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RELATÓRIO TÉCNICO

AGENTES COMUNITÁRIOS DE DESENVOLVIMENTO - ACD


ITABIRA / MINAS GERAIS
OUTUBRO / 2008

INTRODUÇÃO

Logo após o término da primeira parte da formação, começamos a planejar e a experimentar as


atividades sugeridas no PTA. O que nos deu energia foi o primeiro encontro com as mulheres do
bairro Vila Amélia. Percebemos que as propostas foram bem aceitas pelo grupo e que houve interesse
em participar. Portanto, tínhamos ali um grupo para trabalhar e possibilidades de formar novos
grupos.

Reconhecer os espaços coletivos comunitários foi um processo interessante, que nos abriu portas e nos
colocou diante de alguns desafios. Apesar de serem espaços comunitários, alguns deles têm a
coordenação mais fechada a novidades. Iniciamos, então, as atividades nas comunidades com mais
abertura e esperamos ampliar rapidamente nosso atendimento.

PERFIL DA EQUIPE

O grupo de agentes ainda está sendo desenhado. Apesar de todo tempo da formação, agora
finalmente as pessoas terão que fazer escolhas e transformações pessoais para se dedicar às
atividades propostas. Do grupo original, temos apenas um do Areão, seis da Vila Amélia, cinco do
Pará/Paciência, quatro do Bela Vista/Nova Vista. Somamos um total de 16 pessoas, mais dois que
estão com a participação ainda pendente: a Valdirene, que sofreu um acidente grave (queimadura) e
com quem ainda não conversamos sobre sua participação; o Millor, que tem outras atividades e ainda

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não definiu sua participação. Apesar de dizerem que querem participar e de também desejarmos sua
participação, há restrições que esperamos que se resolvam rapidamente.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O PERÍODO

Durante a formação, algumas atividades pensadas no PTA serviram de base para o início do nosso
trabalho. As atividades foram desenvolvidas sempre pensando uma única questão: como melhorar a
convivência e a relação entre as pessoas das diversas comunidades em que o projeto se propõe a
intervir.

• Consciência Ambiental

Reconhecer o bairro onde se mora e as potencialidades do local. Essa é a nossa principal proposta
com os adolescentes do bairro Nova Vista. Queremos discutir com eles a idéia de otimismo, a partir do
princípio de que no presente podemos pensar um futuro melhor. Nas nossas rodas, conversamos sobre
diversos temas relacionados a esse pensamento e às questões que o grupo traz.

Nosso desejo é ver formado um grupo de adolescentes que possa pensar sua comunidade de forma
100% otimista. Atualmente, 15 adolescentes participam sistematicamente, sendo que outros vêm e vão.
Começamos a discutir com eles as atividades: jogos, construção de sucata e de brinquedos e o que
fazer com essa criação.

• Empoderamento e autonomia

Nossa primeira ação se chamou CHA – sigla de Conhecimento, Habilidades e Atitudes –, tendo sido
batizada pelo Marcelo de “auto-festa”, por se tratar de um momento de felicidade coletiva. A idéia é
promover um encontro entre as mulheres no qual haja troca de conhecimento e de receitas, ao mesmo
tempo em que conversamos sobre a vida, os sonhos e o que podemos fazer para melhorar.

No bairro Vila Amélia, aconteceram dois encontros. No primeiro, apresentamos o projeto, cantamos,
contamos histórias e dançamos. No segundo, dançamos, montamos o Banco da Solidariedade e
realizamos uma oficina de ervas medicinais. Recebemos uma aula e foi muito interessante. Todos
adoraram! No encontro do bairro Bela Vista, recebemos 17 pessoas, mas o encontro foi muito
divertido. Lá, além de fazer as anotações para o Banco da Solidariedade, também contamos muitas
histórias, brincamos e cantamos.

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• Outras atividades

- Visita à ITAURB
- Encontro com o Clube de Mães de Bela Vista
- Reuniões da equipe de agentes
- Ruas de lazer

AVANÇOS OBTIDOS

- As atividades desenvolvidas propiciaram às crianças e aos adolescentes diversão, entretenimento,


conhecimento, auto-estima, uma educação simples e eficaz a partir de jogos e dinâmicas.
- O encontro entre as mulheres do CHA nos ajudou a promover atividades e muita alegria. Esse
momento saudável também nos auxilia a discutir os problemas comuns e a encontrar alternativas.
- Principalmente as atividades nas comunidades têm auxiliado o grupo de agentes a refletir sobre seu
papel comunitário, desenvolvendo o espírito de equipe e a solidariedade.
- Embora ainda haja conflitos, nosso grupo está mais harmonioso e proativo.

ÍNDICES QUALITATIVOS

- Organização das atividades.


- Atitudes mais respeitosas no grupo de agentes.
- Interesse dos agentes pela idéia da associação e da formação desse grupo.
- Participação dos agentes.
- Receptividade nas comunidades.
- MDI construído.

ÍNDICES QUANTITATIVOS

- 12 jogos criados pelos adolescentes do bairro Nova Vista.


- 2 encontros com as mulheres do bairro Vila Amélia.
- 1 encontro com as mulheres dos bairros Bela Vista e Nova Vista.
- 2 atividades de rua de lazer com as crianças do bairro Vila Amélia.
- Cerca de 40 mulheres envolvidas nos encontros.

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- 15 adolescentes participantes do grupo no bairro Nova Vista.

DIFICULDADES ENCONTRADAS

- Infelizmente, algumas pessoas com perfil para o trabalho desistiram, por razões diversas, de fazer
parte desse grupo.
- Organizar as atividades por bairro, levando em consideração a disponibilidade do grupo e a
distância entre as comunidades.
- Estamos em processo de experimentação e percebemos que existe ainda um certo ceticismo de
algumas pessoas do grupo em relação à participação das pessoas da comunidade de forma voluntária
e desinteressada.
- Ainda estamos um pouco perdidos nas atividades: falta preparação para atuar nos grupos de
adolescentes e de crianças.

BREVE SÍNTESE

Ao visitar as comunidades com um novo enfoque, pensando como agentes de desenvolvimento,


percebemos rapidamente as diferenças. Nossa primeira caminhada pelo Pará e pela Vila Paciência foi
boa e interessante, mas sentimos que o bairro é extremamente urbano. Praticamente não encontramos
ninguém em casa, pois a maioria estava trabalhando ou na escola.

Andamos e conhecemos moradores antigos: os mais velhos estão em casa ou nas pracinhas (poucos) e
são sempre gentis e cheios de histórias para contar. Conhecemos a dona Júlia, que contou como o
bairro se formou, além de outras histórias. Em um trabalho coordenado pelo PSF e realizado com as
crianças e as senhoras, envolvendo atividades de artesanato, conversamos com a Fernanda, uma
psicóloga que coordena essas ações.

Entre as atividades propostas no MDI, as histórias da comunidade e o histórico do bairro, a que mais
se aproxima é a contação de histórias. Ainda não começamos nada lá, primeiro pela imaturidade da
equipe, motivo pelo qual preferimos começar devagar e depois expandir; em segundo lugar, porque
em breve faremos uma oficina de história que poderá auxiliar nesse trabalho.

Nos bairros Bela Vista e Nova Vista, a realidade é bem diferente. Trata-se de uma comunidade “menos
urbana” (muito embora também cuidada), com ares de interior, o que permite mais proximidade entre

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as pessoas e mais atividades coletivas. Encontramos muitas pessoas nos bairros e muitas crianças
pelas ruas. O clima é alegre e as pessoas são muito receptivas. Assim que convidamos os adolescentes
do bairro Nova Vista, eles vieram. Primeiro, chegou um grupinho e depois outro e outro. Percebemos
as separações naturais nessa fase e na convivência comunitária. Tivemos problema com local, uma vez
que a associação, segundo a coordenadora do espaço, já estava muito ocupada.

No Bela Vista, fomos de casa em casa conversar com as mulheres e fomos muito bem recebidos. O
CHA foi recebido como uma bênção e todas ficaram muito alegres pela oportunidade de sair de casa
e de se encontrar. Ele pode servir de referência para o bairro Vila Amélia. Como o próprio nome diz, é
uma vila totalmente interiorana, as pessoas são próximas e afetivas, muito embora vivam todos os
conflitos de convivência, estão abertas e receptivas. Lá o CHA ganhou uma parceria de peso: a Sônia,
moradora da comunidade, além de participar de todas as atividades, também nos ajudou a iniciar o
Chá no bairro Bela Vista.

As reuniões de agentes acontecem semanalmente, toda sexta-feira. A equipe senta e conversa sobre as
experiências da semana, os problemas e as coisas boas também. Começamos a perceber maior
disposição e abertura às críticas para a evolução do processo educativo. As memórias, elaboradas por
semana, são instrumentos de aprendizagem da prática do trabalho da leitura e da escrita.

Durante a semana, acontecem as seguintes atividades: planejamento, oficina com os adolescentes no


bairro Nova Vista, atividade com as crianças no bairro Vila Amélia e Nova Vista e os CHAs, que
revezamos nas comunidades Vila Amélia, Nova Vista e Bela Vista.

REFLEXÕES

Antes de promover o empoderamento da comunidade, nosso grupo de ACD precisa se empoderar,


sentir-se mais à vontade nessa proposta de atuação dentro das comunidades. Ainda precisamos nos
apropriar sem medo dos espaços e nos sentir à vontade para propor coisas novas e voltadas para o
propósito do grupo: promover uma convivência mais feliz e harmoniosa.

Brincar, conversar e jogar são atividades que tornam as relações mais fáceis e deixam as crianças mais
dóceis e alegres. Geralmente, toda criança gosta e se propõe a brincar, tornando o clima mais
harmonioso, isso quando o adulto investe em processos mais lúdicos de discussão dos conflitos. Aos
poucos, os agentes e a própria vizinhança da associação vão perceber isso. Precisamos, no entanto,
resgatar com os próprios agentes o encantamento pelo brincar, pois isso só será efetivo no grupo no

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dia em que for um exercício prazeroso também para o educador.

PRÓXIMOS PASSOS

- Oficina de contação de histórias com o Ponto de Partida.


- Ampliação gradativa das atividades para os bairros Pará, Areão, Gianetti e Paciência.
- Implementação do Banco do Livro.

Ednalda Aparecida dos Santos - Educadora


Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento - CPCD

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ANEXOS

• MPRA - Monitoramento de Processos e Resultados de Aprendizagem

As atividades com as mulheres no bairro Vila Amélia têm em


média 20 pessoas, se considerarmos que no dia em que
1. Quantos iniciaram a atividade e/ou reunimos mais tivemos 32 e no dia que em que tivemos
projeto? Quantos concluíram? menos gente contamos com 16. Com as crianças, a média
também é de 25, seguindo a mesma lógica com os
adolescentes.

Ainda estamos experimentando muitas coisas em todas as


atividades. Com os adolescentes, até agora as oficinas com
2. Quanto tempo gastamos ou duração de três horas têm sido um tempo ideal e eles ainda
necessitamos para realizar a atividade saem querendo mais.
e/ou módulo? Foi suficiente? Com as mulheres, apesar de duas horas passarem voando,
elas não têm mais tempo disponível. Então, temos que fazer
encontros mais breves.

- 12 jogos foram criados com os adolescentes do Nova Vista


e
3. Quantos produtos e/ou materiais de três jogos do Bornal de Curvelo foram reproduzidos.
apoio e/ou instrução foram feitas? - Trabalhamos com dinâmicas e brincadeiras.
- No encontro com as mulheres, experimentamos a dança
Sênior e conversamos sobre plantas medicinais.

Os produtos feitos e as atividades realizadas são


ferramentas que contribuíram muito para esse primeiro
Eles atendem aos objetivos do projeto?
contato, ajudando a formar um grupo de trabalho que, com
certeza, alcançará os objetivos.

- Encontros com as mulheres das comunidades Vila Amélia,


4. O que foi feito que evidencia ou
Nova Vista e Bela vista.
garante que atingimos os objetivos
- Formação de um grupo de adolescentes na faixa etária de
propostos?
12 a 16 anos no bairro Nova Vista.

As atividades realizadas foram inovadoras e dinâmicas,


porque houve troca de conhecimento entre as pessoas. As
rodas com as mulheres da comunidade Vila Amélia e com
5. Como as atividades foram
os adolescentes do bairro Nova Vista proporcionaram bate-
realizadas: foram lúdicas? Foram
papo e alegria e aguçaram a curiosidade nas pessoas que
inovadoras? Foram educativas?
estão buscando maiores informações sobre a idéia do
projeto, o que contribuiu ainda mais para o processo de
ensino e aprendizagem.

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Acreditamos que muitos dos conhecimentos trocados nas
6. O que pode ser sistematizado? É
rodas são a possibilidade de fazer uma sistematização,
possível construir uma “teoria do
como, por exemplo, o catálogo de plantas, de histórias e de
conhecimento” já?
brincadeiras.

A busca da equipe para adquirir novos conhecimentos, o


7. O que necessita ainda ser praticado uso adequado dos recursos da própria comunidade e novas
para alcançar os objetivos? práticas/ações que possam contribuir para a mobilização e
o convencimento das pessoas a participarem mais.

Se o projeto encerrasse hoje, estaríamos longe de alcançar


nossos objetivos. É preciso envolver mais pessoas da
8. Se o projeto terminasse hoje, ele
comunidade e dinamizar nossas ações no sentido de
estaria longe ou perto do objetivo?
encontrar novos parceiros, para que elas aconteçam com
maior freqüência e variedade dentro das comunidades.

É necessário desenhar melhor nosso acompanhamento das


9. Há necessidade de “correções de
atividades. Sabemos que essa é uma fase de acompanhar
rumo” nas atividades? Na
mais de perto e de forma presente para dar maior
metodologia?
segurança e orientação à equipe de campo.

Este projeto é muito desafiador para toda a equipe. Exige


muitas mudanças pessoais, mas traz momentos de alegria e
10. Nosso prazer, nossa alegria e realização. A todo tempo, temos que buscar mais
vontade em relação ao projeto: conhecimento e aprendizagem, a fim de compartilhar com a
aumentaram? Por quê? comunidade para obter o seu convencimento. Isso traz
muitas expectativas e mais vontade de atingir o nosso
grande alvo: a “transformação social”.

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• Resumo das memórias dos encontros do grupo 100% otimista

No primeiro dia no bairro Nova Vista, conhecemos 17 adolescentes que vieram participar da oficina
de jogos. O grupo é bem agitado, composto na maioria por meninas, todas adolescentes e cheias de
energia. Falamos da proposta e já começamos fazendo uma atividade que gerou três joguinhos bem
legais. Depois, aprendemos e jogamos alguns outros jogos do Bornal de Curvelo e também de
domínio popular. Os adolescentes adoraram. Na avaliação, eles falaram de como era bom se
encontrar na comunidade e ocupar os espaços com brincadeiras.
No segundo encontro, outros jogos foram criados e o tempo passou muito rápido. Dessa vez, eles
desenharam e criaram tabuleiros diferentes, bem criativos e sem ficar muito presos à lógica. Depois de
pronto, colorido e tudo mais, cada tabuleiro foi trocado, sendo que a outra equipe encarregou-se de
criar a regra. Foi uma atividade muito boa.
Até agora, 12 jogos foram criados:
- Tantan
- Gulositos
- Jogando pedrinhas
- Brincar em casa
- Marca cor
- Passa-passa
- Multiplicação de coração
- Peneira
- Brincando com imagens e palavras
- Cata-letra
- Palavras loucas
- Corta essa

Na roda, surgiu a necessidade de montar um espaço para receber outros adolescentes e crianças.
Começamos, então, a procurar um lugar para montar o banco de jogos. Tivemos mil idéias que não
funcionaram direito, pois a associação alugou para a igreja o espaço que estávamos conseguindo.
Segundo eles, apenas por um mês, depois poderemos utilizá-lo.

Também fomos visitar a ITAURB - empresa responsável pela coleta seletiva e a reciclagem de lixo na
cidade. Fizemos uma visita acompanhada pelo gerente de lá, que nos mostrou tudo e explicou todo o
processo, desde a coleta até a separação do lixo. O interessante é que essa empresa é que emprega
praticamente todas as pessoas da comunidade. Encontramos lá os pais e as mães dos adolescentes e
algumas meninas ficaram envergonhadas pelo fato de as mães trabalharem com “lixo”. Na roda,

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conversamos sobre o trabalho e a Ednalda falou da importância dessa atividade que os pais estão
fazendo. Também discutimos sobre a nossa parte: o que podemos fazer para contribuir? Nós fazemos
a separação do lixo? O dia foi muito interessante. Agora, o grupo está fazendo tamboretes para serem
utilizados no nosso Banco do Livro.

Geise, Paloma e Rosy

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• Depoimentos

“Foi muito bom sair de casa e contar minhas histórias, que estavam engavetadas. Minha comunidade
precisa muito disso!”
Didica - Bela Vista

“Eu adorei o encontro! Não levantei o braço direito por causa da idade, mas me diverti e estarei aqui
para o próximo chá.”
Dona Lourdes - Bela Vista

“Às vezes, a gente fica preso dentro de casa, sem ânimo para sair. Precisamos de um empurrãozinho
assim.”
Beatriz Rosa dos Santos - Vila Amélia

“Eu gostei de fazer jogos: é mais fácil do que eu imaginava.”


Paula Pámela, 16 anos
Nova Vista

“Gostei da conversa de quando eu crescer e fiquei pensando qual é o meu sonho e também em como
vai estar meu bairro.”
Laisa Ferreira da Silva, 13 anos
Nova Vista

“As crianças precisam de atividades mais interessantes e, se for o caso, a gente tem que ir na casa
delas.”
Geise - Agente Nova Vista

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• Jogos

9 Brincando com imagens e palavras

Vamos precisar de diversas cartas contendo palavras relacionadas ao meio ambiente e à natureza.
Também serão utilizados dois dados. As palavras ficarão sobre a mesa e um a um e sucessivamente os
jogadores lançarão os dados.
- No primeiro, ele verificará quantas palavras poderá abrir.
- No segundo dado, confirmará entre as palavras quantas ele realmente poderá pegar para si.

EX: no primeiro dado, ele sorteia o 6, mas no segundo o 2. Então, ele só poderá ficar com duas
cartas.
Se o segundo dado tiver um número maior que o primeiro, ele não terá direito a nenhuma carta. Se
preferirem, as crianças poderão combinar de devolver o número de cartas.

Será vencedor quem, ao final do jogo, conquistar mais cartas.

Criação: Dayara, Gislene, Laísa, Paula, Susimara e Rosinha

9 Cata-letra

Precisaremos confeccionar pequenas fichas com letras variadas. Essas letras serão guardadas em um
saquinho ou envelope. Entre as fichas com letras, teremos duas fichas com o desenho de borboleta e
uma com desenho de flor. Além das fichas, utilizaremos um dado.

O primeiro jogador lançará o dado e terá direito a pegar o número equivalente em fichas (sem olhar).
Com essas fichas, tentará formar palavras. As fichas que ainda não formarem palavras poderão se
acumular para o próximo sorteio. Quando uma pessoa retirar a borboleta, não poderá pegar ficha
nenhuma. A flor dará direito a mais uma ficha. Assim que sorteadas, as fichas com figuras não voltam
para o envelope.

O vencedor será quem formar mais palavras.

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Material complementar dos jogos

P A Z A A M I Z A D

L E G R I A O U F E I

I T E R R F L O R T

T E L I G E N C I A

P R I M A V E R A C E

U N A T U R E Z A C A

S A V I D A C H V A U

Otimismo Esperança Céu Beleza Voar

Beija-flor Floresta Sol Afeto Nuvens

Harmonia Sabedoria Terra Amor Alegria

Amizade Ambiente Paz Vida Água

Respeito Liberdade Chuva Beleza Vento

Igualdade Natureza Equilíbrio Flora Fauna

Criação: Aline, Célia e Rosy

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MDI - Maneiras Diferentes e Inovadoras - Agentes comunitários de desenvolvimento - Itabira MG
Perguntas Ações /técnicas /instrumentos Resultados
Auto-festa: reunião das mulheres da comunidade para Os encontros aconteceram e foram aprovados
conversas variadas (CHA – Conhecimento Habilidade pela comunidade.
e Atitudes).
Felicidade
De quantas maneiras diferentes e inovadoras
Otimismo
melhorar a auto-estima das pessoas nas
Participação
comunidades? Ruas de lazer (resgate de brincadeiras/brincadeiras e
Resgate de brincadeiras
construção de brinquedos).
Ruas animadas
As atividades aconteceram nos bairros Vila Amélia
e Nova Vista.
De quantas maneiras diferentes e inovadoras
Informativo com as notícias da comunidade.
melhorar o relacionamento entre as pessoas Acontecerá em novembro.
Corrente de conhecidos.
na comunidade?
Desenvolvimento de grupos de cursos, oficinas e Ainda não aconteceu.
De quantas maneiras diferentes e inovadoras grupos de produção.
promover o empoderamento entre as pessoas?
Implantação do Banco do Livro e de clubes de leitores. Ainda não aconteceu.

De quantas maneiras diferentes e inovadoras Fomos com os adolescentes conhecer a ITAURB: o


promover a reflexão sobre a melhoria da Aulas e passeios pela comunidade. passeio foi uma aula incrível de consciência
comunidade? ambiental.
Conhecimento e valorização dos lugares.
De quantas maneiras diferentes e inovadoras Produtos que estimulem o prazer de participar.
Clube de jogos (Bornal de Jogos) com os adolescentes.
promover a conscientização das pessoas sobre Envolvimento das pessoas.
o seu ambiente de convívio?
Formação de educadores.
Contação de história com o grupo Ponto de Partida. Ainda não aconteceu.

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