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ISEC
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ESTÁCIO

Dr. Angelo Tasso

ODONTOFOBIA

Apresentação: Dr. Angelo Tasso

ODONTOFOBIA
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Medo excessivo e persistente:
 Ao dentista;

 A consulta dentária;
 A ser examinado;  Aos tratamentos odontológicos…  Se estima que entre 10 a 20 por cento da população entra em

estado ansioso quando tem que ir ao dentista.

 De uma maneira geral, são as crianças os que sentem mais

medo ao serem levados a um consultório dentário; de seu problema bucal.

 Devemos compreender que uma criança não tem consciência

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Quem é mais susceptível: Homem ou Mulher
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Mulheres são mais medrosas ou mais sinceras? Um estudo realizado na Universidade de Toronto, no Canadá, mostrou que o medo do dentista é mais comum em mulheres. Em uma amostragem de 1.100 canadenses de ambos os sexos, 10% dos entrevistados admitiram sofrer de odontofobia em algum nível. Segundo os dados obtidos, as mulheres são duas vezes e meia mais atingidas pelo distúrbio. “No entanto, é preciso esclarecer que as mulheres são estatisticamente mais propensas a admitir seus próprios medos que os homens; portanto, dados sobre incidência de ansiedade na população masculina podem estar subavaliados”, observa o pesquisador Brian Chanpong, coordenador do estudo. A pesquisa, publicada na revista Anesthesia Progress, revelou também que 7,6% dos entrevistados em algum momento não compareceram a uma consulta com o dentista por causa da odontofobia.
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CAUSAS DA ODONTOFOBIA.
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 Péssimas experiências anteriores;
 Relatos de pessoas que sofreram alguma experiência ruim;  Programas de TV, cinema ou revistas que mostam os dentistas

como “malvado” e “castigador”.

 Vergonha pelo péssimo estado de sua boca.
 Sentir-se preso a cadeira;  Ruído do motor;

 Temor ao desconhecido.

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O QUE SENTE UM PACIENTE ODONTOFÓBICO.
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 Não quer perder o controle sentado na cadeira do dentista;
 Vergonha;  Não quer sofrer;

 Desconfiança;
 Medo dos procedimentos e do instrumental dentário;  Medo de não poder respirar com tantas coisas na boca (isolamento).  Apresenta sintomas como: palpitações, elevação da frequencia cardíaca,

sudorese, tremores, sensação de sufocar, pressão toráxica, náuseas, vômitos, etc.

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Linguagem corporal na Odontofobia
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COMO CUIDAR DE UM PACIENTE ODONTOFÓBICO.
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 Boa comunicação (responder perguntas e preocupações);

 Ambiente calmo e agradável;
 Pontualidade nas consultas;

 Sedação;
 Uso de Técnicas de Relaxamento entre elas

a HIPNOSE.

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USO DA HIPNOSE NO PACIENTE ODONTOFÓBICO.
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FINALIDADE  Facilitar o trabalho do Cirurgião-

Dentista, reduzir o sofrimento do paciente e incentivar o tratamento;
 Analgesia;

 Diminuir o sangramento e a salivação;
 Auxiliar no processo de cicatrização;  Distorção temporal.

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A SESSÃO DE HIPNOSE NO PACIENTE ODONTOFÓBICO
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1- Estabelecer o Rapport : Mapas, harmonia, confiança e cooperação; passar segurança; 2 - Explicar o que será feito (pre-talk); 3 – Proceder a um treinamento (testes de suscetibilidade); 4 – Iniciar o processo sempre com indução de respiração profunda; 5 – Usar a indução escolhida.

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TÉCNICAS UTILIZADAS
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O profissional de odontologia pode utilizar várias técnicas ao seu dispor, desde as clássicas até as Ericksonianas e PNL. Entretanto deve ter em conta que o paciente já vem sendo preparado gradativamente para a diminuição da ansiedade.

Dentre as técnicas podemos utilizar

 - Eliminação Rápida de Fobia
 - Eliminação Rapidíssima de Fobia (Looping)  - Blistification  - Swish

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Datas Comemorativas
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Dia do Hipnólogo comemorado anualmente dia 25 de Setembro.

LEI Nº 15.571 de 24 DE ABRIL de 2012

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BIBLIOGRAFIA
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 Ferreira, Marlus Vinícius Costa Hipnose na prática clínica 2.ed. –

Sã0 Paulo: Editora Atheneu, 2011
 Oliveira, João Saiba quem está na sua frente: Análise

comportamental pelas expressões corporais – Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011
 Montenegro,Gil Hipnose para o clínico: Um guia para o uso da

hipnose na odontologia – São Paulo: Santos, 2011
 Bandler ,Richard Usando sua Mente - As coisas que você não sabe

que não sabe

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