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Fatec “Estudante Rafael Almeida Camarinha” – Marília – Campi Marília - Pompéia

ESTÁGIO OBRIGATÓRIO REALIZADO NA FACULDADE DE TECNOLOGIA “ESTUDANTE RAFAEL ALMEIDA CAMARINHA” – MARÍLIA-SP
LABORATÓRIO DE PROCESSO

SANDRO MARCIO DA SILVA FONSECA

PROFª. MSC FLÁVIA MARIA VASQUES FARINAZZI MACHADO

Orientadora

MARÍLIA 2012

................................ 2 .................................................................................................... PERFIL........................................................... DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO.................. HISTÓRICO E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA EMPRESA............................. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................................Pompéia SUMÁRIO I II III IV V VI INTRODUÇÃO..........___________________________________________________________________________ Fatec “Estudante Rafael Almeida Camarinha” – Marília – Campi Marília ........................................ ANEXOS........................................................................................................................................... CONCLUSÃO..

C. Persistente e com o intuito de impressionar o padeiro. Várias lendas tentam explicar a sua origem uma delas é a de um jovem milanês. cidra e a a massa passa por um processo de fermentação uva passa. maçã..000 a. evoluindo para uma grande variedade. ovos e leite. levedo ou fermento e água. e aprimorada deu origem ao Chocotone. o rapaz inventou um pão com frutas de extrema delicadeza e de sabor especial. foi o primeiro alimento elaborado pelo homem. Natal tem origem milanesa. Sorvetone variações mais conhecidas da receita. A Fermentação 3 . O formato do pão totalmente diferente imitava a cúpula de uma igreja. e. por volta de 10. A palavra panetone (do italiano panettone) tem sua origem no vocábulo milanês panattón2. limão. O jovem presentou com o pão o futuro sogro e alcançou a tão sonhada permissão de casar-se com a amada. Introdução O Panetone O pão mais antigo que se conhece data do período neolítico. porém quase todos são feitos de três ingredientes básicos: farinha. figo. membro da família Atellini. e foi assado provavelmente. O panetone é um pão adicionado de frutas cristalizadas ou chocolate4. natural que busca garantir que o e a Colomba Pascal. simplesmente. O sucesso foi imediato e o pão passou a ser chamado de pão do Toni. um padeiro de modos rudes que não aprovava o namoro. laranja. panetone fique com uma consistência macia. Com o tempo a receita sofreu diversas inovações. que apaixonou-se pela linda filha de Toni. O panetone é um alimento tradicional da época de do norte da Itália. gordura. Os outros ingredientes utilizados na elaboração são: sal. O pão doce de natal possui fragância discreta de baunilha e recheio de frutas secas tais Durante sua fabricação como damasco.1. panetone 2. com o tempo.

não era compreendida até o século XIX. o crescimento da massa de pão. Muitas substâncias químicas industriais e vários antibióticos usados em medicamentos modernos são produzidos através de fermentação sob condições controladas. A fermentação é sempre iniciada por enzimas formadas nas células dos organismos vivo. Os chineses usavam coalho de feijão-soja mofado para curar infecções de pele há 3. É a base de processos industriais que convertem matérias-primas como grãos. produto da fermentação do leite é outra comida muito antiga. e subprodutos industriais em 4 . e pão são tão velhos quanto a agricultura. habitantes das cavernas descobriram que a carne envelhecida tem um sabor mais agradável que a carne fresca. Esta descoberta conduziu-o à teoria da origem de doenças de Pasteur. O queijo. O valor medicinal de produtos fermentados é conhecido de há muito tempo.Uma mudança química em matéria animal e vegetal provocada por leveduras microscópicas. como pepsina e renina que transformam comida em uma forma solúvel1. Vinho. Células do corpo humano produzem enzimas digestivas. enquanto estudando problemas dos cervejeiros e vinicultores da França. Os índios da America Central tratavam feridas infectadas com fungos1. e a conversão de açúcares e amidos em álcool.000 anos atrás. Bactérias azedam o leite produzindo ácido láctico e butírico. açúcares. O cientista francês Louis Pasteur.Enzima é um catalisador natural que provoca uma mudança química sem ser afetada por isto1. mas um segundo tipo torna-o azedo. A levedura é um fungo composto de minúsculas células tipo vegetais similares às bactérias. Elas crescem o pão e transformam suco de uva em vinho. bactérias. cerveja. A verdadeira causa da fermentação. ou mofos é chamada de fermentação. encontrou que um tipo de levedura produz vinho bom. Em alguns casos a fermentação é usada para modificar um material cuja modificação seria difícil ou muito cara se métodos químicos convencionais fossem escolhidos. Produtos de fermentação são usados desde a antiguidade. O resultado da fermentação é a quebra de uma substância em compostos mais simples. A química das fermentações é uma ciência nova que ainda está em suas fases s iniciais. Exemplos de fermentação: são o azedamento de leite. porém. Suas enzimas invertase e zimase quebram açúcar em álcool e gás carbônico.

Aspectos fermentativos As reações que ocorrem: C6H12O6 = 2 C2H5OH + 2 CO2 Glicose (180g) = etanol (92g) + gás carbônico (88g/cm3) Neste trabalho objetivou-se a produção de Panetones macios e saborosos a partir de fermentação de uvas.5%. Às sobras de cozimento ou de recorte. Devido a grande entalpia das formas de cozimento maciças. 5 . são usadas1. a quantidade dos componentes dosimétricos na receita deve ser adaptada conforme as propriedades da farinha e o estado das formas de cozimento. O processo de cocção resulta em uma umidade residual abaixo de 1. 2011). a massa aplicada é aquecida muito rapidamente. leveduras e bactérias. prensada em um ferro com temperaturas elevadas para imprimir textura sobre a massa. As placas previamente cortas e dimensionadas são embaladas imediatamente (HASS. a farinha começa a gelatinizar e assim que o vapor começa a sair às formas são preenchidas por completo (HASS. A distribuição da massa é influenciada pela adição de bicarbonato de sódio e amônio. Wafer Wafer é um tipo de massa de origem Belga com base em farinha e água. são fabricados a partir de massas líquidas e viscosas. após a aplicação de creme. Cepas cuidadosamente selecionadas de bolores. depois de serem retirados das formas os wafers passam por uma via de resfriamento e eventualmente são condicionados por umidade. devem-se considerar sobras de cozimento na ordem de 12 a 15% (HASS. 2011). 2011).muitos produtos sintéticos diferentes. nem sempre tem condições ideais para serem utilizadas na matéria-prima. resfriamento e corte. pelo principio de levedação por vapor d’água como conseqüência da evaporação da água contida na formulação e na farinha. para alinhamento das placas nas instalações modernas na indústria.

O termo “Minimização de Resíduos” foi definido pela Agência de Proteção Ambiental Norte Americana (EPA) como: “toda ação tomada para reduzir a quantidade e/ou a toxicidade dos resíduos que requerem disposição final”. A minimização de resíduos envolve qualquer técnica. elimine ou reduza a quantidade de resíduo gerada na fonte. busca incorporar subprodutos da indústria de baixo valor agregado em produtos nobres. a fim de aumentar a eficiência no uso de matérias-primas. que visualiza todas as fases do processo produtivo e do ciclo de vida de determinado produto. Como nem sempre é factível não gerar resíduos em deliberados processo. Desta forma. sistema de gestão. A produção limpa envolve minimização no uso de recursos e emissões. a minimização é a segunda melhor escolha.A necessidade da indústria em buscar soluções definitivas para problemas de perdas. seja de matéria-prima ou danos ambientais. normalmente dentro dos 6 . 1995). a viabilidade de novos produtos na qual os materiais são sistematicamente usados e reusados para aumentar significativamente a produtividade dos recursos e eficiência de matéria prima. minimização ou reciclagem de resíduos gerados em um processo produtivo (CNTL-1995). 1998). através da não geração. criassem programas de produção mais limpa que significa a aplicação contínua de uma estratégia econômica. processo ou atividade que evite. A indústria que reduz a quantidade de resíduo criado também obtém a redução de gastos com tratamento e disposição de resíduos. ambiental e tecnológica integrada aos processos e produtos. concentrando-se não apenas no produto. mas no benefício causado. A tendência é a adoção de produção limpa. água e energia. fez com que a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) junto com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). A sua filosofia consiste em substituir o modelo end of pipe (tratamento do resíduo gerado) por outros que evidenciam a prevenção dos impactos à saúde e ao meio ambiente (SILVA. O tratamento constitui na utilização de tecnologias end of pipe para adequar os resíduos aos padrões da Legislação Ambiental antes de serem dispostos no meio ambiente. com o objetivo de minimizar riscos à saúde do ser humano e ao meio ambiente. reduzindo a carga poluidora e minimizando o impacto ambiental (VALLE.

diminuindo os custos de tratamento e protegendo o meio ambiente (CHEREMISINOFF. Marília destaca-se no segmento 7 . com índice positivo na geração de empregos nas indústrias de alimentos e demais segmentos. Marília ficou em 1º lugar em Desenvolvimento do Estado. Marília. Jundiaí. Jaú. que une oportunidades de desenvolvimento econômico a muita qualidade de vida. Foi apontada pela Unicef-ONU como Cidade Amiga da Criança e também reconhecida pelo Instituto Ayrton Senna como cidade Modelo de Educação. visando qualificar os trabalhadores que atuam no mercado de alimentos e abrindo novas oportunidades a todos que buscam ensino público com qualidade. Ourinhos. a cidade de Marília tem uma área total de 1. Por apresentar este perfil de crescimento na área alimentícia. O Centro Paula Souza é uma autarquia do Governo do Estado de São Paulo. Carapicuíba. Pindamonhangaba. Itapetininga. pelo Governador Geraldo Alckmim e iniciou suas atividades acadêmicas em 22 de março de 2006 com o curso de Tecnologia em Alimentos e possui instalações próprias na Rua Castro Alves. Através de pesquisa realizada pela FIPE-USP. Cruzeiro. Sua missão é "Formar profissionais competentes e éticos. ou permita a reutilização ou a reciclagem dos resíduos. Taquaritinga e Tatuí. sendo uma ótima opção de investimento. Praia Grande. Mauá. responsável pela educação profissional pública nos níveis técnico. É apontada como modelo em estrutura de ensino e como a quarta cidade mais segura do Estado. capazes de enfrentar desafios na busca do desenvolvimento tecnológico. A FATEC Marília é hoje o maior Pólo Industrial de Alimentos do Brasil. São Paulo (3). Tudo isso fez com que Marília se transformasse em pólo regional. social e econômico". Garça. São José dos Campos. tecnológico e pós-graduação. localizadas nos municípios de Americana. Botucatu. Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento. nº 62. A FATEC "Estudante Rafael Almeida Camarinha" (FATECMarília) foi criada em 02 de Março de 2006. São Bernardo do Campo. Sorocaba. Guaratinguetá. São José do Rio Preto.575. através do Decreto nº 50. Indaiatuba. Santos. o Centro Paula Souza instalou uma Faculdade de Tecnologia (FATEC) em Marília. oferece cursos Superiores de Tecnologia ministrados nas 26 FATECs. Fundada em 1929. A 443 quilômetros de São Paulo.194 km² e aproximadamente 200 mil habitantes.limites do processo como sistema.1995). Mococa.

pois apresenta grande variedade e quantidade de produtos. entre outras.095 indústrias. A cidade conta com estabelecimentos comerciais. na área de desenvolvimento de novos produtos. construção civil. um centro polarizador. DIA 01/02/20 12 02/02/20 12 03/02/20 12 06/02/20 12 07/02/20 12 08/02/20 12 09/02/20 12 10/02/20 12 13/02/20 12 14/02/20 12 15/02/20 12 HORAS ATIVIDADES REALIZADAS NO LABORATÓRIO DE PROCESSO Preparação do Mosto para fermentação Controle de tºC. brixº e pH hora a hora Adicionar o mosto fermentado a farinha. além de representar uma grande expressão econômica para a cidade. 1.industrial com a produção de alimentos e também com indústrias dos mais variados ramos: metalúrgica. sendo considerada neste segmento.. gráfica. brixº e pH hora a hora Controle de tºC. totalizando 1. Controlar a fermentação Controle de tºC e pH hora a hora 6 6 6 6 6 6 6 6 6 Controle de tºC e pH hora a hora 6 6 Controle de tºC e pH hora a hora Fermentação do 1º impasto 8 . DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Quadro de atividades desenvolvidas durante o período de estágio obrigatório. plásticos. brixº e pH hora a hora Controle de tºC. brixº e pH hora a hora Controle de tºC.

Controle de tºC e pH hora a hora Controle de tºC e pH hora a hora Fermentação do 1º impasto Fermentação do 2º impasto Finalização do produto (assamento) Reunião para desenvolver novo Produto Desenvolvimento da barra de cereais e drageados com aparas de wafer. Ajuste na formulação da Barra de cereais.retirada da gordura e lecetina 9 . brixº e pH hora a hora Controle de tºC. brixº e pH hora a hora Adicionar o mosto fermentado a farinha para celíaco. Desenvolvimento de barras de cereais Ajuste na formulação da Barra de cereais.16/02/20 12 17/02/20 12 19/02/20 12 22/02/20 12 23/02/20 12 24/02/20 12 27/02/20 12 28/02/20 12 29/02/20 12 01/03/20 12 02/03/20 12 05/03/20 12 06/03/20 12 07/03/20 12 08/03/20 12 09/03/20 12 12/03/20 12 13/03/20 12 14/03/20 12 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 Fermentação do 2º impasto Finalização do produto (assamento) Desenvolvimento panetone para Celíaco Fermentação natural para celíaco Preparação do Mosto para fermentação Controle de tºC. brixº e pH hora a hora Controle de tºC.

após esse descanso foram adicionados 100ml de água e 20g de açúcar. Anotou-se um repouso de 6 horas. cada intervalo de 1 hora foi feito análise de pH e Brixº. este procedimento repetiu-se por mais 2 vezes intercalando-se um descanso de 6 horas. a parte da massa fermentada representa 40% do total do peso da esponja. a cada 6 horas eram adicionados 100g de farinha de trigo e 10 g de açúcar este procedimento repetiu-se por 24 horas até que a massa dobrou de tamanho sovou-se novamente com farinha de trigo. adição de Sal. 60%. foi reservado 50% da massa para servir como massa mãe. ajuste na temperatura de adição dos sólidos.15/03/20 12 16/03/20 12 19/03/20 12 20/03/20 12 21/03/20 12 6 6 6 6 6 Ajuste na formulação da Barra de cereais.e controlado pH e temperatura de massa hora a hora . utilizando batedeira planetária homogeneizou-se a massa por 10 minutos. colocou-se para 10 . Após esta etapa o líquido foi filtrado e misturado a 100g de farinha de trigo e 10g de açúcar. as mesmas foram lavadas e homogeneizadas em 100ml de água com o auxílio do liquidificador em um intervalo de 2 minutos em seguida este suco foi colocado em um recipiente vidro de 2 litros com 20g de açúcar. Em seguida a parte que sobrou foi utilizada para realizar o 1º impasto. Conforme tabela acima foram desenvolvidas as seguintes atividades no desenvolvimento para panetone de fermentação natural do 01/02/2012 ao dia 17/02/2012 segue abaixo: Foram selecionadas 100g de uvas brancas. Ajuste na formulação da Barra de cereais. o restante. Produção da Barra de cereais para análise centesimal Produção da Barra de cereais para análise de Texturométria. a massa foi cilindrada e dobrada 10 vezes. é farinha de trigo e água. Produção da Barra de cereais para análise sensorial e a possibilidade compra.

Amassar cerca de 200 gramas de uva e reservá-la por 36 a 40 horas a uma temperatura de 30 – 35ºC. por 6 horas. Retirar 200 gramas desta massa e misturar novamente com 200 gramas de pré mistura e 100 gramas de água. a partir do início do preparo. Isto deverá ocorrer após 8 – 10 dias. Ingredientes da pré mistura para substituir a farinha de trigo. Repertir esta operação até que a cultura atinja sua maturação. Conforme tabela acima foram desenvolvidas as seguintes atividades no desenvolvimento de panetone de fermentação natural para celíacos do 19/02/2012 ao dia 08/03/2012 segue abaixo: 1. leite. homogeneizou-se por 15 minutos em batedeira planetária.8. 2. retirá-la da refrigeração 48 horas antes. Após as 24 h. 11 . Manter em repouso por 5 horas a 30ºC. Quando for utilizar a cultura. com umidade de 70%. o conjunto foi fracionado e solubilizado com água. enzimas e 200 g de água. transferiu-se para estufa a 30ºC. Após 4 dias. sal e chocolate. 4. 3. farinha de trigo. Com 80 g da borra de vinho fazer uma massa misturando este líquido com 200 g de pré mistura de amido de milho. manteiga. Pronta esta massa. e climatizado por 2 horas para ser finalmente embalado e finalizado.fermentar por 12 horas (2º impasto). 6. Misturar tudo e manter em repouso por mais 24 horas a 30ºC. CMC e goma guar. após este intervalo a massa é boleada e foram pesadas porções de 550 g em formas de papel próprio. Deixar repousar esta massa por 24 h a 30ºC. acrescentar a esta massa 250 g de pré mistura sem adicionar água. amido pré gelatinizado de inhame. Após este intervalo a esponja é levada para a batedeira com as gemas. ela pode ser conservada refrigerada a 0ºC durante 3 a 4 dias. Filtrar a uva amassada para obter a borra de vinho branco. aromas. em seguida a massa foi assada em forno ciclo térmico por 25 minutos. realimentar a cultura refazendo Tabela 1. 5. Neste ponto a cultura já deve ter pH= 3.

Ingredientes Amido de milho Pré gelatinizado de Inhame CMC Goma Guar *Hemicelulase *Lipase *α-amilase Peso 750 50 100 100 3.00004 3. Ingredientes para massa de panetone.314 % 15. Ingredientes Massa Mãe Pré mistura *Gemas Manteiga Leite em pó Chocolate fracionado Aroma de Chocolate Óleo de Laranja Açúcar Fermento biológico Sal Água Total Peso Kg 1052 452 15 un 220 100 500 10 10 500 20 20 300 3184 % 33.628% 9.33x10-4 3.19 % 6.42% 99.00004 % 0.7% 0. Tabela 2.7% 0.314 % 0.14% 15.33x10-4 % *% calculados sobre o peso do Amido de Milho e pré gelatinizado de Inhame. 12 .9% 3.97 % *Gemas utilizadas foram em unidades de ovos médios.33x10 -4 % 75% 5% 10% 10% 0.04 % 14.628% 0.00004 % 0.

manteiga. sal e chocolate. e climatizado por 2 horas para ser finalmente embalado e finalizado. Elaborou-se a calda através da dissolução da maltodextrina em água a temperatura ambiente. após este intervalo a massa é boleada e foram pesadas porções de 550 g em formas de papel próprio. transferiu-se para estufa a 30ºC. As uvas passas e as macadâmias passaram por processo de minimização com a utilização de faca e placa de tecnil. conforme estabelecida na formulação base. farinha de trigo. o conjunto foi fracionado e solubilizado com água. em seguida a massa foi assada em forno ciclo térmico por 25 minutos. a partir da formulação base. o restante. tabelas 1 Com o auxilio de balança analítica e semi-analítica. a massa foi cilindrada e dobrada 10 vezes.Em seguida a parte que sobrou foi utilizada para realizar o 1º impasto. 60%. e assim adicionaram-se as aparas de wafer. Após este intervalo a esponja é levada para a batedeira com as gemas. por 6 horas. utilizando em sua composição 52. seguida de leve homogeneização. levou-se refrigeração com temperatura de 8º C por 20 13 . leite. em formas próprias de aço inox com o auxilio de rolo e espátula. Submeteram-se os ingredientes à cocção e homogeneização até apresentar 70°C. seguindo metodologia descrita por Freitas e Moretti (2006). utilizando batedeira planetária homogeneizou-se a massa por 10 minutos. com exceção do wafer. colocou-se para fermentar por 12 horas (2º impasto).5% de ingredientes secos e 47. homogeneizou-se por 15 minutos em batedeira planetária. levou-se a fogo brando e adicionou-se à mistura o açúcar cristal. à calda. é farinha de trigo e água. sal e xarope de glicose até atingir temperatura de 95ºC e 85ºBrix. Após a incorporação das aparas à calda. com umidade de 70%. Conforme tabela acima foram desenvolvidas as seguintes atividades no desenvolvimento de barras de cereais com aparas de wafer do 08/03/2012 ao dia 21/03/2012 segue abaixo: As barras de cereais foram confeccionadas no Laboratório de Processamento de Alimentos da Fatec de Marília/SP. Adicionou-se a base seca. realizouse a moldagem e laminação da massa. a parte da massa fermentada representa 40% do total do peso da esponja.5% de agentes de aglutinação. aromas. pesou-se os ingredientes de aglutinação e base seca.

Figura 5-Fluxograma de elaboração da barra de cereais. Utilizou-se e embalagem de filme PVC para o armazenamento das porções de 15 gramas e posterior análise sensorial e centesimal. Segue abaixo conforme descrito o fluxograma do processo de produção da barra de cereal com aparas de wafer. 14 . realizadas no campus da Fatec de Garça e nos laboratórios de análises da Fatec. “Estudante Rafael Camarinha” de Marília. respectivamente.minutos.

São Paulo Manole. FLEET. S.. Food Technol. sugestões para a melhor adequação do conteúdo administrado em sala de aula. qual a contribuição do curso no sentido de permitir ou não uma nova visão das atividades de sua rotina. 2-Pandurata Alimentos Ltda.L. 5. Belém: Sociedade Civil Mamirauá.. P.38 p. 1986. V.0: aplicações estatísticas nas áreas das ciências biomédicas. The effects the temperature and pH on the growth of yeast species during the fermentation of some Australian wine.Abril de 2007. 1988. relacionamentos.IV. D. Leobendorf .com. SANTOS.br/article. incluindo: as dificuldades encontradas na empresa/instituição relacionadas à estrutura.azeite.G. CHEREMISINOFF.Wafers planos e ocos. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia. 23-28.Austria..Sarvier/2008. relacionamentos chefes-funcionários. PHILIPPI. resultados. 324p (CNTL) Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI-Rio Grande do Sul-1995. 3. Hass information. TIEFENBACHER. disponível em <http:www. Resumo de tecnologia 20/05/2011.História do Panetone. HEARD.H. Nutrição e técnica dietética. G. para aqueles que desenvolveram o estágio no local de trabalho. HASS. CONCLUSÃO Nesse item você deve escrever uma conclusão particular sobre o período de estágio obrigatório que desenvolveu. N. Waste minimization and cost reduction for the process industries. M. A. FLEET. PEDÓ. 6. Bacteriol. as sugestões para melhoria de processos.Sumário Tecnológico.M. o seu crescimento com a oportunidade do estágio. 2007.M.T. Desenvolvimento de barras de cereais à base de aveia com alto teor de fibra alimentar. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1-Lehninger-Princípios da Bioquímica/Kay Yarbouger Nelson/Albert Lester Leninger/Ed.php? recid=186>acesso em 25/09/2010 4. 22-25 . Belém: Imprensa Oficial do Estado do Pará. J apple. 2006. GUTKOSKI. AYRES JR.TEIXEIRA. AYRES M. Franz Hass Waffelmaschinen AG. BONAMIGO. etc. Occurrence and growth of yeast species during the fermentation of grape juice. G.H. Dr. e.. 65 p. HEARD.S. procedimentos. 15 . BioEstat 5. Austr.Karl Tiefenbacher.G.Pesquisa & Desenvolvimento. AYRES.

Associação dos Celíacos do Brasil – ACELBRA História do panetone. ANEXO III. Pietro-Ribeirão Preto:Legis Suma. Cada um deve ter a identificação no texto como ANEXO I. S. disponível em http://www. SAID/PIETRO. C.qualidade. Bq.Enzimas como Agentes Biotecnológicos/ Suraia Said e Rosimeire C. 7678.L. Por que vale adotar a produção limpa. 1995. VI. SILVA. 105 p. 2006. PHILIPPI. São Paulo: Pioneira.São Paulo. 1998. etc. Qualidade ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o meio ambiente.org/index. e deve ser apresentado em páginas individuais. n.R. 113 p.out. fluxograma. www. 77.unido.org. T.php?id=1001367 acessado 12 de Março de 2012 às 21h35min.com.azeite.senairs. Nesse item você deve apresentar as referências conforme as normas da ABNT-NR 6023. Nutrição e técnica dietética.L. 8. São Paulo: Manole. área de concentração tecnologia de alimentos.E. ANEXO II. fotografia. www. 1998.php?recid=186> acesso em 13/10/2010. organograma da empresa ou algum gráfico citado em qualquer ponto do relatório. U. Apostila da Disciplina Tratamento de Efluentes Industriais.PAWLOWSKY.br/article.br/cntl/ acessado 20 de Março de 2012 às 20h30min.P.2004. Curso de mestrado em tecnologia química. ANEXOS Nesse item você deve apresentar alguma figura. 16 . M. v. VALLE. p. Curitiba: UFPR.

0 cm.NORMAS PARA ESCREVER O RELATÓRIO 1. DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES 5. funcionários e professores. Quanto à formatação do parágrafo. com números ao lado direito inferior da página. Devem ser precedidos por números como o exemplo abaixo. devem estar localizados em alinhamento justificado na primeira linha da página. estes devem estar posicionados duas linhas abaixo do título (dois enter). margens superior e esquerda 3. 17 . No caso de serem utilizados subtítulos. Configuração de páginas: papel A4. Ex: V. As páginas devem ser numeradas à partir da Introdução. sem recuos nem espaçamentos. todos escritos em letra Arial 12 maiúscula e em negrito. 2.0 cm e inferior e direita 2. Os títulos devem ser precedidos de números em algarismos romanos.1 Serviço de fotocópias de materiais de cunho acadêmico e administrativo para direção. Deixar no cabeçalho o timbre do Centro Paula Souza no canto superior direito (como está exemplificado nesta página) 3. Os números devem ser na letra Arial tamanho 10) 4. todos escritos em letra Arial 12 com a primeira letra maiúscula e em negrito. Ex: I. sem recuos nem espaçamentos. devem estar localizados em alinhamento justificado na primeira linha da página. INTRODUÇÃO 5. Colocar cada item em uma folha. Quanto à formatação do parágrafo.

livro ou qualquer outra fonte for citado na elaboração do texto. separados por ponto e vírgula e dispostos em ordem cronológica crescente (por exemplo: SILVA et al. os AUTORES devem ser escritos. SILVA & CASTRO (2001). termos eruditos. supervisor de estágio.5 entre linhas. (2001). 2008). COSTA. no corpo do texto. com letras maiúsculas (por exemplo: SILVA (2001). Deve ser escrito em letra Arial 12. O texto deve ser escrito na 3a pessoa do singular (impessoal) em linguagem científica (vocabulário coloquial adequado). entre parênteses. aparecer em alinhamento justificado. gírias. SANTOS.. Toda vez que um artigo. SILVA et al. etc). sem recuos e o espaçamento deve ser 1. rodeios. 18 . empregados ou pesquisados em referenciais teóricos. frases de efeito. O texto deve ter início duas linhas (dois enter) abaixo do título ou subtítulo. Não empregar: figuras de linguagem. 2004. Quando forem citados após o final do parágrafo. 2001.6. Quanto à formatação do parágrafo. devem ser escritos em letras maiúsculas. Podem ser usados dados relatados pelo proprietário da empresa. Sua citação nas Referências Bibliográficas deve obedecer às normas da ABNT-NR 6023.