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Cap´ıtulo 2 Cinem´atica

Exerc´ıcio 2.1: O gr´afico da figura 2.1 representa a velocidade escalar de um ponto material, que se desloca em linha recta, em fun¸c˜ao do tempo.

v (m/s) 10 5 1 2 3 4 5 6 7 -5
v (m/s)
10
5
1
2
3
4
5
6
7
-5

t(s)

Figura 2.1: Exerc´ıcio 2.1.

a) Indicar em qual dos trˆes intervalos de tempo, 2 a 3 s, 4 a 5 s e 6 a 7 s:

´

i. m´aximo o m´odulo da velocidade m´edia.

E

´

ii. m´ınimo o espa¸co percorrido.

E

b) Determinar a acelera¸c˜ao do ponto material no instante t = 3 s.

c) Durante o intervalo de tempo de 2 a 5 s indicar:

i. O espa¸co percorrido pelo ponto material.

ii. O deslocamento do ponto material.

d) Em que instante esteve o ponto material a maior distˆancia do ponto de partida?

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e) Construir o gr´afico a(t) para o movimento deste ponto material no intervalo de 0 a 7 s, admitindo que entre os instantes t = 6 s e t = 7 s a acelera¸c˜ao varia linearmente com o tempo.

Exerc´ıcio 2.2: Dois estudantes realizam a seguinte experiˆencia num laborat´orio de F´ısica: do n´ıvel do ch˜ao de uma varanda, um dos estudantes deixa cair um ob- jecto. Num piso abaixo o seu colega verifica, com um dispositivo autom´atico para medir o tempo, que esse objecto demora 0.15 s a percorrer o espa¸co compreendido entre a parte superior e a parte inferior da porta de uma varanda, cuja altura ´e de 2 m. Assumindo que o objecto partiu sem velocidade inicial, calcular a distˆancia entre os dois pisos.

Exerc´ıcio 2.3: Lan¸ca-se uma bola verticalmente, para cima, com uma velocidade inicial de 20 m/s.

a) Quanto tempo permanece a bola no ar?

b) Qual ´e a altura m´axima que a bola atinge?

c) Em que instante(s) est´a a bola a 15 m do solo?

Exerc´ıcio 2.4: Um corpo com movimento rectil´ıneo tem uma velocidade inicial de 5 m/s e uma acelera¸c˜ao de 2 m/s 2 . Que distˆancia deve o corpo percorrer para que a sua velocidade m´edia atinja o valor de 15 m/s?

Exerc´ıcio 2.5: Um m´ovel desloca-se em linha recta com velocidade inicial v o e acelera¸c˜ao constante a. Quando atinge a velocidade 5v o , a acelera¸c˜ao muda de sinal ficando a sua grandeza inalter´avel.

a) Qual a velocidade do m´ovel no instante em que volta a passar pelo ponto de partida?

b) Qual o espa¸co percorrido, at´e voltar a passar pelo ponto de partida?

Exerc´ıcio 2.6: Duas part´ıculas partem do repouso, sobre uma mesma recta, movendo-se em sentidos opostos, animadas de acelera¸c˜oes com m´odulos iguais e constantes, encontrando-se ao fim de 10 s. Qual o incremento a dar `a acelera¸c˜ao de uma delas para que se encontrem ao fim de 5 segundos?

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Exerc´ıcio 2.7: Uma part´ıcula move-se no plano XOY segundo a lei:

r = 3t 2 ˆı (8t + 1) ˆ

Determine:

a) O vector deslocamento, entre os instantes 1 s e 3 s.

b) O vector velocidade m´edia, entre os mesmos instantes.

c) O vector velocidade.

d) A equa¸c˜ao da traject´oria.

e) Os m´odulos das componentes tangencial e normal da acelera¸c˜ao.

Exerc´ıcio 2.8: O vector posicional de uma part´ıcula no instante t ´e:

Determinar:

r = tˆı + 2 ˆ+ t 2 k

t

ˆ

(S.I.)

a) A velocidade em cada instante t.

b) O m´odulo da velocidade em qualquer instante t.

c) A velocidade no instante t = 0 s.

d) A velocidade ao fim de 10 s de movimento.

e) A acelera¸c˜ao e o m´odulo da acelera¸c˜ao num instante t.

f) Os m´odulos das componentes normal e tangencial da acelera¸c˜ao num in- stante t.

g) O raio de curvatura no instante t = 0 s.

Exerc´ıcio 2.9: Uma part´ıcula descreve uma traject´oria circular em torno da origem dos eixos. A sua posi¸c˜ao ´e dada em cada instante pela express˜ao:

r = 3 sin(2tı + 3 cos(2t

em que r est´a expresso em metros e o argumento das fun¸c˜oes seno e co-seno em radianos.

a) Calcular v(t), a(t), v(t) e a(t).

b) Calcular os m´odulos das componentes tangencial e normal da acelera¸c˜ao.

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c) Calcular a express˜ao para s(t) assumindo s(0) = 0 m.

d) Calcular r, v e a nos instantes t = 0 s e t = 2 s. Qual o espa¸co percorrido entre estes dois instantes?

e) Desenhar uma circunferˆencia centrada nos eixos cartesianos e representar as quantidades calculadas na al´ınea anterior.

f) Calcular o ˆangulo θ descrito pelo vector r entre os dois instantes referidos e a partir da´ı calcular a velocidade angular ω.

Exerc´ıcio 2.10: Uma part´ıcula descreve uma traject´oria circular segundo a lei s(t) = t 2 +4t +3 (S.I.) e parte no instante t = 0 s de A deslocando-se no sentido anti-hor´ario (ver figura 2.2). O raio da traject´oria ´e tal que o sentido do movimento se inverte `a primeira passagem por B. Determinar:

a) O raio da traject´oria.

b) A acelera¸c˜ao do movimento na primeira vez que a part´ıcula passa por B.

c) Os instantes em que a part´ıcula passa pelo ponto A.

d) A acelera¸c˜ao do movimento nas sucessivas passagens em A.

B O
B
O

A

Figura 2.2: Exerc´ıcio 2.10.

Exerc´ıcio 2.11: Uma part´ıcula descreve um movimento cuja traject´oria ´e cir- cular, de raio 6 m, e centrada no ponto A(3; 5;2) m. O vector w tem a forma w = w x ˆı, com w x constante > 0. No instante t = 0 s a part´ıcula encontra-se no

ponto B(3;5 + 3 2;2 + 3 2) m e executa 150 voltas em 30 s.

a) Calcular o per´ıodo do movimento.

b) Obter o vector posicional, r(t), que caracteriza o movimento.

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c) Determinar em que instantes a part´ıcula se encontra no plano XOZ, e no plano XOY.

d) Obter os vectores velocidade, v(t), e acelera¸c˜ao, a(t).

e) Escrever a express˜ao s(t), considerando a origem dos arcos no ponto B, e calcular o espa¸co percorrido pela part´ıcula at´e ao instante t = 0.15 s.

f) Calcular o ˆangulo formado entre r(t = 0 s) e r(t = 0.15 s).

g) Determinar o ˆangulo que formariam entre si os vectores posicionais r (t = 0 s) e r (t = 0.15 s), se tivessemos considerado um sistema de coor- denadas com a origem coincidente com o centro de curvatura da traject´oria.

Exerc´ıcio 2.12: Um m´ovel, A, parte do ponto P 1 da figura 2.3, deslocando-se no sentido hor´ario com uma velocidade de m´odulo igual a 6 m/s, que se mant´em constante durante o movimento. Decorrido 1 segundo ap´os o in´ıcio do movimento de A, outro m´ovel B, inicialmente em repouso, parte do ponto O, sendo a com- ponente tangencial da sua acelera¸c˜ao contante e igual a 2 m/s 2 . O valor de R indicado na figura ´e 2/π metros.

a) Determinar o ˆangulo formado entre os vectores velocidade e acelera¸c˜ao para os m´oveis A e B, quando estes fazem a sua passagem pelo ponto P 2 .

b) Calcular a distˆancia (marcada sobre a traject´oria) entre A e B quando os m´odulos das suas velocidades s˜ao iguais.

c) Calcular a rela¸c˜ao entre as velocidades angulares do m´ovel A nos percursos P 1 P 3 e P 3 P 4 .

P 2 3R O R P 4 P 1 P 0 P 3 2R 4R
P 2
3R
O R
P 4
P 1
P 0
P 3
2R
4R

Figura 2.3: Exerc´ıcio 2.12.

Exerc´ıcio 2.13: Um ponto material desloca-se sobre a traject´oria [ABCD] in-

dicada na figura 2.4 no sentido de A para D. O movimento ´e uniforme em AB,

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uniformemente acelerado em

BC e uniformemente retardado em CD. Sabendo

que o ponto material demora 2 s a percorrer BP 1 , que a velocidade angular m´edia

em P 1 P 2 ´e π/6 rad/s e que o ponto material chega a D com velocidade nula:

a) Calcule a acelera¸c˜ao tangencial do ponto material em

BC e a acelera¸c˜ao em

CD.

b) Qual o ˆangulo que a velocidade faz com a acelera¸c˜ao no ponto P 2 ?

c) Quais os instantes em que o ponto material tem velocidade escalar in- stanˆanea igual `a velocidade escalar m´edia no percurso [ABCD]?

180 R= m π P 1 P 2 30 º 30 º B C D
180
R=
m
π
P 1
P 2
30
º
30
º
B
C
D
A 100 m
100 m

Figura 2.4: Exerc´ıcio 2.13.

Exerc´ıcio 2.14: Para determinar a velocidade de lan¸camento de uma arma, um estudante realizou a seguinte experiˆencia: deitou-se numa rampa e disparou a arma perpendicularmente `a rampa, como mostra a figura 2.5. Verificou que o proj´ectil tocou a rampa num ponto P `a distˆancia de 40 m do ponto de lan¸camento. Que valor calculou para a velocidade de lan¸camento da sua arma?

v o P 30 º
v
o
P
30
º

Figura 2.5: Exerc´ıcio 2.14.

Exerc´ıcio 2.15: Um lan¸ca proj´ecteis est´a regulado para um ˆangulo de tiro de 45 e imprime uma velocidade inicial de m´odulo 6 m/s. Colocando esse lan¸ca proj´ecteis sobre um solo horizontal, calcule:

a) a altura m´axima que poder´a ter um muro, e a que distˆancia dever´a estar do ponto de lan¸camento, para que os proj´ecteis passem por cima dele;

b) a que distˆancia do ponto de lan¸camento v˜ao cair os proj´ecteis.

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Exerc´ıcio 2.16: Um motociclista acrobata pretende saltar um desfiladeiro de 10 metros de largura, indo de A para B (consultar a figura 2.6). As duas margens do desfiladeiro tˆem um desn´ıvel de 3 metros. A margem mais baixa tem uma inclina¸c˜ao de 30 . Sabendo que a velocidade m´axima conseguida pela moto na subida ´e de 60 km/h, valer´a a pena tentar o salto?

B

3 m
3 m

3 m

3 m

A

30 º
30
º
de 60 km/h, valer´a a pena tentar o salto? B 3 m A 30 º 10
de 60 km/h, valer´a a pena tentar o salto? B 3 m A 30 º 10

10 m

Figura 2.6: Exerc´ıcio 2.16.

Exerc´ıcio 2.17: Uma bola, que se movia horizontalmente com uma velocidade de 1.5 m/s, cai por uma escada abaixo. Os degraus da escada tˆem 20 cm de altura e 20 cm de largura. Qual ´e o primeiro degrau em que a bola bate?

Exerc´ıcio 2.18: Um indiv´ıduo vai num autom´ovel a 56.7 km/h e deixa cair uma garrafa vazia de um metro de altura.

a) Desprezando a velocidade e a resistˆencia do ar, a que distˆancia (segundo a horizontal) cair´a a garrafa do ponto onde foi largada?

b) No instante em que toca o solo, a que distˆancia (segundo a horizontal) se encontra a garrafa da m˜ao do indiv´ıduo?

Exerc´ıcio 2.19: Dois avi˜oes em vˆoo horizontal aproximam-se de um porta- -avi˜oes parado. Um dos avi˜oes voa a uma altura 4 vezes superior `a do outro, com velocidade de m´odulo v. Quando passam na mesma vertical cada um deixa cair uma bomba. Qual a velocidade do avi˜ao que voa a menor altura para que as duas bombas atinjam o porta-avi˜oes no mesmo ponto?

Exerc´ıcio 2.20: Um comboio desloca-se com velocidade 20ˆı (m/s). O pas- sageiro A move-se, em rela¸c˜ao ao comboio, com velocidade ˆı + 2ˆ(m/s) e o pas-

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sageiro B desloca-se, em rela¸c˜ao a um objecto fixo do exterior, com velocidade 21ˆı (m/s).

a) Calcular a velocidade do passageiro A em rela¸c˜ao ao exterior.

b) Calcular a velocidade do passageiro B em rela¸c˜ao ao passageiro A.

Exerc´ıcio 2.21: Um nadador pretende atravessar um rio com 0.25 km de largura. A ´agua tem uma velocidade de 0.5 km/h e o nadador ´e capaz de nadar a uma velocidade de 1 km/h.

a) Indicar, justificando, qual a escolha mais vantajosa (menor tempo de per- curso).

i. Tomar um rumo perpendicular `a corrente (nadar com o corpo perpen- dicular `a margem).

ii. Tomar um rumo contra a corrente, de tal modo que chegue `a outra margem no ponto directamente oposto.

b) Qual a direc¸c˜ao do movimento do nadador em rela¸c˜ao `a corrente para que atinja o ponto do rio exactamente oposto?

Exerc´ıcio 2.22: O piloto de um avi˜ao deseja alcan¸car um ponto a 200 km a Este do lugar onde se encontra. Sopra vento de Noroeste com velocidade de m´odulo

30

km/h. Calcular a velocidade do avi˜ao em rela¸c˜ao ao ar, se o avi˜ao demorar

40

minutos a chegar ao seu destino, com velocidade constante.

`

As 12 horas o barco A est´a a 10 km a Este e a 20 km a Norte de

um certo ponto, navegando a 40 km/h numa direc¸c˜ao 30 Este da linha Sul-Norte.

No mesmo instante o barco B est´a a 50 km a Este e a 40 km a Norte do mesmo ponto e navega a 20 km/h na direc¸c˜ao 30 Oeste da linha Sul-Norte.

Exerc´ıcio 2.23:

a) Determinar a velocidade do barco B relativamente ao barco A.

b) Se os barcos continuarem em movimento, com as velocidades acima men- cionadas, quando se encontrar˜ao `a menor distˆancia um do outro e qual ´e essa distˆancia?

Exerc´ıcio 2.24: Um elevador sobe um pr´edio com velocidade constante de m´odulo 4.9 m/s. Em dado instante a lˆampada do tecto desprende-se e vai es- tilha¸car-se contra o ch˜ao do elevador, que tem 4.9 m de altura.

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a) Calcular o tempo de queda da lˆampada do ponto de vista de um observador viajando no elevador.

b) Analisar como um observador solid´ario com o edif´ıcio veria o acontecimento.

c) Verifique para este caso a validade das transforma¸c˜oes de Galileu.

Exerc´ıcio 2.25: Dois carros viajam, um atr´as do outro, numa estrada recta, ambos a 60 km/h e a 25 m de distˆancia um do outro. O condutor do carro de tr´as decide ultrapassar o outro e f´a-lo com acelera¸c˜ao de m´odulo 20 × 10 3 km/h 2 at´e atingir a velocidade de 90 km/h; continua ent˜ao com esta velocidade at´e se encontrar a 25 m `a frente do outro carro.

a) Que distˆancia percorre, ao longo da estrada, o carro que faz a ultrapassagem, desde o in´ıcio at´e ao fim desta opera¸c˜ao?

b) Se no sentido oposto se deslocasse um carro a 80 km/h, qual seria, no in´ıcio da manobra de ultrapassagem, a m´ınima distˆancia poss´ıvel entre o terceiro carro e o carro que pretende ultrapassar para n˜ao haver colis˜ao?

Exerc´ıcio 2.26: Do cimo de uma torre lan¸ca-se uma pedra A verticalmente e para cima, com velocidade de m´odulo 14.7 m/s. Dois segundos depois, deixa-se cair, do mesmo ponto, uma pedra B. (Desprezar a resistˆencia do ar, e considerar

g = 9.8 m/s 2 ).

a) Calcular a acelera¸c˜ao de A em rela¸c˜ao a B.

b) Determinar a velocidade escalar de B relativamente a A em fun¸c˜ao do tempo (v BA (t)) e represent´a-la graficamente. Com base nessa fun¸c˜ao caracterizar o movimento que a pedra B descreve em rela¸c˜ao a A, a partir do instante t = 0 s.

c) Calcular a distˆancia entre A e B, em fun¸c˜ao do tempo, a partir do instante t = 2 s. Determinar o instante em que uma pedra ultrapassa a outra.

Exerc´ıcio 2.27: Um observador encontra-se sobre uma vagonete que se move com movimento rectil´ıneo uniforme, num plano horizontal, com uma velocidade cujo m´odulo ´e de 2 m/s (ver figura 2.7). Uma pedra ´e lan¸cada de um ponto, que no sistema S solid´ario com a vagonete, tem as coordenadas (0; 0). A velocidade inicial da pedra, no sistema S , tem a direc¸c˜ao do eixo Y e o seu m´odulo ´e de 14.7 m/s. Relativamente ao sistema S, o lan¸camento ´e feito do ponto (3;0) m.

a) Calcular a velocidade inicial da pedra em rela¸c˜ao ao sistema fixo S.

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b) Como descreve o movimento da pedra, um observador do sistema fixo S?

c) Como descreve o movimento da pedra o observador que se encontra sobre a vagonete?

d) Calcular a velocidade da pedra relativamente a S , no instante em que volta a atingir o ch˜ao da vagonete.

e) Determinar a distˆancia da pedra ao ponto O no instante em que a sua velocidade relativamente a S ´e nula.

 

Y

Y
 

Y'

Y'
 

O

O'

 

X'

X
X
 
 
 

Figura 2.7: Exerc´ıcio 2.27.

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2.1 Solu¸c˜oes da cinem´atica

Solu¸c˜ao 2.1:

a) i. |v m´edia | m´axima ,t [2 s;3 s].

ii. |e| m´ınimo ,t [6 s;7 s].

b) a(3) = 5 m/s 2 .

c) ∆e = |x(4) x(2)| + |x(5) x(4)| = 12.5 m.

i.

ii.

x = x(5) x(2) = 7.5 m.

d) t = 4 s.


e)

t

[0 s;1 s]:

a =10 m/s 2

t

[1 s;2 s]:

a =0 m/s 2

t

[2 s;5 s]:

a = 5 m/s 2

t

[5 s;6 s]:

a =0 m/s 2

t

[6

s;7

s]:

a = 10t + 70 (m/s 2 )

Solu¸c˜ao 2.2:

A distˆancia entre os dois pisos ´e igual a 10.1 m.

Solu¸c˜ao 2.3:

a) ∆t = 4.1 s.

b) h m´axima = y m´aximo = 20.4 m.

c) t = 0.99 s t = 3.09 s.

Solu¸c˜ao 2.4:

Deve percorrer 150 m.

Solu¸c˜ao 2.5:

a) v = 7v o .

 
 

2

b) ∆e = 49v

o

 

.

a

Solu¸c˜ao 2.6:

a = 6a.

Solu¸c˜ao 2.7:

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a) ∆ r = r(3) r(1) = 24ˆı 16ˆ(m).

b) v

m´edia = t r

= 12ˆı (m/s).

c) v = 6tˆı (m/s).

d)

64x = 3 + 3y 2 + 6y.

|a n | =

48

+64 (m/s 2 )

e) 36t

|a t | =

36t 2

36t 2 +64 (m/s 2 )

Solu¸c˜ao 2.8:

1

ˆ

a) v(t) = ˆı + 2 ˆ+ 2t k (m/s).

b) | v(t) | = 4 + 4t 2 m/s.

5

1

c) v(0) = ˆı + 2 ˆ (m/s).

1

ˆ

d) v(10) = ˆı + 2 ˆ+ 20 k (m/s).

ˆ

e) a(t) = 2 k (m/s 2 ); | a(t)| = 2 m/s 2 .

4t f) |a t | = +4t 2 (m/s 2 ) 5 4 √ 5
4t
f)
|a t | =
+4t 2 (m/s 2 )
5
4
5
|a n | =
+4t 2 (m/s 2 )
5
4
g) ρ(0) = 62.5 cm.

Solu¸c˜ao 2.9:

v(t) =6 cos (2tı 6sin (2t) ˆ

(m/s)

a) a(t)= 12sin (2tı 12cos (2t) ˆ (m/s 2 )

v(t)=6

a(t)= 12

m/s

m/s 2

|a t | =0

m/s

2

b) |a n | =12 m/s 2

c) s(t) = 6t (m).

(m)

d) r(2) = 2.27ˆı 1.96ˆ(m)

r(0) =3ˆ

v(0)= 6ˆı

v(2)= 3.92ˆı + 4.54ˆ(m/s)

(m/s)

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a(0) = 12ˆ

(m/s 2 )

a(2) =+9.08ˆı + 7.84ˆ(m/s 2 )

s = s(2) s(0) = 12 m.

e) Gr´afico.

f) θ = 4 rad; ω = 2 rad/s.

Solu¸c˜ao 2.10:

8

a) R = π m.

b) a = 2 t (m/s 2 ).

ˆ

c)

t=0 s

t=2 + 4 + 16n s, com n ∈ N 0

d) a = 2 t + π (4 + 16n) nˆ (m/s 2 ).

ˆ

2

Solu¸c˜ao 2.11:

a) T = 0.2 s.

b) r = 3ˆı + 5 + 6cos 10πt + π ˆ+ 2 + 6 sin 10πt + π

4

4

c)

XOZ:

XOY :

t 1 =

2+2.94 ;

10π

t 1 = 2+5.16 ;

10π

t 2 = 2+1.77

10π

t 2 = 2+2.70

10π

, com n ∈ N 0

ˆ

k (m).

v = 60π sin 10πt + π ˆ+ cos 10πt + π
d)

4

4

a = 600π 2 cos 10πt + π ˆ+ sin 10πt + π

4

4

ˆ

k (m/s).

ˆ

k (m/s 2 ).

e) s(t)= 60πt m ∆s = s(0.15) s(0) = 28.3 m

f) θ = 45.6 .

g)

α = 3 π rad.

2

Solu¸c˜ao 2.12:


a)

θ A = π θ B =83.9

2

b) ∆s = 21 m.

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c)

13

ω

ω 34 = 4

3 .

Solu¸c˜ao 2.13:


a)

a t = 5 m/s 2

BC

:

CD

:

a = 9.5 m/s 2

b) θ = 79.8 .

c) 11.6 s e 19.4 s ap´os o in´ıcio do movimento no ponto A.

Solu¸c˜ao 2.14: | v o | = 17.2 m/s.

Solu¸c˜ao 2.15:

a) h m´axima =0.92 m

=1.84 m

b) d = 3.68 m.

d

Solu¸c˜ao 2.16: Vale a pena tentar o salto porque ∆y = 3.4 m > 3 m quando ∆x = 10 m.

Solu¸c˜ao 2.17:

A bola bate no 3 degrau.

Solu¸c˜ao 2.18:

a) ∆x = 7.1 m.

b) ∆x = 0 m porque, ao desprezar a resistˆencia ao ar, a velocidade do au- tom´ovel e a da componente horizontal da velocidade da garrafa s˜ao iguais (a 56.7 km/h).

Solu¸c˜ao 2.19:

m´odulo 2v.

O avi˜ao que voa mais baixo necessita de ter uma velocidade de

Solu¸c˜ao 2.20:

a) v A (t) = 19ˆı + 2ˆ(m/s).

b) v AB (t) = ı (m/s).

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Solu¸c˜ao 2.21:

a) Tomar um rumo perpendicular `a corrente.

2

b) θ = 3 π.

Solu¸c˜ao 2.22: v(t) av =279. 6 km/h.

θ

=4.35 , a Norte da direc¸c˜ao OE.

Solu¸c˜ao 2.23:

a) v B v A = 30ˆı 10 (km/h).


b)

t = 13.3 h.

d m´ınima = 2.68 km.

Solu¸c˜ao 2.24:

a) t = 1 s.

b) An´alise.

c) Verifica¸c˜ao.

Solu¸c˜ao 2.25:

a) d = 195 m.

b) d m´ınima = 388.3 m.

Solu¸c˜ao 2.26:

a) 0 < t < 2 s

t 2 s

b) 0 < t < 2 s

t 2 s

c) t o = 4 s.

Solu¸c˜ao 2.27:

a AB a AB = 0

v BA = (14.7 + 9.8t) ˆ (m/s)

v BA = 4.(m/s)

9.(m/s 2 )

=

a) v ps (t) = 2ˆı + 14.(m/s)

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b) Movimento de um proj´ectil, com componente vertical e horizontal.

c) Movimento de um proj´ectil vertical.

d) v ps = 14. (m/s)

e) d = 11 m.

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