Deveres do juiz

Papel do JUIZ diante da lei: Aplicar o Direito e conhecê-lo Não pode negar decidir um caso, deve decidir. Não pode alegar obscuridade da lei, ignorância. Tutela jurisdicional: princípio pelo qual todo juiz deve decidir.

O juiz deve agir com tranquilidade, sem paixão e manter a imparcialidade. A posição de magistrado requer equidistância dos interesses das partes e compromisso com a Justiça. É preciso cuidado para evitar, tanto quanto possível, que simpatias ou antipatias por partes ou procuradores influenciem na tomada de decisões. A imparcialidade não deve, tampouco, ser confundida com frieza e falta de humanidade. Não pode o Judiciários furtar-se de prestar a devida atenção ao contexto em que se dá a aplicação do Direito no Brasil, sob pena de um distanciamento cada vez maior da sociedade, com a consequente perda de legitimidade e abertura de espaço para que a sociedade encontre outros foros para solução de seus conflitos. O inciso II do art. 35 aponta como dever do magistrado: não exceder injustificadamente os prazos para sentenciar ou despachar. É dever tratar com urbanidade as partes, os membros do MP, os advogados, as testemunhas, os funcionários e auxiliares da Justiça. O juiz preside o processo e a audiência, mas nem por isso deve desrespeitar a quem quer que seja. Além de tratar a todos com urbanidade, tem o dever de atender aos que o procurarem, a qualquer momento, quanto se trate de providencia que reclame e possibilite solução de urgência. É dever previsto na própria CF, art. 92, VII, que deve o magistrado residir na sede da Comarca, salvo autorização do órgão disciplinar a que estiver subordinado. O dever de permanência é limitado aos dias uteis ou de plantão. O juiz deve comparecer pontualmente à hora de iniciar-se o expediente ou a sessão, e não se ausentar injustificadamente antes de seu término. Deve o magistrado cumprir os deveres de cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e atos de oficio e não exceder injustificadamente os prazos para sentenciar ou despachar.

. é vedado: exercer. associação ou fundação. outro cargo ou função. ela deve ser aplicada. ainda que disponibilidade. deve batalhar para conseguir revogá-la. tanto em sua vida profissional quanto pessoal. parágrafo único. especialmente no que se refere à cobrança de custas e emolumentos. O juiz não pode decidir antes de escutar o parecer do promotor. pretensão de perfeição ou descabidas comparações da magistratura com o sacerdócio. se está no ordenamento jurídico. A CF.Compete ao juiz: exercer assídua fiscalização sobre os subordinados. Sem endeusamento. aos juízes. • O juiz que acha que uma norma é INJUSTA. 95. provoca incerteza jurídica à sociedade. Também não pode: a) Dedicar-se à atividade político-partidária b) Exercer o comércio c) Ocupar cargo de direção ou técnico de sociedade civil. deve aplica-la ou não? DEVE aplicar. é VÁLIDA. salvo uma de magistérios. O juiz deve esforçar-se para ser um modelo de conduta. em seu art. porque dizer que é ‘justa’ ou ‘injusta’ é subjetivo e não aplicar a lei apenas porque o juiz a considera injusta. embora não haja reclamação das partes. e o Direito não pode ter subjetividade. Se o juiz considera que a lei é injusta. Disso decorre um dever moral de probidade não só na atuação profissional. pois se espera daquele que diz o direito para os demais que também aja de forma correta. mas se não conseguir. mas na vida de relação. estabelece que.

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