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Índice

A Fisga

Não há Estrelas no Céu

O

Os Filhos da Nação Não Sou o Único Stir it Up I Can See Clearly Now Estou na Lua

A Noite

Lady (Hear me Tonight) Vampiro Doidão

Dunas Vida de marinheiro

A

P’ra ti Maria

O

Palco

A Morte Saiu à Rua

Postal dos Correios

Anzol

Barata

Pai da Criança

2

3

4

4

5

6

6

7

8

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

 

Oh Mãe

17

O

Pópó da Namorada

18

Minha Mulher Não Deixa Não

19

Chan Chan

20

Menina Estás à Janela

21

Loucos de Lisboa

22

Vira-vira

23

Homem do Leme

24

Atira-tó Mar

25

Malhão

26

Trem das Onze

26

Porto Sentido

27

As Melhores Músicas do Mundo

A Fisga

Rio Grande

C

Trago a fisga no bolso de trás

G

E na pasta o caderno dos deveres

Mestre-escola, eu sei lá se sou capaz

C

De escolher o melhor dos dois saberes

C

O meu pai diz que o Sol é que nos faz

C7

F

Minha mãe manda-me ler a lição

Dm

G

Mestre-escola, eu sei lá se sou capaz

C

Faz-me falta ouvir outra opinião

E

Eu até

Am

nem sequer sou mau rapaz

E

Am

Com maneiras até sou bem mandado

Dm

G

Mestre-escola diga lá se for capaz

C

Pra que lado é que me viro, pra que lado?

Eu até…

Trago a fisga…

As Melhores Músicas do Mundo

Não há Estrelas no Céu

Rui Veloso

C

Não há estrelas no céu, a doirar o meu caminho,

F

G

C

por mais amigos que tenha sinto-me sempre sozinho

De que vale ter a chave de casa para entrar, ter uma nota no bolso pra cigarros e bilhar

Refrão

Am

D

A primavera da vida é bonita de viver

G

F

Tão depressa o sol brilha

G

C

Como a seguir está a chover

Am

Para mim hoje é Janeiro,

D

Está um frio de rachar

G

F

Parece que o mundo inteiro

Em

G

C

Se uniu para me tramar

Passo horas no café sem saber para onde ir tudo à volta é tão feio, só me apetece fugir.

Vejo-me à noite ao espelho o corpo sempre a mudar de manhã ouço o conselho que o velho tem para me dar.

Refrão

Vou por aí às escondidas a espreitar às janelas perdido nas avenidas e achado nas vielas

Mãe, o meu primeiro amor foi um trapézio sem rede sai da frente por favor, estou entre a espada e a parede

Refrão 2:

Am

D

Não vês como isto é duro, ser jovem não é um posto

G F

ter de encarar o futuro

G

C

com borbulhas no rosto

Am

Porque é que tudo é incerto

D7

não pode ser sempre assim

G F

se não fosse o Rock & Roll

Em

G

C

o que seria de mim?

C F G

Não Há Estrelas No Céu

As Melhores Músicas do Mundo

O Anzol

Rádio Macau

D A Em G

Ai eu já pensei mandar pintar o céu

Em tons de azul pra ser original

Mas só depois notei que azul já ele era

Houve alguém que teve ideia igual

D

A

Em

A

 

Eu não sei se hei-de fugir ou morder o anzol

D

A

Em

G

D

Já não há nada de novo aqui debaixo do Sol

Já me persegui por becos e ruelas de horror

Caminhos sem saída

Até que me perdi sozinha sem saber de cor

Pintar a minha vida

Os Filhos da Nação

Quinta do Bill

Am

C

Aqui estás tu jovem atento

F

C

acordado neste fim de século

Am

C

à espera de um lugar difícil de encontrar

F

G

no canudo vive a esperança

Am

C

atrás das luzes em vertigem

F

C

Am

C

ao medo da noite recente, que tens de conquistar

F

G

C

que tens de conquistar

C

Ai estes são os filhos da nação

F

C

G

Adultos para sempre

C

F

Ansiosos por saber

C

G

C

Se a cruz é salvação

Depois acenas sem nada p'ra temer velho cúmplice da decisão preso a uma ordem que não podes quebrar ouves fascinado o ofício da vitória

a fobia de um monólogo

que insistes em partilhar mas não entendes porquê

As Melhores Músicas do Mundo

Não Sou o Único

Xutos & Pontapés

Dm

G

Vais ver o sol brilhará Vais ver o sol brilhará

Intro:

Am

G

 

Refrão 2:

Am G Dm C

Estrofe:

Am G Dm C

Não! Não sou o único

(Eu não sou o único)

Pensas que eu sou um caso isolado Não sou o único a olhar o céu

A ver os sonhos partirem

À espera que algo aconteça

A despejar a minha raiva

A viver as emoções

A desejar o que não tive

Agarrado às tentações

Refrão 1:

F

C

E quando as nuvens partirem

Dm

A

O

céu azul ficará

F

C

E

quando as trevas se abrirem

Não sou o único a olhar o céu

Não! Não sou o único

Não sou o único a olhar o céu

(Eu não sou o único)

Pensas que eu sou um caso isolado Não sou o único a olhar o céu

A

ouvir os concelhos dos outros

E

sempre a cair nos buracos

A

desejar o que não tive

Agarrado ao que não tenho Não! Não sou o único Não sou o único a olhar o céu

Refrão 1

Refrão 2

x2

Am G Dm C

As Melhores Músicas do Mundo

Stir it Up

Bob Marley

G

C

D

Stir it up, little darling. Stir it up, come on baby. Come on and stir it up, little darling. Stir it up.

It's been a long, long time since I’ve got you On my mind. Now you are here, I said it’s so clear; To see what we can do, baby, just me and you.

Refrão

I'll push the wood, yeah, blaze your fire, Then I'll satisfy your heart’s desire. Said, I'll stir it, yeah, every minute. All you got to do, baby, is keep it in it.

Refrão

Oh, will you quench me when I’m thirsty? Come and cool me down, baby, when I'm hot? Your recipe, darling, is so tasty, And you sure can stir your pot, so

I Can See Clearly Now

Jimmy Cliff

D

G

D

I

can see clearly now the rain is gone

D

G

A

I

can see all obstacles in my way

 

D

G

D

Gone all the dark clouds that made me blind

 

C

G

D

It's gonna be a bright, (bright) bright, (bright) sun shiny day

 

D

G

D

Yes I can make it now the pain is gone,

 

D

G

A

All of the bad feelings have disappeared.

 

D

G

D

Here is the rainbow I have been praying for.

 
 

C

G

D

It's gonna be a bright, (bright) bright, (bright) sun shiny day

F

C

Look all around, there's nothing but blue skies

F

Look straight ahead, there's nothing but blue skiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiies.

C#m G C#m G C Bm A

A

As Melhores Músicas do Mundo

Estou na Lua

Os Lunáticos

C F G

C

F

G

Andava eu atrás dela como um príncipe atrás da Cinderela Distraído bati num avião dei um pontapé e disse um palavrão

Refrão (2x)

Am

F

Mas porque é que eu estou aqui vou mas é pra casa pôr-me a estudar Ela nem olha pra mim

Am

F

G

ou então finge não olhar

Estou na lua, não me chateies que eu agora estou na lua E em breve vou chegar ao céu onde tu estás toda nua só c'um véu Só cum véu, só cum véu

Lá continuei eu atrás da minha amada como um cavaleiro que defende a espada Ao virar a esquina entrou num restaurante tinha um emprego, muito importante

Olhei para a vitrine, a ver se estava belo passei as mãos pelo cabelo Sacudo a camisa rota no cotovelo preparei-me para entrar

Refrão (2x)

Face down, ass up Face down, ass up Face down, ass up That’s the way we like to fuck

Face down, ass up, that’s the way we like to fuck Face down, ass up, that’s the way we like to fuck Face down, ass up, that’s the way we like to fuck Face down, ass up, that’s the way we like to fuck

As Melhores Músicas do Mundo

A Noite

Lady (Hear me Tonight)

Resistência

Modjo

D Em G D

 

Em7-Em8

Am7-Am8

D7-D8

Em

Ela sorriu,

G

D

E ele foi atrás

Em

Ela despiu-o

G

D

E ela o satisfaz.

Passa a noite, Passa o tempo devagar. Já é dia Já é hora de voltar.

D

Aqui ao luar

Em

Ao pé de ti, ao pé do mar

G

Só o sonho fica

A

D

Só ele pode ficar.

Lady, hear me tonight Coz' my feeling is just so right As we dance by the moonlight Can't you see you're my daylight

Lady, I just feel like

I won't get you out of my mind

I feel love for the first time

And I know that it’s true

I can tell by the look in your eyes

As Melhores Músicas do Mundo

Vampiro Doidão

Raul Seixas

Blues em E:

E A E B A E B

Puta que pariu, meu gato pôs um ovo, Mas gato não põe ovo, puta que pariu de novo!

Sou vampiro doidãoSou vampiro doidão Quero morrerTodo peladão!

A princesa Isabel, que se amarra num negão fumou um baseado e aboliu a escravidão.

dentro do caixão.

Diego Maradona, que joga na Argentina não sabe se é crack ou ainda é cocaína

Sou vampiro doidãoSou vampiro doidão Só bebo sangue De menstruação.

Estava no escurinho, comendo a empregada, Alguém abriu a porta e eu comi a bunda errada

Sou vampiro doidãoSou vampiro doidão Eu tô muito loco! Esse é baseado do bão!

Sou vampiro doidão… Sou vampiro doidão De dia eu durmo

O

é meu amigo,

De noite eu fumo um baseadão!

O

é meu colega,

Se droga fosse álcool, eu morria de cirrose, Se álcool fosse droga, eu morria de overdose!

Sou vampiro doidãoSou vampiro doidão Só faço sexo

Eu vou fazer com ele o que o cavalo faz com égua!

As Melhores Músicas do Mundo

Dunas

GNR

Intro: G Em C D

G

Em

Dunas, são como divãs

C

Biombos indiscretos de alcatrão sujo

D

Rasgados por cactos e hortelãs

Deitados nas dunas, alheios a tudo Olhos penetrantes, pensamentos lavados

G

Em

Bebemos nos lábios refrescos gelados,

C

D

Selamos segredos, saltamos rochedos

G

Em

Em câmara lenta como na T.V.

C

D

Palavras a mais na idade dos porquês

Dunas, como que são divãs

E quem nos visse deitados, cabelos molhados Bastante enrolados, sacos-cama salgados

Nas dunas, roendo maçãs

E a ver garrafas d'óleo boiando vazias Nas ondas da manhã

G

Em

Bebemos nos lábios refrescos gelados,

C

Onde?

G

D

Nas Dunas…

Em

C

Em câmara lenta como na T.V.

D

Nas Dunas!

Baptchi-uarê-uarê…

As Melhores Músicas do Mundo

Vida de marinheiro

Sitiados

A

Esta vida de marinheiro

D

está a dar cabo de mim

E

ra parapa raparapa raparaparê

D A D E

A

Foi no porto de Lisboa

D

Beber a cantar

E

Conheci um marinheiro

A

de quem vos vou falar

Valente marinheiro Nascido em noite de tempestade De herança uma garrafa que deixou pela metade

Fascínio pela água ardente Nem o deixou pensar

Escolheu ser marinheiro mesmo sabendo enjoar

E assim foi navegando Pelos lados de Sodré Mas tendo uma garrafa Nunca mais se perde o pé

[refrão] x2

D A D E

Há quem navegue de porto em porto Navegue de bar em bar Há quem procure fazer fortuna Eu procuro naufragar

Telefonei para Tóquio Só p’ra te ouvir cantar Pensei que a tua voz me pudesse animar

[refrão] x2

D A D E

Há quem…

D

A D A C#m

D

A D E

[refrão] x4

As Melhores Músicas do Mundo

A Barata

Só P’ra Contrariar

Introdução: G G7 Am D7

 

(x2)

Refrão:

 
 

Am

Toda vez que chego em casa

 
 

D7

G

A

barata da vizinha está na minha cama

 

G7

Am

Toda vez que chego em casa

 
 

D7

G

A

barata da vizinha está na minha cama

Diz aí Luís Fernando o que cê vai fazer Eu vou comprar um chicote pra me defender

 

(x2)

Ele vai dar uma chicotada na barata dela Ele vai dar uma chicotada na barata dela

(x2)

Refrão

 

Diz aí Rogério o que cê vai fazer Eu vou comprar um pau pra me defender

 

(x2)

Ele vai dar uma paulada na barata dela

Ele vai dar uma paulada na barata dela

(x2)

refrão

Diz aí Fernando o que cê vai fazer Eu vou comprar uma espora pra me defender

(x2)

Ele vai dar uma esporada na barata dela Ele vai dar uma esporada na barata dela

(x2)

refrão

Diz aí Luizinho o que cê vai fazer Eu vou comprar um inseticida pra me defender (x2)

Ele vai dar uma tonteada na barata dela Ele vai dar uma tonteada na barata dela

(x2)

refrão

Diz aí Serginho o que cê vai fazer Eu vou comprar uma furadeira pra me defender (x2)

Ele vai dar uma furada na barata dela Ele vai dar uma furada na barata dela

(x2)

refrão

Diz aí Alexandre o que cê vai fazer Eu vou comprar uma bombinha pra me defender

(x2)

Ele vai dar

Ele vai dar

As Melhores Músicas do Mundo

P’ra ti Maria

Xutos & Pontapés

Intro(x2): C F C F C G

C

F

De Bragança a Lisboa

C

F

C

G

são 9 horas de distância

C

F

queria ter um avião

C F

C

G

p'ra lá ir mais amiúde

C

F

dei cabo da tolerância

C

F

C

G

Rebentei com uns três radares

C

F

só para te ter mais perto

C

F

C

G

só para tu te dares

Refrão:

F

E

saio agora,

C

e

vou correndo!

F

e

vou-me embora,

C

e

vou correndo!

F

já não demora,

C

G

e

vou correndo p'ra ti

 

C

F

C

F

C

G

Maria

 

Tudo para Ti

C

F

C

F

C

G

:

Maria

:

Outra vez vim de Lisboa num comboio azarado

nem máquina tinha ainda

e já estava atrasado

dei comigo agarrado

ao ponteiro mais pequeno

e tu de certeza à espera rebolando-te no feno

[Refrão]

Seja de noite ou de dia

trago sempre na lembrança

a

cor da tua alegria

o

cheiro da tua trança

De Bragança a Lisboa são 9 horas de distância queria ter um avião p'ra lá ir mais amiúde

[Refrão]

C G

Tudo para Ti

C F

Maria

C

F

C

G

As Melhores Músicas do Mundo

O Pai da Criança

Chave d’Ouro

Intro: Am G

Na minha rua mora uma sopeira, Tem 20 anos ainda não namora. Na minha rua mora uma sopeira, Tem 20 anos ainda não namora. Aqui há dias apareceu inchada, Ai coitadinha, está perto da hora. Aqui há dias apareceu inchada, Ai coitadinha, está perto da hora.

Refrão

Intro

Mas quem será, o atrevido Que nesse dia pela porta entrou? Mas quem será, o atrevido Que nesse dia pela porta entrou? Maldita a hora que a patroa descobriu

O malandro do patrão, com a sopeira dormiu. Maldita a hora que a patroa descobriu

O malandro do patrão com a sopeira dormiu.

Mas quem será? Mas quem será? Mas quem será o Pai da criança?

Refrão

Eu sei lá, sei lá… Eu sei lá, sei lá!

Intro

Refrão

Mas quem será? Mas quem será Mas quem será o pai da criança? Eu sei lá, sei lá… Eu sei lá, sei lá!

As Melhores Músicas do Mundo

Palco

Gilberto Gil

E7+ Bm7 A Am

E7+

F#m7

Subo nesse palco,

G#m7

Minha alma cheira a talco

A7+

A/B

C#m7

Como bumbum de bebê,

G#7/13- A7+

E7+

de

bebê

F#m7

Minha aura é clara,

G#m7

A7+

B7

Só quem é clarevidente pode ver,

C#m7

pode ver

B7

Trago a minha banda, Só quem sabe onde é Luanda Saberá lhe dar valor, dar valor

Vale o quanto pesa, Prá quem preza o louco bumbum

do tambor,

do tambor,

Fogo eterno pra afugentar,

o inferno prá outro lugar

Fogo eterno pra consumir,

o inferno fora daqui

La

laiá,

Laiá, laiá, lá-laiá lá

fora daqui

La

laiá,

Laiá, laiá, lá-laiá lá

Venho para a festa, Sei que muitos tem na testa

O

Deus-Sol como um sinal,

um

sinal

Eu,

Trago um cesto de alegrias

de quintal,

como devoto,

de

quintal

Há também um cântaro Quem manda é a deusa música

pedindo prá deixar,

Derramar o bálsamo, fazer

cantar o cantar,

la

pra deixar

o canto

la iá

As Melhores Músicas do Mundo

A Morte Saiu à Rua

Zeca Afonso

Intro: Am C G Am

Am

C

G

Am

A morte saiu à rua num dia assim,

C

Am

Naquele lugar sem nome pra qualquer fim.

Dm

C

G

G

Uma gota rubra sobre a calçada cai,

Dm

C

G

Am

E

um rio de sangue do peito aberto sai.

O

vento que dá nas canas do canavial,

E

a foice duma ceifeira de Portugal,

E

o som da bigorna, como um clarim do céu,

Vão dizendo em toda a parte: - O pintor morreu.

Teu sangue pintor, reclama outra morte igual, Só olho por olho e dente por dente vale.

A lei assassina, a morte que te matou,

Teu corpo pertence à terra que te abraçou.

Aqui te afirmamos, dente por dente assim, Que um dia rirá melhor quem rirá por fim. Da curva da estrada há covas feitas no chão, E em todas florirão rosas por uma nação.

As Melhores Músicas do Mundo

Postal dos Correios

Rio Grande

D

Querida mãe, querido pai, então que tal?

G

Em

Nós andamos do jeito que Deus quer

G

D

Entre os dias que passam menos mal

A

D

Lá vem um que nos da mais que fazer

Mas falemos de coisas bem melhores

A

Laurinda faz vestidos por medida

O

rapaz estuda nos computadores

Dizem que é um emprego com saida

Cá chegou direitinha a encomenda Pelo expresso que parou na Piedade Pão de trigo e linguiça p'ra merenda Sempre da para enganar a saudade

G Bm C Am C G D G

Espero que não demorem a mandar Novidades na volta do correio

A ribeira corre bem ou vai secar?

Como estão as oliveiras de candeio?

Já não tenho mais assunto p'ra escrever Cumprimentos ao nosso pessoal Um abraço deste que tanto vos quer, Sou capaz de ir aí pelo Natal Um abraço

Oh Mãe

 

Íris

F#m

Am C D F Am C E Am C D F Am E Am E

Am

Oh mãe!

 

C

D

F

Aquele moss batê-me!

 

Am

C

E

Dê-mum pontapé no cu

 

Am

C

E

tu!

 

D

F

Nã dizes nada

 

Am

 

E

Am

E

Que raio de mâe és tu?

Oh mãe, Aquele moss batê-me!

Dê-mum pontapé na pêda

E tu!

Nã dizes nada Já tenho a pêda enchada

As Melhores Músicas do Mundo

O Pópó da Namorada

Augusto Canário

Intro: A E

A

E

Eu tinha um belo carrinho, que guiava tão contente,

A

Descuidei-me um bocadinho, desfi-lo num acidente.

A7

D

Fiquei triste p’ra morrer… Eu até metia dó!

A

E

Minha namorada ao saber, para não me ver sofrer

A

Emprestou-me o seu popó!

Refrão (x2):

Ai! Eu meto a primeira,

Eu meto a segunda,

(No Pópó da Namorada!)

(No Pópó da Namorada!)

Meto a terceira e a quarta… e até meto a marcha-atrás!

No Pópó da Namorada, eu assapo a todo o gás!

No Pópó da Namorada, eu assapo a todo o gás!

Intro

Que popó bem equipado, com airbags e buzina,

Tudo de escape alargado, e abre a parte de cima.

Eu não pude recusar tal oferta da minha amada,

Eu gosto de acelerar, agora é sempre a assapar

No Pópó da Namorada!

Refrão (x2)

Que popó maravilhoso, meu amor me deu p’ra andar!

De traseiro é jeitoso, até dá gosto assapar!

Gasta um pouco ao aquecer, mas para mim não é nada

Pois dá-me muito prazer, eu adoro abastecer

O Popó da Namorada!

Refrão (x2)

As Melhores Músicas do Mundo

Minha Mulher Não Deixa Não

Aviões do Forró

Intro - Cm Bb

Refrão

(x4)

(x2)

Refrão

(x2)

Intro

(x2)

Ei! No meu carrão vamos sair? Tem Aviões, todo mundo vai curtir

E ai? Lá em Marli tem cabeça de galo. Vem!

Cm

Refrão

(x2)

Vou não, quero não, posso não,

Intro

(x2)

Bb

Minha mulher não deixa, não Não vou não, quero não

Cm

Vou não, quero não, posso não,

Bb

Minha mulher não deixa, não Não vou não, quero não

Intro (x2)

Ei! Tu quer beber? Não quero, nãoNão quer por quê? Nã, nã, nã, nãoTu quer fumar? ÃimmNão quer por quê?

Ei! Tem duas nega?

E ai? Vamos arrastar?

Puxando a tua a gente bota o bicho lá

Quem és tu? És boiolão? Tu vai, ou não?

Refrão

(x4)

As Melhores Músicas do Mundo

Chan Chan

Buena Vista Social Club

Intro: Dm F Gm A7 Dm

F

De Alto Cedro voy para Mar Cané

Gm

A7

luego a Cueto, voy para Mallarid.

Dm

F

El cariño que te tengo

Gm

A7

no te lo puedo negar,

Dm

F

se me sale la babita,

Gm

A7

yo no lo puedo evitar.

Dm

F

Cuando Juanita y Chan Chan,

Gm

A7

en el mar cernían la arena,

Dm

F

como sacudía el jibe,

Gm

a Chan Chan le daba pena.

Dm

F

A7

Limpia el camino de paja,

Gm

que yo me quiero sentar,

A7

(x2)

Dm

F

en aquel tronco que veo

Gm

A7

y así no puedo llegar.

Dm

De Alto Cedro voy para Mar Cané

F

Gm

A7

luego a Cueto, voy para Mallarid.

As Melhores Músicas do Mundo

Menina Estás à Janela

Vitorino

G

A

Menina estás à janela com o teu

F#m7

Bm

Cabelo à lua não me vou

Em7

A

Daqui embora sem levar

D

D7

Uma prenda tua sem levar

G

A

Uma prenda tua sem levar

F#m7

Uma prenda dela com o teu

Em7

A

Bm

D

D7

Cabelo à lua menina estás à janela

G

Os olhos requerem olhos

A

F#m

E os corações corações

Bm

Em7

E os meus requerem os teus

A

D

D7

Em todas as ocasiões, menina

 

G

A

Estas à janela com o teu

 

F#m7

Bm

Cabelo à lua não me vou

 
 

Em7

A7

Daqui embora sem levar

 

D

D7

Uma prenda tua sem levar

 

G

A

Uma prenda dela sem levar

 

F#m

Bm

Uma prenda dela com o teu

Em7

A

D

Cabelo à lua menina estás a janela

As Melhores Músicas do Mundo

Loucos de Lisboa

Ala dos Namorados

E

-

A - E

E

- A

-

E -

A

-

E - A

A

Parava no café quando eu lá estava

E

B

Na voz tinha o talento dos pedintes

E

A

Entre um cigarro e outro lá cravava a bica

B

A

E

Ao melhor dos seus ouvintes.

As mãos e o olhar da mesma cor Cinzenta como a roupa que trazia Num gesto que podia ser de amor sorria E ao partir agradecia

Refrão

A

E

São os loucos de Lisboa que nos fazem duvidar

A

B

A

E

que a Terra gira ao contrário e os rios nascem no mar

Um dia numa sala do Quarteto Passou um filme lá do hospital Onde o esquecido filmado No gueto entrava como artista principal

Comprámos a entrada para a sessão Para ver tal personagem no ecrã

O rosto maltratado era a razão

De ele não aparecer pela manhã

Refrão

Mudámos muita vez de calendário Como o café mudou de freguesia Deixamos de tributo a quem lá Pára o louco a fazer -lhe companhia.

E sempre a mesma pose o mesmo olhar

A quem não mede os dias que vagueiam

Sentado lá continua a cravar beijinhos

Às meninas que passeiam

As Melhores Músicas do Mundo

Vira-vira

Mamonas Assassinas

RAIOS!

E

E D# C# B

B7

Fui convidado pra uma tal suruba

E

Não pude ir, Maria foi no meu lugar

B7

Depois de uma semana ela voltou pra casa

E

Toda arregaçada, não podia nem sentar

B7

Quando vi aquilo fiquei assustado

E

Maria, chorando, começou a me explicar

E7

A

Aí então eu fiquei aliviado

B7

E

E dei graças a Deus porque ela foi no meu lugar

Refrão:

B7

Roda, roda e vira

E

Solta a roda e vem

B7

Me passaram a mão na bunda

E

E ainda não comi ninguém

B7

Roda, roda e vira

E

Solta a roda e vem A

Neste raio de suruba

B7

Já me passaram a mão na bunda

E

E ainda não comi ninguém

B|----------|----------| G|----------|----------| repete 2x D|----------|----------|

A|-7-6-4-2--|--2-4-6-7-|

E|----------|----------|

Ô Manoel, olha cá como eu estou

Tu não imaginas como eu estou sofrendo

Uma teta minha um negão arrancou

E a outra que sobrou está doendo

Ô Maria, vê se larga de frescura

Que eu te levo no hospital pela manhã Tu ficaste tão bonita monoteta Mais vale um na mão do que dois no sutiã

Refrão

Oh! Maria essa suruba me excita Arrebita, arrebita, arrebita Então vá fazer amor com uma cabrita Arrebita, arrebita, arrebita Mas Maria isto é bom que te exercita Bate o pé, arrebita, arrebita Manoel tua cabeça tem titica Larga de putaria e vá cuidar da padaria

Refrão

As Melhores Músicas do Mundo

Homem do Leme

Xutos & Pontapés

Am Em F G

Sozinho na noite, Um barco ruma, para onde vai?

Uma luz no escuro, Brilha a direito, ofusca as demais.

E mais que uma onda, mais que uma maré,

Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé!

Mas vogando à vontade, rompendo a saudade, Vai quem já nada teme, vai o homem do Leme!

Am F C Em

E

uma vontade de rir, nasce do fundo do ser!

E

uma vontade de ir, correr o mundo e partir!

A

vida é sempre a perder!

No fundo do mar, jazem os outros os que lá ficaram

em dias cinzentos, descanso eterno lá encontraram

E mais que uma onda, mais que uma maré Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé

Mas vogando à vontade, rompendo a saudade Vai quem já nada teme, vai o homem do Leme

Refrão

Do fundo horizonte, sopra um murmúrio para onde vai Do fundo do tempo, foge um futuro, é tarde de mais

Refrão

As Melhores Músicas do Mundo

Atira-tó Mar

Íris

Atira-tó mar, e diz que t'emperrarem. Abêja-me na boca e chama-me Tarzan

G D C (x2)

G

D

Am

Mo', qué que fazes aqui?

G

D

C

Ma' p'qué que tu me deixaste da mão?

G

D

Am

Já tou fart' de pensar em ti.

G

D

C

Tens uma mania qu' até dá dó.

G

D

C

Atira-tó ao mar e diz que t'emperrarem.

G

D

C

Atira-tó ao mar e diz que t'emperrarem.

G

D

C

Abêja-me na boca e chama-me Tarzan

G

D

C

Abêja-me na boca e chama-me Tarzan

G D

Mo', tá o mar feito um cão.

G D

Nã chove nem barbigão.

G D

E ê nem sou mau pescador

G

Am

C

Am

D

C

Mai tu só queres é um cantor.

Refrão

As Melhores Músicas do Mundo

Malhão

Popular

(A) Ó malhão, malhão! (E)

Que vida é a tua?

Ó malhão, malhão! Que vida é a tua?

Comer e beber, ó terrim tim tim, passear na rua

Comer e beber, ó terrim tim tim, passear na rua

Ó malhão, malhão! Quem te deu as meias?

Ó malhão, malhão! Quem te deu as meias?

Foi um caixeirinho, ó terrim tim tim, tinha as pernas

feiasFoi um caixeirinho, ó terrim tim tim, tinha as pernas feias

Ó malhão, malhão! Quem te deu as botas?

Ó malhão, malhão! Quem te deu as botas?

Foi um caixeirinho, ó terrim tim tim, tinha as pernas

tortasFoi um caixeirinho, ó terrim tim tim, tinha as pernas tortas

Trem das Onze

Adoniran Barbosa

Am

F

E7

Am

Não posso ficar nem mais um minuto com você

 

E7

Sinto muito amor, mas não pode ser

Dm

Am

Moro em Jaçanã,

 

F

Se eu perder esse trem

 
 

E7

Que sai agora as onze horas

 

F

E7

Am

Só amanhã de manhã.

 
 

A7

 

Além disso mulher

 
 

Dm

Tem outra coisa,

 
 

F

Minha mãe não dorme

 

E7

A

A7

Enquanto eu não chegar,

 

Dm

F

Am

Sou filho único

 

F

E7

Am

E7

Am

Tenho minha casa para olhar.

As Melhores Músicas do Mundo

Porto Sentido

Rui Veloso

D

Quem vem e atravessa o rio

D7

A

D

G

junto à serra do Pilar

D7

vê um velho casario

G

A

D

que se estende até ao mar

D7

G

Quem te vê ao vir da ponte

A

és cascata, são-joanina

D

D

G

Erigida sobre um monte

 

A

D

no meio da neblina.

D7

G

Por ruelas e calçadas

 

A

A7

da Ribeira até à Foz

F#

Bm

por pedras sujas e gastas

G

A

D

e lampiões tristes e sós.

D7

G

E

esse teu ar grave e sério

A

A7

dum rosto e cantaria

F#

que nos oculta o mistério

G

A

Bm

D

dessa luz bela e sombria.

Refrão

 

D

G

Ver-te assim abandonada

A

D

nesse timbre pardacento

D7

G

nesse teu jeito fechado

A

D

de quem mói um sentimento

 

D7

G

E

é sempre a primeira vez

A

A7 2

em cada regresso a casa

 

F#

Bm

rever-te nessa altivez

 

G

A

D

de milhafre ferido na asa