Trabalho de Filosofia

Thales Francisco Costa Lima. Bruno Silva Santana. Alisson da Silva. Ronny Silva Santos. Matheus Dos Santos. Alisson Costa Moreira. Vinicius Santos Silva. Edilson Rodrigues Da Silva.Trabalho De Filosofia Nomes: Rômulo Kaike Sisnando Maciel. Série: 1ºC Professora: Eliane Nunes Data: 30 De Março De 2012 .

Introdução Este trabalho irá falar um pouco sobre o que é a filosofia. enquanto o sujeito do conhecimento. é assumir a finitude do conhecedor frente ao objeto inexcedível do conhecimento. do contrário. em um sentido filosófico. saber. Por ser o conhecimento em exercício. nada. é saber que não se sabe. pois. nenhuma área do saber seria necessária. de modo que. . seus períodos e seus filósofos de inicio o que podemos dizer sobre a filosofia é que a filosofia se diz de diversos modos. a Filosofia é o exercício do conhecimento em sua inesgotabilidade: o objeto do conhecimento é sempre infinito. finito. Assim. definitivamente. mas nenhum modo diz o que é a Filosofia. uma vez alcançado o conhecimento. saber propriamente.

Sumario 1-------------------------------------------Introdução 2 a 11------------------------------------Desenvolvimento 12-----------------------------------------Conclusão .

a matéria ou o Problema que essa mesma ciência estuda. Há mesmo quem defenda que a definição da filosofia constitui o primeiro grande problema para a própria filosofia. tudo o que era considerado conhecimento científico era considerado como filosofia. Inicialmente. se por outro lado a filosofia é o todo. todos os problemas acabarão por ser explicados do ponto de vista científico. isto é. encontrar uma definição para a filosofia. e tal como qualquer outra ciência ou disciplina do conhecimento. com o nascimento da ciência moderna. cada ciência vai-se autonomeando e definindo o seu próprio objeto e método. Este fato está intimamente relacionado com o objeto da própria filosofia. o que resta para a filosofia? Continuará a procurar abarcar o todo. começou a existir uma separação entre a ciência e a filosofia. contudo. nem mesmo para os próprios filósofos. que não exista uma resposta para a questão "o que é a filosofia?". Relacionado com o objeto científico está o método de estudo utilizado. Qual é então o objeto da filosofia? Historicamente. . Objeto da Filosofia O objeto de uma ciência representa o domínio da realidade. Tal não significa. com a realidade que a filosofia procura apreender e que se pode dizer infinitamente variada. A questão que se coloca então é a de que se cada ciência vai abarcando uma parcela do "bolo". Neste movimento de separação. e este nunca poderão ser dados. o objeto da filosofia estará condenado a ser continuamente procurado. a forma mais fácil de definir a filosofia será então procurar identificar o seu objeto. O problema é que existem muitas respostas e nenhuma delas é unânime: qualquer tentativa de definição enfatiza determinados pontos e desvalorizam outros considerados importantes por outros filósofos. Apenas a partir do século XVII.Conceito de Filosofia Não é fácil. pois à medida que a ciência avança. esta questão nem sempre foi colocada ou teve razão de existir. a filosofia será meramente temporária. ou centrar-se apenas nos "restos" que as restantes ciências não conseguem estudar? Se o objeto da filosofia são apenas os "restos". Assim. o qual é definido em função do próprio objeto.

Face às dificuldades de identificação do objeto da filosofia.o Homem como fundamento e suporte de tudo o que existe. Questões de axiologia. a filosofia estuda a possibilidade do próprio conhecimento. Questões lógicas: problemas do pensar. Questões epistemológicas. estética. Questões de filosofia da linguagem: problemas da linguagem .Alguns filósofos atribuem uma posição intermédia à filosofia: não é ciência. não é religião e não é puro senso comum .ao contrário das outras ciências que estudam o que é a filosofia estuda o que deve ser.: problemas dos valores e da ação humana . de teoria e filosofia da ciência: problemas do conhecimento científico e da ciência .a filosofia estuda a linguagem das outras ciências na perspectiva da sua estrutura. é analisar o que é feito pelos filósofos ao longo da história e que pode ser sintetizado como uma atividade de reflexão sobre: Questões metafísicas: problemas do ser e da realidade . os seus pressupostos e os limites do conhecimento possível. uma das formas possíveis de compreendê-lo. filosofia política. .situa-se algures entre a ciência (racional e definido) e a teologia (baseada na fé e no dogma). Questões gnosiológicas ou teoria do conhecimento: problemas do conhecimento em geral. ética.enquanto as outras ciências conhecem. etc.

Apesar disso. constituir família. Acreditamos habitar um mundo constituído de diferentes objetos.como Tales. a observação e a experimentação).em que se estudavam o "ser enquanto ser" e os princípios gerais do raciocínio – até pesquisas sobre fenômenos mais específicos – como a queda dos corpos e a classificação dos seres vivos.Filosofia Filosofia é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência.empenhou-se em responder. a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais. talvez. os problemas filosóficos são agrupados em subáreas temáticas: entre elas as mais tradicionais são a Metafísica. pois tudo nos leva a crer que essa é uma das condições para a nossa felicidade. a estética e a filosofia política. Acreditamos que as pessoas ao redor são em tudo semelhantes a nós. Especialmente a partir do século XVII. a filosofia compreendia praticamente todas as áreas de investigação teórica. Entre seus métodos. têm os mesmos sentimentos e sensações e as mesmas necessidades. Por razões de conveniência e especialização. uma sucessão de pensadores originais . à mente e à linguagem. vários ramos do conhecimento começam a se desvencilhar da filosofia e a se constituir em ciências independentes com técnicas e métodos próprios (priorizando. a epistemologia. as experiências de pensamento e outros métodos a priori. Acreditamos que esse mundo organiza-se num espaço tridimensional e que o tempo segue a sua marcha inexorável numa única direção. A filosofia ocidental surgiu na Grécia antiga no século VI a. A partir de então. Pitágoras. aos valores morais e estéticos. . a filosofia atual ainda pode ser vista como uma disciplina que trata de questões gerais e abstratas que sejam relevantes para a fundamentação das demais ciências particulares ou demais atividades culturais. sobretudo. questões acerca da realidade última das coisas. à verdade. racionalmente. Xenófanes. e encontrar alguém com quem compartilhar a vida e. Buscamos interagir com outras pessoas. A princípio. a ética. da existência e natureza de Deus (ou dos deuses). Ao abordar esses problemas. da objetividade dos valores morais. de diversos tamanhos e diversas cores. vêem as mesmas coisas. ao conhecimento. As atividades a que nos dedicamos cotidianamente pressupõem a aceitação de diversas crenças e valores de que nem sempre estamos cientes. Heráclito e Protágoras . a análise conceptual. Durante as Idades Antiga e Medieval. Muitas das questões levantadas por esses antigos pensadores são ainda temas importantes da filosofia contemporânea. estão a argumentação lógica. das origens e características do verdadeiro conhecimento.C. por outro lado. Em seu escopo figuravam desde disciplinas altamente abstratas . diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. a lógica. tais questões não poderiam ser convenientemente tratadas por métodos científicos.

Essas perguntas são tipicamente filosóficas e refletem algo que poderíamos chamar de atitude filosófica perante o mundo e perante nós mesmos. “O que é a felicidade? E como alcançá-la?”. Analogamente. a atitude filosófica não reconhece domínios fechados à investigação. façamos uma reflexão profunda sobre o significado desses valores e crenças fundamentais e sobre a sua consistência. . Poucos colocariam em questões máximas como “Matar é errado”. há um modo de interpelar a realidade e nossas crenças a seu respeito que diferenciariam essa investigação da religião. O sentimento religioso. além de certa atitude em relação à nossa experiência da realidade. não vê necessidade de questionar essas crenças e valores. as sincronias dos processos naturais. “A liberdade de expressão e de opinião é um valor indispensável”. embora a queda de objetos seja um fenômeno corriqueiro. ouço e toco?”. pagar as contas ou divertir-nos. em propagandas e noticiários. É a atitude de nos voltarmos para as nossas crenças mais fundamentais e esforçar-nos por compreendê-las. se é para sustentarmos certas crenças e valores. a proposta da filosofia é a de submetê-los ao exame crítico. que sejam sustentados de maneira crítica e refletidos. Enquanto estamos ocupados em trabalhar. será que o presente não é uma ficção?”. Esses exemplos sugerem que. Muitas delas parecem ser tão óbvias que ninguém em sã consciência tentaria sinceramente questioná-las. “O que é a liberdade?”. “Se o que aconteceu há um centésimo de segundo atrás já é passado. “O que é o espaço? E o que é o tempo?”. Em outras palavras. avaliá-las e justificá-las. por exemplo. Mas nada impede que. a proposta filosófica é a de que. Embora essa capacidade de admirar-se com a realidade possam estar na origem do pensamento filosófico. profundamente arraigados e extremamente influentes. “O que é o certo e o errado?”. Mas eles estão lá. Mas. racional e argumentativo. “O que há por trás daquilo que vejo. pode igualmente surgir dessa disposição: a aparente perfeição da natureza. na crença de que há certos valores que estão sendo transgredidos por puro sensacionalismo.Periodicamente reclamamos de abusos na televisão. Mesmo em relação a crenças e valores que consideramos absolutamente inegociáveis. de modo que a nossa adesão seja restabelecida em novo patamar. É nesse estado de espírito que formularemos perguntas como: “O que é a realidade em si mesma?”. a complexidade dos seres vivos podem causar profunda impressão no indivíduo e levá-lo a indagar se o responsável por tudo isso não seria uma Inteligência Superior. em determinado momento. nossas crenças e valores determinam nossas ações e atitudes sem que eles sequer nos passem pela cabeça. Uma paisagem que a todos parecesse comum e sem atrativos poderia atrair de modo singular o olho do artista e fazê-lo criar uma obra de arte que revelasse nuancem que escaparam ao olhar comum. “A democracia é melhor que a ditadura”. não saberíamos nada a respeito da gravidade. “Será que tudo o que acontece é sempre antecedido por causas?”. Em todos esses casos. da arte e da ciência. isso não significa que tal admiração provoque apenas e tão somente filosofia. se nenhum cientista tivesse considerado esse fenômeno surpreendente ou digno de nota.

como. Os artistas recorrem à percepção direta e à intuição. que se estabelece entre outras coisas sobre textos sagrados e sobre a tradição. “justiça” ou “falta moral”. Em resumo. Mas. Não há como resolver em laboratório questões como: “quando tem início o ser humano?”. a existência de Deus e a imortalidade da alma.Ao contrário da religião. cadeiras. uma vez que também essa privilegia uma abordagem metódica e racional dos fenômenos? A diferença é que os problemas tipicamente filosóficos não podem ser resolvidos por observação e experimentação. o que a diferenciaria das ciências. O mesmo vale para outras noções. Além de estabelecer marcos importante na vida social. Disso não decorre um conflito irreconciliável entre a filosofia e a religião. crenças que não estejam sujeitas ao exame crítico da filosofia. Não há experimentos e observações empíricas que possam decidir qual seria a noção de “direitos humanos” mais adequada do ponto de vista da razão. Há filósofos que argumentam em favor de teses caras às religiões.)?”. Não há. lógica e abstrata. “As entidades microscópicas postuladas pelas ciências têm o mesmo grau de realidade que os objetos da nossa experiência cotidiana (pessoas. os mitos gregos promoviam uma concepção de mundo de natureza religiosa que propiciava respostas às principais indagações existenciais que desde sempre inquietaram o espírito humano. Como já mencionado acima a filosofia não admite dogmas. mesas. Evolução Histórica Como em muitas outras sociedades antigas. animais. casamento. se essa insistência na razão diferencia a filosofia da religião e da arte. e essa defesa ou ataque não pode contar com observações e experimentos para a sua solução estão diante de um debate filosófico. tais como “liberdade”. “em que medida o Estado pode interferir na vida dos cidadãos?”. Mas a forma em que apresentam seus resultados é bastante diferente. as narrativas míticas desempenhavam uma função central na sociedade grega. Mas um argumento propriamente filosófico em favor da imortalidade da alma apresentará como garantias apenas as suas próprias razões: ele apelará somente ao assentimento racional. intercâmbios entre deuses e homens e feitos memoráveis de semideuses. . a filosofia recorre apenas à razão para estabelecer certas teses e refutar outras. jamais à fé ou à obediência. em princípio. os fenômenos naturais e os principais eventos da vida humana (nascimento. por exemplo. enquanto a filosofia tipicamente apresenta seus resultados de maneira argumentativa. etc. Os artistas assemelham-se aos filósofos em sua tentativa de desbanalizar a nossa experiência do mundo e alcançar assim uma compreensão mais profunda de nós mesmos e das coisas que nos cercam. doença e morte) eram entrelaçados às histórias tradicionais sobre conflitos entre deuses. “os animais podem ser sujeitos de direitos?”. Os eventos históricos. quando um tópico é defendido ou criticado com argumentos racionais.

o termo foi assumindo outro sentido e já à época de Platão e Aristóteles o mythos era empregado para caracterizar histórias fictícias ou absurdas que se afastariam do logos . mas o termo remetia também à noção de uma palavra proferida com autoridade.” Pode-se dizer que a filosofia surge como uma espécie de rompimento com a visão mítica do mundo. segundo ele. logo em seguida. “não precisamos perder tempo investigando seriamente as sutilezas dos criadores de mitos. a filosofia inaugurava o discurso argumentativo. Mas. ou a teogonia de Hesíodo eram mythos no sentido de serem anúncios revestidos de autoridade.Originalmente. permeadas de intervenções sobrenaturais. por exemplo. dignos de crédito e reverência. embora sejam inegáveis as diferenças. pois. Na Metafísica. considerava a filosofia como um empreendimento intelectual completamente distinto das elaborações mitológicas. . Além disso. as peculiaridades da tradição mítica grega favoreceram o surgimento da filosofia grega e os primeiros filósofos empenharam-se numa espécie dessacralização e despersonalização das narrativas tradicionais sobre o surgimento e organização do cosmos. ao contrário dos autores de mitos. Gradualmente. os filósofos gregos tentaram com afinco elaborar concepções de mundo que fossem isentas de contradições e imperfeições lógicas. do discurso racional. mais recentemente vários estudiosos têm apontado os pontos de continuidade e semelhança entre as primeiras elucubrações filosóficas dos gregos e as suas concepções mitológicas. Aristóteles.isto é. abstrato e universal. imagens e seres particulares. Aristóteles menciona Hesíodo e. Para esses autores. Enquanto os mitos se organizavam em narrações. descarta peremptoriamente suas opiniões. ao tratar do problema da incorruptibilidade. não é sem razão que muitos autores enfatizam o caráter de ruptura e divergências ao comparar o advento da filosofia com a tradição mítica da Grécia antiga. Desse modo. As histórias épicas de Homero. a palavra grega mythos significava simplesmente palavra ou fala.

Isto quer dizer que. ela vai perscrutar sobre o primeiro princípio de todas as coisas. foi herdado por quase todas as ciências que conhecemos hoje. Para os gregos. contemplar (Theorein) significa conhecer racionalmente sem se envolver com o objeto conhecido. que se propôs um objetivo arquimediano: olhar e conhecer a realidade a partir de um ponto-de-vista abstrato. buscando as causas dos fenômenos. a causa não causada. Para alcançar tal intento. Tal sentido está ainda muito presente nas ciências atuais. a Filosofia vai fundamentar suas explicações na Razão (Lógos). aliás. Os gregos chamam este princípio de Physis (a essência de tudo). Por isso. são chamados de Físicos. que. O objetivo da Filosofia Antiga é bastante pretensioso: conhecer e contemplar a verdade.Filosofia antiga A Filosofia Antiga vai perguntar sempre sobre o princípio de todas as coisas e seu objeto de estudos é a totalidade da realidade e do ser. Inicialmente os pensadores chamados pré-socráticos vão procurar a Physis na natureza. os filósofos devem fundar suas pesquisas e argumentos sobre o raciocínio lógico. Enquanto o mito e a religião buscam compreender o mundo através da crença e da narrativa. O método da Filosofia Antiga é a compreensão racional da totalidade do ser. que acreditam na possibilidade de um conhecimento realmente objetivo. Do verbo Theorein é que deriva a nossa palavra Teoria. Este é o seu método. fora do real. Esta é a marca fundamental da Filosofia Antiga que condicionou indelevelmente o Ocidente. diferentemente das explicações míticas ou religiosas. o porquê anterior a todas as causas. de onde apenas os deuses (e os demônios) podiam contemplar o mundo. neutro e imparcial da realidade. no mundo que existe antes mesmo dos seres humanos. . Esta crença é uma herança forte da Filosofia grega.

em parte. uma crítica especialmente forte quanto à Política.C até a Renascença no século XVII. o Ocidente Latino preservando e cultivando as obras de Aristóteles e Platão. É particularmente com o filosofo alemão Hegel que se afirma que a historia é o modo de ser da razão e da verdade. que sofreu tantas reviravoltas nesse período no Ocidente. A filosofia medieval é definida de. isto é. e o futuro será melhor e superior se comparado ao presente. essa concepção levou a idéia de progresso. Há.Filosofia Contemporânea Filosofia contemporânea (ou pós-moderna) é a Filosofia que se encontra no período histórico do final do século XIX até os dias de hoje. pela necessidade de tratar de problemas teológicos e integrar a sagrada doutrina do cristianismo com o conhecimento secular. de que os seres humanos. das ciências e das artes. de modo que o presente é melhor e superior. Caracteriza-se por uma visão crítica frente à moral. a religião e a ciência. e desenvolve importantes teorias no campo de Filosofia da Religião. também. as artes e as técnicas melhoraram com o passar do tempo. com. XIII e XIV.aperfeiçoando-se cada vez mais. Assim. Filosofia Medieval Filosofia medieval é a filosofia da Europa no período conhecido como Idade Média. as ciências. portanto. os filósofos pósmodernos procuram criticar as bases morais da sociedade ocidental. . a "Idade de Ouro" dos séculos XII. No século passado. Lógica e Metafísica. o modo de ser dos seres humanos e que. O Século XIX é. A história da filosofia medieval é tradicionalmente dividida em três períodos principais: o primeiro até o século XII. se comparado ao passado. que testemunha o ápice da descoberta da filosofia antiga. sendo este compreendido entre a queda do Império Romano no século V d. as sociedades. na filosofia o grande século da descoberta da historia ou da historicidade do homem. questionar o cristianismo e os abusos da Ciência. da sociedade.acumulam conhecimento e praticas. somos seres históricos.

XVII. Gradualmente. Na modernidade passou-se a delinear melhor os limites do estudo filosófico. especialmente a de Immanuel Kant. Os problemas discutidos durante a Filosofia Medieval tratam da relação entre fé e razão. Filosofia do século XIX.. e escolas de diferentes períodos. contudo. que viam nela um período intermediário entre a cultura clássica da Grécia e de Roma e a Renascença de seus valores. a filosofia claramente passa a ser encarada antes como uma atividade de clarificação das próprias condições do conhecimento humano: começava assim a chamada "virada epistemológica" . Filosofia do século XVII. XVIII. Filosofia do século XVIII.A Idade Medieval foi desmerecida pelos humanistas da Renascença.e. Filosofia Moderna Filosofia moderna é toda a filosofia que se desenvolveu durante os séculos XV. XVI. apesar deste período ter durado aproximadamente mil anos e ser o mais longo período de desenvolvimento filosófico na Europa. XIX. a filosofia moderna foi deixando de se voltar ao objetivo de aumentar o conhecimento material. mas a filosofia desenvolvida dentro desse período está fragmentada em vários subtópicos. ou bem como um trabalho de "faxina” necessário para preparar o terreno para a ciência tomar seu rumo (caso de John Locke). i. e um dos mais ricos. através da razão. de buscar a descoberta de novas verdades – isso é assunto para a ciência – bem como de justificar as crenças religiosas racionalmente. Os filósofos medievais tratam da existência natureza de Deus. em The Analyst. ainda se faziam referência a questões tais como a da prova da existência de Deus e da existência e imortalidade da alma. a "verdade revelada" da Bíblia pela fé. Inicialmente. ou ainda como competindo com determinada conclusão ou método científico (caso de Berkeley.com o latim da igreja romana predominando no mundo da cultura. começando pelo Renascimento e se estendendo até meados do século XIX. os filósofos do início da modernidade ainda pareciam conceber suas teorias filosóficas ou como fornecendo algum tipo de fundamento para uma determinada concepção científica (caso de Descartes). Para isso abordam também o problema do conhecimento. no qual ele criticou o cálculo newtoniano-leibniziano – mais especificamente. tais como: Filosofia do Renascimento. Do mesmo modo. e o propósito da teologia é justificar naturalmente. à noção de infinitesimal – e de David Hume com o tratamento matemático do espaço e do tempo). dos universais. do individualismo e da metafísica. como atestam os subtítulos de obras tais como as Meditações de René Descartes e o Tratado de George Berkeley. Em obras posteriores.

Em particular. Itália. toda a Europa. Com todos esses períodos. Escandinávia. que começou na Itália com o Renascimento Italiano. . razões por categorização. e limites dos eventos relatados.Dentre os elementos distintivos da Filosofia da renascença está a renovação (renascença significa "renascimento") à civilização clássica e o seu aprendizado. enquanto outros a vêem como um único e extenso período. Rússia. principalmente na esfera religiosa (Deísmo) e. na esfera política (que teve grande influência na Carta de diretos. um parcial retorno de Platão sobre Aristóteles. Freqüentemente é chamada de "idade da razão" e é considerada a sucessora da renascença e precede do iluminismo. há um extenso período de datas. havia o entusiasmo pelo ocultismo e o Hermetismo. que havia predominado sobre a Filosofia Medieval. em paralelo com a Declaração de direitos do Homem e do Cidadão) O período do iluminismo geralmente encerra-se entre os anos de 1800. Polônia. Alternativamente. O renascimento Inglês inclui geralmente em seus pensadores Shakespeare. principalmente nos últimos períodos. Espanha e em fato. e nos seus mais distantes períodos também inclui a Idade da razão. Como um movimento importante do Século XVI ele foi suscetível para várias divisões. e o começo das Guerras napoleônicas (1804-1815). e o distanciamento do pensamento medieval. ou o começo do século XVII (depois de cristo). o seu círculo de influências também incluíram a Áustria. no ocidente. e dentre alguns filósofos. alguns estudiosos a estendem até os princípios do ano de1350 até os últimos anos do século XVI. o renascimento. Filosofia Do Século XVII A Filosofia do século XVII é. se espalhou por toda a Europa. sobrepondo as Reformas religiosas e os princípios da idade moderna.Filosofia Do Renascimento Filosofia da Renascença é o período da História da Filosofia que na Europa está entre a Idade média e o Iluminismo. Alguns historiadores observam que as Reformas e as contraReformas são marcos do final da renascença e os mais importantes para a Filosofia.O termo pode se referir simplesmente ao movimento intelectual do Iluminismo que defendia a razão como base primária da autoridade. considerada como a visão do princípio da filosofia moderna. Filosofia Do Século XVIII O Iluminismo ou filosofia do século XVIII foi um movimento filosófico do século XVIII na Europa e em alguns países americanos. Desenvolvida na França. especialmente da Escolástica. Isso inclui o século XV. Grã-Bretanha e Alemanha. paralelamente com o Liberalismo Clássico. ela pode ser vista como uma visão prévia do Iluminismo. mesmo no tempo em que a Itália estava passando pelo maneirismo para o Barroco. Muitos dos Fundadores dos Estados Unidos foram fortemente influenciados pelas idéias iluministas. os Países Baixos.

os filósofos do Iluminismo começaram a exercer um efeito dramático. tendo como ponto de referência o trabalho de filósofos como Immanuel Kant e Jean-Jacques Rousseau. No final do século XVIII. como foi proposta por Johann Wolfgang Von Goethe. e isso influenciou uma nova geração de pensadores. um movimento conhecido como Romantismo surgiu para reunir o formalismo racional do passado. que podem agora ser chamada de ordem emergente como o mercado Livre de Adam Smith. Pressões do Igualitarismo. .Filosofia Do Século XIX No século XVIII. e as mais rápidas mudanças culminaram em um período de revolução e turbulência em que poderiam ser bem visíveis as mudanças da filosofia. e Charles Darwin. Erasmus Darwin. maior e imediata visão emocional do mundo. com uma grande. Idéias chaves que mostraram essa mudança foram a evolução.

aprendemos muito sobre ela e confesso que achamos um pouco interessante. .Conclusão Espero que esse trabalho tenha sido interessante e tenha esclarecido ou pelo menos tentado esclarecer o que é filosofia. adoramos o trabalho. Sócrates. Bem nós tentamos explicar o que é filosofia. Tales De Mileto e outros gênios da filosofia conseguiram explicar o que é filosofia. em sumo. mas nem mesmo os grandes filósofos com Platão. quem dera se nós um grupo de estudantes do ensino médio conseguiríamos.

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