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Maio 2012

O PRIMADO

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Corpus Christi: a grande festa da Eucaristia e da Igreja

Aliada a grande tradição desta Festa, a Paróquia já está se preparando para homenagear o Corpo e Sangue do Senhor.

ARTIGO

O Valor da Eucaristia

O sacramento da Eucaristia é o centro e o co - ração de toda a liturgia da Igreja de Jesus Cristo. Pois é nele que se cumpre dia após dia, em toda a terra, a mis - são confiada aos apóstolos por Jesus Cristo na véspera de sua paixão: “Fazei isto em minha memória”. (Creio) Fazer memória é trazer presente um aconte - cimento. Na celebração da Eucaristia participamos do sacrifício da missa, onde Je - sus iniciou sua entrega na Quinta Feira Santa, que se consumou na cruz onde se dá por inteiro para nossa sal - vação, derramou todo o seu sangue e entregou sua vida por inteiro em regate de to - dos nós. Toda missa partici - pada é a participação na pai - xão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Edvaldo Maconi é coordena- dor da Crisma na Paróquia São Pedro e São Paulo

“Na Festa de

Corpus Christi, a Igreja revive o Mistério da

Quinta-feira

Santa à luz da Ressurreição”

Bento XVI

▪ Por Danilo Bonalume

A Solenidade do San - tíssimo Corpo e Sangue de Cristo, nas palavras do Papa Bento XVI, “convida-nos a con - templar o mistério supremo da nossa fé: a Santíssima Eucaris - tia, presença real do Senhor Jesus Cristo no Sacramento do Altar. Cada vez que o sacerdote renova o sacrifício eucarístico, na oração da consagração, ele repete: ‘Este é o meu corpo este é o meu sangue’, ele em - presta sua voz, as mãos e o co -

ração a Cristo, que quis perma - necer conosco e ser o coração da Igreja “.

As origens remotas da

festa de Corpus Christi estão localizadas no desenvolvimen - to do culto da Eucaristia, na Idade Média. A solene celebra- ção de Corpus Christi, tal como

a conhecemos hoje, é devido à

inspiração da religiosa flamen- ga Santa Juliana de Cornillon (1191-1258). De acordo com

a vida de Santa Juliana, o pró -

prio Cristo disse que o principal motivo para querer esta nova festa era para recordar a insti - tuição do Sacramento do seu Corpo e Sangue de maneira particularmente solene, o que não era possível na Quinta - -Feira Santa, quando a liturgia

é marcada pelo lava-pés e pela Paixão do Senhor. A festa ocorre na quin -

ta-feira após a oitava de Pente - costes, é claramente ligada à Quinta-Feira Santa e manifesta

o seu caráter essencial: “Na

festa de Corpus Christi, a Igre-

ja revive o mistério da Quinta -

-Feira Santa à luz da Ressurrei - ção”, diz o Papa.

A Missa e o Ofício de

Corpus Christi foram compos - tos por São Tomás de Aquino, sob as ordens do Papa Urbano IV. Em todo o mundo, Corpus Christi é marcado pela procis - são eucarística solene que se -

Créditos: Alessandra Varasquim
Créditos: Alessandra Varasquim

Enfeite de Corpus Christi confeccionado em frente à Matriz no ano passado

gue após a missa. Deve-se notar, contu - do, que a procissão de Quinta-

-feira Santa lembra o êxodo do

Senhor no cenáculo para a so- lidão do Monte das Oliveiras, onde ele foi traído por Judas, e, portanto, tem um aspecto es - curo e triste, é a noite que leva

à Paixão Sexta-feira Santa. Em

vez disso, a procissão eucarísti -

ca de Corpus Christi é realizada

à luz alegre da Ressurreição. Na solene celebração de Corpus Christi, em muitas paróquias e comunidades ca - tólicas, se expressa a alegria da fé, na qual Bento XVI, como te -

ólogo e como Papa refletiu: “a força com que a verdade da fé

cristã se faz, deve ser a manei- ra de alegria com a qual se ma - nifesta. Esta alegria é uma ale -

gria pascal, enraizada de fato em Cristo, ressuscitado dentre os mortos. A Igreja tem neces - sidade de aproveitar todo o es - plendor da beleza, de expres - sar esta alegria suprema.” A tradição de fazer o

tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desa - pareceu em Portugal conti- nental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos lugares aonde chegaram seus imigrantes, como por exemplo, Florianópolis (SC). No Brasil, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cida -

des, geralmente com voluntá - rios que começam os prepara - tivos dias antes da solenidade

e varam a noite trabalhando.

“Em nossa paróquia, algumas semanas antes do dia da festa, providenciamos com a ajuda da comunidade, os materiais que possibilitarão realizar o trabalho dos tapetes. São so - licitados, bagaço de cana, que uma equipe faz o tingimento, e para comunidade pedimos casca de ovo, pó de café, sal.

Para o gesto concreto, pedimos

a doação de fraldas geriátricas

que serão distribuídas às pes- soas enfermas de nossa comu -

nidade, que necessitam das mesmas” explica Maria Inês Oliveira Vieira, Coordenadora do CMPP (Conselho Missioná - rio Paroquial de Pastoral). Os trabalhos são dis - tribuídos às Pastorais e movi - mentos que se responsabilizam pelo tapete do seu quarteirão e por um desenho da esquina. Os desenhos das esquinas ge - ralmente são Eucarísticos ou referentes ao Tema. Nesse ano será “A família” por ocasião do Encontro Mundial do Papa em

Milão (leia matéria na pág. 5). “Nossos trabalhos tem início com uma Missa e benção de Cônego Marcelo as 23h30. Logo em seguida aos trabalhos dos tapetes, ainda temos o re - forçado café da manhã ofereci - do gentilmente pelos Vicenti - nos” finaliza Maria Inês. Esse ano a Festa de Corpus Christi será dia 7 de junho e a missa acontecerá às

16h em todas as Paróquias de Lençóis Paulista.

às 16h em todas as Paróquias de Lençóis Paulista. D O C E L A R
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Maio 2012

O PRIMADO

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A LIBERTAÇÃO QUE GERA VIDA NOVA NAS PESSOAS

Pastoral da Sobriedade, que tem ajudado dezenas de pessoas a se libertarem de seus vícios, completou 50 encontros em maio

▪ Por Daiane Oliveira

Com o intuito de aju - dar pessoas que sofrem com a dependência química, o Papa João Paulo II lançou um desafio

volveram com o uso de drogas

e trabalha também com as fa -

mílias, que sofrem quando um membro passa por esse tipo de problema. A Pastoral atua em

cinco frentes que são: a pre- venção, a recupera - ção, reinserção familiar e social

rança.

Os 12 passos consis - tem em: 1) Admitir, 2) Confiar, 3) Entregar, 4) Arrepender – se, 5) Confessar, 6) Renascer, 7) Reparar, 8) Professar a Fé, 9) Orar e Vigiar, 10) Servir, 11) Ce - lebrar e 12) Festejar. O grupo de autoajuda

Créditos: Flávio Reis
Créditos: Flávio Reis

Érica Ribeiro, coordenadora

à comunidade católica e essa por sua vez no ano de 1998 criou a Pastoral da Sobriedade. A Pastoral trabalha com a prevenção e com a recu- peração de pessoas que se en -

e

a atuação po -

realiza encontros frequentes

lítica. Na comuni - dade, a Pasto - ral se deu pela iniciativa de Érica Daiana

uma vez por semana na segun - da-feira das 20h às 22h. E dia 20 de maio de 2012, comple - tou 50 encontros, o que é uma vitória para toda a comunida - de.

Ribeiro,que hoje

Neste mês, O PRIMA-

DO entrevistou a coordenado - ra da Pastoral da Sobriedade sobre os trabalhos na Paróquia São Pedro e São Paulo e ela de - monstrou muita disposição e carinho pelo que faz. “As ativi - dades da pastoral começaram em 13 de junho de 2011, com aproximadamente 30 pessoas. Hoje mantemos esse número aproximado de participantes, entre 30 e 40 pessoas, algumas pessoas estão conosco desde o início do grupo, outras não são frequentes.” - diz Érica

ENTREVISTA

é coordenadora

do grupo. Ela já participava dos trabalhos da pastoral. Quan - do chegou, viu que poderia aju - dar muitas pes -

soas da comunidade que passavam por esse problema. Quando a Pastoral sur- giu, começou a seguir os 12 passos que são a base do pro - cesso e passou a ajudar pesso - as que já estavam sem espe -

Esse interesse come - çou durante o período de fa - culdade em que ela trabalhou como estagiária da prefeitura no ambulatório de saúde men- tal que atende pessoas com problemas mentais e algumas pessoas com dependência quí -

mica. Durante esse período, ela se apaixonou por esse trabalho que é desgastante e ao mesmo tempo muito satisfatório. “Durante as reuniões, nos dividimos em algumas equipes. A equipe de acolhida

é responsável pelo acolhimen -

to das pessoas que chegam para a reunião. Essa é uma das equipes mais importantes em minha opinião, pois as pesso - as geralmente chegam até nós entristecidas e muitas vezes sem força. A [equipe] da Ani- mação é responsável pelas mú - sicas e pelos instrumentos. Há os coordenadores de partilha, pois em um determinado mo - mento da reunião dividimos os participantes em grupos e es - tes são minuciosamente dividi - dos para que os integrantes da mesma família não fiquem no

mesmo grupo, evitando assim

constrangimentos entre eles.

E [há também] as pessoas que

fazem as reflexões.” – detalha Érica.

Ela nos fala também que pessoas que tem filhos podem participar das reuni - ões, pois terão onde deixar os filhos. “Têm três monitoras que trabalham com recreação. Assim os pais podem levar os

filhos consigo e deixá-los com as monitoras” – afirma.

A Pastoral garante o sigilo en -

tre os participantes das reuni - ões. “Não falamos a respeito dos depoimentos e nem sobre as pessoas que participam. Orientamos a todos que parti- cipam a fazerem o mesmo, isso transmite mais segurança aos envolvidos no projeto.” - des -

taca

Érica nos relata que podem participar nas reuniões todos os tipos de dependente, pois não são apenas pessoas com problemas com drogas e com bebidas alcoólicas que preci- sam de ajuda.

‘Minha vida mudou da água para o vinho’, diz ex-dependente

Um dos participantes da equipe é Willison Ramos de Azevedo, que é o segundo coordenador. Ele viveu e vive os 12 passos e hoje está em sobriedade. Ele afirma que enquanto viver vai fazer os 12 passos, pois eles nunca têm um fim, quando alcançado o últi - mo passo ele recomeça para poder retomar ao que não foi 100% aproveitado e assim para não ter a possibilidade de futu - ras recaídas.

O PRIMADO: O que te levou a buscar ajuda? Willison: Sou um depende em recuperação, nossa recupera - ção é constante e nossa doen - ça não tem cura, por isso não aguentava a vida que eu estava

levando no mundo das drogas

lícitas e ilícitas, por isso resolvi sair daquela vida que eu estava vivendo no mundo dos vícios.

O que mudou em sua vida?

Minha vida toda mudou “da água para o vinho”, vivia nas trevas e hoje vivo na graça de DEUS, sou uma criatura nova, um novo homem, um servo de Deus.

Como foi o processo de auto- -ajuda? Uma benção em minha vida conhecer à Pastoral da So - briedade quando ainda estava internado em uma clínica de recuperação (Comunidade Te- rapêutica Rainha da Paz), na cidade de Cerqueira César (SP), coordenada por uma grande

mulher de Deus: a irmã Ilda, uma mulher muito especial en - viada por Deus para fazer essa missão na Terra. Eu a agradeço

muito pela minha vitória de hoje e o conhecimento que ga - nhei.

Como você conheceu os 12 passos? Conheci os 12 passos dentro da comunidade, lá nós tam- bém tínhamos que conhecer e vivenciar os 12 passos, igual aqui fora. Na Pastoral da So - briedade os 12 passos são o caminho para vida nova.

Qual sua missão hoje? Olha, hoje sou um homem res - taurado por Deus: Trabalho na obra; sou agente da Pastoral

da Sobriedade junto com a Éri - ca, a coordenadora. Trabalho do lado dela para que sempre possamos estar todas as se - gundas-feiras às 20h no salão paroquial da nossa Paróquia São Pedro e São Paulo falando do programa de autoajuda que

é a Pastoral da Sobriedade.

O que você faz para se manter firme e forte na fé? O alimento da minha alma é Je- sus Cristo, que me mantém em pé, em sobriedade e vivencian - do os 12 passos.

Que conselho você pode dar para quem esta precisando de ajuda? Primeiropasso: Admitir que precisasse de ajuda. Segundo

Créditos: Daiane Oliveira

que precisasse de ajuda. Segundo Créditos: Daiane Oliveira Willison Ramos passo: Conhecer à Pastoral da Sobriedade.

Willison Ramos

passo: Conhecer à Pastoral da Sobriedade. Terceiro passo: Vi - venciar os 12 passos, que nos dão uma nova maneira de vi - ver em Cristo. (DA)

que nos dão uma nova maneira de vi - ver em Cristo. (DA) MENSAGEM DO DIZÍMO

MENSAGEM DO DIZÍMO

“ É dever de todos agradecer a Deus. Nossa gratidão deve ser concreta, não apenas por palavra. Agradecemos concretamente a Deus quando nos abrimos a conversão, buscando viver integralmente o evangelho e quando nos comprometemos com as coisas de Deus ajudando a expansão do evangelho e da igreja.”

de Deus ajudando a expansão do evangelho e da igreja.” Encontros da Pastoral da Sobriedade T
Encontros da Pastoral da Sobriedade T o d a s a s s e g
Encontros da Pastoral da Sobriedade
T o d a s
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s e g u n d a s
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F e i r a s
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20 h
n o
C e n T r o
C aT e q u é T i C o
P a r o q u i a l

Maio 2012

O PRIMADO

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A missão no mundo: Jovem que evangeliza outro jovem

Estes são os frutos do Setor Juventude da Paróquia São Pedro e São Paulo que busca a unidade entre todos os grupos juvenis.

▪ Por Alessandra Varasquim

Os jovens da Paróquia São Pedro e São Paulo antes organizados em nível de PJ (Pastoral da Juventude) hoje buscam uma nova forma de ser

Igreja. Há três anos, o Setor Ju - ventude tem trabalhado para proporcionar um crescimento espiritual adequado à Igreja do século XXI. Nos últimos anos a Igreja construiu uma nova vi- são do trabalho com o jovem. Por muito tempo o Setor Ju - ventude foi visto como um barco onde todas as pastorais

e movimentos permaneciam

dentro. Hoje é um guarda-chu -

va onde todos se posicionam

embaixo. Segundo Alessandra Ferreira, coordenadora do Se- tor Juventude da paróquia:

“Antes o grupo de jovens era uma reunião com os amigos. Hoje não, é esse guarda-chuva

Queridos leitores, esta- mos na terceira edição do Jor- nal O PRIMADO, e no segundo artigo sobre a Liturgia da Igreja. É de extrema neces- sidade que sejamos conhece- dores de algumas realidades sobre a nossa Igreja e de for- ma particular sobre a Liturgia. Existem alguns “mitos”, ideias erradas que algumas pessoas acreditam, por ex: : “ A pre- sença de Jesus na Palavra é tão completa quanto na eucaristia”. Isso não é verdade, porque? O Sagrado Magistério da Igreja Católica Apostólica Romana, nos ensina que, Jesus Cristo está presente verdadeiramente e substancialmente no Santís- simo Sacramento do altar, em Corpo, Sangue, Alma e Divin- dade, isto é Presença Real, que nos alimenta, que comungamos

onde não se deve olhar só para os amigos, mas sim abraçar a todos. Todos pensando juntos, mas cada movimento tendo a liberdade de fazer o que quiser de acordo com o seu carisma. Cada qual com a sua dinâmica própria trabalhando juntos”. Ao falar sobre o grupo, Alessandra relatou seu traba - lho com a bíblia: é feita uma leitura, todos comentam e me-

ditam a palavra, vivenciam isso durante a semana e depois partilham os testemunhos. “Havia passagens bíblicas que eles nunca tinham ouvido fa - lar. Isso acabou criando neles

um desejo de leitura e um des- pertar pela palavra de Deus, colocando-a em prática”. Para ela, os que seguem até hoje, são aqueles em que ela foi até

a casa e conheceu os pais. “Ter

contato com uma pessoa uma vez por semana durante 1h30 não é suficiente. Mais do que

discípulos, fizemos amigos e isso vai valer para a vida intei - ra”. E acrescentou: “eles preci - sam ter maturidade espiritual para se colocar à frente res - ponsabilizando-se pelos que estão atrás: É o jovem evange - lizando jovem!” Mas ela deixa um aler- ta: “o Setor Juventude não compreende somente o grupo de jovens, necessita da perse - verança de todos. Se não ti- ver limite não há crescimento espiritual e o jovem precisa entender que na Igreja esse crescimento é fundamental”. Também, cita a falta de um diretório para formação, orga - nização e direcionamento do trabalho com a juventude.

O Setor Juventude pro -

move vários eventos ao longo

do ano: em janeiro sempre há a Semana do Esporte. De 21 a 25 de maio foi realizada ado - ração ao Santíssimo das 5h às

6h30 em preparação à Pente- costes. Em junho há uma mo - bilização de todos para Corpus

Christi. Em setembro tem Reti -

ro Paroquial nos dias 7, 8 e 9 e no dia 30 está programado um “Pré DNJ”. Em outubro o DNJ (Dia Nacional da Juventude)

com workshops, missa diária, shows e a presença do Papa

Bento XVI. Os jovens vão ficar

em casas de voluntários ou em

alojamentos. A princípio os di - rigentes entraram em contato com uma agência de viagens e pretendem criar uma poupan - ça a fim de guar- dar fundos para essa his - tórica viagem.

A campanha,

segundo Ales - sandra, deve-

rá ser lançada

em Julho, com

folder expli -

cativo e ficha de inscrição.

“O Setor hoje

aprendeu que

é trabalhando que se evangeliza. Sair a nossa

área de conforto, ir para águas mais profundas e dar testemu - nho”.

Créditos: Paulo Bronzato
Créditos: Paulo Bronzato

Equipe do Setor Juventude Paroquial

será dia 28, em Botucatu (SP).

A Jornada Mundial da Juven -

tude será no Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho de 2013,

ARTIGO

Mitos Litúrgicos

(comemos). Dizer que Ele está

tão presente na palavra, signifi- ca que podemos comer a Bíblia ou o Lecionário? Não, a Palavra

é de extrema importância para

nossa vida, nos orienta, nos en- caminha, nos leva a ter conheci- mento das ordens de Deus, mas não é Sacramento, portanto a Eucaristia, é fonte de Salvação e certeza de vida eterna. “A Eucaristia é para ser comida e não adorada” A Eucaristia é para ser adorada sim e não somente comunga- da “comida” como muitas pes- soas dizem. Dizer que a Hóstia Consagrada é somente para ser “comida” e não adorada, impli- ca em negar que a Eucaristia é o Corpo do Senhor Jesus. Outra ideia é dizer que “Na consagração deve-se estar em pé” Quanto a isso a lei da

Santa Igreja é clara em afirmar na Instrução Geral no Missal Romano (n. 43), que determina

que os fiéis estejam “de joelhos

durante a consagração, exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso. Aqueles, po- rém, que não podem estar de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflec- te após a consagração.

E por último “que quem

celebra a missa não é o padre e sim toda a comunidade” Vejam bem, o Sacrifício Eucarístico não deve ser considerado “con- celebração”, no sentido unívoco do sacerdote juntamente com povo presente. Ao contrário, a Eucaristia celebrada pelos sa- cerdotes é um dom que supera

radicalmente o poder da assem-

vidas

que

bleia. A assembleia, que se reú- ne para a celebração da Euca- ristia, necessita absolutamente de um sacerdote ordenado que

t e m o s , são cessárias ti-

serem

ne-

a

presida, para poder ser ver-

radas com

dadeiramente uma assembleia eucarística. E também, por ou- tro lado, a comunidade não é

capaz de dotar-se por si só do ministro ordenado. Finalizamos com esses ensina- mentos, muitas outras ideias erradas tentam ser inseridas

dentro da igreja. Evidentemen-

te tais ideias, não surgiram por

acaso, mas são frutos de uma teologia litúrgica modernista e incompatível com a autêntica Teologia Católica. Precisamos tomar muito cuidado, com con- versas paralelas sobre a nossa amada Igreja e sobre os ritos Li- túrgico que nela existem, as dú-

Créditos: Alessandra Varasquim

3X4
3X4

o próprio

sacerdote

ou alguém

indicado

por ele, que tenha conhecimen-

to sobre aquilo que nos preo-

cupa. Pense nisso. Que Jesus Eucarístico abençoe a todos.

P.S.: Ensinamentos extraídos do site do Padre Paulo Ricardo (pa- drepauloricardo.org)

Margarete Aparecida leite Monteiro Rodrigues é coorde- nadora da Liturgia da Paróquia

Rodrigues é coorde- nadora da Liturgia da Paróquia missas terça - feira capela mãe rainha: 19h30
Rodrigues é coorde- nadora da Liturgia da Paróquia missas terça - feira capela mãe rainha: 19h30

missas

terça - feira capela mãe rainha: 19h30 quarta - feira matriz s. pedro e s. paulo:

19h30

quinta - feira capela nossa senhora de lourdes: 19h30 Sexta - feira missa nos setores: 19h30

sábado capela n. sra. de lourdes: 18h matriz: 19h30 domingo matriz s. pedro e s. paulo:

09h30

capela mãe rainha: 18h matriz s. pedro e s. paulo:

19h30

Maio 2012

O PRIMADO

11

Aconteceu nA PAróquiA

Créditos: Grupo Lwart
Créditos: Grupo Lwart

Créditos: Aparecida Losnaque

Créditos: Grupo Lwart Créditos: Aparecida Losnaque Créditos: Alessandra Varasquim 1° de Maio Cônego

Créditos: Alessandra Varasquim

Aparecida Losnaque Créditos: Alessandra Varasquim 1° de Maio Cônego Marcelo esteve presente na empresa
1° de Maio Cônego Marcelo esteve presente na empresa Lwart dando palestra aos funcionários e
1° de Maio
Cônego
Marcelo
esteve
presente
na empresa
Lwart
dando
palestra
aos
funcionários
e diretores
da
empresa.
 

7

de Maio

Teve início

 

a reforma

da Capela

N. Sra. de Lurdes que está sendo feita com

os recursos

 

do dízimo

paroquial.

11 de Maio Foi celebrada a missa nas casas que nesse dia aconteceu no Setor
11 de Maio
Foi
celebrada
a missa
nas
casas que
nesse dia
aconteceu
no Setor
3 da
Paróquia.
casas que nesse dia aconteceu no Setor 3 da Paróquia. Créditos: Aparecida Losnaque 6 de Maio

Créditos: Aparecida Losnaque

6 de Maio

formação

na cidade

de São

Manuel

(SP)

Catequistas

da Paróquia

participaram

de

Créditos: Aparecida Losnaque
Créditos: Aparecida Losnaque

8 de Maio

Continuam

as

formações

para

aqueles que farão o retiro do PROPAMI (Programa Paróquia

Missionária).

Créditos: Murilo Vieira
Créditos: Murilo Vieira

20 de Maio

1º Encontro

 

de

Formação

da Pastoral

 

da

Comunicação

 

da Região

Pastoral

de Lençóis

 
 

Paulista.

Batizados na Paróquia

Todo 2º Domingo do Mês após a Missa das 9h3o

O Curso para pais e padrinhos acontece toda 1ª Quinta - Feira de cada Mês

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Maio 2012

O PRIMADO

12

A UNIÃO ACERTADA DA IGREJA COM O MARKETING

Numa experiência inédita e ousada, a Paróquia se utiliza das ferramentas do marketing para o término das obras da Nova Matriz.

Créditos: Cíntia Fotografias
Créditos: Cíntia Fotografias

Côn. Marcelo e Anderson Prado

▪ Por Paulo Bronzato

“Fazemos uso do ma - rketing para interagir e infor- mar”. É assim que Anderson Prado, sócio da agência de Publicidade ‘Bistrô Comunica - ção’ resume o papel que o ma - rketing, através da empresa em que atua como sócio, está desenvolvendo para o térmi - no das obras da Nova Matriz de São Pedro e São Paulo, numa experiência inédita para

o âmbito religioso na cidade,

mas que tem se demonstrado acertada. Segundo Prado, o ob -

jetivo é fazer com que a comu - nidade se sinta motivada a ver

o sonho de ter uma Nova Ma -

triz concretizado. “O empenho das pastorais tem sido funda - mental. Temos a percepção de um ‘sinal verde’, de um ‘sim’ para o término da obra.” – considera. Além disso, faz par- te da estratégia envolver toda Lençóis Paulista na realização

desse sonho. “[Nosso objeti -

vo] é envolver toda a cidade, apresentando a Nova Matriz como uma obra que será um dos mais belos cartões postais de Lençóis Paulista.” De fato, a comunidade tem se mostrado muito recep - tiva ao uso da ferramenta pu - blicitária e os reflexos podem ser vistos na cidade inteira. Tanto os outdoors quanto as notícias e propagandas nos jornais e ainda o stand da Pa - róquia na Facilpa (Feira Agro - pecuária, Comercial e Indus -

trial de Lençóis Paulista) estão fazendo com que essa campa - nha tenha visibilidade e ganhe cada vez mais credibilidade, fazendo com que as pessoas despertem para a causa. Prado ainda diz que é normal que se teçam críticas.

“É uma experiência nova aliar

área comercial e religiosa em uma campanha publicitária, especialmente, por se tratar

de uma instituição milenar

e conservadora, entretanto,

contamos com um líder reli - gioso moderno e dinâmico, que não mede esforços para terminar o sonho de sua co - munidade, o Cônego Marcelo Paes” - afirma. “O projeto que está sendo desenvolvido é inovador e como tudo o que é novo está à mercê da opinião tradicionalista. Caminhamos com cautela, mas cientes de onde queremos e onde vamos chegar.”

Ele também não con - sidera ousada a data estipula -

da para o término das obras.

“Não acredito que 25 de De - zembro de 2012 seja uma data

ousada para uma obra que tem 10 anos. A nosso favor

temos uma comunidade que pode e vai realizar seu sonho,

do outro, uma população que

quer sua cidade cada vez mais bonita” – destaca. Prado, que é também sócio-diretor da revista ‘O Co - mércio’ e se declara católico,

avalia que a Igreja poderia usar mais do marketing em seu trabalho de evangeliza - ção. “Se formos considerar marca e imagem, a Igreja Ca - tólica talvez seja a maior refe - rência publicitária que já exis - tiu.” – analisa. “Acredito que o marketing – com as ferramen - tas apropriadas – pode e deve ser utilizado na evangelização. Mas, nesse caso, é necessá - rio um estudo amplo sobre

‘como’ e ‘por que’. É algo bem mais abrangente que uma campanha de arrecadação de materiais.” Prado diz que a comu - nidade está fazendo história e que todos aqueles que contri - buem para esse projeto dei - xarão uma marca. “Queremos eternizar o nome das pessoas e empresas que estão partici - pando desde o início. Depois de encerrada a campanha de arrecadação de materiais, ire - mos confeccionar um livro que ficará alojado no altar-mor da nova igreja como forma de agradecimento.” Por fim, ele reafirma sua confiança de que esse projeto está dando certo e está entrando em sua etapa definitiva. “Nos próximos dias, estaremos retomando a cons - trução que só irá parar quan - do finalmente a Nova Matriz São Pedro e São Paulo estiver pronta, das portas aos sinos” – finaliza.

Campanha de Marketing já dá resultados

Segundo

infor -

objetivo agora é elabo -

mações

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Imagem Gráfica da Nova Matriz vista de frente.

Grupo de Oração N. Sra. de Lurdes

Renovação Carismática Católica

Todas as Quartas - Feiras às 20h Matriz São Pedro e São Paulo

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