Você está na página 1de 14

Página1

Página 1 Atuação da Secretaria Nacional de Defesa Civil por meio do Centro Nacional de Gerenciamento

Atuação da Secretaria Nacional de Defesa Civil por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres em Minas Gerais

Jose Augusto Vieira COSTA1, jose.costa@mme.gov.br; Bruno Eustáquio Ferreira Castro de CARVALHO2, bruno.carvalho@integracao.gov.br; Oliveira Américo CAVALCANTE3, oliveira.cavalcante@cprm.gov.br; Marcos Airton de Souza FREITAS4, masfreitas@ana.gov.br, Expedito Ronald Gomes REBELLO5, expedito.rebello@cptec.gov.br

1 Cessão temporária para o CENAD; 2 CENAD/MI; 3 Cessão temporária para o CENAD; 4 Cessão temporária para o CENAD; 5 Cessão temporária para o CENAD.

Resumo

As intervenções humanas, com o propósito de prover o espaço físico às necessidades e usos, vêm promovendo alterações no ambiente, e consequente alteração do estado de vulnerabilidade. Para dar respostas, com vistas à prevenção; preparação, resposta e reconstrução, é exigido um esforço de articulação entre os entes federados. No âmbito do Plano Plurianual do Governo Federal (PPA: 2012- 2015) foi criado, de forma inédita, o Programa Temático de Gestão de Risco e Resposta a Desastres (PTGRRD), com o propósito de atenuar os danos sociais, ambientais e prejuízos econômicos. O Ministério da Integração Nacional (MI) insere-se no PTGRRD por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil (SEDEC) atuando também na coordenação das ações de governo a partir de demandas dos estados. No período de 2011 a 2012, os estados mais acometidos pelos eventos de deslizamentos, inundações e enxurradas foram: MG, SC, SP, ES, RJ e AC. A atuação do MI/SEDEC no Gabinete Federal em Minas Gerais, em 2012, possibilitou a atuação em campo e produção de subsídios para o desenvolvimento das ações.

Abstract

Human interventions, with the purpose of providing the physical space needs and uses, have been promoting changes in the environment, and consequent change in the state of vulnerability. To provide answers, in order to prevent, preparedness, response and reconstruction, is required a joint effort between the counties. Under the Federal Government's Multiyear Plan (PPA: 2012-2015) was created, in an unprecedented manner, the Thematic Programme of Risk Management and Disaster Response (RMDRP), in order to mitigate the damage social, environmental and economic damage . The Ministry of National Integration (MI) is part of the PTGRRD through the National Secretariat of

and economic damage . The Ministry of National Integration (MI) is part of the PTGRRD through

Página2

Página 2 Civil Defense (NSDC) also acting in coordination of actions of government demands from the

Civil Defense (NSDC) also acting in coordination of actions of government demands from the states. In the period 2011 to 2012, the states most affected by the events of landslides, flooding and mudslides were: MG, SC, SP, ES, RJ and AC. The performance of the MI/SEDEC the Federal Office in Minas Gerais, in 2012, enabled the work in the field and production subsidies for the development of actions.

Palavras-chave e Keywords

Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres - CENAD, Deslizamentos, Inundações e Enxurradas, Gabinete Federal Temporário e Risco. Landslides, Floods,

1.

Introdução As ações antrópicas, com o propósito de prover o espaço físico às necessidades e respectivos usos, vêm intensificando as alterações no meio ambiente. Essas inserções no meio ambiente têm provocado perturbações no equilíbrio dos sistemas naturais, o que por sua vez, tem modificado o estado de vulnerabilidade do meio em que se inserem as comunidades. No Brasil, o efeito dos eventos extremos, sobretudo associados aos fenômenos de deslizamentos, inundações e enxurradas, tem mostrado uma dependência mais significativa do grau de vulnerabilidade das comunidades do que da magnitude do próprio evento. Pelo fato de a vulnerabilidade estar relacionada a diversos fatores, como por exemplo, a lei de uso e ocupação, no nível municipal; áreas de preservação nos níveis federais, estaduais e municipais; e dominialidade dos recursos hídricos, nos níveis estadual e federal; é de fundamental importância a existência de um instrumento de planejamento e gestão que seja transversal e articulado entre as três esferas de poder, bem como, entre as ciências que estão envolvidas num cenário de risco. Como um primeiro passo no sentido de estar próximo de onde há a materialização do risco, o Ministério da Integração Nacional (MI), por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil (SEDEC), e de forma mais especifica pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD), instalou, ao final de 2011 e até a corrente data (março de 2012), Gabinetes Federais Temporários (GFT), com a proposta de coordenar as ações de governo, a partir de demandas decorrentes dos

Federais Temporários (GFT), com a proposta de coordenar as ações de governo, a partir de demandas

Página3

Página 3 Estados. Até a presente data foram instalados (GFT) em: São Paulo, Espírito Santo, Minas

Estados. Até a presente data foram instalados (GFT) em: São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Acre e Amazonas. Neste artigo são apresentados, de forma resumida, o arcabouço legal que trata do CENAD, os dados dos desastres de 2011/2012, em nível nacional, e de forma mais especifica, os resultados da atuação do GFT no Estado de Minas Gerais. Previamente destaca-se que, as informações citadas aqui, decorrem de fontes Municipais e Estaduais, sobretudo das sucursais de Defesa Civil em tais esferas, estando sujeitas à frequentes atualizações, assim como maiores esclarecimentos que se fizerem necessários.

2.

Ministério da Integração Nacional no PTGRRD

O

Ministério da Integração Nacional (MI) tem importante papel na consecução do

Programa Temático de Gestão de Risco e Resposta a Desastres (PTGRRD), no âmbito do Plano Plurianual (2012-2015). A frente de atuação deste ministério está

pautada, sobretudo na produção de subsídios técnicos para orientar as ações de prevenção, preparação, resposta e reconstrução, bem como no fomento a medidas estruturantes, especialmente para a preparação, resposta e reconstrução.

2.1

Arcabouço Legal Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD)

O Decreto Nº 7.257/2010, que dispõe sobre Sistema Nacional de Defesa Civil

SINDEC, em seu artigo 5º informa que o SINDEC será composto pelos órgãos e entidades da União responsáveis pelas ações de defesa civil, bem como pelos órgãos e entidades dos Estados, Distrito Federal e Municípios que a ele aderirem. O §6º, deste mesmo artigo, menciona que para coordenar e integrar as ações do SINDEC em todo o território nacional, a Secretaria Nacional de Defesa Civil manterá um centro nacional de gerenciamento de riscos e desastres, com a finalidade de

Nacional de Defesa Civil manterá um centro nacional de gerenciamento de riscos e desastres, com a

Página4

Página 4 agilizar as ações de resposta, monitorar desastres, riscos e ameaças de maior prevalência. Neste

agilizar as ações de resposta, monitorar desastres, riscos e ameaças de maior prevalência. Neste contexto legal insere-se a proposta do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD) conforme finalidade mencionada. De forma mais específica, a Portaria nº 436/2007 conferiu ao supracitado Centro 24 competências normativas, dentre as quais destacam-se algumas: a) Desenvolver, estruturar, articular e coordenar os Sistemas de Informação de Desastres no Brasil SINDESB, de Monitorização de Desastre, de Alerta e Alarme, de Resposta aos Desastres, de Prevenção e de Reconstrução. b) Manter banco de dados e séries históricas dos desastres ocorridos; c) Promover e acompanhar, em âmbito nacional, as ações de monitorização e de previsão de desastres; d) Difundir alerta e alarme de desastres e prestar orientações preventivas à população; e) Coordenar, em âmbito nacional, o desenvolvimento das ações de respostas aos desastres; f) Mobilizar recursos para pronta resposta às ocorrências de desastres; g) Manter o Grupo de Apoio a Desastres, formado por equipe técnica multidisciplinar, mobilizável a qualquer tempo, para atuar em situações críticas, por solicitação expressa de Estados, Municípios e do Distrito Federal. A luz do arcabouço apresentado, pode-se depreender que o papel fundamental do CENAD, é sobretudo coordenar estrategicamente as ações para a prevenção, preparação, resposta e reconstrução em harmonia com os diferentes órgãos e entes da federação.

2.2 Acompanhamento dos Eventos (2011 e 2012)

Apresenta-se, neste subitem, um quadro nacional das consequências inerente aos fenômenos de deslizamentos, enxurradas, inundações, vendavais, granizos e enchentes para os anos de 2011 e 2012 até o mês de março. As Figuras 1 e 2 apresentam a relação de municípios afetados por UF (Unidade da Federação) e o quantitativo de população afetada por (Unidade da Federação), respectivamente. Em 2011, as seguintes UF, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Até março de 2012, Minas Gerais e São Paulo são os estado com o maior número de municípios afetados.

e Minas Gerais. Até março de 2012, Minas Gerais e São Paulo são os estado com

Página5

Página 5 Com relação à população afetada, para 2011 as UFs com os maiores valores absolutos

Com relação à população afetada, para 2011 as UFs com os maiores valores absolutos para a supramencionada variável foram: Santa Catarina, Minas Gerais e Paraná. Por último, até março de 2012, as UFs Espírito Santo, Acre, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram as que se destacaram com relação a tal variável.

Conforme já mencionado na introdução deste artigo, as informações aqui disponibilizadas decorrem da base de dados dos municípios e defesas civis estaduais, e, portanto, estão sujeitas a atualizações e verificações junto a tais instâncias.

e defesas civis estaduais, e, portanto, estão sujeitas a atualizações e verificações junto a tais instâncias.

Página6

Página 6 Figura 1- Municípios afetados por UF (2011 e 2012 (até março)
Página 6 Figura 1- Municípios afetados por UF (2011 e 2012 (até março)

Figura 1- Municípios afetados por UF (2011 e 2012 (até março)

Página 6 Figura 1- Municípios afetados por UF (2011 e 2012 (até março)

Página7

Página 7 Figura 2- População afetada por UF (2011e 2012 (até março)
Página 7 Figura 2- População afetada por UF (2011e 2012 (até março)

Figura 2- População afetada por UF (2011e 2012 (até março)

Página 7 Figura 2- População afetada por UF (2011e 2012 (até março)

Página8

Página 8 3. Os Gabinetes Federais Temporários em 2011/2012 O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos

3. Os Gabinetes Federais Temporários em 2011/2012

O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD) no final de

2011 e início de 2012, conforme atribuições previstas na Portaria 436/2007, em consonância com as diretrizes do novo PTGRRD e em função da magnitude e frequência dos impactos inerente às chuvas, arrolou junto aos Estados mais acometidos, os Gabinetes Federais Temporários (GFTs) com a finalidade de coordenar as ações, sobretudo de prevenção e respostas a partir das previsões e

demandas do Estado. No final de 2011 a março de 2012 foram instalados Gabinetes Federais (GF) nos Estado de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito

Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Acre. Estiveram presentes nesses GFs:

a Companhia de Pesquisa em Recursos Minerais (CPRM), a Agência Nacional de Águas (ANA), o Centro de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), as Coordenações Estaduais de Defesa Civil e o Ministério da Integração, por meio do CENAD. A presença da União nos estados foi de fundamental importância para a definição de prioridades nas ações, notadamente para os órgãos com atuações em campo, a exemplo da CPRM. A Tabela 1 resume

as ações do Governo Federal nos Gabinetes instalados. Tabela 1 Resumo Geral das Ações do Governo Federal nos GFs.

Orgãos

ANA

CPRM

CEMADEN

CENAD

CEDECs

Ações

 

Monitoramento

das

Setorização das

Produção

dos

Produção de relatórios técnicos que congregam as informações de previsão, para a prevenção, e de resposta quando das demandas verificadas pelo Estado

Ações

de

Informações

Áreas

mais

Boletins

Defesa Civil

Hidrológicas

em

afetadas

nos

meteorológico

do

consonâncias

com

Municípios com

Estado

os

dados

maior

meteorológicos

prevalência

de

 

danos

sociais,

 

ambientais

e

econômicos

O GFT foi instalado no Estado de Minas Gerais a partir de 05 de janeiro de 2012 e

passou a funcionar até o dia 14 de março do corrente ano na Sede da Coordenação Estadual de Defesa Civil, em Belo Horizonte, Minas Gerais. No período em questão, diferentes representantes dos órgãos listados na Tabela 1 estiveram no supracitado GFT. Dentre as atividades sob coordenação do CENAD, no período em tela, pode-se mencionar, no período de crise: i) auxílio à confecção de documentos para reconhecimento de Situação de Emergência junto a SEDEC; ii) envio de geólogos, a

à confecção de documentos para reconhecimento de Situação de Emergência junto a SEDEC; ii) envio de

Página9

Página 9 partir de demanda do Estado, para setorização de áreas vulneráveis aos deslizamentos; iii) envio

partir de demanda do Estado, para setorização de áreas vulneráveis aos

deslizamentos; iii) envio do Grupo de Apoio a Desastres (GADE); em período de

normalidade; iv) Planejamento de oficina para confecção de projetos para

reconstrução e aplicação de recursos; iv) envio de técnicos para reuniões de

orientação para desenvolvimento de projetos de reconstrução v) realização de vídeo-

conferências; vi) atualização de informações junto aos municípios mais afetados; vii)

participação de simulados e outras atividades e viii) sistematização e produção de

relatórios técnicos para o CENAD. De forma a exemplificar alguns produtos gerados

em função da existência do GFT no estado de Minas Gerais tem-se o seguinte:

A evolução temporal da decretação de Situação de Emergência no estado de Minas

Gerais, conforme Figura 3:

de Emergência no estado de Minas Gerais, conforme Figura 3: Figura 3- Evolução Temporal de Decretação

Figura 3- Evolução Temporal de Decretação de SE em Minas Gerais. (Fonte:

GFMG, dados CEDEC-MG)

Com base na Figura 3, pode-se depreender que o pico das decretações ocorreu

entre 31 de dezembro e 11 de janeiro de 2012, o que de certa forma implica, para os

anos seguintes, uma atenção especial para o final do ano, levando também em

consideração as Figuras 1 e 2, conforme já apresentadas.

A tipologia de fenômeno/consequência associado às chuvas predominantes no

Estado de Minas Gerais, conforme Figura 4, foram as enchentes, enxurradas e

deslizamentos, para o período 2011/2012.

no Estado de Minas Gerais, conforme Figura 4, foram as enchentes, enxurradas e deslizamentos, para o

Página10

Página 10 Figura 4- Fenômenos/consequências predominantes para o estado de Minas Gerais, conforme declarações SE.
Página 10 Figura 4- Fenômenos/consequências predominantes para o estado de Minas Gerais, conforme declarações SE.

Figura 4- Fenômenos/consequências predominantes para o estado de Minas Gerais, conforme declarações SE. (Fonte: GFMG, dados CEDEC-MG).

A partir da Figura 4, é possível depreender que as intervenções estruturais e

estruturantes devem ser pautadas, sobretudo levando em conta às enchentes,

enxurradas e deslizamentos.

Com relação à distribuição temporal (2011-2012) dos eventos predominantes

no estado de Minas Gerais, tem-se a Figura 5.

predominantes no estado de Minas Gerais, tem-se a Figura 5. Figura 5- Distribuição temporal dos Fenômenos

Figura 5- Distribuição temporal dos Fenômenos no estado de Minas Gerais. (Fonte:

GFMG, dados CEDEC-MG).

No período entre picos dos eventos, no estado de Minas Gerais, observou-se,

conforme a Figura 5, o predomínio dos fenômenos de enchente e enxurradas.

Com relação aos danos e prejuízos para o estado de Minas Gerais, inerente ao

período em questão, tem-se a Figura 6.

Com relação aos danos e prejuízos para o estado de Minas Gerais, inerente ao período em

Página11

Página 11 Figura 6- Percentual dos Danos e Prejuízos por fenômeno. (Fonte: GFMG, dados CEDEC-MG). Com
Página 11 Figura 6- Percentual dos Danos e Prejuízos por fenômeno. (Fonte: GFMG, dados CEDEC-MG). Com

Figura 6- Percentual dos Danos e Prejuízos por fenômeno. (Fonte: GFMG, dados CEDEC-MG).

Com relação aos principais eventos ocorridos no período, no estado de Minas

Gerais, pode-se depreender que as enchentes e enxurradas contemplam em suma

grande parte dos danos estimados na dimensão ambiental. Por outro lado, os

deslizamentos, abarcam a dimensão social em maior magnitude. Tal questão

decorre do efeito direto do próprio fenômeno. As enchentes e enxurradas têm grande

capacidade de modificar os cursos naturais, e em alguns casos irreversíveis. Já os

efeitos inerentes aos deslizamentos, quando da ocupação irregular, principalmente,

acomete sobremaneira a população o que por sua vez corrobora para tal fato.

Complementarmente, tem-se na Figura 7, para o estado de Minas Gerais, o Mapa

que ilustra a distribuição espacial das tipologias de eventos predominantes no

estado.

4. Considerações Finais

A atuação do Ministério da Integração Nacional, em especial, do Centro Nacional de

Gerenciamento de Riscos e Desastres - CENAD, relacionada à implementação do

PTGRRD, como articulador das ações de Governo tem importância fundamental no

que tange a comunicação preventiva, coordenação das ações de resposta, e

implementação dos controles para minimização dos riscos. A experiência da

implementação dos Gabinetes Federais Temporários nos estados mais vulneráveis

aos deslizamentos, enxurradas e deslizamentos corroborou sobremaneira para a

consolidação do papel articulador que o problema exige, bem como aproximou a

corroborou sobremaneira para a consolidação do papel articulador que o problema exige, bem como aproximou a

Página12

Página 12 União dos Municípios com apoio do Estado. Ainda, foi possível verificar e desenvolver uma

União dos Municípios com apoio do Estado. Ainda, foi possível verificar e desenvolver uma melhor sincronia das informações produzidas, de diferentes áreas do conhecimento, para um objetivo comum. Finalmente, os vultosos danos sociais, prejuízos ambientais e econômicos que a cada ano vêm ganhando amplitude não somente em função da intensidade das chuvas ou estiagem, mas da vulnerabilidade das comunidades aumentadas pela modificação do meio ambiente exigem uma ação de estado, e que por sua vez deve ser continua, transversal às ciências e articulada entre os diferentes entes federativos.

5. Referências Bibliográficas

BRASIL, Plano Plurianual (2012-2015). Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, Brasília, Brasil, 2011; BRASIL, Projeto de Lei Orçamento Anual (2012). Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Brasília, Brasil, 2011; BRASIL, O Decreto Nº 7.257/2010. Dispõe sobre Sistema Nacional de Defesa Civil SINDEC. Brasilia, Brasil, 2010; BRASIL, Portaria nº 436/2007. Dispõe sobre as competências normativas do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres. Ministério da Integração Nacional. Brasília, Brasil,

2007;

do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres. Ministério da Integração Nacional. Brasília, Brasil, 2007;

Página13

Página 13
Página 13

Página14

Página 14 Figura 7- Distribuição espacial dos eventos no estado de Minas Gerais. (Fonte: GFMG, dados

Figura 7- Distribuição espacial dos eventos no estado de Minas Gerais. (Fonte: GFMG, dados CEDEC-MG)

Página 14 Figura 7- Distribuição espacial dos eventos no estado de Minas Gerais. (Fonte: GFMG, dados