...................................................................................................... Perfil proposto para o curso - METAS ………………………................................................................... Desenho Curricular / CEF (T 2, N 2) ...................................................................................................... ARTICULAÇÃO CURRICULAR ......................................………………………………………………...... ARTICULAÇÃO INTERDEPARTAMENTAL ............................................................................................... ARTICULAÇÃO INTERDISCIPLINAR / TURMA ................................................................................ INFORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO ESCOLAR ...................................................................................... APOIOS EDUCATIVOS ...........................................................................................................................

Pág. 5 6 6 6 7 7 7 8 8 8 9 9 9 10 10 10 10 11 11 11 11 13 15 16 16 16 16 16 16 16 17 17 17 17 17 18 18 18 18 18 18 18 18 18 18 18 18 19 19 19 20 20 20 20 21 21

1. 2. 3.
3.1. 3.1.1. 3.2. 3.2.1. 3.2.2. 3.3. 3.3.1. 3.3.2. 3.3.3. 3.4. 3.4.1. 3.4.1.1. 3.4.1.1.1. 3.4.1.1.2. 3.4.1.1.3.

4.
4.1. 4.1.1. 4.1.2. 4.1.3. 4.1.3.1. 4.1.3.2. 4.1.3.3. 4.1.3.4. 4.1.3.5. 4.1.3.6. 4.1.3.7. 4.2. 4.2.1. 4.2.2. 4.3. 4.3.1. 4.4. 4.4.1. 4.5. 4.5.1. 4.5.2. 4.5.3. 4.6. 4.6.1. 4.6.1.1. 4.6.1.2. 4.6.2.

5.
5.1. 5.2. 5.3. 5.4.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

IV 1. 1.1. 1.2. 2. 2.1. 2.2. 2.2.1. 2.3. 2.3.1. V 1. 2. 2.1. 2.2. 2.3. 2.4. 2.5. 2.5.1. 2.5.2. 2.5.3. 2.5.4. 2.5.5. 2.6. 2.7. 3. 3.1. 3.2. 3.3. 3.4. 3.5. 3.5.1. 3.5.1.1. VI 1. 1.1. 1.1.1. 1.2. 1.2.1. 1.2.2. 1.2.3. 1.3. 2. 2.1. 2.1.1. 2.1.2. 2.1.3. 2.1.4. 2.1.5. 2.2. 2.2.1. 2.3. 2.3.1. 2.3.2. 2.4. 2.5. 2.5.1. 2.6. 2.6.1. 2.6.2.

COMPETÊNCIAS .................................................................................................................................. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ................................................................................................................
COMPETÊNCIAS GERAIS DA ED. PRÉ-ESCOLAR .................................................................................. ORIENTAÇÕES GLOBAIS A SEGUIR PELA EDUCADORA DE INFÂNCIA ........................................... ENSINO BÁSICO ...................................................................................................................................... COMPETÊNCIAS GERAIS NO ENSINO BÁSICO ...................................................................................... COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS ............................................................................................................ Articulação entre competências transversais e essenciais ................................................................ COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS .................................................................................................................. Articulação das competências essenciais no ensino básico ...................................................

22 22 22 22 22 22 23 23 23 24 25 25 26 26 26 27 28 28 28 28 29 29 29 29 29 30 30 30 30 30 31 31 31 31 31 31 31 32 32 32 32 33 33 33 33 33 33 34 34 34 34 35 35 36 37 38 38 38 38 38 3

LINHAS ORIENTADORAS DE ACÇÃO EDUCATIVA ........................................................... LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESCOLAR .............................................................................................. A ESCOLA A TEMPO INTEIRO ............................................................................................................
COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA - (Ed. Pré-Escolar) ...................................................................... ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AECs) – 1º CEB ............................................... ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR – 2º e 3º CEB .................................................... APOIOS E COMPLEMENTOS EDUCATIVOS – 2º e 3º CEB ..................................................................... EDUCAÇÃO ESPECIAL .............................................................................................................................. Orientações para inclusão de alunos c/ NEE (carácter permanente) .............................................. Adaptações nos elementos curriculares (Alunos c/ NEE) .................................................................. Adaptações nos relacionamentos interpessoais .................................................................................. Adaptações organizacionais (espaço / tempo / material) ................................................................... Estabelecimento de parcerias ................................................................................................................. OCUPAÇÃO DOS TEMPOS ESCOLARES ................................................................................................ PROJECTOS E CLUBES ............................................................................................................................ RELACIONAMENTO COM A COMUNIDADE .................................................................................... RELAÇÃO COMUNITÁRIA ......................................................................................................................... PARCERIAS ................................................................................................................................................. INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA E EDUCATIVA NA COMUNIDADE ........................................................ ACTUALIZAÇÃO E APOIO, NO ÂMBITO DA LIGAÇÃO ESCOLA / MEIO ............................................... RELACIONAMENTO COM AS FAMÍLIAS .................................................................................................. Contactos c/ os Pais/EE ....................................... Reuniões c/ os Pais/EE .......................................

ASPECTOS ORGANIZACIONAIS ........................................................... INSCRIÇÕES, MATRÍCULAS, RENOVAÇÃO DE MATRÍCULAS, TRANSFERÊNCIAS ...........
INSCRIÇÕES NA ED. PRÉ-ESCOLAR ....................................................................................................... Critérios de admissão ............................................................................................................................... MATRICULAS NO ENSINO BÁSICO .......................................................................................................... Matrículas Prazos a respeitar .................................................................................................................. Renovação de Matrícula .......................................................................................................................... Efectivação da Matrícula e Renovação ................................................................................................. TRANSFERÊNCIAS ..................................................................................................................................... CRITÉRIOS ORGANIZACIONAIS ......................................................................................................... CRITÉRIOS PARA A CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS / TURMA ................................................................ Educação Pré-Escolar ............................................................................................................................. 1º Ciclo do Ensino Básico ........................................................................................................................ 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico .............................................................................................................. Outros critérios ........................................................................................................................................... Desdobramento de Turmas ..................................................................................................................... DEFINIÇÃO DO PERFIL DO DIRECTOR DE TURMA ................................................................................ Competências do Director de Turma ..................................................................................................... CRITÉRIOS DE DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO DOCENTE ....................................................................... Princípios legais a ter em conta .............................................................................................................. Critérios internos ...................................................................................................................................... CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO DOS HORÁRIOS ........................................................................... CRITÉRIOS PARA A MARCAÇÃO DE TESTES ........................................................................................ Marcação de Testes ................................................................................................................................. CALENDÁRIO ESCOLAR .......................................................................................................................... Calendário da Ed. Pré-Escolar ................................................................................................................ Calendário para os 1º/2º/3º CEB ............................................................................................................

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

2.7. 2.7.1. 2.7.2. 2.7.2.1. 2.7.2.2. 2.7.2.3. 2.7.2.4. 2.7.3. 2.7.4. 2.7.5. 2.7.6. 2.7.7. 2.7.8. 2.8. 2.8.1. 2.8.2. 2.8.2.1. 2.8.2.2. VII 1. 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. VIII 1. 1.1. 1.2. 1.3. IX 1. 2. 3. 4.

AVALIAÇÃO ESCOLAR DISCENTE ........................................................................................................... Avaliação na Ed. Pré-Escolar ..................................................................................................................

Avaliação no Ensino Básico .................................................................................................................... Considerações gerais ............................................................................................................................... Âmbito da avaliação sumativa ................................................................................................................ A avaliação como um elemento regular do ensino e da aprendizagem .......................................... Métodos utilizados na avaliação ............................................................................................................. Critérios Gerais de Avaliação .................................................................................................................. Critérios Específicos de Avaliação ......................................................................................................... Orientações Metodológicas das Áreas Disciplinares Curriculares .................................................... Avaliação das Áreas Disciplinares Curriculares ................................................................................... Avaliação das Áreas Disciplinares não Curriculares ........................................................................... Avaliação das Actividades Enriquecimento Curricular ........................................................................
AVALIAÇÃO INTERNA E SEUS EFEITOS NO FINAL DO 3º PERÍODO .................................................. Avaliação sumativa e critérios de ponderação ..................................................................................... Progressão e Retenção ............................................................................................................................ Progressão e Retenção (5º, 7º e 8º Anos) ............................................................................................ Progressão e Retenção (6º e 9º Anos) ..................................................................................................

39 39 39 39 39 40 41 42 44 44 53 55 56 56 56 57 57 57 57 58 58 58 58 58 59 59 59 59 59 60 60 60 60 60 61 62 63 64 65 66 67 86 99 100 101 102 102 103 103 104

ACTUALIZAÇÃO CONTÍNUA DE CONHECIMENTOS ........................................................ PLANO DE FORMAÇÃO ........................................................................................................................
FORMAÇÃO: PESSOAL DOCENTE ........................................................................................................... FORMAÇÃO: PESSOAL N/ DOCENTE ...................................................................................................... FORMAÇÃO DE PAIS/EE ........................................................................................................................... FORMAÇÃO DE DISCENTES .....................................................................................................................

ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS ADMINISTRATIVAS E FINANCEIRAS .......... ASPECTOS ORÇAMENTAIS .................................................................................................................
ORÇAMENTO C/ DOTAÇÕES PROVINDAS DO OGE .............................................................................. ORÇAMENTO C/ COMPENSAÇÃO EM RECEITA ..................................................................................... ORÇAMENTO DA ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR .........................................................................................

AVALIAÇÃO DO PROJECTO .......................................................................................................... OBJECTIVOS ............................................................................................................................................ SITUAÇÕES A AVALIAR ....................................................................................................................... INSTRUMENTOS ...................................................................................................................................... ESTRATÉGIAS .........................................................................................................................................

X ANEXOS ................................................................................................................................................... Anexo I ÁREAS DE CONTEÚDO E COMPETÊNCIAS NA ED. PRÉ-ESCOLA ..................................... Anexo II NOVO DESENHO CURRICULAR DO 1º CEB .............................................................................. Anexo III NOVO DESENHO CURRICULAR DO 2º CEB .............................................................................. Anexo IV NOVO DESENHO CURRICULAR DO 3º CEB .............................................................................. Anexo V DESENHO CURRICULAR DO CEF / TIPO 2 / NÍVEL II .............................................................. Anexo VI ARTICULAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS NO ENSINO BÁSICO ....................... Anexo VII CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO ............................................................................... Anexo VIII AVALIAÇÃO INTERNA E SEUS EFEITOS .................................................................................... Anexo IX ORGANOGRAMA DO AGRUPAMENTO ....................................................................................... Anexo X ESTRUTURAS FUNCIONAIS NA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR ................................................ Anexo XI CONSELHO GERAL ........................................................................................................................... Anexo XII CONSELHO EXECUTIVO ........... ..................................................................................................... Anexo XIII CONSELHO ADMINISTRATIVO ........... .......................................................................................... Anexo XIV CONSELHO PEDAGÓGICO ........... ................................................................................................. Anexo XV DEPARTAMENTOS CURRICULARES ........... ...............................................................................

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

I. INTRODUÇÃO
Falar de Projecto Curricular não tem sentido, sem antes falar de Projecto Educativo. Um depende do outro. O Projecto Educativo surge quando se reconhece que a qualidade da formação escolar passa pelo envolvimento das escolas e dos agentes educativos na configuração de acções adequadas às populações que as vão viver, isto é, quando se toma consciência de que “a escola é uma instituição geradora de educação e não de mera instrução”. Com efeito, e partindo desta ideia, pode afirmar-se que o Projecto Educativo: “É a filosofia subjacente a uma dinâmica de escola / agrupamento”; “Define princípios e linhas orientadoras gerais, assentes nas características da Comunidade Educativa, de acordo com as orientações nacionais”; “Eestabelece metas e prevê parcerias, tendo em conta os recursos disponíveis (materiais, humanos, etc.)”; Enuncia uma “resposta educativa global” da instituição; “Define as políticas educativas para a Comunidade Educativa que serve”; É a expressão dos “princípios, orientações e metas a atingir” pela escola / agrupamento; Clarifica “os aspectos de gestão e administração” que permitem cumprir a ideologia político-educativa da escola / agrupamento; “Define e reflecte a visão, a ideologia e as acções da escola / agrupamento”; “Cria a matriz de suporte que vai ser concretizada no Projecto Curricular do Agrupamento e nos Projectos Curriculares de Turma”; É o “tronco comum de onde partem os vários projectos” existentes no Agrupamento, ligados: à formação, à administração, à organização curricular, às ofertas do Agrupamento, etc.. O Projecto Curricular de Escola / Agrupamento surge então mais recentemente e na sequência do Projecto Educativo. Está associado à ideia de que o currículo (nacional, regional e local) tem de ser percepcionado numa concepção de projecto aberto e dinâmico, por forma a permitir apropriações e adequações às realidades para que é proposto e onde vai ser vivido.
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Portanto, a ideia de Projecto Curricular de Escola / Agrupamento parte da crença de que uma Escola / Agrupamento de sucesso, bem como o desenvolvimento de aprendizagens significativas passam pela reconstrução do currículo nacional, de modo a ter em conta as situações e características dos contextos onde se vai realizar . Por conseguinte, é elaborado de acordo com as componentes regionais e locais, respeitando sempre o currículo nacional, mas definindo as opções curriculares do Agrupamento. Ainda, na sequência do Projecto Curricular do Agrupamento, surgem os Projectos Curriculares de Turma (PCTs). Assim, temos, no Agrupamento, por ordem cronológica e de dependência, os seguintes projectos: Projecto Educativo do Agrupamento – projecto de ordem “normativa”; Projecto Curricular do Agrupamento – projecto de ordem “deliberativa”; Projectos Curriculares de Turma – projectos de ordem “executiva”. Em síntese, pode afirmar-se que os três tipos de projecto têm como referência as “políticas educativas nacionais”. No entanto, cada um deles refere-se a contextos diferentes, implica concretizações diferentes e é projectado por órgãos diferentes: Órgão de Gestão, Conselho Pedagógico e Conselho de Turma. O Projecto Curricular de Escola / Agrupamento inclui, para além da (I) introdução, os seguintes capítulos:

II - O Agrupamento – identificação; III - O Currículo – uma opção teórica; IV - Competências;
V - Linhas orientadoras de acção educativa; VI - Aspectos organizacionais;

VII - Actualiz. contínua de conhecimentos; VIII - Estratégias organizacionais administrativas e financeiras; IX - Avaliação do projecto. Este projecto terá a validade temporal do Projecto Educativo de Agrupamento, reservando-se, entretanto, a necessidade de se proceder a actualizações anuais julgadas necessárias. As planificações curriculares e dos projectos fazem parte dos anexo a este documento.
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II. O AGRUPAMENTO Identificação:
1. DADOS BIOGRÁFICOS:
O Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 16042 Escola Sede: E.B. 2,3 Prof. Dr. C. Mota Pinto Código: 342762 Endereço: Lajeosa do Dão Código Postal: 3460-153 LAJEOSA TND Contribuinte: 600 079 210 Concelho: TONDELA Telefone PBX: 232 958106 Telefone C.E.: 232 958819 / 232 95... Telefax: 232 958877 Página: http//:www.eps-prof-c-mota-pinto.rcts.pt Email: info@eps-prof-c-mota-pinto.rcts.pt Equipa de Apoio às Escolas: Mangualde Direcção Regional de Educação: DRECentro

2. CONSTITUIÇÃO DO AGRUPAMENTO: Tipologia
JI EB1 EB 2,3 TOTAL

Designação
Jardins de Infância Escolas Básicas do 1º C Escola Básica do 2º e 3º C

Escolas
3 3 1 10

Turmas
4 6 10 25

Alunos
56 93 155 304

Docentes
5 a) 8 b) 33 c) 60

N/ Docentes
6 (2+2+2) 3 (1+1+1) 30 d) 37

a) 1 Educadora de Infância representa a Ed. Pré-Escolar no Órgão de Gestão – VicePresidente do Conselho Executivo. b) 2 Professoras sem turma: 1 (Coordenadora de Departamento) presta serviços como Docente dos Apoios Educativos e Avaliadora dos restantes docentes; 1 representa o 1º CEB no Órgão de Gestão – Vice-Presidente do Conselho Executivo, prestando também serviços Docente dos Apoios Educativos. c) Um Professor sem turma: Órgão de Gestão – Presidente do Conselho Executivo. d) Os 30 funcionários estão divididos da seguinte forma:

7 são Funcionários Administrativos; 4 são Cozinheiras; 16 são Auxiliares de Acção Educativa; 1 é Guarda Nocturno.

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III. O CURRÍCULO
As Actividades Curriculares visam dar resposta ao Currículo Nacional. Por Currículo Nacional entende-se o conjunto de aprendizagens e competências a desenvolver pelos alunos ao longo do Ensino Básico, de acordo com os objectivos consagrados na Lei de Bases do Sistema Educativo, para este nível de ensino. As estratégias de concretização e desenvolvimento do Currículo Nacional adequadas ao contexto de cada turma, são objecto de um Projecto Curricular de Turma, concebido, aprovado e avaliado pelo Professor Titular de Turma, em articulação com o Conselho de Docentes / Departamento Curricular do 1º Ciclo, ou pelo Conselho de Turma, consoante os ciclos.

ção e comunicação, visando favorecer o desenvolvimento de competências numa perspectiva de formação ao longo da vida; i) Diversidade de ofertas educativas, tomando em consideração as necessidades dos alunos, por forma a assegurar que todos possam desenvolver as competências essenciais e estruturantes definidas para cada um dos ciclos e concluir a escolaridade obrigatória.

2. O CURRÍCULO UMA OPÇÃO TEÓRICA
A escolha do paradigma de currículo não pode nem deve ser inocente e/ou aleatória.

Por detrás de cada modelo subjaz uma determinada concepção de educação, de escola e do papel consignado aos intervenientes no processo de ensino-aprendizagem.
Deste modo, na implementação das novas orientações curriculares, há que ter em conta: a) Os conceitos a adoptar:
Conceito alargado de currículo:
uma visão integradora dos projectos locais; a flexibilidade curricular e de horários.

1. PRINCÍPIOS ORIENTADORES PARA A ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO CURRÍCULO:
a) Coerência e sequencialidade entre os 3 ciclos do Ens. Básico e articulação destes com o Ens. Sec.; b) Integração do currículo e da avaliação, assegurando que esta constitua o elemento regulador do ensino e da aprendizagem; c) Existência de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, visando a realização de aprendizagens significativas e a formação integral dos alunos, através da articulação e da contextualização dos saberes; d) Integração, com carácter transversal, da educação para a cidadania em todas as áreas curriculares; e) Valorização das aprendizagens experimentais nas diferentes áreas e disciplinas, em particular, e com carácter obrigatório, no ensino das ciências, promovendo a integração das dimensões teórica e prática; f) Racionalização da carga horária lectiva semanal dos alunos; g) Reconhecimento da autonomia da escola no sentido da definição de um projecto de desenvolvimento do currículo adequado ao seu contexto e integrado no respectivo projecto educativo; h) Valorização da diversidade de metodologias e estratégias de ensino e actividades de aprendizagem, em particular com recurso a tecnologias de informaEscola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Conceito de continuidade educativa:
sentido de formação ao longo da vida; necessidade de uma educação básica para uma vida social actual mais abrangente.

b) O que se pretende com a articulação:
Organizar, de forma estruturada os diversos saberes – transmissão de um património cultural e educativo; Oferecer um campo de socialização comum a alunos provenientes dos mais variados estratos socio-económicoculturais; Fazer convergir, na escola, os vários interesses sociais (famílias, associações, entidades locais, etc.); Proporcionar o desenvolvimento de competências e saberes necessários ao aluno, para a sua autogestão na formação ao longo da vida; Assegurar competências básicas, numa perspectiva de contexto actual, de uma sociedade de informação e comunicação (TIC’s); Aprender a aprender, numa progressão pessoal de cada uma das áreas essenciais do conhecimento.

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3. OPÇÕES CURRICULARES E PEDAGÓGICAS:
A gestão do currículo constitui a possibilidade de cada Escola / Agrupamento organizar e gerir o processo de ensino / aprendizagem, contribuindo para uma escola de qualidade para todos. Com efeito, a organização e gestão do currículo do Ensino Básico pressupõe:
A apropriação do currículo nacional através da elaboração de um projecto curricular próprio, expresso nos diferentes projectos curriculares de turma; A formulação e articulação de competências gerais, transversais e essenciais em cada ciclo e disciplina; A gestão equilibrada da carga horária dos alunos (2º e 3º C), com períodos de trabalho de 90 minutos; A obrigatoriedade da 2ª língua estrangeira no 3º Ciclo; A introdução de 3 novas áreas curriculares não disciplinares, com tempos próprios nos horários dos Alunos e Professores (Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Formação Cívica); A introdução da Educação para a Cidadania e das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), como aprendizagens transversais ligadas a todas as disciplinas e áreas do currículo; Disciplina de opção – Oficina de Artes que se divide com a Educação Tecnológica nos 7º e 8º anos e é de opção no 9º ano; Tempo a decidir pela escola – Informática no 2ºC e 7º ano e disciplina de apoio a optar anualmente no 8º ano; A existência de actividades de enriquecimento do currículo, de carácter facultativo, incidindo nos domínios desportivo, artístico, científico e tecnológico, de ligação da escola com o meio e da dimensão europeia na educação; A avaliação dos alunos, como processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar e certificador, no final do Ensino Básico, dos saberes fundamentais e das competências essenciais adquiridas pelos alunos.

Estudo Acompanhado; Área de Projecto; Formação Cívica; Outras Actividades de Enriq. Curricular; Apoios e Complementos Educativos.

3.1. ARTICULAÇÃO E FLEXIBILIDADE CURRICULAR: A escola, tal como está, apresenta um conjunto de limitações, entre as quais se podem destacar a excessiva compartimentação e fragmentação do saber. Estas dificultam a integração das aprendizagens, não favorecem o sucesso escolar e educativo dos alunos e não promovem o desenvolvimento global da personalidade humana de forma a permitir a participação social, crítica e criativa do cidadão. A escola, tal como se pretende, terá como objectivo a integração dos saberes e pressupõe a existência de uma cultura interdisciplinar, construída pelo reforço das práticas de cooperação entre professores. Este trabalho cooperativo das diversas equipas docentes (Departamentos, Grupos, Conselhos de Turma) deve permitir a superação da lógica da compartimentação do saber através da identificação das conexões entre os conteúdos das diversas disciplinas e a planificação da intervenção conjunta no processo ensinoaprendizagem, designadamente:
Escolha do momento de abordagem dos conteúdos comuns às várias disciplinas; Nível de profundidade a abordar por cada disciplina num conteúdo comum; Definição da sequência de conteúdos de disciplinas diferentes, mas que possuem implicações recíprocas; Actividades a realizar pelos alunos e modalidades de avaliação a privilegiar.

Tendo ainda como objectivo a necessidade de promover a rentabilização do tempo dedicado às aprendizagens, procurou-se implementar a gestão do tempo curricular disciplinar, num contexto declarado de filosofia de ciclo de escolaridade, reorganizando a distribuição dos tempos lectivos. Para o efeito, foram tidos em conta os seguintes considerandos: A flexibilização do tempo curricular; O aumento do tempo útil de aprendizagem; A abertura de tempo escolar para incremento de outras iniciativas:
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A articulação e flexibilidade curricular são, desta forma, um importante desafio que se coloca aos professores e às escolas, na gestão e construção do currículo. 3.1.1. Flexibilidade do tempo curricular e de horários (1º Ciclo): Apesar de não haver modificações no quadro das áreas disciplinares que integram a matriz curricular do 1º Ciclo, e mantendo-se a carga horária curricular semanal de 25h + 2h de Tempo de Escola, com a flexibilização curricular e de horários, propõe-se: a) A melhoria da qualidade das ofertas educativas, através da:
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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

Manutenção do apoio curricular específico nas Expressões Artística e Físico Motora; Manutenção de uma Área de Projecto, a desenvolver em pequenos grupos de trabalho; Promoção periódica de actividades socializantes – desenvolvimento pessoal e social Manutenção da Introdução às Novas Tecnologias de Informação (TIC’s); Relação Educador e Professor / Equipa de Apoio – no estabelecimento de funções, papéis e tarefas, na programação e avaliação conjuntas.

3.2.1. Período de funcionamento dos Jardins-de-Infância: Da mesma forma que é definido o calendário escolar, também é definido o período de funcionamento, nos termos da Lei Quadro da Educação Pré-Escolar (Lei n.º 5/97, de 10 de Fevereiro), articulada c/ o ECD (Dec.-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril, c/ nova redacção dada pelo DL n.º 1/98, de 2 de Janeiro), assegurando um regime de funcionamento e um horário flexível de acordo c/ as necessidades das famílias. O Regime Horário, criado pelo Dec.-Lei n.º 542/79, de 31/12, refere que os Jardins de Infância do sector público, funcionarão em “regime de externato, em que a criança frequenta um ou ambos os períodos diários, cada um com duração não inferior a 02:30h a 03:00h”, num total de 05:00h, correspondente à função educativa, sem prejuízo de horários mais alargados que visem assegurar a função social de guarda das crianças (Dec.-Lei n.º 173/95, de 20/07). O início e termo das actividades diárias, bem como a Componente de Apoio à Família são definidos, em simultâneo c/ o calendário escolar, em reunião, específica para o efeito, a realizar c/ o responsável do Órgão de Gestão, a Educadora responsável pelo estabelecimento, os Pais/EE e o representante da Autarquia.
DISTRIBUIÇÃO DOS TEMPOS LECTIVOS Comp. Ap. Família

b) A gestão dos tempos lectivos, de forma flexível, contribui para que seja possível:
A implementação das Novas Áreas Curriculares Não Disciplinares; A concretização da Iniciação às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC’s); A monodocência coadjuvada associada à implementação das diversas ofertas curriculares existentes – as Act. de Enriq. Curricular (AECs), associadas às áreas das Expressões e Língua Estrangeira: Música ou outras expressões, Ed. Física, Inglês e Apoio ao Estudo, sendo esta última leccionada pelo Prof. Titular de Turma.

3.2. PERÍODO DE FUNCIONAMENTO JARDINS-DE-INF.ª / ESCOLAS EB1: A definição do período de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, incluindo actividades lectivas e não lectivas, é da competência do Órgão de Gestão, sob proposta do Conselho Pedagógico, ouvido o Conselho Geral. Para o efeito, deverão ser assegurados os seguintes pressupostos:
Em cada estabelecimento de ensino, deve procurar-se assegurar sempre um horário comum de início e termo das actividades escolares para todos os alunos, assegurando um período mínimo de permanência na escola de 8 horas diárias; De acordo c/ o ECD, o Pessoal Docente em exercício de funções é obrigado a prestar 35h semanais de serviço, integrando uma componente lectiva e uma componente não lectiva; A componente lectiva semanal da Educação PréEscolar e do 1º CEB é de 25h e desenvolve-se em 5 dias de trabalho, de 2ª a 6ª Feira; A componente não lectiva semanal da Educação PréEscolar e do 1º CEB é de 10h, sendo 2h de Trabalho de Escola (TE) e 8h de Trabalho Individual; O intervalo de almoço é de 1:30h.

08:30 09:00 11:00
ALMOÇO

09:00 10:30 12:00
01:00h

13:30
Comp. Ap. Família

15:30 18:00

15:00

3.2.2. Período de funcionamento das Escolas do 1º Ciclo: Nas Escolas do 1º Ciclo, as actividades organizam-se em regime normal, garantindo, aos alunos, uma permanência mínima de 8 horas diárias, com uma carga horária, para além do almoço, de:
25h de actividades curriculares; 1,5h de actividades de enriquecimento curricular semanais.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão DISTRIBUIÇÃO DOS TEMPOS LECTIVOS

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

09:00 1º INT. 11:00 ALMOÇO 13:30 3º INT. 15:45 4º INT. 16:45

10:30 30m 12:00 01:30h 15:30 15m 16:30 15m 17:30

3.3. CONCRETIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR (2º e 3º CEB): 3.3.1. Distribuição da carga horária diária: “O aumento do tempo útil de aprendizagem” a) A diminuição do tempo lectivo de 50 min. para 45 min., aumenta, por paradoxal que pareça, o tempo útil de aprendizagem; b) Um “bloco” de 90 min. é a unidade de tempo mínima a atribuir às áreas curriculares, nas actividades de ensino-aprendizagem (não se deve desdobrar em 2 tempos de 45m); c) Em cada ano de escolaridade, a nenhuma área poderá ser atribuída uma carga horária semanal inferior a 90m; d) Tempos de 45m só são atribuídos para as: áreas não agrupáveis ⇒ 0,5 bloco ⇒ 0,5 (45m) ⇒
(EMR, Formação Cívica e o tempo a decidir pela escola); áreas que ultrapassam um bloco, mas não atingem os dois ⇒ 1,5 blocos ⇒ 1 (90m) + 0,5 (45m) ⇒ todas as áreas curriculares e não curriculares (1,5);

des sentidas ou dos interesses havidos, por parte dos alunos; A contribuição para um clima mais adequado às aprendizagens, uma vez que actividades passam a ser de 90m; A possibilidade de diminuição dos conflitos e das agressividades, uma vez que haverá menos intervalos; O aumento do tempo útil de aprendizagem de cada disciplina, uma vez que haverá menos entradas e saídas de aula; A possibilidade de implementação, em tempo útil, de outros recursos, por forma a consolidar a instrução e a educação do discente.

3.3.2. Distribuição dos tempos lectivos (aulas / blocos): Na distribuição dos tempos lectivos houve a preocupação de construir horários lectivos com dois grandes intervalos: um de manhã e outro de tarde.
DISTRIBUIÇÃO DOS TEMPOS LECTIVOS

ALMOÇO 60m ALMOÇO 60m

08:35 09:20 1º INT. 10:35 11:20 2º INT. 12:20 13:05 3º INT. 14:05 14:50 4º INT. 15:45 16:30

09:20 10:05 30m 11:20 12:05 15m 13:05 13:50 15m 14:50 15:35 10m 16:30 17:15

3.3.3. Atribuição ½ bloco opcional: De acordo com o Dec.-Lei n.º6 / 2001, de 18 de Janeiro, as escolas do 2º e 3º Ciclo, no âmbito da Formação Pessoal e Social, devem proporcionar, aos alunos, ½ bloco (45m) com actividades que contribuam para a sua formação. No 2º e 3º ciclos, o ½ bloco (45m), em cada ano lectivo, será destinado a actividades de enriquecimento curricular (tempo a decidir pela escola) destinase:
No 2ºC e 7º ano – Informática; No 8º ano – disciplina de reforço curricular a optar anualmente, de forma justificada, pelo Conselho de Turma; No 9º ano – disciplina TIC (conjuntamente com outro tempo retirado às NAC (Novas Actividades Curriculares).

e) No 2º e 3º C, os períodos de 45m ou 90m indicam efectivamente o tempo útil de aula (não contemplando assim tempos destinados a deslocações, intervalos ou tolerâncias académicas); f) Para uma melhor concretização do tempo útil de aula, torna-se necessário a afectação de espaços físicos de aprendizagem, em regime de perenidade, à excepção dos espaços específicos, como sejam os laboratórios, espaços desportivos e as salas de EVT, EM, EV e ET, por forma a obviar a deslocação e o transporte de materiais, por parte dos alunos. Com esta reorganização, conseguir-se-á obter alguns ganhos consideráveis em vários domínios:
A possibilidade de aumentar ou diminuir a carga lectiva de cada formação disciplinar, em função das dificuldaEscola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

3.4. REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO BÁSICO: Os objectivos do ensino básico, definidos na Lei n.º 46/86 (Lei de Bases do Sist. Educ.), asseguram uma formação geral comum a todos os Portugueses, devendo entender-se como metas a prossecução gradual ao longo de toda a escolaridade básica. Destes, partem 3 grandes objectivos gerais para o Ensino Básico que se subdividem em objectivos específicos:
Dimensão pessoal da formação – criar as condições para o desenvolvimento global e harmonioso da personalidade ... Dimensão das aquisições básicas e intelectuais fundamentais – proporcionar a aquisição e domínio de saberes, instrumentos, capacidades e valores ... Dimensão para a cidadania – desenvolver valores, atitudes e práticas que contribuam para a formação de cidadãos conscientes ...

a) Áreas Curriculares Disciplinares; b) Novas Áreas Curric. N/ Disciplinares (NAC’s):
Estudo Acompanhado; Área de Projecto; Formação Cívica;

c) As formações transdisciplinares, segundo o diploma (Decreto-Lei n.º 6/2001) são as seguintes:
a educação para a cidadania; o domínio da língua portuguesa; a valorização da dimensão humana do trabalho; a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s).

d) As Actividades de Enriquecimento Curricular, de carácter facultativo, são de natureza lúdica, cultural, nomeadamente nos domínios: desportivo, artístico, científico e tecnológico , ligação escola-meio, de solidariedade e da dimensão europeia na educação. 3.4.1.1. Novas Áreas Curriculares Não Disciplinares
(Projecto Curricular e Não Curricular Contextualizado e Diferenciado – 1º/2º/3º Ciclo):

A unidade do currículo básico decorre da referência a um mesmo quadro de objectivos gerais e concretiza-se através da articulação dos ciclos. Os princípios orientadores da nova organização e gestão do currículo (Dec.-Lei n.º 6/2001):
Coerência e sequencialidade entre os 3 ciclos do Ensino Básico e sua articulação c/ o Secundário; Integração do currículo e da avaliação; A avaliação como elemento regulador do ensino e da aprendizagem; A existência de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares; A integração, c/ carácter transversal, da educação para a cidadania em todas as áreas curriculares; A valorização das aprendizagens experimentais nas diferentes áreas e disciplinas; A racionalização da carga horária lectiva semanal; O reconhecimento da autonomia da escola, no sentido da definição de um projecto de desenvolvimento do currículo; A valorização da diversidade de metodologias, de estratégias e de actividades; A diversidade de ofertas educativas – desenvolver competências essenciais e estruturantes, para todos; A possibilidade da co-docência ou desdobramento da turma em algumas disciplinas.

3.4.1.1.1. Estudo Acompanhado: O Estudo Acompanhado visa «a aquisição de competências que permitam a apropriação pelos alunos de métodos de estudo e de trabalho e proporcionem o desenvolvimento de atitudes e de capacidades que favoreçam uma cada vez maior autonomia na realização de aprendizagens».
In Art. 5º do Dec. Lei 6 / 2001, de 18 de Janeiro

a) Definição:

O Estudo Acompanhado é uma componente curricular não disciplinar que implica a orientação do aluno, no sentido de, cada vez mais, desenvolver atitudes pessoais de autonomia e organização do seu próprio percurso escolar.
b) Finalidades:

Com o Estudo Acompanhado pretende-se que o aluno adquira gradualmente: i. Um melhor conhecimento de si próprio:
autoconceito e auto-estima; motivação e envolvimento pessoal; autocontrolo;

3.4.1. Novo Plano Curricular (Revisão Curricular – Dec.–Lei n.º 6/2001): O novo plano curricular, para o Ensino Básico, passa a contemplar:
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ii. O domínio de métodos e técnicas de estudo: Saber usar uma estratégia adequada ao tipo de estudo em questão, passando por:
Domínio da Leitura:
- como ler e compreender melhor um texto;

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão - como melhorar a rapidez da leitura; - como facilitar a leitura; - como fazer leitura global; - como fazer leitura em profundidade; - como distinguir o essencial do acessório; - como fazer esquemas; - como tirar apontamentos durante a leitura; - como fazer mapas de ideias; - como consultar um livro, uma enciclopédia, etc.; - como distinguir factos de opiniões; - como sublinhar ...

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO saber pesquisar, organizar e tratar informação, em função das necessidades e problemas a resolver, contextos e situações; saber seleccionar e fazer tratamento de informação; ter consciência da necessidade de uma postura corporal correcta durante o estudo; desenvolver a comunicação interpessoal; utilizar diferentes formas de comunicação verbal adequando o código linguístico aos contextos e às necessidades; resolver dificuldades ou enriquecer a comunicação através da comunicação não verbal com aplicação das técnicas e dos códigos apropriados; conhecer e actuar, de acordo com as normas, regras e critérios de actuação pertinente, de convivência, trabalho, de responsabilização e sentido ético das acções definidas pela comunidade escolar, nos seus vários contextos, a começar pela sala de aula; participar em actividades e aprendizagens, individuais e colectivas, de acordo com regras estabelecidas; desenvolver competências de trabalho de grupo; desenvolver competências de auto-avaliação.

Domínio da Escrita:
como fazer um resumo; como arranjar ideias; como organizar ideias / informações; como responder a perguntas; como escrever vários tipos de textos; como elaborar um trabalho de pesquisa, uma acta, um relatório, etc.; como conseguir uma boa coerência frásica e textual; como fazer uma pontuação correcta;

c) Metodologias:

Domínio da Expressão Oral:
- cumprir instruções; - intervir de forma ajustada ao tempo, ao espaço e aos receptores; - saber participar com sentido de oportunidade e clareza; - usar a voz com volume, pausas e entoações adequadas; - exprimir dúvidas ou dificuldades;

Dado o carácter eminentemente transversal e de enriquecimento interdisciplinar, esta área não curricular, o Estudo Acompanhado, deve ser gerido em articulação com os restantes professores da turma, tratandose do 2º ou 3º Ciclo, com base num plano de trabalho orientado nas dificuldades e interesses dos alunos. No 1º Ciclo, torna-se também fundamental que seja perfeitamente integrado e adequado ao nível etário dos alunos, pelo que deverá ser uma área a desenvolver interligada com as outras áreas. Do ponto de vista do seu desenvolvimento, o professor terá que saber dosear os objectivos a atingir, sem no entanto esquecer que deverá ser o aluno a desencadear o ritmo e as metas, de acordo com as suas dificuldades. É, portanto, da responsabilidade do Prof. Titular de Turma (1º Ciclo) ou do Conselho de Turma (2.º e 3.º Ciclos) a elaboração de uma planificação aberta e flexível, adequada à realidade da turma, de modo a levar os alunos a aprender, aprendendo. O ideal, será quando o aluno conseguir elaborar e desenvolver o seu próprio plano de trabalho e de pesquisa, passando o professor a ser um orientador das suas aprendizagens. A metodologia a adoptar dependerá, em grande parte, dos contextos, devendo basear-se no trabalho do aluno, cabendo ao professor, ou professores, o papel de orientador, recorrendo à modelação (o aluno aprende através de um modelo, que pode ser o professor), através:

Domínio do Raciocínio Lógico:
- identificar e resolver problemas; - perceber sequências; - estabelecer relações lógicas; - desenvolver a percepção visual e analítica;

iii. O planeamento e organização do estudo:
ter consciência de que para ter sucesso é necessária uma boa organização pessoal; ter consciência da necessidade de um local de estudo organizado e com bom ambiente; ter consciência da necessidade de uma postura corporal correcta durante o estudo; aprender a planificar e a organizar o tempo; planear e elaborar horário e sessões de estudo; aprender a seleccionar e organizar o material de apoio; aprender a controlar estímulos distractivos, durante o estudo; estabelecer objectiv. para as sessões de estudo; verificar o cumprimento desses objectivos; avaliar e reorganizar o plano de trabalho.

iv. O desenvolvimento de estratégias cognitivas e metacognitivas:
(Auto)conhecimento da forma como se aprende; Identificação dos diversos problemas a resolver e escolher, adequar e aplicar estratégias de resolução.

v. O desenvolvimento de competências transversais: __________________________________________________________________________________________________ 12
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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão do questionamento (o professor questiona o aluno, com o objectivo de o fazer pensar e tomar consciência da forma como pensa e resolve as situações); do debate; da aprendizagem cooperativa (o aluno trabalha em grupo); de uma auto e hetero-avaliação constantes, podendo-se elaborar contratos, diáriops e fichas de registo de autoavaliação diárias.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO gravadores / leitores de cassetes ou CD, cassetes audio e CD; computadores; scanner; CD Rom; ...

Não se trata aqui de reforçar as aprendizagens específicas de cada disciplina, com o objectivo de alcançar mais aprendizagens, mas sim, o de promover melhores aprendizagens (que são aquelas que conduzem a uma cada vez maior autonomia).
d) Como explorar a área do Estudo Acompanhado: Através de aprendizagens específicas, relacionadas com:
a definição de estratégias e metodologias de estudo; a pesquisa, recolha e tratamento da informação.

Sugere-se também, para uma maior diversificação, que os próprios alunos sejam os construtores de muitos dos materiais, tais como: jogos, cartões c/ palavras, dicionários, livros de histórias, resumos de histórias, puzzles, bandas desenhadas, labirintos, sopas de palavras, cartazes, tangrans, palavras cruzadas, geoplanos, etc..
g) Avaliação:

A avaliação desta área deve ser exclusivamente qualitativa e formativa, reflectindo o desenvolvimento alcançado pelo aluno e o percurso que deve ainda percorrer. Os meios de avaliação passam pela auto e heteroavaliação, portfólios, etc.. A avaliação sumativa tem a forma qualitativa. 3.4.1.1.2. Área de Projecto: A Área de Projecto visa «a concepção, realização e avaliação de projectos, através da articulação de saberes de diversas áreas curriculares, em torno de problemas ou temas de pesquisa ou de intervenção, de acordo com as necessidades e os interesses dos alunos».
In Art. 5º do Dec. Lei 6 / 2001, de 18 de Janeiro

Através da rentabilização da Biblioteca, desenvolvendo actividades como:
fichas de leitura; passaporte de leitor; procura no ficheiro; organização de pesquisas bibliográficas.

e) Intervenientes:

De acordo com o disposto no Dec.-Lei N.º 6/2001, de 18 de Janeiro, o Estudo Acompanhado é da responsabilidade do professor titular da turma (1.º Ciclo) ou de uma equipa de dois professores da turma (2.º e 3.º Ciclos), preferencialmente de áreas científicas diferentes. O trabalho a desenvolver deve passar por uma colaboração estreita entre Docentes, Alunos e Pais / Enc. Educ.. Estes deverão ser consciencializados da importância da sua colaboração em todo este processo, de forma a perceberem o que se passa com esta área para não serem levados a pensar que podem deixar de controlar o estudo dos seus filhos.
f) Recursos:

a) Definição:

A Área de Projecto é uma componente curricular não disciplinar que, tal como o nome sugere, implica:
A concepção, desenvolvimento e avaliação de um projecto, tendente à resolução de um problema ou de uma situaçãoproblema, surgido na turma, na escola ou no meio; A adopção de uma metodologia de trabalho, asente na interdisciplinaridade, na transversalidade de competências e na participação activa dos alunos em todas as suas fases; Ser considerado real e importante por todos os participantes; Permitir aprendizagens novas; Ser resolvido, tendo em conta os recursos existentes na escola ou fora dela; Ser adequado ao nível etário dos alunos, tendo em conta os conhecimentos prévios que pode mobilizar e o interesse dos alunos por um mesmo assunto.

O ideal seria que cada aluno tivesse o seu próprio plano de trabalho e o espaço, ou espaços, onde esta actividade decorresse, tivesse ou tivesse acesso aos mais variados recursos:
fichas de trabalho; enciclopédias, dicionários, obras de leitura, revistas e jornais; jogos didácticos; televisão; vídeo; cassetes vídeo;

b) Finalidades:

Através da Área de Projecto pretende-se, essencialmente, que se verifique nos alunos: i. A adopção do método de resolução de problemas como forma de melhorar a qualidade de vida e participação social;

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ii. O desenvolvimento de capacidades e competências:
sentido crítico; espírito de iniciativa e autonomia; recolha, selecção e organização de informação; criatividade; capacidade de organização; autonomia; capacidade de resolução de problemas e de intervenção; capacidade de comunicação e expressão; capacidade de intervenção.

No entanto, deverão participar Alunos, Prof., Pais / EE, Comunidade Educativa e todos os elementos da sociedade que se entenda por conveniente, de forma a ser um trabalho partilhado, coerente e assente na realidade e contexto locais.
e) Projecto:

i. Pressupostos: O problema deve:
ser considerado real e importante por todos os participantes; permitir aprendizagens novas; ser resolvido, tendo em conta os recursos existentes na escola ou fora dela; ser adequado ao nível etário dos alunos, tendo em conta os conhecimentos prévios que pode mobilizar e o interesse dos alunos por um mesmo assunto.

iii. A interiorização de valores, atitudes e padrões de comportamento:
princípios de justiça, liberdade, tolerância, solidariedade, ... espírito de cooperação; respeito pelos outros; sentido de responsabilidade; sensibilidade estética; hábitos de trabalho e persistência; sentido social.

ii. Fases: O trabalho de projecto desenvolve-se nas seguintes fases:
escolha do problema (identificação e enunciado do problema); escolha e formulação de problemas parcelares; preparação e planeamento do trabalho; trabalho de campo; ponto da situação; tratamento das informações recebidas; apresentação dos trabalhos; balanço / avaliação (reformulação, ou não, do projecto).

iv. A aquisição e aplicação de conhecimentos e de saberes instrumentais:
formação e alargamento do conceitos; eficácia na aplicação de conceitos; transferência de conceitos a novas situações; aptidões técnicas e manuais.

c) Metodologias:

A Área de Projecto privilegia a participação activa dos alunos, através de uma metodologia investigativa centrada na resolução de problemas. Os problemas deverão ser pertinentes para os alunos, devendo constituir ocasião para adquirir novas aprendizagens. Interessa aqui:
por um lado, proporcionar uma aprendizagem gradual, centrada mais nos processos do que no produto final, levando o aluno a capacitar-se para resolver problemas e a auto formarse; por outro lado, demonstrar que um mesmo problema pode ser tratado de diversos modos pela turma ou por grupos de alunos, garantindo múltiplas abordagens e soluções mais ricas do problema.

iii. Elaboração do Projecto: A planificação do projecto não pode ser rígida, definindo, à partida, toda a acção a desenvolver. De qualquer modo, sob o ponto de vista formal, deve especificar:
o problema que origina o projecto; os resultados que se pretendem alcançar, no sentido da resolução do problema; os objectivos a alcançar, sob o ponto de vista da formação dos alunos; as actividades a desenvolver, indicando os intervenientes, as estratégias a utilizar, os recursos materiais e a calendarização; a avaliação.

Deve ser adoptada uma metodologia de trabalho centrada na interdisciplinaridade e na transversalidade de competências.
d) Intervenientes:

iv. Avaliação: A avaliação deverá ser sempre qualitativa, deverá contemplar 2 vertentes:
uma vertente centrada no desenrolar do processo, através de uma avaliação formativa do trabalho desenvolvido pelos alunos, recorrendo à auto e hetero-avaliação; uma vertente centrada no produto e resultados finais a atingir com o projecto, de modo a determinar se o trabalho desenvolvido foi bem orientado e concebido em termos de solução para o problema inicial.

De acordo com o disposto no D.L. n.º 6/2001, de 18/01, a Área de Projecto é da responsabilidade do Prof. Titular da Turma (1.º Ciclo) ou de uma equipa de 2 Prof. da turma (2º CEB), preferencialmente de áreas científicas diferentes, e 1 Prof. (3º CEB).
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A avaliação sumativa tem a forma qualitativa.

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3.4.1.1.3. Formação Cívica: a) Definição: A Formação Cívica é um «espaço privilegiado para o desenvolvimento da educação para a cidadania, visando o desenvolvimento da consciência cívica dos alunos como elemento fundamental no processo de formação de cidadãos responsáveis, críticos, activos e intervenientes, com recurso, nomeadamente, ao intercâmbio de experiências vividas pelos alunos e à sua participação, individual e colectiva, na vida da turma, da escola e da comunidade».
In Art. 5º do Dec. Lei 6 / 2001, de 18 de Janeiro

experiências, desde a experimentação até ao contacto com outras realidades. Sem que haja, necessariamente, um programa para cumprir, devem ser delineados temas programáticos transdisciplinares, baseados na realidade colectiva circundante, desde os temas que estão mais próximos das preocupações dos alunos, e da escola, até aos que adquirem uma relevância mais abrangente. Como explorar a área da Formação Cívica: Sugerem-se algumas experiências:
assembleia de turma; trabalho de projecto; debate a partir de temas concretos: filmes, conflitos, factos, etc.; comentário de textos, filmes ou peças de teatro; análise crítica dos meios de comunicação ouvidos, lidos e vistos; jornal da escola e rádio escolar; acesso à Internet; organização de eventos; participação em associações; estabelecimento de redes com outras escolas; colaboração em campanhas de voluntariado e solidariedade.

b) Finalidades:

Através da Formação Cívica, pretende-se, essencialmente, para os alunos: i. O desenvolvimento humano:
possibilitar vivências pessoais, emocionais, afectivas e não apenas cognitivas; interiorizar valores e padrões de comportamento; construir e defender opiniões; tomar decisões e assumir responsabilidades; aprender a ver a vida e as coisas com «olhos humanos»;...

d) Intervenientes:

ii. A participação democrática:
conhecer os direitos e os deveres do cidadão e as principais instituições democráticas e seu funcionamento; aderir aos valores da democracia: a dignidade humana, o respeito, a liberdade, a solidariedade, a tolerância, a compreensão, a justiça,... ser capaz de: - resolver conflitos de forma não violenta; - ouvir e interpretar os argumentos alheios; - reconhecer e aceitar as diferenças; - estabelecer, com os outros, relações construtivas; ...

De acordo com o disposto no Dec.-Lei N.º 6/2001, de 18/01, a Formação Cívica é da responsabilidade do Prof. Titular de Turma (1.º C) ou do DT (2.º e 3.º C). Apesar de ser o Aluno o agente principal neste processo educativo, deve ser orientado pelo Professor ou Professores, pela Família e pela Comunidade.
e) Avaliação:

iii. A coesão social:
aprender o respeito e a aceitação da diferença; procurar o equilíbrio entre a mudança e a tradição; aprender a viver juntos em cooperação, intervenção e compromisso; participar activa e responsavelmente na comunidade; ...

A avaliação desta Área Não Disciplinar deve ser exclusivamente qualitativa e formativa, reflectindo o desenvolvimento alcançado pelo aluno. Os meios de avaliação passam pela auto e heteroavaliação. A avaliação sumativa tem a forma descritiva. Nota: Ao longo do Ensino Básico, em Área de Projecto e em Formação Cívica devem ser desenvolvidas competências nos seguintes domínios:
Educação para a saúde e sexualidade de acordo com as orientações do Desp. n.º 25 995/2005, de 28 de Novembro e o Desp. 2506/2007, de 23 de Janeiro; Educação ambiental; Educação para o consumo; Educação para a sustentabilidade; Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo; Educação para os direitos humanos;

c) Metodologias:

A Formação Cívica é, necessariamente, um processo lento e trabalhoso. Não se trata, apenas, de fazer aquisições cognitivas ou de adaptar comportamentos. Sendo, simultaneamente, uma tarefa cognitiva e socioafectiva, cada aluno tem, obrigatoriamente, que ter um papel activo na sua construção. Deste modo, o professor deverá assumir um papel de orientador, de moderador ou de modelo, mas tendo sempre o cuidado de proporcionar aos alunos uma variedade de
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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Educação para a igualdade de oportunidades; Educação para a solidariedade; Educação rodoviária; Educação para os media; Dimensão europeia da educação.

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4.1.3. Implementação das

Orientações curriculares:
4.1.3.1. Na definição dos Object. Gerais: O Desenvolvimento Curricular da Ed. Pré-Escolar assenta em:
Princípio geral e objectivos pedagógicos:
- enunciados na Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar.

No 8.º ano de escolaridade, a Área de Projecto deve destinar 1 tempo lectivo de 90min à utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) – (Despacho n.º 16 149/2007, de 25 de Julho).

Ambiente Educativo:
- Organização do grupo, do espaço e do tempo; - Organização do estabelecimento educativo, na relação c/ os pais e outros parceiros educativos.

4. REORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1. REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA ED. PRÉ-ESCOLAR: A Educação Pré-Escolar assume-se como a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário. 4.1.1. O currículo na Ed. Pré-Escolar: As orientações curriculares constituem um conjunto de princípios para apoiar o educador nas decisões sobre a sua prática, ou seja, para conduzir o processo educativo a desenvolver com as crianças. Não são um programa, pois adoptam uma perspectiva orientadora e não prescritiva das aprendizagens a realizar pelas crianças. Diferenciam-se também de algumas concepções de currículo, por serem mais gerais e abrangentes, isto é, por incluírem a possibilidade de fomentar diversas opções educativas e, portanto, vários currículos. 4.1.2. A importância da Ed. Pré-Escolar:
O reconhecimento da criança como sujeito do processo educativo significa partir do que a criança já sabe e valorizar os seus saberes e partindo do princípio que a Educação Pré-Escolar é a primeira etapa da educação básica, implica que a criança continue a aprender, ou seja, que na Educação Pré-Escolar as crianças aprendam a aprender; O enriquecimento das experiências e vivências da criança dos 3 aos 6 anos, explicitadas nas áreas de conteúdo curricular, contemplam a aquisição e desenvolvimento de competências: sociais, expressivas e de comunicação e de conhecimento do mundo; O início das actividades curriculares, assegurando-se a formação integral das crianças, numa perspectiva de educação e formação ao longo da vida, visa estimular o desenvolvimento global da criança, no respeito pelas suas características individuais.

Áreas de Conteúdo:
- Formação Pessoal e Social; - Expressão e Comunicação, contemplando três domínios:
- Expressões motora, dramática, plástica e musical; - Linguagem oral e abordagem à escrita; - Domínio da Matemática.

Conhecimento do Mundo; Continuidade Educativa; Intencionalidade Educativa.

4.1.3.2. Definição dos Objectivos Específicos: Na definição dos objectivos específicos, em cada sala da Ed. Pré-Escolar, deverão ser tidos em conta os fundamentos básicos contidos nas orientações curriculares:
Promover uma perspectiva de educação ao longo da vida; Promover uma aprendizagem metacognitiva (aprender a aprender); Promover a igualdade de oportunidades de acesso à escola e de sucesso das aprendizagens; Proporcionar à criança condições de uma bem sucedida interacção com o nível escolar seguinte; Construir uma pedagogia estruturada, na planificação e avaliação conscienciosas do processo educativo a desenvolver em cada sala; Proporcionar prazer em aprender, dentro de um carácter lúdico, essencial e próprio desta faixa etária; Interligar o desenvolvimento / aprendizagem, como um processo de construção e de interacção social, no qual a criança, sujeito construtivo, desempenha um papel activo; Desenvolver o processo educativo, partindo do que a criança já sabe da sua cultura e saberes próprios, das suas vivências num contexto facilitador de interacções sociais alargadas; Valorizar as características individuais, através de uma pedagogia diferenciada, proporcionando experiências educativas diversificadas, num contexto socializador heterogéneo; Defender uma “Escola Inclusiva” – oportunidades iguais para todas as crianças; Promover um bom funcionamento do estabelecimento educativo, envolvendo toda a comunidade; Promover o desenvolvimento pessoal e social, bem como a educação para a cidadania, dentro de uma formação para os valores (Humanos, Democráticos, Sociais, Culturais, Ambientais e Morais).

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO A articulação Pré-Escolar / 1º CEB, através de vivências e experiências conjuntas, construindo projectos de articulação que vêm delineadas no Plano Anual de Actividades; O favorecimento de atitudes que facilitem, com sucesso, uma boa transição para a etapa seguinte.

4.1.3.3. Organização do Ambiente Educativo: Em cada sala, o grupo de crianças deve ser organizado no tempo e no espaço, de acordo com o seu modelo curricular ou o seu método pedagógico, tendo em conta algumas linhas comuns:
A heterogeneidade do grupo: (idades, vivências, estratos socioculturais, experiências e saberes); A promoção de um saber educativo de bem estar e segurança – a criança deve sentir-se livre de se manifestar, de se expressar e de aprender, sentindo-se sujeito activo; O atendimento às necessidades psicológicas e físicas de cada criança, dentro de um quadro de educação para a saúde individual e colectiva e de formação para a cidadania; A partilha de trabalho pedagógico entre as Educadoras, através de planificações e actividades especiais conjuntas, do desenvolvimento de um sob-projecto educativo comum aos Jardins de Infância e conforme o Projecto Educativo; As relações entre as famílias e o estabelecimento – através da informação sobre as várias actividades e do processo educativo, bem como da colaboração dos pais; O meio social envolvente – características a explorar (defesa do património, interligação com os serviços sociais e de saúde).

4.1.3.6. O Processo de Intencionalidade Educativa: Trata-se de um processo reflexivo, desenvolvido pelo Educador, devendo conter: a observação, o planeamento, a acção e a avaliação. 4.1.3.7. Áreas de Conteúdo e Competências na Ed. Pré-Escolar: Tendo em conta os princípios enunciados, a Educadora de infância, na tomada de decisões no processo educativo a desenvolver com as crianças, deve seguir as “Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar”, sintetizadas na grelha anexa. Nela estão contidas, de forma sintética, as principais competências a desenvolver nas Crianças da Ed. PréEscolar, tendo por base as Áreas de desenvolvimento da criança. Estas devem ser vistas de forma articulada e globalizante, visto que a construção do saber se processa de forma integrada e, que há interrelações entre os diferentes conteúdos e aspectos formativos desenvolvidos e trabalhados no Jardimde-Infância. As competências, na sua maioria, caracterizam-se como transversais, já que a criança começa a ter a noção de si própria, do Outro e do Mundo que a rodeia através do contacto com o Mundo natural e humano, aprendendo por modelação – imitação.
(Orientações Curriculares para a Ed. Pré Escolar, Desp. Nº 5220/97, de 4 de Agosto).

4.1.3.4. Exploração das Áreas de Conteúdo Curricular: Nestes espaços de aprendizagem e desenvolvimento, que devem estar interligados, articulados e contextualizados, devem ser privilegiados:
A formação pessoal e social – Área básica integradora do processo educativo, no desenvolvimento de Atitudes e Valores, através das experiências e vivências socializadoras, numa perspectiva que o ser humano constrói em interacção social, sendo influenciado e influenciando o mundo que o rodeia; A Expressão e Comunicação – Área básica de conteúdos de aprendizagem e desenvolvimento permanentes, nos domínios psicomotores e simbólico, pelas experiências de diferentes formas de linguagem, comunicação e expressão; O Conhecimento do Mundo – Área básica de alargamento dos saberes e de sensibilização às ciências, pela construção da identidade pessoal, tendo em conta a riqueza de relação com os outros e com o mundo que nos rodeia.

ANEXO I

4.1.3.5. A Importância da Continuidade Educativa: O desenvolvimento de um processo educativo deve partir daquilo que o grupo e cada criança já sabe, na construção de um caminho de aprendizagens bem sucedidas, tendo em conta:
As vivências individuais, familiares e sociais; A comunicação com os Pais/EE, estabelecida nos contactos diários, pelas informações do processo do desenvolvimento educativo de cada criança, pelo conhecimento do ambiente familiar, etc.; A relação Educadores / Prof. do 1º CEB, através do conhecimento das propostas curriculares de cada nível de ensino;

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4.2. REORGANIZAÇÃO CURRIC. NO 1ºC: 4.2.1. A importância do 1ºC na Ed. Básica: Ao longo do 1º Ciclo, pretende-se, com os alunos:
A aquisição de conhecimentos estruturados e de hábitos de estudo e de trabalho; O enriquecimento das experiências e vivências educativas resultantes do pré-escolar; A aquisição de competências que desenvolvam em cada aluno um cidadão autónomo, capaz de se adaptar e intervir com sucesso na sociedade.

c) Educação Artística e Tecnológica - 7º e 8º anos – A escola optou pela co-docência, utilizando 1 bloco (90 min) de acordo c/ uma organização semestral, conjugando o desdobramento de cada turma em 2 grupos:
Educação Tecnológica; Oficina de Artes.

Os semestres: distribuem-se por um n.º de semanas +/- equitativo:
1º semestre até ao Carnaval; 2º semestre até ao final do ano lectivo.

4.2.2. Novo Desenho Curricular /1º CEB: O novo plano curricular enunciado no Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro: ANEXO II 4.3. REORGANIZAÇÃO CURRIC. NO 2ºC: 4.3.1. Novo Desenho Curricular / 2º CEB ANEXO III 4.4. REORGANIZAÇÃO CURRIC. NO 3ºC: 4.4.1. Novo Desenho Curricular do 3ºC: ANEXO IV 4.5. ORGANIZAÇÃO DAS COMPONENTES DO CURRÍCULO:
a) Educação Artística – oferta da escola: A escola decidiu oferecer como 2ª disciplina da área da Educação Artística: Oficina de Artes; b) Nos 7º e 8º anos – A disciplina oferecida pela escola será partilhada, em regime de desdobramento semestral, ficando: Educação Tecnológica; Oficina de Artes. c) No 9º ano – Os alunos escolhem livremente uma única disciplina, entre:
Educação Visual; Educação Tecnológica; Oficina de Artes.

4.5.2. Avaliação semestral:
A avaliação semestral, em Ed. Tecnológica e Oficina de Artes, faz-se do seguinte modo: - 1º e 2º período – avaliação descritiva; - 3º período – avaliação sumativa (nível 1 a 5).

4.5.3. Disciplinas ou outras áreas leccionadas por 2 professores:
a) No 2º CEB: Ed. Visual e Tecnológica – a disciplina é leccionada por 2 professores da mesma área, de preferência com formações diferentes; Estudo Acompanhado – a área não disciplinar é leccionada por 2 professores, de preferência um de Matemática e outro de Língua Portuguesa; Área de Projecto – a área não disciplinar é leccionada por 2 professores, de preferência de áqreas disciplinares diferentes; b) No 3º CEB: Estudo Acompanhado – no âmbito do Projecto da Matemática, a área não disciplinar é leccionada por 2 professores, de preferência um de Matemática e outro de Língua Portuguesa; No 7º ano – a área não disciplinar é leccionada por 2 professores de Matemática.

4.6. CURSOS DE ED. FORMAÇÃO - CEF:
De acordo com o Despacho Conjunto n.º 453/2004, de 27 de Julho, os Cursos de Educação e Formação destinam-se preferencialmente a jovens com idade igual ou superior a 15 anos, em risco de abandono escolar ou que já abandonaram antes da conclusão da escolaridade de 12 anos. No entanto, poderá ser autorizada a frequência destes cursos a jovens com idade inferior a 15 anos, quando as situações o aconselhem.

4.5.1. Desdobramento de turmas:
a) Nos 7º, 8º e 9º anos, com 16 ou mais alunos por turma, a área das Ciências Físicas e Naturais, em cada ano, o correspondente a 1 bloco (90min), passa a ser leccionada por 2 professores, em regime de desdobramento da turma - (Esta prática favorece
a realização de trabalhos laboratoriais não interferindo na carga horária dos alunos).

b) Na mesma área, no 9º ano, o tempo sobrante para uma das disciplinas passa a ser distribuído pelas duas, de forma alternada semanalmente.

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4.6.1. CEF - Restauração Mesa e Bar:
Na Escola EB2,3 Prof. Dr. C. Mota Pinto foi criado o Curso de Educação e Formação – Hotelaria (Empregado de Mesa) – tipo 2, nível 2, para dar resposta a casos de risco de abandono escolar e integração na vida activa com formação adequada e certificada, o que constituiu um grande desafio. A saída profissional destes cursos deve ser pensada com base no mercado de trabalho no tecido empresarial da região. Este projecto tem por finalidade atingir as competências traçadas pelo Ministério da Educação - um percurso caracterizado por uma forte ligação com o mundo profissional. Tendo em conta o perfil pessoal, a aprendizagem realizada nestes cursos valoriza o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão, em articulação com o sector empresarial local. Estes cursos são dirigidos aos alunos que procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabalho, contudo os mesmos, podem prosseguir estudos. Estes cursos cumprem vários objectivos: Contribuem para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais para o exercício de uma profissão; Têm uma estrutura curricular organizada por módulos, o que permite maior flexibilidade e respeito pelos diversos ritmos de aprendizagem dos alunos; Privilegiam as ofertas formativas que correspondem às necessidades de trabalho locais e regionais. Para tal, propõem-se os objectivos que se seguem: Promover a formação de cidadãos; Desenvolver práticas de relacionamento interpessoal favoráveis ao exercício da autonomia, da cidadania, do sentido de responsabilidade, cooperação e solidariedade; Promover a coordenação do processo de ensino e harmonização das mensagens socializadoras; Estabelecer uma linha de actuação comum dos professores da turma em todos os domínios da sua acção perante os alunos; Fomentar a integração do aluno na comunidade; Adequar as estratégias de ensino às características dos alunos; Trabalhar em equipa…

4.6.1.1. Perfil Profissional:
O Curso de Restaurante, Mesa e Bar visa preparar profissionais de Restaurante e de Bar, habilitados para efectuar o serviço de alimentos e bebidas, à mesa e ao balcão, em estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados ou não em unidades hoteleiras, com vista a garantir um serviço de qualidade e a satisfação dos clientes. O Técnico de Mesa/Bar é o profissional qualificado para executar os trabalhos relacionados com: serviço de refeições e de bebidas, dar explicações sobre a composição e modos de confecção das diversas iguarias; aconselhar as bebidas apropriadas; acolher e atender clientes; executar qualquer serviço de bebidas simples ou compostas do receituário nacional e internacional; dar explicações sobre os diversos tipos de bebidas.

4.6.1.2. Perfil proposto para o curso: METAS
Todos os alunos, no final do curso, deverão ter alcançado os seguintes objectivos/ metas: 1. SABERES – SABER / SER ; SER/ESTAR: Facilitar o relacionamento interpessoal com os colegas, as chefias e os clientes; Trabalhar em equipa; Organizar o seu posto de trabalho de forma a permitir responder às solicitações do serviço interagindo com os outros elementos da equipa; Apresentar-se de forma elegante, eficiente e ser cortês; Ter uma postura de orientação para o cliente, esforçando-se por corresponder a/ou exceder as expectativas dos clientes; Decidir sobre as soluções mais adequadas na resolução de problemas decorrentes das solicitações e reclamações dos clientes.
2. SABERES – FAZER:

Diagnosticar as necessidades de reposição de produtos/matérias-primas e efectuar as respectivas requisições; Seleccionar, preparar e utilizar o mobiliário, equipamentos, utensílios, roupas e outros materiais adequados aos serviços de restaurante; Efectuar o armazenamento de bens de consumo, dos utensílios e dos materiais recebidos para o serviço, tendo em conta os processos de conservação adequados;

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Seleccionar as matérias-primas e os produtos adequados ao serviço de bar, em função da sua qualidade e do produto final a obter; Interpretar receituários regionais, nacionais e internacionais; Utilizar os diferentes processos de transformação/composição de produtos alimentares com vista à preparação de bebidas e de pequenas refeições para o serviço de bar; Apresentar, interpretar e prestar informações sobre a carta do restaurante, a carta de vinhos e a carta de bar, com vista a apoiar os clientes nas suas escolhas; Utilizar as técnicas de serviço de bar no atendimento no bar e em serviços especiais, aplicando as técnicas, normas e regras de acolhimento e protocolo; Utilizar as técnicas de serviço de mesa, no atendimento de restaurante e em serviços especiais, aplicando as técnicas, normas e regras de acolhimento e protocolo.

sição de saberes através de actividades e projectos multidisciplinares e da promoção da ligação com o meio e a formação pessoal e social do aluno;

5.1. Articulação interdepartamental:
No âmbito dos DEPARTAM. CURRICULARES, proceder à coordenação das actividades científicas, pedagógicas e didácticas, sendo de destacar:
a) A identificação de conteúdos essenciais; b) A identificação de valores / atitudes e comportamentos; c) A identificação das metodologias activas a utilizar; d) A elaboração de planificações anuais e periodais; e) A elaboração de um plano de formação em colaboração, se possível, com o Centro de Formação, e que contemple exclusivamente necessidades sentidas pelos departamentos ou pelas disciplinas nos foros científico, pedagógico e didáctico; f) A definição de critérios de avaliação de disciplina, tendo em consideração os definidos pela escola; g) A conformação dos instrumentos de avaliação aplicados por todos os docentes com as componentes curriculares dadas e privilegiadas, com as regras pedagógicas tidas como adequadas e com os critérios definidos.

4.6.2. Desenho Curricular / CEF (T 2, N 2): ANEXO V

5. ARTICULAÇÃO CURRICULAR:
A articulação horizontal e vertical efectua-se nas diferentes estruturas de orientação educativa sob a coordenação do Conselho Pedagógico e operacionaliza-se, nomeadamente através do PAA do Agrupamento e das estruturas de orientação educativa, das planificações das disciplinas e dos projectos curriculares de turma. Com a articulação curricular pretende-se que todas as componentes curriculares do ensino básico devem intervir: 1. No ensino-aprendizagem da língua materna, devendo contribuir para o desenvolvimento das capacidades dos alunos ao nível da compreensão e produção de enunciados orais e escritos em português; 2. Na valorização da dimensão humana do trabalho, conduzindo à identificação dos interesses e aptidões do aluno; 3. De forma sistemática para a formação pessoal e social dos educandos, favorecendo, em especial, o desenvolvimento do espírito crítico e a interiorização de valores espirituais, estéticos, morais e cívicos;

5.2. Artic. interdisciplinar / turma:
Ao nível do CONSELHO DE DOCENTES (Ed. PréEscolar e 1ºC) e CONSELHO DE TURMA (2º e 3ºC), dever-se-á garantir:
a) A gestão do currículo, assegurando a articulação entre os Docentes Titulares de Turma / Docentes da Turma, Alunos e Pais/EE, sob a forma de coordenação entre pares e de articulação / mediação entre essa acção dos docentes e os restantes actores sociais através da verificação, nomeadamente, das seguintes medidas:
A estruturação das prioridades curriculares decorrentes da análise da situação da turma, seu contexto sócio-económico e cultural, seu percurso escolar anterior, reconstruindo objectivos, diferenciando estratégias ou adequando o currículo, gizando mudanças didácticas, definindo percursos evolutivos interessantes e enriquecedores; A estruturação das actividades de aprendizagem da turma como um todo coerente e adequado às suas características e necessidades (da turma); A clarificação de atitudes e valores a promover, e por que meios, através do trabalho concertado de todos os docentes: por exemplo, o direito e modos dos alunos expressarem as suas dúvidas e opiniões, a necessidade de respeitarem a sua vez para o fazerem, as modalidades e os momentos de avaliação (...)

b)Dinamização da actividade e dos debates a encetar nos Conselhos de Turma / Conselhos de Docentes, nomeadamente, através de: __________________________________________________________________________________________________ 20

4. Na promoção da actividade da Área de Projecto, devendo procurar atingir, nomeadamente, a aqui-

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão A identificação de actividades (p.ex., um perfil de competências, preparação de um projecto interdisciplinar) e formando equipas de trabalho; A organização de modalidades de apresentação das finalidades e aspectos essenciais dos vários programas que podem servir de base à definição de competências, capacidades e atitudes a desenvolver nas diferentes disciplinas; A organização de pequenos estudos de caso, relativamente a situações especificas de alunos ou problemas de aprendizagem globais, divididos grupos de trabalho; A identificação de aspectos de âmbito formal necessários a um bom funcionamento das reuniões; O desenvolvimento de acções que promovam e facilitem uma correcta integração dos alunos na escola;

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sionais, favorecendo a indispensável articulação entre a escola e o mundo do trabalho; 3. Se desenvolvam acções de aconselhamento psicossocial e vocacional dos Alunos (sobretudo no 9º ano), apoiando o processo de escolha e planeamento de carreiras; 4. Se procure, designadamente:
Apoiar os alunos no processo de desenvolvimento da sua identidade pessoal e do seu projecto de vida; Planear e executar actividades de orientação escolar e profissional, nomeadamente através de programas a desenvolver com grupos de alunos ao longo do ano lectivo; Realizar acções de informação escolar e profissional sob modalidades diversas, garantindo a participação activa dos alunos na exploração das técnicas e materiais utilizados; Colaborar na planificação e acompanhamento de visitas de estudo, experiências de trabalho, estágios e outras formas de contacto dos alunos c/ o meio e o mundo das actividades profissionais; Colaborar com outros serviços, designadamente do Instituto do Emprego e Formação Profissional, na organização de programas de informação e orientação profissional; Desenvolver acções de informação e sensibilização dos pais e da comunidade em geral no que respeita à problemática que as opções escolares e profissionais envolvem; Desenvolver acções de informação e sensibilização sócio-profissional dos alunos do 9º ano, em grupo e individualmente.

c) Fomento do intercâmbio com os Pais/EE, nomeadamente, através de:
O fomento da participação dos Pais/EE no processo educativo, de modo a: - Dinamizar as relações entre Pais/EE e a escola; - Promover o conhecimento da estrutura e conhecimento da escola (regulamento interno, organismos de apoio ao aluno,
actividades extracurriculares, Associações de Pais e de Estudantes....); - Estimular os encarregados de educação a participar na vida da escola; - Perspectivar o conhecimento da organização curricular e avaliação do rendimento.

d)Organização administrativo-pedagógica, procurando:
A organização/actualização de um dossier com vista à sua actualização activa junto dos intervenientes no processo educativo.

5.3. Informação e orientação escolar:
A orientação educativa surge como uma importante componente de todo o processo educativo. O seu papel é o de acompanhar o aluno ao longo do seu percurso escolar, contribuindo para identificar os seus interesses e aptidões, para poder intervir em área de dificuldades que possam surgir na situação de ensino-aprendizagem, facilitando assim o desenvolvimento da sua identidade pessoal e intervindo na construção do seu próprio projecto de vida.

5.4. Apoios educativos:
1. Haja uma interligação entre os Serviços de Apoio Educativo (apoio a Alunos c/ NEE, ASE, apoio de Saúde Escolar); 2. Se promovam actividades específicas de informação escolar e profissional, disponíveis, susceptíveis de ajudar os alunos a situarem-se perante as oportunidades disponíveis, tanto no domínio dos estudos e formações como no das actividades profis__________________________________________________________________________________________________ 21
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IV. COMPETÊNCIAS
As competências dividem-se em gerais, transversais e essenciais e vão da Educação Pré-Escolar e ao Ensino Básico.

1. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR:
1.1. COMPETÊNCIAS GERAIS DA ED. PRÉ-ESCOLAR As competências gerais a desenvolver na Educação Pré-Escolar são os seguintes:
O desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiência de vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania; A inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade; A contribuição para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem; O desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciadas; O desenvolvimento da expressão e comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo; A curiosidade e o pensamento crítico; A promoção do bem-estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e colectiva; A promoção de uma melhor orientação e encaminhamento da criança, através da despistagem de inadaptações, deficiências ou precocidades; O estabelecimento de relações de efectiva colaboração com a comunidade, incentivando a participação das famílias no processo educativo.

Avaliar o processo e reformular a acção educativa se isso se tornar necessário; Comunicar o conhecimento que o educador tem da criança aos outros adultos que interagem com a criança; Articular a passagem da criança da educação pré-escolar e o ensino básico.

2. ENSINO BÁSICO:
No ensino básico, os alunos desenvolverão 3 níveis de competências: competências gerais, transversais e essenciais em cada disciplina. Em primeiro lugar, adopta-se aqui uma noção ampla de competência que procura integrar conhecimentos, capacidades e atitudes e que pode ser entendida como saber em acção.

2.1. COMPETÊNCIAS GERAIS
NO ENSINO BÁSICO: O perfil de competências gerais a desenvolver por todos os alunos ao longo do ensino básico estão aqui formuladas com um elevado grau de generalidade. A escola deve proporcionar a todos os alunos a aquisição de conhecimentos. Porém, o conhecimento significativo não se constrói independentemente de processos de pensamento e de atitudes favoráveis à aprendizagem. Naturalmente, estes processos e estas atitudes, por sua vez, não se desenvolvem sem conteúdos concretos, pelo que abandonamos a tradicional, mas falsa oposição entre processos e conteúdos. Assim, as competências gerais a desenvolver pelo aluno são as seguintes: 1. Participar na vida cívica de forma crítica e responsável; 2. Respeitar a diversidade cultural, religiosa, sexual ou outra; 3. Interpretar acontecimentos, situações e culturas, de acordo com os respectivos quadros de referência históricos, sociais e geográficos; 4. Utilizar os saberes científicos e tecnológicos para compreender a realidade natural e sociocultural e abordar situações e problemas do quotidiano; 5. Contribuir para a protecção do meio ambiente, para o equilíbrio ecológico, e para a preservação do património; 6. Desenvolver o sentido de apreciação estética do mundo, recorrendo a referências e conhecimentos básicos no domínio das expressões artísticas;

1.2. ORIENTAÇÕES GLOBAIS A SEGUIR PELA EDUCADORA DE INFÂNCIA: Aos objectivos enunciados, subjazem orientações globais a seguir pela respectiva Educadora:
Observar a criança e o grupo para conhecer as suas capacidades, interesses e dificuldades e recolher informações sobre o contexto familiar e o meio em que as crianças vivem; Planear o processo educativo de acordo com que o educador sabe de cada criança e do grupo, do seu contexto familiar e social; Agir, concretizando na sua acção as suas intenções educativas, adaptando-as às propostas das crianças e tirando partido das situações;

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7. Estabelecer uma metodologia personalizada de trabalho e de aprendizagem; 8. Cooperar com outros e trabalhar em grupo; 9. Procurar uma actualização permanente face às constantes mudanças tecnológicas e culturais, na perspectiva da construção de um projecto de vida social e profissional; 10. Desenvolver hábitos de vida saudáveis, a actividade física e desportiva, de acordo com os seus interesses, capacidades e necessidades; 11. Utilizar de forma adequada a língua portuguesa em diferentes situações de comunicação; 12. Utilizar o código ou os códigos próprios das diferentes áreas do saber, para expressar verbalmente o pensamento próprio; 13. Seleccionar, recolher e organizar informação para esclarecimento de situações e resolução de problemas, segundo a sua natureza e tipo de suporte, nomeadamente o informático; 14. Utilizar duas línguas estrangeiras em situações do quotidiano, resolvendo as necessidades básicas da comunicação e apropriação da informação. 2.2. COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS: A designação de transversais significa que estas competências percorrem todas as áreas de aprendizagem propostas pelo currículo, ao longo dos vários ciclos de escolaridade, sendo igualmente relevantes em diversas outras situações da vida dos alunos. As competências transversais estão intimamente ligadas à ideia de aprender a aprender no decurso do ensino básico. Neste sentido, a aquisição e o uso de procedimentos e métodos de acesso ao conhecimento tornam-se aspectos centrais do currículo escolar. Os métodos de estudo, o tratamento da informação, a comunicação, a construção de estratégias cognitivas ou o relacionamento interpessoal e de grupo têm, naturalmente, muito em comum nos vários ambientes de aprendizagem mas envolvem também características, modalidades e concretizações diferenciadas. É importante assumir, de modo explícito, tanto os aspectos comuns como as especificidades de cada disciplina. Assim, as competências transversais a desenvolver
pelo aluno são as seguintes: a educação para a cidadania; o domínio da língua portuguesa;

a valorização da dimensão humana do trabalho; a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s).

2.2.1. Articulação entre competências transversais e essenciais: A articulação entre as competências transversais e as competências essenciais, em cada área disciplinar, constitui um elemento fulcral do desenvolvimento do currículo, podendo referir-se, como exemplo: 1. Métodos de trabalho e de estudo:
Participar em actividades e aprendizagens, individuais e colectivas, de acordo com regras estabelecidas; Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho e de estudo; Exprimir dúvidas ou dificuldades; Analisar a adequação dos métodos de trabalho e de estudo formulando opiniões, sugestões e propondo alterações.

2. Tratamento de informação:
Pesquisar, organizar, tratar e produzir informação em função das necessidades, problemas a resolver e dos contextos e situações.

3. Comunicação:
Utilizar diferentes formas de comunicação verbal, adequando a utilização do código linguístico aos contextos e às necessidades; Resolver dificuldades ou enriquecer a comunicação através da comunicação não verbal com aplicação das técnicas e dos códigos apropriados.

4. Estratégias cognitivas:
Identificar elementos constitutivos das situações problemáticas; Escolher e aplicar estratégias de resolução; Explicitar, debater e relacionar a pertinência das soluções encontradas em relação aos problemas e às estratégias adoptadas.

5. Relacionamento interpessoal e de grupo.
Conhecer e actuar de acordo com as normas, regras e critérios de actuação pertinente, de convivência, trabalho, de responsabilização e sentido ético das acções definidas pela comunidade escolar nos seus vários contextos, a começar pela sala de aula.

2.3. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS:
Considera-se competência essencial a aprendizagem realizada nas áreas curriculares disciplinares envolvendo conteúdos específicos das mesmas. Uma aprendizagem significativa em cada disciplina pressupõe a experiência pessoal, a um nível adequa-

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do, com esses modos de pensar e de fazer. Por isso, inclui não só conhecimentos da disciplina mas também sobre a disciplina, isto é, alguma compreensão da sua natureza e dos seus processos.

2.3.1. Articulação das competências essenciais no ensino básico:
De acordo com os princípios do D.L. n.º 6/2001, é definido um conjunto de competências consideradas essenciais e estruturantes, no âmbito do desenvolvimento do currículo nacional, que devem ser proporcionadas a todos os alunos, em cada um dos ciclos, até ao final do Ensino Básico. Convém notar que, o termo competência, apesar de poder assumir diferentes significados, interessa, aqui, a sua noção ampla, para assim poder promover o desenvolvimento integrado de capacidades e atitudes que viabilizem a utilização dos conhecimentos em situações diversas. Com efeito, no desenvolvimento do currículo do Ensino Básico, deverão, todas as escolas do Agrupamento, adequar estratégias no sentido de aproximar e inserir os alunos na vida cultural, social e profissional, de acordo com o seguinte PERFIL:
Língua Portuguesa – ser capaz de se exprimir oralmente e por escrito, de forma correcta, de acordo com o seu desenvolvimento; Vida escolar e comunitária – manifestar sensibilidade para com os problemas sentidos ou vividos; Trabalho – manifestar sensibilidade para com a respectiva dimensão social; Vida em sociedade – saber trabalhar com os outros e trabalhar em grupo; Línguas estrangeiras – utilizar pelo menos duas em situações do quotidiano; Domínio das técnicas – ser capaz de dominar técnicas de pesquisa, organização, memorização e estudo adequado às tarefas; Formação contínua – ter consciência de que, face às constantes mudanças tecnológicas e culturais, numa perspectiva de construção de um projecto de vida social e profissional, é necessário procurar uma actualização permanente; Espírito crítico – revelar uma atitude crítica construtiva, em relação à saúde, segurança, ecologia, qualidade de vida e consumo, concretizada nas pessoas, paisagens e ambientes;

Dever social – revelar-se capaz de participar democraticamente e de forma responsável, colaborando na definição das regras; Património – contribuir para a sua preservação; Consciência social – reconhecer a necessidade social de normas, sendo sensível à necessidade de consenso na resolução de conflitos; Competências disciplinares – conseguir atingir os objectivos essenciais definidos para cada disciplina.

À luz deste perfil, deverão equacionar-se, também, as COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS à qualidade da vida pessoal e social de todos os cidadãos, a promover gradualmente ao longo da Educação Básica, de forma a que à saída, o aluno seja capaz de: 1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; 2. Usar correctamente a Língua Portuguesa para comunicar, de forma adequada, e para estruturar pensamento próprio; 3. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar; 4. Usar correctamente a Língua Portuguesa para comunicar, de forma adequada, e para estruturar pensamento próprio; 5. Usar correctamente a Língua Portuguesa para comunicar, de forma adequada, e para estruturar pensamento próprio; 6. Usar Línguas Estrangeiras para comunicar adequadamente, em situações do quotidiano e para estruturar pensamento próprio; 7. Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados; 8. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável; 9. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; 10. Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; 11. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns;

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12. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. O desenvolvimento destas competências pressupõe que todas as áreas curriculares actuem em convergência, pelo que é preciso definir e articular as COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS de cada disciplina. Elas deverão envolver os conteúdos específicos de cada disciplina, de acordo com os modos de pensar e de fazer que lhe são característicos, estabelecendo-se o seguinte desenvolvimento por ciclo de escolaridade, com continuidade ao longo dos 3 ciclos da Educação Básica. Os níveis de desempenho (por anos e níveis) para definir no âmbito dos grupos disciplinares / disciplinas. ANEXO VI

V. LINHAS ORIENTADORAS DE ACÇÃO EDUCATIVA
As linhas orientadoras de acção educativa têm a ver áreas prioritárias de intervenção e são as decorrentes do enunciado em sede de Projecto Educativo de Agrupamento e são, nomeadamente: 1. Promover o sucesso educativo e reduzir o abandono escolar; 2. Melhorar o nível cultural e a formação cívica dos alunos; 3. Incrementar as relações com a comunidade envolvente; 4. Gerir toda a dinâmica escolar a partir de critérios pedagógicos; 5. Fomentar o gosto pela inovação e pelo saber; 6. Consciencializar a comunidade educativa das Questões Ambientais e da Promoção da Educação para a Saúde.

1. LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESCOLAR:
A melhoria da qualidade da educação é um objectivo essencial da actual reforma do sistema educativo. A sua concretização implica que se conjuguem diferentes factores que directamente condicionam a qualidade do sistema, como sejam a formação dos recursos humanos envolvidos na acção educativa, os meios técnicos e os recursos especializados de apoio que o sistema possa dispor de forma acessível e generalizada. Daí que, o papel primordial da orientação educativa seja o de acompanhar o aluno ao longo do seu percurso escolar, contribuindo para identificar os seus interesses e aptidões, intervindo em área de dificuldade que possam surgir na situação de ensinoaprendizagem, facilitando o desenvolvimento da sua identidade pessoal e a construção do seu próprio projecto de vida. Deste modo, propõe-se o seguinte: 1. A interligação tão estreita quanto possível de um psicólogo com os outros serviços de apoio educativo referidos no capítulo III da Lei de Bases do Sistema Educativo, designadamente os de apoio a alunos com NEE, os de acção social escolar, os de apoio de saúde escolar e a comissão de protecção de crian__________________________________________________________________________________________________ 25
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ças e jovens em risco, outras entidades dos domínios da formação dos jovens. 2. A promoção de actividades específicas de informação escolar e profissional, susceptíveis de ajudar os alunos a situarem-se perante as oportunidades disponíveis, tanto no domínio dos estudos e formações como no das actividades profissionais, favorecendo a indispensável articulação entre a escola e o mundo do trabalho. 3. O desenvolvimento de acções de aconselhamento psicossocial e vocacional dos alunos, apoiando o processo de escolha e o planeamento de carreiras. 4. Pretende-se assim:
Apoiar os alunos no processo de desenvolvimento da sua identidade pessoal e do seu projecto de vida; Planear e executar actividades de orientação escolar e profissional, nomeadamente através de programas a desenvolver com grupos de alunos ao longo do ano lectivo, e de apoio individual ao seu processo de escolha; Realizar acções de informação escolar e profissional sob modalidades diversas, garantindo a participação activa dos alunos na exploração das técnicas e materiais utilizados; Colaborar na planificação e acompanhamento de visitas de estudo, experiências de trabalho, estágios e outras formas de contacto dos alunos com o meio e o mundo das actividades profissionais; Colaborar com outros serviços, designadamente do Instituto do Emprego e Formação Profissional, na organização de programas de informação e orientação profissional; Desenvolver acções de informação e sensibilização dos pais e da comunidade em geral no que respeita à problemática que as opções escolares e profissionais envolvem; Promover a participação, em regime de voluntariado, de encarregados de educação e outros membros da comunidade em acções de informação sobre as diversas actividades profissionais que exercem, para proporcionar aos jovens escolhas mais fundamentadas.

A organização é de responsabilidade tripartida: da Autarquia, Educadoras e Pais/EE. A planificação é da responsabilidade da Educadora de Infância Titular de Grupo. As entradas, os almoços, os tempos após as actividades pedagógicas e os períodos de interrupção lectiva são os momentos que a caracterizam. Competências:
As refeições são supervisionadas pela Educadora de Infância e o enquadramento é efectuado pelas Auxiliares de Acção Educativa em serviço, de acordo com as instruções da Educadora; Compete, ainda, à Educadora de Infância estruturar um meio formal de avaliação da actividade que seja regular e consistente; As refeições devem constituir um tempo precioso para efectuar múltiplas aprendizagens de saber estar à mesa de acordo com as regras sociais e num ambiente gratificante para que as crianças se sintam acolhidas, respeitadas e valorizadas; O tempo restante da hora de almoço deve ser aproveitado para as crianças brincarem livremente, tendo por companheiros os colegas e os profissionais; A animação sócio-educativa surge como acção complementar da acção pedagógica e procura reforçar o processo de socialização, tendo em conta:
- Este espaço deve ser mais um tempo de prazer de estar e conviver e menos a busca de um produto; - Deve ser um momento de informalidade e de ausência de sistemacidade; - Deve contemplar o desenvolvimento de experiências não listadas no currículo: construções, leituras, jogos, conversas (…), recorrendo, preferencialmente, aos Pais/EE como fonte de informação sobre os que as crianças gostam de fazer; - Deve privilegiar-se a originalidade dos materiais, elegendo, em especial, os materiais de jogo simbólico e de psicomotricidade; - O grupo deve ter uma composição diferente do da sala no tempo curricular; - Estas actividades devem prever uma forma regular e formal dos profissionais de animação interagirem com o docente respectivo para troca de êxitos e dificuldades.

2. A ESCOLA A TEMPO INTEIRO: 2.1. COMPONENTE DE
APOIO À FAMÍLIA:

2.2. ACTIVIDADES DE ENRIQUECIM. CURRICULAR (AECs) – 1º CEB:
Nos termos do Desp. n.º 14.460/2008, de 26 de Maio, as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) destinam-se aos Alunos do 1º CEB, tendo em vista:
O alargamento e generalização da escola a tempo inteiro;

(Ed. Pré-Escolar):
A Componente de Apoio à Família (CAF) na Ed. Pré-Escolar desenvolve-se para além das 25 horas lectivas e é definida no início do ano escolar com os Pais/EE.
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Tornar os horários dos estabelecimentos de ensino mais compatíveis com as necessidades das famílias; Proporcionar novas oportunidades de aprendizagem aos alunos deste nível de ensino.

As AECs são as que incidem nos domínios desportivo, artístico, científico, tecnológico e das TIC, de ligação da escola com o meio, solidariedade e voluntariado e dimensão europeia da educação, nomeadamente:
a) Actividades de apoio ao estudo; b) Ensino do Inglês; c) Ensino de outras línguas estrangeiras; d) Actividade física e desportiva; e) Ensino da música; f) Outras expressões artísticas; g) Outras actividades que incidam nos domínios identificados.

De acordo com estes pressupostos, as AECs visam uma adequada integração escolar dos alunos, potenciando a sua formação integral nas vertentes pessoal e social, articulando o saber, o saber estar e o saber agir. A acção a desenvolver baseia-se no pressuposto de que tudo é importante para o desenvolvimento integral do aluno, não existindo fronteiras entre as várias matérias do currículo. Assim, o saber não deve ser compartimentado, mas sim ser considerado como um conjunto de conhecimentos que irá formar e integrar socialmente cada indivíduo, uma vez que, não são só as disciplinas curriculares que permitem ao aluno atingir esses objectivos. As AEC também dão o seu contributo e desempenham um papel fundamental. a) Objectivos:
Fazer c/ que a escola não seja apenas um espaço de ensino, mas um espaço educativo global; Contribuir para a diminuição do abandono e absentismo escolar; Fornecer, ao aluno, conhecimentos que as disciplinas curriculares não lhes proporcionam; Criar o gosto de estar na escola, incentivando a criatividade através da diversificação de tarefas; Estimular a aprendizagem através de actividades organizadas de acordo com os interesses e expectativas dos alunos; Promover a ajuda e assistência aos alunos que manifestam ritmo mais lento de aprendizagem; Favorecer a socialização dos alunos; Contribuir para a integração social e comunitária dos alunos; Promover os valores e património regional, bem como estabelecer uma relação escola / meio; Utilizar, de forma criativa, lúdica, cultural e formativa, os tempos livres dos alunos.

A entidade promotora das AEC é a Autarquia, cabendo ao Agrupamento rubricar com aquela entidade um protocolo onde se expressam os direitos e deveres de cada uma das partes. Em especial, ao Agrupamento fica cometida toda a organização e supervisão pedagógica e à Autarquia o processo de recrutamento. O processo de supervisão é efectuado pelo Prof. Titular de Turma, observando o seguinte:
De forma presencial no(s) local (locais) de realização; Através do preenchimento de um modelo de monitorização a desenvolver em Departamento do 1º Ciclo; Em reunião de Departamento, com a presença dos Docentes das AECs.

2.3. ACTIVIDADES DE ENRIQUECIM. CURRICULAR – 2º e 3º CEB:
Nos 2º e 3º CEB, as Actividades de Enriquecimento Curricular inserem-se num conjunto de actividades não curriculares, de carácter facultativo, desenvolvidas predominantemente, para além do tempo lectivo dos alunos (art.º 9º do Dec.-Lei n.º 6/2001). Trata-se de um conjunto de actividades de natureza eminentemente lúdica, cultural e formativa, visando proporcionar e facilitar a formação integral e a realização pessoal dos alunos, incidindo, tal com no 1º CEB, nos domínios desportivo, artístico, científico, tecnológico e das TIC, de ligação da escola com o meio, solidariedade e voluntariado e dimensão europeia da educação.
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b) Regime de funcionamento: As AEC, no 2º e 3º CEB, desenvolvem-se predominantemente, para além do tempo lectivo dos alunos. Com efeito, poderão ser utilizados:
Os tempos de “furo” (ausência do prof.); Os tempos de início e termo da manhã e da tarde, sem aulas no horário; O último bloco das 3as e 5as feiras.

c) Formas de concretização: Nestes períodos de tempo, os alunos poderão participar na:
Dinamização da Biblioteca;

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Utilização das novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) – Centro de Recursos; Dinamização e integração de Clubes e Projectos; Organização de visitas; Desporto Escolar;

2.5.1. Orientações para inclusão de alunos c/ NEE (carácter permanente):
1. Referenciação (Educadoras de Infância, Prof. Titulares de Turma e Directores de Turma) dos alunos que se podem integrar no estatuto de NEE de carácter permanente (Dec.-Lei n.º 3/2008), a apresentar à Psicóloga (parceria ASSOL – Serviços de psicologia,
terapia da fala e auxílio pedagógico, no âmbito da transição para a vida activa dos alunos integrados nas NEE).

As diversas actividades e clubes terão as suas regras específicas, o seu próprio calendário, objectivos, estratégias, avaliação, etc..

2.4. APOIOS E COMPLEMENTOS EDUCATIVOS – 2º e 3º CEB:
Os Apoios e Complementos Educativos referem-se a um conjunto de acções e actividades que visam:
Apoiar socialmente as famílias criando espaços e tempos de ocupação das crianças e jovens; Contribuir para o enriquecimento cultural e cívico, promovendo uma utilização criativa e formativa dos tempos livres; Ajudar os alunos a superar dificuldades de base, nas áreas disciplinares; Contribuir com apoio psicológico e orientação escolar e profissional, através de um conjunto de acções diversificadas, que visam o acompanhamento do aluno, individual ou em grupo, ao longo do processo educativo; Dar apoio psicopedagógico às actividades educativas e ao desenvolvimento do sistema de relações da Comunidade Escolar.

2. Elaboração de um relatório técnico pedagógico pelos docentes da Educação Especial. 3. Elaboração de um programa educativo para os alunos que reuniram critérios de elegibilidade (Docentes / Pais/EE). 4. Coordenação do programa educativo individual por parte da Educador de Infância, Prof. Titular de Turma ou Director de Turma.

2.5.2. Adaptações nos elementos curriculares (Alunos c/ NEE):
1. Na definição de objectivos:
Prioridade aos objectivos curriculares que atendam a critérios de maior funcionalidade c/ alunos NEE; Introdução de objectivos específicos, complementares e/ou alternativos.

2. Nos conteúdos:
Prioridade a áreas ou blocos; Modificação da sequência de conteúdos; Eliminação de alguns conteúdos secundários; Introdução de alguns conteúdos específicos complementares e/ou alternativos.

Os apoios e complementos educativos podem ainda traduzir-se pela possibilidade de:
Distribuição de refeições; Utilização de transportes; Estabelecimento de acções educativas no campo da segurança e prevenção de acidentes nas actividades escolares; Cobertura financeira da assistência a prestar a sinistrados, em regime de complementaridade aos apoios assegurados pelo sistema nacional de saúde; Distribuição de livros e material escolar aos mais carenciados.

3. Nas actividades:
Ensino / aprendizagem o mais individualizado possível; Desenvolvimento de hábitos de estudo e métodos de trabalho; Estímulo a comportamentos desejáveis e necessários à realização da tarefa.

4. Na metodologia:

2.5. EDUCAÇÃO ESPECIAL:
No domínio das modalidades especiais de educação escolar, os apoios visam:
Apoiar o processo de integração de alunos com NEE, envolvendo Alunos, Famílias, Prof. e Comunidade; Promover a articulação de serviços e recursos facilitadores da integração social e escolar dos jovens com NEE; Colaborar em acções comunitárias destinadas a prever e a eliminar a fuga à escolaridade obrigatória, o abandono escolar precoce e o absentismo sistemático; Apoiar pedagogicamente os alunos com deficiência.

Aumentar progressivamente do grau de dificuldade das tarefas; Atender ao nível de desempenho alcançado; Facilitar a atenção e motivação do aluno; Fazer “feedback” imediato sobre o desempenho – objectivos alcançados e dificuldades sentidas;

5. Na avaliação (tendo em conta a diferença):
Modificação na selecção de técnicas e instrumentos de avaliação; Elaboração ou adaptação de técnicas e instrumentos;

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Estabelecer critérios de promoção (flexíveis e orientadores); Introdução de critérios de avaliação específicos do contexto; Adaptação de critérios de avaliação.

Proporcionar novas oportunidades de emprego para jovens que revelam competências, atitudes e comportamentos consentâneos com a vida produtiva; Contribuir para a formação de uma cultura gratificante.

2.6. OCUPAÇÃO DOS TEMPOS
ESCOLARES: A Ocupação plena dos Tempos Escolares (OTE), visa proporcionar aos Alunos a sua ocupação plena, durante todo o período de tempo em que permanecem no espaço escolar, em caso de ausência / impedimento temporário de docentes titulares de serviço / turma, tendo em conta os seguintes objectivos:
… criar condições para o efectivo cumprimento do currículo e programas de cada disciplina / área; … reduzir o abandono e insucesso escolares; … melhorar a concentração / atenção dos alunos (quando a falta se verifica num tempo de um bloco); … diminuir o n.º de acidentes escolares; … reduzir o barulho junto às salas de aula (inerente à ausência do professor titular); … contribuir para o enriquecimento curricular e formação cívica dos alunos; … minimizar os prejuízos que as faltas dos Prof. Titulares de Turma possam causar aos Alunos; … contribuir para a efectiva concretização do Projecto Educativo do Agrupamento.

2.5.3. Adaptações nos relacionamentos interpessoais:
Ao nível da Educação Especial e dos Alunos com NEE, o relacionamento carece de algumas adaptações, com vista a uma integração plena, tendo em conta:
Professor / Aluno – tendo como base o respeito pela diferença, pela valorização das diferenças, pela valorização das características individuais, pela visão positiva e atenta às Necessidades Educativas Individuais (NEE); Relações entre Alunos / Colegas – tendo como base a formação heterogénea de cada grupo: número, idades, níveis de desenvolvimento, estratos sócio-económicoculturais de proveniência, organização cooperativa, fomentação da participação e partilha de experiências e contactos; Relação Prof. Titular de Turma / Prof. Ed. Especial – tendo como base o estabelecimento de funções, papéis e tarefas, na programação e avaliação conjuntas (PEI, PEA).

2.5.4. Adaptações organizacionais
(espaço / tempo / material): 1. Na organização do espaço:
Apoio dentro e fora da sala de aula; Utilização mais funcional de acordo c/ aos alunos c/ NEE; Redução do nível de ruído e de elementos de distracção; Facilitação da autonomia do aluno. 2. Na organização do tempo: Adaptação dos horários ao apoio educativo; Aumento do tempo de realização das tarefas. 3. Na organização dos materiais:
Selecção do material de acordo com as necessidades educativas e do grupo; Estímulo à sua utilização por todos; Recurso a materiais didácticos diversificados, técnicas e processos diferenciados e atractivos.

2.7. PROJECTOS E CLUBES:
A complementar todo o processo de enriquecimento curricular, apoios e ocupação plena dos Alunos, surgem os projectos e clubes para lhes dar resposta, sendo de destacar os seguintes: 1. Projectos:
Projecto BE/CRE; Projecto SAS (Seguranças, Ambiente e Saúde); Projecto TIC; Projecto CRIE (Computadores, Redes, Internet na Escola); Proj. Desp. Escolar (Futsal, Orientação, Boccia, Xadrez); Projecto Sala de Estudo; Projecto Comenius; Projecto OTE; Plano de Acção da Matemática.

2. Clubes:

2.5.5. Estabelecimento de parcerias:
Ao nível da Ed. Especial e apoio aos alunos com NEE, o estabelecimento de parcerias com diversas entidades, torna-se imprescindível, tendo em conta os seguintes objectivos:
Ajudar ao cumprimento da escolaridade obrigatória;

Artes; Electricidade; Rádio-Escola; Música; Inglês;

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3. RELACIONAMENTO COM A COMUNIDADE: 3.1. RELAÇÃO COMUNITÁRIA:
A Escola não deve fechar-se em si mesma. A sua intervenção deve alargar-se à Comunidade para sensibilizar os cidadãos dos problemas em geral e em especial aqueles que estão relacionados, mais de perto, com as crianças e alunos que frequentam as escolas. No âmbito das relações a estabelecer com a comunidade, estabelecem-se parcerias tendo em vista a implementação de percursos escolares alternativos com o intuito de:
Ajudar ao cumprimento da escolaridade obrigatória; Proporcionar novas oportunidades de emprego para jovens que revelam competências, atitudes e comportamentos consentâneos com a vida produtiva; Proporcionar a emergência de áreas vocacionais nas turmas de percursos escolares alternativos e cursos de educação e formação; Estabelecer planos individuais de transição no âmbito da educação especial; Criar a unidade de ensino estruturado para a educação de alunos com perturbações do espectro do autismo; Proceder à orientação dos alunos para a frequência de cursos pré-profissionais criados ao abrigo da legislação em vigor.

Universidade de Coimbra – faculdade de Letras; Vários – Cooperativa de Solidariedade Social - Tondela ACERT – Associação Cultural e Recreativa de Tondela; GNR – Tondela e Santa Comba Dão. Associações Culturais e Recreativas – Lajeosa do Dão (Vinhal e Sangemil), Ferreirós do Dão e Parada de Gonta; Centro de Emprego e Formação Profissional – Tondela; Centro de Formação Tomás Ribeiro – Tondela; ASSOL – Serviços de psicologia, terapia da fala e auxílio pedagógico, no âmbito da transição para a vida activa dos alunos integrados nas NEE.

3.3. INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA E
EDUCATIVA NA COMUNIDADE:

a) Interacção com o Meio: Na interacção com o meio, cada Jardim-de-Infância ou Escola do Agrupamento deve tentar interagir com o meio da seguinte forma:
Intensificar a comunicação entre Escola e Meio; Mudar as atitudes; Promover um maior envolvimento da Comunidade no processo educativo; Combater o isolamento das escolas do 1º Ciclo; Fortalecer as redes de comunicação entre as escolas do Agrupamento; Implicar os Pais/EE no percurso escolar dos filhos; Criar de currículos escolares específicos que respondam às necessidades dos alunos em risco de abandono escolar prematuro ou com necessidades educativas especiais (NEE); Implementar, na vida quotidiana da Escola, processos participativos que levem à participação na experiência pedagógica quotidiana de todos os intervenientes no processo educativo: Alunos, Docentes, Não Docentes e Famílias.

3.2. PARCERIAS:
As parcerias são um factor muito importante de recursos educativos que o Agrupamento pode desenvolver. Assim, uma forma de articular o Agrupamento e as escolas que o constituem com as forças vivas da região, é através da colaboração participada, pelo estabelecimento de parcerias e protocolos com instituições e organizações do meio onde se inserem. Neste contexto, são de destacar os seguintes parceiros:
Câmara Municipal de Tondela; Juntas de Freguesia de Lajeosa do Dão, Parada de Gonta e Ferreirós do Dão; Biblioteca Municipal Tomás Ribeiro – Tondela; Escola Profissional de Tondela; Protecção Civil do Concelho e Bombeiros Voluntários de Lajeosa do Dão; Centro de Saúde de Tondela e Lajeosa do Dão; ESEV – Escola Superior de Educação de Viseu; Universidade Católica – Pólo de Viseu;
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b) Reforço da Educação: A intervenção pedagógica e educativa na Comunidade pode ser reforçada, na escola, através:
Reforço da Educ. para a Cidadania e Formação Cívica; Vivência de projectos e clubes assinalados.

3.4. ACTUALIZAÇÃO E APOIO, NO
ÂMBITO DA LIGAÇÃO ESCOLA / MEIO: No domínio das Artes, Desporto e Ciência e ligação Escola / Meio:
Abertura das escolas às actividades que interessam ao meio – (festas da localidade, programas específicos locais, Arraial Beirão); Abordagem / debate de vários temas relativos a acontecimentos actuais – (criação de espaços de encontro para

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão apresentação, discussão e conclusões sobre alguns temas actuais mais pertinentes);

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Apoio curricular específico, no 1º Ciclo no âmbito das AECs; Iniciação à Natação (alunos com NEE); Iniciação a uma Língua Estrangeira, no âmbito das AECs; Iniciação às Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).

VI - ASPECTOS ORGANIZACIONAIS
1. INSCRIÇÕES, MATRÍCULAS, RENOVAÇÃO DE MATRÍCULAS, TRANSFERÊNCIAS:
INSCRIÇÕES NA ED. PRÉ-ESCOLAR: As inscrições têm lugar para ingresso, pela 1ª vez, nos Jardins-de-Infância: a) A inscrição ou renovação de inscrição é efectuada de 1 de Janeiro a 20 de Junho de cada ano; b) A inscrição destina-se à frequência do ano lectivo seguinte, com continuidade até ao termo da Ed. Pré-Escolar.

1.1.

3.5. RELACIONAMENTO COM
AS FAMÍLIAS: A articulação com as Famílias será operacionalizada através de contactos com as Educadores-de-Infância, Prof. Titulares de Turma (1º CEB), Directores de Turma (2º e 3º CEB), nas horas de atendimento e quando seja urgente fazê-lo. Além destes contactos, a Escola deverá promover reuniões gerais ou sectoriais para realização de balanços de actividades, formação e informação. 3.5.1. Contactos c/ os Pais/EE: Os contactos com os Pais/EErealizam-se em dois momentos:
Contactos informais – entre docentes e famílias, que podem ser diários, para a partilha de ideias, opiniões, colocação de questões ou dúvidas sobre a educação ou comportamento dos Educandos; Contactos formais – em dias e horas marcadas, para atendimento de Pais/EE, no que respeita a informações sobre o processo educativo de cada Educando. 3.5.1.1. Reuniões c/ os Pais/EE:

1.1.1. Critérios de admissão:
a) A frequência da Educação Pré-Escolar não é obrigatória e a frequência dos Jardins-de-Infância, na rede pública, depende da existência de vaga (alínea b) /
art.º 24º do Dec.-Lei n.º 542/79, de 31/12, no Desp. 5220/97, de 04/08 e no art.º 9º do Dec.-Lei n.º 319/91, de 23/08).

b) Critérios a serem aplicados para admissão de crianças (Despacho n.º 3/SEAE/2002, de 28/06):
1º- Renovação de inscrição: todas as crianças que frequentaram o estabelecimento no ano transacto, caso o solicitem; 2º- Crianças com 5 anos: são aceites prioritariamente as crianças que se encontrem no ano anterior ao primeiro ano da escolaridade obrigatória (nos termos previstos no n.º 1 do art.º 3º do Dec.-Lei n.º 286/89, de 29/08), desde que residam na freguesia do EEPE ou em freguesia(s) próxima(s) onde não existam EEPE; 3º- Crianças com 5 anos com NEE (alíneas a) e b) do n.º 1 do art.º 6º do Dec.-Lei n.º 319/91, de 23/08) - são aceites prioritariamente, desde que residam na freguesia do EEPE ou em freguesia(s) próxima(s) onde não existam EEPE; 4º- Crianças com 5 anos: a sua aceitação é ordenada de acordo com a data de nascimento, desde que residam na freguesia do EEPE e, depois, em freguesia(s) próxima(s) onde não existam EEPE; 5º- Crianças filhas de pais estudantes menores (nos termos previstos no art.º 4º da Lei n.º 90/01, de 20/08); 6º- Crianças com irmãos a frequentarem já o estabelecimento de educação pretendido; 7º- Crianças cuja residência dos Pais/EE se situe na freguesia em que se localiza o estabelecimento de educa-

Para além dos contactos com os Pais/EE, também se realizam reuniões:
Reuniões gerais – realizam-se para informações gerais e partilha de informações e opiniões sobre: o andamento do Agrupamento em geral ou alguma Escola em particular, calendário escolar, reformas educativas, actividades escolares, questões organizativas ou funcionais, etc.; Reuniões sectoriais – com os mesmos objectivos ou outros, realizam-se para tratar assuntos mais específicos, limitados a grupos menores; Reuniões formais – são as reuniões de carácter administrativo e deliberativo que se realizam ao nível dos Órgãos de Administração e Gestão: Direcção de Turma, Conselho Pedagógico e Assembleia do Agrupamento.

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ção pretendido (são ordenadas nos tempos previstos na alínea b) do art.º 24º do Dec.-Lei n.º 542/79, de 31/12); 8º- Crianças cuja actividade dos Pais/EE se desenvolva na freguesia em que se situa no estabelecimento de educação pretendido (são ordenadas nos tempos previstos na alínea b) do art.º 24º do Dec.-Lei n.º 542/79, de 31/12); 9º- Crianças com menos de 5 anos, sendo factor de ordenação a idade contada para o efeito, em anos, meses e dias e residam na freguesia do EEPE ou em freguesia(s) próxima(s) onde não existam EEPE; 10º- Crianças que completem 3 anos de idade entre 15 de Setembro e 31 de Dezembro – é aceite a sua inscrição, a título condicional, e ordenada de acordo com as prioridades definidas no n.º anterior, sendo a respectiva frequência garantida caso exista vaga no estabelecimento de educação pretendido, à data do início das actividades deste. 11º- Crianças que completem 3 anos de idade a partir de 31 de Dezembro – pode ser autorizada a frequência, a título excepcional, caso exista vaga no estabelecimento de educação pretendido, a partir do momento em que completem os 3 anos de idade, devendo ser seguidos os seguintes formalismos:
Formulação do pedido fundamentado, por escrito, ao Presidente do Conselho Executivo; Parecer favorável ou desfavorável, fundamentado, da Educadora que irá receber a criança; Envio para a DREC, para tratamento e despacho, do processo devidamente instruído.

b) 10º ano de escolaridade: a matrícula é efectuada até ao termo da 1ª quinzena de Julho, competindo ao Órgão de Gestão fixar os respectivos prazos, dependendo estes dos processos de avaliação, devendo ocorrer nos 3 dias subsequentes.

1.2.2. Renovação de Matrícula:
A renovação de matrícula realiza-se sempre na escola da área de residência do aluno: a) A matrícula ou renovação de matrícula, bem como a actualização dos dados nos processos dos alunos são efectuadas pelo Professor Titular de Turma no 1ºC e pelo Director de Turma no 2º/3ºC (este coadjuvado por outros Docentes do Cons. de Turma); b) Transição do 4º / 5º e do 6º / 7º ano de escolaridade: os dados são actualizados nos processos dos alunos, tendo em conta a escolha das áreas disciplinares e das disciplinas de opção.

1.2.3. Efectivação da Matrícula e Renovação:
a) A matrícula ou renovação de matrícula só se torna efectiva em função da capacidade de cada escola do Agrupamento, devendo ser dada prioridade, sucessivamente, aos alunos:
1º- Que frequentaram a Escola ou o Agrupamento, no ano anterior; 2º- C/ NEE, nos termos definidos nos art.os 10º do D.L. n.º 6/2001 e 8º do D.L. n.º 7/2001, de 18/01; 3º- Com irmãos já matriculados na Escola / Agrupamento; 4º- Cuja residência dos Pais / EE se situe na área de influência; 5º- Cuja actividade dos Pais / EE se situe na área de influência, dando-se prioridade aos mais novos.

1.2. MATRICULAS NO ENSINO BÁSICO:
a) As matrículas têm lugar para ingresso, pela 1ª vez:
No Ensino Básico; No Ensino Secundário; No Ensino Recorrente.

b) Podem ainda matricular-se, pela 1ª vez, em qualquer ano de escolaridade, candidatos titulares de habilitações adquiridas em países estrangeiros. c) O pedido de matrícula, para o Ensino Básico, é sempre apresentado na sede do Agrupamento.

b) Listas dos alunos matriculados: Nas escolas do Agrupamento, deverão ser elaboradas listas dos alunos e de turmas: i. Listas de alunos matriculados pela 1ª vez:
Em cada escola do 1º Ciclo, o Coordenador de Estabelecimento ou Prof. responsável, elabora uma lista dos alunos que requereram a 1ª matrícula, e entrega-a na sede do Agrupamento, para que, depois de homologada seja afixada até 5 de Julho.

1.2.1. Matrículas Prazos a respeitar:
Os processos de matrícula deverão respeitar os seguintes prazos: a) 1º ano de escolaridade: a matrícula é efectuada do início de Janeiro até 15 de Junho do ano lectivo anterior;

ii. Listas de alunos matriculados e admitidos nas escolas do Agrupamento:
Na escola sede do Agrupamento e em cada escola que o integra, deverão ser afixadas as turmas até 30 de Julho de cada ano.

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1.3. TRANSFERÊNCIAS: Dos processos de transferência de estabelecimento de ensino constam os seguintes princípios: a) Situações:
Em consequência de alteração de residência; Proximidade com a área de actividade dos Pais/EE;

A frequência inferior ao n.º mínimo de crianças necessita de autorização superior ou de adopção de modalidades alternativas, designadamente a educação itinerante e a animação infantil comunitária (art.º 11º do Decreto Lei n.º 147/97, de 11/Junho);

b) Prazos:
Deve estar concluída até 25 de Julho; Após esta data, só por razões de natureza excepcional e só pode efectuar-se até ao 1º dia de aulas do 2º período, excepto se se tratar de mudança de residência ou de local de trabalho devidamente fundamentada;

2.1.2. 1º Ciclo do Ensino Básico:
Nos termos do Despacho n.º 14 026/2007, de 03 de Julho, e de acordo com os critérios internos aprovados em Cons. Pedagógico, a constituição de turmas no 1º CEB deverá obedecer aos seguintes critérios:
As turmas são constituídas por 24 alunos, não podendo ultrapassar esse limite; As turmas, de lugar único, que incluam alunos de 3 ou 4 anos de escolaridade, são constituídas por 18 alunos. As turmas com mais de um lugar, que incluam alunos de mais de 2 anos de escolaridade, são constituídas por 22 alunos. As turmas com alunos c/ NEE de carácter prolongado
(resultantes de deficiência ou incapacidade comprovadamente inibidora da sua formação) são constituídas por 20

c) Numa situação de transferência de estabelecimento de ensino, o processo do aluno permanece na sede do Agrupamento de origem, até que seja solicitado pelo estabelecimento de ensino onde vier a ser colocado.

2. CRITÉRIOS ORGANIZACIONAIS: 2.1. CRITÉRIOS PARA A
CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS / TURMA: Para a constituição de turmas, devem prevalecer critérios de natureza pedagógica a definir no Projecto Educativo / Projecto Curricular do Agrupamento, competindo à Direcção Executiva aplicá-los, no quadro de uma eficaz gestão e rentabilização de recursos humanos e materiais existentes em cada escola e de acordo com os normativos legais. Assim, na constituição de turmas, deve considerar-se o n.º de alunos matriculados, independentemente do número previsto na rede escolar.

alunos, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições.

2.1.3. 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico:
Nos termos do Despacho n.º 14 026/2007, de 03 de Julho, a constituição de turmas deve obedecer aos seguintes critérios:
As turmas são constituídas por um mínimo de 24 alunos, não podendo ultrapassar o limite máximo de 28; Não é permitida a constituição de turmas apenas com alunos em situação de retenção, salvo com autorização especial da DREC (através da Coordenação Educativa), sob proposta do Conselho Executivo, com a apresentação de projectos devidamente fundamentados; As disciplinas de continuidade obrigatória dos 6º, 8º e 9º anos, podem funcionar com qualquer número de alunos, desde que se trate de assegurar o prosseguimento de estudos dos que, no ano lectivo anterior, frequentaram a escola com aproveitamento; As turmas com alunos c/ NEE de carácter prolongado
(resultantes de deficiência ou incapacidade comprovadamente inibidora da sua formação) são constituídas por 20

2.1.1. Educação Pré-Escolar:
A formação de grupos de Crianças, no Pré-Escolar, deve obedecer aos seguintes requisitos:
Nos termos do Despacho Conjunto n.º 268/97, de 25 de Agosto, tem a ver, antes de mais, c/ o dimensionamento da sala de actividades, a qual deverá ter uma área / criança de 2m2, com uma área útil, total de 40 a 50m2, c/ pé direito de 3m; De acordo c/ o Desp. n.º 8 493/04, de 27 de Abril, são ainda definidos os seguintes critérios:
- Para efeitos de inscrição e frequência, têm preferência as crianças mais velhas, contando-se a idade, para o efeito, sucessivamente em anos, meses e dias; - Cada sala tem o n.º mínimo de 20 Crianças e o máximo de 25 para 1 Educador; - Sempre que se tratar de um grupo homogéneo de crianças c/ 3 anos de idade, o n.º de crianças confiadas a cada educador não deve ser superior a 15; Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

alunos, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições; No 9º ano de escolaridade, o n.º mínimo para a abertura de uma disciplina de opção (componentes curriculares artística e tecnológica) é de 10 alunos; A constituição, a título excepcional, de turmas c/ número inferior ou superior ao estabelecido, carece de autorização da DREC (através da Coordenação Educati-

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão va), mediante análise de proposta fundamentada do

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2.1.5. Desdobramento de Turmas:
Nos termos do Anexo I do Despacho n.º 14 026/2007, de 03 de Julho, é autorizado o desdobramento de turmas:
Nas disciplinas da área de Ciências da Natureza, Ciências Naturais e Físico-Química, no tempo correspondente a um bloco de 90min., de modo a permitir a realização de trabalho experimental; Nas disciplinas de Ed. Tecnológica e Ed. Artística (Oficina de Artes), nos 7º e 8º anos de escolaridade, é permitido o desdobramento em 2 turmas, de organização semestral.

Órgão de Gestão, ouvido o Conselho Pedagógico.

2.1.4. Outros critérios:
De acordo com os normativos legais, na constituição de turmas, deverão prevalecer, para além dos enumerados, os critérios de natureza pedagógica:
Continuidade – nas turmas do 5º ano de escolaridade, sempre que possível, serão integrados, na mesma turma, alunos provenientes de uma mesma localidade, procurando manter assim os colegas que se mantiveram durante os 4 anos do 1ºC; Língua estrangeira – dentro do possível, procurando manter o critério anterior, nas turmas do 5º ano de escolaridade, serão ainda integrados, na mesma turma, os alunos matriculados na mesma língua estrangeira; Opções – as turmas do 9º ano serão constituídas, tendo em conta as opções curriculares; Precedências – nas turmas do 6º, 8º e 9º anos de escolaridade, cumpre-se o critério da precedência, procurando-se adoptar o mesmo critério, sempre que possível, para o 7º ano; Informações – na constituição de qualquer turma, sempre que possível, devem ser cumpridos os ditames pontuais provenientes do Conselho de Docentes ou dos Conselhos de Turma. Nível etário – na constituição de qualquer turma, sempre que possível, o nível etário deverá ser um critério a considerar. Alunos retidos – deverão, sempre que possível, ser distribuídos pelas diferentes turmas, considerando a suas idades e o nível etário grupal predominante; Alunos com NEE – nos casos devidamente sustentados, a constituição de turmas c/ alunos NEE deverão, sempre que possível, ser o mais reduzidas possível, de acordo com a medida do regime educativo especial constante no Dec.-Lei n.º 3/2008; Alunos com escolaridade irregular – no caso de alunos provenientes de turmas c/ escolaridade irregular no ano lectivo anterior, devem ser agrupados de forma a possibilitar o apoio pedagógico necessário; Alunos provenientes de países estrangeiros – estes alunos, no caso de necessitarem de beneficiar de apoio pedagógico, especialmente, na disciplina de Língua Portuguesa, devem ser agrupados de forma a possibilitar esse apoio; EMR – a disciplina deve ser garantida a todos os alunos que nela se inscrevam, salvaguardando um mínimo de 10 aluno / turma.

2.2. DEFINIÇÃO DO PERFIL DO
DIRECTOR DE TURMA: O Director de Turma serve para coordenar o plano de trabalho a desenvolver com os alunos, o qual deve integrar estratégias de diferenciação pedagógica e de adequação curricular para o contexto da sala de actividades ou da turma, destinadas a promover a melhoria das condições de aprendizagem e a articulação Escola / Família. O Director de Turma é designado pelo Conselho Executivo de entre os professores da turma a que pertence. A designação do Director de Turma deve ter em conta os seguintes critérios:
O Director de Turma deverá, preferencialmente, ser o professor que, no ano anterior, exerceu tais funções na turma a que pertenceram os alunos; Ser preferencialmente um professor profissionalizado e com o perfil desejado, tendo em conta a sua competência pedagógica e relacional de modo a assegurar a presidência e a coordenação do Conselho de Turma; Leccionar a totalidade dos alunos da turma; Possuir formação especializada em Orientação Educativa, Supervisão Pedagógica, Direcção de Turma, etc..

2.2.1. Competências do Director de Turma
O Director de Turma, enquanto coordenador de todas as actividades curriculares da turma, tem uma particular responsabilidade na coordenação de ensino e na articulação de medidas estratégicas de natureza curricular e pedagógica para a melhoria da aprendizagem dos alunos. Eis porque, o DT representa as “faces” públicas e humanas da escola.

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Pela sua posição estratégica relativamente aos actores nucleares no processo educativo – Alunos, Pais/EE e Prof. – e pela complexidade humana, organizacional, pedagógica e contextual das escolas, será o «pivot» capaz de liderar pessoas, projectos e processos. Neste contexto, e, tendo em conta às áreas em que deverá desenvolver a sua actividade, ao DT compete:
1º - Proceder ao acompanhamento e orientação educativa dos alunos da sua turma; 2º - Fazer a coordenação pedagógica dos Prof. do Conselho de Turma; 3º - Procurar estreitar a relação Escola / Família.

Apreciar e recolher informações sobre cada aluno. Participar na elaboração de soluções

2. Fomentar a participação dos Pais/EE no processo educativo, de forma a:
Incentivar os alunos na realização das tarefas escolares; Dar a conhecer os planos curriculares e a sua organização de modo a poderem orientar os seus educandos na tomada de decisões sobre as alternativas que o percurso da escola vai oferecendo, nas suas diversas etapas; Suscitar o contacto frequente com o director de turma para troca de opiniões sobre a integração do aluno na vida escolar e no processo de ensino-aprendizagem; Promover a sua participação na vida da escola, conhecendo e colaborando no desenvolvimento do PEA, no PAA e no RI.

Todo este processo interactivo deve efectuar-se num clima de afectividade, confiança e verdade, e, através de uma comunicação assertiva, recolher todas as suas opiniões, criticas e sugestões, que, depois de descodificadas e categorizadas, representarão um prestimoso contributo na construção dos documentos de política educativa da escola. Outros papéis e práticas recomendados ao DT passam pelas seguintes áreas de intervenção: a) Ao nível dos Alunos: 1. Detectar os interesses, necessidades e problemas dos Alunos, de forma a:
Fomentar a criação de uma auto-estima positiva; Estabelecer um clima educativo positivo e resolver as situações que perturbem o adequado funcionamento das actividades educativas; Resolver os conflitos entre Alunos para que estes possam, por essa via, progredir no seu desenvolvimento e integração social;

c) Ao nível dos professores da turma: 1. Ao nível da coordenação pedagógica dos professores da turma (coordenação horizontal):
Recolher e veicular as informações julgadas convenientes relativamente a todos os alunos da turma, tendo em vista a adopção de medidas conducentes à sua integração e sucesso educativo; Clarificar as atitudes e os valores a promover; Fomentar e coordenar a interdisciplinaridade dos professores da turma; Estruturar as prioridades curriculares decorrentes da análise da situação da turma, do seu contexto sócioeconómico e cultural e do seu percurso escolar anterior; Proceder à análise cuidada do conteúdo da legislação sobre o Estatuto Disciplinar do Aluno (Lei n.º 3/2008), tecendo em seu redor todas as reflexões julgadas oportunas para a prevenção e/ou remediação da indisciplina na sala de aula e na Escola; Estruturar as metodologias e as didácticas para a turma como um todo coerente e adequado às suas características e necessidades de cada um; Proceder à elaboração das fichas de percurso escolar dos alunos retidos, como roteiro da actividade.

2. Promover o desenvolvimento da responsabilidade e autonomia dos alunos:
Apoiando-os no planeamento e concretização de projectos; Promovendo a sua participação activa da vida da escola
(regulamento interno, actividades de enriquecimento curricular);

Empenhando-os na sua realização pessoal; Persuadindo-os a participar nas suas estruturas representativas. Ouvindo-os quanto ao tipo de medidas educativas disciplinares a implementar na escola, levando-os a construir o seu código de conduta.

2.3. CRITÉRIOS DE DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO DOCENTE: A distribuição do serviço docente é da responsabilidade do Conselho Executivo, bem como a elaboração dos horários, no respeito pelos critérios de natureza pedagógica e das disposições legais em vigor.

2.3.1. Princípios legais a ter em conta:
No que diz respeito à leccionação dos diversos níveis de ensino, deverá ser tido em conta: Educação Pré-Escolar:
O n.º de horas da componente não lectiva de estabelecimento (TE) a atribuir é de 2h;

b) Ao nível de Pais/EE: 1. Promover a análise conjunta da situação escolar do aluno, a fim de:
Detectar e ajudar a solucionar casos-problema;

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Estas horas da componente não lectiva serão, em especial, para a supervisão das actividades sócio educativas (Componente de Apoio à Família) e para o atendimento dos Pais/EE. 1º Ciclo: O n.º de horas da componente não lectiva de estabelecimento (TE) a atribuir é de 2h; Estas horas da componente não lectiva serão, em especial, para o apoio ao estudo (90 min.) e para o atendimento dos Pais/EE (30 min.).

O Estudo Acompanhado é assegurado:
- No 2ºC por uma equipa de 2 Prof. da própria turma, de preferência de áreas científicas diferentes (L. Port. e Mat.); - No 3ºC por uma equipa de 2 Prof. da própria turma, tendo em conta os seguintes critérios (Proj. da Mat. e PNL): 7º ano: (Mat. / Mat.); 8º e 9º ano: (L. Port. / Mat.);

2º Ciclo: O ensino organiza-se por áreas e desenvolve-se predominantemente em regime de professor por área
(um prof. poderá leccionar mais de uma disciplina em cada turma, assegurando-se assim menos turmas e alunos por professor e menos professores por turma);

3º Ciclo: Apesar de a disciplinas diferentes corresponderem grupos de docência distintos, nas áreas de Ciências Nat. e Físico-Química (7º, 8º e 9º anos) e Ed. Tecnológica e Artística (8º e 9º anos) é autorizada a codocência / desdobramento de turmas (mesmo bloco); 2º e 3º Ciclos: Constituição, sempre que possível, de equipas educativas (grupos de professores de diversas áreas e disciplinas a quem são distribuídas, aproximadamente, as mesmas turmas) – visando facilitar o trabalho cooperativo ao nível dos Conselhos de Turma:
Sempre que a carga lectiva disponível (serviço lectivo + serviço equiparado) não seja suficiente para distribuir por todos os professores dos quadros, deverão ser atribuídos horários completos até ser esgotada a totalidade da carga horária disponível, resultando, desta distribuição, horário zero; Aos professores com horário zero, deve ser distribuído serviço em grupo, ciclo ou nível diferente do da vinculação, desde que disponham de habilitação para o efeito; O serviço a atribuir a docentes com horário zero ou incompleto poderá ser no apoio à Gestão, Biblioteca ou outro de natureza pedagógica (apoios, clubes, ocupação de tempos escolares, etc.); Não poderá haver horários incompletos ou horários zero, em simultâneo com horas extraordinárias no grupo de docência, disciplina ou afins, salvo se for para completar horário; A Área de Projecto é assegurada:
- No 2ºC por uma equipa de 2 Prof. da própria turma, de preferência de áreas científicas diferentes; - No 3ºC por um 1 Prof. da própria turma, de preferência o Director de Turma;

A Formação Cívica é assegurada pelo DT, salvo situações especiais, devidamente fundamentadas; O número de professores deve ser gerido, por áreas e disciplinas, de forma equilibrada; Sempre que possível, devem ser constituídas equipas educativas de professores com turmas comuns; Os tempos lectivos não deverão ser distribuídos por mais de 2 turnos; Não é permitida a prestação de mais que 2,5 blocos lectivos consecutivos, salvo se o docente o solicitar, se for do seu interesse e não prejudicar pedagogicamente os alunos; Serviço docente extraordinário:
- É atribuído pelo Conselho Executivo; - Não pode exceder as 5 horas semanais; - Não é permitido aos docentes que beneficiem de redução da componente lectiva prevista no art.º 79º do ECD, excepto para complemento de horário; - Em termos remuneratórios, as horas extraordinárias são abonadas segundo a legislação em vigor.

2.3.2. Critérios internos:
Sem prejuízo para o 2º princípio legal, atrás enunciado, sempre que a carga lectiva disponível não seja suficiente para distribuir por todos os Docentes dos quadros, mas daí não resultar nenhum horário zero:
- Tratando-se de Docentes de L. Port., L. Estrangeiras e Matemática, a carga horária existente deverá ser distribuída de forma a que as horas sobrantes sejam mais ou menos repartidas. Assim, estes Prof. poderão utilizá-las em apoios múltiplos, sendo mais fácil a sua distribuição ao longo da semana e pelos diversos alunos ou grupos de alunos; - Tratando-se de docentes de outras disciplinas, deverão ser seguidos os princípios legais.

Tendo em atenção os legítimos interesses dos alunos, deve ser considerada a observância das turmas ministradas no ano lectivo anterior; Convém não atribuir mais de 3 níveis diferentes a um mesmo docente, salvo se não houver mais Professores ou mais Professores disponíveis; A diversidade de disciplinas ou níveis a atribuir a cada docente, é aconselhável não ultrapassar os 4 ou excepcionalmente 5, salvo em situações excepcionais, sem outra alternativa, ou se for do interesse do próprio ou se este não vir inconvenientes justificados; A número máximo de turmas a atribuir a cada docente, é aconselhável não ultrapassar as 6, com excepção de EMRC e TIC;

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Sempre que possível, deverá ser atribuída, a um mesmo docente, uma área disciplinar na mesma turma; Atribuição de Apoios Educativos, Aulas de Recuperação e/ou Enriquecimento Curricular:
- 1º - Disponibilidade de recursos humanos; - 2º - Prof. da própria disciplina proponente; - 3º - Outro.

semana e deverá ser atendida a natureza do tipo dominante de actividades em que os alunos estarão envolvidos várias horas seguidas;
10. A divisão de uma turma em 2 grupos (ponto 3),

implica que seja acautelada a não existência de “furo” para um dos grupos;
11. Sempre que uma disciplina não seja frequentada pela totalidade dos alunos de uma turma (ex.: EMRC), implica evitar, dentro das possibilidades e recursos da escola, que os alunos não matriculados fiquem com esse tempo lectivo desocupado (Ex.: na BE/CRE); 12. As aulas de Educação Física só poderão iniciar-se,

Projectos e Clubes – deverão ser atribuídos em função dos projectos apresentados e da avaliação dos concluídos no ano anterior.

2.4. CRITÉRIOS PARA A
ELABORAÇÃO DOS HORÁRIOS: A elaboração dos horários dos docentes é da responsabilidade do Conselho Executivo, no respeito pelos critérios de natureza pedagógica e das disposições legais em vigor. No 1º Ciclo, na elaboração dos horários semanais de cada turma e de cada docente, serão tidos em conta os condicionalismos das Actividades de Enriquecimento Curricular. No 2º e 3º Ciclos, na elaboração dos horários semanais de cada turma e de cada docente, deverão ser tidos em conta os seguintes critérios:
1. A carga horária semanal a destinar às diversas áreas

pelo menos, uma hora depois de findo o período definido para o almoço.
13. É conveniente a não inclusão de uma segunda Língua Estrangeira em tempos consecutivos; 14. Às 3as e 5as Feiras, o último bloco da tarde ficará

reservado para Actividades de Enriquecimento Curricular (Apoios, Clubes, Desporto Escolar, etc.);
15. Às 4as Feiras, só haverá actividades lectivas no perío-

do da manhã, destinando-se o período da tarde a reuniões de coordenação pedagógica e outras;
16. As aulas de 90min. não deverão ser “partidas”

do currículo é apresentada, obrigatoriamente, na base dos “blocos” de 90 min;
2. Sempre que haja tempos de 45 min, os blocos serão

(45m+intervalo+45m), nem deverá haver mudança de sala, por parte dos alunos, salvo alguma situação especial justificada;
17. Convém que as aulas de cariz mais teórico sejam

intercaladas com aulas de teor mais prático;
18. Convém que, ao longo da semana, uma disciplina distribuída por 2 dias, estes não sejam consecutivos, salvo alguma situação especial justificada; 19. Para os núcleos de estágio – 3º Ciclo (de acordo com o art.º 12º, alínea b) da Portaria n.º 659, 29/09) os estagiários deverão ter um dia livre semanal para fazer face às actividades inerentes ao estágio (seminários / reuniões definidos pelas respectivas faculdades).
ESQUEMA DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL:

ocupados por duas aulas consecutivas de disciplinas diferentes;
3. Em algumas áreas curriculares (Ed. Tec. / Of. Artes e

FQ / CN - 3ºC), um mesmo tempo ou bloco poderá ser destinado a duas disciplinas em simultâneo, através da divisão da turma, de forma a permitir diversas modalidades de trabalho ao Prof. ou de colaboração entre 2 Prof., consoante a situação;
4. Na distribuição dos tempos lectivos, em cada um dos

turnos (manhã e tarde), não podem existir tempos desocupados (furos);
5. Em cada turno, a existirem tempos desocupados, estes deverão ser no início ou termo de cada turno; 6. Um horário não pode ter mais de 4 blocos lectivos

HORAS 08:35h / 09:20h 09:20h / 10:05h 10:35h / 11:20h 11:20h / 12:05h 12:20h / 13:05h 13:05h / 13:50h 14:05h / 14:50h 14:50h / 15:35h 15:45h / 16:30h 16:30h / 17:15h

2ª F X X X X X
Almoço

3ª F X X X X
Almoço

4ª F X X X X X
Almoço Reuniões Reuniões Reuniões Reuniões

5ª F X X X X
Almoço

6ª F X X X X X
Almoço

INTERVALO 30 min.

INTERVALO 15 min.

diários (de 90min.);
7. A distribuição da carga horária diária não deve tam-

X X X
AEC AEC

X X X
AEC AEC

INTERVALO 15 min.

bém exceder 2,5 blocos lectivos consecutivos;
8. Caso não seja possível aplicar o ponto 6, a carga horária semanal poderá ser distribuída até 4,5 blocos lectivos diários, desde que, pelo menos 1 seja ocupado por uma disciplina de carácter prático; 9. A excepção, apresentada no ponto 8, só pode ser aplicada, no máximo, até 2 dias, não consecutivos, por

X X X X

X X X X

INTERVALO 10 min.

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2.5. CRITÉRIOS PARA A
MARCAÇÃO DE TESTES: Os testes de avaliação formativa fazem parte integrante dos critérios de avaliação da maioria das áreas curriculares disciplinares dos 2º e 3º CEB. Um teste deve, ao longo do seu processo, atender a 5 momentos: 1. Marcação da data e hora da sua realização; 2. Preparação dos Alunos, sobre os conteúdos a avaliar; 3. Revisão / controlo / verificação da “matéria dada
(de acordo com a metodologia mais adequada por parte de cada Professor); 4. Realização

de funcionamento e um horário flexível de acordo com as necessidades das famílias.
2. O calendário escolar é, anualmente, definido por Despacho Normativo e deverá obedecer aos seguintes princípios:

As datas de início e termo das actividades e dos períodos de interrupção são definidos em reunião, específica para o efeito, a realizar entre a Educadora responsável pelo estabelecimento e os Pais/EE, com a presença de um responsável do Órgão de Gestão e um representante da Autarquia;
a)

do teste; 5. Entrega e correcção do teste.

Desta reunião será lavrada acta a submeter à apreciação do Director, até 10 de Setembro de cada ano, acompanhada do mapa previsível de férias dos Educadores de Infância e do Pessoal Não Docente;
b) c)

2.5.1. Marcação de Testes:
A marcação de testes deve obedecer aos seguintes critérios:
1. No início de cada ano escolar ou de cada Período (nas 2 primeiras semanas), em cada disciplina, a marcação de testes deve ser ajustada entre o Professor e os Alunos de cada turma; 2. 3.

De acordo com a Lei n.º 5/97, de 10 de Fevereiro, os estabelecimentos de Educação Pré-Escolar encerram no Verão, por um período de 45 dias e no Natal e Páscoa, por um período de 5 dias úteis;

d)

Durante o período de encerramento, a partir do términos das actividades educativas com as crianças, em Julho, 15 dias são destinados para:
Encerramento e avaliação das actividades educativas desenvolvidas; Preparação das actividades educativas do ano lectivo seguinte; Formação dos Educadores de Infância.

Depois de ajustados, os testes são marcados no Livro de Ponto, no local destinado para o efeito;

A marcação deve, também, ser registada no Caderno Diário da disciplina, para recordatória do Aluno e ainda na Caderneta do Aluno para conhecimento dos Pais/EE;

2.6.2. Calendário para os 1º/2º/3º CEB:
A organização do ano escolar e respectiva calendarização, dentro do quadro de autonomia de que dispõe, é estabelecido pelo Director, com a devida antecedência, ouvido o Conselho Pedagógico e o Conselho Geral.
1.

4. Sempre que se altere um teste, deve fazer-se a respectiva alteração no Livro de Ponto, Caderno Diário e Caderneta do Aluno;

Não devem ser marcados dois testes no mesmo dia, principalmente se forem ambos de cariz teórico, salvo situações excepcionais e devidamente justificadas;
5.

Na última semana de aulas de cada Período, não devem ser marcados testes, salvo se ainda houver tempo de proceder à sua entrega e correcção, antes da autoavaliação;
6.

O calendário escolar é, anualmente, definido por Despacho Normativo e deverá obedecer aos seguintes
2.

Por razões pedagógicas (concentração e cansaço), não se devem marcar testes no último bloco da tarde;
7. 8.

As disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Químicas reúnem a Turma nos dias dos testes.

2.6. CALENDÁRIO ESCOLAR: 2.6.1. Calendário da Ed. Pré-Escolar:
O calendário anual de funcionamento processa-se nos termos da Lei Quadro da educação Pré-Escolar (Lei n.º 5/97, de 10 de Fevereiro), articulada com o ECD
1. (Dec.-Lei n.º 139-A/90, de 28/04, com nova redacção dada pelo Dec.-Lei n.º 1/98, de 2 de Janeiro),

princípios: Duração das actividades escolares – 180 dias (DL n.º 286/89, de 29/08); As actividades escolares decorrem em 3 períodos, com a duração aproximada de 3 meses, seguido de uma interrupção de actividades lectivas; Os momentos de avaliação dos alunos ocorrem obrigatoriamente durante os períodos de interrupção das actividades lectivas.

assegurando um regime

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2.7. AVALIAÇÃO ESCOLAR DISCENTE: 2.7.1. Avaliação na Ed. Pré-Escolar:
De acordo com o Desp. n.º 5220/97, de 4 de Agosto, na Educação Pré-Escolar, avaliar o processo e os efeitos implica tomar consciência da acção para adequar o processo educativo às necessidades das crianças e dos grupos, bem como à sua evolução.
1.

A avaliação realizada com as crianças da Educação Pré-Escolar é uma actividade educativa, constituindo também uma base de avaliação para o Educador.
2.

A sua reflexão a partir dos efeitos que vai observando, possibilita-lhe estabelecer a progressão das aprendizagens a desenvolver por cada criança.
3.

O Educador, como construtor e gestor do currículo, deve, duma forma globalizante e articulada, avaliar as três áreas de conteúdos, referidas nas orientações curriculares:
4.

A decisão da avaliação decorre de uma interpretação, tão rigorosa quanto possível, dos dados colhidos durante o processo de ensino aprendizagem; A interpretação de dados decorre de uma observação contínua, isto é, não apenas da análise das aquisições no domínio cognitivo, mas também das atitudes e das capacidades decorrentes da expressão do saber, do saber-fazer, da saber-ser, do saber-tornar-se; Importa ter presente que, ao longo do processo de ensino-aprendizagem, os alunos manifestam competências que não são do domínio disciplinar restrito; As competências transversais passam a ter também uma expressão na avaliação sumativa, devendo, por isso, ser tomadas em conta; A recolha de informação e a sua interpretação devem fazer-se numa perspectiva criteriosa, isto é, com referência a critérios de que o aluno é unicamente confrontado com a sua própria aprendizagem;

É importante conhecer:
- As competências a adquirir, no final do Ensino Básico; - Os objectivos expressos nas planificações curriculares anuais; - Os critérios de transição de ano elaborados no início do ano lectivo por cada uma das disciplinas e da escola; - As finalidades da avaliação expressas nas alíneas a), b) e c) dos p. 2 e 3 do Desp. Norm. n.º 1/2005, de 05/01, sobrelevando o aspecto de regulação da prática educativa; - As diferentes modalidades de avaliação; - As disposições legais, em matéria de retenção e progressão dos discentes, em especial o seu carácter excepcional da retenção;

Área de Formação Pessoal e Social; Área de Expressão / Comunicação; Área de Conhecimento do Mundo.

Os critérios de avaliação Pré-Escolar, de acordo com o ponto 1 do art.º 16º do Dec.-Lei n.º 147/97, de 11 de Junho, deverão, entre outros, ser considerados:
5.

A eficácia das respostas educativas e sócio-educativas de apoio ao desenvolvimento equilibrado da Criança; A qualidade técnica das infra-estruturas, dos espaços educativos e sócio-educativos, dos equipamentos e dos serviços prestados às crianças, pelo estabelecimento de Educação Pré-Escolar.

2.7.2. Avaliação no Ensino Básico:
2.7.2.1. Considerações gerais: a) A avaliação discente é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens;
b)

É no final de cada ciclo de estudos / escolaridade que se confronta o desenvolvimento do aluno com os objectivos desse ciclo, sendo neste momento que, por norma, ocorre um juízo que leva à transição ou retenção; A avaliação é fruto de uma responsabilidade partilhada entre: Prof., Técnicos de Educação e Pais/EE, sem esquecer o relevante papel que os próprios Alunos devem desempenhar.

2.7.2.2. Âmbito da avaliação sumativa: A avaliação sumativa interna obedece aos princípios de actuação e normas orientadoras do Desp. Norm. n.º 50/2005, de 09/11. Princípios e critérios a adoptar: Durante o processo de avaliação, deverão ser adoptados os seguintes princípios: a) A decisão da avaliação é sempre da responsabilidade do Professor Titular deTurma (1º C) ou do Conselho de Turma, sob proposta do docente de cada disciplina (2º e 3º C);

A avaliação deverá incidir sobre as aprendizagens e competências definidas no currículo nacional para os diversos níveis, áreas e disciplinas; Com efeito, na avaliação dos Alunos do Ensino Básico, deverão ser tidos em conta que:
A avaliação sumativa tem, no final do 3º Período, a função de decidir sobre a retenção / progressão do aluno;

c)

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Na avaliação do 1º e 2º períodos lectivos, recomenda-se que as opiniões veiculadas pelos respectivos docentes (2º e 3º C), sejam mantidas sem alterações;
b)

Na avaliação do 1º período lectivo e até à interrupção do Carnaval, sempre que um aluno indicie dificuldades de aprendizagem que possam comprometer o seu sucesso escolar, é submetido a um plano de recuperação (art.º 2º do Desp. Norm. n.º 1/2005, de 05 de Janeiro);
c) d) No 3º período lectivo, sempre que um aluno corra o risco de uma retenção repetida, deve ser implementado um plano de acompanhamento, para aplicar no ano lectivo seguinte (art.º 3º do Desp. Norm. n.º 1/2005, de 05 de Janeiro);

A prestação do discente na globalidade do currículo escolar; O aproveitamento escolar positivo em Língua Portuguesa e Matemática; A prestação, quando for caso disso, dos discentes sujeitos a actividades de reforço do tempo curricular;
l)

Na avaliação, deverão ser, ainda, considerados como elementos de ponderação:
As repetências do aluno; A proveniência do estrangeiro; A falta de assiduidade por motivos não imputáveis ao discente; A existência de mais de um docente, à mesma disciplina / ano de escolaridade, no mesmo ano escolar; As faltas docentes, isto é, as aulas dadas; O confronto entre a idade cronológica e a idade escolar; A deficiência se comprovada; Os problemas do discente de ordem económica, psicológica, social e/ou familiar;

No 3º período lectivo, em relação às decisões tomadas pelo Professor Titular de Turma ou Conselho de Turma, sobrelevam as decisões ditadas pelo Conselho Pedagógico;
e) f)

Os critérios pedagógicos deverão sobrepor-se aos critérios administrativos;

g) A retenção deve ser sempre assumida com o carácter excepcional, após a implementação de todos os recursos ao alcance de cada Prof. e da escola;

2.7.2.3. A avaliação como um elemento regular do ensino e da aprendizagem: A avaliação deve constituir um processo regulador do ensino e da aprendizagem, com efeito, deverão ser tidos em conta: Para que a avaliação constitua um elemento regular do ensino e da aprendizagem, os modos e os instrumentos de avaliação a utilizar devem ser adequados à diversidade e natureza das aprendizagens que se pretendam promover, de modo a possibilitar que se aprecie a evolução global dos alunos, tendo como ponto de referência as aprendizagens e competências essenciais.
1.

A avaliação formativa, enquanto elemento central e regulador no processo ensino-aprendizagem, deve ser considerada de primordial importância;
h) i) Para tanto, a avaliação formativa deverá ser sistemática, integral, criterial e contínua, de modo a obter-se o desenvolvimento equilibrado de todas as capacidades do aluno, como ser multidimensional; j) Para levar a cabo a avaliação formativa, deverá ser considerada ainda a construção de um quadro indicador que leve em linha de conta: as atitudes, os comportamentos, os valores, as capacidades, os vectores de transdisciplinaridade, de interdisciplinaridade, de multidisciplinaridade e de disciplinaridade curricular; k)

Nesta óptica, avaliar significa compreender e determinar o valor e a qualidade do processo formativo, a partir da recolha, análise e interpretação de dados para posterior decisão.
2. 3. Com efeito, a avaliação das aprendizagens deverá compreender 3 modalidades: avaliação diagnóstico, formativa e sumativa: a) Avaliação diagnóstico:

Na avaliação, deverão ser tidos em conta:

Assume um carácter contínuo e sistemático; __________________________________________________________________________________________________ 40
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O ciclo de escolaridade como tempo normal de aprendizagem e decisão; A corresponsabilização de Alunos, Pais/EE, Técnicos de Educação e Docentes; A não restrição apenas ao domínio cognitivo; A participação nas actividades da Área-Escola (actividades da escola), Áreas Transdisciplinares e Curriculares Não Disciplinares;

Realiza-se no início de cada ano de escolaridade; Deve articular-se com estratégias de:
- diferenciação pedagógica; - superação de eventuais dificuldades dos alunos; - facilitação da sua integração escolar; - apoio à orientação escolar e vocacional. b)

Avaliação formativa:

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- Estudo Acompanhado e Form. Cívica – forma descritiva (também poderá ser utilizada a forma qualitativa na ficha informatizada); - Áreas de enriquecimento Curricular (Ex.: Informática) – forma descritiva (também poderá ser utilizada a forma qualitativa na ficha informatizada);

Recorre a uma variedade de instrumentos de recolha de informação, adequados à diversidade das aprendizagens e aos contextos em que ocorrem; Tem, como uma das funções principais, a regulação do ensino e da aprendizagem:

d)

Avaliação aferida:

A avaliação formativa só é possível se:
A organização dos processos ensino-aprendizagem permitir aprendizagens activas, significativas, integradoras e funcionais; Os alunos se tornarem responsáveis pelos processos aprendizagem / avaliação, através de:
- Formulação de contratos pedagógicos; - Construção de conhecimentos em contextos significativos, de forma a permitir ligar o pensar e o agir.

As Provas Nacionais de Aferição: Constituem também um dos instrumentos de avaliação do desenvolvimento do currículo nacional; Destina-se a fornecer informação relevante a professores, escolas e administração educativa; Não produz efeitos na progressão escolar dos alunos.

2.7.2.4. Métodos utilizados na avaliação:
Os métodos utilizados para avaliar os alunos ajudam a discorrer sobre opções valorizadas pelo Sistema Educativo e que definem o currículo real, influenciando o processo de ensino e aprendizagem; Há ainda quem, em termos avaliativos, privilegie os testes e os exames, reduzindo a avaliação à medição dos resultados obtidos pelos alunos; Os testes não devem ser desconsiderados, mas também não devem assumir-se como exclusivo na recolha de informação; Os testes, se utilizados regularmente como objectos formativos, podem funcionar como orientadores de aprendizagem, chamando o aluno à realidade para o que é considerado essencial; Os testes devem ser complementados por outros métodos e instrumentos de avaliação; Existem, como exemplo, inúmeras tarefas diárias que podem ser objecto de avaliação:
Leitura e interpretação de textos; Discussão e debate de temas; Actividades de pesquisa; Trabalhos escritos; Trabalhos práticos; Jogos; Outros (em função da disciplina em que o aluno que é avaliado).

Esta perspectiva de avaliação encerra ainda sérios constrangimentos que urge abandonar:
A avaliação assente em modelos curriculares academicistas e tecnicistas, concebendo o conhecimento como algo acabado, simples, eterno, linear e compartimentado; A aprendizagem como uma acumulação de conhecimentos descontextualizados, divididos em disciplinas que cada professor verifica em controlos periódicos (testes) e que o aluno mostra deter num tempo e espaços artificiais, que voltarão a ser esquecidos depois de dados e verificados;

Para ultrapassar estes constrangimentos é preciso:
um ensino construtivista que requer uma avaliação contínua, formativa, diferenciada e multidimensional; a adopção de um novo modelo organizacional que interfira nos processos de ensino - aprendizagem:
- metodologias; - interacção pedagógica; - forma de agrupamento de alunos; - organização do espaço e do tempo; - materiais didácticos. c)

Avaliação sumativa:
Realiza-se no final de cada período lectivo; Utiliza a informação recolhida no âmbito da avaliação formativa; Traduz-se na formulação de um juízo globalizante sobre as aprendizagens realizadas pelos alunos; Pode determinar a retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade, excepto no caso do 1º ano.

A avaliação sumativa exprime-se:
1º Ciclo – forma descritiva, incidindo sobre as diferentes áreas curriculares – é da responsabilidade do Prof. Titular de Turma, ouvido o Conselho de Docentes; 2º e 3º Ciclos – níveis de 1 a 5 e é da responsabilidade do Conselho de Turma: - Áreas curriculares disciplinares – escala de 1 a 5; - Áreas curriculares não disciplinares:
- Área de Projecto – forma qualitativa;

A diversidade de métodos de avaliação determina a construção de um portfólio do aluno onde se reunam os trabalhos mais representativos e as evidências das aprendizagens efectuadas; O processo da avaliação não se esgota no professor, os alunos devem colaborar através de um olhar crítico do que se faz, enquanto se faz; Cada aluno vê-se confrontado com a necessidade de reflectir sobre o que fez, o que aprendeu, como progrediu, como perspectiva as suas necessidades futuras, etc.; A participação do aluno, na avaliação, pode ser através da auto-avaliação regulada – constitui uma das vias primordiais para regular as aprendizagens;

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO rigor possível em todo o processo, com vista ao apuramento da situação de aprendizagem real do aluno em cada disciplina e na globalidade; - Só assim é possível a obtenção de informações claras e objectivas que permitam detectar problemas de aprendizagem e possibilitar apoios com vista à recuperação de alunos com mais dificuldades; - A partir do 1º momento de avaliação e até à interrupção do Carnaval, devem ser tomadas medidas de apoio educativo (Planos de Recuperação e de Desenvolvimento), dando a conhecer a situação aos Alunos e Pais/EE da situação dos alunos em risco (Art.º 2º do Desp. Norm. n.º 50/2005);

A auto-avaliação, para o aluno, trata-se de um processo de responsabilização e reflexão sobre o que se está a fazer, desenvolvendo assim a capacidade de autoquestionamento, que pode surgir oralmente ou por escrito.

2.7.3. Critérios Gerais de Avaliação:
A. CONSIDERAÇÕES INTRODUTÓRIAS:

1. Avaliar: a) A Lei de Bases do Sistema Educativo estabelece uma concepção clara de educação e escola. Dessa concepção resulta que o sistema de avaliação a utilizar deve:
Promover a igualdade de oportunidades; Promover o sucesso; Ser contínuo e positivo; Ser correctivo e compensatório, isto é promover a efectiva recuperação dos alunos; Não sobrepor razões administrativas ou outras a razões pedagógicas no acompanhamento da progressão dos alunos; Promover a participação na definição dos percursos escolares;

A partir do 2º momento de avaliação, começa a estar em causa a progressão ou retenção dos Alunos a avaliar, por isso, é preciso um rigor absoluto; O 3º e último momento de avaliação deve traduzir, o mais fielmente possível, o nível em que se encontra cada aluno:
- Para os alunos que venham a ser, em resultado da avaliação sumativa final, objecto de uma retenção, deve ser elaborado, com vista à prevenção de situações de uma retenção repetida, um Plano de Acompanhamento, a aplicar logo no início do ano seguinte (Art.º 3º do Desp. Norm. n.º 50/2005); - Para os alunos que venham a ser, em resultado da avaliação sumativa final, objecto de uma retenção repetida (aluno que já foi retido em qualquer ano de escolaridade), devem ser submetidos, na própria reunião, a uma avaliação extraordinária e elaborado, para cada um, um Relatório que ponderará as vantagens educativas da nova retenção (Art.º 4º do Desp. Norm. n.º 50/2005); 2. a)

hoje, é reflectir sobre o Sistema Educativo, é avaliar tanto o trabalho dos alunos como o nosso, o dos professores; Para tal, é necessário clarificar objectivos, identificar problemas, estimular os alunos, coordenar esforços, prever resultados;
c) d) e)

b)Avaliar,

Por vezes, é preciso também adaptar currículos;

Na escolaridade obrigatória, deve ser afastada a ideia da avaliação como prémio ou castigo, mas antes assumir uma função formativa, informativa e reflexiva, que sirva de orientação para os Professores, Alunos e Pais/EE;

Envolvimento dos Pais/EE: Ordinariamente, na penúltima semana de aulas de cada período, cada Encarregado de Educação deverá colaborar na avaliação do seu Educando, pronunciando-se, através de uma ficha de reflexão enviada pelo Prof. Titular de Turma ou Director de Turma;

f)

Esta metodologia não tem nada a ver com pactuar com mediocridade, antes pelo contrário, deve-se
Exigir o máximo de cada um, de acordo c/ as suas capacidades; Estimular o sucesso dos alunos; Ajudar a combater as dificuldades; Aumentar cada vez mais a qualidade do ensino.

& ÚNICO: Esta ficha será objecto de análise e as informações importantes, daí retiradas, farão parte de todo o processo de avaliação; b)

Extraordinariamente, sempre que a um aluno:
Seja aplicável um Plano de Recuperação (conhecimento na 1ª semana do 2º Período); Seja aplicável um Planos de Acompanhamento (alunos
que tenham ficado retidos no final do ano lectivo, conhecimento na no final do 3º Período);

1.

Momentos de avaliação:
No 1º momento de avaliação, o insucesso e as classificações muito baixas podem gerar atitudes de rejeição à escola, desmotivar os alunos, afectar a auto-estima e promover a conflitualidade:
- Para minimizar essas situações, a atribuição do nível 1, só em situações muito especiais, exigindo-se, portanto, o maior

Seja aplicável um Planos de Desenvolvimento (alunos que revelem capacidades excepcionais de aprendizagem); Seja submetido a uma programação individualizada, na sequência, por exemplo de uma retenção repetida ou tratando-se de um aluno com deficiência de carácter prolongado (conhecimento e acordo prévio do Encarregado de educação).

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO Nível de concretização nas tarefas; Trabalho cooperativo; Qualidade e apresentação dos trabalhos; Capacidade de iniciativa / criatividade / autonomia; Sentido de responsabilidade, pesquisa e utilização de diversas formas de informação; Domínio da língua portuguesa; Relação interpessoal; Trabalho de casa; Comportamento e atitudes na Comunidade Educativa; Assiduidade e pontualidade; Competências, capacidades e valores.

Nota:
Relativamente aos planos referidos, os Pais/EE e Alunos assumem um compromisso de participação / intervenção; Essa intervenção faz parte integrante dos referidos planos; Depois de concluídos, cabe aos Professores Titulares de Turma (1º CEB) e Directores de Turma (2º e 3º CEB) entregar cópia aos Pais/EE, da sua intervenção, para manter presente os compromissos assumidos.
3. a)

Auto-avaliação dos Alunos:
a)

Nas últimas aulas de cada período, em cada turma (1ºCiclo) e em cada disciplina (2º e 3º Ciclo), de acordo com as directrizes do Concelho de Docentes, de cada Departamento Curricular / Grupo Disciplinar e a estratégia de cada professor, os alunos deverão fazer uma auto-avaliação;
b) Cada professor promoverá ainda um debate sobre os processos de ensino/aprendizagem seguidos na turma. B. UNIFORMIZAÇÃO - CRITÉRIOS GERAIS AVALIAÇÃO:

9. Assiduidade dos alunos:
Sempre que o n.º de aulas não tiver sido suficiente para a recolha de elementos considerados mínimos, poderá não se fazer a avaliação nessa disciplina;

Para o efeito, estabelece-se, como mínimo a assistir, para cada ano/disciplina, um terço das previstas durante o período a que se reporta a avaliação;
b)

Neste contexto, pressupostos a ter em conta: 1. Transparência na avaliação: O envolvimento e trabalho realizado pelo aluno e pelo professor; 2. Participação e empenho dos Alunos: Em todas as tarefas escolares, incluindo as Áreas Curriculares Não Disciplinares; 3. Integração do aluno: Na escola, na turma e na aula; 4. Condicionalismos: Sócio-económico-culturais dos alunos; 5. Consistência entre os processos de avaliação, as aprendizagens e as competências a atingir:
Através da utilização de instrumentos de avaliação diversificados;

A assiduidade pode não ter influência, se as faltas forem justificadas, na transição ou retenção de ano, mas terá consequências para o aproveitamento.
c)

10. A participação e o empenho: A participação nas actividades escolares, aplicação e concretização das tarefas de casa constituem uma vertente muito importante em todo o processo da avaliação. 11. Comportamento dos alunos e da turma: O comportamento dos alunos, individualmente e na turma, deverá ser objecto de análise no decorrer da avaliação, quer no prejuízo causado à turma, quer no domínio disciplinar individual;
C. TERMINOLOGIA A UTILIZAR - PROVAS ESCRITAS:

6. Competências essenciais: Os definidos e transmitidos aos alunos, no início de cada período / ano lectivo, por cada professor; 7. Testes sumativos: Não lhe deverá ser atribuída mais importância do que aquela que lhes é conferida pelos seus méritos próprios, uma vez que não permitem avaliar todos os domínios; 8. Outros instrumentos de avaliação: Para além da aquisição e aplicação de conhecimentos, deverão ser tidos em conta:
Capacidade de organização; Empenho e concentração nas actividades escolares;

1. Uniformização de critérios: A apreciação qualitativa a utilizar nas fichas de avaliação formativa e sumativa, dos 1º, 2º e 3º ciclos, é a seguinte:
% 0 .... 19 20 ... 49 50 ... 55 56 ... 64 65 ... 69 70 ... 75 76 ... 84 85 ... 89 90 … 100
APRECIAÇÃO QUALITATIVA INSUFICIENTE Apreciação NÍVEIS Quantitativa

Muito fraco Insuficiente Suficiente Suficiente Suficiente + Bom -/+ Muito Bom

SUFICIENTE

BOM MUITO BOM

1 2/2 3– 3 3 4– 4 4 5

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2. Utilização da nomenclatura:
A percentagem numérica e os níveis são apenas para o 2º e 3ºC, assumindo o 1ºC apenas uma apreciação qualitativa; Nos testes e fichas formativas, deverá ser considerada a classificação numérica e utilizada apenas a apreciação qualitativa; Os (+/-) fica ao critério de cada professor que queira distinguir a mesma classificação, nos testes, quando há amplitudes significativas na classificação numérica; Os (+/-) na avaliação sumativa serve apenas de ponto de referência aos Prof. Titulares de Turma e DT para poderem informar os Pais/EE com um pouco mais de aproximação à realidade de cada aluno; Assim, os (+/-) não existem em termos de avaliação, apenas servem de elemento de apoio a quem presta informações. D. UNIFORMIZAÇÃO para a AVALIAÇÃO SUMATIVA:

2.7.4. Critérios Específ. de Avaliação:
Consideram-se critérios específicos de avaliação aqueles que servem de referência para o sucesso de cada disciplina / área disciplinar. Estes critérios devem, nos termos dos pontos 15 a 17 do Despacho Normativo n.º 1/2005, de 05 de Janeiro: 15 - No início do ano lectivo, compete ao Conselho Pedagógico do Agrupamento, de acordo com as orientações do currículo nacional, definir os critérios de avaliação para cada ciclo e ano de escolaridade, sob proposta, no 1º Ciclo, dos Conselhos de Docentes e, nos 2º e 3º ciclos, dos Departamentos Curriculares e Conselho de Directores de Turma. 16 - Os critérios de avaliação mencionados no n.º anterior constituem referenciais comuns na escola ou agrupamento, sendo operacionalizados pelo Prof. Titular da Turma, no 1º Ciclo, e pelo Conselho de Turma, nos 2º e 3º Ciclos, no âmbito do respectivo Projecto Curricular de Turma. 17 - O Órgão de Direcção Executiva do agrupamento deve garantir a divulgação dos critérios referidos nos números anteriores junto dos diversos intervenientes, nomeadamente Alunos e Encarregados de Educação. Os referidos critérios, definidos e aprovasdos, por Departamento e Diciplina / Área Disciplinar, constam do

Para a avaliação sumativa, deverão ser tidos em conta os domínios: cognitivo e sócio-afectivo, de acordo com as seguintes percentagens: 1. Domínio cognitivo: Neste domínio, deverão ser tidos em conta, de acordo c/ os objectivos definidos, o domínio das competências essenciais estabelecidas para a disciplina: INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO: a) Conhecimentos escritos:
Testes sumativos; Trabalhos escritos (investigação bibliográfica); Relatórios e actividades experimentais.

ANEXO VII.

b) Conhecimentos orais:
Acompanhamento das actividades da aula; Participação na aula.

2.7.5. Orientações Metodológicas das Áreas Disciplinares Curriculares:
DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1º CICLO: Numa perspectiva de desenvolvimento global do aluno e, tendo em conta que o professor do 1º CEB lecciona todas as áreas curriculares, os princípios fundamentais devem orientar a actuação de qualquer docente e em todas as áreas curriculares, numa perspectiva interdisciplinar. Assim, devem ser adoptadas metodologias que permitam tornar inteligíveis e coerentes, todas as dimensões trabalhadas com os alunos, numa interacção entre os diversos ramos e níveis do saber, evitando que estes se traduzam em compartimentos estanques. Neste contexto consideram-se fundamentais as seguintes linhas metodológicas na actuação do docente:
Articulação e contextualização dos saberes; Valorização do saber aprender; Promoção de aprendizagens experimentais; Promoção de auto e hetero-avaliação criteriosa e sistemática; Recurso a diferenciação pedagógica em sala de aula; Formação de grupos de nível.

2. Atitudes e valores:
Ainda, com o objectivo de se atingirem as competências estabelecidas no Currículo Nacional e definidas no Proj. Educativo, deverão ser tidos em conta os seguintes objectivos comportamentais:
Assiduidade; Pontualidade; Cumprimento de regras estabelecidas; Realização de actividades propostas; Organização do caderno diário; Acompanhamento das actividades da aula; Cooperação nos trabalhos de grupo; Respeito pelos outros; Respeito pelas instalações escolares; Sentido de responsabilidade; Organização; Interesse e participação; Espírito de iniciativa; Espírito de observação; Sentido crítico; Gosto pela pesquisa. & ÚNICO: Cada Professor, de acordo com o seu Grupo Disciplinar, deverá, de acordo com os critérios específicos da disciplina, atribuir os pesos a cada um dos domínios (a fazer parte do dossier de grupo).

Devido à especificidade de algumas áreas curriculares consideram-se as seguintes orientações para cada área disciplinar:

Língua Portuguesa – 1ºC:
Privilegiar a diversidade da expressão oral e escrita; Criação de mecanismos de auto e hetero-correcção; Dinamização da biblioteca escolar; Promover diversidade na tipologia de enunciados escritos; Promover diversidade na produção escrita; Promover actividades lúdicas para a escrita criativa: Jogos, crucigramas, acrósticos, puxa-palavra; Promover diversas formas de comunicação: dramatização, ilustração…

3. Alunos com NEE:
Os Alunos com NEE serão avaliados de acordo com a legislação em vigor (Dec.Lei n.º 3/2008, de 07 de Janeiro).

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO partilham responsabilidades na gestão desses recursos, se prevêem modos flexíveis de organização da turma, se cumprem regras de funcionamento negociadas e se clarificam métodos e técnicas de trabalho. Diversidade de recursos materiais São recursos importantes para apoio à gestão dos programas:
Fichas documentais (recolhas do património oral, recolhas biográficas de autores de obras lidas, recortes de imprensa sobre temas em estudo, …); Fichas-guia e materiais autocorrectivos que facilitem o trabalho autónomo dos alunos, especialmente no âmbito da leitura orientada, da escrita lúdica e por modelo e da reflexão sobre o funcionamento da língua (guiões de leitura, jogos de palavras, fichas de técnicas e de modelos de escrita, exercícios autocorrectivos sobre aspectos do funcionamento da língua, …); Conjuntos de obras para actividades de leitura recreativa (biblioteca de turma, …); Obras completas e/ou antologias para actividades de leitura orientada; Materiais de consulta (enciclopédias, dicionários, prontuários, gramáticas, …); Outros materiais, nomeadamente, jornais e revistas; Arquivos de trabalho elaborados pelos alunos e destinados a estudo, aperfeiçoamento, divulgação e avaliação.

Matemática – 1ºC:
Utilização e explicitação das várias estratégias de resolução de um problema; Recurso frequente à comunicação de resultados pelos alunos (comunicação matemática), Utilização de software educativo; Utilização de gráficos e tabelas; Recurso à verificação e experimentação.

Estudo do Meio – 1ºC:
Promoção de trabalho experimental; com observação, levantamento de hipóteses, experimentação e comparação de resultados. Promoção de actividades de pesquisa; Possibilitar acesso à informação e tratamento da mesma; Aplicação de métodos de estudo: (sublinhar, resumir, esquematizar…)

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE LÍNGUAS:

Língua Portuguesa – 2ºC:
DETECÇÃO DE SABERES, INTERESSES E NECESSIDADES

Um percurso pedagógico com sentido para os alunos assenta necessariamente no conjunto das suas referências. O levantamento dos saberes, interesses e necessidades dos alunos pode basearse em:
Questionários elaborados para o efeito; Jogos adequados à apresentação dos membros de um grupo e à expressão de vivências e de preferências; Exercícios de diagnóstico que abranjam os domínios do programa OUVIR/FALAR, LER, ESCREVER e conteúdos relativos ao FUNCIONAMENTO DA LÍNGUA; Dados da avaliação contínua.
NEGOCIAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO

Partilha de responsabilidades A responsabilidade na gestão dos recursos enumerados e de outros eventualmente disponíveis deverá ser partilhada com os alunos que desempenharão funções previamente acordadas. De entre essas funções salientam-se as que dizem respeito a:
Registo do movimento da biblioteca de turma; Arquivo e catalogação dos textos produzidos pelos alunos; Duplicação de textos para aperfeiçoamento; Divulgação de textos turma em jornais, exposições, álbuns, ….

Uma programação, ao ser negociada por professor e alunos é mais facilmente assumida pela turma e tende, por isso, a mobilizar energias, a valorizar saberes e anular possíveis resistências. É, pois, desejável associar os alunos à gestão do programa, permitindo-lhes que planifiquem, em função de períodos de tempo estabelecidos, quer a sua actividade pessoal, quer a actividade dos grupos ou da turma, dentro ou fora da escola. Nesta gestão partilhada, os alunos desenvolvem o sentido das responsabilidades, aprendendo a prever, a organizar e avaliar o seu próprio trabalho. No confronto entre aquilo que projectam e aquilo que realmente concretizam, os alunos tomam consciência dos percursos de aprendizagem efectuados e tornam-se progressivamente mais aptos a respeitar compromissos. Assim, professor e alunos estabelecerão consensos sobre:
Temas de estudo; Obras de leitura integral/orientada; Projectos a desenvolver no âmbito da disciplina ou pluridisciplinares; Modos de articulação do trabalho da turma com o plano de actividades da escola.
GESTÃO DE SALA DE AULA E RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS

Flexibilidade na organização da turma Para atender às diferentes características dos alunos e das tarefas em que se ocupam, o prof. deve prever modos flexíveis de organização que permitam formas distintas de interacção na turma:
Professor/turma; Professor/pequeno grupo; Professor/aluno; Aluno(s)/turma; Aluno/pequeno grupo; Aluno/aluno.

Cumprimento de regras estabelecidas Uma gestão pedagógica eficaz exige o cumprimento de regras previament estabelecidas que visem fundamentalmente:
A regulação do uso da palavra; Os limites de movimentação na sala de aula; O cumprimento das tarefas atribuídas; A conservação dos recursos disponíveis; de materiais; A segurança em visitas de estudo.

Num clima de aula em que se aceitam e integram diferenças pessoais e culturais e em que prevalecem a confiança e o respeito mútuos, emergem, naturalmente, as perguntas e as sugestões dos alunos. Ao acolhê-las, o professor pode adequar mais facilmente o processo de ensino às necessidades manifestadas e favorecer o desenvolvimento de condutas autónomas e de cooperação. A construção efectiva do saber no espaço da aula e a disponibilidade do professor para apoiar directamente os alunos crescem, na medida em que se reúnem e se mobilizam recursos variados, se

O respeito pelos prazos estabelecidos para conclusão de trabalhos ou devoluçã

Clarificação de métodos e de técnicas A clarificação dos métodos e das técnicas de trabalho contribui para facilitar a construção das aprendizagens pelos alunos. É nesse sentido que cabe ao professor explicitar, nomeadamente:
Formas de planificação e de organização do trabalho; Métodos de consulta, de registo e de classificação da informação; Técnicas de comunicação oral e escrita;

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Formas de utilização de recursos audiovisuais e sua eficácia na comunicação; Critérios de avaliação de trabalhos.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO
Temas de estudo; Obras de leitura integral/orientada; Projectos a desenvolver no âmbito da disciplina ou pluridisciplinares; Modos de articulação do trabalho da turma com o plano de actividades da escola; Interacções possíveis com o meio;
GESTÃO DE SALA DE AULA E DE RECURSOS MATER. E HUMANOS

Língua Estrangeira – 2ºC:
O ensino - aprendizagem das Línguas Estrangeiras tende para uma metodologia que vise a adequação aos públicos, aos objectivos, aos conteúdos, à personalidade do professor e aos recursos disponíveis. Neste pluralismo metodológico há determinados princípios básicos que convergem para uma metodologia activa e centrada no aluno, integradora de um conjunto de actividades que:
Contribuam para apropriação e estruturação de regras linguísticas e sociolinguísticas; Motivem para uma aprendizagem comunicativa da língua estrangeira; Favoreçam o desenvolvimento intelectual, psicológico e sociocultural do aluno; Instaurem no aluno a capacidade de aprender a aprender; Recorram à língua materna para conquistar a autonomia na aprendizagem do Francês / Inglês; Se consciencializem os alunos da sua própria cultura e para o conhecimento das culturas estrangeiras, para o respeito pela(s)diferença(s), para a tolerância; Utilizem diversos recursos (humanos e materiais, técnico, tecnológico), no sentido de desenvolver a observação, memória, raciocínio, imaginação…); Favoreçam o progresso na aquisição de conhecimentos e no apuramento ético dos comportamentos dos alunos; Despertem no aluno a capacidade de construir a sua própria aprendizagem; Criem no aluno o gosto de colaborar activamente com os outros em ordem ao crescimento individual e aprofundamento das suas estratégias de participação social.

Num clima de aula em que se aceitam e integram diferenças pessoais e culturais e em que prevalecem a confiança e o respeito mútuos, emergem, naturalmente, as perguntas e as sugestões dos alunos. Ao acolhê-las, o professor pode adequar mais facilmente o processo de ensino às necessidades manifestadas e favorecer o desenvolvimento de condutas autónomas e de cooperação. A construção efectiva do saber no espaço da aula e a disponibilidade do professor para apoiar directamente os alunos crescem, na medida cm que se reúnem e se mobilizam recursos variados, se partilham responsabilidades na gestão desses recursos, se prevêem modos flexíveis de organização da turma, se cumprem regras de funcionamento negociadas e se clarificam métodos e técnicas de trabalho.
DIVERSIDADE DE RECURSOS MATERIAIS

São recursos importantes para apoio à gestão dos programas:
Fichas documentais (recolhas do património oral, recolhas biográficas de autores de obras lidas, recortes de imprensa sobre temas em estudo, ...); Ffichas-guia e materiais autocorrectivos que facilitem o trabalho autónomo dos alunos, especialmente no âmbito da leitura orientada, da escrita lúdica e por modelo e da reflexão sobre o funcionamento da língua (guiões de leitura, jogos de palavras, fichas de técnicas e de modelos de escrita, exercícios autocorrectivos sobre aspectos do funcionamento da língua, ...); Conjuntos de obras para actividades de leitura recreativa (biblioteca de turma, ...); Obras completas e/ou antologias para actividades de leitura orientada; Materiais de consulta (enciclopédias, dicionários, prontuários, gramáticas, ...); Outros materiais, nomeadamente, jornais e revistas; Arquivos de trabalhos elaborados pêlos alunos e destinados a estudo, aperfeiçoamento, divulgação e avaliação.
PARTILHA DE RESPONSABILIDADES

Língua Portuguesa – 3ºC:
DETECÇÃO DE SABERES, INTERESSES E NECESSIDADES

Um percurso pedagógico com sentido para os alunos assenta necessariamente no conjunto das suas referências. O levantamento dos saberes, interesses e necessidades dos alunos pode basear-se em:
Questionários elaborados para o efeito; Jogos adequados à apresentação dos membros de um grupo e à expressão de vivências e de preferências; Exercícios de diagnóstico que abranjam os domínios do programa OUVIR/FALAR, LER, ESCREVER e conteúdos relativos ao FUNCIONAMENTO DA LÍNGUA; Dados da avaliação contínua.
NEGOCIAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO

A responsabilidade na gestão dos recursos enumerados e de outros eventualmente disponíveis deverá ser partilhada com os alunos que desempenharão funções previamente acordadas. De entre essas funções salientam-se as que dizem respeito a:
Registo do movimento da biblioteca de turma; Arquivo e catalogação dos textos produzidos pelos alunos; Duplicação de textos para aperfeiçoamento; Divulgação de textos de turma em jornais, exposições, álbuns, ...; Recolha, registo, envio ou arquivo de correspondência interescolar.
FLEXIBILIDADE NA ORGANIZAÇÃO DA TURMA

Uma programação, ao ser negociada por professor e alunos, é mais facilmente assumida pela turma e tende, por isso, a mobilizar energias, a valorizar saberes e a anular possíveis resistências. É, pois, desejável associar os alunos à gestão do programa, permitindo-lhes que planifiquem, em função de períodos de tempo estabelecidos, quer a sua actividade pessoal, quer a actividade dos grupos ou da turma, dentro ou fora da escola. Nesta gestão partilhada, os alunos desenvolvem o sentido das responsabilidades, aprendendo a prever, a organizar e a avaliar o seu próprio trabalho. No confronto entre aquilo que projectam e aquilo que realmente concretizam os alunos tomam consciência dos percursos de aprendizagem efectuados e tomam-se progressivamente mais aptos a respeitar compromissos. Assim, professor e alunos estabelecerão consensos sobre: Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Para atender às diferentes características dos alunos e das tarefas em que se ocupam, o professor deve prever modos flexíveis de organização que permitam formas distintas de interacção na turma:
Professor / turma; Professor / pequeno grupo; Professor / aluno; Aluno(s) / turma;

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão
Aluno / pequeno grupo; Aluno / aluno;
CUMPRIMENTO DE REGRAS ESTABELECIDAS

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO actividades que: Promovam a motivação do aluno, perspectivando o “saber fazer” e, desta forma, darem sentido às aprendizagens. Entre outras, por exemplo:
- Desenvolvimento de actividades de carácter lúdico / didáctico ( desafios, crucigramas, textos lacunares…); - Recurso às novas tecnologias para pesquisa, tratamento e divulgação de conteúdos; - Diversificação dos materiais e das estratégias de trabalho; - Estimulação à participação / intervenção oral; - Realização de trabalho em pares ou em grupo;

Uma gestão pedagógica eficaz exige o cumprimento de regras previamente estabelecidas que visem, fundamentalmente:
A regulação do uso da palavra; os limites de movimentação na sala de aula; O cumprimento das tarefas atribuídas; A conservação dos recursos disponíveis; O respeito pelos prazos estabelecidos para conclusão de trabalhos ou devolução de materiais; A segurança em visitas de estudo.
CLARIFICAÇÃO DE MÉTODOS E DE TÉCNICAS

A clarificação dos métodos e das técnicas de trabalho contribui para facilitar a construção das aprendizagens pelos alunos. É nesse sentido que cabe ao professor explicitar, nomeadamente:
Formas de planificação e de organização do trabalho; Métodos de consulta, de registo c de classificação da informação; Técnicas de comunicação oral e escrita; Formas de utilização de recursos audiovisuais e sua eficácia na comunicação; Critérios de avaliação de trabalhos.

Integrem técnicas de tratamento, consolidação e validação de conhecimentos através do treino de práticas e métodos de estudo e de trabalho: Por exemplo:
- Leitura e exploração vocabular e ideológica de documentos de natureza diversificada ( imagens, textos, mapas, gráficos…) - Sistematização dos conhecimentos através da utilização dos materiais de apoio à disciplina ( manual, caderno diário, caderno de actividades, fichas informativas, guiões de estudo…) recorrendo à leitura, à exploração e partilha de ideias, à organização de conclusões, ao registo de dados/informações… - Produção de materiais complementares de apoio ao tratamento dos conteúdos. Por exemplo: organização de esquemas, construção de gráficos, legendagem de mapas e outros documentos iconográficos, organização de frisos / tabelas cronológicas…

Língua Estrangeira I e II– 3ºC:
O ensino - aprendizagem das Línguas Estrangeiras tende para uma metodologia que vise a adequação aos públicos, aos objectivos, aos conteúdos, à personalidade do professor e aos recursos disponíveis. Neste pluralismo metodológico há determinados princípios básicos que convergem para uma metodologia activa e centrada no aluno, integradora de um conjunto de actividades que:
Contribuam para apropriação e estruturação de regras linguísticas e sociolinguísticas; Motivem para uma aprendizagem comunicativa da língua estrangeira; Favoreçam o desenvolvimento intelectual, psicológico e sociocultural do aluno; Instaurem no aluno a capacidade de aprender a aprender; Recorram à língua materna para conquistar a autonomia na aprendizagem do Francês / Inglês; Se consciencializem os alunos da sua própria cultura e para o conhecimento das culturas estrangeiras, para o respeito pela(s)diferença(s), para a tolerância; Utilizem diversos recursos (humanos e materiais, técnico, tecnológico), no sentido de desenvolver a observação, memória, raciocínio, imaginação…); Favoreçam o progresso na aquisição de conhecimentos e no apuramento ético dos comportamentos dos alunos; Despertem no aluno a capacidade de construir a sua própria aprendizagem; Criem no aluno o gosto de colaborar activamente com os outros em ordem ao crescimento individual e aprofundamento das suas estratégias de participação social.

Fomentem a articulação interdisciplinar e / ou a articulação com o meio escolar/comunitário em que a escola está inserida. Por exemplo:
- Fazendo interligação com conteúdos programáticos de outras disciplinas, por exemplo, à matemática para a elaboração de gráficos; - Envolvendo os alunos nas actividades realizadas no âmbito do Plano Anual de Actividades pelo Grupo Disciplinar e/ou Departamento, e relativas à comemoração de acontecimentos relevantes na História de Portugal, através da organização de exposições temáticas, do recurso às novas tecnologias e à organização de actividades de carácter lúdico / didáctico; - Dando a conhecer aos alunos outras formas de abordagem e tratamento dos temas da disciplina, nomeadamente fornecendo-lhes informação bibliográfica, por exemplo, recomendando a consulta de uma enciclopédia, de um atlas ou a leitura de determinada obra.

História – 3ºC:
As profundas transformações sociais, culturais, económicas e políticas numa sociedade cada vez mais globalizante, não podem ser dissociáveis de uma Escola que tem o dever de acompanhar e promover uma educação que acompanhe este permanente processo de mutação. A disciplina de História assume-se como factor fundamental na inserção e articulação da Escola com o contexto social através de uma educação dinâmica, humanística, formativa e acima de tudo, democrática. É através de um trabalho educativo eficaz e coerente que se ameniza as desigualdades e se prepara o indivíduo da melhor maneira possível para enfrentar a problemática do quotidiano. A disciplina de História tem a missão de formar Pessoas no seu sentido mais pleno tendo em atenção aspectos de desenvolvimento de cidadania, de responsabilidade, de cultura humanista. A metodologia da disciplina de História, assenta na articulação entre o desenvolvimento de competências gerais e específicas da disciplina adequando-as às condições específicas das turmas, aos métodos e estratégias que possam ser desenvolvidos pelos pro-

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CSH:

História e Geografia de Portugal – 2ºC:
Pretende-se que a disciplina de História e Geografia de Portugal crie, ao longo do 2º ciclo do ensino básico, condições de o aluno progredir a nível da sua autonomia no processo de aprendizagem e, consequentemente, “construir” um saber histórico / geográfico promotor de uma progressiva formação pessoal e social. Assim, as dinâmicas desenvolvidas em contexto de aulas privilegiam as Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão fessores, deixando, simultaneamente, espaço a uma desejável valorização da aplicação transversal do conhecimento. Assim, interligando o saber, o saber fazer, o saber ser conferem a esta disciplina um carácter formativo, interpretativo, crítico capaz de através uma visão construtivista do conhecimento e na constante interligação entre o Passado/Presente/Futuro, investindo no desenvolvimento de competências essenciais e transversais, na promoção pessoal e social de modo a tornar o aluno um cidadão participativo, crítico e consciente da realidade envolvente. Assim, o aluno assume-se como construtor de conhecimentos, de competências e de atitudes adequadas, desenvolvendo estratégias cognitivas e sociais, num contexto de colaboração e de solidariedade, promovendo uma crescente autonomia. Metodologias a privilegiar/utilizar: 1. Exercícios no âmbito do saber/fazer:
Pesquisa, tratamento e divulgação de conteúdos com recurso às novas tecnologias; Diversificação dos materiais e das estratégias de trabalho; Problematização de situações.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO
co / didáctico.

Geografia – 3ºC:
O método de estudo privilegiado em Geografia consiste na observação, recolha e tratamento da informação para levantar e testar hipóteses, elaborar conclusões e apresentar os resultados obtidos. Este método investigativo é central para a educação geográfica e através dele desenvolvem-se competências utilizadas no trabalho colaborativo, na discussão de ideias e de informação variada, bem como na apresentação oral, visual e escrita dos resultados das investigações. Trabalhar dentro e fora da sala de aula, integrando saberes e utilizando o método investigativo permite contribuir para uma cidadania participativa e consciente. Os mapas são a ferramenta de trabalho mais importante da Geografia. Os alunos deverão utilizar mapas de escalas diferentes de Portugal (1:1000; 1:5000; 1:10000; 1:25000; 1:50000 e outras), da Europa e do Mundo, ortofotomapas e fotografias aéreas a fim de desenvolverem o conceito de escala, pela observação do mesmo espaço representado em imagens com dimensões e representações diferentes. O estudo de caso é uma forma efectiva de introduzir a realidade no trabalho em Geografia. Um estudo de caso deve incluir uma variedade de material tal como mapas, fotografias, textos escritos, estatísticas, videogramas, cd-roms, Internet. Assim, ao longo do 3º Ciclo, devem ser proporcionadas aos alunos com alguma regularidade, as seguintes experiências educativas:
Trabalho de Grupo integrando pesquisa documental, tratamento da informação e apresentação das conclusões; Simulações e jogos; Estudo de Caso.

2. Exercícios que promovam a participação dos alunos: Estimulação à participação / intervenção oral através de:
Exploração de ideias, ordenação e comparação de factos e acontecimentos Actividades de carácter lúdico / didáctico (desafios, crucigramas, construção de tabelas cronológicas, mapas, textos lacunares…); Análise e interpretação de textos, imagens, caricaturas, mapas, gráficos; Realização/apresentação de pequenos trabalhos escritos/ biografias resumos individual ou em pares/em grupo.

3. Exercícios no âmbito de maior autonomia para a construção da aprendizagem pelos próprios alunos e que integrem técnicas de tratamento, consolidação e validação de conhecimentos através do treino de práticas e métodos de estudo e de trabalho:
Exploração de documentos iconográficos, mapas, tabelas cronológicas, gráficos e documentos históricos orientada por questões e apoiadas no domínio do vocabulário específico; Pesquisa de informação (meios informáticos acervo da Biblioteca); Elaboração de sínteses escritas, esquemas; Leitura e exploração vocabular e ideológica de documentos de natureza diversificada ( imagens, textos, mapas, gráficos…); Sistematização dos conhecimentos através da utilização dos materiais de apoio à disciplina ( manual, caderno diário, caderno de actividades, fichas informativas, guiões de estudo…) recorrendo à leitura, à exploração e partilha de ideias, à organização de conclusões, ao registo de dados/informações… Produção de materiais complementares de apoio ao tratamento dos conteúdos -organização de esquemas, construção de gráficos, legendagem de mapas e outros documentos iconográficos, organização de frisos / tabelas cronológicas…

No desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem o professor deverá contemplar equilibradamente:
o desenvolvimento de atitudes; o desenvolvimento de competências; a aquisição de conhecimentos e técnicas para a sua mobilização.

Tendo como pressuposto ser o aluno agente da sua própria aprendizagem, propõe-se uma metodologia em que
os conceitos são construídos a partir da experiência de cada um e de situações concretas; os conceitos são abordados sob diferentes pontos de vista e progressivos níveis de rigor e formalização; se estabelece maior ligação da Geografia com a vida real, com a tecnologia e com as questões abordadas noutras disciplinas, ajudando a enquadrar o conhecimento numa perspectiva histórico-cultural.

4. Exercícios que fomentem a articulação interdisciplinar e / ou a articulação com o meio escolar/comunitário em que a escola está inserida:
Fazendo interligação com conteúdos programáticos de outras disciplinas; Envolver os alunos nas actividades realizadas no âmbito do Plano Anual de Actividades pelo Grupo Disciplinar e/ou Departamento, e relativas à comemoração de acontecimentos relevantes na História de Portugal, através da organização de exposições temáticas, do recurso às novas tecnologias e à organização de actividades de carácter lúdi-

Neste contexto, destaca-se a importância das actividades a seleccionar, as quais deverão contribuir para o desenvolvimento do pensamento científico, levando o aluno a intuir, conjecturar, experimentar, provar, avaliar e ainda para o reforço das atitudes de autonomia e de cooperação. Cabe ao professor, de acordo com a realidade da turma, encontrar o equilíbrio entre o número de trabalhos individual e de grupo (a realizar dentro e fora da aula), assim como o espaço para a sua intervenção: dinamizando, questionando, fazendo sínteses, facultando informação ... Tendo em conta a estreita dependência entre os processos de estruturação do pensamento e da linguagem, é absolutamente necessário que as actividades tenham em conta a correcção da comunicação oral e escrita.

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Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Na concretização da metodologia proposta cabe ao professor ser simultaneamente dinamizador e regulador do processo de ensinoaprendizagem, criando situações motivadoras e adoptando uma estratégia que implique o aluno na sua aprendizagem e desenvolva a sua iniciativa.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

Ciências da Natureza – 2ºC:
Proporcionar feed back contínuo com a participação activa dos alunos; Abordar temas permitindo um tempo para a formulação de problemas abordados e do contexto; Aplicar métodos de trabalho diversificados; Realizar trabalho cooperativo em diferentes situações; Proporcionar actividades de aprendizagem, de modo a incrementar uma certa liberdade, aos alunos, para poderem planear uma experiência enriquecedora; Proporcionar uma metodologia com uma forte componente activa e interdisciplinar que conduza à elaboração de projectos comuns; Organizar e orientar, fornecendo pistas em que o aluno poderá explorar por si mesmo, não fornecendo frases rígidas, uma vez que a educação é um processo dinâmico; Incrementar a resolução de problemas, num aspecto fundamental da educação científica, facilitadora da aprendizagem e o exercício das capacidades nela envolvidas; Realizar actividades experimentais que levem à formulação de hipóteses e previsão de resultados; usar diferentes instrumentos de observação e medida; Analisar e criticar notícias aplicando conhecimentos científicos na abordagem de situações da vida quotidiana; Desenvolver a capacidade de expressão oral, escrita e gráfica, recorrendo a meios audiovisuais, e tecnologias da informação na produção de textos, painéis, filmes, …; Realizar debates sobre emas polémicos e actuais, onde os alunos tenham de fornecer argumentos e tomar decisões.

Ed. Moral e Rel. Católica (EMRC) – 2º e 3ºC:
Desenvolver actividades significativas para os alunos; Fomentar o espírito de cooperação entre os alunos; Abordar os conteúdos programáticos, tendo em conta os interesses dos alunos e respectivas vivências do quotidiano; Utilizar frequentemente recursos inovadores, incluindo as tecnologias de informação e comunicação como forma de motivar os alunos e rentabilizar os recursos disponíveis; Usar a compreensão e o reforço positivo como formas de elevar as expectativas dos alunos com maiores dificuldades e melhorar a sua auto-estima; Dar orientações/reforço positivo na concretização/ execução das tarefas; Criar um clima relacional propício à aprendizagem; Envolver os alunos mais adiantados no apoio aos que revelam mais dificuldades, (promover o regime de tutoria de pares dento da sala de aula); Verificar a organização do material necessário à aula; Treinar a capacidade de análise, interpretação e síntese; Estimular hábitos de leitura, incrementar a capacidade de comunicação escrita e oral e valorizar a participação na sala de aula; Desenvolver estratégias que motivem os alunos e os orientem no estudo; Fazer regularmente sistematizações de conhecimentos. DEPARTAMENTO CURRICULAR DE MCE:

Matemática – 3ºC:
As finalidades e objectivos determinam que o professor ao aplicar o programa curricular contemple o desenvolvimento de atitudes, capacidades e aquisição de conhecimentos. Tendo como ponto de partida o aluno a aprender a aprender propõe – se uma metodologia que tenha em consideração as experiências/situações da vida real na aquisição de conceitos, sendo estes abordados sob diferentes pontos de vista, com rigor científico. Para além dos temas matemáticos há três capacidades transversais que envolvem toda a aprendizagem da matemática, são eles a resolução de problemas, a comunicação matemática e o raciocínio matemático, que devem merecer uma atenção permanente no ensino/ aprendizagem. O programa assume que o ensino aprendizagem se desenvolve em torno de quatro eixos temáticos fundamentais: o trabalho com os números e operações, o pensamento algébrico, o pensamento geométrico e trabalho com dados. Também se poderá aumentar o interesse por um tema com actividades numa perspectiva histórica, mostrando que a matemática é uma ciência que se constrói. O professor assume cada vez mais um papel de criador de situações de aprendizagem, simultaneamente dinamizador e regulador do processo, adaptando estratégias que envolvam o aluno de forma a realizar um trabalho autónomo. Os recursos materiais constituem uma mais - valia no enriquecimento das actividades em sala de aula, com o intuito de cada aluno visualizar, numa perspectiva lúdica e atractiva, a disciplina de Matemática.

Matemática – 2ºC:
Resolução de problemas - Deve estar sempre presente, associada ao raciocínio e à comunicação e integrada nos diversos tipos de actividades. Actividades de investigação - A Geometria e os números são temas privilegiados para este tipo de experiências. Raciocínio matemático – Criação de situações que favoreçam o raciocínio indutivo. As intuições são necessárias no processo de passagem do concreto ao abstracto. Realização de projectos - Pressupõe a existência de um objecto claro, aceite e compreendido pelos alunos e a apresentação de resultados. Comunicação matemática - Inclui a leitura, a interpretação e a escrita de pequenos textos de matemática. Na comunicação oral é importante a argumentação e a discussão em grande e pequeno grupo. Utilização de materiais manipuláveis - São suporte de muitas tarefas onde o essencial é a natureza da actividade intelectual dos alunos. Jogos - De estratégia, de observação e de memorização. Contribuem para o desenvolvimento pessoal e social e de capacidades matemáticas. Utilização das tecnologias - Utilização da calculadora elementar e do computador, nomeadamente na resolução de problemas e actividades de investigação.

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Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO avaliação formativa e as condições (hábitos e métodos de trabalho, empenho, organização do caderno diário, cumprimento de tarefas,…) que determinam o sucesso e a sua qualidade, para a disciplina; Incluir tarefas que visam colmatar as lacunas/incrementar o domínio da Língua Portuguesa, através da leitura activa de textos do manual com regularidade e da realização de resumos escritos e orais, que coloquem a tónica no desenvolvimento das capacidades de análise e de síntese, de organização e de estruturação, assim como, a correcção ortográfica de textos escritos (testes, trabalhos…); Promover a utilização das tecnologias de informação e comunicação/audiovisuais como um meio fundamental na realização das tarefas, como pesquisa, selecção, organização/tratamento e apresentação da informação (7º-cartaz, 8ºtrabalho escrito, 9º-portfólio) e outros trabalho de projecto.

Ciências Naturais – 3ºC:
Ao nível das Ciências as orientações vão no sentido de abordagens que visam :
a formulação /resolução de problemas; a facilidade das aprendizagens científicas e sua resolução; a investigação directa ou indirecta da realidade onde a interdisciplinaridade é uma forte componente; a execução de trabalhos experimentais; o desenvolvimento do espírito e rigor científicos e análise de informações recolhidas; o desenvolvimento da capacidade de expressão oral, escrita e gráfica.

Nesse sentido as sugestões metodológicas abaixo mencionadas visarão:
Realização de actividades diagnóstico – “ O que eu já sei!”- presentes no manual. Resolução de exercícios / fichas de trabalho. Exercícios de aplicação de conhecimentos. Exploração de imagens. Actividades de leitura. Exploração de textos. Análise de mapas, tabelas, esquemas e diagramas. Interpretação de esquemas, tabelas, diagramas e mapas. Sintetização de assuntos / conceitos. Exploração de acetatos. Actividades experimentais. Exploração dos materiais existentes e sua associação aula. Visionamento de filmes / documentários. Debate. Pesquisa na Net. Elaboração de trabalhos de pesquisa. Participação na elaboração de trabalhos a apresentar em datas Comemorativas e, inseridas no contexto aula.

Int. às Tec. de Inform. e Comunicação (TIC) e Informática – 2º e 3ºC:
Realizar um breve enquadramento teórico de cada tema (temas práticos) e proceder à demonstração do funcionamento global do software de aplicações (MS Office); Exemplificar com ajuda do computador; Sempre que possível, recorrer ao equipamentos de projecção/interactivos para a exemplificação dos conceitos abordados; Privilegiar as aulas práticas para que os alunos possam utilizar o computador; Estimular o trabalho de grupo; Propor aos alunos actividades de carácter experimental e de pesquisa; Promover situações de pesquisa, organização, tratamento e produção de informação em função das necessidades; Proporcionar a organização/confronto de ideias; Realizar actividades de recolha e organização de dados, construção e análise de tabelas, gráficos, mapas, entre outros. Incutir nos alunos a procura de soluções a problemas; Fomentar a capacidade de análise e síntese de situações concretas; Apresentar aos alunos situações novas em que tenham de aplicar as competências desenvolvidas; Fomentar actividades de investigação tecnológica ou ligadas a problemas reais do meio empresarial ou da vida quotidiana do aluno; Incutir nos alunos a procura, o manuseamento e a utilização de outro software de aplicações do mesmo tipo proposto nas aulas (Exemplo: software livres). DEPARTAMENTO CURRIC. DE EXPRESSÕES:

Físico-Química – 3ºC:
Construir a abordagem do currículo disciplinar, após o conhecimento dos alunos e das turmas, seguindo as orientações curriculares e as competências essenciais (emanadas pelo DEB 2001) e visando uma escolaridade até ao 12º ano. Os objectivos norteadores devem ser a revisão, a actualização e a determinação das aptidões/competências desenvolvidas e a identificação das principais dificuldades, permitindo variar as dinâmicas de interacção no funcionamento do grupo turma em diversas situações e, com vários desafios, no âmbito da diferenciação e da articulação interdisciplinar, integrando a organização das aulas, que vão dominar as actividades ao longo do ano; Elaborar planos de acção, centrados em metodologias activas, que permitam a oportunidade dos alunos viverem situações em que possam ser, quando possível, os actores do processo de ensino e de aprendizagem, através de aprendizagens diversificadas e socializadoras; Integrar nos planos de acção metodologia científica (actividade experimental, resolução de problemas,…) que valorizem, também, a participação centrada na cooperação e que permitam evoluir, ao longo do ciclo, valorizando os processos de auto-avaliação e que promovam a autonomia; Envolver os critérios de avaliação num sistema de avaliação que torne explícito o que é valorizado no processo ensinoaprendizagem, pela professora e pelos alunos, clarificando os objectos de avaliação (o que se ensina, o que se aprende), a Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Educação Visual e Tecnológica – 2ºC:
A natureza aberta, sistemática e evolutiva da Educação Visual e Tecnológica, interligando o saber, o saber fazer, o saber sentir e o saber participar na vida, conferem a esta área disciplinar um carácter prático e, simultaneamente, interpretativo e crítico. Num enfoque progressivo e aberto, intrínseco ao próprio processo de aprendizagem, a EVT procura levar os alunos a descobrir, a descrever, a compreender e a gerar hipóteses acerca da realidade envolvente, interligando os saberes das diferentes áreas (Áreas Curriculares Disciplinares e Áreas Curriculares Não Disciplinares) e aprofundando os conhecimentos acerca do Mundo envol-

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão vente, de modo a contribuir para a formação o mais integral possível dos alunos. Nesta medida, a área de EVT assentará numa visão construtivista do conhecimento/saber com base na utilização do método de resolução de problemas, de modo que os conteúdos a desenvolver possibilitem a conexão com as restantes áreas de saber, com os Projectos e Clubes da Escola/Agrupamento e com as várias Ofertas e Recursos (ligação ao Plano anual de Actividades, BECRE, Prosepe…), investindo no desenvolvimento de competências transversais, incidindo na utilidade do que se aprende e na realização de actividades concretas. Nesta medida, a EVT deverá:
Investir no desenvolvimento de aprendizagens funcionais, permitindo que o aluno possa ver a sua aplicação real fora da aula e aliar o saber, o saber fazer e o saber estar; Proporcionar aos alunos a construção da sua própria aprendizagem, partindo do reconhecimento das suas ideias e hipóteses de resolução de problemas do quotidiano para a realização de actividades concretas, com vista à solução dos problemas; Promover a ligação constante entre a teoria e a prática, o desenvolvimento e a aplicação de técnicas e estratégias e a reflexão/avaliação participada dos progressos e dos resultados a alcançar; Investir na auto e a hetero-avaliação de todas as fases do método de resolução de problemas, como forma de promover o sentido crítico, o sentido social, a sensibilidade estética; Promover a participação contínua do aluno na turma e nos problemas surgidos na escola e no Mundo, com base num trabalho programado pela equipa dos seus professores, de um modo evolutivo, coerente e gradual, assente no trabalho de pesquisa e investigação, na planificação de etapas e na resolução prática dos problemas.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO Princípios e Critérios de avaliação A avaliação em EVT é contínua e gradual, de modo a acompanhar o aluno ao longo do seu processo educativo, permitindo assim obter informações e proceder aos reajustamentos necessários de acordo com os resultados obtidos. Tendo em conta as orientações definidas pelo Ministério e as orientações estipuladas pelo Departamento, com base nas dificuldades detectadas nos nossos alunos, a avaliação será continuada e personalizada. Constituem-se como principais prioridades da Disciplina de EVT a desenvolver nos alunos o sentido de responsabilidade, a Higiene e Segurança no trabalho, o sentido estético e a criatividade, o domínio de meios/materiais e técnicas, o rigor na apresentação dos trabalhos, bem como o cumprimento de regras e a participação em todas as fases do trabalho. Tendo em conta que estes princípios se constituem como o eixo mobilizador de outras competências de âmbito mais geral, deverão ter-se em conta as seguintes prioridades transversais:
O relacionamento interpessoal e de grupo, privilegiando o trabalho de grupo, o trabalho de pesquisa, a atenção/concentração nos vários momentos das aulas e o cumprimento de regras; A organização e método de estudo e trabalho, insistindo na organização do material, limpeza e preservação do equipamento, o cumprimento de regras e a autonomia nos trabalhos, bem como na pesquisa, selecção e tratamento de informação, nos diferentes suportes; A comunicação, valorizando a interligação de saberes e o conhecimento de saberes/conteúdos das diferentes áreas investindo, sempre que possível, no desenvolvimento do sentido estético pela análise de obras de arte e registos orais e escritos sobre os trabalhos plásticos efectuados, bem como a ligação aos projectos da escola e das turmas, em particular.

A base de trabalho adequada a Educação Visual e Tecnológica assenta na PROSPECÇÃO DO MEIO, através de unidades de trabalho centradas em assuntos e problemas bem definidos e cujo poder motivador resulta do campo de interesses dos alunos e da sua experiência quotidiana. Para garantir um leque de experiências suficientemente aberto e enriquecedor do repertório vivencial dos alunos, propõe-se que, ao longo de cada ano, sejam desenvolvidas unidades de trabalho distribuídas por três grandes campos: AMBIENTE, COMUNIDADE e EQUIPAMENTO. Para cada unidade de trabalho deverá considerar-se um número reduzido de conteúdos, susceptível de enriquecimento por uma franja de outras contribuições que o próprio desenrolar da acção eventualmente suscitará. Em esquema, trata-se de uma planificação cujo rigor de organização permita a flexibilidade necessária à correcta inserção de conteúdos em função dos problemas a resolver e da diversidade da turma/alunos. Assim, a própria natureza da disciplina define a sua metodologia, centrada no processo de Resolução de Problemas, não havendo lugar a conteúdos estanques e distintos de ano para ano, mas complementares, convergentes e evolutivos, tendentes ao desenvolvimento de competências nos vários domínios. Assim:
No 5º ano – serão desenvolvidas unidades em que as suas várias fases sejam pouco desenvolvidas, levando rapidamente às soluções, através de um processo em que os conteúdos são abordados de forma genérica; No 6º ano – serão desenvolvidas unidades em que algumas das suas fases sejam mais desenvolvidas, implicando não só o conhecimento de novos materiais e técnicas mas, também, o seu aperfeiçoamento e o aprofundamento das suas razões científicas.

Com base nestes princípios a avaliação dos alunos incidirá, de um modo geral, no seu trabalho e na sua participação diária, no rigor e na qualidade dos trabalhos e dos projectos conseguidos, na sua capacidade de reflexão e avaliação crítica e no domínio e aplicação de meios/matérias e técnicas. Cada unidade temática a desenvolver deverá, por conseguinte, especificar, os critérios de avaliação a ter em conta, de modo a ajustar-se aos alunos, às especificidades das turmas (adequação curricular) e ainda à temática em questão (articulação curricular). Instrumentos de avaliação Como principais instrumentos de avaliação, esta disciplina contará com a observação sistemática, o uso de instrumentos de observação e registo, a observação e o controlo do caderno diário, o acompanhamento dos trabalhos individuais e/ou colectivos e os produtos finais (trabalhos individuais/colectivos).

Ed. Musical – 2ºC:
O programa, elaborado em espiral de conceitos, pressupõe etapas de aprendizagem abertas e inter-relacionadas. O desenvolvimento do pensamento musical dos alunos pretende-se evolutivo e simultaneamente cumulativo, criando-lhe oportunidades de experiências individuais e colectivas, bem como de apropriação criativa. Assim, deverão ser trabalhadas tês grandes áreas: Composição, Audição e Interpretação. Por Composição, entende-se toda a forma de invenção musical, incluindo a improvisação, como a maneira de compor não ligada à escrita.

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Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Por Audição, pretende-se significar a escuta musical activa e participante, sendo a compreensão estética uma parte integrante dessa experiência. A Interpretação representa a execução de qualquer obra musical, num processo interactivo, em que a escuta de si e do outro é um elemento fundamental. Para que o envolvimento nestas três áreas cresça e atinja níveis significativos, tem necessariamente de ser acompanhado pelo desenvolvimento de competências musicais, nomeadamente da memória auditiva, da motricidade fina e dos processos de notação musical. A memória auditiva tem essencialmente a ver com a escuta diferenciada em termos dos diferentes parâmetros do som e elementos da música. Representa um recurso pessoal importante para a compreensão conceptual, se bem que, por si, não leve à compreensão da obra musical. O professor deverá Ester atento à idade dos alunos perspectivando sempre a formação do ouvido com base em exemplos vivos da literatura musical e evitando o ditado musical clássico, não adequado ás características deste ensino. A motricidade abrange as capacidades vocais e instrumentais, bem como toda a relação corporal do aluno com a musica, devendo ser objecto de um cuidado especial, já que a área privilegiada de envolvimento activo dos alunos, em termos de realização pessoal e concreta. Quanto aos processos de notação, deverá dar-se igual ênfase tanto à aprendizagem básica do código musical tradicional como ao contacto com códigos de escrita contemporânea. A criação de processos de escrita pelos alunos deverá ter em conta o estabelecimento de critério de rigor. Não será demais de dizer que o desenvolvimento de competências só tem significado se estiver intimamente ligado às três grandes áreas - composição, adição, interpretação -, tendo sempre os objectivos gerais. Assim a avaliação deve basear-se na observação sistemática do aluno, relativamente ao domínio das atitudes e valores, das capacidades e dos conhecimentos.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO * A diferenciação dos processos de treino no desenvolvimento das capacidades motoras também deve ter em conta as possibilidades e limitações de cada aluno. * A diferenciação de objectivos e actividades formativas é também uma necessidade evidente quando se trata de não excluir das aulas de Educação Física alunos temporariamente impedidos ou limitados na realização de actividades físicas. * As actividades das aulas devem ter uma grande variedade de exercícios, com sequências metodológicas organizadas, situações motoras, numa perspectiva do mais fácil para o mais difícil, do geral para o específico. * As actividades de aprendizagem que se referem aos conhecimentos serão integradas nas aulas práticas, podendo-se privilegiar actividades de pesquisa de informação. * Deve haver uma intervenção no desenrolar da acção sempre que tal seja conveniente, quer para regular o funcionamento da aula, através de uma comunicação breve e clara contribuindo para uma crescente motivação, quer na resolução dos problemas ao nível das atitudes, de que a própria dinâmica de grupo é geradora. * Pretende-se desenvolver um ensino mais individualizado, o empenhamento e motivação dos alunos, uma participação crítica e criativa, o controlo dos seus progressos e dificuldades. Avaliação A avaliação deve ser um processo que visa verificar as mudanças operadas em relação ao comportamento inicial. Por isso a sua função deve ser de continuidade, quer para identificar os alunos com ao sem dificuldades no decorrer do processo ensinoaprendizagem, quer para servir de referência para que os alunos conheçam os objectivos da avaliação, permitindo uma autoavaliação adequada. Instrumentos de Avaliação
Protocolo de avaliação em Educação Física Bateria de testes Fitnessgram Fichas de registo das matérias a abordar Fichas de trabalho, trabalhos escritos individuais ou colectivos, questionamento oral, aplicação prática…

Ed. Física – 2º e 3ºC:
As orientações metodológicas constituem-se como referência para práticas individuais e colectivas visando a transformação positiva dos alunos e das condições de realização da Educação Física. A organização interna da própria actividade motora deve possibilitar ao aluno o desenvolvimento das suas capacidades, provocado pelas actividades que devem ser vividas e conceptualizados através de experiências, pela aprendizagem e com a participação do aluno na sua totalidade. * Numa primeira fase realiza-se a avaliação inicial (processo decisivo pois permite a cada professor orientar e organizar o seu trabalho em cada turma), cujo propósito fundamental consiste em determinar as aptidões e dificuldades dos alunos nas diferentes matérias a abordar. * Selecção e definição dos objectivos e das actividades a desenvolver em cada turma. * Diferenciação dos objectivos operacionais e das actividades formativas para alunos e/ou subgrupos distintos que apresentem aptidões diferentes. Para que as actividades propostas tenham sucesso, é fundamental que sejam ajustadas às capacidades dos alunos, quer ao nível da execução quer ao nível da aprendizagem. Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Modelo de Avaliação A avaliação em Educação Física tem como objectivo:
Verificar o estado de disponibilidade motora do aluno Acompanhar a situação motora/cognitiva/comportamental do aluno Classificar as aprendizagens do aluno

* A avaliação contínua permite regular o grau de exigência das situações e os grupos da turma, promovendo as adequações constantes aos progressos e dificuldades dos alunos. * Na avaliação final verifica-se se ocorreram modificações no comportamento dos alunos.

Ed. Visual – 3ºC:
Cabe aos professores da disciplina implementar dinâmicas pedagógicas de acordo com a realidade da comunidade de inserção, com o Projecto Educativo do Agrupamento e com as características dos alunos – Projecto Curricular de Turma. Assim o Grupo disciplinar de Oficina de Artes aponta. Assim o Grupo disciplinar de Ed. Visual aponta como indicações metodológicas:
Organização de actividades por unidade de trabalho, entendidas como projectos que implicam um processo e produto final, englobando diferentes estratégias de aprendizagem e de avaliação;

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão
Uma metodologia que contemple várias formas de trabalho baseadas em acções de natureza diversa, como demonstrações práticas, exposições, investigação bibliográfica, recolha de objectos e imagens, debates, registo de observação no exterior e possíveis visitas de estudo (museus e exposições). Uma gestão do tempo, por unidade de trabalho que preveja a execução plástica, permitindo a consolidação das aprendizagens e a qualidade do produto final; A selecção dos meios de expressão visual para a concretização dos trabalhos, deverão ser diversificados e devem permitir, ao longo do percurso escolar do aluno, várias abordagens estético-pedagógicas; As opções pedagógicas consideradas na elaboração das planificações devem explorar conceitos associados à compreensão da comunicação visual e dos elementos da forma, desenvolvendo os domínios afectivos, cognitivos e sociais; Os temas deverão ser relevantes, actuais e orientados por uma visão de escola aberta ao património artístico e natural, sempre que possível partindo da relação com o meio envolvente.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO
Integração de saberes, conhecimentos comuns a várias áreas disciplinares; Transferência das aquisições e operacionalização dos saberes em situações reais; Mobilização de conhecimentos, experiências e posicionamentos éticos (atitudes e valores ); Criação de situações nas quais é preciso tomar decisões e resolver problemas.

2.7.6. Avaliação das Áreas Disciplinares Curriculares:
DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1º CICLO:

Língua Portuguesa – 1ºC:
Expressão com clareza e correcção; Apreensão do significado global de um texto; Desenvolvimento do gosto pela leitura; Domínio dos principais sinais de pontuação; Uso instrumental de dicionários e enciclopédias infantis; Conhecimento das regras básicas do funcionamento da língua.

Oficina de Artes – 3ºC:
Cabe aos professores da disciplina implementar dinâmicas pedagógicas de acordo com a realidade da comunidade de inserção, com o Projecto Educativo do Agrupamento e com as características dos alunos – Projecto Curricular de Turma. Assim o Grupo
disciplinar de Oficina de Artes aponta: A metodologia na disciplina de Oficina de Artes contempla várias formas de trabalho baseadas em acções de natureza diversa: exposições orais, demonstrações práticas, mostras audiovisuais, investigação bibliográfica, recolha de objectos ou imagens, registos de observação. A gestão do tempo de cada área de exploração deve prever que a execução plástica se realize permitindo a consolidação das aprendizagens e a qualidade do produto final. Experimentação de diversas técnicas de modo a proporcionar o domínio de materiais e instrumentos adequados ás suas necessidades.

Matemática – 1ºC:
Escrita e leitura de numerais inteiros e decimais; Capacidade de resolução de situações problemáticas, explicando métodos e raciocínios utilizados; Reconhecimento e descrição de figuras e sólidos geométricos; Compreensão dos conceitos (comprimento, área e volume), utilizando os conhecimentos na resolução de problemas.

Estudo do Meio – 1ºC:
Estruturação do conhecimento de si próprio, desenvolvendo atitudes de auto-estima e de auto-confiança, valorizando a sua identidade e raízes; Identificação dos elementos básicos do meio físico envolvente (relevo, rios, fauna, flora, etc.); Desenvolvimento de hábitos de higiene pessoal e de vida saudável, utilizando regras básicas de segurança e assumindo uma atitude atenta em relação ao consumo; Reconhecimento e valorização do património histórico e cultural, desenvolvendo o respeito por outros povos e culturas, rejeitando qualquer tipo de discriminação.

Educação Tecnológica – 3ºC:
A Educação Tecnológica deverá concretizar-se através do desenvolvimento e aquisição de competências numa sequência progressiva de aprendizagens ao longo da escolaridade básica, tendo como referência o pensamento e a acção perspectivando o aceso à cultura tecnológica. Essas aprendizagens deverão integrar saberes comuns a outras áreas curriculares e desencadear novas situações para as quais os alunos mobilizam, transferem e aplicam os conhecimentos adquiridos gradualmente. Orienta-se ainda, na educação básica, para a promoção da cidadania, valorizando os múltiplos papéis do cidadão utilizador, através de competências transferíveis, válidas em diferentes situações e contextos. Referimo-nos às competências do utilizador individual, aquele que sabe fazer, que usa a tecnologia no seu quotidiano, às competências do utilizador profissional, que interage entre a tecnologia e o mundo do trabalho, que possui alfabetização tecnológica e às competências do utilizador social, implicado nas interacções tecnologia/sociedade, que dispõe de competências que lhe permitem compreender e participar nas escolhas dos projectos tecnológicos, tomar decisões e agir socialmente, como cidadão participativo e crítico. Neste sentido toda a ênfase é colocada nas competências essenciais desta área educativa. A formulação das competências essenciais integra já uma perspectiva didáctico metodológica a ter presente:

Expressões físico-motoras – 1ºC:
Controlo da postura; Desenvolvimento da resistência geral; Cooperação, com os companheiros, nos jogos e exercícios, obedecendo a regras.

Ed. Musical e Dramática – 1ºC:
Entoação de rimas e lengaslengas; Entoação de canções; Acompanhamento de canções com gestos; Dramatização de textos e histórias.

Expressão Plástica – 1ºC:
Treino de destreza manual; Exploração livre de meios de expressão gráfica e plástica; Desenho livre para que a criança desenvolva a sua singularidade expressiva. DEPARTAMENTO CURRICULAR DE LÍNGUAS:

Língua Portuguesa – 2ºC:
Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…);

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Expressão oral e escrita adequada a diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e funcionamentos básicos da língua; Empenho nas actividades; Conhecimento da estrutura e funcionamento da língua; Responsabilidade; Empenho/participação; Solidariedade; Autonomia; Atitude crítica.

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO Responsabilidade; Empenho/participação; Solidariedade; Autonomia; Atitude crítica. DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CSH:

História e Geografia de Portugal – 2ºC:
Empenho nas actividades; Contextualização e localização, no espaço e no tempo, de factos históricos; Interpretação de informação histórico-geográfica; Aplicação de vocabulário específico e noções essenciais; Produção, interpretação e organização da informação histórica em diferentes perspectivas.

Língua Estrangeira – 2ºC:
Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…); Expressão oral e escrita adequada a diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e funcionamentos básicos da língua; Empenho nas actividades; Conhecimento da estrutura e funcionamento da língua; Responsabilidade; Empenho/participação; Solidariedade; Autonomia.

História – 3ºC:
Contextualização e localização no espaço e tempo de factos, eventos e processos históricos; Aquisição e aplicação de conteúdos programáticos; Consulta, pesquisa e interpretação de documentos de índole diversa (textos, imagens, gráficos, mapas e diagramas); Empenho e participação na realização de actividades de forma autónoma, responsável e criativa.

Língua Portuguesa – 3ºC:
Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…); Expressão oral e escrita adequada a diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e funcionamentos básicos da língua; Empenho nas actividades; Conhecimento da estrutura e funcionamento da língua; Responsabilidade; Empenho/participação; Solidariedade; Autonomia; Atitude crítica.

Geografia – 3ºC:
Conhecimento de factos e conceitos; Compreensão de factos, conceitos e noções essenciais; Aplicação de vocabulário específico e noções essenciais, Interpretação de informação geográfica; Empenho nas actividades.

Ed. Moral e Religiosa Católica (EMRC) – 2ºC:
Interesse e empenho nas actividades; Responsabilidade / cumprimento das regras estabelecidas (comportamento); Capacidade relacional / comunicação.

Ed. Moral e Religiosa Católica (EMRC) – 3ºC:
Compreensão do significado dos valores humanos e espirituais; Capacidade critica da realidade / comunicação de ideias; Responsabilidade / Empenho nas actividades; Capacidade relacional / cooperação. DEPARTAMENTO CURRICULAR DE MCE:

Língua Estrangeira I – 3ºC:
Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…); Expressão oral e escrita adequada a diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e funcionamentos básicos da língua; Empenho nas actividades; Conhecimento da estrutura e funcionamento da língua; Responsabilidade; Empenho/participação; Solidariedade; Autonomia; Atitude crítica.

Matemática – 2ºC:
Compreensão de situações ligadas ao real; Conhecimento de noções matemáticas; Capacidade de resolução de problemas; Empenho nas actividades; Responsabilidade / comportamento (cumpridor de regras estabelecidas).

Língua Estrangeira II – 3ºC:
. Domínio da leitura (técnicas, interpretação e hábitos…); Expressão oral e escrita adequada a diferentes situações; Compreensão de discursos orais e escritos; Conhecimento da estrutura e funcionamentos básicos da língua; Empenho nas actividades; Conhecimento da estrutura e funcionamento da língua; Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

Ciências da Natureza – 2ºC:
Compreensão de fenómenos naturais; Conhecimento de fenómenos biológicos e geológicos; Envolvimento em iniciativas de preservação do ambiente; Empenho nas actividades propostas; Responsabilidade / comportamento (cumpridor de regras estabelecidas).

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO . Aplicação de técnicas/Representação de formas geométricas; . Capacidade expressão/Sentido de Iniciativa e criatividade; . Conhecimento/aplicação de normas, regras e critérios de actuação, convivência e trabalho; . Empenho nas actividades propostas.

Matemática – 3ºC:
Conhecimento e compreensão de noções matemáticas; Uso da matemática na compreensão de situações da realidade; Capacidade de entender a estrutura de um problema e de desenvolver processos de resolução; Capacidade de sentido crítico na utilização de procedimentos e resultados matemáticos; Empenho nas actividades propostas (TPC, trabalhos de grupo e / ou individuais).

Oficina de Artes – 3ºC:
Conhecimento dos diferentes meios de difusão e reprodução de imagens; Capacidade de organização e comunicação de ideias e projectos; Aplicação de técnicas no manejo de instrumentos de comunicação áudio-visual; Empenho e criatividade nas actividades propostas.

Ciências Naturais – 3ºC:
Conhecimento de fenómenos geológicos e biológicos; Compreensão de fenómenos naturais; Capacidade de questionar o ambiente e a relação Homem / ambiente; Capacidade de questionar situações reais e concretas; Empenho e capacidade de trabalho.

Ed. Física – 3ºC:
Conhecimento e aplicação de regras das diferentes modalidades; Aquisição dos elementos técnicos e diferentes capacidades motoras / modalidades abordadas; Conhecimento e aplicação de regras de segurança; Empenho nas actividades propostas; Comportamento.

Físico-Química – 3ºC:
Compreensão de fenómenos naturais e laboratoriais; Conhecimento de fenómenos físicos e químicos; Capacidade de problematizar situações concretas; Empenho nas actividades.

Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e Informática (EC) – 3ºC:
Aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos; Utilização de vocabulário específico; Utilização de técnicas de recolha, organização e tratamento de informação; Gosto pela pesquisa de informação; Procura, manuseamento e utilização de software de aplicação; Empenho nas actividades. DEP. CURRICULAR DE EXPRESSÕES:

Educação Tecnológica – 3ºC:
Expressão oral e escrita, utilizando correctamente o vocabulário específico da disciplina; Participação na procura de soluções para a resolução de problemas / superação dos obstáculos à realização de um projecto; Domínio das técnicas específicas em função dos materiais; Organização e autonomia no plano de trabalho individual e em grupo; Cuidado com a segurança e higiene no trabalho (respeito pelas diferenças individuais).

Educação Visual e Tecnológica – 2ºC:
Capacidade de observação/Representação do real; Compreensão de formas, cor e técnicas; Aplicação de conhecimentos adquiridos a novas situações; Capacidade de criar projectos de natureza diversa; Sentido de responsabilidade/Sociabilidade (cumpridor de regras estabelecidas e grau de participação nas várias fases de trabalho); Capacidade de relacionamento interpessoal e de grupo.

2.7.7. Avaliação das Áreas Disciplinares não Curriculares:
Formação Cívica:
Capacidade de relacionamento interpessoal e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos; Desenvolvimento do sentido de responsabilidade, flexibilidade e respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros; Desenvolvimento do espírito crítico e de iniciativa.

Ed. Musical – 2ºC:
Percepção sonora e musical; Criação e experimentação; Interpretação e comunicação; Culturas musicais nos contextos; Empenho nas actividades / autonomia.

Estudo Acompanhado:
Desenvolvimento de método de trabalho e de estudo pessoais, bem como da capacidade de organização; Desenvolvimento de aptidões no âmbito do tratamento de informação - pesquisa, organização e produção; Desenvolvimento da capacidade de conceber e aplicar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; Desenvolvimento de competências de comunicação verbal e não verbal em diferentes suportes e códigos.

Ed. Física – 2ºC:
Conhecimento e aplicação de regras das diferentes modalidades; Aquisição dos elementos técnicos e diferentes capacidades motoras nas modalidades abordadas; Conhecimento e aplicação de regras de segurança; Empenho nas actividades propostas; Comportamento.

Área de Projecto:
Relacionamento interpessoal e de grupo / comportamento; Realização de tarefas – empenho, método, criatividade, iniciativa e autonomia;

Ed. Visual – 3ºC:
. Capacidade de observação/Representação do real;

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Tratamento da informação – pesquisa, selecção, organização e produção; Utilização de linguagens de diferentes áreas de saber; Espírito critico / capacidade de auto – avaliação.

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2.7.8. Avaliação das Actividades Enriquecimento Curricular:
Actividades de Enriquecimento (Informática / TIC’s):
Cooperação nos trabalhos; Cumprimento das regras estabelecidas; Utilização cuidada dos materiais / equipamentos; Empenho nas actividades.

Curricular

As disposições legais em matéria de retenção e progressão dos discentes; Que é no final de cada ciclo de estudos que se confronta o desenvolvimento do aluno com os objectivos desse ciclo, sendo neste momento que, por norma, ocorre um juízo que leva à progressão e retenção; Que a responsabilidade pela avaliação é partilhada (Prof., técnicos de educação e Pais/EE), devendo ser sistematicamente chamados a participar na avaliação, sem esquecer o relevante papel que os próprios alunos devem desempenhar; Os critérios de ponderação aprovados pelo Conselho Pedagógico:
- A avaliação final realizada na Educação Pré-Escolar observará sempre a necessidade de se efectuar a articulação entre educadoras de infância e docentes do 1º CEB de maneira a garantir o acompanhamento pedagógico das crianças no seu percurso escolar para o 1º Ciclo; - No Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos), a avaliação sumativa deverá ser sempre da responsabilidade do Prof. Titular de Turma (1ºC) / Conselho de Turma (2º e 3ºC), mediante proposta do docente de cada disciplina; - No processo avaliativo, os critérios pedagógicos devem sobrepor-se aos critérios administrativos e financeiros; - A avaliação deve assumir a retenção com carácter excepcional, após a implementação de estratégias adequadas; - A avaliação formativa, enquanto elemento regulador do processo de ensino/ aprendizagem, deve ser sistemática, integral, criterial e contínua; - Na avaliação devem ser sempre consideradas as atitudes, os comportamentos, os valores, as capacidades demonstradas pelos alunos; - A avaliação deve considerar o ciclo de escolaridade como tempo normal de Projecto Curricular de aprendizagem e de decisão sobre a progressão dos alunos; - A avaliação deve considerar-se como um processo da responsabilidade dos professores, em diálogo com os alunos e seus Pais/EE; - O processo avaliativo deve analisar o desempenho dos alunos na globalidade do currículo; - Os alunos que frequentam o 1º Ciclo (à excepção do 1º ano), os 5°, 7° e 8º anos de escolaridade estarão em condições de progressão se demonstrarem competências que permitam antever a possibilidade de virem a atingir os objectivos definidos para o final do respectivo ciclo; - No processo avaliativo e para efeitos de progressão, devem considerar-se como elementos de ponderação: a valorização do trabalho e persistência do aluno, a valorização das atitudes comportamentais, dos progressos, da autonomia, da assiduidade e da pontualidade; - No processo avaliativo e para efeitos de progressão, devem considerar-se, ainda, como elementos de ponderação: o n.º de repetências do aluno, a proveniência do estrangeiro como limitadora da utilização do Português, a falta de assiduidade por motivos não imputáveis ao aluno, a existência de mais de um docente na mesma disciplina durante o ano lectivo e a idade.

2.8. AVALIAÇÃO INTERNA E SEUS
EFEITOS NO FINAL DO 3º PERÍODO:

2.8.1. Avaliação sumativa e critérios de ponderação:
A avaliação sumativa tem, no final do 3º Período, a função de decidir sobre a retenção / progressão do aluno, decorrente de uma interpretação, tão rigorosa quanto possível, dos dados colhidos durante o processo de ensino-aprendizagem em que se observaram e continuamente se comunicaram, não apenas as aquisições do domínio cognitivo, mas também as atitudes, as capacidades, ou seja, exprimir o saber, o saber-fazer, saber-ser, o saber-tornar-se. Neste contexto, importa ainda ter presente que ao longo do processo de ensino-aprendizagem os alunos manifestam, também, competências que não são do domínio disciplinar restrito – são competências transversais que também têm ou devem ter expressão na avaliação sumativa e, portanto, serão necessariamente tidas em conta. A recolha de informação e a sua interpretação, devem fazer-se numa perspectiva criterial, ou seja, com referência a critérios, significando isso, que o aluno é unicamente confrontado com a sua própria aprendizagem e não com os outros. Devem ainda ser tidos em conta:
As finalidades do ensino básico, os objectivos expressos nas planificações curriculares anuais e ainda os critérios de transição de ano elaborados no início do ano lectivo por cada uma das disciplinas e do agrupamento; As finalidades das avaliações, mormente, as consignadas nos pontos 2, 3 e 29 do Despacho normativo n.º 1/2005, de 05/01/2005, sobrelevando o aspecto de regulação da prática educativa; As diferentes modalidades de avaliação;

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2.8.2. Progressão e Retenção:
A decisão de progressão e retenção é da responsabilidade do Conselho de Docentes (1ºC) / Conselho de Turma (2º e 3ºC), sendo a estrutura de orientação educativa, na sua globalidade, responsável e responsabilizável, não só pela avaliação do aluno em todas as disciplinas/área curricular, como também pela sua apreciação global. Os órgãos em apreço podem, eventualmente, no seu todo ou parte, não estar de acordo com uma ou mais propostas de avaliação, devendo, nestes casos, proceder-se do seguinte modo: 1.º - Discutir a(s) proposta(s), debruçando-se sobre todos os condicionalismos que envolveram o trabalho ao longo do ano lectivo, nas disciplinas em causa, tomando em consideração capacidades evidenciadas, regularidade no trabalho, interesse manifestado, etc, bem como as repercussões da decisão no futuro escolar do aluno; 2.º - Procurar chegar a consenso; 3.º - Caso não seja possível, a deliberação será tomada por maioria. 2.8.2.1. Progressão e Retenção (5º, 7º e 8º Anos): A progressão / retenção dos alunos que frequentam os 1º Ciclo (excepção do 1º ano), 5º, 7º e 8º Anos de escolaridade transitam de ano por decisão justificada do CD/CT. Todavia, 2º e 3º Ciclos como critério regulador entende-se que o aluno deverá ficar retido nas circunstâncias contidas no ANEXO VIII. 2.8.2.2. Progressão e Retenção (6º e 9º Anos): No 6º Ano de escolaridade, a decisão, como em todos os restantes casos, cabe ao Conselho de Turma. Contudo, como critério regulador a nível nacional, o ponto 58, do Despacho nº 1/2005, de 5 de Janeiro, estabelece um conjunto de regras para o efeito. A decisão de progressão só terá efeito se for tomada por unanimidade, caso contrário haverá lugar a outra reunião de Conselho de Turma na qual a decisão de progressão, devidamente fundamentada, deve ser tomada por 2/3 dos professores que integram o referido órgão. Os critérios constam do ANEXO VIII.

VII – ACTUALIZAÇÃO CONTÍNUA
DE CONHECIMENTOS
A complexidade do mundo de hoje, tecnologicamente desenvolvido, e a gigantesca quantidade de estímulos a que estão sujeitos os cidadãos tornaram algumas aprendizagens e conhecimentos, tão relevantes que não podem permanecer como meras declarações de intenção reduzidas a conteúdos académicos e programáticos. Cada vez menos a transmissão de conhecimentos e o afirmar de modelos passa pelo espaço-aula, uma vez que a televisão, a Internet, o cinema, as revistas e os meios de comunicação em geral têm um acesso ilimitado e atraente de informação que nenhum ser humano pode transmitir entre quatro paredes. Para que servirá a escola do futuro se o jovem tem mais informação ao alcance dos seus dedos, no sossego do seu quarto, do que nas aulas onde se amontoa com mais vinte e tal de outros jovens? Não será a escola do futuro muito mais um veículo que aponta caminhos, que orienta saberes dispersos, que estrutura conhecimentos, que humaniza futuros cidadãos, que gere hipóteses? É indiscutível a necessidade de actualização de conhecimentos, uma vez que o mundo está em mudança e os novos conceitos e os novos saberes irrompem a cada momento. Não podemos esquecer o passado, mas temos que viver o presente em função do futuro. O mundo tende para a globalização e todos temos que nos actualizar, sem esquecer os novos processos de transmissão de conhecimentos, as novas tecnologias, que são facilitadoras de trabalho e também veículos de informação e saberes. Os desafios que se levantam na sociedade implicam a procura constante, da parte de cada um e de nós, de soluções para a resolução de problemas que emergem nos nossos dias. Neste sentido, é necessário que os profissionais das Escolas do Agrupamento se consciencializem, assumam necessidades de actualização constante e apresentem propostas de formação a levar a cabo na escola e / ou através do Centro de Formação da Associação de Escolas do Planalto Beirão, para que beneficiem dessa formação de acordo com as suas necessidades.

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO Primeiros socorros; Como lidar com alunos c/ NEE; Higiene e segurança no trabalho.

1. PLANO DE FORMAÇÃO:
Na sequência dos pressupostos apontados, é tida como essencial, neste momento, a formação dos Docentes, N/ Docentes, Pais/EE e Discentes, através de acções de curta e longa duração, ministradas pelos centros de formação, por docentes e/ou outros técnicos exteriores à Escola, abordando um conjunto de temáticas que total ou parcialmente vão dando resposta às reais necessidades dos intervenientes.

Pessoal operário (Cozinha e Bar):
Como lidar com situações de indisciplina; Atendimento, relações humanas; Conservação de alimentos; Cuidados de higiene a ter c/ os vários produtos alimentares; Noções básicas de Nutricionismo; Higiene e segurança no trabalho; Primeiros Socorros; Como lidar com alunos c/ NEE.

1.1. FORMAÇÃO: PESSOAL DOCENTE:
Reorganização Curricular Gestão do Currículo; As Potencialidades das Novas Tecnologias na Ed. Pré-Escolar; Estratégias de Intervenção para Alunos com Dificuldades de Aprendizagem; As Novas Tecnologias na Construção de Materiais Didácticos As Novas Tecnologias no Ensino das Línguas; A Diferenciação de Estratégias de Aprendizagem com base em Grupos de Nível, Inteligências Múltiplas, Défices Cognitivos e Défices Psico-Motores (atenção / concentração); Utilização dos Quadros Interactivos; Utilização da Plataforma Moodle; Oficinas de Formação (construção de materiais Processo Ensino-Aprendizagem); NAC`s – Novas Áreas Curriculares; Educação Sexual em meio escolar; Ensino da Matemática / Ciências (1º Ciclo); Como lidar c/ situações de indisciplina na sala de aula e na escola; As TIC no processo ensino aprendizagem; As TIC em Contexto Inter e Transdisciplinares; A Internet na sala de aula e na escola; Utilização dos audiovisuais e conteúdos multimédia educativos; Segurança na Internet; Literacia da Informação; Saúde, higiene e segurança; Ensino Especial (estratégias de trabalho nas diferentes áreas disciplinares); Concepção, Gestão e Avaliação de Projectos; Como agir perante um Acidente ou Doença Súbita (Primeiros Socorros); Relação Professor / Aluno c/ NEE.

1.3. FORMAÇÃO DE PAIS/EE: Acções de curta duração, nas áreas julgadas necessárias, ministradas Por: Serviços Especializados de Apoio Educativo; Professores Titulares de Turma (JI e 1º C); Directores de Turma (2º e 3º C); Outros técnicos exteriores à Escola. Temáticas de abordagem:
Educação para a Cidadania; Comunicação Enc. de Educação / Educando; Como lidar com crianças / adolescentes; Controlo e orientação nos estudos; Prevenção do Alcoolismo, Tabagismo e outras drogas ilícitas; Hábitos de higiene; Noções básicas de Nutricionismo; Trabalho Infantil / Sucesso e Insucesso Escolar; Importância da participação dos Pais / E.E. na vida escolar dos seus Educandos.

1.4. FORMAÇÃO DE DISCENTES: Acções de curta duração, nas áreas julgadas necessárias, ministradas pelos Directores de Turma (Formação Cívica), Docentes (Área de Projecto) e/ou técnicos exteriores à Escola, abordando as seguintes temáticas:
Educação para a Cidadania; Prevenção Rodoviária; Educação Sexual; Prevenção da toxicodependência; Os malefícios do álcool e do tabaco; Sensibilização para a conservação e preservação do meio ambiente; Hábitos de higiene; Noções básicas de Nutriocionismo; Métodos de estudo; Sensibilização para áreas profissionais; Relação Aluno /Aluno; Relação Aluno /Professor; Relação Aluno /Pai/E.E. Relação Aluno/Aux. Acção Educativa.

1.2. FORMAÇÃO: PESSOAL N/ DOCENTE:
Pessoal Administrativo:
Manutenção de materiais informáticos; Aperfeiçoamento na área da Contabilidade; Recursos Humanos (férias, faltas, licenças, contratos, etc.); Atendimento, relações humanas; POC – Educação (Plano Oficial de Contabilidade).

Auxiliares da Acção Educativa:
Atendimento, relações humanas; Como lidar com situações de indisciplina; Bibliotecas Escolares (dinamização / organização / funcionamento); Iniciação à informática; Manutenção de equipamentos informáticos e audiovisuais; Escola EB 2,3 Prof. Doutor C. Mota Pinto – LAJEOSA DO DÃO

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

VIII. ESTRATÉGIAS
ORGANIZACIONAIS ADMINISTRATIVAS E FINANCEIRAS:
1. ASPECTOS ORÇAMENTAIS: 1.1. ORÇAMENTO C/ DOTAÇÕES
PROVINDAS DO OGE: As verbas provindas do Orçamento Geral do Estado visam fazer face às despesas correntes para o funcionamento da Escola. Quanto ao funcionamento do Agrupamento, as verbas referem-se apenas às despesas de administração, bem como às deslocações. O funcionamento dos estabelecimentos da Educação Pré-Escolar e das escolas EB1 (1º Ciclo), integradas no Agrupamento, são da responsabilidade da autarquia. Se se conseguir uma boa gestão destas receitas, reduzindo sempre que possível as despesas correntes, sem pôr em causa o funcionamento normal da Escola e do Agrupamento, assim como o bem-estar dos seus utentes, as mesmas poderão ser transferidas para as receitas de capital, de forma a tornar viável a concretização de iniciativas vitais para o funcionamento da Escola, nomeadamente:
Apetrechamento didáctico de ponta; Informatização em rede dos diversos departamentos da Escola: Serviços Administrativos, Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos, Conselho Executivo, Sala de Professores, Gabinete dos Directores de Turma, Salas de Aula, etc.; Instalação, apetrechamento e funcionamento da RádioEscola; Jogos e materiais didácticos, Etc..

As actividades paralectivas não cobertas pelo Orçamento do Estado; O apetrechamento da Biblioteca da Escola; A oferta de prémios por mérito ou participação dos alunos; etc..

1.3. ORÇAMENTO DA
ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR: O objectivo destas receitas é optimizar os recursos colocados ao dispor da Escola, numa perspectiva de rigor na seriação dos alunos por escalões, no sentido de mais e melhor servir. Essas receitas destinam-se, em especial, para:
a distribuição de refeições, transporte, livros e material escolar; o estabelecimento de acções educativas no campo da segurança e prevenção de acidentes nas actividades escolares; a cobertura de um esquema de seguro escolar; o incremento de apoios educativos através de apoios psicológicos e de orientação escolar e profissional e de apoios psicopedagógicos às actividades educativas.

1.2. ORÇAMENTO C/ COMPENSAÇÃO
EM RECEITA: O objectivo destas receitas é optimizar o funcionamento dos sectores da escola e estabelecer acordos com estruturas comunitárias de vária índole, de forma a poder aumentar ou poupar as receitas. Com estas receitas, pretende-se conseguir solver as despesas com:
A preservação do espaço escolar; O exercício da actividade social não garantida através da acção social escolar; __________________________________________________________________________________________________ 59
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IX. AVALIAÇÃO DO PROJECTO:
1. OBJECTIVOS:
Identificar os obstáculos cerceadores do desenvolvimento do Projecto; Identificar os pontos fortes e as dinâmicas geradas na Comunidade Educativa; Valorar globalmente o projecto, reflectindo sobre as condições necessárias à sua optimização.

2. SITUAÇÕES A AVALIAR:
Resultados Escolares dos Alunos; Ambiente de Trabalho Criado; Cump. Programas Curric. nas Dif. Disciplinas; Condições de Segurança na Escola.

3. INSTRUMENTOS:
Relatório Anual de Actividades (concebido a partir de):
Relatórios de todos os grupos de trabalho; Inquéritos com indicadores de qualidade; Observação directa e sistemática; Análise documental; Entrevistas

4. ESTRATÉGIAS:
Organização de procedimentos de acompanhamento do Projecto ⇒ para que se tome consciência dos efeitos que vão gerando e que induzam uma reflexão na acção e sobre a acção; Envolvimento de vários protagonistas para que se faça o balanço dos efeitos desejados ⇒ através da co-responsabilização pelos procedimentos que o permitam avaliar; Transformação da avaliação num momento e num procedimento de formação ⇒ de modo a permitir compreender o porquê de terem acontecido os efeitos gerados, de forma a perspectivar acções que reforcem os efeitos positivos e alterem os não desejados.

__________________________________________________________________________________________________ 60
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X. ANEXOS:

__________________________________________________________________________________________________ 61
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ANEXO I ÁREAS DE CONTEÚDO E COMPETÊNCIAS NA ED. PRÉ-ESCOLAR
COMPONENTES DO CURRÍCULO DA ED. PRÉ-ESCOLAR

Áreas de Conteúdo e Competências

Competências
Educação para os Valores Educação multicultural Educação para a cidadania Afirmação pessoal Desenvolvimento da identidade pessoal e social Auto estima Autonomia

I - Desenvolvimento Pessoal e Social

II - Expressão/Comunicação:
Domínio das Expressões: Expressão motora
Motricidade global Motricidade fina Jogos de movimento
---------------------------------------------

Expressão dramática

Jogo simbólico Jogo dramático Exploração do lúdico
---------------------------------------------

Expressão plástica

Sentido estético Meios de representação e comunicação Registos
---------------------------------------------

Expressão musical

Sentido ritmico Acesso à arte e à cultura Escutar, cantar, dançar, tocar
---------------------------------------------

Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita

Domínio da linguagem e da escrita: Exploração de carácter lúdico Diferentes situações de comunicação Funções da linguagem Comunicação não verbal / verbal Códigos simbólicos Emergência da linguagem escrita Familiarização com o código escrito Funções da escrita / registos Estratégias de “leitura”/ imagens
---------------------------------------------

Domínio da Matemática

Desenvolvimento do raciocínio lógico Vivência de Espaço e Tempo Percepção visual e analítica Princípios lógicos Noção de conjunto Noção de quantidade / número Classificar, contar, medir, pesar Seriar, sequenciar e ordenar Saberes sobre o Mundo Sensibilização às ciências (história, geografia, biologia, físicoquímica, geologia) Construção de conceitos de observação e experimentação Educação para a Saúde / Higiene Educação Ambiental Educação Rodoviária / Segurança

III - Conhecimento do mundo

__________________________________________________________________________________________________ 62
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ANEXO II NOVO DESENHO CURRICULAR DO 1º CEB: COMPONENTES DO CURRÍCULO
ÁREAS CURRICULARES DISCIPLINARES (de frequência obrigatória)
CARGA HORÁRIA SEMANAL

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

Língua Portuguesa Matemática Estudo do Meio Expressões: artísticas e físico-motoras
ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e da comunicação (TIC’s) e constar experimentalmente do projecto curricular de turma.

8h 7h 5h

FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

5h

Àrea de Projecto Estudo Acompanhado Formação Cívica Educação Moral e Religiosa (Católica ou outra confissão religiosa)
Trata-se de Área Curricular Disciplinar de frequência facultativa, nos termos do n.º 5 do art.º 5º.

Total: 25h

Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC)
Trata-se de Actividades de oferta obrigatória, mas de carácter facultativo – Desp. n.º 12591/2006

O trabalho, a desenvolver pelos alunos, integrará, obrigatoriamente, actividades experimentais e actividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas, nomeadamente no ensino das ciências.

__________________________________________________________________________________________________ 63
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ANEXO III NOVO DESENHO CURRICULAR DO 2º CEB
CARGA HORÁRIA SEMANAL (x 90m)

CURRÍCULO 2º CICLO

A carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90m, assumindo a sua distribuição, por anos de escolarid., um carácter indicativo.

COMPONENTES DO CURRÍCULO
ÁREAS CURRICULARES DISCIPLINARES
LÍNGUAS E ESTUDOS SOCIAIS Língua Portuguesa 2

5º ANO 5 (1+1) 2 2 3,5

6º ANO 5,5 (1+1) (1+1) 3,5 2 3 (1+1) 3 2 1 1,5 (1+1) (1) 1,5 1,5 (1+0,5) 1,5 (1+0,5)

TOTAL Ciclo 10,5
4 3,5 3

Línguas Estrangeiras (Francês e Inglês) 1,5 (1+0,5) História e Geografia de Portugal 1,5 (1+0,5) MATEMÁTICA E CIÊNCIAS Matemática 2 EDUCAÇÃO ARTÍSTICA E TECNOLÓGICA Educação Visual e Tecnológica 2 (está a cargo de 2 Prof.) Educação Musical 1 EDUCAÇÃO FÍSICA (1+1) Ciências da Natureza 1,5 (1+0,5)

1,5 (1+0,5)

7
4 3

6
4 2

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

(1+1) (1)

1,5 (1+0,5)

3

ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e da comunicação (TIC’s) e constar experimentalmente do projecto curricular de turma.

3

2,5

5,5

Área de Projecto
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 2 Prof. (preferencialmente de áreas científicas diferentes, em função 1 dos recursos da escola)

(1)

1

(1)

2

Estudo Acompanhado
2 Prof. (preferencialmente de áreas científicas diferentes, em função 1,5 (1+0,5) dos recursos da escola)

1 0,5 0,5

(0,5+0,5)

2,5

Formação Cívica 0,5 DT (sempre que possível) A DECIDIR PELA ESCOLA Informática 0,5 EDUCAÇÃO MORAL E RELIGIOSA (Católica ou outra confissão religiosa)
Trata-se de Área Curricular Disciplinar de frequência facultativa, nos termos do n.º 5 do art.º 5º.

1

0,5 0,5

1

0,5 0,5 0,5

0,5 1

TOTAL GLOBAL

17

17

34

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR
Trata-se de Actividades de carácter facultativo, nos termos art.º 9º.

O trabalho, a desenvolver pelos alunos, integrará, obrigatoriamente, actividades experimentais e actividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas ou disciplinas, nomeadamente no ensino das ciências.

__________________________________________________________________________________________________ 64
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ANEXO IV NOVO DESENHO CURRICULAR DO 3º CEB
CURRÍCULO 3º CICLO
CARGA HORÁRIA SEMANAL (x 90m) A carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90m, assumindo a sua distribuição, por anos de escolaridade, um carácter indicativo. 7º ANO 2 2 (1+1) 3 Língua Estrangeira I Língua Estrangeira II CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS História Geografia MATEMÁTICA CIÊNCIAS FÍSICAS E NATURAIS 1 (1) 1 (0,5+0,5) 2 2 (1+1) 2 2 (1+1) 2 1,5 (1+0,5) 1,5 (1+0,5) 2 2 (1+1) 2,5 1,5 (1+0,5) 1 (0,5+0,5) 2,5 1,5 (1+0,5) 1 (0,5+0,5) 2 2 (1+1) 2,5 8º ANO 2 2 (1+1) 2,5 1,5 (1+0,5) 1 (0,5+0,5) 2,5 1,5 (1+0,5) 1 (0,5+0,5) 2 9º ANO 2 TOTAL Ciclo 6 8
4,5 3,5

COMPONENTES DO CURRÍCULO
ÁREAS CURRICULARES DISCIPLINARES
LÍNGUA PORTUGUESA LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

7
4 3

6 6,5
3 3,5

Ciências Naturais 1 (0,5+0,5) a) 1 (0,5+0,5) a) 1,5 (1+0,5) b)

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

Físico-Química 1 (0,5+0,5) a) 1 (0,5+0,5) a) 1,5 (1+0,5) b) EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Educação Visual Oficina de Artes EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA EDUCAÇÃO FÍSICA ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC’s) e constar experimentalmente do PCT. Área de Projecto
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 Prof.

2 1 (1) b) 1 (1) b) 1 (1) b) 1 (1) b)

2

1,5 5,5 1,5 (1+0,5) c) 4,5

1,5 1,5 1,5 1,5 (1+0,5) 1,5 (1+0,5) 1,5 (1+0,5)

2,5

2,5

2

7

1

(1)

(TIC) 1 (1) 1 (0,5+0,5) 0,5

1

(1)

3 2,5 1,5

Estudo Acompanhado
2 Prof. (em função dos recursos da escola)

1 (0,5+0,5) 0,5

0,5 d) 0,5 d) 1 (1) 0,5 0,5

Formação Cívica

DT (sempre que possível)

A DECIDIR PELA ESCOLA Introd. Tecnologias de Inf. e Comunicação (TIC) EDUCAÇÃO MORAL E RELIGIOSA (Católica ou outra confissão religiosa)
Trata-se de Área Curricular Disciplinar de frequência facultativa, nos termos do n.º 5 do art.º 5º.

c)0,5 0,5 0,5 (Inform.) 0,5 (A decidir CT.)

1 1

0,5 0,5 0,5

0,5

1,5

TOTAL GLOBAL

18

18

18

54

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR
Trata-se de Actividades de carácter facultativo, nos termos art.º 9º.

O trabalho, a desenvolver pelos alunos, integrará, obrigatoriamente, actividades experimentais e actividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas ou disciplinas, nomeadamente no ensino das ciências. e) f) g) h) A turma desdobra, sempre que tenha 16 ou mais alunos, aumentando a carga horária do prof., mas não dos alunos; A turma, além de desdobrar, o 0,5 tempo alterna semanalmente entre cada uma das disciplinas, ao longo do ano; O tempo a decidir pela escola, no 8º ano, é revisto pelos Cons. de Turma. No 9º ano, 0,5 tempo de Estudo Acompanhado e 0,5 tempos a decidir pela escola, formam o bloco (1 tempo) destinado às TIC.

__________________________________________________________________________________________________ 65
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ANEXO V
DESENHO CURRICULAR DO CEF / TIPO 2 / NÍVEL II CURRÍCULO CEF
(Curso de Serviço de Mesa e Bar)
CARGA HORÁRIA SEMANAL (x 45m) A carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 45m, sendo depois convertidos em horas. 1º Ano 2º Ano TOTAL TOTAL Tempos Tempos Horas Tempos Tempos Horas Tempos Horas
Semanis Anuais Anuais Semanis Anuais Anuais

COMPONENTES DO CURRÍCULO
Componente de Formação Sócio-Cultural:

798
480

Área de Competência: Línguas, Cultura e Comunicação:
LÍNGUA PORTUGUESA LÍNGUA ESTRANGEIRA Inglês

4
(2+2)

142 140 76

107 105 57

4
(2+2)

114 116 52

85 87 39

256 256 128

192 192 96 318

4
(2+2)

4
(2+2)

TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação)

2
(2)

2
(2)

Área de Competência: Cidadania e Sociedade:
CIDADANIA E MUNDO ACTUAL
HIGIENE, SAÚDE e SEGURANÇA no TRABALHO EDUCAÇÃO FÍSICA

4
(2+2)

145 24 71

109 18 53

4
(2+2)

111 16 57

83 12 43

256 40 128

192 30 96

1
(1)

1
(1)

2
(2)

2
(2)

Componente de Formação Científica:

333
318

Área de Competência: Ciências Aplicadas:
MATEMÁTICA APLICADA CIÊNCIAS NATURAIS

4
(2+2)

168 72

126 54

5
(2+2+1)

112 92

84 69

280 164

210 123 333
768

2
(2)

3
(2+1)

Componente de Formação Tecnológica:

Área de Competência: Tecnologias Específicas:
FORMAÇÃO

16
(8x2)

576

432

16
(8x2)

448

336

1024

768
210

Área de Competência: Contexto de Trabalho:
ESTÁGIO 210

210

TOTAIS

39 2
(1+1)

1432

1061

41 2
(1+1)

1118

1048

2 109h

Direcção de Turma
TECNOLÓGICA

TECNOLOGIAS ESPECÍFICAS

Disciplina 1 - SRAI Disciplina2 - SMB Disciplina 3 - SMCS

204 102 102

180 90 90

SRAI - Serviço Restaurante, Atendimento e Informação SMB - Serviço Mesa e Bar SMCS - Serviço Mesa em Cozinha de Sala

__________________________________________________________________________________________________ 66
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ANEXO VI
ARTICULAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS NO ENSINO BÁSICO:

2.3.1.1. Língua Portuguesa:
COMPETÊNCIAS DO MODO ORAL:
Alargamento da compreensão a discursos em diferentes variedades do Português, incluindo o Português padrão, dominando progressivamente essa compreensão em géneros formais e públicos do oral, essenciais para a entrada na vida profissional e para o prosseguimento de estudos; Alargamento da expressão oral em Português padrão, dominando progressivamente a produção de géneros formais e públicos do oral, essenciais para entrada na vida profissional e para o prosseguimento de estudos.

1º CICLO

2º CICLO
Alargamento da compreensão a géneros formais e públicos do oral. Autonomia e velocidade de leitura, bem como a criação de hábitos de leitura. Domínio progressivo de géneros formais e públicos do oral.

3º CICLO
Compreensão de formas complexas do oral exigidos para a entrada na vida profissional, bem como para prosseguimento de estudos. Fluência de leitura e eficácia na selecção de estratégias adequadas ao fim em vista. Fluência e adequação da expressão oral em contextos formais.

Compreensão Oral

Leitura Expressão Oral

Compreensão dos diferentes discursos, incluindo o Português padrão, de acordo com contextos e situações. Aprendizagem dos processos de decifração do material escrito. Expressão oral em Português padrão.

COMPETÊNCIAS DO MODO ESCRITO:
Criação da autonomia e hábitos de leitura, com vista à fluência de leitura e à eficácia na selecção de estratégias adequadas à finalidade em vista; Apropriação das técnicas fundamentais da escrita, com vista à desenvoltura, naturalidade e correcção no seu uso multifuncional.

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO

Expressão Escrita

Domínio das técnicas Automatismo e desenvoltura Naturalidade e correcção no uso básicas da escrita. no processo da escrita. multifuncional do processo de escrita.

CONHECIMENTO EXPLÍCITO:
Desenvolvimento da consciência linguística, tendo em vista objectivos instrumentais e atitudinais, desenvolvendo um conhecimento reflexivo, objectivo e sistematizado da estrutura e do uso do Português padrão.

Capacidade Técnica

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO

Desenvolvimento da consAlargamento e sedimentação da Conhecimento sistematizado ciência linguística com objecti- consciência linguística com objecti- dos aspectos básicos da estrutuvos instrumentais. vos instrumentais e atitudinais. ra e do uso do Português.

2.3.1.2. Línguas Estrangeiras:
COMPETÊNCIAS DO MODO ORAL:
Alargamento da compreensão a discursos em diferentes línguas estrangeiras; Alargamento da expressão oral em diferentes línguas estrangeiras.

Compreensão Oral
OUVIR / VER textos
orais e audiovisuais de natureza diversificada, adequados aos desenvolvimentos intelectual, sóciafectivo e linguístico do aluno.

1º CICLO
Discriminação e imitação de sons, entoações e ritmos em realizações linguísticas consideradas pertinentes.

2º CICLO

3º CICLO Líng. Estrangeira I:

Compreensão das ideias gerias e de pormenor de um texto em língua corrente sobre aspectos relativos à escola, aos tempos Compreensão do essen- livres, a temas actuais e assuntos do seu interesse pessoal, cial de um texto simples, quando o discurso é pausado e claro. breve e claro relacionado Líng. Estrangeira II: com aspectos da vida Compreensão das ideias gerias de um texto em língua correnquotidiana. te sobre aspectos relativos à escola, aos tempos livres, a temas actuais e assuntos do seu interesse pessoal, quando o discurso é claro e pausado.

Compreensão Escrita
LER textos escritos de natureza diversificada, adequados aos desenvolvimentos intelectual, sóciafectivo e linguístico do aluno.

Compreensão de textos Reconhecimento Líng. Estrangeira I: de diferentes tipos curtos e simples sobre Compreensão de um texto em língua corrente sobre assunassuntos do quotidiano. de enunciados. tos do quotidiano e da actualidade, bem como acontecimentos relatados, sentimentos e desejos expressos. Capacidade para enconMemorização Líng. Estrangeira II: uma informação apoiada em trar suportes visuais, previsível e concreta em Compreensão de um texto em língua corrente sobre assuntos auditivos e ges- textos simples e de uso do quotidiano, bem como acontecimentos relatados, sentimentos e desejos expressos. comum. tuais.

Comunicação em situações do quotidiano que exijam apenas troca de Reprodução de INTERACÇÃO enunciados curtos informação simples e directa sobre assuntos e OUVIR / FALAR em em situações de actividades correntes. comunicação. situações de comunicação Participação numa condiversificadas. versa curta, sem ter de a alimentar.

Expressão Oral

Líng. Estrangeira I:
Participação numa conversa simples sobre assuntos de interesse pessoal ou geral da actualidade.

Líng. Estrangeira II:
Participação, com exercitação prévia, numa conversa simples sobre assuntos de interesse pessoal ou geral da actualidade.

__________________________________________________________________________________________________ 67
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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão COMPETÊNCIAS DO MODO ESCRITO:

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

Criação da autonomia de leitura, com vista à compreensão de mensagens, elaborando estratégias adequadas à finalidade em vista; Apropriação de técnicas fundamentais da escrita, com vista à desenvoltura, naturalidade e correcção no seu uso multifuncional.

1º CICLO

2º CICLO
Compreensão de mensagens curtas, cartas pessoais e formulários simples, elaborando respostas adequadas nestas situações de interacção.

3º CICLO Líng. Estrangeira I:
Compreensão de mensagens, curtas e pessoais e formulários, elaborando respostas adequadas nestas situações de interacção.

Expressão Escrita
INTERACÇÃO LER / ESCREVER em situações de comunicação diversificada.

Líng. Estrangeira II:
Compreensão de mensagens, cartas pessoais e formulários simples, elaborando respostas adequadas nestas situações de interacção.

Expressão Escrita
PRODUÇÃO FALAR / PRODUZIR textos
escritos correspondendo a necessidades específicas de comunicação.

Utilização de frases Produção de enunciados para narrar, descrever, expor informasimples e curtas para ções e pontos de vista. falar da família, dos Líng. Estrangeira II: outros e do seu percurProdução, de forma simples e breve mas articulada, enunciados so pessoal. para narrar, descrever, expor informações e pontos de vista.

Líng. Estrangeira I:

Expressão Escrita
PRODUÇÃO ESCREVER / PRODUZIR
textos orais correspondendo a necessidades específicas de comunicação.

Líng. Estrangeira I:
Escrita de textos curtos Escrita de textos estruturados sobre assuntos conhecidos e do e simples, relacionados seu interesse. com aspectos da vida Líng. Estrangeira II: quotidiana. Escrita de textos simples e estruturados sobre assuntos conhecidos e do seu interesse.

2.3.1.3. Matemática:
NÚMEROS E CÁLCULO:
Compreensão global dos números e das operações, bem como a sua utilização de maneira flexível para fazer julgamentos matemáticos e desenvolver estratégias úteis de manipulação dos números e das operações; Reconhecimento e utilização de diferentes formas de representação dos elementos dos conjuntos numéricos, assim como das propriedades das operações nesses conjuntos; Aptidão para efectuar cálculos mentais, com os algoritmos de papel e lápis ou usando a calculadora, bem como para decidir qual dos métodos é apropriado à situação; Sensibilidade para a ordem de grandeza de números, assim como a aptidão para estimar valores de resultados de operações e decidir da razoabilidade de resultados obtidos por qualquer processo de cálculo ou por estimação; Predisposição para procurar e explorar padrões numéricos em situações matemáticas e o gosto por investigar relações numéricas, nomeadamente em problemas, envolvendo divisores e múltiplos de números ou implicando processos organizados de contagem; Aptidão para dar sentido a problemas numéricos e para reconhecer as operações que são necessárias à sua resolução, assim como para explicar os métodos e o raciocínio que foram usados.

1º CICLO
Compreensão do sistema de numeração de posição e do modo como se relaciona com os algoritmos das 4 operações; Reconhecimento dos números inteiros e decimais:
- formas diferentes de os representar e relacionar; - aptidão para usar as propriedades das operações em situações concretas, em especial quando aquelas facilitam a realização de cálculos.

2º CICLO
Reconhecimento dos conjuntos dos números inteiros e racionais positivos:
- diferentes formas de representação dos elementos desses conjuntos e das relações entre eles; - compreensão das propriedades das operações em cada um deles e aptidão para usá-las em situações concretas;

3º CICLO
Reconhecimento dos conjuntos dos números inteiros e racionais e reais:
- diferentes formas de representação dos elementos desses conjuntos e das relações entre eles; - compreensão das propriedades das operações em cada um deles e aptidão para usá-las em situações concretas;

Aptidão para trabalhar com valores aproximados de números racionais de maneira adequada ao contexto do problema ou da situação em estudo; Reconhecimento de situações de proporcionalidade directa:
- aptidão para resolver problemas no contexto de tais situações;

Aptidão para trabalhar com valores aproximados de números racionais ou irracionais de maneira adequada ao contexto do problema ou da situação em estudo; Reconhecimento de situações de proporcionalidade directa e inversa:
- aptidão para resolver problemas no contexto de tais situações;

Aptidão para operar com potências:
- compreender a escrita de números em notação científica; - usar esta notação no trabalho com calculadoras científicas.

aptidão para trabalhar com percentagens:
- compreender e utilizar as suas diferentes representações.

__________________________________________________________________________________________________ 68
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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES:
Predisposição para:

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

- recolher e organizar dados relativos a uma situação ou a um fenómeno; - representar os referidos dados de modos adequados, nomeadamente através de tabelas e gráficos e utilizando as novas tecnologias;

Aptidão para: - ler e interpretar tabelas e gráficos à luz das situações a que dizem respeito;
- comunicar os resultados das interpretações feitas;

Tendência para dar respostas a problemas com base na análise de dados recolhidos e de experiências planeadas para o efeito Aptidão para realizar investigações que recorram a dados de natureza quotidiana, envolvendo a recolha e análise de dados bem como a elaboração de conclusões Aptidão para usar processos organizados de contagem na abordagem de problemas combinatórios simples Sensibilidade para: - distinguir fenómenos aleatórios e fenómenos determinantes;
- interpretar situações concretas de acordo com essa distinção;

Sentido crítico face ao modo como a informação é apresentada.

1º CICLO

2º CICLO
Compreensão das noções de frequência absoluta e relativa, assim como para calcular estas frequências em situações simples; Compreensão das noções de moda e de média aritmética, bem como a aptidão para determiná-las e para interpretar o que significam em situações concretas; Sensibilidade para criticar argumentos baseados em dados de natureza quantitativa.

3º CICLO
Compreensão das noções de moda e de média aritmética e mediana, bem como a aptidão para determiná-las e para interpretar o que significam em situações concretas; Sensibilidade para decidir quais das medidas de tendência central são mais adequadas para caracterizar uma dada situação; Aptidão para comparar distribuições com base nas medidas de tendência central e numa análise da dispersão dos dados; Sentido crítico face à apresentação tendenciosa de informação sob a forma de gráficos enganadores e a afirmações baseadas em amostras não representativas; Aptidão para entender e usar de modo adequado a linguagem das probabilidades em casos simples; Compreensão da noção de probabilidade e a aptidão para calcular a probabilidade de um acontecimento em casos simples.

ÁLGEBRA E FUNÇÕES:
Predisposição para:
- procurar padrões e regularidades; - formular generalidades em situações diversas, nomeadamente em contextos numéricos e geométricos;

Aptidão para analisar as relações numéricas de uma situação, explicitá-las em linguagem corrente e representá-las através de diferentes processos, incluindo o uso de símbolos; Aptidão para:
- construir e interpretar tabelas de valores, gráficos, regras verbais e outros processos que traduzem relações entre variáveis; - passar de umas formas de representação para outras, recorrendo ou não a instrumentos tecnológicos;

Aptidão para concretizar, em casos particulares, relações entre variáveis e fórmulas e para procurar soluções de equações simples; Sensibilidade para entender e usar as noções de correspondência e de transformação em situações concretas diversas.

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO
Reconhecimento do significado de fórmulas, no contexto de situações concretas e a aptidão para usálas na resolução de problemas; Aptidão para:
- usar equações e inequações como meio de representar situações problemáticas; - resolver equações, inequações e sistemas; - realizar procedimentos algébricos simples;

Compreensão do conceito de função e das facetas que pode apresentar, como correspondência entre conjuntos e como relação entre variáveis; Aptidão para representar relações funcionais de vários modos e passar de uns tipos de representação para outros, usando regras verbais, tabelas, gráficos e expressões algébricas e recorrendo, nomeadamente, à tecnologia gráfica; Sensibilidade para entender o uso de funções como modelos matemáticos de situações do mundo real, em particular nos casos em que traduzem relações de proporcionalidade directa e inversa.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão GEOMETRIA:

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

Aptidão para realizar construções geométricas e para reconhecer e analisar propriedades de figuras geométricas, nomeadamente recorrendo a materiais manipuláveis e a software geométrico; Aptidão para utilizar a visualização e o raciocínio espacial na análise de situações e na resolução de problemas em geometria e em outras áreas da Matemática; Compreensão dos conceitos de comprimento e perímetro, área, volume e amplitude, assim como a aptidão para utilizar conhecimentos sobre estes conceitos na resolução e formulação de problemas; Aptidão para efectuar medições e estimativas em situações diversas, bem como a compreensão do sistema internacional de unidades; Predisposição para procurar e explorar padrões geométricos e o gosto por investigar propriedades e relações geométricas; Aptidão para formular argumentos válidos recorrendo à visualização e ao raciocínio espacial, explicando-os em linguagem corrente. Sensibilidade para apreciar a geometria no mundo real bem como o reconhecimento e a utilização de ideias geométricas em diversas situações, nomeadamente na comunicação.

1º CICLO
Reconhecimento de formas geométricas simples, bem como a aptidão para:
- descrever figuras geométricas; - completar e inventar padrões;

2º CICLO
Predisposição para:
- identificar propriedades de figuras geométricas (em triângulos, em quadriláteros e em sólidos geométricos); - identificar e comunicar os raciocínios efectuados;

3º CICLO
Aptidão para:
- visualizar e descrever propriedades e relações geométricas, através da análise e comparação de figuras ; - fazer conjecturas e justificar os raciocínios seguidos;

Aptidão para:
- realizar construções geométricas (nomeadamente quadriláteros, outros polígonos e lugares geométricos);

Aptidão para:
- realizar construções geométricas (nomeadamente ângulos e triângulos); - descrever figuras geométricas;

Aptidão para:
- realizar construções geométricas simples; - identificar propriedades de figuras geométricas;

Compreensão do conceito de forma de uma figura geométrica e o reconhecimento das relações entre elementos de figuras semelhantes: Aptidão para:
- resolver problemas geométricos através de construções, nomeadamente envolvendo lugares geométricos, igualdade e semelhança de triângulos; - justificar os processos utilizados;

Aptidão para:
- resolver e formular problemas que envolvam relações entre os conceitos de perímetro e de área, em diversos contextos; - descrever figuras geométricas;

Compreensão do processo de medição e aptidão para:
- fazer medições e estimativas em situações diversas do quotidiano utilizando instrumentos apropriados.

Aptidão para:
- calcular áreas (rectângulos, triângulos e círculos); - calcular volumes (paralelepípedos), recorrendo ou não a fórmulas, em contexto de resolução de problemas.

Reconhecimento do significado de fórmulas e a sua utilização no cálculo de áreas e volumes de sólidos e de objectos do mundo real, em situações diversificadas; Predisposição para identificar transformações geométricas e a sensibilidade para relacionar a geometria com a arte e com a técnica; Tendência para:
- Procurar invariantes em figuras geométricas; - Utilizar modelos geométricos na resolução de problemas reais.

2.3.1.4. História:
TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO / UTILIZAÇÃO DE FONTES: 1º CICLO
Utilização de alguns processos simples de conhecimento da realidade envolvente: observar, inquirir, descrever, formular questões e problemas, avançar possíveis respostas, confirmar; Distinção de fontes de informação com diferentes linguagens: orais, escritas, iconográficas, gráficas, monumentais; Interpretação de fontes diversas em torno dos conceitos essenciais para a compreensão social e histórica.

2º CICLO
Utilização de técnicas de investigação:
- observar e descrever aspectos da realidade física e social; - recolher; - registar e tratar diferentes tipos de informação; - identificar problemas; - formular hipóteses simples; - elaborar conclusões simples;

3º CICLO
Utilização da metodologia específica da história:
- Participar na selecção de informação adequada aos temas em estudo; - Distinguir fontes de informação histórica diversas: fontes primárias e secundárias, historiográficas e não historiográficas (ficção, propaganda,...); - Interpretar documentos com mensagens diversificadas; - Formular hipóteses de interpretação de factos históricos; - Utilizar conceitos e generalizações na compreensão de situações históricas; - Realizar trabalhos simples de pesquisa, individualmente ou em grupo;

Interpretação de informação histórica diversa e com diferentes perspectivas, como por ex.: - organização e elaboração de Atlas da aula e Friso Cronológico;

- análise de documentação iconográfica; análise
de documentação gráfica e cartográfica;

- organização de dossiers temáticos; - organização de ficheiros temáticos, de conceitos ou de referências bibliográficas.

Inferência de conceitos históricos a partir da interpretação e análise cruzada de fontes com linguagens e mensagens variadas (textos, imagens, mapas e plantas, tabelas cronológicas, gráficos e quadros).

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão COMPREENSÃO HISTÓRICA: 1º CICLO
Passado e espaço próximos: familiar e local / social Localização de acontecimentos da história pessoal e famiTempora- liar, e da história local e nacional; lidade Utilização de vestígios de outras épocas como fontes de informação para reconstruir o passado;

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

2º CICLO
História e Geografia: História: Portugal no passado e presente

3º CICLO
Portugal no contexto europeu e mundial

Aplicação dos conceitos de mudança Identificação e caracterização das fazes principais da / permanência na caracterização das evolução histórica e grandes momentos de ruptura; sociedades que se constituíram no Localização, no tempo, de eventos e processos, distinespaço português em diferentes perío- guindo ritmos de evolução em sociedades diferentes e no dos; interior de uma mesma sociedade, estabelecendo relações Identificação, localização no tempo e entre passado e presente e aplicando noções emergentes caracterização de alterações significati- de multiplicidade temporal. vas da sociedade portuguesa, estabelecendo relações passado / presente, especificando contributos para o PortuReconhecimento e gal contemporâneo, utilizando correctautilização, no quotidia- mente o vocabulário próprio da disciplino, de unidades de na. referência temporal. Resolução de situaConhecimento da localização relativa Localização, no espaço, com recurso a formas diversas ções que envolvam do território português; de representação espacial: - diferentes aspectos das sociedades humanas em evolução e deslocações, localizaCaracterização dos principais coninteracção, nomeadamente alargamento de áreas habitadas / ções, distâncias em trastes na distribuição espacial das fluxos demográficos; espaços familiares e, actividades económicas e formas de - organização do espaço urbano e arquitectónico Espacia- por associação e comorganização do espaço português em - áreas de intervenção económica espaço de dominação polítiparação, relativa a diferentes períodos, relacionando-as lidade ca e militar, espaços mais longín- com factores físicos e humanos, utili- espaço de expansão cultural e linguística, quos, relacionando-os zando correctamente vocabulário espe- fluxos / circuitos comerciais, - organização do espaço rural, estabelecendo relações entre a através do estabeleci- cífico da disciplina, bem como técnicas organização do espaço e os condicionalismos físico-naturais; mento de ligações de adequadas de expressão gráfica. vária. Caracterização dos Distinção das características concreDistinção, numa dada realidade, dos aspectos de modos de organização tas de sociedades que se constituíram ordem demográfica, económica, social política e cultural, do Meio Físico e Social, no espaço português em diferentes estabelecendo conexões e inter-relações entre eles; identificando as marcas períodos e estabelece relações entre os Interpretação do papel dos indivíduos e dos grupos na e alterações na Nature- seus diversos domínios, utilizando cor- dinâmica social; za provocadas pela rectamente o vocabulário específico da Reconhecimento da simultaneidade de diferentes valoContex- actividade humana e disciplina. res e culturas, bem como do carácter relativo dos valores em tualidade comparando-os culturais em diferentes espaços e tempos históricos; épocas diferentes. Relacionamento da história nacional com a história europeia e mundial, abordando a especificidade do caso português; Aplicação dos princípios básicos da metodologia específica da história.

COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA:
No conjunto dos três ciclos, tanto quanto possível, dever-se-á utilizar meios informáticos como suporte da comunicação recorrendo a programas de processamento de texto e consulta de sítios da Internet que veiculem informação histórico-geográfica.

1º CICLO
Utilização de diferentes formas de comunicação escrita simples em que se ordenem e descrevam acontecimentos de história local ou nacional, fazendo o uso correcto da expressão escrita; Desenvolvimento da comunicação oral, envolvendo os alunos na descrição e narração e em pequenos debates conduzidos sobre acontecimentos de história local ou nacional em que seja valorizada a expressão oral; Enriquecimento da comunicação através da análise e produção de materiais iconográficos (gravuras e fotografias) e, ainda, plantas, frisos cronológicos simples e pequenas genealogias;

2º CICLO
Utilização de diferentes formas de comunicação escrita na produção de pequenas biografias, diários, narrativas e resumos no relacionamento de aspectos da História e Geografia de Portugal, fazendo o uso correcto do vocabulário específico; Desenvolvimento da comunicação oral, envolvendo os alunos na narração / descrição, pequenas apresentações orais de trabalhos e pequenos debates ao nível da turma, sobre temas de História e Geografia de Portugal em que se valorize a expressão oral; Enriquecimento da comunicação através da análise e produção de materiais iconográficos (gravuras e fotografias) e, ainda, plantas / mapas, gráficos, tabelas, quadros, frisos cronológicos, genealogias, utilizando os códigos que lhe são específicos;

3º CICLO
Utilização de diferentes formas de comunicação escrita na produção de narrativas, sínteses, relatórios e pequenos trabalhos temáticos, aplicando o vocabulário específico da História, na descrição, no relacionamento e na explicação dos diferentes aspectos das sociedades da História Mundial; Desenvolvimento da comunicação oral, envolvendo os alunos na narração / explicação e participação em debates, colóquios, mesas redondas, painéis, apresentações orais de trabalhos temáticos ao nível da turma e da escola sobre temas de História de Portugal, no contexto europeu e mundial; Enriquecimento da comunicação através da análise e produção de materiais iconográficos (gravuras, fotografias e videogramas) e, ainda, plantas / mapas, gráficos, tabelas, quadros, frisos cronológicos, organigramas, genealogias, esquemas, dominando os códigos que lhe são específicos;

Recriação simples de situações Recriação de situações da História de Recriação de situações históricas e expressão de históricas sob a forma plástica, dra- Portugal e expressão de ideias e situações, ideias e situações, sob a forma plástica, dramática mática ou outra. sob a forma plástica, dramática ou outra. ou outra.

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

2.3.1.5. Estudo do Meio:
ESTUDO DO MEIO NO 1º CICLO:
No 1º ciclo, as competências para a área do ESTUDO DO MEIO, resultam das formulações de competências específicas das Ciências Físicas e Naturais, da Geografia e da História, contribuindo assim para que esta área se assuma como um relevante carácter integrador. Com efeito, no 1º Ciclo, a aventura de partir para a descoberta e conhecimento do Meio – no sentido de saber pensar e actuar sobre ele – pressupõe o desenvolvimento das competências essenciais das referidas áreas disciplinares.

2.3.1.6. Geografia:
As competências essenciais, em Geografia, deverão ter em conta um perspectiva integradora de atitudes, capacidades e conhecimentos que os alunos devem desenvolver através da educação geografia.

1º CICLO
ESTUDO DO MEIO À descoberta do Meio Local:

2º CICLO

3º CICLO

HISTÓRIA e GEOG. de PORT. GEOGRAFIA À descoberta de Portugal e da À descoberta de Portugal, da Europa e do Mundo: Península Ibérica:

Localização no espaço e no tempo:
Comparação de representações diversas da Terra, utilizando imagens de satélite, fotografias aéreas, globos e mapas; Leitura de mapas, utilizando a legenda para comparar a localização, confirmação, dimensão e limites de diferentes espaços na superfície terrestre (Portugal, Península Ibérica, continentes e oceanos); Localização, completando mapas, do lugar onde vive, outros lugares, Portugal, continentes e oceanos; Descrição da localização relativa dos elementos naturais e humanos da paisagem, utilizando a posição do observador como elemento de referência; Localização dos elementos físicos e humanos da paisagem, utilizando os rumos da rosa-dosventos.

Localização no espaço e no Localização no espaço e no tempo: Comparação de representações diversas da tempo:
Comparação de representações diversas da superfície da Terra, utilizando o conceito de escala; Leitura de globos, mapas e plantas de várias escalas, utilizando a legenda; Localização de Portugal, da Península Ibérica e da Europa, no Mundo, completando e construindo mapas; Descrição da localização relativa do lugar onde vive, utilizando como referência: a região do país onde se localiza, o país, a Península Ibérica, a Europa e o Mundo;

superfície da Terra, utilizando o conceito de escala; Leitura e interpretação de globos, mapas e plantas de várias escalas, utilizando a legenda, a escala e as coordenadas geográficas; Localização de Portugal e da Europa no Mundo, completando e construindo mapas; Localização de lugares, utilizando plantas e mapas de diferentes escalas; Descrição da localização relativa do lugar onde vive, utilizando como referência: a região do país onde se localiza, o país, a Europa e o Mundo;

Conhecimento dos lugares e regiões:
Utilização do vocabulário geográfico em descrições orais e escritas de lugares, regiões e distribuições de fenómenos geográficos; Formulação e resposta a questões geográficas (ex. Onde se localiza? Como se distribui? Porque se localiza / distribui deste modo? Porque sofre alterações?), utilizando atlas, fotografias aéreas, bases de dados, CD-ROM e Internet; Discussão de aspectos geográficos dos lugares / regiões / assuntos em estudo, recorrendo a programas de televisão, filmes, vídeogramas, notícias da imprensa escrita, livros e enciclopédias; Comparação da distribuição de fenómenos naturais e humanos, utilizando planisférios e mapas de diferentes escalas; Ordenação e classificação das características dos fenómenos geográficos, enumerando os que são mais importantes na sua localização; Selecção das características dos fenómenos geográficos responsáveis pela alteração das localizações; Realização de pesquisas documentais sobre a distribuição irregular dos fenómenos naturais e humanos a nível nacional, europeu e mundial, utilizando um conjunto de recursos que incluem material audiovisual, CD-ROM, internet, notícias da imprensa escrita, gráficos e quadros de dados estatísticos; Selecção e utilização de técnicas gráficas, tratando a informação geográfica de forma clara e adequada em gráficos (lineares, histogramas, sectogramas, pirâmides etárias), mapas (de manchas ou outros) e diagramas; Desenvolvimento da utilização de dados / índices estatísticos, tirando conclusões a partir de exemplos reais que justifiquem as conclusões apresentadas; Problematização das situações evidenciadas em trabalhos realizados, formulando conclusões e apresentando-as em descrições escritas e/ou orais simples e/ou em material audiovisual; Utilização de técnicas e instrumentos adequados de pesquisa em trabalho de campo (mapas, entrevistas, inquéritos), realizando o registo da informação geográfica;

Conhecimento dos lugares e regiões: Utilização do vocabulário
geográfico em descrições escritas e orais de lugares e regiões; Formulação de questões geográficas simples, para conhecer e compreender o lugar, a região e o país onde vive (ex. Onde se localiza? Como se distribui?); Discussão de aspectos geográficos dos lugares / regiões / assuntos em estudo, recorrendo a programas de televisão, filmes vídeo, notícias da imprensa escrita, livros e enciclopédias; Recolha de informações sobre as características físicas (relevo, clima e rios), sociais e económicas do território português, utilizando um conjunto de recursos que incluem material audiovisual, CDROM, Internet, mapas de várias escalas, gráficos e quadros de dados estatísticos; Apresentação das informações recolhidas de forma clara e adequada, utilizando mapas, diagramas, gráficos (lineares e de barras), descrições escritas e orais simples e / ou material audiovisual; Utilização de técnicas de trabalho de campo, utilizando instrumentos de pesquisa adequados (mapas / esboços / entrevistas / inquéritos).

Conhecimento dos lugares e regiões:
Utilização do vocabulário geográfico em descrições escritas e orais de lugares e regiões; Formulação de questões geográficas simples, para conhecer e compreender o lugar onde vive (ex. Onde se localiza? Como se distribui? Por que se localiza ou distribui deste modo? Sempre se localizaram ou distribuíram do mesmo modo?); Recolha de informações sobre o território português, europeu e mundial, utilizando programas de televisão, filmes vídeo, CD-ROM, Internet, enciclopédias, livros e fotografias; Utilização de formas variadas de comunicação escrita, oral e geográfica, para apresentar a informação geográfica recolhida (ex. textos, desenhos, colagens, maquetas simples e mapas); Reconhecimento dos aspectos naturais e humanos do meio, recorrendo à observação directa e à realização de actividades práticas e trabalho de campo no meio envolvente à escola; Entendimento de semelhanças e diferenças entre lugares, observando diversas formas de ocupação e uso da superfície terrestre.

Dinamismo das inter-relações entre espaços:
Entendimento de como as pessoas podem actuar face às características físicas do território, utilizando histórias reais ou imaginárias, relatos orais de viagens apoiados por fotografias ou filmes, entrevistas com familiares e / ou elementos da comunidade; Entendimento do modo como os movimentos das pessoas, bens, serviços e ideias entre diferentes territórios têm implicações importantes para as áreas de partida e de chegada, realizando entrevistas e / ou conversando sobre histórias, filmes e fotografias; Expressão de opiniões sobre características positivas e negativas do meio, sugerindo acções concretas e viáveis que contribuam para melhorar e tornar mais atractivo o ambiente onde os alunos vivem; Desenvolvimento do sentido de pertença e responsabilidade em relação à área de residência, participando em actividades de trabalho de campo na localidade da escola, contactando entidades públicas e associadas de nível local.

Dinamismo das inter-relações entre espaços:
Reconhecimento, através da recolha de informações variadas sobre movimentos de pessoas e bens, do modo como os diferentes espaços se integram em contextos geográficos sucessivamente mais vastos (aldeia / bairro na vila / cidade; a cidade na região; a região no país); Entendimento do modo como as pessoas podem actuar face às características físicas do território, utilizando o estudo de casos reais, apoiados por fotografias, filmes, textos, entrevistas com familiares e / ou elementos da comunidade;

Dinamismo das inter-relações entre espaços:

Interpretação, análise e problematização das inter-relações entre fenómenos naturais e humanos evidenciadas em trabalhos realizados, formulando conclusões e apresentando-as descrições escritas e ou orais simples e ou material audiovisual; Análise de casos concretos de impacte dos fenómenos humanos no ambiente natural, reflectindo sobre as soluções possíveis; Reflexão crítica sobre a qualidade ambiental do lugar / região, sugerindo acções concretas e viáveis que melhorem a qualidade ambiental desses espaços; Desenvolvimento do sentido de pertenAnálise de casos concretos de gestão do território que ça e responsabilidade do espaço onde vive mostrem a importância da prevenção e conservação do o aluno, envolvendo-o directamente na ambiente como forma de assegurar o desenvolvimento sustenmelhoria do seu próprio ambiente. tável.

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

2.3.1.7. Ciências Físicas e Naturais:
TERRA NO ESPAÇO:
Este tema foca a localização do planeta Terra no Universo e sua inter-relação com este sistema mais amplo, bem como a compreensão de fenómenos relacionados com os movimentos da Terra e sua influência na vida do planeta. Com o estudo do tema, considera-se fundamental, o desenvolvimento das seguintes competências:
- Compreensão global da constituição e da caracterização do Universo e do Sistema Solar e da posição que a Terra ocupa nesses sistemas; - Reconhecimento de que fenómenos que ocorrem na Terra resultam da interacção no sistema Sol, Terra e Lua; - Reconhecimento da importância de se interrogar sobre as características do Universo e sobre as explicações da Ciência e da Tecnologia relativamente aos fenómenos que lhes estão associados; - Compreensão de que o conhecimento sobre o Universo se deve a sucessivas teorias científicas, muitas vezes contraditórias e polémicas.

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO

Compreensão global Conhecimento da posição da Compreensão de que os seres vivos estão integrados no sistema Terra, Terra no espaço, relativamente a da constituição da Terra, participando nos fluxos de energia e nas trocas de matéria; outros corpos celestes; nos seus aspectos comReconhecimento da necessidade de trabalhar com unidades específicas, Compreensão das razões da plementares de biosfera, tendo em conta as distâncias do Universo; existência de dia e noite e das litosfera, hidrosfera e Conhecimento sobre a caracterização do Universo e a interacção sistémiatmosfera; estações do ano; ca entre componentes; Reconhecimento do Utilização de alguns procesUtilização de escalas adequadas para a representação do Sistema Solar; importante da sos de orientação como forma de papel atmosfera terrestre para Identificação de causas e de consequências dos movimentos dos corpos se localizar e deslocar na Terra; a vida da terra; celestes; Análise de evidências na Planificação e realizaDiscussão sobre a importância do avanço do conhecimento científico e explicação científica da forma da ção de pequenas inves- tecnológico no conhecimento sobre o Universo, Sistema Solar e a Terra; Terra e das fases da Lua; tigações que relacionem Reconhecimento de que novas ideias, geralmente encontram oposição de Reconhecimento da importân- os constituintes da cia da Ciência e da Tecnologia na atmosfera com aspectos outros indivíduos e grupos, por razões sociais, políticas ou religiosas. observação de fenómenos. da vida da Terra.

TERRA EM TRANSFORMAÇÃO:
Com o estudo deste tema pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos relacionados com os elementos constituintes da Terra e com os fenómenos que nela ocorrem, desenvolvendo as seguintes competências:
- Reconhecimento de que a diversidade de materiais, seres vivos e fenómenos existentes na Terra é essencial para a vida no Planeta; - Reconhecimento de unidades estruturais comuns, apesar da diversidade de características e propriedades existentes no mundo natural; - Compreensão da importância das medições, classificações e representações como forma de olhar para o Mundo, perante a sua diversidade e complexidade; - Compreensão das transformações que contribuem para a dinâmica da Terra e das suas consequências a nível ambiental e social; - Reconhecimento do contributo da Ciência para a compreensão da diversidade e das transformações que ocorrem na Terra.

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO
Reconhecimento de que na Terra ocorrem transformações de materiais por acção física, química, biológica e geológica, indispensáveis para a manutenção da vida na Terra; Classificação dos materiais existentes na Terra, utilizando critérios diversificados;

Identificação de relações entre a diversiObservação da multiplicidade de formas, características e transfor- dade de seres vivos, seus comportamentos e mações que ocorrem nos seres a diversidade ambiental; vivos e nos materiais; Reconhecimento que, dadas as dimenIdentificação de relações entre sões das células, há necessidade de utilizar as características físicas e quími- instrumentos adequados à sua observação; cas do meio e as características e Utilização de critérios de classificação de comportamentos dos seres vivos; materiais e de seres vivos;

Compreensão de que, apesar da diversidade de materiais e de seres vivos, existem unidades estrutuRealização de registos e de Explicação da dinâmica da Terra com rais; medições simples, utilizando ins- base em fenómenos e transformações que Utilização de símbolos e de modelos na apresentatrumentos e unidades adequados; ocorrem; ção de estruturas, sistemas e suas transformações; Reconhecimento da existência Planificação e realização de investigação, Explicação de alguns fenómenos biológicos e geode semelhanças e diferenças entre envolvendo a relação entre duas variáveis, lógicos, atendendo a processos físicos e químicos; seres vivos, entre rochas e entre mantendo outras constantes; Apresentação de explicações científicas que vão solos e da necessidade da sua Compreensão da importância de se ques- para além dos dados, não emergindo simplesmente a classificação; tionar sobre transformações que ocorrem na partir deles, mas envolvem pensamento criativo; Explicação de alguns fenóme- Terra e de analisar as explicações dadas Identificação de modelos subjacentes a explicações nos com base nas propriedades pela Ciência. científicas correspondendo ao que pensamos que pode dos materiais. estar a acontecer no nível não observado directamente.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão SUSTENTABILIDADE DA TERRA:

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

Com o estudo deste tema pretende-se que os alunos tomem consciência da importância de actuar ao nível do sistema Terra, de forma a não provocar desequilíbrios, contribuindo para uma gestão regrada dos recursos existentes, uma vez que, para o desenvolvimento sustentável, a educação em ciência deverá ter em conta a diversidade de ambientes físicos, biológicos, sociais, económicos e éticos. Com efeito, é essencial que os alunos vivenciem experiências de aprendizagem de forma activa e contextualizada, numa perspectiva global e interdisciplinar, visando o desenvolvimento das seguintes competências:
- Reconhecimento da necessidade humana de apropriação dos recursos existentes na Terra para os transformar e, posteriormente, os utilizar; - Reconhecimento do papel da Ciência e da Tecnologia na transformação e utilização dos recursos existentes na Terra; - Reconhecimento de situações de desenvolvimento sustentável em diversas regiões; - Reconhecimento que a intervenção humana na Terra afecta os indivíduos, a sociedade e o ambiente e que coloca questões de natureza social e ética; - Compreensão das consequências que a utilização dos recursos existentes na Terra tem para os indivíduos, a sociedade e o ambiente; - Compreensão da importância do conhecimento científico e tecnológico na explicação e resolução de situações que contribuam para a sustentabilidade da vida na Terra.

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO

Reconhecimento da utilização dos recurReconhecimento de que a intervenção Reconhecimento de que a intervenção humana na Terra é fundamental para a humana na Terra, ao nível da exploração, sos nas diversas actividades humanas; Reconhecimento do papel desempenhado obtenção dos alimentos e da energia neces- transformação e gestão sustentável dos recursos, exige conhecimento científico e pela indústria na obtenção e transformação sária à vida; dos recursos; Compreensão de como a intervenção tecnológico em diferentes áreas; Conhecimento da existência de objectos humana na Terra pode afectar a qualidade da tecnológicos, relacionando-os com a sua água, do solo e do ar, com implicações para utilização, em casa e em actividades econó- a vida das pessoas; micas; Discussão da necessidade de utilização dos recursos hídricos e geológicos de uma Realização de actividades experimentais simples, para identificação de algumas pro- forma sustentável; Discussão sobre as implicações do progresso científico e tecnológico na rentabilização dos recursos; Compreensão de que a dinâmica dos ecossistemas resulta de uma interdependência entre seres vivos, materiais e processos;

Identificação de medidas a tomar para a Compreensão de que o funcionamento priedades dos materiais, relacionando-os exploração sustentável dos recursos; dos ecossistemas depende de fenómenos com as suas aplicações; Reconhecimento que os desequilíbrios Planificação e implementação de acções envolvidos, de ciclos de matéria, de fluxos de podem levar ao esgotamento dos recursos, à visando a protecção do ambiente, a preser- energia e de actividade de seres vivos, em extinção das espécies e à destruição do vação do património e o equilíbrio entre a equilíbrio dinâmico. ambiente. natureza e a sociedade.

VIVER MELHOR NA TERRA:
Este tema visa a compreensão de que a qualidade de vida implica saúde e segurança numa perspectiva individual e colectiva. Com efeito, a biotecnologia, área relevante na sociedade científica e tecnológica em que vivemos, será um conhecimento essencial para a qualidade de vida. Com o estudo deste tema, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências:
- Reconhecimento da necessidade de desenvolver hábitos de vida saudáveis e de segurança, numa perspectiva biológica, psicológica e social; - Reconhecimento da necessidade de uma análise crítica face às questões éticas de algumas das aplicações científicas e tecnológicas; - Conhecimento das normas de segurança e de higiene na utilização de materiais e equipamentos de laboratório e de uso comum, bem como respeito pelo seu cumprimento; - Reconhecimento de que a tomada de decisão relativa a comportamentos associados à saúde e segurança global é influenciada por aspectos sociais, culturais e económicos.

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO
Discussão sobre a importância da aquisição de hábitos individuais e comunitários que contribuam para a qualidade de vida; Discussão de assuntos polémicos nas sociedades actuais sobre os quais os cidadãos devem ter uma opinião fundamentada; Compreensão de que o organismo humano está organizado segundo uma hierarquia de níveis que funcionam de modo integrado e desempenham funções específicas;

Explicação sobre o funcionamento do Conhecimento das modificações que se vão operando com o crescimento e envelhe- corpo humano e sua relação com problecimento, relacionando-as com os principais mas de saúde e sua prevenção; estádios do ciclo de vida humana; Reconhecimento de que o organismo Identificação dos processos vitais comuns humano está sujeito a factores nocivos que a seres vivos dependentes do funcionamento podem colocar em risco a sua saúde física de sistemas orgânicos; e mental; Reconhecimento de que a sobrevivência e o bem estar humano dependem de hábitos individuais de alimentação equilibrada, de higiene e de actividade física, e de regras de segurança e de prevenção; Compreensão de que o bom funcionamento do organismo decorre da interacção de diferentes sistemas de órgãos que asseguram a realização das funções essenciais à vida;

Avaliação de aspectos de segurança associados, quer à utilização de aparelhos e equiRealização de actividades experimentais Compreensão da importância da alimen- pamentos, quer a infraestruturas e trânsito; simples sobre electricidade e magnetismo; tação para o funcionamento equilibrado do Reconhecimento da contribuição da QuímiDiscussão sobre a importância de procu- organismo; ca para a qualidade de vida, quer na explicação rar soluções individuais e colectivas visando Discussão sobre a influência da publici- das propriedades dos materiais que nos a qualidade de vida. dade e da comunicação social nos hábitos rodeiam, quer na produção de novos materiais; de consumo e na tomada de decisões que Avaliação e gestão de riscos e tomada de tenham em conta a defesa da saúde e a decisão face a assuntos que preocupam as qualidade de vida. sociedades, tendo em conta factores ambientais, económicos e sociais.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

2.3.1.8. Educação Artística:
As competências artísticas que o aluno deve desenvolver ao longo do ensino básico organizam-se, assim, em quatro grandes eixos estruturantes e inter-relacionados, constituindo algo que se poderá designar como literacia artística:
Apropriação das linguagens elementares das artes; Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação; Desenvolvimento da criatividade; Compreensão das artes no contexto.

Com efeito, a apropriação das competências é realizada de forma progressiva num aprofundamento constante dos conceitos e conteúdos próprios de cada área artística, dando origem a diferentes percursos, de acordo com a especificidade de cada arte.
APROPRIAÇÃO DAS LINGUAGENS ELEMENTARES DAS ARTES:
Aquisição de conceitos; Identificação de conceitos em obras artísticas; Aplicação de conhecimentos em novas situações; Descodificação de diferentes linguagens e códigos das artes; Identificação de técnicas e instrumentos e ser capaz de os aplicar com correcção e oportunidade; Compreender o fenómeno artístico numa perspectiva científica; Mobilizar todos os sentidos na percepção do mundo envolvente; Aplicação de forma adequada do vocabulário específico.

DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE DE EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO:
Aplicação das linguagens e dos códigos de comunicação de ontem e de hoje; Interacção com os outros sem perder a individualidade e a autenticidade; Ser capaz de se pronunciar criativamente em relação à sua produção e à dos outros; Relacionamento emotivo com a obra de arte, manifestando preferências para além dos aspectos técnicos e conceptuais; Desenvolvimento da motricidade na utilização de diferentes técnicas artísticas; Utilização das novas tecnologias de informação e comunicação (TIC’s) na prática artística; Intervenção em iniciativas para a defesa do ambiente, património cultural e consumidor, no sentido da melhoria da qualidade de vida; Participação activa no processo de produção artística; Compreensão dos estereótipos como elementos facilitadores, mas também empobrecedores da comunicação; Ter em conta a opinião dos outros, quando justificada, numa atitude de construção de consensos como forma de aprendizagem em comum; Cumprimento de normas democraticamente estabelecidas para o trabalho de grupo, gerindo os materiais e equipamentos colectivos, partilhando espaços de trabalho e sendo capaz de avaliar esses procedimentos.

DESENVOLVIMENTO DA CRIATIVIDADE:
Valorização da expressão espontânea; Procura de soluções originais, diversificadas e alternativas para os problemas; Selecção de informação em função do problema; Recolha de técnicas e instrumentos com intenção expressiva; Invenção de símbolos / códigos para representar material artístico; Participação em momentos de improvisação no processo de criação artística.

COMPREENSÃO DAS ARTES NO CONTEXTO:
Identificação das características da arte portuguesa; Identificação das características da arte de diferentes povos, culturas e épocas; Comparação de diferentes formas de expressão artística; Valorização do património artístico; Desenvolvimento de projectos de pesquisa em artes; Percepção da evolução das artes em consequência do avanço tecnológico; Percepção do valor das artes nas várias culturas e sociedades e no dia-a-dia das pessoas; Vivência de conhecimentos artísticos em contacto directo (espectáculos, exposições, ...); Conhecimento de ambientes de trabalho relacionados com actividades artísticas (oficinas de artistas, artesãos, estúdios de gravação, oficinas de construção de instrumentos, salas de ensaio, ...) e suas problemáticas / especificidades (valores, atitudes, vocabulário específico).

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

2.3.1.8.1. Educação Artística / Educação Visual:
Ao longo do Ensino Básico, as competências que o aluno deve adquirir em Artes Visuais articulam-se em 3 eixos estruturantes: fruição / contemplação; produção / criação; reflexão / interpretação. Para a operacionalização e articulação destes 3 eixos, é necessário desenvolver, no aluno, as seguintes competências: Comunicação Visual e os Elementos da Forma:
COMUNICAÇÃO VISUAL: Neste domínio, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências: Interpretação de narrativas visuais; Tradução de diferentes narrativas em imagens; Concepção de objectos plásticos em função de mensagens; Identificação e descodificação de mensagens visuais, interpretando códigos específicos; Utilização de processos convencionais de comunicação, na construção de objectos gráficos; Aplicação, de forma funcional, de diferentes códigos visuais; Utilização de códigos de representação normalizada e convencional em diferentes projectos. 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO
Experimentação da leitura de formas visuais em diversos contextos – pintura, escultura, fotografia, cartaz, banda desenhada, televisão, vídeo, cinema e internet; Ilustração visual de temas e situações; Exploração da relação imagem-texto, na construção de narrativas visuais; Identificação e ilustração de códigos visuais e sistemas de sinais; Reconhecimento de processos de representação gráfica convencional. Interpretação de mensagens na leitura de formas visuais; Concepção de sequências visuais a partir de vários formatos narrativos; Produção de objectos plásticos, explorando temas, ideias e situações; Descodificar diferentes produtos gráficos; Concepção de objectos gráficos, aplicando regras da comunicação visual – composição, relação forma-fundo, módulo-padrão; Compreensão e interpretação de símbolos e sistemas de sinais visuais; Utilização da simbologia visual c/ intenção funcional; Aplicação de regras da representação gráfica convencional em lettering, desenho geométrico, mapas, esquemas e gráficos. Leitura e interpretação de narrativas nas diferentes linguagens visuais; Descrição de acontecimentos, aplicando metodologias do desenho de ilustração, da banda desenhada ou do guionismo visual; Reconhecimento, através da experimentação plástica, a arte como expressão do sentimento e do conhecimento; Compreensão de que as formas têm diferentes significados, de acordo com os sistemas simbólicos a que pertencem; Concepção das organizações espaciais, dominando regras elementares da composição; Entendimento do desenho como um meio para a representação expressiva e rigorosa de formas; Concepção de formas, obedecendo a alguns princípios de representação normalizada.

ELEMENTOS DA FORMA: Neste domínio, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências: Identificação e experimentação de diferentes modos de representar a figura humana; Compreensão das relações do seu corpo com os diferentes objectos integrados no espaço visual; Reconhecimento das diferentes formas de representação do espaço; Organização formal de espaços bidimensionais e tridimensionais; Utilização de conhecimentos sobre a compreensão e representação do espaço nas suas produções; Identificação dos elementos integrantes da expressão visual – linha, textura e cor; Compreensão e utilização intencional da estrutura das formas, através da interpretação dos seus elementos; Relacionamento das formas com os factores condicionantes – físicos, funcionais e expressivos da matéria; Compreensão da natureza da cor e a sua relação com a luz, aplicando os conhecimentos nas suas explicações plásticas. 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO
Reconhecimento do seu corpo e exploração da representação da figura humana; Identificação dos vários tipos de espaço: vivencial, pictórico, escultórico, arquitectónico, virtual e cenográfico; Reconhecimento e experimentação de representações bidimensionais e tridimensionais; Expressão gráfica da relatividade de posições dos objectos representados nos registos bidimensionais; Compreensão de que a forma aparente dos objectos varia c/ o ponto de vista; Relacionamento das formas naturais e construídas com as suas funções e os materiais que as constituem; Percepção de que a mistura das cores gera novas cores; Conhecimento da existência de pigmentos de origem natural e sintética; Conhecimento e aplicação dos elementos visuais – linha, cor, textura, forma, plano, luz, volume – e a sua relação com as imagens disponíveis no património artístico, cultural e natural; Criação de formas a partir da sua imaginação, utilizando intencionalmente os elementos visuais. Reconhecimento das proporções e noções de antropometria na representação da figura humana; Compreensão das posições relativas entre o observador e os objectos percepcionados; Reconhecimento de processos de representação do espaço a duas dimensões: sobreposição, tamanho relativo dos objectos, textura, luz/cor e perspectiva linear; Organização c/ funcionalidade e equilíbrio visual, os espaços bi e tridimensionais; Utilização, nas suas experimentações bidimensionais, de processos de representação do espaço; Utilização de elementos definidores da forma – ponto, linha, plano, volume, luz/cor, textura e estrutura – nas experimentações plásticas; Compreensão das estruturas das formas percepcionadas, relacionando as partes com o todo e entre si; Relacionamento das formas naturais e/ou construídas c/ as respectivas funções, com os materiais que as constituem e com as técnicas; Compreensão da relação entre luz e cor, síntese subtractiva, qualidade térmica e contraste; Criação de composições bidimensionais e tridimensionais a partir da observação e da imaginação, utilizando expressivamente os elementos da forma. Representação expressiva da figura humana compreendendo relações básicas de estrutura e proporção; Compreensão da geometria plana e a geometria no espaço como possíveis interpretações da natureza e princípios organizadores das formas; Compreensão das relações do Homem com o espaço: proporção, escala, movimento, ergonomia e antropometria; Entendimento visual da perspectiva central ou cónica, recorrendo à representação, através do desenho de observação; Concepção de projectos e organização com funcionalidade e equilíbrio dos espaços bidimensionais e tridimensionais; Compreensão, através da representação de formas, dos processos subjacentes à percepção do volume; Compreensão da estrutura das formas naturais e dos objectos artísticos, relacionando-os com os seus contextos; Percepção dos mecanismos perceptivos luz / cor, síntese aditiva e subtractiva, contraste e harmonia e suas implicações funcionais; Aplicação dos valores cromáticos nas suas experimentações plásticas; Criação de composições a partir de observações, a partir de observações directas e de realidades imaginadas, utilizando os elementos e os meios da expressão visual.

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2.3.1.8.2. Educação Artística / Educação Visual e Tecnológica (EVT):
Ao longo do 2º Ciclo, inserido na Educação Artística e Tecnológica, nas actividades ligadas à Educação Visual e Tecnológica, os alunos deverão desenvolver uma série de competências, de modo a que possam assumir uma atitude positiva face à actividade intelectual (atitudes e valores, investigação e projecção) e ao trabalho prático (realização). 2º CICLO Ao longo do 2ºC, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências essenciais, isto é, sejam capazes de: Identificar situações problema; Compreender um enunciado de trabalho; Seleccionar, pesquisar e explorar recursos disponíveis; Identificar fontes de informação para resolver problemas; Desenvolver respostas individuais e criativas aos problemas colocados; Visualizar ou exprimir ideias através de elementos visuais e técnicos; Planificar uma realização plástica ou técnica, bi ou tridimensional; Compreender a relação entre luz e cor, síntese subtractiva, qualidade térmica e contraste; Compreender as diferenças culturais nos produtos visuais do envolvimento; Usar componentes formais da linguagem visual e tecnológica; Realizar, com competência, sobre os materiais e processo de técnicas aplicáveis; Organizar e desenvolver o processo de trabalho; Desenvolver o trabalho com julgamento estético e criativo; Fundamentar as alternativas escolhidas, relacionando a integração do pensamento com a acção; Relacionar o desenvolvimento actual das tecnologias c/ a alteração das formas de vida das pessoas; Reconhecer o valor social do trabalho

2.3.1.8.3. Educação Artística / Oficina de Artes:
3º CICLO Ao longo do 3ºC, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências essenciais, isto é, sejam capazes de: Reconhecer a importância da Oficina de Artes como valor cultural, indispensável ao desenvolvimento do ser humano; Conhecer o património artístico cultural e natural da sua região; Reconhecer e dar valor a formas artísticas de diferentes culturas; Utilizar diferentes meios expressivos de representação; Compreender e utilização de diferentes modos de dar forma; Realizar de produções plásticas; Reconhecer a permanente necessidade de desenvolver a criatividade de modo a integrar novos saberes; Desenvolver o sentido de apreciação estética e artística do Mundo; Revelar criatividade, organização e cuidado na apresentação de qualquer trabalho; Utilizaçar correcta do equipamento.

2.3.1.8.4. Educação Artística / Música:
Ao longo do Ensino Básico, as competências visam providenciar práticas artísticas diferenciadas e adequadas aos diferentes contextos onde se exerce a acção educativa, de forma a possibilitar a construção e os desenvolvimento da literacia musical. INTERPRETAÇÃO E COMUNICAÇÃO: No final do Ensino Básico, o aluno: Canta sozinho e em grupo, com precisão técnica-artística, peças de diferentes géneros estilos e tipologias musicais; Toca sozinho e em grupo, pelo menos um instrumento musical, utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas, de acordo com a tipologia musical; Prepara, apresenta e dirige pequenas peças e/ou espectáculos musicais de âmbitos diferenciados; Participa, como intérprete, autor e produtor em recitais e concertos com diferentes pressupostos comunicacionais e estéticos e para públicos diferenciados; Partilha, com os pares, as músicas do seu quotidiano; Investiga e avalia diferentes tipos de interpretações, utilizando vocabulário apropriado. 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO Canta as suas músicas e as dos outros, utilizando diversas técnicas Prepara, dirige, apresenta e avalia peças musicais difevocais simples; renciadas, atendendo à diversidade de funções e pressuposToca as suas músicas e as dos outros, utilizando instrumentos acústi- tos; cos, electrónicos, convencionais e não convencionais; Ensaia e apresenta publicamente interpretações indiviApresenta publicamente peças musicais utilizando instrumentos e duais e em grupo de peças musicais em géneros e formas técnicas interpretativas simples; contrastantes de acordo com as intenções e características Explora diferentes códigos e convenções musicais na música gravada próprias de cada autor, estilo e género; e ao vivo; Analisa diferentes interpretações das mesmas ideias, Responde a conceitos, códigos e convenções musicais na música estruturas e peças musicais em estilos e géneros variados. gravada e ao vivo.

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CRIAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO: No final do Ensino Básico, o aluno: Compõe, arranja e apresenta publicamente peças musicais com níveis de complexidade diferentes, utilizando técnicas vocais e instrumentais e tecnológicas diversificadas; Improvisa melodias, variações e acompanhamentos, utilizando diferentes vozes e instrumentos; Manipula os sons através de diferentes tecnologias acústicas e electrónicas; Grava as suas criações e improvisações musicais; Investiga processos de criação musical, tendo em conta pressupostos, técnicas, estilos, temáticas comunicacionais e estéticas diferenciadas. 1º CICLO Selecciona e organiza diferentes tipos de materiais sonoros para expressar determinadas ideias, sentimentos e atmosferas, utilizando estruturas e recursos técnico-artísticos elementares, partindo da sua experiência e imaginação; Explora ideias sonoras e musicais, partindo de determinados estímulos e temáticas; Regista em suportes áudio as criações realizadas, para avaliação e aperfeiçoamento; Inventa, cria e regista pequenas composições e acompanhamentos simples com aumento progressivo de segurança, imaginação e controlo; Manipula conceitos, códigos, convenções e símbolos utilizando instrumentos acústicos e electrónicos, a voz e as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para a criação de pequenas peças musicais, partindo de determinadas formas e estruturas de organização sonora e musical. 2º CICLO 3º CICLO Utiliza diferentes conceitos, códigos e convenções para a criação de pequenas peças e improvisações musicais; Utiliza diferentes estruturas e tecnologias para desenvolver a composição e a improvisação de acordo com determinados fins; Apresenta publicamente e regista em diferentes tipos de suportes as criações realizadas, para avaliação, aperfeiçoamento e manipulação técnico-artística e comunicacional; Manipula conceitos, códigos, convenções e técnicas instrumentais e vocais, bem como as TIC, para criar e arranjar músicas em diferentes estilos e géneros contrastantes.

PERCEPÇÃO SONORA E MUSICAL: No final do Ensino Básico, o aluno: Compreende como se utilizam e articulam os diferentes conceitos, códigos e convenções e técnicas artísticas constituintes das diferentes culturas musicais; Analisa obras vocais, instrumentais e electrónicas de diferentes culturas musicais utilizando vocabulário apropriado e de complexidade diversificada; Descreve, auditivamente, estruturas e modos de organização sonora de diferentes géneros, estilos e culturas musicais através de vocabulário apropriado; Lê e escreve em notação convencional e não convencional diferentes tipologias musicais recorrendo também às Tecnologias da Informação e Comunicação; Investiga diferentes modos de percepção e representação sonora. 1º CICLO Explora e responde aos elementos básicos da música; Identifica e explora a qualidade dos sons; Explora e descreve técnicas simples de organização e estruturação sonora e musical; Identifica auditivamente mudanças rítmicas, melódicas e harmónicas; Utiliza vocabulário e simbologias simples e apropriadas para descrever e comparar diferentes tipos de sons e peças musicais de diferentes estilos e géneros. 2º CICLO 3º CICLO Reconhece um âmbito de padrões, estruturas, efeitos e qualidades dos sons; Identifica auditivamente, escreve e transcreve elementos e estruturas musicais, utilizando tecnologias apropriadas; Identifica e utiliza diferentes tipos de progressões harmónicas; Completa uma música pré-existente, vocal e/ou instrumental; Transcreve e toca de ouvido diferentes peças musicais com estilos diferenciados a uma ou duas vozes; Identifica auditivamente e descreve diferentes tipos de opções interpretativas.

CULTURAS MUSICAIS NOS CONTEXTOS: No final do Ensino Básico, o aluno: Compreende a música como construção social e como cultura em diferentes períodos históricos e contextos diversificados; Reconhece os diferentes tipos de funções que a música desempenha nas comunidades; Compreende e valoriza o fenómeno musical como património, factor identitário e de desenvolvimento social, económico e cultural; Compreende as diferentes relações e interdependências entre a música, as outras artes e áreas do conhecimento; Investiga os modos como as sociedades contemporâneas se relacionam com a música 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO Reconhece a música como parte do quotidiano e as Identifica e compara estilos e géneros musicais tendo em conta os enquadiferentes funções que ela desempenha; dramentos socioculturais do passado e do presente; Identifica diferentes culturas musicais e os contexInvestiga funções e significados da música no contexto das sociedades tos onde se inserem; contemporâneas; Produz material escrito, audiovisual e multimédia ou Relaciona a música com as outras artes e áreas do saber e do conhecimenoutro, utilizando vocabulário simples e apropriado. to em contextos do passado e do presente; Produz material escrito, audiovisual e multimédia ou outro, utilizando vocabulário adequado; Troca experiências com músicos e instituições musicais.

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2.3.1.9. Educação Tecnológica:
Ao longo do Ensino Básico, as competências que o aluno deve adquirir, no âmbito das aprendizagens em tecnologia, organizam-se em três eixos estruturantes fundamentais: tecnologia e sociedade; processo tecnológico; conceitos, princípios e operadores tecnológicos.

TECNOLOGIA E SOCIEDADE:
TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL:
No domínio da relação entre a tecnologia e desenvolvimento social, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Apreciação e consideração das dimensões sociais, culturais, económicas, produtivas e ambientais resultantes do desenvolvimento tecnológico; Compreensão de que a natureza e a evolução da tecnologia resultam do processo histórico; Entendimento do papel da sociedade no desenvolvimento e uso da tecnologia; Análise dos efeitos culturais, sociais, económicos, ecológicos e políticos da tecnologia e as mudanças que ela vai operando no mundo; Distinção das diferenças entre medidas sociais e soluções tecnológicas para os problemas que afectam a sociedade; Ajustamento pessoal às mudanças sociais e tecnológicas da comunidade / sociedade, através da intervenção activa e crítica; Apresentação de propostas tecnológicas para a resolução de problemas sociais e comunitários.

1º CICLO Desenvolvimento da sensibilidade para observar e entender alguns efeitos produzidos pela tecnologia na sociedade e no ambiente; Procura, através da descoberta de algumas razões que levam a sociedade a aperfeiçoar e a criar novas tecnologias; Compreensão de actividades tecnológicas simples e saberes técnicos, de acordo c/ a sua idade e maturidade; Identificação de algumas profissões do mundo contemporâneo; Relacionamento de objectos, ferramentas e actividades com as profissões identificadas.

2º CICLO Utilização de diferentes saberes (científicos, técnicos, históricos, sociais), para entender a sociedade no desenvolvimento e uso da tecnologia; Reconhecimento da importância dos desenvolvimentos tecnológicos fundamentais; Análise de factores de desenvolvimento tecnológico; Entendimento da inter-relação entre tecnologia, sociedade e meio ambiente; Compreensão dos efeitos culturais, sociais, económicos e políticos da tecnologia; Distinção dos modos de produção (artesanal e industrial); Compreensão e distinção dos efeitos benéficos e nefastos da tecnologia na sociedade e no meio ambiente.

3º CICLO Compreensão de que a natureza e evolução da tecnologia é resultante do processo histórico; Conhecimento e apreciação da importância da tecnologia, como resposta às necessidades humanas; Ajuste às mudanças produzidas no meio pela tecnologia; Predisposição para poder intervir na melhoria dos efeitos nefastos da tecnologia no ambiente; Predisposição para uma vida de aprendizagem numa sociedade tecnológica.

TECNOLOGIA E CONSUMO:
No domínio das relações entre a tecnologia e consumo, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Desenvolvimento de uma atitude reflexiva face às práticas tecnológicas, avaliando os seus efeitos na qualidade de vida da sociedade e do ambiente e sua influência nos valores éticos e sociais; Compreensão da tecnologia como resultado dos desejos e necessidades humanas; Consciencializar-se das transformações ambientais criadas pelo uso indiscriminado da tecnologia e da necessidade de se tornar um potencial controlador; Avaliação do impacto dos produtos e sistemas; Capacidade para saber escutar, comunicar, negociar e participar como consumidor prudente e crítico; Capacidade no sentido de se tornar num consumidor atento e exigente, escolhendo racionalmente os produtos e serviços que utiliza e adquire; Intervenção na defesa do ambiente, do património cultural e do consumidor, tendo em conta a melhoria da qualidade de vida.

1º CICLO
Análise e comparação de objectos de uso diário, antigos e contemporâneos; Descoberta de alguns objectos e sistemas simples que fazem parte do mundo tecnológico, tentando compreender a sua relação com as necessidades do homem; Reconhecimento da importância de não desperdiçar bens essenciais; Distinção de alguns materiais utilizados na protecção dos objectos de consumo diário; Utilização de materiais reciclados e reciclagem de outros (papéis, cartões).

2º CICLO
Compreensão do papel da sociedade no desenvolvimento e uso da tecnologia; Situação da produção de artefactos / objectos e sistemas técnicos nos contextos históricos e sociais de produção e consumo; Compreensão da necessidade de seleccionar produtos e serviços que adquirem e utilizam; Escolha de produtos, de acordo com as normas respeitadoras do ambiente; Consciencialização de que os recursos naturais devem ser respeitados e utilizados responsavelmente; Análise das consequências do uso de uma tecnologia na sociedade e no ambiente; Reconhecimento dos perigos de algumas tecnologias e produtos, a fim de os controlar e evitar.

3º CICLO
Compreensão das implicações económicas e sociais de alguns artefactos, sistemas ou ambientes; Análise crítica de abusos, perigos, vantagens e desvantagens do uso de uma tecnologia; Capacidade para fazer escolhas acertadas, enquanto consumidor, seleccionando e eliminando aquilo que é prejudicial ao ambiente; Reconhecimento de normas de saúde e segurança pessoal e colectiva, contribuindo com a sua reflexão e actuação para a existência de um ambiente agradável à sua volta.

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

PROCESSO TECNOLÓGICO:
OBJECTO TÉCNICO:
No domínio da análise e estudo do objecto técnico, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Distinção dos objectos técnicos dos restantes objectos; Conhecimento e caracterização do ciclo de vida dos objectos técnicos; Enumeração dos principais factores que influenciam a concepção, escolha e uso de objectos técnicos; Análise dos princípios do fundamento dos objectos técnicos; Compreensão da importância de materiais e processos utilizados no fabrico de objectos técnicos; Análise de objectos técnicos relativamente às suas funções técnicas em uso .

1º CICLO

2º CICLO

3º CICLO
Predisposição para estudar o objecto técnico, considerando a análise morfológica, estrutural, funcional e técnica; Predisposição para proceder à reconstrução sócio-histórica do objecto; Avaliação do desempenho do objecto técnico relativamente às suas funções de uso.

Descrição oral de um objecto do seu Distinção de um objecto de produção artesanal de um objecto de envolvimento, a partir da observação directa; produção individual; Relacionamento dos objectos de uso diário Conhecimento da evolução de alguns objectos ao longo da história; com as funções a que se destinam; Análise do princípio de funcionamento de um objecto técnico simples; Reconhecimento dos materiais de que são Descrição do funcionamento de objectos, explicando a relação entre feitos os objectos; as partes que o constituem; Detecção de avarias no funcionamento de um objecto de uso frequenDesmontagem e montagem de objectos simples. te.

PLANEAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SISTEMAS TÉCNICOS:
No domínio do planeamento e desenvolvimento de produtos e sistemas técnicos, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Identificação e apresentação das necessidades e oportunidades tecnológicas decorrentes da observação e investigação de contextos sociais e comunitários; Realização de artefactos ou sistemas técnicos com base num plano apropriado que identifique as acções e recursos necessários; Reunião, validação e organização da informação, potencialmente útil para abordar problemas técnicos simples, obtida a partir de fontes diversas (análise de objectos, sistemas e de ambientes existentes, documentação escrita e visual, pareceres de especialistas); Recurso ao uso da tecnologia informática para planificação e apresentação dos projectos; Utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC’s) disponíveis, nomeadamente a Internet.

1º CICLO Observação do meio social envolvente, identificando situações ou problemas que afectam a vida diária das pessoas; Identificação, no meio próximo, de actividades produtivas de bens e serviços; Desenvolvimento de ideias, propondo soluções para a resolução de problemas; Identificação das principais acções a realizar, bem como os recursos necessários para a construção de um objecto simples; Leitura e interpretação de esquemas gráficos elementares de montagem de objectos (brinquedos, modelos reduzidos, etc.).

2º CICLO Recenseamento do conjunto de operações necessárias à produção de bens e serviços; Observação, interpretação e descrição de soluções técnicas; Antecipação, no tempo e no espaço, do conjunto ordenado das acções do ciclo de vida de um produto; Elaboração, exploração e selecção de ideias que podem conduzir a uma solução técnica; Selecção de informações pertinentes; Expressão do pensamento com a ajudo do desenho (esboços e esquemas simples); Seguimento de instruções técnicas redigidas de forma simples.

3º CICLO Elaboração, exploração e selecção de ideias que podem conduzir a uma solução técnica viável, criativa, esteticamente agradável; Leitura e interpretação de documentos técnicos simples (textos, símbolos, esquemas, diagramas, fotografias, etc.); Realização e apresentação de diferentes informações orais e escritas, utilizando vários suportes e diversas técnicas de comunicação adequadas aos contextos; Predisposição para exprimir o pensamento e as propostas técnicas, através de esboços e esquemas gráficos; Comunicação das soluções técnicas de um produto através de um dossier; Clarificação das sequências e procedimentos para diagnosticar uma avaria; Predisposição para recensear um conjunto de operações necessárias à produção de um serviço.

CONCEITOS, PRINCÍPIOS E OPERADORES TECNOLÓGICOS:
MOVIMENTO E MECANISMOS:
No domínio do estudo, análise e aplicação do movimento e mecanismo, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Verificação de que não existe movimento sem estrutura; Identificação das partes fixas e as partes móveis de um objecto ou sistema técnico; Identificação dos principais operadores técnicos utilizados nos mecanismos; Análise das estruturas com movimento procedentes de diferentes momentos da história; Reconhecimento de alguns mecanismos elementares que transformam ou transmitem o movimento.

1º CICLO
Identificação, no quotidiano, do movimento em objectos simples comuns; Realização de um inventário de mecanismos presentes na vida diária; Descrição do tipo e da função do movimento em objectos comuns; Identificação das partes fixas e das partes móveis, em objectos do mundo próximo. Domínio das noções de transmissão e de transformação de movimento; Montagem e desmontagem das partes fixas e móveis de objectos simples.

2º CICLO
Identificação dos elementos de uma estrutura móvel; Identificação dos elementos e uniões desmontáveis; Conhecimento das duas grandes famílias de movimento – movimento circular e movimento rectilíneo; Reconhecimento e identificação de processos de transmissão de movimento circular e movimento rectilíneo; Conhecimento e identificação de processos de transmissão com transformação do movimento; Construção de mecanismos simples que utilizem os operadores mecânicos do movimento.

3º CICLO
Conhecimento e identificação dos principais operadores dos sistemas mecânicos básicos; Predisposição para identificação dos diferentes tipos de transmissão e transformação de movimento: circular / circular, circular / rectilíneo, rectilíneo / circular; Capacidade para construir, montar e desmontar objectos técnicos compostos por mecanismos e sistemas de movimento.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão ESTRUTURAS RESISTENTES:

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

No domínio do estudo do ensaio de estruturas resistentes, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Identificação da presença de uma grande variedade de estruturas resistentes no meio envolvente; Conhecimento da evolução de estruturas resistentes em diferentes momentos da história; Domínio do conceito de estrutura resistente, identificando algumas situações concretas da sua aplicação; Identificação das características que as estruturas resistentes devem ter para cumprirem a sua função técnica; Reconhecimento de que a economia dos materiais aplicados a uma estrutura é favorável do ponto de vista técnico, económico, ambiental e estético; Construção de estruturas simples, respondendo a especificações e necessidades concretas.

1º CICLO Identificação da estruturas nas “coisas naturais” (tronco de árvore, esqueleto do homem e animal, etc.) e nos artefactos construídos pelo homem (pontes, andaimes, edifícios, pernas de uma mesa ou cadeira, etc.); Reconhecimento e identificação da presença de estruturas resistentes no meio próximo; Construção de pequenas estruturas através de meios e processos técnicos muito simples (tubos de papel, perfis de cartolina ou cartão, utilização de embalagens, etc.); Ensaio e experimentação a resistência de pequenas estruturas concebidas com essa finalidade. REGULAÇÃO E CONTROLO:

2º CICLO Estabelecimento de analogias entre as funções das estruturas nas “coisas naturais” e os artefactos no mundo construído; Análise de diferentes tipos de estruturas existentes em diferentes momentos da história; Identificação, a partir da observação directa, de alguns dos esforços a que está submetida uma estrutura; Reconhecimento de que muitas estruturas são construídas pela montagem de elementos muito simples; Identificação de alguns elementos básicos constituintes de estruturas resistentes; Compreensão da razão pela qual triângulos e tetraedros são formas básicas das estruturas de muitas construções.

3º CICLO Predisposição para analisar as condições e o modo de funcionamento para que uma estrutura desempenhe a sua função; Capacidade para distinguir forças de tracção, compressão e flexão; Predisposição para identificar os perfis e características mecânicas das estruturas resistentes.

No domínio da regulação e controlo, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Utilização com correcção os instrumentos de controle e medida; Predisposição para aceitar que os sistemas técnicos podem actuar como receptores ou emissores de informação, nomeadamente no comando e regulação de funcionamento de máquinas; Compreensão que a regulação é o comando de um sistema por si próprio, envolvendo uma cadeia circular (acção / mediação / actuação); Reconhecimento de que a informática facilita e flexibiliza extraordinariamente o comando e regulação dos sistemas técnicos; Predisposição para compreender a importância do controlo social da tecnologia.

1º CICLO 2º CICLO Identificação dos actos de comando em Identificação, de diferentes tipos de comandos de sistemas técnicos sistemas técnicos comuns; comuns – manuais, mecânicos e automáticos; Identificação dos elementos técnicos do Capacidade para distinguir actos de comando automático; comando, regulação e controlo de sistemas Reconhecimento de que o funcionamento de um sistema exige a técnicos do quotidiano (em ambiente domésti- actuação de dispositivos de informação retroactiva; co, na escola ou em espaços sociais); Predisposição para utilizar as disponibilidades técnicas do computaCapacidade para ler um instrumento de dor pessoal e dos seus periféricos; medida coerente. Verificação do funcionamento de um objecto construído. ACUMULAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA:

3º CICLO Predisposição para seleccionar um sistema eléctrico simples e representar do seu funcionamento; Conhecimento de alguns operadores técnicos específicos de comando, regulação e controlo.

No domínio da acumulação e transformação de energia, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Compreensão de que é necessária a existência de energia para produzir trabalho; Conhecimento das diferentes fontes de energia; Identificação das diferentes formas de energia; Análise e valorização dos efeitos (positivos e negativos) da disponibilidade de energia sobre a qualidade de vida das populações; Conhecimento das normas de segurança de utilização técnica da electricidade; Participação activa na prevenção de acidentes eléctricos; Reflexão e tomada de posição face ao impacto social do esgotamento de fontes energéticas naturais; Valorização do das energias alternativas, nomeadamente pela utilização de fontes energéticas renováveis.

1º CICLO Compreensão do conceito de material combustível e energético; Enumeração de objectos eléctricos utilizados no quotidiano das pessoas; Reconhecimento e identificação, no espaço público, de objectos que funcionam com electricidade; Conhecimento do esquema e do funcionamento de um circuito eléctrico. Conhecimento dos elementos constituintes de um circuito eléctrico simples; Desmontagem e montagem de objectos eléctricos simples (lanternas, brinquedos, etc.); Conhecimento das características e princípios de utilização de materiais condutores e materiais isolantes.

2º CICLO Identificação, em objectos simples, dos operadores tecnológicos com as funções de acumulação e transformação de energia; Identificação dos elementos fundamentais de um circuito eléctrico, das suas funções e do princípio de funcionamento; Construção de objectos simples; Montagem de pequenas instalações eléctricas; Conhecimento das fontes de energia, nomeadamente a energia hidráulica, eólica, geométrica, solar, mareo-motriz.

3º CICLO Conhecimento dos principais operadores eléctricos e a sua aplicação prática; Conhecimento dos diversos tipos de circuitos eléctricos; Montagem e desmontagem de aparelhos eléctricos simples; Construção de pequenas montagens e instalações eléctricas.

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão MATERIAIS:

PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

No domínio dos materiais, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Conhecimento das principais características das grandes famílias dos materiais; Aptidão para comparar as características e aplicações técnicas em diferentes materiais; Aptidão para escolher materiais de acordo com o seu preço, aspecto, propriedades físicas e características técnicas; Valorização, na escolha dos materiais, dos seus aspectos estéticos e os requisitos técnicos exigidos; Sensibilidade perante a possibilidade de esgotamento de algumas matérias-primas devido a uma utilização desequilibrada dos meios disponíveis na natureza; Manutenção de comportamentos seguros perante a eventual nocividade de certos materiais.

1º CICLO Distinção entre materiais naturais e materiais artificiais; Conhecimento da origem de alguns materiais básicos comuns; Identificação de diversos materiais aplicados na construção de artefactos do quotidiano (edifício, ponte, automóvel, bicicleta, lápis, brinquedo, etc.); Reconhecimento de algumas características de materiais comuns: duro/mole, rígido/flexível, opaco/transparente, rugoso/macio, pesado/leva, absorvente/repelente, etc.; Predisposição para compreender que a maioria dos materiais é comercializada após sucessivas fases de preparação, e não como se encontra na natureza.

2º CICLO Identificação dos diferentes materiais básicos e algumas das suas principais aplicações; Conhecimento da origem dos principais materiais básicos; Reconhecimento das características físicas elementares e aptidão técnica dos materiais básicos mais correntes; Selecção dos materiais adequados para aplicar na resolução de problemas concretos; Selecção e aplicação dos materiais, tendo em conta as suas qualidades expressivas/estéticas.

3º CICLO Predisposição para avaliar as características que devem reunir os materiais para a construção de um objecto; Reconhecimento dos materiais básicos de uso técnico, segundo tipologia, classificação e formas comerciais; Utilização dos materiais, tendo em conta as normas de segurança específicas; Comparação dos materiais aplicados em diferentes momentos da história.

FABRICAÇÃO / CONSTRUÇÃO:
No domínio da fabricação e construção, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Identificação e uso racional dos instrumentos e ferramentas; Conhecimento e utilização dos dispositivos de segurança de ferramentas e máquinas; Estabelecimento de um plano racional de trabalho que relacione as operações a realizar e os meios técnicos disponíveis; Valorização do sentido de rigor e precisão.

1º CICLO
Conhecimento das principais actividades tecnológicas, profissões e algumas das características dos seus trabalhos; Identificação de algumas das principais actividades produtivas da região; Predisposição para valorizar as precauções de segurança nos processos de fabricação; Realização da construção de objectos simples utilizando processos e técnicas elementares; Realização de medições simples.

2º CICLO
Identificação e distinção de algumas técnicas básicas de fabricação e construção; Selecção e aplicação das ferramentas específicas aos materiais a trabalhar; Descrição de um objecto comum por meio de esquemas gráficos e figuras; Identificação dos principais sectores profissionais da actividade tecnológica; Manutenção de comportamentos saudáveis e seguros durante o trabalho prático, conhecendo algumas técnicas básicas, nomeadamente a união, separação-corte, assemblagem, formação e recobrimento; Medição e controlo de distâncias e dimensões expressas em milímetros; Aplicação de técnicas específicas aos materiais a utilizar e aos problemas técnicos a resolver.

3º CICLO
Capacidade para ler instrumentos de medida com aplicações técnicas; Reconhecimento de que a precisão dimensional e a lubrificação são necessárias ao bom funcionamento de mecanismos; Interpretação das instruções de funcionamento de aparelhos e equipamentos comuns (montagem, fixação, instalação, funcionamento / uso e manutenção); Leitura e interpretação de esquemas gráficos de informação técnica; Predisposição para sequenciar as operações técnicas necessárias para a fabricação/construção de um objecto.

SISTEMAS TECNOLÓGICOS:
No domínio dos sistemas tecnológicos, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências tecnológicas:
Análise do objecto técnico como um sistema; Análise do ciclo de vida do objecto relacionando as interacções existentes nos diferentes sistemas sociais: consumo, uso, produção e impacto social e ambiental; Uso da perspectiva sistémica na concepção e desenvolvimento do produto pela interacção e articulação de várias perspectivas; Aptidão para analisar as relações dos objectos nos sistemas: técnico, de produção e ambiental; Predisposição para reconhecer que todos os sistemas técnicos podem falhar ou não funcionar como o previsto, devido a uma falha de uma ou mais partes que constituem o sistema.

1º CICLO Observação e compreensão do objecto como um conjunto de componentes ou partes que interagem entre si; Observação, nos sistemas sociais do meio envolvente, a interacção das partes que o constituem; Verificação e explicação do que pode acontecer quando uma dada parte de um sistema deixa de funcionar; Classificação e emparelhamento de objectos a partir das funções que desempenham num dado sistema.

2º CICLO Predisposição para o reconhecimento de que todos os sistemas técnicos são constituídos por elementos parciais, mas que interagem para a realização das funções gerais do sistema; Enumeração e relacionamento dos elementos constituintes e funcionais de um sistema; Reconhecimento e compreensão da existência de sistemas simples e de reduzidas dimensões, bem como de sistemas complexos de grandes dimensões, nomeadamente os grandes sistemas sociais; Análise e fiabilidade dos vários elementos do sistema; Discussão do prejuízo, para a funcionalidade de um sistema, derivado de uma falha de um dos seus componentes; Análise de um objecto técnico como um sistema; Observação das diferentes funções de um sistema e a sua participação na funcionalidade geral deste (ex. bicicleta, sistema de distribuição de energia eléctrica, etc.).

3º CICLO Compreensão de que todos os produtos tecnológicos se integram num dado sistema específico, nomeadamente os sistemas físicos, biológicos e organizacionais; Observação e descrição dos elementos constitutivos de um dado sistema; Compreensão de que o estudo do objecto se realiza, tendo em conta as relações internas e externas dos seus componentes.

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2.3.1.10. Educação Física:
Ao longo do Ensino Básico, as competências que o aluno deve adquirir, no âmbito das aprendizagens em Educação Física, perspectivam-se na melhoria da qualidade de vida, da saúde e do bem-estar. Com efeito, as competências a desenvolver perspectivam-se nos objectivos de cada um dos ciclos do Ensino Básico: 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO

Elevação do nível funcional das capaciElevação do nível funcional das capaciElevação do nível funcional das capacidades dades condicionais e coordenativas de: dades condicionais e coordenativas gerais condicionais e coordenativas gerais, particularbásicas, particularmente, de: mente, de: - resistência geral;
- velocidade de reacção simples e complexa; - execução das acções mn otoras básicas e de deslocamento; - flexibilidade; - controlo da postura; - equilíbrio dinâmico em situação de voo; - aceleração e apoio instável e ou limitado; - controlo de orientação espacial; - ritmo e agilidade. - resistência geral de longa duração; - força rápida; - velocidade de reacção simples e complexa; - execução; - frequência de movimentos e deslocamento; - flexibilidade; - força resistente (esforços localizados); - destrezas geral e direccionada. - resistência geral de longa e média durações; - força resistência; - força rápida; - velocidade de reacção simples e complexa de execução; - deslocamento e resistência; - flexibilidade; - destrezas geral e específica.

Conhecimento dos processos fundaConhecimento e aplicação de diversos procesmentais das adaptações morfológicas, que sos de elevação e manutenção da condição física lhe permitem compreender os diversos de uma forma autónoma no seu quotidiano; factores da aptidão física; Conhecimento e interpretação de: Conhecimento e aplicação de:
- cuidados higiénicos; - regras de segurança pessoal e dos companheiros; - preservação dos recursos materiais. - factores de saúde e risco associados à prática das actividades físicas; - aplicação de regras de higiene e de segurança.

Participação, c/ empenho, no aperfeiParticipação activa, em todas as situaParticipação activa, em todas as situações, çoamento da sua habilidade nos diferentes ções, procurando o êxito pessoal e do procurando o êxito pessoal e do grupo: tipos de actividades, procurando realizar as grupo: acções adequadas c/ correcção e oportu- - Relacionando-se c/ cordialidade e respeito - Relacionando-se c/ cordialidade e respeito pelos seus companheiros, quer no papel de parceiros quer no de nidade; pelos seus companheiros, quer no papel de
parceiros quer no de adversários. adversários.

Cooperação, c/ os companheiros, nos jogos e exercícios, compreendendo e aplicando as regras combinadas na turma, bem como os princípios de cordialidade e respeito na relação c/ os colegas e professor.

- Aceitando o apoio dos companheiros nos
esforços de aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as dificuldades reveladas por eles; - Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma.

- Aceitando o apoio dos companheiros nos esforços de aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as dificuldades reveladas por eles; - Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma. - Oportunidade, promovendo a entreajuda para favorecer o aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s);Interessando-se e apoiando os esforços dos companheiros com - Apresentando iniciativas e propostas pessoais de desenvolvimento da actividade individual e do grupo, considerando também as que são apresentadas pelos companheiros com interesse e objectividade; - Assumindo compromissos e responsabilidades de organização e preparação das actividades individuais e ou de grupo, cumprindo c/ empenho e brio as tarefas inerentes.

Análise e interpretação da realização Análise e interpretação da realização das das actividades físicas seleccionadas, actividades físicas seleccionadas, aplicando os utilizando os conhecimentos sobre: técnica, conhecimentos sobre: técnica, organização e organização e participação, ética desporti- participação, ética desportiva, etc.. va, etc.. Interpretação crítica e correcta dos acontecimentos na esfera da estrutura física, compreendendo as actividades físicas e as condições da sua prática e aperfeiçoamento como elementos de elevação cultural dos praticantes e da comunidade em geral. Identificação e interpretação dos fenómenos da industrialização, urbanismo e poluição, como factores limitativos da aptidão física das populações e das possibilidades de prática das modalidades da cultura física.

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Realização de acções motoras básicas c/ aparelhos portáteis, segundo uma estrutura rítmica, encadeamento ou combinação de movimentos, conjugando as qualidades da acção própria ao efeito pretendido pela movimentação do aparelho. Realização de acções motoras básicas de deslocamento, no solo e em aparelhos, segundo uma estrutura rítmica, encadeamento ou combinação de movimentos., coordenando a sua acção para aproveitar as qualidades motoras possibilitadas pela situação.

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Participação em jogos, ajustando a sua iniciativa própria e as qualidades motoras na prestação às oportunidades oferecidas pela situação de jogos e ao seu objectivo, realizando habilidades básicas e acções técnico-tácticas fundamentais, c/ oportunidade e correcção de movimentos.

Prática de actividades lúdicas tradicionais populares de acordo c/ os padrões culturais característicos da região e cooperação c/ os companheiros para o alcance do objectivo dos jogos elementares, utilizando, c/ oportunidade, as acções técnicotácticas. Cooperação c/ os companheiros para o alcance do objectivo dos Jogos Desportivos Colectivos, desempenhando, c/ oportunidade e correcção, as acções solicitadas pelas situações de jogo, aplicando a ética do jogo e as suas regras. Composição e realização, na Ginástica, das destrezas elementares de solo, aparelhos e mini-trampolim, em esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correcção técnica e expressão, e apreciando os esquemas de acordo c/ esses critérios. Patinagem, c/ equilíbrio e segurança, ajustando as suas acções para orientar o seu deslocamento c/ intencionalidade e oportunidade na realização de sequências rítmicas, percursos ou jogos. Realização, no Atletismo, de saltos, corridas e lançamentos, segundo padrões simplificados, e cumprindo correctamente as exigências elementares técnicas e regulamentares. Realização, na Luta, das acções de oposição directa solicitadas, utilizando as técnicas fundamentais de controlo e desequilíbrio, com segurança (própria do opositor), aplicando as regras e os princípios éticos.

Prática e conhecimento de jogos tradicionais populares de acordo c/ os padrões culturais característicos.

Cooperação c/ os companheiros para o alcance do objectivo dos Jogos Desportivos Colectivos, realizando, c/ oportunidade e correcção, as acções técnico-tácticas elementares em todas as funções, conforme a oposição em cada fase do jogo, aplicando as regras, não só como jogador, mas também como árbitro. Composição, realização e análise, na Ginástica, das destrezas elementares de acrobacia, dos saltos, do solo e dos outros aparelhos, em esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correcção técnica, expressão e combinação, e apreciando os esquemas de acordo c/ esses critérios. Utilização adequada dos patins, em combinações dos deslocamentos e paragens, c/ equilíbrio e segurança, realizando as acções técnicotácticas elementares em jogo e as acções de composições rítmicas “individuais” e “a pares”. Realização e análise, no Atletismo, de saltos, lançamentos, corridas e marcha, cumprindo correctamente as exigências elementares, técnicas e do regulamento, não só como praticante, mas também como juiz. Realização, c/ oportunidade e correcção, das acções do domínio de oposição, em actividade de combate, utilizando as técnicas elementares de projecção e controlo, c/ segurança (própria e do opositor) e aplicando as regras, quer como executante, quer como árbitro. Realização, c/ oportunidade e correcção, das acções técnico-tácticas elementares dos jogos de raquetas, garantindo a iniciativa e ofensividade, em participações “individuais” e em “pares”, aplicando as regras, não só como jogador, mas também como árbitro. Apreciação, composição e realização de sequências de elementos técnicos elementares da Dança em coreografias individuais e ou em grupo, aplicando os critérios de expressividade, de acordo c/ os motivos das composições.

Realização de habilidades gímnicas básicas em esquemas ou sequências no solo e em aparelhos, encadeando e ou combinando as acções c/ fluidez e harmonia de movimentos.

Patinagem, c/ equilíbrio e segurança, ajustando as suas acções para orientar o seu deslocamento c/ intencionalidade e oportunidade na realização de percursos variados.

Combinação de deslocamentos, movimentos não locomotores e equilíbrios adequados à expressão de motivos ou temas combinados c/ os colegas e professor, de acordo c/ a estrutura rítmica e melódica de composições musicais. Escolha e realização de habilidades apropriadas, em percursos na natureza, de acordo c/ as características do terreno e dos sinais de orientação, colaborando c/ os colegas e respeitando as regras de segurança e de preservação do ambiente.

Interpretação de sequências de habilidades específicas elementares da Dança, em coreografias individuais e/ou em grupo, aplicando os critérios de expressividade considerados, de acordo c/ os motivos das composições. Realização de percursos de nível elementar, Utilização das habilidades apropriadas, em percursos de natureza, de acordo c/ as utilizando técnicas de orientação e respeitando as características do terreno e obstáculos, regras de organização, participação, e de preserorientando-se pela interpretação dos sinais vação da qualidade do ambiente. da carta e do percurso, apoiando os colegas e respeitando as regras de segurança e de preservação da qualidade do ambiente.

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2.3.1.11. Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC):
Ao longo do Ensino Básico, nos conteúdos e nas actividades a desenvolver no programa de EMRC, os alunos deverão desenvolver uma série de competências cognitivas (no domínio das aptidões / capacidades / conhecimentos), incidindo, sobretudo, no âmbito das atitudes e dos valores. No processo de aprendizagem, os alunos devem desenvolver continuamente a utilização do corpo, voz e imaginação enquanto veículos de expressão e comunicação. APTIDÕES / CAPACIDADES / CONHECIMENTOS:
Neste domínio, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam competências no âmbito da comunicação / expressão, tratamento de informação e interpretação / estruturação.

ATITUDES:
Neste domínio, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam competências no âmbito da responsabilidade / empenhamento, autonomia, solidariedade e participação / cooperação.

VALORES:
Neste domínio, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam competências no âmbito da partilha, da alegria, do diálogo, do respeito mútuo, da aceitação das diferenças (pluralismo), do amor, do perdão, da justiça, da verdade e do espiritual.

Assim, ao longo da escolaridade básica, pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências essenciais, isto é, sejam capazes de: 1º CICLO
Reconhecer os valores que regulam a amizade entre os companheiros como riqueza para o grupo; Agir de forma positiva, face a si próprio e aos outros; Tomar consciência da sua vida em grupo: na escola e no meio que o rodeia; Expressar a alegria de estar a crescer; Reconhecer a importância e beleza da vida à luz da mensagem cristã; Manifestar apreço e respeito pela vida humana e pela natureza; Verificar que o homem é capaz de pensar, descobrir, criar e amar; Despertar para os valores humanos e cristãos da alegria, da escuta e da fraternidade; Descobrir os valores (do amor, da gratidão, da verdade e do perdão) que nos tornam parecidos com Deus e fazem felizes; Despertar para os valores da liberdade, responsabilidade, justiça, solidariedade e espírito crítico; Abrir-se à comunicação com Deus e ao serviço dos outros; Comunicar criativamente ideias e sentimentos através da escrita e da oralidade.

2º CICLO
Compreender os valores que regulam a convivência social; Querer orientar a vida de forma positiva, face a si mesmo e aos outros; Aceitar a fase terminal da infância de forma positiva para melhor consolidar as aquisições anteriores; Compreender os papéis masculinos e femininos na família e na sociedade; Conhecer, interpretar e confrontar a mensagem bíblica que fundamenta os valores humano-cristãos essenciais; Abrir-se aos valores da colaboração, da tolerância, da partilha, do pluralismo, da responsabilidade para uma atitude positiva, face a si e aos outros, no cumprimento dos deveres; Descobrir os valores (da solidariedade, do amor, do perdão, do respeito, da alegria, do espiritual), em ordem à descoberta do sentido pleno da sua vida pessoal; Situar as suas atitudes pessoais de forma coerente, com liberdade e responsabilidade; Exprimir com rigor e adequação, nos domínios da oralidade e da escrita, o conteúdos temáticos estudados.

3º CICLO
Situar as atitudes pessoais de forma coerente, com liberdade e responsabilidade; Saber pensar criticamente a realidade; Desenvolver a criatividade e a inicitativa; Querer orientar a sua vida de forma positiva, face a si mesmo e aos outros; Ser capaz de colaborar solidariamente; Respeitar os outros na sua diversidade; Abrir-se aos valores da colaboração, da tolerância, da partilha, do pluralismo, da responsabilidade para uma atitude positiva, face a si e aos outros, no cumprimento dos deveres; Comunicar criativamente ideias, sentimentos e vivências, dominando técnicas de expressão das diferentes linguagens; Exprimir com rigor e adequação, nos domínios da oralidade e da escrita os conteúdos temáticos estudados; Conhecer, interpretar e confrontar a mensagem bíblica que fundamenta os valores humano-cristãos essenciais; Compreender a importância do fenómeno religioso como parte integrante do indivíduo e da sociedade; Reconhecer-se como ser em crescimento em todas as suas dimensões; Integrar a sexualidade na construção do seu projecto de realização humana; Compreender os papéis masculinos e femininos na família e na sociedade; Descobrir os valores (da solidariedade, do amor, do perdão, do respeito, da alegria, do espiritual), em ordem à descoberta do sentido pleno da sua vida pessoal; Compreender os valores que regulam a convivência social.

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ANEXO VII CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1º CEB 1º Ano de Escolaridade Domínios
Fichas de avaliação – 40% Cognitivo 60% Outros – 20% Escrita – 8% Responsabilidade – 12% Oralidade – 12% Ler – 4% Ouvir – 4% Falar – 4% Escrever – 8%

Instrumentos de Avaliação

pontualidade – 1% assiduidade – 1% cumprimento de regras – 7% material necessário – 3% atenção nas aulas – 7% realização das tarefas propostas – 3% hábitos de trabalho – 2%

Atitudes e valores 40%

Empenho/ Participação – 12%

Solidariedade – 6%

respeito pelos outros – 3% entreajuda / cooperação – 3% espírito de iniciativa – 5% confiança em si próprio – 5%

Autonomia – 10%

2º, 3º E 4º Anos de Escolaridade Domínios
Cognitivo 70% Outros – 20% Fichas de avaliação – 50% Oralidade – 12% Escrita – 8% Ler – 4% Ouvir – 4% Falar – 4% Escrever – 8%

Instrumentos de Avaliação

Responsabilidade – 9%

pontualidade – 1% assiduidade – 1% cumprimento de regras – 5% material necessário – 2% atenção nas aulas –4% realização das tarefas propostas – 3% hábitos de trabalho – 2%

Atitudes e valores 30%

Empenho/ Participação – 9%

Solidariedade – 4%

respeito pelos outros – 2% entreajuda / cooperação – 2% espírito de iniciativa – 2% confiança em si próprio – 2% formulação de questões pertinentes – 2% emissão de juízos de valor fundamentados – 2%

Autonomia – 4% Atitude Crítica – 4%

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DEPARTAMENTO CURRICULAR DE LÍNGUAS

Língua Portuguesa (2º e 3º CEB)

DOMÍNIOS

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS

INDICADORES

AVALIAÇÃO
PESO RELATIVO

COGNITIVO

- Aquisição de conhecimentos - Compreensão de conhecimentos - Aplicação de conhecimentos Ouvir Compreensão / Expressão oral - Expressão Falar

Compreensão escrita Conhecimento Explícito

20% 20% 20% 4% 4% 4% 8% 4% 80%

Leitura
- Leitura

Expressão escrita

- Expressão escrita - Assiduidade 1% - Pontualidade 1% - Cumprimento de Regras 1% - Material necessário 1% - Concentração/atenção nas aulas 1% - Realização das tarefas propostas 1,5% - Hábitos de trabalho 1,5% - Espírito de iniciativa 2% - Confiança em si próprio 2% - Espírito de entreajuda / Cooperação 2%

Responsabilidade
ATITUDES

Empenho/Participação
E VALORES

4% 20% 4% 4%

Autonomia Solidariedade

- Respeito pelos outros 2% - Formulação de questões pertinentes 2%

Atitude Crítica

- Emissão de juízos de valor fundamentados 2%

4% 100%

TOTAL
-Testes; -Trabalhos escritos/Pesquisa/Projecto; INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO -Trabalhos de casa; -Comunicação oral.

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Línguas Estrangeiras (2º e 3º CEB)

DOMÍNIOS

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS

INDICADORES

AVALIAÇÃO
PESO RELATIVO

Compreensão escrita Conhecimento Explícito

- Aquisição de conhecimentos - Compreensão de conhecimentos - Aplicação de conhecimentos Ouvir - Expressão

20% 20% 20% 4% 80% 4%

COGNITIVO

Compreensão / Expressão oral Leitura Expressão escrita
- Leitura

Falar

4% 8% 4%

- Expressão escrita - Assiduidade 1% - Pontualidade 1% - Cumprimento de Regras 1% - Material necessário 1% - Concentração/atenção nas aulas 1% - Realização das tarefas propostas 1,5% - Hábitos de trabalho 1,5% - Espírito de iniciativa 2% - Confiança em si próprio 2% - Espírito de entreajuda / Cooperação 2%

Responsabilidade

ATITUDES E VALORES

Empenho/Participação

4%

Autonomia

4%

20%

Solidariedade

- Respeito pelos outros 2% - Formulação de questões pertinentes 2%

4%

Atitude Crítica

- Emissão de juízos de valor fundamentados 2%

4% 100%

TOTAL
-Testes; -Trabalhos escritos/Pesquisa/Projecto; INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO -Trabalhos de casa; -Comunicação oral.

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DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS História e História e Geografia de Portugal (2º e 3º CEB)
" A avaliação não se deve restringir ao domínio do conhecimento, mas também às competências, capacidades, atitudes e destrezas."

DOMÍNIOS

COMPETÊNCIAS

INDICADORES

AVALIAÇÃO PESO RELATIVO

- Compreensão Histórica

- Aquisição e compreensão de conhecimentos - Aplicação de conhecimentos - Expressão oral e escrita - Utilização de vocabulário específico - Domínio das metodologias específicas da disciplina
- Assiduidade (0,5%) - Pontualidade (0,5%) - Cumprimento de Regras (2%) - Organização (2%) - Participação significativa/Construtiva (3%) - Realização de actividades propostas (2%) - Interesse /empenho / atenção (2%) - Métodos de trabalho/Estudo (3%) - Espírito de observação e de iniciativa (2%)

40%

COGNITIVO

- Comunicação em História

25%

75%

- Tratamento de Informação/Utilização de Fontes

10%

Responsabilidade
NÍVEL COMPORTAMENTAL

5%

10%

Empenho/Participação

ATITUDES E VALORES

25% 5%

Autonomia

- Gosto pela pesquisa de informação (1%) - Espírito de auto – crítica (1%) - Liderança (1%)

NÍVEL DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

- Espírito de inter ajuda/Cooperação (2,5%) - Respeito pelos outros (2,5%)

5%

Solidariedade

TOTAL

100% 60% 6% 15% 9%

-Testes /Fichas
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO -Trabalhos escritos/Pesquisa/Projecto -Comunicação Oral

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Geografia (3º CEB)
" A avaliação não se deve restringir ao domínio do conhecimento, mas também às competências, capacidades, atitudes e destrezas."

DOMÍNIOS

COMPETÊNCIAS

INDICADORES

AVALIAÇÃO PESO RELATIVO

- Aquisição e compreensão de conheci- Compreensão dos fenó- mentos menos geográficos - Aplicação de conhecimentos - Expressão oral e escrita - Utilização de vocabulário específico

40%

COGNITIVO

- Comunicação - Tratamento de Informação/Utilização de Fontes

25%

75%

- Domínio das metodologias específicas da disciplina
- Assiduidade (0,5%) - Pontualidade (0,5%) - Cumprimento de Regras (2%) - Organização (2%) - Participação significativa/Construtiva (3%) - Realização de actividades propostas (2%) - Interesse /empenho / atenção (2%) - Métodos de trabalho/Estudo (3%) - Espírito de observação e de iniciativa (2%) - Gosto pela pesquisa de informação (1%) - Espírito de auto – crítica (1%) - Liderança (1%)

10%

NÍVEL COMPORTAMENTAL

Responsabilidade

5%

ATITUDES E VALORES

Empenho/Participação

10%

Autonomia

5%

25%

NÍVEL DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Solidariedade

- Espírito de inter ajuda/Cooperação (2,5%) - Respeito pelos outros (2,5%)

5%

TOTAL

100%
65% 5% 10% 5%

-Testes /Fichas
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO -Trabalhos escritos/Pesquisa/Projecto -Comunicação Oral

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DEP. CURRICULAR DE MAT. E CIÊNCIAS FÍSICAS E EXPERIMENTAIS Matemática e Ciências Naturais / Natureza (2º e 3º CEB)
DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS Aquisição Compreensão Aplicação Cognitivo Comunicação e expressão INDICADORES • Aquisição e compreensão de conhecimentos; • Aplicação de conhecimentos; • Expressão oral e escrita; • Utilização de vocabulário específico; • Destreza em actividades experimentais, trabalhos de pesquisa e outros; • Assiduidade; • Pontualidade; • Cumprimento de regras; • Material necessário; • Organização do caderno diário • Realização das tarefas propostas; • Métodos de trabalho e estudo; • Atenção nas aulas; • Respeito pelos outros; •Entreajuda/ cooperação; • Espírito de iniciativa e observação; • Gosto pela pesquisa de informação; • Crítica de resultados; • Formulação de questões pertinentes; TOTAL PESO RELATIVO 40 %

20 %

70%

Técnicas e procedimentos

10 %

Responsabilidade

8 %

Atitudes e Valores

Empenho/ participação Solidariedade Autonomia Atitude crítica

10% 4% 4% 4%

30%

100 %

Ciências Físico Químicas (3º CEB)
DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS Aquisição Compreensão Aplicação Cognitivo Comunicação e expressão INDICADORES • Aquisição e compreensão de conhecimentos; • Aplicação de conhecimentos; • Expressão oral e escrita; • Utilização de vocabulário específico; • Destreza em actividades experimentais, trabalhos de pesquisa e outros; • Assiduidade; • Pontualidade; • Cumprimento de regras; • Material necessário; • Organização do caderno diário • Realização das tarefas propostas; • Métodos de trabalho e estudo; • Atenção nas aulas; • Respeito pelos outros; •Entreajuda/ cooperação; • Espírito de iniciativa e observação; • Gosto pela pesquisa de informação; • Crítica de resultados; • Formulação de questões pertinentes; TOTAL PESO RELATIVO 40 % 70%

20 % 10 %

Técnicas e procedimentos

Responsabilidade

12 %

Atitudes e Valores

Empenho/ participação Solidariedade Autonomia Atitude crítica

10% 2% 3% 3%

30%

100 %

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PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE EXPRESSÕES Ed. Física (2º e 3º CEB)
Consideram-se como referência para o sucesso na área disciplinar de Educação Física, 3 áreas de avaliação específicas, que representam as grandes áreas de extensão da Educação Física. Assim: Actividades Físicas – constituída pelas matérias a desenvolver (como por exemplo: a ginástica de solo, a ginástica de aparelhos, o basquetebol, o futebol, o atletismo, etc.). O objectivo fundamental a atingir nesta área é que os alunos cooperem com os colegas para o alcance dos objectivos das matérias e dominem as competências técnico-tácticas e pelas capacidades físicas (como por exemplo a resistência, a força, a flexibilidade e a velocidade). O objectivo fundamental a atingir nesta área é a elevação da aptidão física no sentido de atingir a zona saudável tendo como referência o programa Fitnessgram. Conhecimentos – constituída pelos conhecimentos dos processos de elevação e manutenção da aptidão física e interpretação dos fenómenos sociais no seio dos quais se realizam as actividades físicas. Atitudes e valores – constituída pelos itens: assiduidade (3%), pontualidade (3%), Empenho (3%), Participação nas actividades propostas (3%), hábitos de higiene (2%), cumprimento de regras (3%), Respeito pelos outros (3%). Tendo em consideração as áreas acima referidas, o Grupo de Educação Física do Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão definiu para cada nível de avaliação (1, 2, 3, 4 e 5) o perfil desejável dos alunos:

Nível

CRITÈRIOS

5

O aluno coopera plenamente e de forma responsável com os colegas e professor para o alcance dos objectivos das actividades, executando com facilidade, autonomia e correcção as habilidades motoras subjacentes às matérias abordadas. O aluno situa-se dentro da zona saudável de Aptidão Física (Fitnessgram) nos cinco itens avaliados. O aluno compreende plenamente os conceitos e regras das actividades físicas e desportivas. O aluno revela empenhamento nas actividades e é responsável. Integra-se, colabora e estimula a participação no grupo. O aluno coopera de forma clara e responsável com os colegas e professor para o alcance dos objectivos das actividades, executando sem dificuldades, com uma certa autonomia as habilidades motoras subjacentes às matérias abordadas. O aluno situa-se dentro da zona saudável de Aptidão Física (Fitnessgram) em quatro dos cinco itens avaliados. O aluno compreende de forma clara os conceitos e regras das actividades físicas e desportivas. O aluno revela bastante interesse e participa nas actividades. Integra-se, colabora e estimula a participação no grupo O aluno coopera quase sempre com os colegas e professor para o alcance dos objectivos das actividades, executando com alguma dificuldade e/ou incorrecção as habilidades motoras subjacentes às matérias abordadas. O aluno situa-se dentro da zona saudável de Aptidão Física (Fitnessgram) em três dos cinco itens avaliados. O aluno compreende o essencial dos conceitos e regras das actividades físicas e desportivas. O aluno revela interesse e participa nas actividades. Integra-se e colabora com o grupo. O aluno tem dificuldades em cooperar com os colegas e professor para o alcance dos objectivos das actividades, executando com dificuldade/incorrecção e pouca autonomia as habilidades motoras subjacentes às matérias abordadas. O aluno apenas se situa dentro da zona saudável de Aptidão Física (Fitnessgram) em dois dos cinco itens avaliados. O aluno revela dificuldades em compreender os conceitos indispensáveis e regras das actividades físicas e desportivas. O aluno revela deficiente participação e interesse pelas actividades. Integra - se e colabora com os colegas, com dificuldade. O aluno não coopera com os colegas e professor para o alcance dos objectivos das actividades, não executa, ou executa com muitas dificuldades/incorrecções as habilidades motoras subjacentes às matérias abordadas. aluno apenas se situa dentro da zona saudável de Aptidão Física (Fitnessgram) num dos cinco itens avaliados. O aluno não compreende os conceitos indispensáveis e regras das actividades físicas e desportivas. O aluno revela fraca participação e desinteresse pelas actividades. Integra-se com dificuldade e não colabora com os companheiros

4

3

2

1

Tendo em conta o perfil desejável dos alunos, e a avaliação efectuada nas aulas, o nível proposto pelo professor de Educação Física no final de cada período, resulta da média ponderada dos resultados obtidos nas 3 áreas descritas, calculada da seguinte forma:

Fórmula de Avaliação Global Nota Final: 3x actividades físicas + 2x conhecimentos + 1x atitudes e valores 6

Nível Intervalos

1 0 a 1,4

2 1,5 a 2,4

3 2,5 a 3,4

4 3,5 a 4,4

5 4,5 a 5

__________________________________________________________________________________________________ 92
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Ed. Musical (2º CEB) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação em Educação Musical é contínua, tem como referência as finalidades e as competências da disciplina e define-se segundo indicadores que se perspectivam na integração dos saberes. A – APTIDÕES/ CAPACIDADES/ CONHECIMENTOS INDICADORES Interpretação e comunicação Percepção Sonora e musical Criação e experimentação Culturas musicais nos contextos TOTAL PESO 30% 20% 5% 5% 60%

B – ATITUDES E VALORES INDICADORES Assiduidade/ pontualidade Cumprimento das regras estabelecidas Realização das tarefas propostas Acompanhamento das actividades da aula Organização do caderno diário Respeito pelos outros Procura investigar em várias fontes Espírito de iniciativa e observação Tem método de trabalho e estudo Interesse/ participação Organiza o seu espaço de trabalho/ estudo Cooperação no trabalho de grupo É cuidadoso com os instrumentos de trabalho/ estudo TOTAL PESO 2% 2% 8% 8% 2% 2% 2% 2% 2% 4% 2% 2% 2% 40%

__________________________________________________________________________________________________ 93
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Ed. Tecnológica (3º CEB) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação em Educação Musical é contínua, tem como referência as finalidades e as competências da disciplina e define-se segundo indicadores que se perspectivam na integração dos saberes. A – APTIDÕES/ CAPACIDADES/ CONHECIMENTOS INDICADORES Interpretação e comunicação Percepção Sonora e musical Criação e experimentação Culturas musicais nos contextos TOTAL PESO 30% 20% 5% 5% 60%

B – ATITUDES E VALORES INDICADORES Assiduidade/ pontualidade Cumprimento das regras estabelecidas Realização das tarefas propostas Acompanhamento das actividades da aula Organização do caderno diário Respeito pelos outros Procura investigar em várias fontes Espírito de iniciativa e observação Tem método de trabalho e estudo Interesse/ participação Organiza o seu espaço de trabalho/ estudo Cooperação no trabalho de grupo É cuidadoso com os instrumentos de trabalho/ estudo TOTAL PESO 2% 2% 8% 8% 2% 2% 2% 2% 2% 4% 2% 2% 2% 40%

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Ed. Visual (3º CEB) DOMINIO COGNITIVO – 70%
Parâmetros de

Competências
- Domínio das metodologias especificas da disciplina. - Utilizar técnicas e materiais específicos. - Compreender as relações do Homem como espaço: proporção, escala, movimento, ergonomia e antropometria. - Conceber projectos e organizar com funcionalidade e equilíbrio os espaços tridimensionais.

Avaliação

Indicadores
- Domínio - Expressão - Rigor - Clareza - Efeitos observantes nas representações bi e tridimensionais.

Peso %
5% 6% 5% 4% 5% 5% 8% 10% 3% 4% 3% 4% 4% 4% 15% 25% 10% 20%

Técnicas

Conceitos

- Apreciação verbal. - Diversidade de ideias alternativas.

Processos

- Eficácia na comunicação visual das ideias. - Fundamentação na apreciação verbal.

- Utilizar diferentes meios expressivos de representação. - Identificar e experimentar diferentes modos de representação. Percepção e rep. do real

- Relação intenção/Produto. - Sensibilidade ao envolvimento. - Aspectos formais. - Aspectos expressivos. - Evolução na capacidade de representar. Trabalhos escritos.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Relatórios/ Trabalhos e actividade experimentais. Participação na aula. Vocabulário especifico da disciplina.

DOMINIO SÓCIO – AFECTIVO (Atitudes e Valores) – 30%
COMPETÊNCIAS
RESPONSABILIDADE

INDICADORES
Pontualidade Assiduidade. Cumpre normas. Material necessário. Atenção aulas.

PESO (%)
1,5% 1,5% 2% 3% 1,5% 3% 1,5% 2% 4% 2% 4% 8% 4% 2% 4% 2% 6% 8%

EMPENHO

Realiza tarefas. Hábitos e métodos de trabalho

SOLIDARIEDADE

Respeita os outros Entreajuda/Cooperação

AUTONOMIA

Espírito de iniciativa/Criatividade Espírito de observação

ATITUDE CRITICA

Sentido Critico Emite juízos fundamentados

__________________________________________________________________________________________________ 95
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Ed. Visual e Tecnológica (2º CEB) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação em Educação Visual e Tecnológica deve ser entendida como um processo contínuo para a aquisição de competências, baseando-se na análise da evolução do trabalho desenvolvido pelo aluno e não exclusivamente em provas criadas para esse efeito. Tem como referência as finalidades e as competências da disciplina e define-se segundo indicadores que se perspectivam na integração dos saber e saber fazer.
A – APTIDÕES/ CAPACIDADES/ CONHECIMENTOS INDICADORES Identificar e saber aplicar os elementos visuais que caracterizam uma forma. Identificar e utilizar correctamente a cor nos trabalhos Utilizar com rigor a régua, esquadro e compasso nos traçados geométricos. Conhecer e saber aplicar os principais meios técnicos de expressão plástica. Conhecer e utilizar técnicas de transformação de materiais em vários suportes Conhecer e saber utilizar ferramentas e utensílios de acordo com os materiais. Aplicar os diferentes materiais básicos tendo em conta as suas características Conhecer e aplicar as fases fundamentais do processo de resolução de problemas. Observar, registar e representar o real de acordo com as técnicas solicitadas Executar os trabalhos com criatividade, rigor técnico e boa apresentação final. Saber e aplicar as normas básicas de higiene e segurança no trabalho Mobilizar saberes diferenciados nos diferentes projectos de trabalho TOTAL PESO 3% 3% 3% 3% 3% 3% 3% 3% 5% 25% 3% 3% 60%

B – ATITUDES E VALORES INDICADORES Assiduidade/ pontualidade Participação/Interesse Empenho/responsabilidade na realização das tarefas Cumprimento das tarefas propostas. Exigência e rigor no domínio e manuseamento dos instrumentos de trabalho. Organização, controle e limpeza dos materiais e do espaço de trabalho. Partilha e cooperação no trabalho com o grupo. Respeito pela opinião dos outros. Respeito pelas regras de trabalho estabelecidas Espírito de iniciativa, observação e criatividade PESO 4% 4% 4% 4% 4% 4% 4% 4% 4% 4% 40%

TOTAL

__________________________________________________________________________________________________ 96
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Oficina de Artes (2º CEB)
DOMINIO COGNITIVO – 60%

Competências
- Conhecer o material a utilizar na pintura a guache. - Saber quais são as cores primárias que se misturam para obter cores secundarias. - Executar a pintura a guache, obtendo um aspecto final aveludado e opaco. - Conhecer as propriedades físicas do barro. - Reconhecer o material necessário para trabalhar com barro. - Executar técnicas de moldagem. - Saber que o resultado final da monotipia é único. - Reconhecer o material necessário à monotipia. - Executar a técnica de monotipia.

Parâmetros de Avaliação

Indicadores
- Sensibilidade ao envolvimento - Aspectos formais. - Aspectos expressivos. - Evolução no manuseamento dos materiais - Diversidade de ideias alternativas. - Eficácia na comunicação visual das ideias.

Peso %
5% 6% 5% 4% 8% 10% 3% 4% 3% 4% 4% 4% 15% 25% 20%

Manuseamento de materiais

Processos

- Fundamentação na apreciação verbal. - Relação intenção/Produto. - Domínio - Expressão

Técnicas

- Rigor - Clareza

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Trabalhos/ relatórios e actividades experimentais. Participação na aula. Vocabulário especifico da disciplina.

DOMINIO SÓCIO – AFECTIVO (Atitudes e Valores) – 40 %
COMPETÊNCIAS INDICADORES Pontualidade Assiduidade. Cumpre normas. Material necessário. EMPENHO Atenção aulas. Realiza tarefas. Hábitos e métodos de trabalho SOLIDARIEDADE Respeita os outros Entreajuda/Cooperação Espírito de iniciativa/Criatividade Espírito de observação Sentido Critico Emite juízos fundamentados PESO (%) 1,5% 1,5% 4% 7% 2% 5% 3% 2,5% 2,5% 4% 4% 1,5% 1,5% 5% 10%

RESPONSABILIDADE

14%

AUTONOMIA

8%

ATITUDE CRITICA

3%

Domínios Cognitivo Atitudes e Valores

Prático

Formação (CEF – nível 2) Instrumentos de Avaliação . Testes de Avaliação – 15% . Participação / Oralidade – 5% . Comportamento – 6% . Participação e responsabilidade – 4% . Apresentação pessoal – 10 . Higiene e Segurança – 15 . Técnica e método profissional 15% . Rapidez de execução – 15 . Manuseamento do equipamento – 15 . Apresentação final – 15 . Teste/prova organoléptica – 15 Total:

Peso Atribuído 20% 10%

70%

100%

__________________________________________________________________________________________________ 97
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Educação Especial

Domínios

Competências

Indicadores - Relações inter-pessoais - Respeito pelos outros - Comportamento em várias situações sociais - Espírito de interajuda - Realização de tarefas - Capacidade de superar obstáculos - Iniciativa na tomada de decisões

Peso

Socialização

*

Autonomia
SÓCIO-AFECTIVO

*

- Assiduidade - Pontualidade Responsabilidade - Cumprimento das regras - Organização - Participação nas actividades - Realização das tarefas propostas - Interesse e empenho - Atenção/ concentração - Coordenação de movimentos amplos - Coordenação de movimentos finos - Lateralidade e destreza motora - Noção de corpo e a relação com o movimento - Aquisição e compreensão de conhecimentos - Aplicação de conhecimentos - Expressão oral e escrita

*

Empenho/ Participação

*

PSICO-MOTOR

Motricidade

*

Aquisição Compreensão
COGNITIVO

Aplicação Comunicação e expressão

* *

*O peso de cada domínio será atribuído de acordo com o tipo e grau de deficiência ou incapacidade de cada aluno.

__________________________________________________________________________________________________ 98
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ANEXO VIII AVALIAÇÃO INTERNA E SEUS EFEITOS
AVALIAÇÃO SUMATIVA INTERNA (P. 31, 32, 33 e 34 / DN / 01/05) COMPETÊNCIA / DECISÃO A decisão de progressão do Aluno, ao FORMA DE EXPRESSÃO ano de escolaridade seguinte, é uma
decisão pedagógica

CICLO

2º e 3ºC

1. Todas as disciplinas: class. de 1 a 5 (podendo ser acompanhadas, sempre que se considere relevante, de uma avaliação descritiva). 2. Áreas curriculares não disciplinares – menção qualitativa de NS (Não Satisfaz), S (Satisfaz), SB (Satisfaz Bem) - (devendo ser acompanhadas, sempre q/ se considere relevante, de uma avaliação descritiva). Conselho de Turma – sob 3. Disciplinas de organização semestral (Ed. Tec. e Of. Artes): proposta dos Prof. de cada disciFinal do 1º e 2ºP (disciplinas q/ incidam nos 1º e 2ºS, respectivamente) – forma descriti- plina / área curricular n/ discipliva; nar – ratificação pelo CP.
Final do 1ºS – avaliação (class. de 1 a 5, podendo ser acompanhadas, sempre que se considere relevante, de uma avaliação descritiva) registada em acta; Final do 2ºS – (corresponde às avaliações do 3ºP) – avaliação sumativa todas disciplinas e áreas n/ discip., de acordo c/ os pontos 1 e 2 – ACTO ADMINISTRATIVO FORMAL.

EFEITOS DA AVALIAÇÃO SUMATIVA NO FINAL DO 3º PERÍODO
EFEITOS DA AVALIAÇÃO SUMATIVA (final do 3º Período) - (P. 53 a 65 / DN / 01/05) CICLO / ANOS CONDIÇÕES / EXEMPLIFICAÇÃO EFEITOS 2 disc. (quaisquer) c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)), desde q/ n/ sejam cumulativamente Transita 5º, 7º e 8º Anos L.Port. e Mat. (Final de Ano) 3 disc. c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)), sendo uma delas L.Port. ou Mat. Não Transita Mais de 3 disc. c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)) Não Transita 2ºC e 2 disc. c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)), desde q/ n/ seja cumulativamente L.Port. e Aprovado 3ºC Mat. 6º e 9º Anos 2 níveis inf. a 3 a L.Port. e Mat. Não Aprovado (Final de Ciclo) 3 disc. c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)) Não Aprovado 2 ou mais níveis 1 Não Aprovado Nota: 1. A disciplina de EMRC não é considerada para efeitos de progressão / retenção do Aluno (P. 62 / DN / 01/05); 2. No final do 2ºC, no âmbito da av. sumativa, o CT pode decidir pela progressão de um aluno q/ n/ desenvolveu as competências essenciais – a decisão tem que ser por unanimidade e devidamente fundamentada (P. 58 e 59 / DN / 01/05); 2. Sempre que um aluno fique em situação de retenção, é elaborado um plano de acompanhamento, para pôr em prática no ano lectivo seguinte; 3. Perante uma retenção repetida, são seguidos os mesmos trâmites do ponto anterior e, no termo da avaliação sumativa ordinária, o aluno é submetido a uma avaliação sumativa extraordinária e é elaborado um relatório, o qual é depois submetido ao CP que decidirá em conformidade. Será também elaborado um plano de acompanhamento, para pôr em prática no ano lectivo seguinte.

CONDIÇÕES DE ADMISSÃO aos EXAMES NACIONAIS do 9º ANO
CONDIÇÕES DE ADMISSÃO aos EXAMES NACIONAIS do 9º ANO (L.- Port. e Mat.) – (P. 2 / DN / 15/05) – Av. Interna CONDIÇÕES EXEMPLIFICAÇÃO EFEITOS Não admitido (a exaNível 1 (L. Port. e Mat.) - cumulativamente L. Port. - 1 e Mat. - 1
me)

3 disc. c/ nível inf. a 3, sendo: Hist. - 2 / Mat.-2 / L. Port.-1 Não admitido (a exa2 disc. (quaisquer) c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)), mais me) AP. - NS / Mat.-1 / L. Port.-2 L.Port. ou Mat. c/ nível 1 3 disc. c/ nível inf. a 3, sendo: Hist.-2 / Mat.-2 / L. Port.-2 2 disc. (quaisquer) c/ nível inf. a 3 (incluindo AP (NS)), mais AP.-NS / Mat.-2 / L. Port.-2 Admitido (a exame) L.Port. e / ou Mat. c/ nível 2 (total 4 disciplinas) * AP.-NS / CN.-2 / Mat.-2 e/ou L. Port.-2 * Nota: 1. * Nesta situação, nem Mat, nem L.Port. podem ter nível 1; 2. A avaliação a L. Port. e Mat. não se esgota na avaliação interna, mas sim na avaliação final (av. interna + av. externa / exame).

__________________________________________________________________________________________________ 99
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ANEXO IX ORGANOGRAMA DO AGRUPAMENTO CONSELHO GERAL

CONSELHO PEDAGÓGICO

DIRECÇÃO EXECUTIVA

CONSELHO ADMINISTRATIVO

Dep. Curric.
Rep. disc.

Coord. Estab. Pres. CE

Cons. Docentes Pessoal Doc.
Doc. JI / 1ºC

Vice-Pres. CE

Coord. DT
DT

Pessoal N/ Doc. Chefe S. A. E.

Coord. Form Pedagógica
Orient. Est.

Discentes

Coord. Serv. Esp. Ap. Educativos

Coord. Proj.

Associação Pais / EE

Pessoal Não Doc.

__________________________________________________________________________________________________ 100
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ANEXO X ESTRUTURAS FUNCIONAIS NA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR ESTRUTURAS CAS ADMINISTRATIVAS PEDAGÓGICAS

CAS
ADMINISTRAÇÃO GERAL
▪ Gestão financeira ▪ Secretaria ▪ Gestão de pessoal ▪ Conservação ▪ (...)

CAS
INSTRUÇÃO E APOIO
▪ Organização curricular ▪ Organização processo de ensino ▪ Agrupamento de alunos ▪ Progressão dos alunos ▪ Distribuição do serviço educativo ▪ Organização do tempo ▪ Organização do espaço ▪ Gestão das instalações pedagógicas ▪ Gestão do material didáctico ▪ Gestão da reprodução de documentos

ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR
▪ Acesso dos alunos à escola ▪ Bem-estar dos alunos ▪ Medicina escolar ▪ Serviço social

ORIENTAÇÃO EDUCATIVA E PROFISSIONAL
▪ Socialização comportamental: - Director de Turma - Conselho de Turma - Prof. apoio alunos com NEE - ... ▪ Socialização normativa

ESTIMULAÇÃO
▪ Acompanhamento pessoal: - Director de Turma ▪ Acompanhamento académico: - Director de Turma - Professores de apoio (aulas de apoio ped. acresc., clubes) ▪ Orientação escolar e profissional

PROFESSORES
▪ Agrupamento de professores: - Grupos - Disciplinas - Áreas - 1º Ciclo - Ed. Inf.ª ▪ Formação

COORDENAÇÃO EDUCATIVA
▪ Coordenação horizontal: - Conselho de Turma ▪ Coordenação vertical: - Conselho de Depart. - Conselho Disciplinar - Grupo de nível - Conselho de Docent. - Grupo 1º Ciclo - Grupo Ed. Inf.ª

• • • • • • •

Assembleia ............................................................ 12 Conselho Executivo ................................................. 4 Conselho Administrativo ......................................... 3 Conselho Pedagógico ................................. ......... 14 Departamentos Curriculares .................................... 4 Representantes de Grupo ...................................... 21 Coordenador dos Directores de Turma ................... 1 Directores de Turma .............................................. 11 Delegados dos alunos ........................................... 11

• • • • • • • • •

Adaptado de NÓVOA, A.)
Conselho de Docentes .............................................. 17 Conselho de Educadores de Infância ......................... 5 Conselho de docentes do 1º C .................................. 12 Alunos ...................................................................... 402 Docentes (JI / 1º / 2º / 3º) .......................................... 60 Assistentes Administrativos ......................................... 9 Auxiliares de Acção Educativa .................................. 18 Ajudantes de Cozinha ................................................. 5 Guardas Nocturnos ...................................................... 2

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 101
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ANEXO XI CONSELHO GERAL CONSELHO GERAL

DOCENTES 7 representante

PESSOAL NÃO DOCENTE 2 representante

ALUNOS TRABALHADORES ESTUDANTES 0 representante

PAIS / EE 6 representante

AUTARQUIA 3 representante

ACTIVIDADES de CARÁCTER CULTURAL e RECREATIVO 3 representante

ANEXO XII CONSELHO EXECUTIVO CONSELHO EXECUTIVO

PRESIDENTE António Manuel Santos Martins

VICE-PRESIDENTE Teresa Conceição Matias Carvalho

VICE-PRESIDENTE M.ª Fernanda Lemos Santos Mendes

VICE-PRESIDENTE M.ª de Lurdes Jesus Pereira

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 102
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ANEXO XIII CONSELHO ADMINISTRATIVO CONSELHO ADMINISTRATIVO

VICE-PRESIDENTE
M.ª FERNANDA LEMOS SANTOS MENDES
(Vice-presidente do Conselho Executivo)

PRESIDENTE
ANTÓNIO MANUEL SANTOS MARTINS
(Presidente do Conselho Executivo)

SECRETÁRIO
FRANCISCO BERTO SILVA CUNHA
(Chefe dos serviços de Administração Escolar)

ANEXO XIV CONSELHO PEDAGÓGICO CONSELHO PEDAGÓGICO

CONSELHO EXECUTIVO
Presidente CE

DEPARTAM. CURRIC.
Dep. Ed. Pré-Esc. Dep. 1º CEB Dep. Línguas Dep. CHS Dep. MCE Dep. Expressões

DIR. TURMA

PROJ. PED.

SERV. ESP. AP. EDUC.
Coord. Ed. Espec.

CONSELHO DOCENTES
Coord.Cons.Doc.1ºC

BE/CRE

PESSOAL NÃO DOCENTE
Rep.Pess.N/Doc.

PAIS / EE

Coord. DT

Coord. Proj. Ped.

Coord. BE/CRE

Rep. Pais/EE

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 103
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ANEXO XV DEPARTAMENTOS CURRICULARES

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS

LÍNG. PORT. 2º C

LÍNG. PORT. 3º C

LÍNG. FRANC. 2º C

LÍNG. FRANC. 3º C

LÍNG. INGLESA 2º C

LÍNG. INGLESA 3º C

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

HIST. E GEOG. PORT. 2º C

HISTÓRIA 3º C

GEOGRAFIA 3º C

EMRC 2º e 3º C

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 104
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DEPARTAMENTO DE MAT. E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

MATEMÁTICA 2º C

MATEMÁTICA 3º C

CIÊNCIAS DA NATUR. 2º C

CIÊNCIAS NATURAIS 3º C

FÍSICO-QUÍMICA 3º C

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

ED. FÍSICA 2º C e 3º C

ED. MUSICAL 2º C

ED. VISUAL 3º C

EVT 2º C

OFICINA DE ARTES

ED. TECNOLÓGICA 3º C

ED. ESPECIAL

FORMAÇÃO CEF

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 105
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DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

JARDIM- DE- INFÂNCIA S1 - LAJEOSA

JARDIM- DE- INFÂNCIA S2 - LAJEOSA

JARDIM- DE- INFÂNCIA PARADA

JARDIM- DE- INFÂNCIA FERREIRÓS

DEPARTAMENTO DE 1º CEB

EB1 LAJEOSA

EB1 PARADA

EB1 FERREIRÓS

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 106
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