UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA QUÍMICA DISCIPLINA: QUÍMICA ANALÍTICA III PROFa

: DJAVÂNIA

CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA (CCD)

LAUANDICE SÁ MENESES NOGUEIRA MANOEL DE JESUS DE A. LIMA MARCOS LEITE S. JUNIOR ROMES SILVA TAYANE AGUIAR FREITAS

QM06114- 46

QM09110-54 QM06111- 43 QM06102-42 QB09104-45

SÃO LUÍS – MA 2010

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CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA (CCD)

LAUANDICE SÁ MENESES NOGUEIRA MANOEL DE JESUS DE A. LIMA MARCOS LEITE S. JUNIOR ROMES SILVA TAYANE AGUIAR FREITAS

QM06114- 46 QM09110-54 QM06111- 43 QM06102-42 QB09104-45

Trabalho Curso de

Apresentada Química Federal

ao da do

Universidade

Maranhão Para Obtenção da Terceira Nota da Disciplina de Química Analítica III

SÃO LUÍS – MA 2010

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Placa de camada fina ..................................................................... 16 Figura 2: Desenvolvimento da placa de cromatografia ............................. 17 Figura 3: Cromatografia ascendente ............................................................ 18 Figura 4: Desenvolvimento da placa ............................................................ 18 Figura 5: Cromatografia horizontal ............................................................... 21 Figura 6: Esquema de um equipamento para desenvolvimento circular .. 22 Figura 7: Esquematização de um cromatograma obtido por CCD ............ 23

...... 26 .............................4 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Comparação entre (CDD) e (CCDAE) .......

ADSORVENTES UTILIZADOS EM CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA ..........Aplicação da Amostras nas Cromatoplacas . 25 8...........................0...................................... 22 6..................Desenvolvimento das placas .............................................................1...........................................................Revelação dos cromatogramas ............................................. 11 5..................................3...................0.......................................................................................0......... 28 10..........CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA DE ALTA EFICIÊNCIA ........... 17 5............................TERRA DIATOMÁCEA ........................ 27 9...................REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................Seleção da Fase Móvel ..... 29 .........POLIAMIDA ....................1......................................................... 15 5....................... 10 5................................................APLICAÇÕES DA CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA ........................................................................................................................... 23 7.............. 11 5.Preparação por Espalhamento .2..............................................CELULOSE ....................................................3.......................................5..................... 11 5...........03....... 9 4.........................................4................................................ 22 5...........SÍLICA (SIO2) ................. 6 ADSORVENTES ..... 8 4........................................ 13 5..........................ANÁLISES QUANTITATIVAS ...........................................................................................................................02......................................................1.2 Ativação das Placas ............................................ 8 4.......................................................1..................................5..................................7..............................6............ 10 4..0INTRODUÇÃO .ALUMINA (AL2O3) ..............................Sumário 1......................Documentação ..........0......2 Placas Pré – Fabricadas ......1........... 6 CCD UMA VISÃO GERAL.4....................................................................................CONCLUSÃO .. 9 4........................ 14 5..........TÉCNICAS GERAIS ........................................0..... 8 4.........0........................Preparação das Placas .. 14 5.......................

Essa técnica teve início como ferramenta de análise em química e bioquímica com os trabalhos de Izmailov e Sharaiber. como fácil compreensão e execução.1. O grande desenvolvimento dessa técnica é conseqüência natural das múltiplas vantagens que mesma oferece. entre duas fases imiscíveis. .INTRODUÇÃO A química analítica possui diversos métodos de análise. Neste trabalho estudaremos a fundo as técnicas de uma CCD. e somente a partir da década de 1960 passou a ser largamente utilizada em qualquer laboratório que envolva análise de substâncias orgânicas e organometálicas. A CCD é um processo físico-químico de separação que está fundamentada na migração diferencial dos componentes de uma mistura. suas aplicações. dentre eles um método moderno que ocupa um lugar de destaque devido a sua facilidade em efetuar separação. seus desenvolvimentos e outros assuntos que caracterizam esta técnica. em 1938. separação em breve espaço de tempo.0. identificação e quantificação das espécies químicas é a cromatografia em camada delgada. características. a fase móvel e a fase estacionária. que ocorre devido a diferentes interações.

as moléculas de água são polares e por conseguinte organizam-se de maneira que a região de carga positiva de uma molécula é atraída pela região de carga negativa de outra. A técnica foi descoberta em 1906 pelo botânico italiano naturalizado russo Mikahail Tswett. . 1atm. Estas regiões às vezes são representadas como sendo negativamente e positivamente carregadas. De maneira mais completa. Uma molécula polar é simplesmente aquela que possui uma região rica em elétrons e uma outra região que é pobre em elétrons. A água (H20) é uma molécula muito mais simples que o etanol (H2C-H2COH). Enquanto a solução percolou através da coluna os componentes individuais da mistura migraram para baixo em taxas diferentes de velocidades e então a coluna apresentou-se marcada com gradientes horizontais de cores. A esse gradiente deu-se o nome de cromatograma.CCD UMA VISÃO GERAL A cromatografia é uma técnica da química analítica utilizada para a separação de misturas e substâncias. respectivamente. água =100ºC. Assim. Moléculas de água têm regiões ricas em elétrons nos átomos de oxigênio e regiões pobres em elétrons nos átomos de hidrogênio. um tipo de adesão. mas tem um ponto de ebulição muito mais alto . mas não foi largamente utilizada até os anos 30. a técnica baseia-se no princípio da adsorção seletiva (que não deve ser confundida com absorção). Estas interações provêem uma explicação para o elevado ponto de ebulição da água. Tswett separou pigmentos de plantas (clorofilas) adicionando um extrato de folhas verdes em éter de petróleo sobre uma coluna com carbonato de cálcio em pó em um tubo de vidro vertical.7 2.etanol = 46ºC. A cromatografia funciona graças ao fato das moléculas possuírem uma propriedade chamada polaridade em comum e tenderem a se atrair mutuamente. Moléculas polares são unidas por forças de atração entre cargas opostas de moléculas diferentes.0.

terpenóides e esteróides. Apresenta caráter fracamente ácido. entre outros. alcalóides. .1.0- ADSORVENTES UTILIZADOS EM CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA 4. Entretanto. retém água suficiente para que as separações ocorram por mecanismo semelhante à cromatografia em papel. fenômenos de quimiossorção de bases ou reações ácido-catalisadas das amostras. Em geral. podendo ocorrer como conseqüência. altamente poroso. quando for propositalmente desativada com vapor de água. os quais podem ser adquiridos para a confecção de placas no próprio laboratório ou como placas pré-fabricadas. Entre os adsorventes mais utilizados em CCD estão a sílica. 4. a celulosa. que pode ser aumentado pela presença de impurezas ácidas. a alumina. cetonas.0. aminoácidos.ADSORVENTES O mercado dispõe de uma grande variedade de adsorventes para fins cromatográficos. é seguramente um dos adsorventes mais utilizados em cromatografia por adsorção.Existem vários tipos de sílicas disponíveis no comércio. Alguns dos principais fornecedores desses produtos são: Merck.SÍLICA (SIO2) Á silício amorfo. usando mecanismo de adsorção. de acordo com certas características adicionais de cada produto. ácidos graxos.8 3. Macherey-Nagel. nas quais esses adsorventes são espalhados em camadas de diferentes espessuras. fenóis. a sílica é empregada na separação de compostos lipofílicos como aldeídos.

Quando comparada com a sílica e alumina. utilizam-se as mesmas proporções citadas para a sílica. Ela separa e bem hidrocarbonetos lipossolúveis. embora possa também ser preparada para apresentar característica neutra ou ácida. A alumina é geralmente empregada na separação de compostos lipofílicos e.ALUMINA (AL2O3) A alumina é depois da sílica o adsorvente mais utilizado. . neutra ou alcalina. . Algumas vezes é adicionada à sílica para diminuir seu poder adsorvente. ou seja.3. policíclicos. recomenda-se a utilização de uma suspensão de 30g de alumina em 40ml de água destilada. misturam-se cerca de 30g de sílica com 60-70 ml de água destilada. Essa quantidade de suspensão é suficiente para preparar cinco placas de 20 por 20cm.9 Na preparação de placas. 4.3mm. aminas vitaminas Para preparar cinco placas de 20 por 20cm e espessura de 0.TERRA DIATOMÁCEA É um adsorvente neutro amplamente empregado como suportes nas separações por partição. uma parte de adsorvente para duas partes de água destilada. é bastante útil na separação de substâncias que apresentem variações dessas características alcalóides.3mm. Pode ser encontrada comercialmente com seu aglutinante. Tem características alcalinas.2. com uma espessura da camada ao redor de 0. Deve-se sempre considerar a possibilidade de a alumina catalisar diversas reações orgânicas. 4. Na preparação de placas. pelo fato de poder ser preparada com características ácida. como as condensações de compostos carbonílicos . é menos adsorvente e com menor poder de resolução.

trietanolamina e epicloridrina (ECTEOLA-celulose). pela formação de ligações de hidrogênio. Sua maior utilização é comprometida pela dificuldade de separação das cromatoplacas no laboratório no laboratório. com adsorvente e fase móvel. aminoácidos. A poliamida pode ser de dois tipos. com maior freqüência. devido à uniformidade das partículas.POLIAMIDA A utilização de poliamidas vem crescendo nos últimos anos. A celulose microcristalina pode ser empregada em todos os tipos de separações realizáveis por cromatografia em papel.a carboximetil-celulose (CM-celulose)para separaão de proteínas.10 4.cátions inorgânicos e fosfatos. as separações dos solutos ocorrem através da competição.misturam-se 25g de celulose a 90ml de água destilada.em geral. .Também por isso é de desenvolvimento mais rápido. enquanto a poliamida 6 vem da aminopolicaprolactama ( perlon ). 4. com a vantagem de fornecer manchas mais compactas. na separação de fenóis e ácidos carboxílicos.5.empregada na separação de nucleotídeos e nucleosídeos. entre outros. a dietilaminoetil-celulose (DEAE-celulose) e uma mistura de celulose alcalina. para separação de proteínas e ácidos nucléicos. Assim. carboidratos.As diferentes celuloses têm sido empregadas na separação de ácidos carboxílicos.CELULOSE Tem sido empregado como suporte da fase estacionária líquida em cromatografia por partição ou troca iônica.Tem sido empregada.4. uma vez que exerce as mesmas funções. levando-se ao agitador por dois minutos antes de colocar na placa de vidro. e o limite de detectabilidade do método é mais baixo. A poliamida 11 é preparada a partir do ácido poliaminoundecanóico (nylon 11). de acordo com sua preparação. em função de sua baixa aderência ao vidro. tem-se a celulose impregnada com polietilenoimina (PEI-celulose). Para preparação de cinco placas de 20 por 20cm.

mais indicado para placas de pequenas dimensões. Nesses casos.11 Para a preparação das placas. Uma delas consiste em preparar a suspensão do adsorvente no solvente adequado e.Essas quantidades são suficientes para cinco placas de 20 por 20c e 0. espalhando-a com de maneira uniforme com o auxilio de um bastão de vidro e fazendo-a oscilar. a preparação sempre se inicia com a limpeza da placa de vidro. transferir a suspensão para superfície da placa. pois os espalhadores em geral são construídos com vistas à utilização de placas com 20 cm de comprimento e largura variável. e. O tamanho da placa de vidro deve ser observado. procurando-se eliminar toda a gordura de sua superfície. consiste na imersão da placa em uma pequena suspensão de adsorvente.TÉCNICAS GERAIS 5. Outro processo bastante simples. solução sulfocromica e água corrente. esse cuidado pode ser ignorado. mantendo-se a placa de vidro na posição horizontal.1.0.Preparação por Espalhamento Existem diversas formas de se separar uma placa cromatográfica. Quando não se dispõe de um aplicador. secando-se em estufa. Quando a preparação for manual. Repousa-se a placa em uma superfície plana horizontal e deixa-se secar ao ar. Para tanto. evitando-se ao final enxaguar com solvente orgânico que possam dificultar a aderência do adsorvente.1. recomenda-se fazer a suspensão de 15g de pó em 60ml de metanol. quer manualmente quer com emprego de espalhadores. A dificuldade encontrada nesse processo é a obtenção de superfícies uniformes. 5. recomenda-se que a placa seja lavada com detergente. previamente purificado. Independentemente do método escolhido. para facilitar a uniformização da camada. a suspensão .1. existem outras formas bastante simples de preparar uma placa. mantido em um frasco de boca larga.Preparação das Placas 5.3mm de espessura. finalmente.

Esses modelos são de uso menos freqüente. Uma vez aplicada à camada do adsorvente sobre a placa de vidro. O tempo necessário para isso é variável. enquanto as de poliamida ficam prontas em 30 min. É possível que as laminas de vidro não tenham a mesma espessura. antes de ficarem prontas para uso. para uso analítico ou preparativo. ao passar de uma placa para outra. A abertura da fenda varia segundo a origem do equipamento. Quando sua superfície torna-se opaca. Nesse processo obtem-se superfícies bem mais delgadas e uniformes. e a camada de adsorvente é exposta ao vapor d’água. Eles são encontrados no mercado em tipos e marcas diferentes. Placas assim preparadas tem seu uso restrito a escala analítica. Existem ainda espalhadores que mantém o recipiente com adsorvente fixo e. através de uma fenda regulável existente ao longo de sua base. o que provoca oscilação durante o deslizamento do recipiente. isso significa que ela está seca e. Para evitar esse tipo de problema. sob ele. As placas são separadas. deixando escoar a suspensão. segurando-as com uma pinça e. A titulo de exemplo. através a suspensão do adsorvente. Quando se pretende preparar placas bem uniformes e com espessuras definidas. o adsorvente encontra-se fixado ao vidro. conseqüentemente. alguns modelos de espalhadores permitem o nivelamento das placas. ela é seca ao ar livre. em geral. faz-se necessária a utilização de espalhadores. o solvente é evaporado. a seguir. mergulhando-as na suspensão.12 é feita em um solvente orgânico volátil. Tomam-se duas placas com as faces justapostas. fazer deslizar um recipiente contendo a suspensão. sendo os mais comuns fundamentalmente em manter as placas fixas em um suporte e. como o clorofórmio. entretanto. na proporção de 40 g de adsorvente para 100 ml de solvente. estão dentro dos limites de 0 a 2. através de guias laterais que . fazem deslizar as placas fixadas em um suporte móvel.0 mm. sobre elas. o que permite a utilização de menores quantidades de amostras e o desenvolvimento mais rápido dos cromatogramas. Enquanto o recipiente desliza. retirando-as lentamente. as placas de PEI – celulose necessitam de 12 horas para secar.

de alumínio ou de vidro. Também podem ser encontradas placas de 20 x 40 cm. pré-fabricadas. essa zona de concentração pode ser de dióxido de silício (SiO2) ou terra diatomácea. Além dos espalhadores existentes no mercado. até uma altura de 2. O restante da placa é constituído do adsorvente propriamente dito. Em produtos disponíveis comercialmente.0 mm. 5. dispensam a fase de preparação e são bem mais uniformes e homogêneos os que. para fins preparativos.5 cm no sentido do desenvolvimento do cromatograma. tem um comportamento inativo e apresenta boa velocidade de fluxo. Isso pode ser contornado com o uso de cromatoplacas com zona de concentração. é mencionada na literatura a existência de diversos espalhadores adaptados ou construídos pelos pesquisadores em seus laboratórios. o que permite colocar todas as faces superiores das placas no mesmo nível.1. e com a espessura da camada de adsorvente variando entre 0. A camada de adsorvente está depositada sobre uma lamina de material plástico. .13 comprime-nas contra um fundi provido de espuma de náilon. São pré-cortadas geralmente nos tamanhos 5 x 20 cm e 20 x 20 cm. São preparadas com dois componentes diferentes em camadas adjacentes que apresentam uma bem definida linha divisória. A zona de concentração ocupa toda a extremidade inferior da placa.1 a 2. melhora a separação e torna os valores mais reprodutíveis.2 Placas Pré – Fabricadas Placas cromatográficas. Um dos cuidados a serem observados na realização de um experimento de cromatografia é a colocação das amostras exatamente na mesma linha de partida. dos adsorventes mais utilizados estão disponíveis no mercado há algum tempo.0 mm de espessura. que não oferece resistência ao fluxo da fase móvel. com 2. Apesar de terem custo bem mais elevado. para não ocorrem variações nos valores. sem duvida.

enquanto outras separações exigem sua ativação. as quais estão diretamente relacionadas com o poder de eluição. O tempo e a temperatura utilizados para a ativação estão na dependência do adsorvente utilizado e da atividade desejada. por tempos prolongados. na escolha da fase móvel. em função do tipo de adsorvente ou da natureza das sustâncias. Quando uma fase móvel pura não separa bem os componentes de uma amostra. Existem diferentes misturas que promovem igual separação das amostras/ em geral.Seleção da Fase Móvel O solvente ou mistura de solvente a serem utilizados como fase móvel deve ser escolhida cuidadosamente. em ambientes secos como dissecadores ou caixas semelhantes a estantes fechadas.2 Ativação das Placas Para muitas separações. na qual eles são ordenados segundo suas polaridades. as placas preparadas ou pré-fabricadas. observa-se que pequenas . a 105°C. Temperatura mais elevadas. 5. As placas podem ser conservadas. tornam a maioria dos adsorventes mais ativos. prontas para uso. Portanto. secas ao ar livre. A celulose não deve ser aquecida por mais de 10 min. porem deve-se ter em mente que não é raro encontrarem-se nela alterações.3. alumínio e terra diatomácea são ativados a 105 – 110 °C por 30 a 60 min. Sílica.14 5. pode-se utilizar uma mistura. Entende-se que existe uma competição entre as moléculas da fase móvel e da amostra. toma-se como base a ‘serie cluotropica’ dos solventes. pela superfície do adsorvente. Nessa seleção. devem-se considerar a natureza química das substancias a serem separadas e a polaridade da fase móvel. pois terão papel fundamental na separação da mistura. Essa serie auxilia muito. são usadas diretamente.

ser facilmente eliminados após a aplicação.0 cm acima da borda inferior. Quando não é exigida a precisão na quantidade de amostra. evitando-se que fiquem mergulhadas na fase móvel quando a placa for colocada na cuba.Aplicação da Amostras nas Cromatoplacas As amostras são aplicadas nas cromatoplacas na foram de soluções. aumentar muito o diâmetro da mancha. 5. podem ser utilizados tubos capilares de vidro. pois. Em geral são empregados soluções de 0.0%.. Serão observados deslocamentos concêntricos das substancias. em solventes bastante voláteis. se ele não detectar a amostra. o que permite que. em poucos minutos. Uma maneira bastante pratica de se ter uma idéia do poder eluente da fase móvel consiste em colocar manchas da amostra sobre uma cromatoplaca e gotejar sobre cada uma delas. diferentes solvente. com auxilio de uma micropipeta. devendo-se sempre ter em mente o limite de detectabilidade do revelador. A distancia entre cada gota/mancha é de aproximadamente 1. A aplicação da amostra também pode ser feita empregando-se aplicadores automáticos.1% a 1. permitem tomar um volume apropriado de amostra do recipiente que a contem e dispensar esse volume na placa de maneira muito precisa e exata. Soluções muito diluídas podem exigir a aplicação de um volume grande de amostra e.15 variações na composição da fase móvel levam a grandes alterações no deslocamento das manchas. conseqüentemente. Esses aplicadores são sistemas que. evitando-se sempre que haja contato entre as gotas/manchas adjacentes. se tenha informação a respeito da capacidade de deslocamento de diferentes solventes. deve ser aumentar sua concentração na placa.5 a 2. . Para a aplicação da amostra. que possa.4.0 cm. movimentando o embolo de uma seringa. podem-se utilizar micropipetas ou microsseringas. que permitem determinar a quantidade de substancia colocada na placa. As gotas/manchas devem ser aplicadas 1.

16 Em placas preparativas. cerca de 2 cm acima da borda inferior da placa. com o auxilio de uma espátula ou aspirador apropriado. após o desenvolvimento e revelação do cromatograma. a faixa correspondente a substancia desejada é retirada da placa. com auxilio de pipetas ou utilizando-se aplicadores automáticos de amostras. Se a amostra não estiver aplicada como uma faixa horizontal uniforme. A aplicação pode ser feita à mão. porem sempre de maneira rápida e bem uniforme. uma solução concentrada da amostra é aplicada na forma de faixa ou linha horizontal. Figura 1: placa de camada fina . Nas placas preparativas. e a substancia é extraída do adsorvente com um solvente adequado. as bandas das substancias também não serão horizontais e o trabalho estará perdido por má separação.

representada na figura (1.Desenvolvimento das placas Uma cromatografia busca o melhor desenvolvimento possível para obter a separação dos componentes na amostra. o desenvolvimento horizontal e o desenvolvimento circular.0) abaixo: Essa técnica . Na cromatografia ascendente o solvente é colocado no fundo da tinta de cromatografia e tem um movimento ascendente através do papel cromatográfico durante o desenvolvimento do cromatograma. todos serão descritos ainda neste item. Dentre diferentes formas podemos destacar o desenvolvimento ascendente.17 5.5.

com fase móvel e absorvente puro.0). Através de forças capilares o solvente move-se para cima até a distância desejada (usualmente 10 a 15 cm). mergulhadas no solvente (fase móvel). Neste método. O desenvolvimento pode ser unidimensional ascendente. coloca-se a placa na cuba cromatográfica qual a posição deve ser quase vertical. FIGURA 4 Desenvolvimento da placa . onde então a corrida é interrompida. Remove-se a placa e marca-se a posição da frente de solvente com um objeto pontudo. Seca-se a placa em capela ou em uma estufa.5-1. bidimensional ou ascendente unidimensional com múltiplo desenvolvimento. Colocam-se fitas de papel de filtro nas paredes da cuba.0 cm). Logo após este procedimento. até uma altura que seja inferior uma altura àquela das manchas das placas (em geral 0. Na secagem.18 FIGURA 3 Este é o método mais utilizado e que pode ser como considerado a técnica básica. apoiada no fundo da cuba e inclinada em direção às paredes laterais. deve-se levar em consideração a sensibilidade da amostra ao calor e a luz. Geralmente se inicia em trabalho com o movimento unidimensional ascendente. a fase móvel (ou solvente) deve cobrir todo o fundo da cuba. ou seja. para garantir que a cuba fique saturada com vapor de solvente (ilustrado na figura 2.

Assim. na qual a fase móvel não suba por capilaridade entre elas. Algumas cubas retangulares possuem nas paredes laterais menores. Em muitos casos. pois assim que a cuba é fechada iniciam-se os seguintes processos: i) O equilíbrio entre os componentes do solvente de desenvolvimento e sua fase de vapor. chamado saturação. mesmo usando diversas etapas de separação com solventes diferentes. Particularmente os componentes polares serão removidos da fase gasosa e carregados para a superfície da fase estacionária. causando a formação de fronts secundários. o que permite vários desenvolvimentos ao mesmo tempo.19 Pode-se colocar mais de uma placa em uma cuba. a parte da placa que ainda está úmida com a fase móvel interage com a fase gasosa. Este processo é também um equilíbrio. os componentes da fase móvel podem ser separados pela fase estacionária sob certas condições. Durante o processo de desenvolvimento existem algumas considerações que devem ser feitas. entretanto. deve-se ter cuidado para que exista um espaçamento não muito estreito entre elas. sulcos de encaixe das placas. especialmente o componente menos polar do líquido é liberado para a fase gasosa. iv) Durante a migração. Neste . Este problema pode ser superado com o uso da cromatografia em camada fina em duas dimensões ou cromatografia bidimensional. a separação de misturas por TCL com o desenvolvimento em uma só direção não permite uma boa resolução dos componentes. A técnica pode ser aplicada até mesmo para compostos estruturalmente muito relacionado. ii) Enquanto a fase estacionária (placa) estiver seca adsorverá moléculas da fase gasosa. iii) Simultaneamente. dependendo da pressão de vapor dos componentes individuais a composição da fase gasosa pode ser significativamente diferente da composição do solvente de desenvolvimento.

a separação é feita usando-se uma placa de TLC quadrada. A aplicação da amostra é feita perto de um dos vértices da placa e um primeiro desenvolvimento é feito usando um sistema de solventes. Nessas duas técnicas as placas ficam apoiadas na posição horizontal. (VOGEL) Pode-se utilizar ainda a cromatografia ascendente unidimensional com múltiplo desenvolvimento. . porém são menos utilizadas. o desenvolvimento horizontal e vertical também podem ser utilizados na TLC.20 procedimento. a placa é retirada da cuba e seca. no sentido de desenvolvimento do cromatograma. Uma vez desenvolvido o cromatograma. Para o desenvolvimento circular. As manchas aparecem em círculos concêntricos. Gira-se a placa de modo a fazer com que a coluna de manchas separadas passe a ser a linha de partida. ilustrado na figura abaixo: FIGURA 5 Para o desenvolvimento horizontal. (COLINS) Como mencionado no início deste item. a amostra fica em um circulo ao redor do centro e. aplica-se a fase móvel. a placa é retirada da cuba e seca. Uma das grandes vantagens da cromatografia em camada fina em duas dimensões é o que é possível se obter separações semelhantes com placas quadradas de apenas 10 cm X 10 cm. as amostras destacam-se em linha reta em placa retangular e a fase móvel é colocada em uma das extremidades. uma placa pode sofrer sucessivos desenvolvimentos. Este procedimento pode ser encarado como um aumento da camada de adsorvente. Utiliza-se em geral a mesma fase móvel. O cromatograma é desenvolvido novamente usando-se um segundo sistema de solventes. retornando para novo desenvolvimento. Quando o desenvolvimento se completa. até que se consiga uma boa separação. Essas técnicas também produzem um bom resultado. O resultado é uma separação efetiva que cobre uma boa área da placa de TLC. neste.

Possui uma grande vantagem. O processo cromatográfico desenvolve-se do centro para as bordas. porém muito eficiente. Trata-se de uma CCD desenvolvimento circular. em frascos coletores (representado na figura 4. com uma camada de adsorvente de espessura variável entre 1 e 4 mm. Além disso. (COLINS) FIGURA 6 Esquema de um equipamento para desenvolvimento circular Outro equipamento que ser feito o desenvolvimento horizontal são nas câmaras de desenvolvimento especiais.0). que é uma cromatografia em camada delgada preparativa e acelerada centrifugamente. juntamente com a fase móvel. pois há a possibilidade de rápidas separações preparativas com quantidades variáveis de amostra. em um disco de 24 cm de diâmetro. onde são utilizadas poucas quantidades de fase móvel. .21 O desenvolvimento de um equipamento relativamente simples. o chromatotron.1 a 1. estando o disco na câmara cromatográfica submetido a um movimento circular de velocidade controlada. Foi desenvolvida pelos autores do Compendium of Organic Synthetic Methods. o sistema permite que a separação se processe até que as manchas separadas atinjam as bordas da placa e possam ser coletadas. que varia de 0.0 g.

7. seja delineando a placa sobre o papel de seda transparente colocado sobre o adsorvente. O sucesso da cromatografia em camada delgada depende dos solventes de desenvolvimento e das afinidades diferentes do soluto pelo adsorvente da placa. onde . As manchas que foram deter minadas podem ser marcadas com uma agulha. Este é o método químico. observam-se manchas escuras contra um fundo claro. os resultados serão observados utilizando diferentes métodos de revelação.Os olhos devem ser protegidos com óculos especiais quando este método for utilizado. Se tratar de utilização de reações enzimáticas ou bactericidas.22 5. um corante. se esses compostos forem fluorescentes. podem-se utilizar adsorventes impregnados com reagentes fluorescentes. sistema de solventes e adsorvente. o processo poderá ser biológico. Sob condições de constante temperatura. qualquer soluto (uma droga.Revelação dos cromatogramas Os diversos solutos separados no desenvolvimento podem ser detectados por diferentes métodos. nesse caso. Os reagentes de revelação devem ser manipulados em capela. um esteróide. ou através de processos mais sofisticados. sem a necessidade de revelação. Substâncias coloridas podem ser vistas diretamente sobre a fase estacionaria e substancias incolores podem torna-se visíveis por meio de métodos físicos ou químicos.Documentação Terminada a migração. Substancias incolores podem ser detectadas borrifando-se (uniformemente) a placa com um reagente apropriado que colore as regiões ocupadas pelas manchas. seja desenhado em placas. etc. Quando as substâncias não são fluorescentes. A ordem de separação das substancias depende das combinações de solventes usadas.6. Esta razão é conhecida como valor Rf (frente relativa ou fator de retardamento). 5. O método físico consiste na detecção de alguns compostos pela luz ultravioleta.) move-se com uma razão constante em relação à frente de solvente.

6. Usualmente. mais geralmente usados. um numero inteiro obtido multiplicando-se Rf por 100. O densitômetro varre as manchas uma por uma. a quantificação é baseada na medida direta da densidade óptica das manchas na placa.23 Rf = O cálculo produz resultados que são números decimais menores que um.ANÁLISES QUANTITATIVAS A cromatografia em camada delgada pode ser utilizada como métodos quantitativos de analises de solutos que pode ser dividido em duas categorias.0. de preferência com o auxílio de um densitômetro.4 e 0. fez-se a varredura ao longo da linha de desenvolvimento da placa. Por isso.6. medindo a reflexão ou a absorção de um feixe de luz. costuma-se usar hRf. Os valores ideais para Rf estão entre 0. A diferença de intensidade do feixe de luz refletindo (ou transmitido) entre o adsorvente e as . (VOGEL) FIGURA 7 Esquematização de um cromatograma obtido por CCD Este é considerado o parâmetro mais importante da cromatografia em camada delgada. Nos métodos in situ.

O componente é então convenientemente extraído o adsorvente em um tubo de centrifuga e adicionando um colocando-se solvente adequado para dissolver o soluto. As áreas dos picos correspondem às quantidades das substâncias existentes nas varias manchas. ou a espectrometria de fluorescência ou. Em cada caso é necessário obter uma curva de calibração usando quantidades conhecidas do soluto no solvente usado no desenvolvimento do cromatograma. a cromatografia com fase gasosa. Logo depois. Um outro procedimento é extrair o soluto por transferência do adsorvente para uma coluna curta de sílica gel colocada sobre um filtro sintetizado e eluição com o solvente utilizado no desenvolvimento.7 são muito difusas. As dosagens são feitas através de comparação com padrões. . as manchas devem ter Rf = 0.3 tendem a estar mito concentradas e manchas com Rf > 0.(VOGEL) Outros métodos de emprego direto são a medida de fluorescência e de radioatividade. ainda. como a espectrometria no ultravioleta ou no visível. Este tipo de procedimento requer a comparação das manchas da amostra com manchas obtidas com quantidades conhecidas de padrões cromatografados na mesma placa. Manchas com Rf < 0.24 manchas de soluto é vista como uma série de picos em um registrador. Um dos procedimentos mais barato é remover os componentes separados por raspagem da porção relevante do adsorvente após a visualização com uma técnica não destrutiva. O tubo é então centrifugado e o líquido supernadante removido e analisado por uma técnica quantitativa adequada. o extrato é analisado por uma técnica quantitativa conveniente. para substâncias apresentarem essas características.7. Desenhos melhores de densitômetros fizeram com que aumentasse a confiança nas determinações quantitativas de CCD. Para que os resultados obtidos por estes métodos quantitativos de CCD sejam de melhor qualidade.3-0.

tomando a técnica bem mais atrativa. na forma de aplicação de amostra e no uso de densitómetros que permitem a análise quantitativa in situ. em razão dos desenvolvimentos na qualidade e tipos dos adsorventes. eficiente. diferindo fundamentalmente no aspecto pratico. rápida e econômica de analise qualitativa. A análise dessa tabela permite verificar que comparativamente. em relação a CCD usual levou ao aparecimento da cromatografia em camada delgada de alta eficiência (CCDAE).25 7. nos últimos anos. com maior resolução. em razão de as duas técnicas serem muito semelhantes quanto ao fenômeno físico que as reage. entretanto. . Na tabela (nº tabela) é apresentada uma comparação entre CCD e CCDAE. conseqüentemente.CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA DE ALTA EFICIÊNCIA A CCD. vem adquirindo aplicações mais definidas em análise quantitativa. e resulta em menores limites de detecção que a CCD convencional. com aplicações indicada quando se pretende efetuar a análise quantitativa. denominação emanada da similaridade com a cromatografia liquida de alta eficiência (CLAE). Esse aumento na eficiência. tradicionalmente. a C CDAE é uma técnica mais rápida. O uso de adsorventes com partículas menores que as convencionais (5 µm) possibilita a obtenção de separações mais eficientes (manchas mais compactas) e.0. pode-se dizer se trata de um seu aperfeiçoamento. é uma técnica simples.

2 µL 10 – 20 1 mm 3 – 6 cm 3 – 20 min 5 µm . sílica quimicamente ligada a um gripo cianopropil) As fazes mais polares são usadas no modo faze normal com fases móveis de baixa polaridade e apresentam comportamento semelhante a sílica.0.5 µL 7 – 10 3 – 6 mm 10 – 15 cm 30 – 200 min 20 µm CCDAE 10 x 10 cm 0. Em tais condições.5 ng . ou seja. a seletividade pode ser diferente. compostos apolares são mais retidos. Essas fases consistem de sílica quimicamente modificada com grupos de diferentes polaridades.01 ng até 5.26 (Nº tabela) Comparação entre cromatografia em camada delgada (CCD) e cromatografia em camada delgada de alta eficiência (CCDAE) Parâmetro Tamanho usual da placa Volume aplicado de cada amostra Número de amostras por placa Diâmetro da mancha Distância de migração do solvente Tempo de corrida Diâmetro médio da partícula de sílica gel Limites de detecção por absorção de luz por fluorescência Número de pratos CCD 20 x 20 cm 1 .0. metanol ou acetonitrila.0. ou de média polaridade ( por exemplo. maior retenção de compostos polares.000 Ás fases estacionárias usadas em CCDAE são sílica e várias fazes que foram originalmente desenvolvidas para CLAE. As fases móveis constituídas de um solvente orgânico. e água.0. sílica quimicamente ligada a uma cadeia com 18 átomos de carbono). C18. No entanto. por exemplo.1ng até 600 . CN.5 ng . resultando fases apolares (por exemplo. . adicionadas ou não de aditivos.1 .

0. mais fácil seria mencionar que ela está presente em quase todos os laboratórios de química ou biologia. em face de fatos como existência de diferentes fases móveis e estacionárias diferentes técnicas de desenvolvimento e visualização sua rápida execução. acompanhamento de reações em sínteses e de processos de purificações. Ela tem demonstrado ser de valor extraordinário na análise se substancias orgânicas e inorgânicas. sua repetitividade e o curto não elevado.27 8. cuja escala está na dependência da espessura da camada de adsorvente e da amostra em análise. sendo também muito utilizada para a purificação de substâncias e para a identificação de frações coletadas em cromatografia líquida clássica. rápido. Seria muito difícil relacionar todas as aplicações da CCD. . Por ser um método simples. Pode ser de aplicação analítica ou preparativa. a CCD é a técnica predominantemente escolhida para o acompanhamento de reações orgânicas. visual e econômico.APLICAÇÕES DA CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA A CCD é mais simples e mais econômica das técnicas cromatográficas. quando se pretende a separação rápida e a identificação visível.

a cromatografia em camada delgada. Como mencionado neste trabalho. no qual há a separação dos componentes de uma mistura através da migração diferencial sobre uma camada delgada de adsorvente retido sobre uma superfície plana. Este método vem apresentando ao longo do tempo.CONCLUSÃO Uma técnica que vem tornando-se indispensável na química analítica e também em outras áreas é a cromatografia em camada delgada. existindo uma vasta e importante aplicação na química podendo ser em laboratório de pesquisas ou em escala industrial.0. desenvolvida para determinação dos componentes em uma mistura no qual produz resultados satisfatórios para essas análises. .28 9. possui técnicas simples. notaram-se diversas vantagens adquiridas ao utilizarmos este método. podendo ser determinados numericamente. uma melhoria no desempenho dos processos de extração e aprimorando técnicas adequadas para resolver problemas de análise. Dentre elas podemos destacar sua fácil manipulação. além de ser de extrema importância para a separação rápida e analise quantitativa para pequenas quantidades de material. conclui-se que esta técnica é uma metodologia muito eficaz. ao realizarmos essa pesquisa aprofundada sobre a CCD. acessível financeiramente. Contudo.CCD (ou em camada fina) consiste em um processo físico-químico. possuindo valores padrões que podem ser consultados em bibliografias confiáveis. No desenvolvimento do trabalho.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Fundamentos de cromatografia/ organizadores: Carol H. Gilberto L. Química Analítica Quantitativa Elementar. R. IKEGAKI. São Paulo. John Wiley & Sons. Food Sci. J.H... A. N. 3ª edição. Tecnol. 1979.. EDITORA Edgard Blücher Ltda. Análise Química quantitativa. BIRAC. 2006. 2001. Sp: editora da UNICAMP. v. Bonato. Comparison of the flavonoid aglycone contents of Apis mellifera propolis from various regions of Brazil.E.K. J. PRATT. v.29 10. D.ANDRADE.L. Biol. J.44.97-106. p. – capinas. Colins. VOGEL. 5ª edição.. RJ. p. K. Source of antioxidant activity of soybeans and soy products. BARONE. HARRIS.. Química Analítica Quantitativa e Qualitativa..C.I.C. CONTADO.. .. 1979. BACCAN. The Chemistry of Silica.GODINHO. LTC EDITORA.. Braga e Pierina S.E.. 2001. M. M. S. Iler.O. New York. D. J. P. PARK. 1990 e 1991.. EDITORA Mestre Jou. . KOO.40. Y.1720-1722. 1997.M. Arq..S.

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