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FOLHAS DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº1 LARANJEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David
FOLHAS DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº1 LARANJEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David

FOLHAS DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº1

LARANJEIRA

DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº1 LARANJEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David J. H.

Julho 2005

Autores: Arícia D. Figueiredo & David J. H. Lopes

Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA

Nome vulgar: Mosca-Branca-dos-Citrinos; Mosquinha-branca-dos-Alvéolos. Nome científico: Aleurothrixus floccosus (Maskell 1896); Paraleyrodes minei (Laccarino 1990).

SINTOMATOLOGIA

Os sintomas destes aleirodídeos manifestam-se na página inferior das folhas novas.

INTERFRUTA
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FOTO 1

INTERFRUTA
INTERFRUTA

FOTO 2

A espécie Aleurothrixus floccosus (Maskell 1896) ataca folhas novas completamente desenvolvidas, os sintomas são revelados pelo tipo de postura em círculo (Foto 2) e pela abundante secreção cerosa esbranquiçada e excreção de melada pelas ninfas sob a forma de gotas esféricas (Foto 1).

INTERFRUTA
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FOTO 3

INTERFRUTA
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FOTO 4

melada pelas ninfas sob a forma de gotas esféricas (Foto 1). INTERFRUTA FOTO 3 INTERFRUTA FOTO

Tel. (351) 295 402 200

melada pelas ninfas sob a forma de gotas esféricas (Foto 1). INTERFRUTA FOTO 3 INTERFRUTA FOTO
melada pelas ninfas sob a forma de gotas esféricas (Foto 1). INTERFRUTA FOTO 3 INTERFRUTA FOTO

A espécie Paraleyrodes minei (Laccarino 1990), possui sintomas de ataque muito típicos não só por se

verificarem em folhas completamente desenvolvidas e velhas, como também pelo aspecto dos adultos, que são pouco móveis, com manchas acinzentadas ténues no ápice das asas (Foto 3). As secreções cerosas que rodeiam os adultos têm aspecto quebradiço (Foto 4) e são dispostas em alvéolos onde se realizam as posturas.

DISTRIBUIÇÃO

Espécies com extensa área de distribuição geográfica mundial. Em Portugal Continental Aleurothrixus floccosus (Maskell 1896) foi observada pela primeira vez em 1977, e este aleirodídeo está referido para a Ilha da Madeira desde 1920. Nos Açores Aleurothrixus floccosus (Maskell 1896), foi detectado, pela primeira vez, na Ilha do Pico em 1988, e desta ilha propagou-se, rapidamente para as restantes ilhas. No ano seguinte foi observado em S. Miguel (DSPPA, 1989).

A espécie Paraleyrodes minei (Laccarino 1990), foi encontrada pela primeira vez em Portugal em 1997, e é

referida pela primeira vez para os Açores, resultante dos trabalhos de prospecção do projecto INTERFRUTA.

BIOECOLOGIA

de prospecção do projecto INTERFRUTA. BIOECOLOGIA Aleurothrixus floccosus (Maskell 1896) Paraleyrodes minei (

Aleurothrixus floccosus (Maskell 1896) (Maskell 1896)

Paraleyrodes minei (Laccarino 1990) Laccarino 1990)

A. Floccosus passa por várias fases: o ovo, 4 estados larvares, ninfa e por fim o adulto. As mosca-branca- dos-citrinos mantêm-se activa durante todo o ano, diminuindo essa actividade durante o Inverno. O número de

adultos começa a aumentar aquando da rebentação primaveril, quando as folhas atingem 3 a 4 cm, e pode apresentar entre 5 a 8 gerações num ano com sobreposição o que dificulta muito a escolha do momento mais adequado para se intervir. O número de gerações anuais difere de local para local e depende de factores como, a fenologia do hospedeiro, espécies, variedades, factores climáticas (MOTA, 1993; CARVALHO & AGUIAR,

1997).

O ciclo evolutivo tem uma duração aproximadamente de 39 dias e apresenta como condições favoráveis

ao seu desenvolvimento uma temperatura e humidade relativa de, 25ºC e 75% respectivamente (CARVALHO & AGUIAR, 1997). Paraleyrodes minei (Laccarino) co-habita habitualmente com a espécie Aleurothrixus floccosus, mas as suas colónias distinguem-se por não apresentarem o aspecto pegajoso de melada e secreções cerosas.

LUTA QUÍMICA

Buprofezina (isento); Butocarboxime (nocivo).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CARVALHO, J. P; ILHARCO, F.A; FERREIRA, M.A & CARVALHO, M.U.M.M.P. (1999) – Manual De Pragas E Sintomas Do Ataque Insectos E Ácaros Em Citrinos – Estação Agronómica Nacional. Oeiras

CARVALHO, J. P. & AGUIAR, A. M. F. (1997) Pragas dos Citrinos na Ilha da Madeira. – Direcção Regional de Agricultura da Região Autónoma da Madeira – Instituto Nacional de Investigação Agrária – Estação Agronómica Nacional.

MOTA, J. A. R. (1993) Relatório de estágio – Licenciatura em Engenharia Agrícola: Comportamento da mosca branca dos citrinos (Aleurothrixus floccosus MASKELL) e do seu parasitóide (Cales noacki HOWARD) na Ilha de S.Miguel. Universidade dos Açores. Departamento de Ciências Agrárias. pp. 142.

CARVALHO, J. P; AGUIAR, A. M. F; BRAZÃO, C; CRAVO, D; FÉLIX, A. P; FERNANDES, A; PEREIRA, R; PESTANA, M; RODRIGUES, M; SARDINHA, D & VASCONCELOS, Z. (1999). Contribuição para a Protecção Integrada na Região Autónoma da Madeira. Região Autónoma da Madeira. Secretaria Regional de Agricultura Florestas e Pescas. Direcção Regional de Agricultura. Direcção de Serviços de Investigação Agrícola. POSEIMA / MADEIRA. pp 363

CONTACTOS:

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 0

/ MADEIRA. pp 363 CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295
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FOLHAS DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº2 LARANJEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David
FOLHAS DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº2 LARANJEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David

FOLHAS DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº2

LARANJEIRA

DIVULGATIVAS: LARANJEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº2 LARANJEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David J. H.

Julho 2005

Autores: Arícia D. Figueiredo & David J. H. Lopes

Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA

Nome vulgar: Lagarta-Mineira-dos-citrinos Nome científico: Phyllocnistis citrella (Stainton, 1856)

SINTOMATOLOGIA

INTERFRUTA
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FOTO 1

INTERFRUTA
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FOTO 2

INTERFRUTA
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FOTO 3

O ataque das larvas é fácil de reconhecer, quer através da observação das galerias, quer dos órgãos atacados (Foto 2). As galerias com a sua forma sinuosa e a linha de excrementos disposta a meio (Fotos 4, 5), assim como a existência de enrolamentos típicos na margem das folhas onde se forma o casulo (Foto 3), são aspectos típicos que caracterizam bem os ataques. As larvas quando desenvolvidas são fáceis de detectar através da epiderme (Foto 1) mantida intacta ou dos rebentos adultos. As folhas sofrem deformações, tanto mais acentuada é a intensidade da infestação e quanto mais novas forem as folhas, podendo ocorrer a queda das folhas gravemente atacadas. Esta praga possui uma estreita relação com o estado fenológico dos citrinos, em particular a existência de rebentação nova. Por isso é muito importante tomar atenção aos períodos em que a rebentação é mais abundante para determinar a melhor oportunidade dos tratamentos.

INTERFRUTA
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FOTO 4

INTERFRUTA
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FOTO 5

para determinar a melhor oportunidade dos tratamentos. INTERFRUTA FOTO 4 INTERFRUTA FOTO 5 Tel. (351) 295

Tel. (351) 295 402 200

para determinar a melhor oportunidade dos tratamentos. INTERFRUTA FOTO 4 INTERFRUTA FOTO 5 Tel. (351) 295
para determinar a melhor oportunidade dos tratamentos. INTERFRUTA FOTO 4 INTERFRUTA FOTO 5 Tel. (351) 295

DISTRIBUIÇÃO

É uma espécie com uma ampla área de distribuição geográfica e em contínua expansão pelas áreas citrícolas mundiais. A sua máxima distribuição verificou-se na década de noventa. Foi introduzida em Espanha em 1993, em Portugal Continental, em Agosto de 1994, no Algarve, e em Fevereiro de 1995 a sua presença foi ampliada até à região de Setúbal. A mineira dos citrinos foi detectada na Ilha da Madeira em Abril de 1995 (CARVALHO et al., 1997), e nos Açores no ano de 1996.

(CARVALHO et al. , 1997), e nos Açores no ano de 1996. Presença de Phyllocnistis citrella
(CARVALHO et al. , 1997), e nos Açores no ano de 1996. Presença de Phyllocnistis citrella

Presença de Phyllocnistis citrella em todos os pomares experimentais estudados nas três zonas de maior produtividade da

MEDIDAS DE COMBATE: CULTURAIS

Realizar podas ligeiras nos fins do período do Inverno, com aplicação simultânea de adubações folheares ricas em azoto e adição de substâncias hormonais reguladoras do crescimento (ácido giberélico) para acelerar e homegeneizar a rebentação de Primavera;

Eliminar as adubações azotadas entre as rebentações, fazendo-se a sua aplicação no fim do Inverno (Fevereiro – Março) e de forma moderada antes da rebentação do fim de Verão (Agosto – Setembro);

Regas mínimas durante os meses do Verão para evitar novas rebentações;

Antecipar ao máximo a colheita sobretudo para as variedades tardias;

Remover através da poda os “ramos ladrões” e os rebentos extemporâneos, pois essa rebentação contribui para a manutenção e crescimento das populações da P.citrella;

Eliminação de tratamentos com substâncias hormonais retardadoras da maturação, durante o Outono/Inverno.

QUIMÍCAS

Diflubenzurão (ISQ); hexaflumurão; imidaclopride; lufemurão (RCI)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CARVALHO, J. P; SOARES, C; FERNANDES, E. (2000) – A Mineira-dos-Citrinos Phyllocnistis citrella Stainton, 1856 (LEPIDOPTERA – PHYLLOCNISTIDAE). Direcção Regional de Agricultura do Algarve. Estação Agronómica Nacional. pp: 153.

CARVALHO, J. P; ILHARCO, F.A; FERREIRA, M.A & CARVALHO, M.U.M.M.P. (1999) – Manual De Pragas E Sintomas Do Ataque Insectos E Ácaros Em Citrinos – Estação Agronómica Nacional. Oeiras

CARVALHO, J. P. & AGUIAR, A. M. F. (1997) Pragas dos Citrinos na Ilha da Madeira. – Direcção Regional de Agricultura da Região Autónoma da Madeira – Instituto Nacional de Investigação Agrária – Estação Agronómica Nacional.

VITORINO, A. C. P. (1999) - Relatório final de estágio do curso de Engenharia Agrícola: Contributo para o estudo da mineira dos citrinos Phyllocnistis citrella Stainton (Lepidoptera: Phyllocnistidae) na Ilha Terceira. Universidade dos Açores, Departamento de ciências Agrárias, Terra-chã. Angra do Heroísmo.

HEPPNER, J. B. (1993) - Citrus leafminer, Phyllocnistis citrella, in Florida (Lepidoptera:Gracillariidae: Phyllocnistidae). 4 (1): 49-64 (ciclostilado)

HEPPNER, J. B. (1993a) – Citrus leafminer, Phyllocnistis citrella Stainton (Lepidoptera:Gracillariidae: Phyllocnistidae). Entomology Circ., 359:

1-2. (ciclostilado)

LATIF, A & YUNUS, C. M. (1951) – Food plants of citrus leaf miner (Phyllocnistis citrella Stn) in Punjab. Bull.ent.Res. 42: 311-316 (ciclostilado).

CONTACTOS:

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 075

(ciclostilado). CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 |
(ciclostilado). CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 |
(ciclostilado). CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 |
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FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº3 BANANEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David
FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº3 BANANEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David

FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº3

BANANEIRA

FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº3 BANANEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David J.

Julho 2005

Autores: Arícia D. Figueiredo & David J. H. Lopes

Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA

Nome vulgar: Gorgulho-da-bananeira Nome científico: Cosmopolites sordidus (Germar 1824)

SINTOMATOLOGIA

INTERFRUTA
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FOTO 1

INTERFRUTA
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FOTO2

Os sintomas interiores observam-se ao cortar o pseudo-tronco ao nível do rizoma, podendo observar-se galerias (Foto 2) (muito características), construídas pelas larvas (Foto 3) que logo após a sua eclosão iniciam a sua alimentação nos tecidos e vasos, impedindo assim que esta tenha um desenvolvimento normal, enfraquecendo a planta de tal forma que esta se quebra facilmente com o vento, diminuindo a produção ou mesmo levá-la à morte. A presença do gorgulho numa plantação pode passar despercebida devido à actividade nocturna dos adultos e da localização das larvas apenas no interior da planta. Os sintomas exteriores na planta são o amarelecimento das folhas, a diminuição do tamanho do cacho e do fruto e uma fraca resistência da planta ao vento.

INTERFRUTA
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FOTO 3

do tamanho do cacho e do fruto e uma fraca resistência da planta ao vento. INTERFRUTA

Tel. (351) 295 402 200

do tamanho do cacho e do fruto e uma fraca resistência da planta ao vento. INTERFRUTA
do tamanho do cacho e do fruto e uma fraca resistência da planta ao vento. INTERFRUTA

DISTRIBUIÇÃO

O gorgulho-da-bananeira (Cosmopolitas sordidus Germar) (COLEOPTERA: DRYOPHTHORIDAE) é um insecto oriundo da Ásia com uma larga distribuição mundial. Actualmente encontra-se disseminado nos Açores, onde é comum aparecer em todos os bananais.

BIOECOLOGIA

O gorgulho-da-bananeira passa por quatro estadios de desenvolvimento

distintos, (ovo, larva, pupa e adulto). O adulto (Foto 4) refugia-se durante o dia nas “socas” velhas da bananeira ou entre as inserções foliares no pseudo-tronco da planta que se

encontram no solo, alimentando-se de restos vegetais em decomposição. A sua longevidade pode chegar aos 2 anos.

A fêmea deposita os ovos na base do pseudo-tronco. Deste ovo emerge

uma larva que possui um corpo rugoso de cor esbranquiçada que contrasta com a cabeça de cor castanho claro. Esta é a fase que causa o maior prejuízo, pois a larva alimenta-se dos tecidos vivos da planta, escavando galerias com o aparelho bucal completando o seu ciclo no interior dos rizomas, e coloca-se perto do exterior quando se prepara para passar ao estado de pupa. Durante a fase de pupa permanece imóvel e depois daí emerge o adulto.

MEDIDAS DE COMBATE: CULTURAIS

INTERFRUTA
INTERFRUTA

FOTO 4

Ao efectuar novas plantações utilizar material isento do insecto;

Cortar todos os restos da planta mãe em pedaços pequenos de forma a permitir a sua rápida

decomposição;

Manter as zonas em volta da planta limpas de detritos vegetais;

Proceder ao desfilhamento, deixando em cada soca apenas a “mãe” e o “filho”, cortando-as à altura do solo e cobrindo-as com terra;

Manter o solo com boa fertilidade e aplicar correctivos necessários;

Eliminar das plantas todas as folhas secas.

QUIMÍCAS:

Aplicação directa de 10 a 15grs de grânulos de etoprofos na soca, 30 a 45 dias depois da bananeira ter sido cortada;

BIOTÉCNICOS: ARMADILHAS

Colocar “armadilhas” elaboradas com pedaços do pseudo-tronco da

bananeira, cortados ao meio, e depois percorre-las de 4 em 4 dias recolhendo

e matando os gorgulhos;

Colocação da armadilha circular com difusor Cosmotrack, que é uma feromona que atrai os gorgulhos para a armadilha; deve conter água com um pouco de sabão para que quando caiam morram afogados.

INTERFRUTA
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FOTO 5

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E HIPERLIGAÇÕES

TINOCO, N.M.P.G. (2002) Relatório final de estágio em Licenciatura em Engenharia Agrícola – “Contributo para o estudo dos principias problemas fitossanitários da bananeira na Ilha Terceira”, Universidade dos Açores, Departamento de Ciências Agrárias, Terra-Chã, Angra do Heroísmo. MELO, J.M.O. (1986) Noções Elementares Sobre a Cultura da Bananeira, Edição “A GRANJA”, Ponta Delgada, 37pp, citado por TINOCO, N.M.P.G. (2002). SILVEIRA, B. (2003) Relatório de estágio para ingresso na Carreira Técnica Superior – “Estudo da eficácia de diferentes tipos de armadilhas e atractivos no controlo de Cosmopolites sordidus (Germar, 1824) ”, Divisão de Banannicultura, Direcção de Serviços de Produção Agrícola (DSPA), Ponta do Sol, Madeira. SILVA, A; RIBEIRO, L. (2003) – “Conversão de um bananal ao modo de produção biológica”, Revista de Agricultura Biológica: O Segredo da Terra, Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais – DRA Divisão de Bananicultura, Madeira http://www.dgpc.min-agricultura.pt

CONTACTOS:

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 075

CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER
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FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº4 BANANEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David
FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº4 BANANEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David

FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº4

BANANEIRA

FOLHAS DIVULGATIVAS: BANANEIRA SÉRIE PRAGAS: Nº4 BANANEIRA Julho 2005 Autores: Arícia D. Figueiredo & David J.

Julho 2005

Autores: Arícia D. Figueiredo & David J. H. Lopes

Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA

Nome Vulgar: TRAÇA DA BANANEIRA Nome científico: Opogona sacchari (Bojer 1856)

SINTOMATOLOGIA

INTERFRUTA
INTERFRUTA

FOTO 1

INTERFRUTA
INTERFRUTA

FOTO 2

A traça da bananeira ataca quase todas as partes da bananeira à excepção das raízes e das folhas,

concentrando a sua preferência pelos frutos (FOTO 2), por materiais vegetativos, já mortos ou em decomposição, mas também atacam tecidos vivos que se encontrem, sobretudo junto daqueles já mortos ou em vias de apodrecimento. Os danos são provados pelas larvas que penetram no fruto (FOTO 1), abrindo galerias na polpa, causando seu apodrecimento e, consequentemente, inutilizando o produto comercialmente.

DISTRIBUIÇÃO

A traça Opogona sacchari foi oficilamente relata no

Brasil em 1974, e é uma praga polífaga, oriunda de zonas húmidas tropicais e subtropicais da África, nos últimos anos tem-se observado em países de zonas temperadas atacando plantas ornamentais. Encontra- se na Europa (Holanda, Portugal, Espanha, Itália,

Suiça, Bélgica, Rússia), em África, na Ásia (China), e

na América.

Actualmente encontra-se disseminado nos Açores, registou-se a sua presença em todos os pomares piloto (FOTO 3).

disseminado nos Açores, registou-se a sua presença em todos os pomares piloto (FOTO 3). FOTO 3

FOTO 3

disseminado nos Açores, registou-se a sua presença em todos os pomares piloto (FOTO 3). FOTO 3

Tel. (351) 295 402 200

disseminado nos Açores, registou-se a sua presença em todos os pomares piloto (FOTO 3). FOTO 3
disseminado nos Açores, registou-se a sua presença em todos os pomares piloto (FOTO 3). FOTO 3

BIOECOLOGIA

As posturas de Opogona sacchari Bojer são feitas em grupo e geralmente são rodeados por uma substância

adesiva. A sua lagarta mede cerca de 2 a 3 cm, possui uma cabeça castanha brilhante e um corpo cilíndrico, apresentando um ligeiro estreitamento a seguir à cabeça, de cor branco sujo e com manchas escuras a cinzento

– acastanhadas em cada um dos seus segmentos. As larvas encontram-se nas zonas da planta onde, geralmente, não chega a luz solar.

O adulto é uma borboleta de 1,1 a 1,8 cm e possui uma coloração castanho – amarelado, tem hábitos nocturnos

refugiando-se durante o dia nos restos vegetativos da bananeira. Pode realizar a sua postura no ponto onde se cortou a “bolota” entrando assim directamente no ráquis. Para completar o seu ciclo de vida, Opogona sacchari necessita de 3 meses.

MEDIDAS DE COMBATE: CULTURAIS

Adequada Densidade de plantação;

Limpeza da planta (corte nas folhas velhas) de forma a promover o arejamento e aumentar a

luminosidade;

Não deixar secar as flores nos bagos;

Evitar ter folhas, flores e restos de pseudo talos secos junto, quer das bananeiras novas quer

daquelas em produção;

Utilização de sacos de polietileno para protecção dos cachos;

O controle pode ser feito com uma pulverização com produtos recomendados, com jacto dirigido ao

cacho recém-formado.

QUIMÍCAS:

A nível de luta química, só quando se registarem ataques fortes é que se deverá usar insecticidas e

dentro destes apenas aqueles que actuam por ingestão, normalmente recorre-se a substâncias

activas como triclorfão, bacillus thurigiensis, fenalerato, metomil, clorpirifos e dimetoato; Fosalona.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E HIPERLIGAÇÕES

TINOCO, N.M.P.G. (2002) Relatório final de estágio em Licenciatura em Engenharia Agrícola – “Contributo para o estudo dos principias problemas fitossanitários da bananeira na Ilha Terceira”, Universidade dos Açores, Departamento de Ciências Agrárias, Terra-Chã, Angra do Heroísmo.

SILVA, A; RIBEIRO, L. (2003) – “Conversão de um bananal ao modo de produção biológica”, Revista de Agricultura Biológica: O Segredo da Terra, Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais – DRA Divisão de Bananicultura, Madeira.

ZORZENON., F.J & POTENZA.,M.R. (2003) Comunicação Científica: Diagnóstico de danos causados pela traça Opogona sacchari (LEPIDOPTERA: TINEIDAE) em cultivo de Shitake (Lentinula edodes). Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Vegetal, Instituito Biológico, São Paulo, SP, Brasil.

CONTACTOS:

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 075

CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER
CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER
CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER
CONTACTOS: Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER
LARANJEIRA MACIEIRA PESSEGUEIRO FOLHA DIVULGATIVA: LARANJ EIRA, MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº5 Julho 2005
LARANJEIRA MACIEIRA PESSEGUEIRO FOLHA DIVULGATIVA: LARANJ EIRA, MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº5 Julho 2005

LARANJEIRA

MACIEIRA

PESSEGUEIRO

FOLHA DIVULGATIVA: LARANJEIRA, MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº5

Julho 2005

Autores: Reinaldo Pimentel; Rodrigo Costa & David J. H. Lopes Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA:

Nome comum: Mosca-da-fruta, Mosca-do-Mediterrâneo

SINTOMATOLOGÍA

Os sintomas de ataque nos frutos por parte da Mosca-da-fruta, apenas

são perceptiveis alguns dias após a picada da fêmea sendo possivel observar

uma auréola castanha em redor do ponto de incisão.

As fêmeas adultas, ao picarem os frutos, provocam feridas que podem

provocar o surgimento de outras doenças. As larvas ao alimentarem-se da polpa

dos frutos, provocam o seu apodrecimento e sua destruição total.

Esta sequência de acontecimentos provoca inevitavelmente a queda

precoce dos frutos afectados.

inevitavelmente a queda precoce dos frutos afectados. Fruto atacado ORGANISMO CAUSADOR Ceratis capitata Wiedmann

Fruto atacado

ORGANISMO CAUSADOR

Ceratis capitata Wiedmann

Fruto atacado ORGANISMO CAUSADOR Ceratis capitata Wiedmann Par de antenas espatuladas Madeira Med Madeira Med

Par de antenas espatuladas

Madeira Med
Madeira Med
Madeira Med Oviscapto
Madeira Med
Oviscapto

Adulto macho

Adulto fêmea

É ligeiramente mais pequeno do que a mosca doméstica e apresenta em média um comprimento entre os

3.5 mm e os 5.0 mm. Possuem um corpo escuro com duas listas amarelas no abdómen. As asas apresentam sinais castanhos,

amarelos, pretos e brancos.

A diferenciação entre sexos só é possível no estado adulto e deve-se à existência de certas estruturas. Os

machos apresentam 1 par de antenas espatuladas enquanto que as fêmeas apenas apresentam um oviscapto

estruturas. Os machos apresentam 1 par de antenas espatuladas enquanto que as fêmeas apenas apresentam um
estruturas. Os machos apresentam 1 par de antenas espatuladas enquanto que as fêmeas apenas apresentam um

comprido e pontiagudo ausente nos machos. As fêmeas adultas fazem uso desta estrutura abdominal para conseguirem penetrar a casca do fruto e depositarem os ovos debaixo da mesma. As larvas de C. capitata são esbranquiçadas e podem crescer até cerca de 15 mm dentro do fruto hospedeiro. As pupas dos machos são castanhas e as das fêmeas são esbranquiçadas.

DISTRIBUIÇÃO:

e as das fêmeas são esbranquiçadas. DISTRIBUIÇÃO:   POTENCIAL DE ATAQUE   J F M  
 

POTENCIAL DE ATAQUE

 

J

F

M

 

A

M

 

J

J

A

S

O

N

D

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Muito baixo

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Baixo

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Moderado

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Alto

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Muito alto

NEA: Contagens superiores a 10 capturas/armadilha por semana, deve-se tratar.

MEDIDAS DE CONTROLO:

Utilização de armadilhas:

tratar. MEDIDAS DE CONTROLO: Utilização de armadilhas: Sorygar com atractivos alimentares Feromona Delta com

Sorygar com atractivos alimentares

de armadilhas: Sorygar com atractivos alimentares Feromona Delta com feromona Ultrapassando o NEA ou

Feromona

Delta com feromona

Ultrapassando o NEA ou verificando-se picos populacionais, recorre-se a produtos com substâncias activas como

o Diazenão ou o Fentião.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LOCAIS DE INTERESSE NA INTERNET

CARVALHO, J. P; AGUIAR, A. M. F; BRAZÃO, C; CRAVO, D; FÉLIX, A. P; FERNANDES, A; PEREIRA, R; PESTANA, M; RODRIGUES, M; SARDINHA, D & VASCONCELOS, Z. (1999). Contribuição para a Protecção Integrada na Região Autónoma da Madeira. Região Autónoma da Madeira. Secretaria Regional de Agricultura Florestas e Pescas. Direcção Regional de Agricultura. Direcção de Serviços de Investigação Agrícola. POSEIMA / MADEIRA. pp 363

GONÇALVES, M.; CAVACO, M.; 1997; Protecção Integrada de Prunóideas – Lista dos produtos fitofarmacêuticos

e níveis económicos de ataque; Direcção-Geral de Protecção das Culturas.

MEXIA, A.; COUTO, C.; NETO, C.; SOUSA, E.; PIRES, H.; AZEVEDO, J.; CARVALHO, J. P.; CLEMENTE, J.; SOBREIRO, J.; FERREIRA, M. A.; AMARO, P.; LUZ, R. (2000); A produção Integrada da Pêra da Rocha Projecto PAMAF 6040; ISA/PRESS, Lisboa Dez.

CONTACTOS

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 075

ISA/PRESS, Lisboa Dez. CONTACTOS Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206
ISA/PRESS, Lisboa Dez. CONTACTOS Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206
FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº6 MACIEIRA PESSEGUEIRO Julho 2005 Autores: Reinaldo Pimentel;
FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº6 MACIEIRA PESSEGUEIRO Julho 2005 Autores: Reinaldo Pimentel;

FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº6

MACIEIRA

PESSEGUEIRO

Julho 2005

Autores: Reinaldo Pimentel; Rodrigo Costa & David J. H. Lopes Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA:

Nome comum: Bichado da Macieira

SINTOMATOLOGÍA

Um sinal de ataque da larva do bichado nos frutos, detecta-se pela

presença de excrementos à superfície e em volta do orifício criado

pela própria larva para penetrar no fruto. A larva pode penetrar no

fruto pelo cálice, pedúnculo ou pelo lado, alimentando-se da polpa

através da abertura de galerias dirigindo-se ao centro do fruto para se

alimentar das sementes. As principais árvores de fruto atacadas por

esta praga são as macieiras, peras, marmelo e noz europeia.

ORGANISMO CAUSADOR

macieiras, peras, marmelo e noz europeia. ORGANISMO CAUSADOR Maçã atacada (3) Cydia pomonella (L.) Estado adulto

Maçã atacada (3)

Cydia pomonella (L.)

ORGANISMO CAUSADOR Maçã atacada (3) Cydia pomonella (L.) Estado adulto (1) Estado larvar (2) O adulto

Estado adulto (1)

Maçã atacada (3) Cydia pomonella (L.) Estado adulto (1) Estado larvar (2) O adulto mede cerca

Estado larvar (2)

O adulto mede cerca de 2 cm de comprimento, tem asas de cor cinzento acastanhado com uma mancha castanha

na ponta. Os ovos medem cerca de 1 mm de diâmetro e apresentam um aspecto granuloso. As lagartas quando

saem dos ovos, apresentam a cabeça negra e o corpo branco. No final do seu crescimento têm cerca de 18 mm a

20 mm de comprimento e o corpo tem uma cor rosa-pálido. A pupa apresenta uma cor castanha com 10 mm a 12

mm de comprimento e esta refugia-se normalmente em rugosidades da casca das árvores (Mexia et al.)

com 10 mm a 12 mm de comprimento e esta refugia-se normalmente em rugosidades da casca
com 10 mm a 12 mm de comprimento e esta refugia-se normalmente em rugosidades da casca

DISTRIBUIÇÃO:

DISTRIBUIÇÃO:   POTENCIAL DE ATAQUE MENSAL   J F M   A M   J J
 

POTENCIAL DE ATAQUE MENSAL

 

J

F

M

 

A

M

 

J

J

A

S

O

N

D

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Muito baixo

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Baixo

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Moderado

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Alto

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Muito alto

NEA: Contagens superiores a 3 capturas/armadilha por semana, deve-se tratar.

MEDIDAS DE CONTROLO:

Utilização de armadilhas Delta com feromona

DE CONTROLO: Utilização de armadilhas Delta com feromona Feromona Utilização de produtos com substâncias activas

Feromona

Utilização de produtos com substâncias activas como o Diflubenzorão (ISQ) ou o Lufenorão (RCI).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LOCAIS DE INTERESSE NA INTERNET

GONÇALVES, M.; CAVACO, M.; 1997; Protecção Integrada de Pomóideas – Lista dos produtos fitofarmacêuticos e níveis económicos de ataque; Direcção-Geral de Protecção das Culturas.

MEXIA, A.; COUTO, C.; NETO, C.; SOUSA, E.; PIRES, H.; AZEVEDO, J.; CARVALHO, J. P.; CLEMENTE, J.; SOBREIRO, J.; FERREIRA, M. A.; AMARO, P.; LUZ, R.; A produção Integrada da Pêra da Rocha Projecto PAMAF 6040; ISA/PRESS, Lisboa Dez. 2000

CONTACTOS

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 075

tfiles/codlingmoth.html CONTACTOS Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 |
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FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº7 MACIEIRA PESSEGUEIRO Julho 2005 Autores: Reinaldo Pimentel;
FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº7 MACIEIRA PESSEGUEIRO Julho 2005 Autores: Reinaldo Pimentel;

FOLHA DIVULGATIVA: MACIEIRA e PESSEGUEIRO SERIE PRAGAS Nº7

MACIEIRA

PESSEGUEIRO

Julho 2005

Autores: Reinaldo Pimentel; Rodrigo Costa & David J. H. Lopes Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias

PRAGA:

Nome comum: Traça Oriental

SINTOMATOLOGÍA

As plantas hospedeiras desta praga são o pessegueiro, a

ameixeira, a amendoeira, a macieira, a pereira, o damasqueiro e o

marmeleiro. Se os ramos forem muito lenhosos, a lagarta ataca os frutos

já com três quartos do seu desenvolvimento, um mês e meio antes da

colheita. Uma só lagarta pode perfurar vários rebentos, sofrendo depois

várias transformações num casulo espesso, sob a casca dos ramos ou

sob um abrigo à superficie do solo. A lagarta penetra no rebento jovem

junto à axila da folha, perfurando o ramo até ao ponto de inserção.

Durante a formação da galeria, a lagarta liberta excrementos, o que

provoca uma reacção da planta através da produção de uma excreção

viscosa, levando em certos casos à morte da planta.

ORGANISMO CAUSADOR

Grapholitha molesta Busck

da planta. ORGANISMO CAUSADOR Grapholitha molesta Busck Ovos (3) Larva (2) Superfície dum fruto atacado (1)

Ovos (3)

ORGANISMO CAUSADOR Grapholitha molesta Busck Ovos (3) Larva (2) Superfície dum fruto atacado (1) Interior de

Larva (2)

CAUSADOR Grapholitha molesta Busck Ovos (3) Larva (2) Superfície dum fruto atacado (1) Interior de um

Superfície dum fruto atacado (1)

Busck Ovos (3) Larva (2) Superfície dum fruto atacado (1) Interior de um pêssego atacado (3)

Interior de um pêssego atacado (3)

dum fruto atacado (1) Interior de um pêssego atacado (3) Adulto (3) Os ovos são arredondados

Adulto (3)

Os ovos são arredondados e de cor branco-acinzentada. São depositados na página inferior das folhas

novas, de brotações próximas às axilas, nos ramos novos e também nos frutos. A fase de ovo tem duração de

3 a 4 dias. As lagartas possuem coloração branco-acinzentada e cabeça preta, são muito activas, caminham

duração de 3 a 4 dias. As lagartas possuem coloração branco-acinz entada e cabeça preta, são
duração de 3 a 4 dias. As lagartas possuem coloração branco-acinz entada e cabeça preta, são

pela planta à procura de ramos ou frutos, onde, ao penetrar, iniciam a construção de galerias. As lagartas

podem medir até 14 mm e adquirem coloração rosada quando bem desenvolvidas Ao fim da fase larval, a

lagarta faz um orifício de saída por ramos ou frutos e, com um fio de seda, atinge o local onde passará a pupa.

A pupa é protegida por um casulo de teia. O adulto mede cerca de 12 mm de envergadura por 7 mm de

comprimento apresentando coloração cinza e manchas escuras nas asas anteriores. As suas actividades

desenvolvem-se no crepúsculo. A fêmea vive de 10 a 15 dias e colocando cerca de 40 a 80 ovos. No Inverno,

entra em diapausa como pupa

DISTRIBUIÇÃO:

No Inverno, entra em diapausa como pupa DISTRIBUIÇÃO: MEDIDAS DE CONTROLO: Utilização de armadilhas Delta com

MEDIDAS DE CONTROLO:

Utilização de armadilhas Delta com feromona

 

POTENCIAL DE ATAQUE

 

J

F

M

 

A

M

 

J

J

A

S

O

N

D

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Muito baixo

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Baixo

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Moderado

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Alto

Muito baixo Baixo Moderado Alto Muito alto

Muito alto

NEA: Contagens superiores a 10 capturas/armadilha por semana, deve-se tratar.

a 10 capturas/armadilha por semana, deve-se tratar. Feromona Utilização de produtos com substâncias activas

Feromona

Utilização de produtos com substâncias activas como o Diflubenzorão (ISQ) ou o Lufenorão (RCI).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LOCAIS DE INTERESSE NA INTERNET

GONÇALVES, M.; CAVACO, M.; 1997; Protecção Integrada de Prunóideas – Lista dos produtos fitofarmacêuticos

e níveis económicos de ataque; Direcção-Geral de Protecção das Culturas.

OLIVEIRA, C.; 2000; Contributo para o estudo da bioecologia da traça oriental do pessegueiro, Grapholitha

molesta Busck. (Lepidoptera: Olethreutidae) em pomares de pessegueiros da Ilha Terceira; Relatório de Estágio

de Licenciatura em Engenharia Agrícola; Universidade dos Açores DCA.

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CONTACTOS

Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206 700 | FRUTER – 295 215 075

ricerca/c y dia_mol/ CONTACTOS Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206
ricerca/c y dia_mol/ CONTACTOS Universidade dos Açores – 295 402 200 | SDAT – 295 206