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Sábado, 2 de Junho de 2012 Alternativa! Nº 5 Verdade e Responsabilidade UmGoverno detodos, paratodos
Sábado, 2 de Junho de 2012
Alternativa! Nº 5
Verdade
e Responsabilidade
UmGoverno
detodos,
paratodos P.7
Oditopornãodito
sobreastaxas
moderadoras
nasaúde P.12
JPapresentará
propostasconcretas
enãoentrará
em“novelasbaratas” P.5
AsituaçãoqueaMadeiraatravessa,
frutodamágovernaçãodoPSD,
exigeresponsabilidadeeverdade.Hoje,maisdoquenunca,
aunidadeéfundamental.Emproldadefesadosinteresses
daMadeira.EmproldoscidadãosdaRegião.

Ideias Claras

3 | Alternativa!

Um Governo de Verdade e Responsabilidade

O Governo Regional do PSD está a gerir a sua própria herança : uma dívida colossal, em parte oculta que desacreditou a Região; uma dívida a

fornecedores insuportá- vel para as empresas privadas; um enorme desequilíbrio orça- mental entre receitas e despesas; uma máquina governamental monstruosa que delapidou os recursos públicos; um mo- delo de desenvolvimento esgotado, as- sente, quase exclusivamente em investi- mento e obras públicas que descurou os sectores produtivos, como o turismo; uma economia sustentada pela indústria da construção civil e afins e dependente do sector público; uma sociedade com grandes desigualdades na distribuição da riqueza que era criada anualmente. Perante esta pesada herança, restou um pedido de resgate ao Estado e um con- sequente Plano de Ajustamento Finan- ceiro. Quando se esperava um radical corte no despesismo e no desperdício; uma reorientação dos escassos recursos para a recuperação dos sectores produti- vos e a manutenção e criação de empre- go, o Governo Regional optou pelo cami- nho mais fácil : aumento de todos os im- postos; subida de todas as taxas e servi- ços públicos; cortes nos benefícios so- ciais, para além dos já decididos pela Re- pública no Plano de Assistência a Portu- gal. O CDS avisou que este era o cami- nho errado e, em 4 meses, vê-se que tí-

este era o cami- nho errado e, em 4 meses, vê-se que tí- nhamos razão. Apesar

nhamos razão. Apesar da subida da car-

ga fiscal a receita baixou; acentuou-se e recessão económica com mais falências

e mais desemprego; o Governo e Câma-

ras não conseguem pagar o que devem aos privados; muitas empresas e famílias entraram em incumprimentos; a pobreza cresce e a miséria alastra. Face a esta realidade, o Governo Regional mostra desorientação, o partido divide-se e há sinais de tensão e conflito na sociedade.

O Governo não dá conta do recado e ar-

ranja bodes expiatórios e inimigos por todo o lado. Ora é o continente, depois o grupo Brandy e a maçonaria e sei lá que mais. Esquece-se o Governo e o PSD

que foram eles que criaram esta situação

à Madeira e que foram os únicos respon-

sáveis pela negociação com a República para o Plano de Assistência Financeira. Só se podem queixar de si próprios. Quem tem razoes de queixa do Governo

e do PSD são os madeirenses que estão

a pagar caro os problemas que foram

criados por uma total irresponsabilidade

financeira e por erradas politicas econó- micas e sociais. Este Governo é incapaz

e não dá conta do recado. A situação na

Madeira é de emergência e exige conver-

gência. É por isso que como Presidente do CDS-PP, principal partido da oposi-

ção, lancei o desafio de constituição de um Governo de Salvação Regional, apoiado no Parlamento pelo PSD, CDS e PS e com outro Presidente. O Dr. Jardim está esgotado, não sabe governar se não

a gastar é hoje um factor de divisão dos

madeirenses, mesmo dentro do seu par- tido. Está na altura de sair. O novo Go- verno seria composto pelos melhores

quadros da Madeira, com ou sem filiação partidária, mas com um objectivo defini- do até 2015 : tirar a Madeira do estado em que se encontra, renegociar o Plano de Ajustamento com o Estado e lançar as bases de um novo modelo de desen- volvimento económico e social. É uma proposta válida e viável, assim haja hu-

mildade e sentido do interesse regional. Os tempos são de Verdade e de Respon- sabilidade e a Madeira está primeiro que qualquer um de nós!

JoséManuel Rodrigues

CDS-PP continua a crescer

D esde as eleições de Outubro, quando, por vontade dos cidadãos da Madeira e do Porto Santo, se assumiu como a força alterna- tiva ao PSD, o CDS-

PP tem feito uma oposição firme, coerente e responsável,

apontandoossucessivoserrosdegover-

nação da maioria mas apresentando so-

luções em todos os fóruns onde está re- presentado, quer seja a Assembleia Le- gislativa da Madeira, quer sejam as as- sembleiasmunicipaisedefreguesia. Porque ser da oposição exige responsa- bilidade. Exige que se apontem cami-

nhosalternativosàquelesquesãosegui-

dos pela maioria. Exige trabalho, rigor, empenho, energia ecriatividade. Recentemente, uma sondagem publica- da noDiáriodeNotíciasreforça a posição do CDS-PP, mostrando uma tendência de crescimento do partido e mostrando também uma queda doPSD-M queper-

de a maioria absoluta. Os resultados do estudo são claros: se as eleições fossem hoje, o CDS-PP subiria para 21,2% e o PSD desceria para 43,9%. Não “embandeiramos em arco”. Sabe- mos que o caminho é longo e difícil. Mas estamospreparadospara faze-lo. Quere- mosfaze-lo. Vamos continuar, respondendo com fir- meza aos insultos do PSD-M. Com a fir- meza daqueles que acreditam naquilo que fazem, nas ideias claras que defen- dem, nas suas propostas e soluções. Com a firmeza dequem sequerconstituir comouma nova esperança para a Madei- ra epara todososcidadãosda Região. Não temos medo da luta. Não utilizare- mos o mesmo registo daqueles que pre- ferem o insulto e a má-educação, ao de- bate de propostas e de ideias, mas não fugimos no ardor da batalha. Estamos aqui para ficar. Incomodea quem tiverde incomodar! Em prol dasideiasquejulga- mos melhores para os cidadãos da Ma- deira edoPortoSanto.

incomodar! Em prol dasideiasquejulga- mos melhores para os cidadãos da Ma- deira edoPortoSanto. As espadas do

As espadas do Crespim

4 | Alternativa! » JUVENTUDE Elevámos a fasquia em áreas importantes A lternativa (A) –
4 | Alternativa!
» JUVENTUDE
Elevámos a fasquia
em áreas importantes
A
lternativa (A) –
Que balanço fa-
zes do teu man-
dato na lideran-
ça da Juventu-
de Popular
(JP)?
ferir três: Primeiro “Festival Jota”, or-
ganizado, e bem, pela JP- Santa Cruz,
a
“Universidade de Verão” e os
workshop sobre Bullying realizado na
Escola Profissional Atlântico.
A
– Todos os objectivos a
Lídio Aguiar (LA) - Po-
que te propuseste foram
atingidos?
sitivo. Muito pelo trabalho e empenha-
mento de toda a comissão Politica Re-
gional, mas também pelo excelente
contributo das estruturas concelhias.
Foi essencialmente um mandato
mais social do que politico. Promove-
mos debates, tertúlias, workshops,
Universidades de Verão contemplan-
do diversas temáticas “Empreende-
dorismo, Educação, Ser Politico Hoje,
Bullying”, entre muitas outras. Des-
envolvemos campanhas de solidarie-
dade e fomentámos o Voluntariado.
Foi uma caminhada feita de dificul-
dades, de empenho e de muitos su-
cessos.
LA – Podemos sempre fazer mais e
melhor. Por vezes, foi difícil conciliar as
vertentes pessoal, profissional e políti-
ca,
mas fiz o que me foi possível. Re-
lembro que tivemos em agenda, e par-
ticipámos activamente, elevando a fas-
quia, debates sobre temas importantes
como o Empreendedorismo, a Educa-
ção, a Política, entre outros.
A
– Sentes que deixas a
JP mais preparada para o
futuro?
LA - Temos de estar em constante
atualização e a JP está, e estará, sem-
pre
preparada para o que surgir no dia
seguinte!
A – Que projecto classifi-
cas como o mais emble-
mático durante a tua lide-
rança da JP?
LA - Gostaria de recordar aqui que du-
rante grande parte do meu mandato o
CDS tinha apenas dois deputados, tor-
nando difícil, quer para o partido, quer
para a JP passar, as suas ideias. Por
isso afirmo, todas as actividades que
executámos foram marcantes. Quanto
às mais emblemáticas, permite-me re-
A
– Que mensagem deixa-
rias à tua sucessora na li-
derança da JP?
LA – À Luísa Gouveia deixo uma men-
sagem simples: Trabalhe com e para a
juventude da Madeira e do Porto Santo.
Promova essencialmente convergên-
cia,
verdade e humildade. Eleve a clas-
se
Politica. Os Jovens de hoje são o
FUTURO.
CDS-PP Madeira
 

5 | Alternativa!

JP apresentará propostas concretas e não entrará “em telenovelas baratas”

A

lternativa (A) – Que motivações te fizeram avan- çar para a lide- rança da Juven- tude Popular?

Luísa Henriques Gouveia

rança da Juven- tude Popular? Luísa Henriques Gouveia zes de marcar a nossa posição na socieda-

zes de marcar a nossa posição na socieda-

que a nossa juventude alcance. A tendên-

de

civil.

cia é para a situação agravar-se devido ao ciclo vicioso desta crise. Que nos interessa formar, investir em formação, se depois somos obrigados a sair da Região em ra- zão de políticas que não tiveram em consi-

A – Que temáticas princi- pais escolherás para a tua intervenção política en- quanto Presidente da Ju- ventude Popular? LHG - Como referi na moção e no Con- gresso, a nossa intervenção cobrirá, dentro do possível, todas as áreas que sejam do verdadeiro interesse dos jovens. Mas, atendendo às actuais condicionantes, so- mos forçados a considerar como prioritá- rias as temáticas da Educação, da Família, da Solidariedade Social, do Emprego, da Cultura e do Desporto. Naturalmente, não serão encaradas isoladamente, como áreas estanques, mas sim numa visão transversal à problemática regional e na- cional. A título de exemplo, na área da Educação visamos apostar num ensino di- versificado, de qualidade e direccionado às reais necessidades do mercado de traba-

– (LHG) - São várias as motivações que me levaram a dar o passo para a liderança da JP Madeira. Primeira- mente a identificação pessoal com a estru- tura, à qual chamo “grande família”. Sem dúvida a minha vontade e motivação para ajudar e abanar o “status quo”, bem como a crença e a confiança nas minhas capaci- dades para o fazer, naturalmente com o apoio de todos. Apelou também a necessi- dade que eu sinto de contrariaro sentimen- to generalizado de “crise” e de desmotiva- ção entre os jovens. Chega de ouvir a pala- vra crise, passemos de palavras soltas para acções concretas!

A - O mote do VII Congres-

deração a inserção no mercado dos jo- vens?

A – Como classificarias a política de Juventude do actual Governo Regional? LHG - O GR privilegiou ao longo dos seus sucessivos mandatos o desenvolvimento do betão, mais do que o desenvolvimento intelectual e cultural da sua população. Er- gueram-se escolas mas não se apostou no seu conteúdo. Hoje, inevitavelmente, esta- mos a pagar o preço. Três décadas depois regista-se uma “política de juventude” onde impera o ‘amiguismo’ e o facilitismo, que nunca se preocupou em construir ba- ses sólidas, em dotar os jovens de valores adequados para o seu desenvolvimento e devido retorno à sociedade madeirense.

so da JP, que ditou a tua eleição, era “Juventude Com Valores”. De que for- ma essa ideia-chave terá repercussões na tua activi- dade política enquanto Pre- sidente da JP-Madeira? LHG - Pretendo uma juventude que seja capaz de ser cortês, educada e cívica, mas igualmente capaz de discutir o que real- mente interessa aos jovens da Madeira e do Porto Santo. Pretendo uma Juventude que privilegie a humildade, a escuta activa dos outros e respeite e critique construtiva- mente outras perspectivas de vida. Quere- mos nos diferenciare distanciarde “quere- las” dignas de uma qualquertelenovela ba- rata. Iremos fazer uma política virada para os jovens e não para o sensacionalismo. Comprometo-me com a dinamização de acções políticas focadas nas reais necessi- dades de todos nós. Será um trabalho ár- duo, sem dúvida e, o conhecermos a reali- dade actual implicará estar no terreno, ir às instituições, ir às localidades, ir às escolas, ir aos locais onde os jovens, todos os dias, se deparam com as dificuldades que os coarctam na sua vida. Mas só escutando, só vendo, e depois agindo, é que consegui- remos lá chegar.

A – No Congresso, repetis- te várias vezes a ideia de que um dos teus objecti- vos será reforçar as bases de apoio da JP. De que for- ma pretendes fazê-lo? LHG - Pretendo que a Juventude “cresça de dentro para fora”. Ou seja, primeiro reorganizando a estrutura interna, com a actualização da base de dados dos mili- tantes e com a criação de novas conce- lhias, para seguidamente, promover a cap- tação de novos militantes, que tragam no- vos conhecimentos e experiências para o nosso seio. Este desejo implica necessa- riamente uma aposta forte na imagem e comunicação, na actualização constante

lho, privilegiando áreas de formação técni-

ca

e de criação de novo emprego. Na área

Agora descobrimos que os nossos caste-

da

família apostar na criação do Conselho

Regional da Família, que até à data ainda não saiu do papel, e que privilegie a protec- ção da família, sobretudo dos jovens, não só protegendo-os de situações de risco psicossocial, mas valorizando a sua for- mação. A valorização da identidade ma- deirense, a valorização do empreendoris- mo jovem, são igualmente temas que nos são muito próximos.

A – Acreditas serem esses os principais problemas dos jovens Madeirenses?

los afinal são de areia e com uma onda mais forte desmoronar-se-ão…

A – Que medidas imediatas proporias para uma nova política de Juventude na Região Autónoma da Ma- deira? LHG - Há duas medidas que considero im- portantes e cuja rápida implementação poderiam realmente ajudar em duas áreas muito sensíveis. A primeira a adaptação à Região do novo Estatuto Disciplinar do Aluno. Assiste-se, como sabemos, a uma desautorização gritante dos professores

LHG - É necessário dotar os nossos jovens

das redes sociais da Juventude e das Con- celhias, na participação junto dos meios de comunicação social, para que as nossas ideias sejam transmitidas de forma fluida

de

valores, mas valores concretos como a

face aos alunos e urge trazer de volta à es- cola o respeito pela instituição, o respeito

responsabilidade, a solidariedade social, e

o

respeito. Encaminhamos para que se

pela profissão e o respeito pela educação. Para melhores jovens no futuro. Outro ponto fulcral é, de uma vez por todas, a implementação de um plano regional de emprego. Nunca tivemos na Região tanto

tornem seres produtivos no tecido madei-

acessível aos militantes, simpatizantes e todos aqueles que possamos trazer para a nossa causa. Não menos importante será

e

rense. São vários os problemas que afec-

tam os jovens, desde a destrutura familiar, o fraco reconhecimento social, a ausência

a

formação política e técnica que possa-

de

oportunidades profissionais. A frustra-

conhecimento técnico ao dispor e que não conseguimos aproveitar. Necessitamos de um plano que privilegie áreas importantes para o desenvolvimento da Região e que fomente o aproveitamento dos jovens re- cém chegados ao mercado de trabalho.

mos fornecer, dotando os militantes dos devidos conhecimentos e técnicas para uma comunicação bem mais eficaz para o exterior. Arrumando a casa, dotando-a de novas e úteis ferramentas, seremos capa-

ção, a falta de objectivos, a falta de alter-

nativas, a falta de perspectivas, mina o trajecto e motivação destes jovens no al- cance dos seus propostos. E o futuro da Madeira depende do que conseguiremos

 

Ideias Claras

 

» FINANÇAS

10

milhões de euros arrecadados.

21

to

pouco para cortar nas despesas.

E DESEMPREGO

A AUMENTAR

A

de

A pós uma análise ao re- latório da execução orçamental do primei- ro trimestre 2012, na- quilo que se refere à

Região Autónoma da Madeira, o CDS-PP está manifestamente preocupado com alguns dos dados apre- sentados no documento, que demons- tram a recessão económica que neste momento se vive na Região, bem como a falta de poder de compra das famílias da Madeira e do Porto Santo. Em primeiro lugar, a receita corrente da Região, onde se incluem a cobrança dos impostos directos e indirectos, teve uma redução de 7,9%, representando um de- créscimo de 16,4 milhões de euros em relação ao período homologo de 2011, ou seja, menos 5,4 M€ por mês.

Quanto à receita efectiva do trimestre, a redução foi de 4,6%, em resumo, menos

Em relação ao investimento público (des- pesa Capital) a diminuição foi drástica, representando menos 75,9%, o que cor- responde a um desinvestimento na or- dem dos 21 milhões de euros. Se estes números são alarmantes,deve acrescentar-se uma redução na despesa efectiva na ordem dos 29,4 M€ que se fi- cou a dever, quase exclusivamente, à re-

dução das despesas de investimento, que

como acima foi referido atingem o valor de

milhões de euros. Em resumo, enquan-

pede um enorme esforço às famílias e

empresas, o Governo Regional esforça-se

ECONOMIA EM RECESSÃO

Em síntese, podemos afirmar claramente que a economia da Madeira entrou em re-

cessão. Se mais números são necessá- rios, relembramos aqui os valores arreca- dados com os impostos directos.

colecta de IRS teve uma quebra de

5,6%, menos 2,2 milhões de euros,

(comparativamente ao período homólogo

2011) o que releva mais desemprego e

menor produtividade. No que respeita à colecta de IRC, a dimi- nuição foi ainda mais drástica, ou seja, na ordem dos 10,7%, representando menos um milhão de euros arrecadados, o que

6 | Alternativa! Alternativa!
6 | Alternativa!

Execução Orçamental é preocupante

que 6 | Alternativa! Execução Orçamental é preocupante releva o estado das nossas pequenas e médias

releva o estado das nossas pequenas e

médias empresas, com encerramentos e

falências diárias. Recordamos que só du- rante o mês de Março de 2012 fecharam 110 empresas, estando 162 envolvidas em processos judiciais. Resultado: um alarmante aumento do desemprego. No momento em que a Região executa

um plano de ajustamento financeiro, ao qual o CDS-PP sempre se opôs, que in- clui um aumento de 25% na carga fiscal

sobre os cidadãos, o que supostamente permitiria fazer crescer em 120 milhões de euros (10 milhões de euros por mês) as receitas fiscais anuais, assistimos, pelo contrário, a uma redução do valor ar- recadado se o compararmos a 2011, o

que confirma o facto da Região não estar minimamente preparada para a austeri- dade imposta, revelando incapacidade para angariar as receitas que conseguiu em 2011 e em anos anteriores. Será utó- pico pensar-se que conseguirá o tal au- mento pretendido pelo Governo Regional, numa ordem de grandeza de 10 milhões de euros por mês.

CDS-PP CHAMA GOVERNO AO PARLAMENTO MAS PSD “CHUMBA” A Madeira necessita rapidamente de uma “terapia de choque” no que toca à dinami- zação económica, de uma nova visão glo- bal que permita a dinamização dos secto-

res vitais da economia. É urgente, através da regularização da dívida do Executivo ao sector empresarial - dívida essa que já ul- trapassa os dois mil milhões de euros - dar novo fôlego às empresas, evitando assim a morte da sua frágil economia. Para esclarecer todas as dúvidas relacio- nadas com a Execução Orçamental, o Grupo Parlamentar do CDS-PP solicitou já, na Assembleia Legislativa da Madeira, uma audição parlamentar, com carácter de urgência, ao Vice-Presidente do Go- verno Regional e ao Secretário Regional do Plano e Finanças. Adivinhe o que fez o PSD-M: Chumbou o pedido. Pura e sim- plesmente, por não estar interessado em esclarecer.

» POLÍTICA

7 | Alternativa!

» POLÍTICA 7 | Alternativa! Um Governo de todos , para todos O CDS-PP Madeira en-

Um Governo de todos, para todos

O CDS-PP Madeira en- tende que a actuação deste Governo Regio- nal é censurável. En- tende que a falta de capacidade negocial com a República - perfeitamente visível

no mau acordo assinado em exclusivo por Alberto João Jardim e por Ventura Gar- cês, Secretário Regional das Finanças - obriga os Madeirenses e Portosantenses

a sacrifícios para além do suportável.

Entende ainda que a falta de capacidade de resposta aos problemas dos cidadãos da Região, tais como a pobreza, o de-

semprego, a falência das empresas, a au- sência de adequados cuidados de saúde, demonstra cabalmente que o Executivo actual não tem condições para continuar

a governar.

Mas por acreditar nos Madeirenses, nas suas capacidades, no seu empenho, na sua criatividade, entende que o melhor para a Madeira será a busca de uma solu- ção de consenso, que evite a conflituali- dade social e que permita, com a colabo- ração de todos, encontrar soluções para resolver os problemas da Região.

O CDS-PP solicita ao actual Governo Re-

gional, em particular ao seu Presidente,

que saia, num gesto de humildade que será certamente respeitado pelos cida- dãos, permitindo que, no âmbito estrito da Assembleia Legislativa da Madeira, se crie um Governo com amplo consenso, envolvendo os três maiores partidos – PSD, CDS e PS – e envolvendo ainda to- dos os restantes agentes políticos que mostrarem espírito construtivo para pro- curar soluções. Porque neste momento

excepcional, exigem-se soluções de con- senso. O apelo do CDS-PP é para a cria- ção de um Governo dos melhores, inde- pendentemente das suas convicções partidárias. Mais do que procurar prota-

gonismos, tantas vezes estéreis, é urgen-

te

Com o apoio parlamentar, o novo Execu-

tivo de Salvação Regional teria um man- dato de três anos e meio, mantendo-se assim o calendário eleitoral. Se, numa situação normal, as eleições são sempre o melhor caminho, a Madeira

e os Madeirenses estão perante uma si-

tuação excepcional, vendo-se confron- tados com as mais altas taxas de pobre- za e de desemprego desde o início da

ter bom-senso.

Autonomia, com o sistema de saúde ab- solutamente degradado e sem capaci- dade de resposta, com um Governo que não consegue negociar com a República, com a União Europeia e com os parcei-

ros, fruto do absoluto descrédito em que caiu. O cenário advoga que se tomem medidas pautadas pelo bom-senso e pelo sentido de responsabilidade. A Ma- deira não pode perder mais seis meses com novas eleições. É fundamental ac- tuar já. É urgente contarmos com todos.

É imperioso não continuarmos a dividir

os Madeirenses entre bons e maus. É de vital importância pensarmos primeiro na Região e só depois nos interesses dos partidos.

BOM SENSO

E HUMILDADE

O Governo de Salvação Regional propos- to pelo CDS-PP para os próximos três

anos e meio deve incluir os melhores da sociedade madeirense em todas as áreas. Deve ser pautado pelo interesse comum

e não pelo interesse de cada um dos pro-

tagonistas. Deve ser responsável e res-

ponsabilizado. Deve ter um mandato cla-

ro e definido no tempo.

CHEGOU O TEMPO DE SAIR Chegou o tempo de Alberto João Jardim sair. É passado. Reconhecendo o que fez de bom pela Madeira, o CDS-PP não tem pejo em apontar os erros de gover- nação dos últimos dez anos, que nos fi- zeram chegar aqui. O despesismo ex- cessivo, que originou uma falta de con-

trole nas finanças públicas - no dinheiro de todos nós –, a persistência num mo- delo de desenvolvimento errado, a falta

de capacidade para dialogar, para ouvir

e a incapacidade para unir – hoje, já

nem une o seu próprio partido! -, prefe- rindo dividir os Madeirenses entre bons

e maus são os pecados capitais do ac-

tual Presidente do Governo. Pecados esses que não deixam margem para que continue à frente dos destinos da Ma-

deira.

É pois urgente que saia, tal como os ac- tuais governantes. É urgente que haja

bom-senso e humildade da parte do PSD, mas também da parte dos restantes par-

tidos. É urgente que, de uma vez por to- das, pensemos primeiro nos Madeirenses

e Portosantenses. Em nome da Madeira.

Em nome de todos nós!

8 | Alternativa! Alternativa!
8 | Alternativa!

» SOCIEDADE

O CDS mostra com

mais carenciadas com deter

Falar claro significa falar verdade!

carenciadas com deter Falar claro significa falar verdade! D urante muitos anos o Governo Regional afirmou
carenciadas com deter Falar claro significa falar verdade! D urante muitos anos o Governo Regional afirmou

D urante muitos anos o Governo Regional afirmou não haver pobreza na Madeira e em certa medida descredibilizava o acesso ao Rendimento Social

de Inserção (RSI) mantendo os indicadores abaixo daqueles existentes nos Açores. A realidade social na Madeira agravou-se e já não é possível escondero desemprego. Em Abril atin- gimos uma das mais altas taxas do país com 21576 madeirenses à procura de emprego, fora aqueles que desistiram de procurar, fora aqueles que estão em formação e fora aqueles que aban- donaram a Madeira para trabalhar.

Pobreza “envergonhada” Todos nós conhecemos alguém que sempre vi- veu remediado, fruto do seu trabalho, com uma vida condigna, educou os filhos e deu uma exis- tência digna aos pais mas que agora, apanhada na teia do desemprego, vive com angústia, mes- mo desespero, mas por vergonha social tem difi- culdade em pedir ajuda, apoios e expor a fragili- dade da sua família. É este novo tipo de pobreza que a Madeira enfrenta, que é preciso reconhecer e combater com determinação, sem preconcei- tos. O CDS defende a coordenação activa com as instituições sociais, as igrejas e todas as pes- soas de boa vontade de forma a atenuar o sofri- mento destas famílias.

Apesar de todas as dificuldades, o CDS-PP entende que os Madeirenses podem dar a volta à situação. O CDS-PP confia nos Madeirenses e, com os cidadãos da Região, tem procurado soluções para vencer a crise. No Parlamento, já apresentou propostas para o crescimento económico, propostas para que o Governo Regional pague as suas dívidas a tempo e horas, propostas para uma Saúde melhor para todos. Apesar do PSD votar sistematicamente contra - mesmo quando, meses depois, aparece exactamente com a mesma proposta que o CDS apresentara, mudando-lhe o nome - nós não vamos desistir. Vamos à luta, porque acreditamos que a Madeira e o Porto Santo podem ser melhores. Para todos e não só para alguns!

CDS-PP Madeira

9 | Alternativa!

9 | Alternativa!

Programa de Emergência Social

Programa de Emergência Social A s medidas deste plano apresentado pelo minis- tro Pedro Mota Soares
Programa de Emergência Social A s medidas deste plano apresentado pelo minis- tro Pedro Mota Soares

A s medidas deste plano apresentado pelo minis- tro Pedro Mota Soares destinam-se a apoiar as famílias afectadas pela crise económica, em es- pecial pelo desemprego, e que necessitam de um apoio adicional para serem reinseridas na so- ciedade de forma digna e com critérios de justi- ça mais claros.

de um apoio adicional para serem reinseridas na so- ciedade de forma digna e com critérios
O CDS exigiu a sua aplicação integral na Madeira!

O CDS exigiu a sua aplicação integral na Madeira!

Combate ao novos fenómeno da pobreza envergonhada da pobreza envergonhada

Estender o apoio alimentar para que ninguém passe fomeCombate ao novos fenómeno da pobreza envergonhada

Apoio às famílias com filhos e afectadas pelo desemprego afectadas pelo desemprego

Apoios a crianças e jovens em bairros problemáticos bairros problemáticos

Apoio à criação do próprio emprego com o Micro-crédito emprego com o Micro-crédito

Mais apoios de bolsas de estudo universitárias estudo universitárias

Apoiar o regresso à agricultura para evitar o desemprego para evitar o desemprego

Tarifas de transporte especiais para os mais carenciados especiais para os mais carenciados

Promover o emprego nas IPSS (instituições solidariedade social) (instituições solidariedade social)

Também tarifas de Gás e Electricidade de cariz social Electricidade de cariz social

Criar formas de arrendamento para os mais carenciados para os mais carenciados

Idosos e doentes crónicos não pagam qualquer taxa de saúde pagam qualquer taxa de saúde

Apoio domiciliário a idosos com alimentação e limpeza com alimentação e limpeza

Fornecimento aos idosos mais necessitados de medicamentos Cuidados continuados e paliativos de qualidade medicamentos
Fornecimento aos idosos mais necessitados de medicamentos Cuidados continuados e paliativos de qualidade Cuidados continuados e paliativos de qualidade

Fornecimento aos idosos mais necessitados de medicamentos Cuidados continuados e paliativos de qualidade

Incentivar o emprego de pessoas deficientes pessoas deficientes

Facilitar o funcionamento de cresces e lares de idosos cresces e lares de idosos

As instituições sociais gerem instalações subaproveitadasFacilitar o funcionamento de cresces e lares de idosos Para o CDS é importante mudar o

Para o CDS é importante mudar o relacionamento com a República de forma a haver renegociação da dívida, reduzir os impostos, aumentar a produção regional , pagar a fornecedores e criar empregos. Só assim a impostos, aumentar a produção regional , pagar a fornecedores e criar empregos. Só assim a pobreza diminui.

reduzir os impostos, aumentar a produção regional , pagar a fornecedores e criar empregos. Só assim

Ideias Claras

aumentar a produção regional , pagar a fornecedores e criar empregos. Só assim a pobreza diminui.

o apoiar as famílias

minação e sem preconceitos

10 | Alternativa! Alternativa! 10 |

 

» ENTREVISTA

 

Quem é Isabel Torres?

Isabel Torres nasceu no Funchal, a 11 de Julho de 1953. É casada e mãe de uma filha. Doutorada em Bioquímica pela Universidade da Madeira (com distinção e louvor) e licenciada em Farmácia pela Universidade Clássica de Lisboa, foi Directora Técnica de Farmácia e dedicou grande parte da sua vida profissional à docência, primeiro no ensino secundário e, posteriormente, no ensino superior. Foi vice-reitora da Universidade da Madeira, Presidente do Conselho de Administração do Centro de Investigação e Tecnologia da Madeira

 

I

sabel Torres, deputada do CDS-PPeVice-Presidenteda Assembleia Legislativa da Madeira é crítica em relação à prática política do PSD, mas aponta soluções.

nomia, ou seja, aquilo que foi conseguido no plano autonómico ao longo de muitos anos,

nomia, ou seja, aquilo que foi conseguido no plano autonómico ao longo de muitos anos, foi agora perdidodeuma assentada.

dores, leva a que muitas empresas sejam confrontadas com a falência, a queocorram

 

Alternativa (A) - Que avaliação faz

à

situação que a Madeira e

o

Porto Santo estão a viver?

Isabel Torres (IT) - A situação que as famí-

e

Membro do Conselho Científico da

lias e as empresas Madeirenses e Portos- santensesvivem é, efetivamente, dramática eangustiante. O desânimoégeneralizado!

necessário dizê-lo com frontalidade que o Plano de Ajuda Financeira solicitado pelo GovernoRegional, aoGovernoda República, nas condições em que o Presidente do Go- verno entendeu fazer, tem e terá conse-

É

Escola Superiorde Enfermagem da Madeira. Foi igualmente uma das responsáveis pela criação do Curso de Medicina da Universidade da Madeira. Publicou ainda diversos artigos

científicos em revistas internacionais.

O

mérito da sua carreira profissional e

quências profundas, muito graves e dura- dourasnoplanoeconómico, financeiroeso- cial da Região. Nãoadianta oPSDM atribuirculpasaoCDS Madeira, pois o CDS nunca governou na Madeira. A Madeira necessitava de uma

ajuda financeira urgente porparte da Repú- blica, pois o Governo Regional começava a ter gravíssimos problemas de Tesouraria e as dívidas aumentavam a uma velocidade estonteante. O Governo Regional negociou

académica foi reconhecido recentemente pelo Governo Regional, através de um louvorpúblico emanado pelo Conselho de Governo no qual reconhece o seu “perfil técnico excepcional e elevado sentido de missão e inovação”. Politicamente, Isabel Torres foi mandatária regional da candidatura presidencial de Aníbal

o

empréstimo com a República, numa si-

 

rupturas de medicamentos e outros mate- riais no Hospital, ao aumento brutal do nú- mero de desempregados, à falta de dinheiro em circulação e a uma economia cada vez mais débil, entre muitas outras consequên- cias, igualmentegravesenegativas.

A - Como classifica a situa- ção social que se vive na Madeira actualmente? IT- Muito grave e preocupante. Muitas fa- mílias Madeirenses e Portossantenses vi- vem hoje momentos muito difíceis, decor- rentes do desemprego (superior a 25 000 desempregados), do sobre endividamento, da exclusão social e da pobreza extrema e, assistimos ainda, a fenómenos muito preo- cupantes, como o surgimento dos “novos

Cavaco Silva e membro da Comissão de Honra da mesma candidatura. Em Outubro, estreia-se nas lides partidárias, como deputada do CDS- PP e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira. Isabel Torres gosta de nadar, de música e de cinema. Entre livros, escolhe António Alçada Baptista como escritorde eleição. Gosta de viajar, de cidades grandes mas também da beleza e pacatez do litoral alentejano e madeirense.

tuação de enorme fragilidade (porcausa da dívida oculta) e não conseguiu um plano

maisfavorável para a Madeira. AMadeira e o Porto Santo estão confronta- dos com a maior crise desde a Autonomia. Estamos sujeitos a uma dupla austeridade,

primeira imposta pela Troika a queosCon-

a

A - O que acha que nos con- duziu até aqui? IT- O desequilíbrio das contas públicas e a falta de rigor conduziram a uma dívida gi- gantesca. O Governo Regional do PSD, nos últimos anos, não fez uma gestão cuidado-

tinentais estão igualmente sujeitos e, a se- gunda, decorrentedopedidodeajuda finan- ceira queoGovernoRegional fezaoGoverno da República. Em suma, o nosso custo de

sa e equilibrada das finanças e revelou-se incapaz deevitarodescalabrofinanceiro. Desatou a fazer obras, muitas delas, não prioritárias, outrasdeutilizaçãomuitoques- tionável e algumas ficaram inacabadas. Contudo, o Novo Hospital que era uma obra

vida éomaiselevadodoPaís!

O

Plano de Ajustamento Económico e Fi-

de extrema importância para Região, que o próprio Governo Regional assim considerou, foi deixadopara trás. A dívida do Governo Regional aos fornece-

nanceiro da Madeira, assinado pelo Presi-

dentedoGovernoepeloSecretárioRegional

das Finanças, representa a perda da Auto-

 

CDS-PP Madeira

 

Cada um de n contributo

 

11 | Alternativa!

pobres” ea “pobreza envergonhada”. Finalmente, o Governo Regional, há uma se- mana atrás, assumiu aquilo que vinha a ne- garhá uns tempos, isto é, o reconhecimento da pobreza e a gravidade da situação social na Região. O CDS vinha a alertarjá há algum tempo para a degradação da situação social na Região. Em JaneirodesteanooCDS, apresentou um Plano de Emergência Social. Foi rejeitado pelo PSD, com a justificação de que a maior partedasmedidasjá tinham sido implemen- tadaspelo Governo Regional e que não havia situações de fome, nem de emergência so- cial. Passados quatro meses, constatámos que aquilo que o Governo e o PSD M diziam em Janeiro, não era verdade. O que fizeram? Deixaram passar um tempo, mudaram o nome do Projeto que o CDS havia apresen- tado, fizeram pequenas alterações, e desi- gnaram-no como Programa Regional de In- tervenção Social. Pena, porarrogância e tei- mosia perdeu-setempo. Aproveito para esclarecerque é MENTIRA, o que o PSD M anda a divulgar, dizendo que o CDS da Madeira, persegue os beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O Ministro da Solidariedade e Segurança So- cial, Pedro Mota Soares que é do CDS e, é quem envia doContinente, odinheiropara as reformas e para os outros subsídios sociais, não pretende perseguiros beneficiários, pre- tende sim, combater o abuso e a fraude na atribuiçãodoRendimentoSocial deInserção,

adaptado às novas realidades orçamentais da Madeira e sério nas prioridades. Destaco algumasdasmedidas:

dealternativasnossectoresdoturismo, agri- cultura econstruçãocivil, constitui uma ameaça séria à estabilidade social na Região. Oscrescentesíndicesdepobreza, de sobre endividamento, de exclusão social, as- sociados a fenómenos de desestruturação social, criam desafios às famílias madeiren- ses, que a Madeira não presenciava há várias décadas. Espero que o Governo Regional, adopte as medidas de apoio social adequadas e efica- zes, poiscompeteoGovernotomá-las. Con- tudo, isso não exclui que cada um de nós, dê oseu contributo, porexemplo, atravésdeaju-

parlamentares e, quando me refiro a todos, sãoefetivamentetodos, sem excepção.

-Mercado Social de Arrendamento para aju- darasfamíliasnassuasdespesasde habita- ção, proporcionar a algumas famílias terem de novo uma habitação e contrariar o so- breendividamentofamiliar. -Linha demicro-créditopara estimulara ca- pacidadedaspessoaslançarem osseuspró- priosnegóciosecriarem oseu próprioempre- go, fomentando o empreendedorismo e o apoioaosquequisessem regressarà agricul- tura.

Linha de crédito para Instituições Sociais,

-

A

– Crê que o CDS-PP tem

assumido um papel relevan-

te

para que o debate político

seja mais elevado e para que os deputados se preo- cupem mais com os proble- mas das pessoas e menos com questões paralelas e espectáculo mediático? IT - Honestamente, penso que sim. O CDS PP tem procurado marcar a diferença pela elevaçãododebatepolíticoecom a apresen- tação de iniciativaslegislativasmuito válidas nas diferentes áreas (Saúde, Economia, So- cial, Ambiente) quetêm comoobjectivoprin- cipal melhorara vida das pessoas e das em- presas da Região. Infelizmente, todas são chumbadas pela maioria da bancada do PSD, independentemente, da sua qualidade e da sua eficácia. A argumentação do PSD para chumbaras nossas propostas é, já está tudo feito e as medidas que propomos já fo- ram todas implementadas pelo Governo Re- gional. Só não se percebe, como éque, o Go- verno Regional tendo feito tudo tão bem, conduziu a Madeira a um becosem saída. Constato com alguma mágoa, que o PSD apenas vota a favor os votos de pesar e al- guns votos de louvor. Mesmo assim, os dois últimosvotosdepesarnãoforam pacíficos.

pois muitas destas instituições, na Madeira, correm o risco de encerrar por via do atraso

das de proximidade, nomeadamente, aos nossosvizinhos, àspessoasquenosprestam serviço, aos casos que cada um de nós co- nhece. Estasajudassãomuitoeficazeseevi- tam muitasvezesmalesmaiores.

dospagamentosedastransferênciasdoGo-

vernoRegional.

Programa de trabalho ativo e solidário em especial daquelesquemaisdificuldadestêm em seintegrarnomercadodetrabalho.

-

Paralelamente, a estas medidas urgentes de apoio social, é necessário, um rigor sério e contínuo dascontaspúblicasda Região, não

-

Programa alimentar que visava uma ali-

é possível mais austeridade, as famílias e as empresasjá nãoconseguem suportarmais. É fundamental que o Governo Regional go- verne, e governar é agir e decidir. É urgente um plano sério de estímulo ao crescimento económico e de combate ao desemprego, para que, haja criação de riqueza, através de investimentos e, assim, se possa gerar em- prego e inverter a tendência do aumento do desemprego.

mentação condigna, agilizando e reforçando os procedimentos, através de ações de soli- dariedade, nomeadamente, com o banco ali- mentar, com asgrandessuperfícies, asinsti- tuiçõesdesolidariedadesocial eovoluntaria- do.

A – Crê então que a articula- ção entre as diversas insti- tuições, públicas, privadas e da Igreja é o melhor cami- nho para um combate que diz ser decisivo? IT-Sem dúvida. Aconcretizaçãodeprojetos regionaisde solidariedade social terá de con- tarcom todos.

A – Teme que o cenário que descreve, no que respeita à emergência de novos po- bres, possa conduzir a situa- ções sociais graves? IT-Sim, temo. É necessárioestarmosprepa- radospara isso. O desempregodevidoà contraçãoda econo- mia regional, asfixiada pela ausência

 

A – Como classificaria o que se passa na Assembleia Le- gislativa da Madeira, incluin- do o comportamento da maioria e de alguns deputa- dos de pequenos partidos? IT - O debate parlamentar deve ser vivo e participado, com respeito e sem que se re- corra a ataquespessoais. Nãogostaria declassificar, prefirodizerqueo Parlamento Regional, necessita urgente- mente de reabilitara sua imagem, a sua cre- dibilidade e voltar a merecer o respeito dos quenoselegeram. Ora, para queissoaconte- ça, tem que ocorrer, necessariamente, uma mudança de comportamento de todos os

A

– Que comentário faz à

para que esta ajuda possa abranger quem efetivamenteprecisa.

A - Quais são as propostas concretas do CDS-PP Madei- ra para combater os fenó- menos sociais como a po- breza, a exclusão? IT - O CDS-PP Madeira consciente da sua responsabilidade social com os madeirenses propôs, como já referi anteriormente, a cria- ção de um Plano de Emergência Social cen- trado em medidas e soluções específicas à situaçãoregional. Era um Programa inovador, criativo, agregador de parcerias, realista e

aplicação das taxas mode- radoras de Saúde, por parte do Governo Regional? IT - O CDS, durante a discussão do Orça- mentoRegional, em Marçodesteano, levan- tou esta questão ao Secretário Jardim Ra- mos, ao que este respondeu que não haveria aplicação das taxas moderadoras no Serviço PúblicodeSaúdena Região. Poisbem, osre- sultados estão à vista. Penso que os Madei- renses já perceberam as enormes contradi- çõesdeste Governo Regional e, a seu tempo, tirarãoassuasconclusões.

 

Ideias Claras

 

ós deve dar o seu na área social

12 | Alternativa! Alternativa!
12 | Alternativa!

» SAÚDE

12 | Alternativa! » SAÚDE O dito por não dito… … sobre as taxas moderadoras da

O dito por não dito…

… sobre as taxas moderadoras da saúde

por não dito… … sobre as taxas moderadoras da saúde Não haverá taxas moderadoras Declarações de

Não haverá taxas moderadoras

Declarações de Ventura Garcês em Dezembro de 2011 na conferencia de imprensa conjunta com o Presidente do Governo da Madeira no dia que assinaram Plano de Assistência à Madeira com a Republica

assinaram Plano de Assistência à Madeira com a Republica A orientação do senhor Presidente do Governo

A orientação do senhor Presidente do Governo é para não implementar taxas moderadoras no serviço de saúde

Declarações do secretário Dr. Francisco Jardim Ramos em Novembro de 2011

secretário Dr. Francisco Jardim Ramos em Novembro de 2011 Apenas os turistas vão pagar taxas moderadoras

Apenas os turistas vão pagar taxas moderadoras

Afirmação da deputada Rafaela Fernandes do PSD em Março de 2012

da deputada Rafaela Fernandes do PSD em Março de 2012 Prepararem-se para a entrada em vigor

Prepararem-se para a entrada em vigor da medida que foi anunciada pelo Governo Regional

Afirmação do Administrador do Hospital, Dr. Miguel Ferreira em Maio de 2012

Os madeirenses vão passar a pagar 20 Euros pelos atendimentos nas Urgências

CDS-PP Madeira

 

13 | Alternativa!

» ACTIVIDADE PARLAMENTAR

 
 

Intervenção em várias áreas

E

Maio, o Grupo Parla- mentar do CDS/PP apresentou diversas propostas na Assem-

m

mentar do CDS/PP apresentou diversas propostas na Assem- m continua a publicar cartoons e textos que

continua a publicar cartoons e textos que podem ser interpretados como ameaças a jornalistas e outros agentes políticos. Na sequência de um cartoon publicado no Jornal da Madeira, con- tendo linguagem que a generalidade da população interpreta como tendo ori- gem num código de grupos bombistas de 1975-78, o Grupo Parlamentar atra- vés de um pedido de audição, chamou com carácter de urgência à Assembleia Legislativa da Madeira, o Presidente da Direcção Regional do Sindicato dos Jor- nalistas e o Secretário Regional dos As- suntos Sociais, a fim de esclarecer as ameaças a jornalistas através deste ór- gão de comunicação.

OUTRAS PROPOSTAS APRESENTADAS

bleia Legislativa da Ma- deira, nomeadamente

na

área da Saúde, onde

 

se

têm acentuado as di-

ficuldades financeiras, com os pagamentos em atraso às em- presas. Os madeirenses têm agora a cer- teza de que vão pagar taxas moderadoras e isso vai agravar os seus orçamentos fa- miliares. Sabendo que os cuidados de saúde são imprescindíveis, as iniciativas legislativas do CDS visam apresentar so- luções para a austeridade que afecta o dia-a-dia de cada família madeirense. Mas as iniciativas parlamentares do CDS/PP não se ficaram pela Saúde. Os deputados ‘populares’ apresentaram pro- postas nas áreas de Economia e Finan- ças, Ambiente, Ordenamento do Territó- rio e Política Geral. Cumprindo o seu dever de informar os Ci- dadãos, os deputados do CDS apresen- tam o seu relatório de actividade desen- volvida.

Regional de Saúde, o Governo Regional quebra agora uma promessa eleitoral e surpreende com a imposição de mais um sacrifício aos Madeirenses e Portos- santenses. O CDS pediu uma audição parlamentar ao Secretário Regional dos Assuntos Sociais com vista a esclarecer qual a razão desta mudança de orienta- ção política, o porquê da mesma ter sido escondida dos Madeirenses e quais os critérios que irão presidir à aplicação destas taxas moderadoras.

te

esta realidade, o CDS pediu para ou-

DURANTE O MÊS DE MAIO

vir, com carácter de urgência, o Vice- Presidente do Governo Regional e o Se- cretário Regional do Plano e Finanças. Se, por um lado, a Madeira não está preparada para a austeridade, por ou- tro, é urgente que sejam encontradas alternativas ao despesismo que se as- sistiu nos últimos anos. A Região tem um conjunto de prédios urbanos que não estão a ser utilizados. O CDS, atra- vés de um Projecto de Resolução, pro-

pôs que fosse feito um levantamento exaustivo de todo o património edifica- do que, neste momento, está sem utili- zação em todos os concelhos da Re- gião, e que estes prédios sejam cedidos

-

Constituição de Comissão Parlamen-

tar de Inquérito sobre a Contratualiza-

ção de prestação de Serviços do SE- SARAM com a empresa GESTIRUSA

- Projecto de Resolução que Reco- menda ao Governo Regional da Madei- ra a elaboração dos Planos e Ordena- mento da Orla Costeira

NA SAÚDE Muitas empresas madeirenses das quais dependem muitos empregos e ac- tividade económica, são fornecedorasde bens e serviços ao Serviço Regional de Saúde, mas o Governo Regional não paga a tempo e horas e tem causado episódios de carência nos hospitais, no- meadamente de falta medicamentos, dispositivos médicos e materiais de consumo clínico. O Grupo Parlamentar CDS propôs,através de um Projecto de Resolução, que seja divulgado em deta- lhe o plano de pagamento previsto às entidades credoras e um eventual plano de consolidação da dívida a estas enti- dades. Depois de ter garantido que não iria aplicar taxas moderadoras no Serviço

-

Projecto de Resolução que propõe a

Revisão do Plano de Ordenamento do

Território da Região Autónoma da Ma- deira

NA ECONOMIA E FINANÇAS A economia madeirense entrou em re- cessão. A execução do plano de ajusta- mento financeiro, ao qual o CDS sem- pre se opôs, não está a ter os resulta- dos esperados. Se o aumento da carga fiscal em 25% sobre os contribuintes Madeirenses supostamente permitiria aumentar as receitas fiscais em 120 milhões, assistimos pelo contrário a uma redução do valor arrecadado, se o compararmos a 2011. Tudo indica que a Região não está minimamente prepa- rada para a austeridade. Tendo presen-

-

Audição Parlamentar sobre a Situa-

ção financeira e condições de operacio-

nalidade das corporações de bombeiros da Região Autónoma da Madeira

a

associações que trabalhem nas áreas

-

Audição Parlamentar sobre o Contro-

económica, social, cultural e desporti-

le do andamento do processo de rees-

va, tornando-se uma mais valia para instituições com poucos recursos.

truturação das empresas dos sectores do ambiente, águas e resíduos da res- ponsabilidade do sector empresarial da Região e implementação dos diversos

NA POLÍTICA GERAL

A

3 de Maio celebrou-se o Dia Mundial

sistemas nos municípios aderentes.

da Liberdade de Imprensa, mas o Jornal da Madeira, órgão de comunicação de capitais públicos e sob tutela do Secre- tário Regional dos Assuntos Sociais,

-

Projecto de Resolução que propõe a

Elaboração do Plano de desenvolvimen- to Económico e Social para o período compreendido entre 2014-2020.

 

Ideias Claras

 

14 | Alternativa! Alternativa!
14 | Alternativa!

» PODER LOCAL

Nascentes devem ser melhor aproveitadas na Ponta do Sol

Nascentes devem ser melhor aproveitadas na Ponta do Sol As zonas costeiras do concelho,cujas condições

As zonas costeiras do concelho,cujas condições climatéricas são as mais pro- pícias a este tipo de cultura, nomeada- mente a Madalena do Mar e o Lugar de Baixo, socorrem-se presentemente de

rácios de utilização de águas captadas e distribuídas desde cotas muito superio- res. Tomando como exemplo o Lugar de Bai- xo, as nascentes existentes garantem

S endo a agricultura em geral, e em particular a produção de banana, a principal atividade e meio de sustento da maioria das famílias re-

sidentes na orla costei- ra do concelho da Pon- ta do Sol, e não havendo, na atual con- juntura económica, o vislumbre de ativi- dades alternativas ou complementares aos respetivos orçamentos familiares, cumpre-me enquanto cidadão e muníci- pe alertar para o inconsequente desper- dício de recursos naturais”. A ideia é de- fendida pelo engenheiro Artur Aguiar, quando convidado a falar sobre as ques- tões da água e da agricultura na orla costeira do concelho da Ponta do Sol. “Dado o conhecimento intrínseco que os homens e mulheres da nossa terra acu- mularam no cultivo da banana, é quase do senso comum que os seus níveis de produção são diretamente proporcionais à disponibilidade do regadio”, acrescenta Artur Aguiar.

um caudal, em regime continuo durante todo o ano, suficiente para o regadio de cerca de 60% da sua área de cultivo. “Estas nascentes a serem captadas, ainda que em períodos mortos, represen- tariam um substancial acréscimo na dis- ponibilidade para o regadio, permitindo um tratamento mais aturado e eficaz”, refere o profissional. Ora, a inexistência de infraestruturas de captação e armazenagem de tão precio- so recurso natural condiciona um expo- nencial acréscimo na produção, em quantidade e qualidade, condicionando a possibilidade de desenvolvimento eco- nómico local e a criação de riqueza para o concelho e para as famílias. “Como engenheiro, impõe-se-me refletir nas razões que obstam a tão simples so- lução técnica, e de investimento quase desprezável, face ao retorno garantido”, conclui. Artur Aguiar é natural da Ponta do Sol, exercendo funções enquanto engenheiro mecânico numa empresa de engenharia preventiva e inspeções técnicas.

Machico merece um rumo

preventiva e inspeções técnicas. Machico merece um rumo tentativa para levar o barco a bom porto.

tentativa para levar o barco a bom porto. E os passageiros? Sim, os passageiros, que somos todos nós, Machiquenses or- gulhosos, lutadores, esforçados e dedi- cados. Que resposta nos dá, capitão

(leia-se Presidente da Câmara)? Que resposta nos dão os restantes tripulan- tes daquela nau (leia-se elenco camará- rio)? Foi para isto que os elegemos e que em vós confiámos? Para que no mo-

É nas piores fases da vida que sobressai o carácter, a força e o empenho de cada de um. Naquela que é a pior

crise desde que foi im- plementada a Autono- mia, quando mais precisamos de líderes,

de rumo, de estratégia e de ideias, o que

temos é

ção que não governa, um partido que li- dera (?) a oposição municipal e que é inexistente e Machico, terra onde tudo começou, está à deriva, sem timoneiro no leme e sem tripulação. Navegamos como um barco sem motor, sem vela, à deriva, onde o Capitão e a tri- pulação estão resignados, sentados a ver para onde a maré os leva, sem esboçarem um esforço, uma ação, sem fazerem uma

NADA, ou seja, uma governa-

mento em que mais precisamos de vós, desistam da vossa obrigação e qual avestruz, enterrem a cabeça na areia e esperem que tudo passe? Enquanto os passageiros passam fome , enquanto desesperam por uma palavra, um rumo, o Capitão e tripulação refaste- lam-se com fartos banquetes, - sim por- que para cuidarem de si próprios eles têm ideias e imaginação! Hoje, em Machico, os passageiros, que somos todos nós, vão calando a revolta, procurando um rumo, um líder e uma tri- pulação. Mas este é o momento de nós, Machiquenses, perdermos o medo e to- marmos conta do barco. É o momento de nos atrevermos e de procurar uma nova via, sem medo e sem preconceitos. Machico merece, os Machiquenses me- recem, tomar os seus destinos nas suas mãos.

CDS-PP Madeira

15 | Alternativa!

» FOTOREPORTAGEM

15 | Alternativa! » FOTOREPORTAGEM O CDS-PP continua “Ao Encontro dos Cidadãos”, percorrendo todas as freguesias
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15 | Alternativa! » FOTOREPORTAGEM O CDS-PP continua “Ao Encontro dos Cidadãos”, percorrendo todas as freguesias

O CDS-PP continua “Ao Encontro dos Cidadãos”, percorrendo todas as freguesias da Madeira, reunindo com as instituições e sobretudo ouvido as populações para, com elas, construiruma alternativa. Uma alternativa de governo que não esteja de costas voltadas para os cidadãos. Que não fuja. Que dialogue. Que responda. Que, efectivamente, governe. Com todos e para todos.

Ideias Claras

16 | Alternativa! Alternativa!
16 | Alternativa!

» ÚLTIMA

Por um melhor Parlamento

16 | Alternativa! » ÚLTIMA Por um melhor Parlamento A Assembleia Le- gislativa da Ma- deira

A Assembleia Le- gislativa da Ma- deira (ALM) é o órgão mais im- portante da nos- sa Autonomia,

representando, através dos di- versos partidos, todos os Cidadãos da Madeira e do Porto Santo. Deve, por isso, ter a dignidade que hoje não tem. Por entende-lo, o CDS-PP Ma- deira deu início ao processo que poderá culminar na declaração de ilegalidade e inconstitucionalida- de, por parte do Tribunal Consti- tucional, do Regimento, ou seja, das regras de funcionamento das sessões plenárias e do próprio Parlamento. É fundamental que todos os par- tidos tenham os mesmos direitos na ALM. É fundamental facilitar o acesso dos cidadãos aos direitos de iniciativa legislativa e de peti- ção popular. É fundamental que o

Governo Regional se desloque com a frequência necessária ao Parlamento, prestando contas aos representantes de todos os Ma- deirenses. É fundamental que os debates e a actividade parlamen- tar decorram com normalidade democrática. É fundamental não

sobrepor o poder executivo ao po- der legislativo e fiscalizador que definem a razão de ser dos parla- mentos. Por acreditar que a Madeira pode

– e deve – ter uma melhor Demo-

cracia, o CDS-PP deu início ao procedimento que visa conseguir

a declaração de inconstitucionali-

dade do actual Regimento da As- sembleia Legislativa da Madeira, aprovado exclusivamente pelo PSD. Todos os partidos da oposi- ção foram convidados a subscre- ver o documento, pretendendo-se assim concertar esforços. Exerça a seu direito de fiscalizar a actividade política e acompanhe o processo em curso.

a banca da Violeta Fale com o CDS-PP FICHA TÉCNICA GRUPO PARLAMENTAR DO CDS -
a banca da Violeta
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GRUPO PARLAMENTAR DO CDS - PP
Rua da Alfândega, nº 71 1º andar - Funchal
Grupo Parlamentar: 291 210 500
Colaboraram neste Número: José Manuel Rodrigues, Lídio Aguiar, Luísa
Gouveia, Lino Abreu, Rui Barreto, Mário Pereira, Isabel Torres, Margarida
Luís, Artur Aguiar, Paulo Couto, Amílcar Figueira e Gonçalo Nuno Santos.
e:mail: cdsppmadeira@gmail.com
Impressão: Imprinews - Empresa Gráfica
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CDS-PP Madeira