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Mecânica dos Sólidos II Prof.: Judas Tadeu G de Sousa

Mecânica dos Sólidos II

Prof.: Judas Tadeu G de Sousa

Mecânica dos Sólidos II Prof.: Judas Tadeu G de Sousa
Mecânica dos Sólidos II Prof.: Judas Tadeu G de Sousa
Mecânica dos Sólidos II Prof.: Judas Tadeu G de Sousa
Mecânica dos Sólidos II Prof.: Judas Tadeu G de Sousa
 Algumas vezes os movimentos dos corpos estão inter-relacionados devido às restrições impostas por elementos

Algumas vezes os movimentos dos corpos estão inter-relacionados devido às restrições

impostas por elementos de interligação como

cabos, flexíveis e inextensíveis, e polias ou

roldanas.

às restrições impostas por elementos de interligação como cabos, flexíveis e inextensíveis, e polias ou roldanas.
às restrições impostas por elementos de interligação como cabos, flexíveis e inextensíveis, e polias ou roldanas.
às restrições impostas por elementos de interligação como cabos, flexíveis e inextensíveis, e polias ou roldanas.
 Nesses casos existem restrições ao movimento das partículas as quais fornecem equações adicionais que

Nesses casos existem restrições ao

movimento das partículas as quais fornecem equações adicionais que relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total

do cabo fixo e dado pela equação abaixo:

L

relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:

x

relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:

2

r

2

relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:

2

y

r 1
r
1
relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:
relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:
relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:
relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:

b

relacionam esse movimento. No exemplo o comprimento total do cabo fixo e dado pela equação abaixo:
 Na figura abaixo temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana,

Na figura abaixo temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana, cada bloco deslizando em um plano inclinado diferente.

temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana, cada bloco deslizando em um
temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana, cada bloco deslizando em um
temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana, cada bloco deslizando em um
temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana, cada bloco deslizando em um
temos dois blocos ligados por um cabo inextensível e uma roldana, cada bloco deslizando em um
 Observe que devido ao cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado,

Observe que devido ao cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado, gera um movimento do ponto B, subindo no outro plano inclinado.

cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado, gera um movimento do ponto B,
cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado, gera um movimento do ponto B,
cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado, gera um movimento do ponto B,
cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado, gera um movimento do ponto B,
cabo o movimento do ponto A, descendo o plano inclinado, gera um movimento do ponto B,
 Para estudarmos este problema definimos a partir dos eixos de referência ligados ao ponto

Para estudarmos este problema definimos a partir dos eixos de referência ligados ao ponto fixo O as coordenadas de posição s A e s B dos blocos A e B, respectivamente:

ligados ao ponto fixo O as coordenadas de posição s A e s B dos blocos
 Sendo l T o comprimento total do cabo, então as coordenadas de posição podem

Sendo l T o comprimento total do cabo, então as coordenadas de posição podem ser inter- relacionadas pela equação.

l s T
l
s
T

A

s
s

B

l
l

CD

podem ser inter- relacionadas pela equação. l s T A s B l CD ◦ Onde

Onde l CD é o comprimento do arco CD

podem ser inter- relacionadas pela equação. l s T A s B l CD ◦ Onde
podem ser inter- relacionadas pela equação. l s T A s B l CD ◦ Onde
podem ser inter- relacionadas pela equação. l s T A s B l CD ◦ Onde
podem ser inter- relacionadas pela equação. l s T A s B l CD ◦ Onde
 Agora se derivarmos no tempo a equação de restrição, considerando que l T e

Agora se derivarmos no tempo a equação de restrição, considerando que l T e l CD são constantes, temos:

ds

A

dt

ds

B

l T e l C D são constantes, temos: ds A dt ds B dt 0

dt

T e l C D são constantes, temos: ds A dt ds B dt 0 v

0

e l C D são constantes, temos: ds A dt ds B dt 0 v A

v

A

v
v

B

Portanto o movimento do bloco A é

acompanhado por um movimento no bloco B em sentido inverso. Se um subir o outro deve

descer.

o movimento do bloco A é acompanhado por um movimento no bloco B em sentido inverso.
o movimento do bloco A é acompanhado por um movimento no bloco B em sentido inverso.
o movimento do bloco A é acompanhado por um movimento no bloco B em sentido inverso.
o movimento do bloco A é acompanhado por um movimento no bloco B em sentido inverso.
 Finalmente se calcularmos a derivada temporal da equação que relaciona as velocidades dos dois

Finalmente se calcularmos a derivada temporal da equação que relaciona as velocidades dos dois blocos temos:

dv

A

dt

v
v
relaciona as velocidades dos dois blocos temos: dv A dt v d B dt a A

d

relaciona as velocidades dos dois blocos temos: dv A dt v d B dt a A

B

dt

as velocidades dos dois blocos temos: dv A dt v d B dt a A a

a

A

a
a

B

Assim temos também uma expressão que relaciona as acelerações pra os dois corpos.

temos: dv A dt v d B dt a A a B  Assim temos também
temos: dv A dt v d B dt a A a B  Assim temos também
temos: dv A dt v d B dt a A a B  Assim temos também
temos: dv A dt v d B dt a A a B  Assim temos também
 Observações: ◦ A escolha do eixo referencial apesar de arbitrária deve considerar os seguintes

Observações:

A escolha do eixo referencial apesar de arbitrária deve considerar os seguintes pontos:

A origem tem que estar sob um ponto fixo;

O movimento dos blocos deve ser explicado através

das coordenadas escolhidas;

O sinal negativo na expressão anterior indica que a medida que o bloco A desce o bloco B sobe, e vice- versa.

◦ O sinal negativo na expressão anterior indica que a medida que o bloco A desce
◦ O sinal negativo na expressão anterior indica que a medida que o bloco A desce
◦ O sinal negativo na expressão anterior indica que a medida que o bloco A desce
◦ O sinal negativo na expressão anterior indica que a medida que o bloco A desce
 Vamos analisar agora o sistema abaixo sob a perspectiva de sistemas referenciais diferentes:

Vamos analisar agora o sistema abaixo sob a perspectiva de sistemas referenciais diferentes:

 Vamos analisar agora o sistema abaixo sob a perspectiva de sistemas referenciais diferentes:
 Vamos analisar agora o sistema abaixo sob a perspectiva de sistemas referenciais diferentes:
 Vamos analisar agora o sistema abaixo sob a perspectiva de sistemas referenciais diferentes:
 Inicialmente vamos tomar como eixos de referência as retas em vermelho da figura abaixo:

Inicialmente vamos tomar como eixos de referência as retas em vermelho da figura abaixo:

 Inicialmente vamos tomar como eixos de referência as retas em vermelho da figura abaixo:
 Inicialmente vamos tomar como eixos de referência as retas em vermelho da figura abaixo:
 Inicialmente vamos tomar como eixos de referência as retas em vermelho da figura abaixo:
 Para esses eixos de referência, como o cabo é inextensível, a equação de restrição

Para esses eixos de referência, como o cabo é inextensível, a equação de restrição cinemática pode ser escrita como:

sa equação de restrição cinemática pode ser escrita como: B s A h  Derivando temos:

B

s
s

A

a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando

h

Derivando temos:

a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando

d

2
2
s
s
h
h

d l

s

B

A

dt

dt

a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando
a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando
a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando
a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando
a equação de restrição cinemática pode ser escrita como: s B s A h  Derivando
 Como as distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds

Como as distâncias l e h são constantes:

0

 Como as distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A

2

ds

B

dt

ds

as distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2

A

dt

distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v

2 v

B

v
v

A

Derivando mais uma vez temos:

2

dv

B

dt

dv

l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B

A

dt

l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B

2 a

l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B
l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B
l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B
l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B

B

a
a

A

 Analisemos o mesmo sistema agora para os eixos de referência da figura abaixo:

Analisemos o mesmo sistema agora para os eixos de referência da figura abaixo:

 Analisemos o mesmo sistema agora para os eixos de referência da figura abaixo:
 Para esses novos eixos de referência, a equação de restrição cinemática pode ser escrita

Para esses novos eixos de referência, a equação de restrição cinemática pode ser escrita como:

equação de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A 
l 2 h
l
2
h

Bequação de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h s h A  Derivando

s
s
de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A  Derivando

h

A

Derivando temos:

2 h s
2
h
s
s
s
h
h

dl

dt

d

de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A  Derivando

B

A

dt

de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A  Derivando
de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A  Derivando
de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A  Derivando
de restrição cinemática pode ser escrita como: l 2 h B s h A  Derivando
 Como as distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds

Como as distâncias l e h são constantes:

0

2
2

ds

B

dt

ds

as distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2

A

dt

distâncias l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v

2 v

B

l e h são constantes: 0 2 ds B dt ds A dt 2 v B

v

A

Derivando mais uma vez temos:

2

dv

B

dt

dv

A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B

A

dt

A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B

2 a

B

A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B

a

A

Porque os sinais ficaram diferentes?

A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B
A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B
A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B
A dt 2 v B v A  Derivando mais uma vez temos: 2 dv B
 Determine a velocidade do bloco A na Figura abaixo supondo que o bloco B

Determine a velocidade do bloco A na Figura abaixo supondo que o bloco B sobe com a velocidade de 6pés

 Determine a velocidade do bloco A na Figura abaixo supondo que o bloco B sobe
 O trator A é usado para içar o fardo B com o arranjo de

O trator A é usado para içar o fardo B com o arranjo de polias apresentado. Se A tem um velocidade para frente v A , determine uma expressão para a velocidade para cima v B do fardo em termos de x.

para frente v A , determine uma expressão para a velocidade para cima v B do
para frente v A , determine uma expressão para a velocidade para cima v B do
para frente v A , determine uma expressão para a velocidade para cima v B do
para frente v A , determine uma expressão para a velocidade para cima v B do