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ANUAL DO

E

STÁGIO EM

A

DMINISTRAÇÃO

MANAUS 2011

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE Laureate International Universities CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

MANUAL DO ESTÁGIO EM ADMINISTRAÇÃO
VERSÃO 09 - FEVEREIRO DE 2010

MANAUS 2011

Mantenedor
Waldery Areosa Ferreira

Reitora
Maria Hercília Tribuzy de Magalhães Cordeiro, MSc.

Pró-Reitora Acadêmica:
Leny Xavier Louzada

Diretora de Ensino de Graduação:
Maria Izolda de Oliveira Barreto

Diretor de Pós-Graduação e Pesquisa:
Tristão Sócrates Baptista Cavalcante, Dr.

Diretora de Extensão:
Júlia Cristina Silveira Camilotto, MSc.

Coordenadores do Curso de Administração:
Antônio Giovanni Figliuolo Uchôa, MSc. Kelly Anne de Oliveira Corrêa, MSc. Maria Leônia Alves do Vale, MSc. Rosy Jane Holanda de Souza, MSc.

Coordenador do Estágio Supervisionado:
Antônio Giovanni Figliuolo Uchôa, MSc.

Comissão de Estágio Supervisionado:
Antônio Giovanni Filgiuolo Uchôa, MSc Antônio Carlos Polesel Pizzello, MSc. Jonis Angelim da Silva, MSc. Kelly Anne Corrêa de Oliveira, MSc. Rejane Flores da Costa Bonfim, MSc. Marcello Pires Fonseca, Esp. Niedja Maria Linhares Silva, Esp.

Autores Colaboradores
Aline Santos Monteiro, MSc Ana Rosa Lago Cecílio, Esp. Ana Claudia Leal Vasconcelos, MSc. Marivam Tavares dos Santos, MSc Mônica Teixeira Accioli, Esp. Jonis Angelim da Silva, MSc. Simônica Lima de Carvalho, Esp. Wenderson Farias Pinto, Esp.

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ...................................................................................................... 5 1 DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL 6 1.1 TIPOLOGIA DA PESQUISA ................................................................................. 6 1.2 METODOLOGIA DA PESQUISA.......................................................................... 6 1.2.1 A Natureza da Pesquisa ................................................................................... 7 1.2.2 Os Meios de Investigação................................................................................ 7 1.2.3 Os Métodos de Coleta de Dados ..................................................................... 8 1.2.4 As Técnicas de Coleta de Dados .................................................................... 8 1.2.5 Os Instrumentos de Coleta de Dados ........................................................... 11 1.3 ESTRUTURA DE UM DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL ............................. 20 2 DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO ........................................ 23 2.1 NORMATIZAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS ........................... 24 2.2 ETAPAS DO PROJETO ..................................................................................... 24 2.2.1 Capa................................................................................................................. 26 2.2.2 Folha de Rosto ............................................................................................... 26 2.2.3 Sumário ........................................................................................................... 26 2.2.4 Apresentação.................................................................................................. 29 2.2.5 Justificativa ..................................................................................................... 29 2.2.6 Formulação do Problema .............................................................................. 30 2.2.7 Objetivos ......................................................................................................... 30 2.2.8 Fundamentação Teórica ................................................................................ 31 2.2.9 Caracterização da empresa ........................................................................... 31 2.2.10 Metodologia do Projeto................................................................................ 32 2.2.11 Cronograma .................................................................................................. 35 2.2.12 Referências ................................................................................................... 36 2.2.13 Anexo ou Apêndice ...................................................................................... 36

....................1..................4 Elementos Pós-Textuais ....................................................................................6 Ação (ACT) ...3 DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE IMPLEMENTAÇÃO .............................. 45 4..............1........................ 82 .............. 37 3.............. 45 4...........1............1 Regras Resumidas de Apresentação ..................................1................................................1..... 67 4................................................................................2 Fundamentação Teórica ............................. 37 3................................................................ 39 3....................................... 42 4.................4 Desenvolvimento (Do)....1.................................. 38 3.....................1...........3 Planejamento (Plan) .......................................................................................................... 40 3...................1 NORMAS PARA FORMATAÇÃO .....................................1................ 50 4.................1..3 Elementos Textuais ...1 ETAPAS DA IMPLEMENTAÇÃO ...................................................5 Checagem (Check) ............................................................................................................................................... 74 REFERÊNCIAS ............................................2 Elementos Pré-textuais .......... 37 3......... 39 3..............................................................................................................................1...........................................1 Apresentação............. 39 3........................................................................................2 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES .............. 41 4 ESTRUTURA DO RELATÓRIO FINAL ......

caracterizado por um processo de implementação ou proposta de implantação de soluções desenvolvidas para o contexto pesquisado. assim. As normas apresentadas nesse material possibilitam melhor compreensão da metodologia a ser utilizada. As normas técnicas sobre a apresentação gráfica. Encontra-se dividido em três capítulos: o primeiro. O segundo. apresenta as informações para o desenvolvimento estruturado do Relatório Diagnóstico. encontra-se orientações sobre a estrutura do Relatório Final de Estágio. regras de citação e referências estão dispostas no quarto capítulo intitulado Normas Técnicas para Elaboração do Relatório Final do Estágio. no que tange ao desenvolvimento e à elaboração do trabalho. denominado Diretrizes para Elaboração de Projetos.Consultoria (Relatório Final). sendo um instrumento normativo e não interpretativo em concordância com o Regulamento vigente. o do estágio curricular supervisionado do Curso de Administração do Centro Universitário do Norte – UNINORTE. Esses trabalhos deverão estar de acordo com o Manual de Estágio do Centro Universitário do Norte e com o Regulamento do Estágio Supervisionado do curso. facilitando a orientação do graduando. intitulado Diretrizes para a Elaboração do Diagnóstico. E o terceiro.5 APRESENTAÇÃO Este Manual foi organizado para orientar discentes referente à elaboração de trabalhos acadêmicos. Ficando.Projeto de Intervenção (7º período) e Estágio III . Estágio II . denominado Diretrizes para a Elaboração do Relatório Final. trata de esclarecimentos sobre a metodologia estruturada de desenvolvimento de um projeto. .Diagnóstico (6º período). em especial. definido o estágio: Estágio I .

departamento ou trabalho para descobrir fontes de problemas e áreas de melhoramento. operacional. política ou organização. 1. é um instrumento do conhecimento que proporciona aos Graduado em Administração de Empresas (UFAM). Pós-Graduado em Administração de Recursos Humanos (UFAM) e Mestre em Administração de Empresas (UFPE). para que se tenha uma base para o desenvolvimento de intervenções consistentes e assim orientar o rumo das ações. O método orienta para realização e execução da pesquisa planejada. e o foco do estudo centra-se em maneiras de melhorar a efetividade de um programa. identificando suas limitações ou não em nível das implicações de suas utilizações (BARROS e LEHFELD. Gonçalves (2004) comenta que o diagnóstico é o método de avaliar o funcionamento de uma organização. os dados são coletados. 1. retrata os pontos fortes e fracos das organizações e propõe soluções para e desenvolvimento e fortalecimento organizacional. percebendo o cenário estratégico. financeiro e as perspectivas de melhorias.2 METODOLOGIA DA PESQUISA A metodologia consiste em estudar os vários métodos disponíveis. ou seja. Seu sucesso é saber o que observar e analisar em cada nível hierárquico e setores. 2000).6 1 DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL Jonis Angelim da Silva 1 Diagnóstico organizacional é o processo de registrar um estado atual das organizações. 2007) neste tipo de investigação há um desenho formal para a pesquisa. possibilitando o entendimento sistemático da organização. assim como saber como um nível ou setor afeta outro. 1 . indicando soluções para os problemas encontrados. conforme afirma Patton (apud ROESCH.1 TIPOLOGIA DA PESQUISA É pesquisa de avaliação formativa por se caracterizar um estudo de aperfeiçoamento e detecção de pontos fortes e fracos retratando uma situação atual com sugestões de melhoria.

isto é. em qualquer área de sua formação. No processo de pesquisa qualitativa. a interpretação e atribuição de significados são básicas. coordenar investigações.1 A Natureza da Pesquisa A pesquisa diagnóstico tem caráter qualitativo e quantitativo. p. visto que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito. relacionados ao fenômeno pesquisado. 2005).. um vínculo indissociável entre o mundo objeto e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números (VERGARA.125). b) Pesquisa documental é realizada em documentos escritos. escrito ou eletrônico. segundo Richardson (1999). orientação geral que facilita planejar uma pesquisa. que tudo pode ser quantificável. internos da organização ou de pessoas. realizar experiências e interpretar os resultados (FACHIN. Neste caso a reflexão teórica ocorre durante ou quase no final do processo de coleta de dados (2007. em sua fase exploratória busca informações com característica de ouvir a opinião das pessoas e em outros momentos busca medir informações aplicação de questionários e roteiros. 1. e . justamente para captar as perspectivas e interpretações das pessoas. a pesquisa de natureza quantitativa considera. Conforme Vergara (2005): a) Pesquisa bibliográfica é realizada em material publicado de fonte primária ou secundária. filmados ou sonoros.] enquanto na pesquisa quantitativa o pesquisador parte de conceitos a priori sobre a realidade. pois. e.7 pesquisadores. 1.2.2 Os Meios de Investigação Quanto aos meios de investigação. 2002). o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las. o pesquisador qualitativo sai a campo não estruturado. documental e de campo. a pesquisa Diagnóstico Organizacional é de caráter bibliográfica.. Roesch define claramente a pesquisa qualitativa e quantitativa quando afirma que: de forma objetiva através de [.2. formular hipóteses.

a metodologia proposta deve ser desenvolvida através de: • • • • Técnica de entrevista Técnica de observação direta Técnica de documentação existente Técnica de questionário Ressalta-se que. sugerese que sejam aplicadas as entrevistas e os questionários para. produtos etc.2.4 As Técnicas de Coleta de Dados Para fins desta pesquisa. em uma pesquisa. é um procedimento utilizado para auxiliar um grupo a criar o máximo de idéias no menor tempo possível.3 Os Métodos de Coleta de Dados Os métodos de coleta e análises de dados devem estar baseados nas técnicas de pesquisa da administração e podem derivar de técnicas como Brainstorming. c) Benchmarking . adota-se a triangulação de instrumentos de coleta de dados. 2001). é um procedimento que parte da análise de forças do ambiente interno (pontos fortes e fracos) e do ambiente externo (ameaças e oportunidades).8 c) Pesquisa de campo é investigação empírica realizada no local onde está ocorrendo o fenômeno pesquisado. pois uma complementa e/ou fundamenta a outra. Portanto.2. principalmente quando há necessidade de verificar e/ou validar as informações obtidas. 01(um) . 1. não há uma técnica melhor ou mais importante que a outra. SWOT e Benchmarking dentre outras. conforme Costa (2007): a) Brainstorming. pelo menos.(marcos referenciais) – é um processo comparativo sistemático interno ou externo nas organizações. Por se tratar de uma pesquisa com objetivo de laboratório acadêmico. na qual se fundamenta na utilização da coleta de informações por meio de várias fontes de evidências. 1. utilizado para estabelecer metas de melhorias em processo. mas tendo em vista a comprovação do mesmo fato ou fenômeno (YIN. b) Análise de SWOT. funções.

dispostos de forma lógica e objetiva.1 Técnicas de Entrevista Segundo D’ascenção (2001). d) Escutar muito e falar pouco. tem-se visão geral de um mesmo tema abordado.2. D’ascenção (2001) cita que alguns procedimentos são comuns para quase todas as entrevistas e devem ser levados em consideração no início. como instrumento de coleta de dados. para que não haja distorções das informações emitidas. Para a efetivação da entrevista deve-se criar. assim. 1. Um fato relevante para o sucesso da obtenção de dados na entrevista é que o entrevistador deve ouvir sem projetar seus sentimentos.4. durante e no encerramento da entrevista. 1. um roteiro com as perguntas que serão abordados na conversação. consiste. 2007). Não existe um procedimento padrão para realização de entrevistas. c) Esclarecer seu objetivo ao entrevistado. sistemática e documentada. fazer um resumo oral do que foi dito e anotado na entrevista para a aprovação do entrevistado. e) No final. utilizada para obter informações que requeiram reflexões em conjunto com o entrevistado (ROESCH. No entanto.9 integrante de cada nível hierárquico. previamente. b) Seguir o roteiro de entrevista. entrevista é uma técnica de conversação executada de forma planejada. ou pessoal.4.2 Técnica de Observação Direta ou Pessoal A técnica da observação direta. de forma sistemática e planejada. pois. Portanto.2. a entrevista deve: a) Ser planejada evitando o desperdício de tempo. utilizada para verificação e controle de validade e . opiniões ou objeções em relação ao assunto abordado. pois cada caso apresenta suas próprias características e particularidades. o que dificulta uma padronização metodológica. na verificação in loco de tudo o que acontece no ambiente em que se desenvolve o processo em estudo.

2007). Esta técnica deve ser acompanhada através de um check list contendo o que será observado no objeto de estudo. sinalizações. pintura. estatuto. identidade visual da empresa. estacionamento. As perguntas devem ser claras. Pode-se observar. o pesquisador deve concentrar sua atenção nos seguintes aspectos: a) O objetivo da observação e o que deve ser observado. por exemplo. Esta técnica tem a vantagem de se poder fazer coleta à distância.98). limpeza. 1. layout. recepção. No planejamento e execução da observação direta. 1. que servirá de dados para o objetivo da pesquisa. Sugere-se que seja desenvolvido um check list de documentos da organização que conterão dados para a pesquisa tais como: site.4.4.2. quando e onde deve ser feita a observação. podendo ser utilizado com ou sem a presença das pessoas envolvidas. 2001. ou seja. manual da qualidade. de preferência. c) Quais os membros da equipe de analistas que farão a observação. visando ampliar o conhecimento do processo em estudo (D’ASCENÇÃO. regimento interno etc.3 Técnica de Análise da Documentação Existente Essa técnica consiste na identificação. .4 Técnica de Questionário Questionário. do tipo fechadas que pedem respostas curtas e previsíveis. processo de produção. enviando o formulário ao pesquisado ou via internet. ROESCH. instalações. presencial ou à distância” e com grande quantidade de pesquisados. manual de procedimentos. segurança etc. coleta e análise de documentações. como é definido por D’ascenção (2001. d) Como serão feitos os registros (anotações/ fotos/ filmagem/ gravações).2. e e) Quais os tipos de controle e verificação que validarão a observação. b) Como. p. 2001). “consiste em uma série de questões ou perguntas formuladas previamente. objetivas e.10 precisão (D’ASCENÇÃO.

. a fim de permitir consultas rápidas por parte das pessoas envolvidas no processo em estudo..11 1. 1. Portanto..1 Formatação dos formulários A forma de um formulário de pesquisa apresenta uma formatação básica: 1... Roesch(2007) demonstra que podem ser: Fechadas........ toda a documentação procedente das fases de planejamento....... Apresentação/Cabeçalho 2. pois eles descrevem a base para análise e pareceres técnicos..2.. Ex: Você considera que esta empresa investe em treinamento: ( ) Sim ( ) Não b) Perguntas fechadas com varias opções.. Quanto ao tipo de questões.. Um dos mais importantes passos de qualquer pesquisa é a criação dos instrumentos de coleta de dados....2. deverá ser devidamente arquivada. Fechadas com várias opções........ Abertas com alguma estrutura. Abertas..5. c) Perguntas abertas.... Ex: Selecione e enumere as duas maiores prioridades para atingir aos objetivos: ( ( ( ( ( ) aumentar investimento em equipamentos ) minimizar custos da manufatura ) investir nos empregados ) maximizar a fatia de mercado ) outros: . elaboração e aplicação dos formulários...5 Os Instrumentos de Coleta de Dados Para efeito desta pesquisa diagnóstico as técnicas de coleta de dados devem ser desenvolvidas através de aplicação de formulários.. Orientação de preenchimento 3... Exemplificando: a) Perguntas fechadas. Perguntas ou fatores descritivos.

.... Deve ter algumas características como: ...... Regular........... Identificação do entrevistado (Nome (que deve ser opcional)........... 4. Assim. As perguntas devem abranger todo o roteiro do Diagnóstico Organizacional........ cargo).....2.... Ótimo...... preferencialmente......... Deve ter algumas características como: • Cabeçalho de identificação da pesquisa (Nome da empresa....).. o formulário deve ser validado........ data etc............. 2. • • • • 2. Visita de observação: um check list com a descrição dos fatores a serem observados na organização........... Bom........ Após sua criação e antes de sua aplicação oficial. 1............. nome do formulário.. Ex: Ruim.... Perguntas abertas...... Hora início e fim da entrevista.. dispostos de forma lógica e objetiva...5..... Os formulários utilizados na pesquisa diagnóstico serão: 1... através de sua aplicação com parte da amostra pesquisada. Roteiro de entrevista: um roteiro com as perguntas e/ou questionamentos que serão abordados na conversação... Escala de gradação: permite a avaliação dos fatores pesquisados mediante a utilização de uma escala em níveis de gradação......2 Tipos de formulários............. verificam-se possíveis incongruências a serem acertadas ou readequadas......12 Ex: Em aspectos você considera esta empresa motivadora de alcance de resultados? d) Perguntas Abertas com alguma estrutura Ex: Liste em ordem de importância os três aspectos que você mais aprecia a respeito da empresa: 1.... 3.

os atributos propostos no questionário deverão ser ajustados conforme a natureza do negócio da organização. Nome dos documentos a serem solicitados. • • 4. Mensagens. Pesquisa de documentos existentes: um check list com o nome dos documentos a serem observados que contenham dados para a pesquisa. Deve ter algumas características como: • Cabeçalho de identificação da pesquisa (Nome da empresa. Meio ambiente. conforme o roteiro do diagnóstico. Constará atributos internos da organização. nome do formulário. a qual classifica os atributos organizacionais em 10 categorias: Management. Deve ter algumas características como: • Cabeçalho de identificação da pesquisa (Nome da empresa. preferencialmente. . data). lógicas e não devem gerar dúvidas. as assertivas devem ser objetivas. Métodos. • • • • O questionário aplicado nesta pesquisa será para a obtenção de dados que darão subsídios para a análise interna da organização. • • 3. Questionário: Formulário com assertivas formuladas para detectar as características positivas e/ou negativas. Marketing. Hora inicial e final da visita de observação. data). As perguntas devem ser. Meio físico. cargo). Portanto. internas da organização. nome do formulário.13 • Cabeçalho de identificação da pesquisa (Nome da empresa. Fatores de observação. Conter todas as orientações necessárias para o pesquisado respondê-lo sem nenhuma dúvida. data). Preferencialmente. Money. Identificação do entrevistado (Nome (que deve ser opcional). Mão-de-obra. nome do formulário. baseado na técnica os “10 M´s do Autodiagnóstico” de análise do ambiente interno proposta por Costa(2007). do tipo fechadas. Registro de acesso ao documento. que darão base para a autoanálise organizacional. Máquinas. Materiais.

3 Modelos de instrumentos de coleta de dados Neste item apresentamos alguns modelos de formulários apropriados a esta pesquisa diagnóstico com o objetivo de disponibilizar ao pesquisador.2. Por isso. .5. ficando para o pesquisador a atividade de criar o restante de acordo com o roteiro proposto para o Diagnóstico Organizacional. a criação dos instrumentos vai depender da natureza da organização pesquisada. os exemplos apresentam somente algumas questões. visto que.14 1. uma idéia para a criação de seus próprios formulários. atributos e/ou assertivas. fatores.

. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ .15 1.. ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 6) Quais os princípios da empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 7) Quais políticas organizacionais existem na empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 8) Qual o histórico de evolução da empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 9) Etc. E descreva de que forma você percebe que é feita esta divulgação. MODELO DE ROTEIRO DE ENTREVISTA DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL ROTEIRO DE ENTREVISA EMPRESA PESQUISADOR: Data da Entrevista: ___/___/___ Hora de Inicio: ___:___ Horário de Término: ___:___ Nome (opcional): Cargo: Departamento / Área: 1) Qual a razão social da empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 2) Qual ramo de atividade da empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 3) Qual a visão da empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 4) Qual a missão da empresa? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 5) A empresa divulga de forma ampla seus objetivos. visão e missão? SIM ( ) NÃO ( ) .

6. 2. 7. 5. Iluminação Segurança Estacionamento de funcionários etc.16 2. 9. MODELO DE ROTEITO PARA VISITA DE OBSERVAÇÃO DIRETA DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL VISITA DE OBSERVAÇÃO DIRETA EMPRESA: _______________________________________ DATA: ____/____/____ Hora de Inicio: ___:___ Horário de Término: ___:___ Pesquisador: ________________________________________________ CHECK LIST DE OBSERVAÇÃO S I M N Ã O R U I M R E G U L A R B O M Ó T I M O 1. OBSERVAÇÕES . 8. 3. 4.

. endereço.. INFORMAÇÕES A COLETAR Razão social... 5...17 3. .. 6. 10. 2. 3.... 4. . . 9. OBSERVAÇÕES GERAIS .. 8. . 7.. MODELO DE PESQUISA DE DOCUMENTOS EXISTENTES DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL PESQUISA DE DOCUMENTOS EXISTENTES EMPRESA: ________________________________________________________ DATA: ____/____/____ Pesquisador: ___________________________________ S I M N Ã O DOCUMENTOS PARA PESQUISA 1. Contrato Social (se Empresa Privada) Estatuto (se Empresa Pública) Listagem de funcionários Manual da Qualidade Site Organograma Histórico da organização etc. natureza do negócio . .

4 4. Responda os questionamentos com o máximo de sinceridade e atenção para que possamos contribuir de forma eficaz para uma avaliação correta da organização. M á q 4 .5 4.2 2 .3 4. R H 2. justifique a opção com um breve comentário a respeito da escolha.1 1. governo. público e acionistas TOTAL (Não Preencher) Recrutamento e seleção Capacitação. favor entregar a sua chefia imediata. e desenv.3 1. técnica Tratamento de satisfação dos clientes TOTAL (Não Preencher) Ponto Forte Ponto a Melhorar Ponto Fraco Comentário 3 .5 Atributos Adm Geral e processos decisórios Gestão de tecnologias e de sistemas de informação Gestão estratégica Gestão setorial (Setores em geral) Relacionamento com clientes. por sua vez. equipamentos e sistemas de produção Redes.3 3. extranet e Internet TOTAL (Não Preencher) Conhecimento do mercado e dos concorrentes e negociações Flexibilidade Lançamento de produtos e campanhas Pós-venda.1 3. Após o preenchimento do questionário. mas podem representar melhorias futuras. G e s t ã o 1.2 3.1 2. Para esclarecimento: • Pontos fortes são atributos que afetam positivamente o resultado da organização.18 4. intranet. MODELO DE QUESTIONÁRIO EMPRESA X QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO ORGANIZACIONAL Data: ____/____/____ Nome (opcional): ___________________________________________________________________ Cargo:____________________________________________________________________________ Departamento / Área: _______________________________________________________________ Orientações: O Objetivo deste Questionário é obter informações com a finalidade de melhoria do ambiente interno organizacional. imprensa. • Pontos fracos. são atributos que afetam negativamente no resultado e deverão ser eliminados. M k t 3.4 3.1 4. fraco ou a melhorar.4 2.5 2. Para cada atributo relacionado deve-se marcar com um ‘X’ na posição correspondente caso represente um ponto forte. treinam. e • Pontos a melhorar são os atributos que não influenciam diretamente no resultado.4 1.2 1.5 . garantia e assist.2 4. de RH Gerentes e supervisores preparados para gestão de pessoas Motivação e comprometimento Remuneração TOTAL (Não Preencher) Equipamentos de manuseio Veículos Instalações de Segurança Máquinas. Seq 1 . fornecedores. Se possível.3 2.

2 7.3 6.1 8. circulares e quadros de avisos Comunicação verbal Comunicações da direção com transparência entegridade e respostas às reclamações e Providências sugestões de clientes e funcionários TOTAL (Não Preencher) 6 . 7.2 8. qualitativos. C o m u n i c . preservação Especificações para aquisição e padronização e codificação de materiais Qualidade assegurada na aquisição TOTAL (Não Preencher) Gestão de proteção ambiental Programas de economia de energia elétrica Programas de economia de água Programas de economia de insumos Coleta de lixo seletiva TOTAL (Não Preencher) Circulação interna Estacionamentos Iluminação Limpeza e arrumação.4 5. M . funcionários Comunicação escrita.5 Desenv.1 7.1 5.5 . supervisores.19 5 .5 8.2 5.4 6. A m 7 . M .1 6.3 8. M a t e ri 5. de parcerias com fornecedores Cadeia do suprimento.4 7. F í s 8 .3 7.3 5.2 6.4 8. logística Estoques: quantitativos.5 6. Infraestrutura Sinalização visual TOTAL (Não Preencher) Comunicação entre gerentes.

seus conceitos organizacionais como missão e visão. percebendo desde sua apresentação e histórico até a análise de seu ambiente interno e externo. administrativos Sistemas de garantia da qualidade TOTAL Ponto Forte Ponto a Melhorar Ponto Fraco Comentário 10. ou seja. internos e externos. 1 0 .6 Atributos Fluxogramas Metodologias para desenvolvimento de produtos padrões e procedimentos de Normas.4 3 9. onde retrata todas as áreas de atuação organizacional. fazendo as tabulações e as devidas análises emitindo um parecer conclusivo com sugestões de melhoria ou intensificando o estado atual de excelência dos dados. endereço. o desenvolvimento do diagnóstico em três partes distintas. conforme FIG. A terceira parte expõe os aspectos fortes e fracos organizacionais. 2. produçãopadrões e procedimentos Normas. Após a coleta de dados. A primeira parte identifica a organização. Propõe-se como modelo.4 10.1 10.2 10. características físicas e tecnologias utilizadas. F i n . . 1: 1. contas a pagar e ctas a receber Investimentos em tecnologia Investimentos em recursos humanos Orçamento e acompanhamento orçamentário TOTAL 1.1 9.2 9.5 Acompanhamento gerencial por centros de resultados Fluxo de caixa. P r o c e d . A estrutura do relatório deve seguir as diretrizes do Capítulo 4: Estruturas do relatório final. A segunda parte apresenta como a empresa é.3 ESTRUTURA DE UM DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL A estrutura de um Diagnóstico Organizacional deve seguir o contexto da empresa pesquisada e sua apresentação de resultados deve ser feita por meio de relatório estruturado com as devidas propostas de intervenções pautadas nas demandas detectadas na pesquisa. os analistas devem compilar os dados. natureza.20 Seq 9 . seus funcionários. seu nome.5 9. 3.3 10. seu produto e/ou serviço. quem ela é. e seu histórico de desenvolvimento organizacional. 9.

Oportunidades e Ameaças 3.21 PRÉ-TEXTO Capa Folha de rosto Sumário. responsabilidade social. Principais Clientes (descrever de forma sucinta) 3.1.7. Razão Social (incluindo nome fantasia) Endereço Natureza do negócio (industrial.7.1.1.4.5. Stakholders 3. 1. pessoas entre outras) 2.4. filiais.2. pesquisa de observação direta etc. DESENVOLVIMENTO APRESENTAÇÃO 1.1. maquinário. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 1. Pontos Fracos e Pontos a Melhorar (Tabelas e análises) 3. Análise interna 3. Porte da empresa e características de suas instalações físicas (m . sexo.2.2.2.2.5.4. Características do quadro funcional (quantidade. Produtos e/ou Serviços produzidos e/ou comercializados (determinar as suas características) 2 2.2. Gráfico de áreas críticas (gráfico radar geral e análises) 3.Estrutura do Diagnóstico Organizacional . 1. comercial. benefícios. Pontos Fortes.2. distribuição por área.) 2. 1.2.3. voluntariado entre outras informações) • Apresentar em gráficos.2.6. 1. ASPECTOS ORGANIZACIONAIS 3. 2. Análise externa 3. Concorrência no mercado onde a empresa atua (caso a empresa seja a única a oferecer o serviço ou produto.6. nível de escolaridade.8. CONCLUSÃO PÓS-TEXTO Referência Apêndices Anexos FIG 1 . Principais tecnologias utilizadas (gestão.1.2. por faixa etária. Principal Diferencial Competitivo (estratégias competitivas de mercado) 3. 1. 1. de serviços outros) Missão Visão Valores e/ou Princípios Políticas organizacionais Objetivos e Metas Histórico da Empresa (Máximo 3 folhas): Origem e evolução(principais mudanças) PERFIL DA ORGANIZAÇÃO 2. Organograma.3.1. incluindo informações necessárias para um bom entendimento) 3. hierarquia.1. 1. 1.9.3. escolaridade (gráficos e análises) 2.2.5.2. Principais Fornecedores (descrever de forma sucinta) 3. Catalisadores e ofensores 3. explicar o porquê.

Fracos e a Melhorar 3.1 Oportunidades e Ameaças 3.7 Principais Fornecedores .2.1 Pontos Fortes. APRESENTAÇÃO 1 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 1.2.2 Catalisadores e Ofensores 3.2 Gráfico de Áreas Críticas 3.7 POLÍTICAS ORGANIZACIONAIS 1.3 PRINCIPAIS TECNOLOGIAS UTILIZADAS 2.2.5 VISÃO 1.22 Observação: Veja exemplo de “sequência de numeração” aplicado ao Desenvolvimento do Diagnóstico.4 Principais Clientes 3.3 Stakeholders 3.1 PRODUTOS E SERVIÇOS 2.1.2.3 NATUREZA DO NEGÓCIO 1.1.9 HISTÓRICO DA EMPRESA 2 PERFIL DA ORGANIZAÇÃO 2. ressaltando que na composição do Sumário estas informações devem vir com espaçamento duplo (vide modelo de sumário).2 ANÁLISE EXTERNA 3.2 PORTE DA EMPRESA E CARACTERÍSTICAS DAS INSTALAÇÕES 2.4 CARACTERÍSTICAS DO QUADRO FUNCIONAL 2.4 MISSÃO 1.5 ORGANOGRAMA 3 ASPECTOS ORGANIZACIONAIS 3.8 OBJETIVO E METAS 1.2.6 VALORES E PRINCÍPIOS 1.2 ENDEREÇO 1.1 ANÁLISE INTERNA 3.2.5 Principal Diferencial Competitivo 3.1 RAZÃO SOCIAL 1.6 Concorrência no Mercado onde a Empresa Atua 3.2.

a equipe deverá adotar uma metodologia que inclua instrumentos de pesquisas. o tipo exigido será o segundo denominado de “Pesquisadiagnóstico” que cabe ao aluno (consultor/pesquisador) identificar problemas e propor soluções. Esse Projeto deverá ser executado na Empresa-Organização pré-definida no processo do Diagnóstico Organizacional (Estágio I). dentro dessa área. Roesch (2007) afirma que tais estudos têm como propósito relatar as práticas de organizações ou recomendar alternativas de políticas. Ressalte-se que as equipes deverão ser as mesmas constituídas no Diagnóstico I. 2º “tipo médico-paciente” e 3º “de processos”. uma vez que os alunos. Destaca-se que a execução das sugestões dar-se-á no Estágio Supervisionado III. direcionarão suas pesquisas para uma ou poucas organizações. Para o Projeto de Estágio II. conforme regulamento do Estágio Art. Após a escolha da área de maior incidência que pode ser pontos fracos ou a melhorar. de modo geral. a fim de sugerir ações visando à solução de problemas encontrados na organização-pesquisada. entrevista. deve-se identificar. De acordo com Schein (1972 apud ROESCH. p. Este procedimento deverá ter como estratégia de pesquisa o Estudo de Caso. 2007. o item de maior relevância para realizar uma nova pesquisa. De acordo com os objetivos específicos do projeto. para o Curso de Administração. 9º.65). entretanto. Considera-se o uso dessa estratégia de pesquisa mais adequado aos trabalhos de conclusão de curso em administração. há três tipos de consultoria: 1º “compra de serviços especializados”. será necessária primeiramente a identificação das áreas críticas apresentadas no gráfico Radar (Estágio I).23 2 DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO Este capítulo tem por finalidade orientar o aluno matriculado na disciplina Estágio Supervisionado II (Estrutura Curricular Grade 2005) do Curso de Administração do Centro Universitário do Norte para elaboração do Projeto de Consultoria. observação direta e questionário. . dentre esses: análise documental. Essa pesquisa deverá ser realizada na mesma empresa onde foi diagnosticado o problema.

voltadas para a Apresentação de Trabalho. o professor orientador apresentará as equipes um cronograma contendo todas as atividades necessárias para a elaboração da proposta de solução do problema detectado na empresa – objeto de estudo. do Regulamento de Estágio Supervisionado (2007. Cada atividade possui uma determinada pontuação. portanto. no mínimo. bem como ter cumprido. conforme Regulamento de Estágio Supervisionado (2007). Destaca-se ainda que o Projeto de Estágio Supervisionado II deverá ser elaborado de modo que contemple. cabendo as equipes cumprirem cada etapa para obterem a pontuação necessária. 33. é um documento que apresenta o direcionamento de propostas a serem implementadas nas organizações pesquisadas. Recursos Humanos. as seguintes áreas de concentração: Análise de Sistema.2 ETAPAS DO PROJETO A elaboração do Projeto deverá seguir as diretrizes estabelecidas neste documento – Manual de Estágio do UNINORTE . Estágio Supervisionado II e no Estágio Supervisionado III.1 NORMATIZAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS O Projeto. a computação do resultado das atividades terão valor de 0 a 30. NBR 1587/2005 referente . que se dividirá por 3 e. Dentre essas etapas.724/2005. ao final das três disciplinas. a segunda parte do processo de pesquisa. Comércio Exterior. a Carga Horária exigida.24 2. p. daí se terá o resultado que poderá ser o conceito: CUMPRIDO ou NÃO-CUMPRIDO.20) que preconiza: Será considerado aprovado o aluno que obter: 75% de frequência nas atividades previstas e. na escala de 0 a 10 tanto no Estágio Supervisionado I. incluem-se a defesa oral individual (cada aluno defende parte do projeto) e a versão final do projeto.as quais foram embasadas na Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Marketing. corresponde. Esse processo avaliativo apóia-se no art. 2. dependendo da ênfase. respeitando as Normas NBR 14. Produção e Tópicos Especiais. nota 7. Nesse processo. elaborado na disciplina Estágio Supervisionado II. Assim.0 (sete) na média aritmética.

sem negrito . mas não se numera.1 ORGANOGRAMA 5 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3 OBJETIVOS 2 FORMULACAO DO PROBLEMA 1 JUSTIFICATIVA APRESENTAÇÃO ELEMENTOS TEXTUAIS: Contados e numerados em algarismos arábicos. negrito. NBR 10520/2002 que trata das Regras de Citação em Documentos. 8 CRONOGRAMA 7 PROPOSTA DE SOLUÇÃO 6 METODOLOGIA DO PROJETO 5.25 à normatização da apresentação de Projeto de Estágio. NBR 6023/2002 que aborda as Regras de Referências e NBR 6024/2003 e NBR 6027/2003 que são relativas ao Sumário. A estruturação do Projeto de Consultoria deverá atender à organização estrutural que segue: SUMÁRIO FOLHA DE ROSTO CAPA ELEMENTOS PRÉTEXTUAIS: Conta-se a partir da folha de rosto. ANEXOS APÊNDICES REFERÊNCIAS ELEMENTOS PÓSTEXTUAIS: Contados e numerados em algarismos arábicos.

2 Folha de Rosto ELEMENTO OBRIGATÓRIO Contém dados essenciais à identificação do trabalho (nome do autor. 2. o objetivo acadêmico e a instituição a que se destina. Deve constar na capa e folha de rosto. local e data). nem em outro idioma.1.2.3 Sumário ELEMENTO OBRIGATÓRIO Trata-se da enumeração das principais divisões.1. seções e outros itens do trabalho. Veja exemplo de capa no tópico 4.2.2.26 2.Veja item 2.1 Capa ELEMENTO OBRIGATÓRIO Corresponde à parte externa do trabalho e sobre a qual se registram as informações indispensáveis à sua identificação. a natureza do trabalho. na ordem em que nele se sucedem acompanhadas dos respectivos .1.2.1 O Tema da Proposta ELEMENTO OBRIGATÓRIO Constitui-se em uma delimitação do assunto a ser pesquisado.2.7. Para a escolha da temática deve-se observar um ponto fraco ou um ponto a melhorar identificado no diagnóstíco oganizacional (Estágio Supervisionado I).2. Veja exemplo de folha de rosto no tópico 4. 2. título do trabalho. Ressalte-se que projeto de consultoria não contém folha de aprovação. nem resumo em língua vernácula. 2.2.

1 SEÇÃO SECUNDÁRIA (MAIÚSCULO NEGRITO) 1.1. Tem a finalidade de facilitar a consulta e visualização do conteúdo do trabalho.1.1.1 Seção Terciária (Minúsculo e Negrito) 1. Exemplo: Divisão de um Sumário 1 SEÇÃO PRIMÁRIA (MAIÚSCULO NEGRITO) 1.1 Seção Quaternária (Minúsculo e Normal) .27 números das páginas.

............................................. 22 6................................................ 21 6............1 ANÁLISE DOCUMENTAL. 23 7 PROPOSTA DE SOLUÇÃO ....28 Exemplo de Sumário: 3 cm SUMÁRIO (2 espaços duplos) Tamanho da Fonte: 12........................1 OBJETIVO GERAL .............................................15 3.......................................................................2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS..............24 8 CRONOGRAMA ............................................................... 24 7..................1 ORGANOGRAMA ........................................................ negrito 3 cm APRESENTAÇÃO............. 10 1 JUSTIFICATIVA .........................1 PLANEJAMENTO DA PROPOSTA DE SOLUÇÃO................................. 26 Tamanho da Fonte: 12 Entre linhas Duplo 2 cm 2 cm ....2 ENTREVISTA ................................................ 25 REFERÊNCIAS ............. 15 3........................................................................... 16 5 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA .................15 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................... 21 6........ 17 5................................... 14 3 OBJETIVOS DO PROJETO ............ 21 6 METODOLOGIA DO PROJETO ....... 12 2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA ..................................3 OBSERVAÇÃO DIRETA .............................

pode começar anunciando o tema do trabalho. para clarificar mais esse aspecto. Ainda para essa autora. embora seja a primeira parte do trabalho. ou seja. É adequado terminar com a formulação do problema. a justificativa. De acordo com Vergara (2005. sob forma de pergunta”.Qual a relevância do estudo para a área na qual você atua (administração). apresentar os demais elementos que compõem o projeto. Depois. De modo geral. na qual se tenta ‘vender-lhe’ o projeto”. p. para a formação acadêmica e para a sociedade em geral? . a equipe deve responder as seguintes questões: . caso não queira iniciar com esse aspecto.4 Apresentação ELEMENTO OBRIGATÓRIO Pode-se inicialmente esclarecer o assunto. 2. “a introdução deve ser curta. antes de serem efetivamente concluídos. tudo deve ser feito de forma sucinta. a caracterização da empresa.2. os objetivos do Projeto. 20). Ressalte-se que. a metodologia e a proposta de soluções. visto que alguns elementos do Projeto estarão sendo continuamente revisados.Qual o ganho que a empresa terá com a solução de tal problema? .5 Justificativa ELEMENTO OBRIGATÓRIO Deve apresentar razões que levaram a equipe a escolher a temática.Que razões levaram a equipe a escolher tal temática? . Assim. geralmente esse tópico é o último a ser redigido. proporcional ao número de páginas do projeto. a oportunidade e viabilidade do estudo. a equipe deverá abordar o assunto.29 2. Assim. a formulação do problema. “esta é a seção na qual se aguça a curiosidade do leitor. contextualizá-lo.2. destaca-se a relevância.

A problemática será oriunda da área identificada como ponto fraco ou a melhorar definido no diagnóstico organizacional feito na disciplina Estágio I. . todavia são passíveis de estudo e.2. assim.90).6 Formulação do Problema ELEMENTO OBRIGATÓRIO Compreende o que se pretende investigar. mas também pode ser identificação de oportunidades até então não percebidas pela organização”.7 Objetivos ELEMENTO OBRIGATÓRIO Compreende o alvo que se pretende atingir com a pesquisa. Destaca-se que o projeto de consultoria deverá ter somente 3 objetivos específicos. pois isto facilita a identificação da questão para o leitor.. “um problema é uma situação não resolvida. A redação desse elemento deve ser construída no mínimo em uma página. implantar. b) Objetivos Específicos – referem-se às ações que serão desenvolvidas a fim de que possam atingir o objetivo geral. bem como a associação com a hipótese e com os objetivos do projeto.30 2.2. São expressos nos verbos como: ampliar.. Ele deverá ser formulado em formato de pergunta. Deve ser iniciado por verbo no INFINITIVO e estar em conformidade com a formulação do problema apresentado no projeto. caracterizando suas possíveis causas e efeitos constatados no ambiente pesquisado. Esses elementos dividem-se em duas partes: a) Objetivo Geral – é mais amplo e está ligado diretamente ao conhecimento que se pretende alcançar. como o projeto será desenvolvido. a partir daí. Para Roesch (2007. demonstrando. o pesquisador apresenta proposta para solucionar tal situação. elaborar. 2. Esses pontos muitas vezes não são percebidos pela própria organização. desenvolver ou ampliar com o Projeto. p.

Na fundamentação teórica não se deve incluir descrição da organizaçãoempresa pesquisada. deve ser desenvolvida 10 páginas no mínimo. deve apresentar os estudos já realizados por outros autores acerca do tema ou problema em questão. Benefícios Oferecidos. 2. Logo. as quais apoiaram o projeto. Número de Fábricas ou Unidades etc). Clientes e Concorrentes. Localização. A área de atuação e atividades relacionadas devem ser abordadas no Projeto. devendo ser utilizado somente o material que possua credibilidade científica. Colocar em forma de texto: além das informações anteriormente citadas. bem como opiniões pessoais referentes ao conteúdo pesquisado. dando-lhe credibilidade. Descrição da Estrutura Física da Instalação (Área Construída. É necessário apresentação de Organograma da organização. . Isto não significa fazer o resumo de várias obras.2. Vale lembrar a relevância de os alunos se apoiarem em autores consagrados e/ou de reconhecida importância. a Razão Social. o discente deverá desenvolvê-lo e incorporá-lo ao Projeto. Produtos e Serviços Oferecidos.31 2. porém com restrições. Divide-se em seções e subseções. que variam em função da abordagem do tema e do método.8 Fundamentação Teórica ELEMENTO OBRIGATÓRIO Os alunos devem apresentar as premissas e teorias.2. Caso não tenha sido desenvolvido. antes devem ser analisadas e confrontadas (VERGARA. Números de Empregados.9 Caracterização da empresa ELEMENTO OBRIGATÓRIO A empresa deve ser apresentada de forma cronológica a partir de sua fundação até hoje com informação relacionadas às datas importantes em seu processo criação institucional. A utilização de periódicos e internet poderão ser feitas. 2005). Mercado de Atuação. as posições teóricas não devem ser apenas relatadas de forma resumida.

124). Para a coleta de dados.. que envolva. Neste item. com o objetivo de apreciar o mérito e julgar os resultados e a efetividade de um programa” (p. Quanto ao interpretativo. confirmar ou opor-se a suposições teóricas” (p. a estratégia de pesquisa utilizada será de Estudo de Caso. por exemplo. seja descritivo. Considerado ainda as colocações desse autor. alguns estudos de caso são simplesmente de natureza descritiva. atividades. empírica e sistemática. permite alcançar os objetivos – conhecimentos válidos e verdadeiros –. traçando o caminho a ser seguido. este item é considerado como: [. recomenda-se o uso dos seguintes instrumentos de pesquisa: . esse autor menciona que este tipo de estudo de caso visa “gerar dados e informações obtidos de forma cuidadosa. Referente ao avaliativo.83). seja interpretativo. 2. busca encontrar padrões nos dados e desenvolver categorias conceituais que possibilitem ilustrar. Relativo a ele. mudanças no tempo e relacionamento com outros fenômenos” (p. “além de conter uma rica descrição do fenômeno estudado. De acordo com Marconi e Lakatos (2005. os alunos devem relatar as etapas metodológicas que serão cumpridas no Projeto. estrutura.. ele diz que. Para Silva (2006).2. entretanto é mais comum que muitos compreendam uma reunião de descrição e interpretação ou descrição e avaliação.] o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que. sua configuração. seja avaliativo.10 Metodologia do Projeto ELEMENTO OBRIGATÓRIO Compreende o caminho que se deverá seguir para alcançar os objetivos propostos no projeto.125). p. detectando erros e auxiliando as decisões do cientista. 124). Como definido pela Coordenação do Curso de Administração. o estudo de caso com características descritivas apresenta “um relato detalhado de um fenômeno social. com maior segurança e economia.32 O organograma deve ser analisado de forma funcional quanto a sua estrutura para avaliar se está adequado ou não a realidade da organização. o aluno poderá explicar sucintamente em qual tipo de estudo está inserido seu trabalho.

as estatísticas e outros tipos de registro organizados em banco de dados. há situações em que se faz necessária uma entrevista mais formal.. os processos de trabalho etc. Contudo. relatórios internos e externos. 134) 2. Neste momento.1 Análise Documental O uso de documentos no estudo de caso tem como função mais importante valorizar as evidências oriundas de outras fontes. (SILVA. fotografias.2. 2. neste caso. conforme Silva (2006. opta-se pela entrevista semi-estruturada que tem como objetivo principal “compreender os significados que os entrevistados atribuem às questões e situações relativas ao tema de interesse”. em formato iconográfico no qual se inserem grafismos. Silva (2006.2. p. eventos e/ou comportamentos” Incluem-se na observação atividades operacionais. sugerem-se entrevistar poucas pessoas.33 2. contribuindo significativamente para o estudo de caso. está se criando a oportunidade de se fazer observações.10. p.2 Entrevista Trata-se de uma das mais importantes fontes de informações para um estudo de caso.10. desde que estejam “em formato de registro ordenado e regular de vários aspectos da vida social”. há a possibilidade de se observar alguns comportamentos relevantes. deve investigar os objetivos do projeto. devendo acontecer no ambiente natural e em um tom informal. filmes etc.2. . 135).10. situações que poderão servir como fonte de evidências para o estudo de caso. imagens. todo documento que possa ser usado como fonte de informação. ou ainda. Enfim. recortes de jornais e outros publicados em mídias etc). Nesse sentido. 2006. incluindo registros escritos (documentos administrativos. p. 133) explicita que a observação busca “apreender aparências.3 Observação Direta Ao realizar-se uma visita de campo ao local escolhido para a pesquisa.

* Determinar o custo e a duração do Projeto. Esta proposta deve conter em forma de texto: • A análise do ambiente organizacional. . os alunos deverão estar embasados em autores de renome que atendam a TODOS os objetivos propostos no projeto (Geral e Específicos). humanos. Elaborar o Planejamento da solução do Projeto. 2. (caso haja necessidade de investimentos).10. assim. ou seja. A elaboração deste subitem tem como maior finalidade as seguintes funções: • • • Definir a programação e alocação de recursos. oferecendo. as possíveis soluções para os problemas diagnosticados.2. para isso.2. financeiros.34 2. Determinar as etapas do Projeto. * Determinar os recursos que serão necessários: materiais. • Esta parte deve ser feita em forma de texto (Redação).4 Proposta de Solução Os alunos devem contextualizar a proposta.10. utilizando-se. portanto: * Responder todos os objetivos específicos propostos no projeto. não deixando ao acaso cada etapa ou ação proposta deve. Para a realização da Proposta de solução. (proveniente do diagnóstico). explicando como os objetivos propostos serão atendidos. o passo a passo do item anterior (Proposta de Solução). isto é.5 Planejamento da Solução do Projeto Trata-se de um subitem que determina através de uma TABELA DE ATIVIDADES. antever com clareza alguns eventos que ocorrerão. dizer o porquê dela e sua relevância para a problemática e apresentá-la com ações corretivas sugeridas no projeto. • Explicar os meios que serão utilizados para o cumprimento dos objetivos (proveniente do item Objetivo Geral e Específicos do Projeto). trata-se da forma de os alunos terem controle do futuro do projeto. VERBOS DE AÇÃO.

560.00 R$ 50.00 R$ 1.35 Esta etapa serve para ajudar a monitorar o progresso previsto.00 R$ 50.00 2.00 R$ 10.11 Cronograma ELEMENTO OBRIGATÓRIO Estabelece as atividades e os períodos em que serão desenvolvidos até a data de entrega do Relatório Final de Estágio. Define-se como item fundamental e atraente o Preço do Projeto facilitando a análise e viabilidade do projeto para a empresa estudada e a interessados.500.110. mostrando-se a sequência lógica existente entre as etapas.00 R$ 6.450. Exemplo: Tabela de Atividades Item Atividades Precedentes Duração Recursos 1 2 3 4 5 6 Remover a mobília Preparar o quarto Pintar o quarto Preparar a cozinha Pintar a cozinha Substituir a mobília TOTAL Nenhum 1 2 3 4 5 1 dia 2 dias 3 dias 1 dia 3 dias 1 semana R$ 500. Devem-se detalhar os relacionamentos entre as atividades.2.00 R$ 1. MESES – ATIVIDADES Seleção da empresa estudada Identificação do Problema Definição dos Instrumentos de coleta Fundamentação teórica Visitas Técnica à organização Apresentação em Seminário Elaboração do Relatório Final 02 ANO 200X 05 03 04 / 06 07 08 09 10 11 12 1 X X X X X 2 X X Legenda Previsto Realizado .

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2.2.12 Referências

ELEMENTO OBRIGATÓRIO

Corresponde “ao conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (NBR 6023/ 2002, p.2). Neste tópico, deve ser informada toda a literatura pertinente à elaboração do Projeto, especificada em conformidade com este documento – Manual de Estágio 2010_1 – que foi elaborado a partir das normas ABN. Destaca-se que não contém numeração (indicativo numérico), mas deve ser elaborado, considerando os nomes dos autores em ordem alfabética, com espaço simples entre a identificação da obra e duplo entre as referências. Lembrando que os alunos têm que verificar indicação correta das referências no capítulo referente ao assunto e, para facilitar a organização do trabalho, devem adquirir o hábito de anotar todas as fontes consultadas no decorrer da elaboração do Projeto e nunca deixar este item para ser elaborado no final.

2.2.13 Anexo ou Apêndice

ELEMENTO OPCIONAL

O Anexo corresponde aos documentos que não foram elaborados pelos alunos e sim retirados de fonte que não são de sua(s) autoria(s). E o Apêndice refere-se a todos os documentos que foram efetivamente elaborados pelos alunos, de sua(s) autoria(s). Deve vir após as referências.

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3 DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE IMPLEMENTAÇÃO

Este capítulo tem por finalidade orientar o aluno matriculado na disciplina Estágio Supervisionado III do Curso de Administração do Centro Universitário do Norte, para a elaboração do processo de Implementação que irá compor o Relatório Final de Estágio. O Relatório Final deve ser o documento que representa o resultado de estudos oriundo das disciplinas de Estágio I, II, e III. É feito sob a coordenação de um orientador. O Relatório Final relata o que foi efetivamente realizado na prática, bem como a análise dos resultados, conclusões e propostas de implantação ou implementação de um plano ou programa na Organização-Empresa (ROESCH, 2007). Para auxiliar este acompanhamento, será solicitado o Relatório de Visita Técnica. Veja anexo.

3.1 ETAPAS DA IMPLEMENTAÇÃO

Para esta etapa, a técnica utilizada será aquela com característica cíclica que implica um processo contínuo de melhoria e é geralmente adotada em sistemas de gestão empresarial, o PDCA. O ciclo PDCA é constituído por quatro etapas, as quais irão constituir o desenvolvimento do processo de implementação. A estrutura de trabalho deste processo será apresentada no item - Fundamentação Teórica . A técnica com característica cíclica utilizada em um processo contínuo de melhoria e adotada em sistemas de gestão empresarial, o PDCA é constituído por quatro etapas, as quais irão constituir o desenvolvimento??? do processo de implementação. A seguir apresentamos a estrutura de trabalho deste processo.

3.1.1 Apresentação

O aluno deverá apresentar de forma introdutória uma visão geral sobre OSM, caracterizando as ferramentas e técnicas de gestão a serem empregadas no processo de implementação. Trata-se de uma introdução ao trabalho apresentado

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na qual deverá ser destacado os tópicos que são abordados no Relatório de Implementação detalhando de forma sucinta suas etapas. A extensão desse tópico deverá ser condizente com o nível de trabalho produzido.

3.1.2 Fundamentação Teórica

Numa exposição clássica, o aluno deverá realçar o seu domínio sobre a introdução apresentando um breve histórico sobre as técnicas, o comportamento humano, bem como os autores para com a qualidade nos processo de gestão no universo dos negócios os quais tiveram inspiração no mundo industrial. É conveniente que a exposição faça uma referência ao diagnóstico e ao projeto, contribuindo para com o entendimento da matéria e excelência para com a interpretação evolutiva do estágio e suas etapas. Desta forma, ficará demonstrado todo o processo dominado pela tipologia de consultoria, representativamente atribuído às etapas de exploração e conhecimento do ambiente, abordagem da solução através de projeto e sua devida implementação. Neste tópico, o aluno deverá planejar o processo e tr por base o Projeto desenvolvido no Estagio Supervisionado II e deverá utilizar ferramentas de gestão para execução, controle e feedback. É constituído de passos declarados sob a ferramenta de gestão PDCA também conhecido como Ciclo de Deming/Shewhart ou simplesmente Ciclo de Deming (William Edwards Deming: 1900-1993), descritos como Plano (Plan), Desenvolvimento (Do), Checagem (Check) e Ação (Act). O aluno deverá desenvolver no mínimo 10 (dez) páginas de referencial teórico. É importante e essencial a utilização de citações. Como recomendação, a citação deve seguir as normas de citação transcritas nesse manual de estágio. Fato importante, toda obra utilizada para apoiar o trabalho científico, seja citação direta, seja indireta, deve constar no tópico Referências. Palavra e/ou abreviaturas podem necessitar de um glossário. Tópico não obrigatório, mas excelente ferramenta linguística para uma boa compreensão do texto desenvolvido.

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3.1.3 Planejamento (Plan) Este tópico constitui o plano a ser executado, elaborado sob aspectos de metas. É a representação inicial da descrição do processo de implementação definidos no projeto mediante linha do tempo: a. Definir Metas levando em consideração aspectos quantitativos: quantidade, valor, percentual e tempo; b. Montar fluxo ou diagrama de blocos demonstrando os processos envolvidos; c. Identificar na linha do tempo as etapas.

3.1.4 Desenvolvimento (Do)

Definições de ações para execução do planejado. Como técnica auxiliar, utilizase o Plano de Ação (5W2H) como forma de detalhar etapas para a efetivação das metas descritas em tópico anterior. Neste caso, o Plano de Ação será constituído das seguintes etapas mediante a definição dos blocos esquematizados em planilha com as seguintes informações: a. Item (IT): numerar as ocorrências; b. O que (What): Descrever a atividade a ser executada; c. Por que (Why): Descrever o motivo de propor tal ação; d. Quem (Who): Determinar o colaborador responsável pela execução; e. Onde (Where): Identificar onde será executada a atividade; f. Quando (When): Determinar a data para início da ação; g. Como (How): Definir os meios necessários para esta execução; h. Quanto (How much): Sumarizar o investimento necessário; i. Status/Observações: Aspectos relevantes a serem abordados identificados durante a execução das etapas.

3.1.5 Checagem (Check)

Etapa de coleta de dados para verificação se os objetivos foram alcançados. Constitui-se um momento de comparação entre o planejado, o executado e o

Pessoas: relacionado aos colaboradores nos aspectos motivação. Método: processo necessário – Know-How – para o desenvolvimento e execução do planejado. d. Para tal. Prioridade: Classificar o problema no contexto geral para realização do projeto: Baixa.1. d.. c. gráfico de Causa e Efeito e proposta de Plano (Ação). Descrição: Declarar detalhadamente o problema ocorrido. Material: componentes. o grupo deverá identificar as dificuldades e possíveis riscos ao processo. O efeito indesejado na etapa planejada será analisado na busca de suas causas. Objetiva feedback sobre o sistema a partir de investigação sobre as causa do não cumprimento das metas préestabelecidas em acordo com o planejado. Ferramentas: equipamentos necessários auxiliares ao processo como computadores. Tipo de Problema: Informar (nomear) de forma sumarizada em concordância com o Plano de Ação (Status). Item (IT): Numerar as ocorrências. equipamentos diversos. e. produção. Dividem-se em quatro aspectos generalistas ditos causas fundamentais: a.6 Ação (ACT) Considerações sobre eventuais acertos. 3. b. . Caso não seja possível a implantação do projeto desenvolvido. papel. dados. Elaborar quadro comparativo entre as metas propostas no Plano de Ação e o resultado obtido. Restrição: Ocorrência encontrada restringindo execução da meta declarada. desenvolvendo na etapa Ação. treinamento. a saber: a. formação. para eliminar ou reduzir o risco ao projeto. c. Média ou Alta. retro projetor. caneta etc.40 consequente resultado da operação. informações necessárias para o processo de transformação. Deverá ser usada a ferramenta do diagrama de causa e efeito. elaboração de produtos ou idéias. apropriadamente também chamado de “espinha-depeixe” ou gráfico de Ishikawa. b. utilizar-se-á a ferramenta Folha de Verificação com os seguintes dados. data show.

No que diz respeito às recomendações. Tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados mais importantes e sua contribuição ao processo de implementação. O aluno poderá apresentar seu ponto de vista mediante trabalhos com semelhante processo de implantação. A conclusão NÃO É CONSIDERADA CAPÍTULO. Conclusivamente apresentar avaliação própria sobre o sucesso ou dificuldade encontrado para atingir os objetivos especificados. com o intuito de subsidiar estudos futuros.41 Deverá ser utilizado o diagrama para cada problema detectado com as devidas características apresentadas de causa e efeito.2 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES É a síntese dos resultados do trabalho. 3. o aluno deverá apresentar os itens relevantes que não puderam ser aprofundados no seu trabalho. .

deverá ser entregue antes do término do semestre. 7º Estágio Supervisionado II.42 4 ESTRUTURA DO RELATÓRIO FINAL A elaboração do Relatório Final deverá seguir as normas estabelecidas neste Manual de Estágio em consonância com a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. respeitando as Normas NBR 14. destinada às normas de Citação em Documentos. O Relatório Final tem como estrutura os seguintes elementos: . segue-se em acordo com o regulamento vigente do Uninorte.724/2005. que trata das Regras de Referências. voltadas para a Apresentação de Trabalho.Estágio Supervisionado III). NBR 10520/2002. O Relatório Final inclui os trabalhos realizados nos três períodos (6º. e 8º . e NBR 6023/2002.Estágio Supervisionado I. ou seja. Quanto ao prazo de entrega.

ANEXO* APÊNDICE* GLOSSÁRIO* REFERÊNCIAS ELEMENTOS PÓSTEXTUAIS: Contados e numerados em algarismos arábicos. DE APROVAÇÃO F. CATALOGRÁFICA (No verso da folha de rosto) FOLHA DE ROSTO CAPA -não se contaELEMENTOS PRÉTEXTUAIS: Contados sequencialmente a partir da folha de rosto. CONCLUSÃO TEXTOS -CAPÍTULOS APRESENTAÇÃO ELEMENTOS TEXTUAIS: Contados e numerados em algarismos arábicos. sem negrito.43 SUMÁRIO LISTAS* ABSTRACT RESUMO EPÍGRAFE* AGRADECIMENTOS* DEDICATÓRIA* F. sem negrito *Elementos opcionais. mas não numerados. .

3 Estabelecimento de Metas 1.3: RESUMO ABSTRACT LISTA DE FIGURAS LISTA DE GRÁFICOS LISTA DE TABELAS CAPITULO 3 APRESENTAÇÃO 1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 1.2.2 FERRAMENTAS DE PLANEJAMENTO 1. CLIENTES): 2.1 Análise documental 3.2 Entrevista (e/ou Questionário) 3.2.Relatório da Visita Técnica 2 .Autorização de uso do Nome (se aplicável) .1 O PDCA 1. FLUXO.1.7 Cronograma 2 PLANEJAMENTO (PLAN) 2.1 Fluxograma Atual do Processo 2.1 METAS ESTABELECIDAS PARA O PROJETO 2.2 O Fluxograma 1.2.2 Fluxograma Proposto do Processo 3 DESENVOLVIMENTO (Do) 3.2.6 A Folha de Verificação 1.Autorização de realização da Pesquisa .2.Relatório da Visita Técnica 3 ANEXOS .1.1 FOLHA DE VERIFICAÇÃO 5 AÇÃO (ACT) 5.2.1 ABORDAGEM INTRODUTÓRIA SOBRE O TEMA 1.1 METODOLOGIA UTILIZADA 3.2.4 O 5W2H 1.5 O Diagrama DE ISHIKAWA 1.2.2 PLANO DE AÇÃO ELABORADOS 3.1 DIAGRAMA DE ISHIKAWA CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS APÊNDICES .3 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES 4 VERIFICAÇÃO (CHECK) 4.2.2.3 Observação Direta 3.2 FLUXOGRAMA DO PROCESSO (INSUMOS.1.44 Exemplo da estrutura de tópicos que constituem o Sumário do Relatório (a formatação do Sumário deve ser observada no item 2.Relatório da Visita Técnica 1 .

De tipo Times New Roman ou Arial. De cor branca. devem acompanhar os protocolos de produção conforme segue: a) Papel A4 (297mm x 210mm). a natureza do trabalho Ficha Catalográfica .1 NORMAS PARA FORMATAÇÃO 4.1. Sem molduras e ornamentos.1 Regras Resumidas de Apresentação a)Papel b)Fonte c)Margens d)Espaçamento entre Linhas e)Parágrafo f)Numeração de Páginas g)Numeração de Seções ou Capítulos Segundo Furasté (2006).45 4. exceto para a ficha catalográfica que se deve usar o verso. Somente o anverso da folha deve ser utilizado. Tamanho da Fonte 12 10 10 10 10 12 12 Fonte No corpo do texto e nos subtítulos Nas citações longas. os trabalhos acadêmicos. ilustrações e figuras Na folha de rosto. destacadas do texto Nas notas de rodapé Na paginação Nas legendas de tabelas. como textos de natureza técnica. b) Fonte De cor preta. também chamado “PAPEL OFÍCIO”.

o aluno deverá seguir o padrão de espaçamento: Espaço No corpo do texto Entre os títulos e o início do texto O espaço entre o texto e a citação direta longa (antes e após a citação) Nas citações longas.5 Linha em branco . nas legendas Entre uma referência e outra Títulos das subseções Na folha de rosto (no texto sobre a natureza do trabalho) e na ficha catalográfica Espaçamento 1.um duploLinha em branco .46 Capa Nome da instituição e do curso Nome do autor do trabalho Título Subtítulo Local (cidade)da instituição onde deve ser apresentado Ano de depósito (da entrega do trabalho) Tamanho da Fonte 14 14 14 12 12 12 c) Margens Margens a serem utilizadas em todo o trabalho Margem Esquerda Superior Direita Inferior Tamanho da Margem 3 cm 3 cm 2 cm 2 cm Obs. nas referências.um duplo Simples . destacadas do texto: recuo de 4 cm da margem esquerda. nas notas. d) Espaçamento entre linhas Para que o trabalho seja bem organizado.um duplo- Simples Duplo Linha em branco .: Nas citações longas.

Havendo mais de um volume. em algarismos arábicos. As páginas dos apêndices e anexos devem ser numeradas em sequência à numeração do texto principal. Alinhamento à esquerda nos títulos com indicativo numérico. mas o número da página deverá vir explícito a partir da introdução. Todas as folhas. no corpo do texto. até a seção quinária. A numeração de páginas é feita em algarismos arábicos. f) Numeração de Páginas Se houver subdivisão do texto em capítulos. Alinhamento justificado à esquerda e à direita. serão contadas. no máximo. Os títulos das seções primárias (capítulos) devem ser iniciados em nova página.47 e) Parágrafo Adentramento de 9 toques de espaço ou 1. a 2 cm da borda superior. Devem ser evitadas subdivisões excessivas do texto. . a numeração de páginas do segundo volume dá seqüência à numeração do primeiro volume. chegando. O indicativo numérico de uma seção deve vir à esquerda. Os números de páginas não devem ser grafados nos elementos prétextuais. A contagem do número de páginas começa na folha de rosto. cada capítulo deve iniciar em uma nova página. Alinhamento centralizado nos títulos sem indicativo numérico. localizados ao alto direito da extremidade superior da folha. do qual deve ser separado por um caractere de espaço. antes do título.0 cm. à exceção da capa. g) Numeração de Seções ou Capítulos Os títulos das seções do texto devem vir em numeração progressiva. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. inclusive na página que se iniciar o capítulo.

1.1. E o tamanho do papel. como o negrito. devem ser utilizados recursos gráficos. a caixa alta e o itálico.1 Outras subdivisões (Minúsculo e normal). a instituição determina que: a) b) c) Os títulos de capítulos (seção primária) devem vir em negrito e em caixa alta. Exemplo: 1 (título 01) TÍTULO DO CAPÍTULO (MAIÚSCULO E NEGRITO). A segunda subdivisão (seção terciária) deverá vir em negrito. sem caixa alta. 1. d) As demais subdivisões devem vir sem negrito e sem a caixa alta. *Lembrando: Como fazer? .Para definir as margens: Na guia Layout da página – Margens e definir 3 cm para esquerda e superior. 1.Papel – Tamanho do papel.1. para direita e inferior. em negrito. 2 cm. 1.48 Nos títulos das seções.1 (título 02) SUBDIVISÃO DO CAPÍTULO (MAIÚSCULO E NEGRITO). A título de normalização. . A primeira subdivisão de capítulo (seção secundária) deve vir em caixa alta.1 (título 03) Subdivisão da subdivisão do capítulo (Minúsculo e negrito). use também a guia Layout da página – Margens – Margens Personalizadas .

insira as numerações de página do seu documento . e escolha o menu Quebra que abrirá as opções de Quebra de Seção. escolha a opção Próxima Página. clique na opção Número de Página e escolha Início de Página e escolha. Após isso. em seguida. Marque a opção Iniciar em: e insira o número de página que deseja que fique visível no documento. Clique na página que deseja iniciar a numeração.Inserir . feche as opções de cabeçalho e rodapé.49 Como fazer? *Word 2007= Para paginar um documento: Guia de menu . depois clique a opção condiz com a formatação exigida para seu trabalho (canto superior. a opção Formatar números de página. e entre na guia Layout de Página. escolha a opção Números de página.editar essa numeração com a Quebra de seção. . à direita). e. dando um duplo clique em cima do número da página ou cabeçalho da folha desejada na qual necessita que fique visível o número da página do documento. Logo. Abra novamente as opções de Cabeçalho e Rodapé e Desmarque a opção Vincular ao documento anterior. Vá na opção Editar Cabeçalho (cabeçalho ativo).e escolha o menu Cabeçalho. Após esse procedimento. Na mesma guia de Design de propriedades de Cabeçalho e Rodapé. Na sequência. retorne as opções de Cabeçalho.

2 Elementos Pré-textuais São chamados pré-textuais todos os elementos que contêm informações que ajudam na identificação e na utilização do documento. espaço 1. tamanho 14). . para todos os trabalhos). para todos os trabalhos no UNINORTE). Por esta razão é constituído pelos seguintes itens: a) b) c) d) e) f) g) h) i) Capa (obrigatória. ou superior a 2 elementos. caixa alta. e) Subtítulo (se houver. centralizado. centralizado. espaço 1. Resumo em Língua Portuguesa (obrigatório para os textos monográficos). Mais de um autor classificar em ordem alfabética pelo primeiro nome. para todos os trabalhos).1. centralizado. j) Resumo em Língua Estrangeira (obrigatório para os textos monográficos). negrito e tamanho 14. centralizado. c) Nome do autor (dois espaços duplos após o nome do curso. a) Capa OBRIGATÓRIA. d) Título (caixa alta. k) Lista de Abreviaturas.5 entre o nome da instituição e o nome do curso). PARA TODOS OS TRABALHOS. negrito e tamanho 14). Ficha Catalográfica (obrigatória – no verso da folha de rosto) Folha de Aprovação (obrigatório) Folha de Dedicatória (opcional). Lombada (obrigatória. Deve conter as seguintes informações: a) Nome da Instituição de Ensino (caixa alta. b) Nome do curso (caixa alta. centralizado. Folha de Agradecimentos (opcional). negrito e tamanho 12). Folha de Rosto (obrigatória. * As listas são obrigatórias apenas se houver número expressivo dos elementos em questão.50 4. Folha de Epígrafe (opcional). negrito e tamanho 14. negrito e respeitando a hierarquia organizacional. Siglas e Símbolos* (opcional) l) Sumário (obrigatório). caixa alta.5 entre as linhas do título e subtítulo).

51 f) Local . tamanho 12. negrito 1 espaço 1. espaço simples entre a linha do local e ano).5 IMPLANTAÇÃO DE UM PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS NA EMPRESA X: SUBTÍTULO (SE HOUVER) TÍTULO Tamanho da Fonte: 14. negrito. negrito Laureate International Universities CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 3 cm 2 espaços duplos NOME COMPLETO 1 NOME COMPLETO 2 NOME COMPLETO 3 Tamanho da Fonte: 14. negrito 2 cm . tamanho 12).cidade da instituição onde deve ser apresentado o trabalho (caixa alta. Exemplo de Capa: 3 cm CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE 1 espaço 1. negrito SUBTÍTULO Fonte 12. negrito. negrito 2 cm 1 espaço simples MANAUS 2010 Tamanho da Fonte: 12. g) Ano (centralizado. centralizado.5 Tamanho da Fonte: 14.

fonte 14. Suelen Maria Albuquerque. Thiago André de Almeida e Sandra da Silva Barbosa (colocar na lombada somente os sobrenomes – Albuquerque. Elementos alfanuméricos de identificação (ex.52 b) Lombada ELEMENTO OBRIGATÓRIO Em trabalhos encadernados com capa dura. negrito). Barbosa – dos componentes em ordem alfabética). Ano (caixa alta. indicar na lombada: Título do trabalho (caixa alta. Nomes Abreviados: Ex.: v. 2). Almeida. negrito). fonte 12. Exemplo de Lombada: Almeida Barbosa Albuquerque PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS NA EMPRESA X ANO .

negrito e tamanho 14). recuado a 7 cm da margem esquerda. nome da instituição a que é submetido. caixa alta. devendo incluir: a) nome do autor (centralizado. negrito.530 c) Folha de rosto ELEMENTO OBRIGATÓRIO Este elemento refere-se aos dados da capa e apresenta a natureza do trabalho. negrito e tamanho 12). titulação. d) natureza (relatório final ou monografia). o objetivo acadêmico e a instituição a que se destina. . tamanho 12. b) título (centralizado. g) ano (centralizado e tamanho 12). negrito e tamanho 14). grau pretendido e outros). fonte 12). justificado. o espaço entre as linhas deve ser simples). c) subtítulo (se houver. recuado a 7 cm da margem esquerda e um espaço simples do item “natureza”. caixa alta. área de concentração (justificado. f) local (centralizado. tamanho 12. objetivo (aprovação em disciplina. e) nome do orientador.

5 Orientador: Prof. justificado. apresentado ao Centro Universitário do Norte como prérequisito para a obtenção do grau de bacharel em Administração. negrito TÍTULO DO TRABALHO Tamanho da Fonte: 14 Relatório Final do Estágio Supervisionado (I. negrito . 1 espaço 1. II. centro. MSc.540 Exemplo de Folha de rosto: 3 cm 3 cm NOME DO AUTOR NOME DO AUTOR 2 NOME DO AUTOR 3 2 cm Tamanho da Fonte: 14 . Turma ADN0801. Fulano Souza. Tamanho da Fonte: 12. III). a 7 cm da margem esquerda. MANAUS ANO 2 cm Tamanho da Fonte: 12. espaçamento simples.

palavra-chave 3. ano.5 cm de largura. e) Folha de Aprovação . 30cm Relatório Final apresentado ao Curso de Administração Centro Universitário do Norte/Laureate. OBS. CDD xxxxx . após a conclusão e apresentação do mesmo. nº folhas: il. Sua confecção é de responsabilidade dos profissionais de Biblioteconomia. palavra-chave 2. O aluno deverá procurar na Biblioteca da Instituição o(a) bibliotecário(a) para inserir a ficha catalográfica do trabalho. ano. Xxxxx Sobrenome.. Orientador: 1. Local: editora. deve ser feita de acordo com o Código de Catalogação Anglo Americano 2 – CCAA2. (quando houver ilustrações).: A ficha catalográfica deverá ser impressa no VERSO da folha de rosto e deverá ter 7.550 d) Ficha Catalográfica ELEMENTO OBRIGATÓRIO Obrigatoriamente localizada no verso da folha de rosto.5 cm de altura e 12.palavra-chave. Nome Título do Trabalho / autor (na ordem direta).

g) Nome completo. objetivo (aprovação em disciplina. com espaço de 2 entre o nome do autor e o título do trabalho). c) natureza (relatório final). b) Título do trabalho (centralizado. caixa alta. negrito. tamanho 14). traço para assinatura dos membros da Banca e o nome da Instituição de Ensino logo abaixo (Centralizado. tamanho 12). OBS: Os avaliadores serão preferencialmente os orientadores dos respectivos estágios. se houver necessidade de usar mais de uma linha o espaço deverá ser simples – Centro Universitário do Norte). titulação. negrito. d) Título e subtítulo (no mesmo padrão da capa). sendo assinada pelos componentes da Banca Avaliadora. fonte 12). caixa alta. Orientador do Projeto e Orientador do Diagnóstico.560 ELEMENTO OBRIGATÓRIO Folha padrão que aprova o Relatório Final de Estágio. . f) Termo BANCA AVALIADORA (centralizado. negrito. tamanho 12. caixa alta. ficando na seguinte ordem: Nome do Orientador do Relatório. e área de concentração (justificado. o espaço entre as linhas deve ser simples). tamanho 12. nome da instituição a que é submetido. grau pretendido e outros). Deve constar logo após a autorização da empresa e dispor das seguintes informações: a) Nome do autor (centralizado. Seus nomes deverão constar após o nome do Orientador do Relatório. e) Data de aprovação (justificado. tamanho 14.

sigla da titulação Orientador do Diagnóstico Centro Universitário do Norte 2 cm . 2 cm Aprovada em _____/_____/_____ Tamanho da Fonte: 12 BANCA AVALIADORA Nome do Avaliador 1 (o orientador). sigla da titulação Orientador do Projeto Centro Universitário do Norte Nome do Avaliador 3. Centralizado Espaço Duplo entre os membros da banca Nome do Avaliador 2. como um dos pré-requisitos para a obtenção do grau de bacharel em Administração. justificado. sigla da titulação Orientador do Relatório Centro Universitário do Norte Tamanho da Fonte: 12. Entre linhas simples TÍTULO DO TRABALHO Relatório de estágio apresentado ao Centro Universitário do Norte – UNINORTE.570 Exemplo de Aprovação: 3 cm NOME DO AUTOR 3 cm Tamanho da Fonte: 14 1 Espaço duplo Tamanho da Fonte: 12.

Trata-se do local onde o autor presta uma homenagem ou dedica seu trabalho a uma ou mais pessoas que contribuíram de alguma forma para a consecução do trabalho. 3 cm 3 cm 2 cm Aos meus filhos Aos meus mestres Tamanho da Fonte: 12. à direita da margem inferior.580 f) Folha de Dedicatória Elemento opcional Folha reservada para dedicar o trabalho. Espaço 1. sem negrito 2 cm .5.

. 3 cm AGRADECIMENTOS 3 cm Tamanho da Fonte: 12.. negrito centralizado.. -------------------2 cm Tamanho da Fonte: 12. direta ou indiretamente. caixa alta.5 2 cm .. espaço 1.590 g) Folha de agradecimento ELEMENTO OPCIONAL Local onde o aluno agradece às pessoas que.. contribuíram para a realização do seu trabalho. cada autor do grupo pode fazer o seu agradecimento individual e assinar abaixo. Aos professores.. 2 espaços duplos para o início do texto. sem negrito. A Deus e minha família ------Ao Centro Universitário ------Ao orientador.

Pode ocorrer. O bom cientista é arrogantemente humilde.600 h) Folha de Epígrafe ELEMENTO OPCIONAL Esta página é opcional. embasou ou inspirou o trabalho. à direita da margem inferior. também. 3 cm 3 cm 2 cm A ciência é uma mescla de dúvida e certeza. Obrigatoriamente deve aparecer no campo inferior direito da página. Tamanho da Fonte: 12. 2 cm . e espaço simples. de certa forma. apresentando a citação de um pensamento que. o que não se reduz a mero jogo de palavras: arrogante em relação ao método e humilde quanto à fé em conhecimento. sem negrito. campo superior direito. no início de cada capítulo ou partes principais.

O tamanho médio do rebanho foi de 12 animais por propriedade. os resultados e as conclusões do trabalho. Diadema.2 litros por cabeça. em espaço simples. Das propriedades visitadas. os riscos para a saúde pública. Sua estrutura deverá ser: texto e palavraschave. foram visitadas 19 propriedades. Palavras-chave: Região do ABC. leite. principalmente. graças a existência de áreas de reserva de mata atlântica destinadas a proteção de mananciais. localizadas adjacentes à capital do estado. A produtividade média diária de leite encontrada foi de 3. nela podem ser encontradas inúmeras pequenas propriedades com pequenos rebanhos bovinos destinados. p.7 trabalhadores e apenas 5% contavam com assistência veterinária regular. à produção leiteira. O principal destino do leite produzido foram os ranchos de pamonha da região. No presente estudo. ao lado dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2). perfil. dos quais 80% são fêmeas. Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. às quais foi submetido um questionário com uma série de perguntas cujas respostas foram posteriormente tabuladas e analisadas. bovinos. permitam uma compreensão melhor do perfil leiteiro da região do ABC paulista. 1. destacando o objetivo. O IBGE traz em suas principais publicações uma série de dados sobre a atividade pecuária da região. As propriedades analisadas empregavam.5 2 cm . São Caetano do Sul. Esta região é composta pelas cidades de Santo André. Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. 3 cm RESUMO 3 cm O presente estudo procurou realizar um trabalho de campo no sentido de serem tabuladas informações que. São Bernardo do Campo. São Paulo. 2 cm Tamanho da Fonte: 12. ao sul e sudeste. Reforçam-se. espaço simples. dissertações e outros) e relatórios técnico-científicos” (NBR 6028. A região é caracterizada por intensa atividade industrial mas. 79% possuíam área inferior a 5 ha. em média. Deve ter “de 150 a 500 palavras nos trabalhos acadêmicos (teses. mas nenhuma das propriedades visitadas realizava comercialização com inspeção oficial. Mauá. Não ultrapassa 500 palavras e deve ter um único parágrafo. o método. assim. sem negrito Espaço 1.610 i) Resumo em Língua Portuguesa ELEMENTO OBRIGATÓRIO Corresponde à apresentação concisa do texto.

.........18 Figura 2 ......... 2)........ de tabelas.......... LISTA DE FIGURAS Figura 1 ......... Cada categoria deve ser apresentada em folha separada.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo .... consistindo na tradução do resumo para o inglês.............. com indicação do respectivo número da página......................................123 Tabela 2 ...Associação Brasileira de Imprensa FAPESP......................................25 LISTA DE TABELAS (Deve vir na sequência em que aparece no texto) Tabela 1 ....................Mapa dos municípios que compõem a região estudada... k) Lista de Abreviaturas..... No UNINORTE (Curso de Administração) será utilizado o inglês.... podem ser incluídas as seguintes listas: de ilustrações.... j) Resumo em Língua Estrangeira (Abstract) ELEMENTO OBRIGATÓRIO Versão do resumo para o idioma estrangeiro......... Sua finalidade é facilitar a divulgação do trabalho... p......... Obedece a mesma estrutura do resumo: texto e palavras-chave....Número de processos arrolados nos anos de 1998 e 1999........236 LISTA DE ABREVIAÇÕES (Deve vir em ordem alfabética) ABI..: Ressalte-se que “o resumo deve ser precedido da referência do documento....... de abreviaturas e siglas..... 2003........620 OBS.. Dependendo das características do documento....... Siglas e Símbolos ELEMENTO OPCIONAL A relação de elementos ilustrativos ou explicativos deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no Relatório Final....Gráfico de valores demográficos por município.....Valores de indenizações pedidas nos anos de 1998 e 1999. com exceção do resumo inserido no próprio documento” (NBR 6028....... Devendo ser colocadas antes do sumário.

mesmo quando se fizer referência a mais de uma figura.1.... mapas.. Exemplo: A FIG. sempre como “figuras”. exemplificar a compreensão do texto.. fotografias.. As ilustrações são relacionadas em listas próprias. modelos.. fórmulas e gráficos).. A indicação pode integrar o texto... Numeram-se as ilustrações no decorrer do texto com números arábicos. desenhos.... conforme a estrutura do TC.. 25). Por exemplo: . após a palavra FIGURA e separado desta por hífen..alfa Ilustrações NBR 10719/2002 As ilustrações (gravuras. escrito em letras minúsculas... citar a fonte de onde foram retiradas.... na subseção 2.Marca registrada µ. A abreviatura FIG.. Deverão ser inseridas no trabalho o mais próximo possível à questão apresentada ou discutida... 24 mostra . ou A análise dos resultados mostrou dois perfis distintos (FIG. é sempre escrita com maiúsculas e usada somente no singular.... servem para elucidar.. Figuras As ilustrações (com exceção de TABELAS) são designadas e mencionadas ao longo do texto.. No caso de ilustrações não originais. O título deve ser breve e explicativo e deve-se localizar abaixo da ilustração e na mesma margem. ou localizar-se entre parênteses no final da frase.. em uma seqüência própria.630 LISTA DE SÍMBOLOS ®. devendo ser colocadas antes do sumário..

havendo grande número de colunas. “onde?” e “quando?”. Devem ser dotadas de um título claro e conciso localizado acima delas (justificado. se destacada a tabela do trabalho. Porém. Exemplo: Tabela 1 – Distribuição de consumidores segundo a preferência por refrigerantes Refrigerante Coca-Cola Coca-Cola Light Dr. Pepper Pepsi-Cola Sprite Número de consumidores 19 8 5 13 5 Percentual 38% 16% 10% 26% 10% . vindo com o termo Tabela. deve ser possível ao leitor encontrar respostas para as perguntas “o quê?”. antes do título. isto é. fonte 12).Município de Presidente Figueiredo (AM) Fonte: IPAAM. para evitar confusões na leitura. juntamente com seu título.640 Figura 2 . Não são fechadas lateralmente e tampouco aparecem traços horizontais separando dados numéricos. negrito. Tabelas pequenas aparecem centradas na página. Para tabelas pequenas. dispensam-se os traços verticais. quando não podem ser estendidas até a margem da página. O título é escrito em letras minúsculas e deve conferir independência à tabela. 2004 Tabelas As tabelas contêm palavras e números. devem ser usados traços verticais.

1974. 68. 2003 Gráficos Os gráficos são desenhos constituídos de traços e pontos. e número da ordem a 10-2 -4 watt/cm2 10-6 10 10-8 1010 limia r da dor limiar da audição 1012 1014 1016 1 3 6 1 2 5 1 2 4 8 1 6 2 4 2 5 1 0 0 0 1 6 8 6 2 2 4 9 9 3 4 8 6 2 8 4 Hertz 14 12 10 8 6 4 2 0 Decibéis Gráfico 1 . SWEENEY E WILLIAMS. Seu título é precedido pela palavra Gráfico(negrito) que se refere (v. exemplo abaixo). em letras minúsculas.650 Total 50 100% Fonte: ANDERSON. p. .Campo auditivo do homem Fonte – ROSETI. localizado abaixo (fonte 10) e sua citação no texto será pela indicação GRÁF.

l) Sumário ELEMENTO OBRIGATÓRIO Indica as divisões e seções de um documento na mesma ordem e grafia em que a matéria se sucede. sem negrito. Como as tabelas. dispensando consulta ao texto e da fonte. em algarismos arábicos. 19. Quando houver a necessidade de utilizar ilustrações. p. não se esquecendo de fazer uma ligação entre o texto – ilustração – texto. fonte 12. iniciada pela palavra Quadro. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. acompanhado do respectivo número da página (NBR. apenas com a primeira letra em letra maiúscula. negrito) localizado acima do quadro. precedida da palavra designativa. conforme o projeto gráfico. Quadro 2 . .Possibilidades de Escolha dos Modelos ANOVA Uma entrada (one way) Uma variável Duas amostras independentes ou mais Duas amostras cruzadas ANOVA I Duas entradas (two way) Duas variáveis ANOVA II Três entradas (three way) Três variáveis ANOVA III ANOVA R-I ANOVA R-II ANOVA R-III Fonte: DUARTE. 1985. do respectivo título ou legenda explicativa de forma breve e clara. devem apresentar um título claro e conciso (centralizado. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto.660 Quadros Os quadros (v. sua identificação aparece na parte inferior da figura. exemplo) caracterizam-se por conter dados sem tratamento estatístico e apresentam-se com as laterais fechadas. Tendo termo em outro idioma. deve vir em itálico e a fonte do documento em tamanho 10. independente de seu tipo. 6027/2003).

conforme referenciado no tópico anterior e deverá fazer parte da . Sumário Projeto. O sumário deverá ser composto em acordo com os sumários dos Relatórios de Diagnóstico. 4. propriamente dito do trabalho. respectivamente conforme exemplo: CAPÍTULO I – DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL. em negrito. Projeto e Implementação. com divisão por capítulo.: Verificar no capítulo 2 (Diretrizes para a Elaboração de Projetos) o modelo de sumário.1. Sumário Diagnóstico. ao centro da página (vertical e horizontalmente) na fonte 20. A Capa de cada relatório deverá ser substituida pela folha com a descrição do capítulo. CAPÍTULO III – IMPLEMENTAÇÃO. conforme exemplo: CAPÍTULO I DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL As páginas dos sumários dos referidos relatórios devem ser novamente numeradas de forma sequencial para localização dentro do Relatório Final. Sumário Implementação O capítulo e sua descrição deverão estar em página única. Deverá ser dividido em três (03) capítulos identificados como: CAPÍTULO I – DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL CAPÍTULO II – PROJETO CAPÍTULO III – IMPLEMENTAÇÃO Todo o material desenvolvido nestas três fases do Estágio Supervisionado deverá ser mencionado. sendo todos obrigatórios.670 OBS. CAPÍTULO II – PROJETO .3 Elementos Textuais São chamados textuais os elementos referentes ao conteúdo.

3. Isto implica afirmar que este tipo de citação deve ser estruturado com o máximo de cuidado. o autor poderá aparecer tanto dentro. É válido destacar que durante a citação livre. sendo realizada a partir de palavras do aluno.1 Regras de Citação Por citação. não pode perder o sentido original. transcrita através das palavras do autor do trabalho. de forma resumida. bem como não existe uma quantidade de linhas mínimas ou máximas. resumo ou tradução do autor do trabalho. fonte primária (citação de citação).1. uma vez que este tipo de citação.680 numeração de sumário sem. o sobrenome do autor permanece no corpo do texto. com a finalidade de esclarecer ou complementar as ideias apresentadas no trabalho. literal ou textual). ou seja.1. tal transcrição deve manter-se fiel à ideia do texto original. quanto fora do texto. devendo-se colocar entre parênteses o ano de publicação da obra e. apesar de ser feita através da interpretação do leitor. 4. somente a primeira letra em caixa alta. interpretada ou traduzida. o(s) número(s) da(s) página(s) da qual se retirou o trecho citado. não se usa aspas e a indicação das páginas passa a ser opcional. podendo ser de forma literal (citação direta.3. Caso o aluno não coloque o sobrenome do autor no corpo do texto. deve aparecer ao final da citação. seguido do ano de . entretanto. apresentar o número de página no topo superior direito. portanto. sem ter acesso ao documento original. pois o pensamento do autor da obra consultada não poderá ser distorcido. no caso o aluno (citação indireta ou livre) ou de forma intermediária. contudo. Em virtude de não se apresentar literalmente conforme o texto original. ficando.1 Citação Livre ou Indireta Corresponde à transcrição feita através da interpretação. entendem-se como trechos transcritos que são retirados das fontes consultadas durante a realização do trabalho científico. opcionalmente. Quando ocorrer o primeiro caso. 4. sendo que neste caso pode-se incluir dentro dos parênteses o sobrenome do autor todo em caixa alta.1.

Por esta razão. ou seja. o(s) número(s) da(s) página(s) que se retirou o trecho citado. normalizado (CORREA FILHO.. Fonte Eletrônica Como é lembrado em CLIMA. principalmente quando se trata do futuro. o que deveria ser unificado. opcionalmente.690 publicação da obra e. . Por esta razão. uma vez que as pessoas preferem interpretar a informação segundo seu contexto. principalmente quando se trata do futuro. Mas. normalizado (GUIMARÃES. principalmente quando se trata do futuro. observa-se que estabelecer um padrão entre a informação não é nada fácil. o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização. uma vez que as pessoas preferem interpretar a informação segundo seu contexto. muitas vezes. p. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. muitas vezes.39). Em Fonte Referente à Entrevista Como é lembrado em Guimarães (2003). observa-se que estabelecer um padrão entre a informação não é nada fácil. muitas vezes.39). Mas. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. (2000. observa-se que estabelecer um padrão entre a informação não é nada fácil. uma vez que as pessoas preferem interpretar a informação segundo seu contexto. 2000). p. ou seja. distorcendo. distorcendo. o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização.. ou seja. Por esta razão. o que deveria ser unificado. o que deveria ser unificado. o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização. Mas. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. distorcendo. 2000). 2003). Exemplos: Em Fonte Impressa Como é lembrado em Martins (2000. normalizado (CORREA FILHO.

entre colchetes. respeitando as características formais em relação à redação. esta deve aparecer incorporada no próprio parágrafo do texto. Caso o aluno sinta a necessidade de destacar alguma parte do texto.1. ou seja. O que não se pode deixar de destacar. quanto fora do texto. podendo ser caracterizada da seguinte forma: a) Citação Curta (Quando se transcreve até 3 linhas): Devido este tipo de citação corresponder a um número pequeno de linhas transcritas. deve-se usar a expressão sic (=conforme estava escrito) após a palavra errada. curta.3.700 4. Durante a citação textual. uma vez que se apresenta exatamente como consta no original (inclusive com erros gráficos ou de outra natureza) e. o aluno não pode corrigir erros gramaticais. Quando for necessário suprimir parte do texto. Exemplo: Pode-se observar em Martins (2000. Obrigatoriamente necessita receber destaque tipográfico. afirmamos que tal informação a cada dia será mais dependente da normalização”. obrigatoriamente. ao final da citação. no meio da citação. com a indicação do ano e da(s) página(s) que se retirou tal trecho. 35) que “ao estudarmos sobre o futuro do desenvolvimento que a ‘informação’ terá daqui para frente. o autor sentir necessidade de acrescentar alguma informação extra.2 Citação Textual. à ortografia e à pontuação original do texto. de grafia ou de outra natureza. entre aspas duplas. basta fazer uso de reticências entre colchetes. desde que seja direta. entre colchetes. Neste caso. também fazer uso dos colchetes. p. Por esta razão. aparecer o(s) número(s) da(s) página(s) que se retirou o trecho citado. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. Caso na fonte de origem haja aspas. conforme fora destacado. literal ou textual. colocar-se a expressão “grifo nosso”. liga-se ao fato de que este tipo de citação deve respeitar o número de linhas citadas. Quando. a citação. A posição do autor poderá se apresentar tanto dentro. usam-se aspas simples.1. Literal ou Direta Corresponde à transcrição feita de forma literal. .

24) que: (1 espaço duplo ) o método científico. mas também para o direcionamento dos trabalhos. Sobre este assunto afirmam Marconi e Lakatos (2005. consiga atingir os resultados esperados. afirma-se que este corresponde ao caminho a seguir. (4 cm) (1 espaço duplo ) Com base nas autoras. OU Quando observado o que seria o chamado método científico. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. afirmamos que tal informação a cada dia será mais dependente da normalização” (MARTINS. 2000. uma vez que através do método científico irá caminhar de forma mais segura e com mais qualidade. NÃO SE USAM ASPAS. enquanto pesquisador. b) Citação Longa (quando se transcreve mais de 3 linhas) Devido este tipo de transcrição ser maior. em relação ao corpo do texto.710 OU Como já fora mencionado. destaca-se a relevância do método científico não só para a pesquisa. p. deve aparecer em um parágrafo independente. 35). Exemplo: Quando observado o que seria o chamado método científico. uma vez que faz com que o pesquisador consiga atingir os objetivos propostos. segundo o que podemos verificar. com fonte 10 e espaço simples (1cm). p. “ao estudarmos sobre o futuro do desenvolvimento que a ‘informação’ terá daqui para frente. uma vez que faz com que o pesquisador consiga atingir os objetivos propostos. passa a ser um conjunto de procedimentos que faz com que o indivíduo. recuado a 4 cm da margem esquerda. afirma-se que este corresponde ao caminho a seguir. Por esta razão. ] . Pelo fato de se encontrar de forma diferenciada.

deve-se utilizar a expressão latina apud (=citado por). p. LAKATOS. p.1. delimitado. 38).1. sendo bem. Neste caso. Mas se ocorrer à necessidade de fazer uso desta. p. 2005. nota-se que o que fora apresentado acerca da formulação do problema como uma fase de pesquisa que. 2005. o nome. mas também para o direcionamento dos trabalhos. É válido destacar que este tipo de citação deve ser evitado ao máximo. Exemplo: Marinho (1980. ou seja.3 Citação da citação Quando o autor não consegue obter a fonte original. liga-se à seguinte afirmação em que (1 espaço duplo) o método científico. todos os meios destacados estão com a razão” (MARINHO. . data e página (quando houver) do documento original deve aparecer após o termo apud. passa a ser um conjunto de procedimentos que faz com que o indivíduo. delimitado. segundo o que podemos verificar. consiga atingir os resultados esperados. simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. sendo bem. uma vez que o aluno deve recorrer aos textos originais. LAKATOS.720 A prova disso. OU Com base no que foi apresentado. p. e sim outra obra que fez a referida citação. “simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. 1980.3. (4 cm) (1 espaço duplo) Com base nas autoras. mas sente a necessidade de transcrever a citação citada por outro autor. 24). 2005) apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa que. 4. enquanto pesquisador. 58 apud MARCONI. 58 apud MARCONI. este tipo de citação corresponde aos casos em que o aluno irá citar um trecho sem ter lido o texto original. Esta pode ser feita de forma literal ou com as palavras do autor. uma vez que através do método científico irá caminhar de forma mais segura e com mais qualidade (MARCONI E LAKATOS. destaca-se a relevância do método científico não só para a pesquisa.

ibidem ou Ibid – na mesma obra. em diversas passagens. 2. sendo bem. passim – aqui e ali. 3.: Vale ressaltar que o aluno NÃO poderá misturar o sistema de citação. com indicação das fontes consultadas. 58 apud MARCONI. Quando a fonte for repetida inúmeras vezes.730 OU Com base no que foi apresentado. 2 Marinho (1980. todos os meios destacados estão com a razão”2. . loco citado – loc cit. evitando explicações longas dentro do texto”. 1982 p. As notas de rodapé se separam do restante do texto por uma linha horizontal de 3 cm.44) afirmam que estas correspondem às “notas indicadas ao pé das páginas. e de conteúdo. 4. pode-se fazer uso das indicações bibliográficas. sendo elas: 1. 4. delimitado. “simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. nota-se que o que fora apresentado acerca da formulação do problema como uma fase de pesquisa que. p.3. idem ou Id – o mesmo autor. podendo ser de referência. – no lugar citado.3. É necessário destacar que se deve evitar usá-las desnecessariamente.3 Notas Bibliográficas São as que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. p.1. Curty e Cruz (2000.1.2 Notas de Rodapé No que diz respeito às notas de rodapé.38). ou seja. 4. Obs. deverá usará somente por Autor-Data ou Numérico. Necessitam aparecer de forma sequencial e com algarismos arábicos. a partir da margem esquerda e devem ser numeradas seqüencialmente.

por elementos complementares. pode ser composta. cf. esclarecimentos ou explanações que não possam ser apresentadas no corpo do texto. apud – citado por (somente esta pode ser usada no corpo do texto). O primeiro corresponde às informações vistas como indispensáveis para a recuperação da obra e pelo segundo. em.1.1.4 Elementos Pós-Textuais São chamados pós-textuais todos os elementos que aparecem após o conteúdo do trabalho de curso propriamente dito.1. opere citado ou op. 4. 4. que permite sua identificação individual. 8. – confira.1 Regras de Referências Por referência. 4.4. – seguinte ou que se segue.1. 6. também.740 5. cit.1.3. confronte.4.1 Referências ELEMENTO OBRIGATÓRIO Corresponde à lista das fontes que foram citadas no trabalho. usar o asterisco (*). 4. compreende-se como o conjunto de informações que ajudam na .4 Notas Explicativas São usadas para a apresentação de comentários. Para este tipo de chamada. retirados de um documento. sequentia ou st seq. quando necessário. – na obra citada. entende-se como o conjunto padronizado de elementos descritivos. A referência é constituída de elementos essenciais e. 7.

a partir da segunda linha da mesma referência. quanto de outro. VECHI. C. dissertação. Conceição Alves. PEREIRA JÚNIOR. 389p. Prenome. Título: subtítulo (quando houver). O que não se pode deixa de destacar é que as informações para a elaboração da referência têm que ser retiradas tanto de um. catálogo. deverá se estruturar de forma alinhada. se não aparecem. não prejudicam o processo de busca. 2.750 recuperação da obra. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa.2 Regras Gerais de Apresentação A referência deve apresentar-se de forma padronizada. 1964. Introdução ao estudo da literatura. Brasileira. A. SILVA. Local de publicação: Editora. o aluno deverá colocá-los entre colchetes.4. na qual as obras deverão aparecer em ordem alfabética. Estudo comparativo de diferentes métodos de exame utilizado em odontológica. Mário da.1.4. SOBRENOME.1.3 Modelos de Referências Monografia Considera-se como monografia livros ou folhetos (manual. v. São Paulo: Atlas. . guia. enciclopédia.5.1. ed. Ana Maria da Silva. entretanto. São Paulo: USP. Carlos. dicionário etc) e trabalhos acadêmicos (trabalho de conclusão de curso. tese etc). de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas. Quando os elementos forem retirados de outra fonte. Rio de Janeiro: Delta. em espaço simples e separado por espaços duplos. para diagnóstico da cárie dentária. 4. Exemplo: Autor Pessoal AULETE.1. GOMES. Quando aparecer em nota de rodapé. 1991. abaixo da primeira palavra. 4. Data de publicação.

São Paulo: Cultrix: Edusp. em seguida. (forma abreviada de et alii) que significa “e outros”. 12. Secretaria do Meio Ambiente. Originalmente apresentada como dissertação de mestrado. Moacir. “FILHO”. 1974. João et al. João. São Paulo: SEMEAM.760 1993. “JUNIOR”. Nota: devem acompanhar o último sobrenome os distintivos “NETO”. ed. iniciar pelo título. 1993. faz-se a entrada sem essas partículas. Exemplo: GONZAGA. GONZAGA. . Autor Desconhecido ou Obra com MAIS de Três Autores3 RETÓRICA geral. Em se tratando de últimos sobrenomes precedidos de partículas “e”. 93p. PEREIRA. “da”. 1993. José Rui. Márcio. colocando a primeira palavra (com exceção dos artigos definidos e indefinidos) em caixa alta. Diretrizes para a política ambiental do estado de São Paulo. São Paulo: EDUSP. “do”. SOUZA. Exemplo: GIOVANI NETO. coloca-se a expressão latina et al. 3 Quando o autor for desconhecido ou obras com mais de três autores. Um trabalho de qualidade nos dias de hoje. Carlos Ribeiro do. Autor Entidade SÃO PAULO (Estado). Obra Com Mais de Três Autores São mencionados até os três primeiros autores que aparecem na publicação e. Exemplo: MIRANDA. Fernando. João de. NASCIMENTO. ou pode-se optar por indicar apenas o primeiro autor seguido da expressão et al. “de”. Universidade de São Paulo. FELIZ. 2005.

Jornal SOBRENOME. Acesso em: 28 nov.com. Título da Revista. 16. L. 16 jul. n. local de realização. 1998. Mostras e similares.481. São Paulo. n. n. 16 jul. Evento Corresponde aos materiais que apresentam os trabalhos apresentados em Congressos. Brasileira de VIEIRA. Acesso em: 19 set. E. Ives Gandra da. A. ano de realização. periodicidade. Cássio Leite. Prenome.481. número. SOBRENOME. Seção Ponto de Vista. Caderno. ano 2. SILVA. Caderno A. Disponível em: <http://wwwprovida. Carlos. AS MICRO e pequenas empresas na era do real. O Estado de São Paulo. 16. As micro e pequenas empresas na era do real. 1996. páginas lidas.htm>. São Paulo.23-29. Local de publicação. Título do jornal. ano. T. 1998. periodicidade. páginas lidas. 1996. A queda do cometa. Marcelo. São Paulo. Prenome. Prenome. Revista Administração. . Título do artigo: subtítulo (quando houver). n. número. 2001.br/contexts/brassilrevistas. inverno 1994. 3. Simpósios.770 Publicação Periódica Revista SOBRENOME.htm>.brazilnet. número. ano34. Gazeta Mercantil. p. 1 CD-ROM. Pena de morte para o nascituro. Local de publicação. 1998. Rio de Janeiro. Exemplo: AULETE. Exemplo: LANZANA. 1998. M. São Paulo. Gazeta Mercantil. Rio de Janeiro. 19 set. Título do artigo: subtítulo (quando houver). p.org/pena_morte_nascrito.2. ano ou volume. ano34. nov. Noções de empreendedorismo. p. In: NOME DO EVENTO. Encontros. Crimes da era digital. Título do artigo: subtítulo (quando houver). Net. Caderno A. Disponível em: <http://www. M. LOPES. Neo Interativa. SILVA. 10 jan.

Historia da Ciência. n.br/anais/anais/educ/ce04. Informações sobre o entrevistado. Entrevista Publicada NOME do Entrevistado. VIEIRA. data. Biblioteca Central. 3 ¾ pps. OS LIMITES pedagógicos na história educacional.. Jarbas: depoimento [4 jan.htm>. Cássio Leite. Entrevista Entrevista Gravada Exemplo: PASSARINHO. SOBRENOME DO ENTREVISTADO. Acesso em 21 jan. Anais eletrônicos.ufpe. LATTES. In: SEMANA DE ADMINISTRAÇÃO. 2. p. ano).780 Título. Marcelo. 198p. Exemplo: AULETE. Acesso em 21 jan. Campinas. Normas doc: normas para apresentação de trabalhos. Disponível em: <http://www. 2000. . Entrevista não Publicada. Disponível em: <http://www. Entrevistadora: Márcia Elizabete Aquino. Titulo do Tema. Fortaleza.. LOPES. 5 disquetes. 2 fitas cassetes (120 min). A quem foi concedida à entrevista. 35-36.. 1997. 1996. Local.ufpe. Marcelo. Local de publicação: Editora: Data de publicação.propesq. 2000.. 1998. Total de página. 1996. 2001. Brasília: CNI/Fundação Milton Campos. Os limites pedagógicos. mês. Anais. p. Manaus. Maio. 1997. Data (dia. 2000]. Noções de empreendedorismo. SP.htm>.ufpe.45-53.br/anais/anais/educ/ce04. VIEIRA. A quem foi concedida à entrevista. LOPES.propesq. Cássio Leite. Acesso em 21 jan.br/anais/anais/educ/ce04. Word for Windows 7. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. ano 4. Curitiba. Disponível em: <http://www. Nota sobre a Localização da entrevista no veículo de comunicação. Os limites pedagógicos.propesq. Manaus: Valer. 3 ½ pol.5. Páginas lidas. 4.. estéreo. entrevista concedida a Omar Paixão.. 2000.htm>. Carlos. César. 1997. Recife: UFPe.0. Documentos de Acesso Exclusivo em Meio Eletrônico Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Ciência e Sociedade. Prenomes.

2 Glossário ELEMENTO OPCIONAL Corresponde a relação de palavras de uso restrito.5 Redação UTILIZAÇÃO OBRIGATÓRIA Em todos os trabalhos escritos. 4. Secretário de Cultura do Estado do Amazonas. comprovação e ilustração para o trabalho de curso. 4. 4.3 Apêndices ELEMENTO OPCIONAL Corresponde a um documento autônomo elaborado pelo próprio aluno para completar sua argumentação. o pensamento de quem o produz.1. a fim de servir de fundamentação.1.4. 4.4.1. Obs : Os exemplos utilizados no Manual são meramente ilustrativos. Entrevista concedida a Lorena Santos. acompanhadas de suas definições (=dicionário).1.790 BRAGA. 30 set 2004. Robério.4. como se trata de um símbolo arbitrário – cada palavra pode ter mais de um significado – o autor deve ponderar . a palavra é o símbolo que representa a ideia. No entanto.4 Anexos ELEMENTO OPCIONAL Corresponde a um documento não elaborado pelo aluno.

O aluno não poderá usar a primeira pessoa do plural para indicar impessoalidade. em ordem direta e sem grandes inserções. "neste meu estudo". Evitam-se referências pessoais como "nosso relatório". Ao iniciar a escrever um trabalho. . é melhor estar atento ao uso dos termos para evitar ambiguidades ou imprecisões. pontuação. •Usa-se a 3ª pessoa do singular ou do plural. com rigor e precisão. "nosso trabalho". Enfoca-se a matéria e particularizam-se os pontos necessários sem utilizar um estilo prolixo. Assim. •Redige-se com simplicidade. Todos os termos que denotarem subjetividade podem comprometer o valor do trabalho. Deve haver obediência às regras gramaticais. deve-se buscar dois companheiros fieis: um dicionário geral e uma gramática da língua. como apostos ou comentários. Vocabulário técnico – Se não forem utilizados os termos técnicos adequados. na redação de um trabalho científico: • As ideias devem ser expostas com clareza e objetividade. •Evita-se escrever períodos muito longos. a fim de não prejudicar a compreensão do leitor. "acredito que".800 criteriosamente os termos que emprega. "penso que". Evitam-se expressões como "parece-me". Por exemplo. em voz passiva sintética (“fezse”. •Usa-se vocabulário técnico. porque indicam subjetividade. Cada ramo da ciência possui um vocabulário específico e por isso é necessário um contato assíduo com obras científicas e dicionários especializados. pois estes exigem precisão. São preferíveis as frases curtas. o autor estará colaborando para o empobrecimento dos conhecimentos científicos. Como orientação básica. a qual se baseia na observação dos fatos. “obtiveram-se”). cuidado com a ortografia. "neste nosso estudo". sem resvalar para o supérfluo ou exagerar no excessivamente coloquial. •Utiliza-se linguagem direta. Os principais componentes a se observar no estilo são: Objetividade e clareza – A linguagem que veicula conhecimentos científicos tem de ser objetiva por estar ligada à própria natureza da ciência. retórico e confuso. O bom senso permitirá o equilíbrio entre a linguagem técnica e a comum. porque esses aspectos gramaticais podem modificar facilmente o sentido da mensagem. concordância. Muitas palavras têm seu sentido consideravelmente alterado ao serem apropriadas por um ramo específico da ciência.

O encadeamento de períodos breves. em ordem alfabética. Tanto quanto possível. deve-se evitar a criação. na exposição de um raciocínio. facilita a leitura e a compreensão do conteúdo. de abreviaturas. por conta própria.810 Frase bem construída – Para transmitir conhecimentos. Palavras estrangeiras – As palavras ou expressões em idioma estrangeiro devem ser destacadas no texto com grifo. . As ideias devem ser expressas de maneira lenta e gradual. Uso de abreviaturas – Necessitando utilizar abreviaturas. Se for utilizado um pequeno número de abreviaturas. a frase deve ser simples e não muito longa. itálico. aconselha-se o uso de um bom dicionário geral ou de termos técnicos. faz-se uma lista delas. envolvendo todas as suas implicações. e insere-se no final. mas se o número for considerável. ou então se cria um anexo com lista de símbolos e siglas. estas poderão ser identificadas no corpo do texto.

NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. empowerment. 2. BARROS. 2000. ______. ______. ed. bechmarking. 2003. 2005.820 REFERÊNCIAS ANDRADE. 2002. Irineu G. ed. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Programação e Controle de Produção. São Paulo: Makron Books. São Paulo. Maunro. ed. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2006. Rio de Janeiro. ______. LEHFELD. NBR 6027: sumário. Eliezer Arantes. 2007. Rio de Janeiro. sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional: arquitetura. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. NBR 6028: resumos. Aidil Jesus da Silveira. Maria Margarida de. CORRÊA. 7. São Paulo: Atlas. NBR 1587: Projeto de pesquisa. Rio de Janeiro. 2005. Rio de Janeiro. Gestão Estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. GIANESI. CAON. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Luis César G. Rio de Janeiro. 2000. ______. Neide Aparecida de Souza. de. 2003. ARAÚJO. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003. reengenharia. São Paulo: Saraiva. 2002. 2. . ed.. Organização. COSTA.N. Henrique L. ______.. gestão pela qualidade total. 2001. São Paulo: Atlas. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. Planejamento. ______. Fundamentos de Metodologia Científica: Um guia para iniciação científica. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Atlas. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro.

830 CURTY. 2004. e Relatórios de Pesquisa em ISHIKAWA. Redesenho e Informatização de Processos Administrativos. Eva Maria. Controle de Qualidade Total: à maneira japonesa. Antônio Raimundo dos. ed.. ed. rev. 6. 2007. Odília. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas. 2001. Organização. ed. 1993. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A. MARCONI. Roberto Jarry et al. São Paulo: Atlas. 2002. 6. Porto Alegre: s. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas. ed. Belo Horizonte: UFMG. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. RICHARDSON. 3. Júnia Lessa. Gestão de Projetos: uma abordagem global. ed.n. Sistemas e Método: OSM Análise. GONÇALVES. Pedro Augusto. ROESCH. ed. Projetos Administração. 2002. São Paulo: Atlas. Apresentação de trabalhos científicos: guia para alunos de curso de especialização. . 2006. trabalho de conclusão. dissertação e estudo de caso. Luiz Carlos M. FACHIN. Marlene Gonçalves. 2005. Rio de Janeiro: Campus. 2004. LAKATOS. Fundamentos de Metodologia. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: elaboração e formatação. 2000. 6. São Paulo: Atlas. Maringá: Dental Press. São Paulo: Atlas. 14. FRANÇA. 1999. São Paulo: Saraiva. e aum. Kaoru. Técnicas de Pesquisa. D’ASCENÇÃO. São Paulo: Saraiva. Carlos Alberto. CRUZ. Marina de Andrade. Sylvia Maria Azevedo. Ana Maria da Costa. 3. FURASTÉ. Ralph. 4. ed. SANTOS. ______. KEELING. 2000. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: um guia para estágio. 2006.

VERGARA. Projetos e Administração. ed. Inc. Relatórios de Pesquisa em WALLACE. 22. 2. Daniel Grassi. 2005. Thomas F. 2001.1990. trad. 2006. 6. estratégias e métodos. Robert K. Metodologia do trabalho científico. Estudo de caso: planejamento e métodos. . SILVA. São Paulo: Cortez. Porto Alegre: Bookman. 2. São Paulo: Saraiva. Antônio Joaquim. ed. MRP II: Making It Happen. YIN.840 SEVERINO. Anielson Barbosa da.. USA: John Wiley & Sons. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas.. Sylvia Constant. 2002. ed. São Paulo: Atlas. ed.

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