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Antimatéria

José Luís Pereira Rebelo Fernandes

rebelofernandes@sapo.pt

http://rebelofernandes.com

Após o desenvolvimento de todas as anteriores teorias, deduzidas a partir, da relatividade em que o espaço não curva, penso estar agora em condições de abordar o conceito de antimatéria.

De todas as teorias que até agora publiquei esta é a que se me apresenta com menor consistência: “num nível de energia positiva e de um buraco elementar num nível de energia negativo”????????????. Ainda não estudei convenientemente a Física das partículas, pelo que considero este artigo provisório

Introdução:

Para que se perceba com maior facilidade, o conceito

de antimatéria, vou sublinhar alguns dos pensamentos

desenvolvidos nas teorias anteriores.

Nova lei da gravitação universal variável.

Pensamento estruturante

Na

,limitado

pela acção de toda a massa Universal. Como que fosse a pressão que a radiação da massa/energia Universal, exerce sobre a massa local, impedindo a

é

constituído pelo potencial puro local

minha

perspectiva

o

potencial

gravítico,

sua radiação pura, ou seja U =

Em que seria

pelas massas/energias Universais, da radiação pura local.

então o factor inibidor, provocado

.

Espaço

O

potencial Universal é constante, com o valor de

e

é daí que vem,

a

homogénea do espaço.

dimensão tridimensional e

A constância do potencial Universal local, em qualquer local do Universo, origina uma densidade de potencial sempre constante no Universo tornando-o completamente homogéneo.

O espaço, é o potencial gravítico Universal

.

O espaço pelos visto não curva pois o potencial base

Universal criado pela radiação da massa Universal é

inalterável.

O que encontramos é zonas do espaço com diferentes

potenciais gravíticos locais, que acontecem sobre o grande potencial de radiação Universal o espaço.

Podemos dizer então que as existências se deslocam em potenciais sobrepostos ao potencial Universal, ou seja deslocam-se no espaço.

Todo o potencial gravítico local acontece no espaço.

O espaço é sempre tridimensional.

A acção do potencial local sobre as existências é que

nos dá a ideia da deformação do espaço, mas não é a sua deformação propriamente dita mas sim um acontecimento sobre o espaço, esse constante

potencial gravítico Universal,

.

A variável gravítica local adapta-se por forma, a manter o local dentro do espaço. Tudo se passa no espaço.

Como se o potencial criado pela radiação pura da massa universal, fosse o palco sobre o qual vivem e sobrevivem as massas individuais.

O próprio buraco negro encontra-se no espaço. Se

este radia/cria gravidade no espaço, só poderia estar

nele. A perturbação introduzida é no potencial local sobreposto ao espaço, ou seja dentro do espaço.

A nova permeabilidade magnética do vácuo variável.

Como já vimos, a distância entre os astros aumenta, com o aumento do raio do Universo.

Do cálculo de valor da variável gravítica, verifica-se que a acção do campo interior, (Universo), tem bastante peso no valor do potencial gravítico.

Na expressão do potencial eléctrico, dada a existência, na expressão, da constante dieléctrica do vácuo, até agora considerada constante, leva a pensar que o campo será do mesmo tipo do encontrado para a gravidade.

Deverá portanto existir uma carga eléctrica Universal capaz de provocar o aparecimento da – permeabilidade magnética do vácuo.

Dizia Dirac: “ O vácuo consiste num mar de electrões em níveis de energia negativos”.

Até ao presente ainda não foi encontrado qualquer electrão em nível de energia negativo, pelo que não deverá ser a sua existência a causadora dessa característica do vácuo.

Será essa carga eléctrica provocada pela radiação pura da matéria Universal, dado a sua característica electromagnética, pois como sabemos a radiação tem natureza crepuscular e electromagnética?

Bem poderá ser uma característica da radiação pura da matéria, o originar da carga eléctrica Universal, pois como sabemos a radiação, tem natureza electromagnética originando um campo eléctrico.

Da curvatura do tempo sob a acção de um campo gravítico.

Como vimos é a velocidade das massas e a densidade de potencial puro da massa no local, que determina a curvatura do tempo.

Cá está de novo a radiação pura de massa a ditar as regras.

Cá estão as características mecânicas do vácuo produzidas pela, radiação pura de massa universal associada à radiação pura de massa local.

A antimatéria.

Voltando a Dirac, o qual foi o primeiro a prever a antimatéria, quando do estudo da produção e aniquilação de pares.

“A teoria de Dirac prevê que os valores permitidos para a energia total relativista de um electrão livre são:

E = ±

Onde é a massa de repouso do electrão. Estas energias são simplesmente as soluções para

com o

,

mas a solução

sinal negativo corresponde a uma energia total relativista negativa – um conceito tão estranho à mecânica relativista quanto à mecânica clássica.

Em vez de simplesmente jogar fora a parte negativa alegando que ela não tem sentido físico, Dirac explorou as consequências da equação completa. ………………………………….

Ao fazer isto, chegou a conclusões muito interessantes. Se o contínuo de energias negativas existe, todos os electrões livres de energia positiva poderiam sofrer transições para esses níveis, acompanhadas pela emissão de fotões com energia apropriada.

Isto obviamente não está de acordo com a experiência porque em geral não se observa nenhuma emissão espontânea de fotões com energia h√ ≥ 2 , por parte de electrões livres.

No entanto, Dirac assinalou que essa dificuldade poderia ser removida pela hipótese de que todos os níveis de energia negativos estão normalmente ocupados em cada ponto do espaço.

De acordo com essa suposição, o vácuo consiste de um mar de electrões em níveis de energia negativos. Isto não está em desacordo com a experiência.

Por exemplo a carga em nível negativo não poderá ser detectada, pois supõe-se que ela está uniformemente distribuída e portanto não pode exercer nenhuma força sobre um corpo carregado.

Considerações semelhantes permitem demonstrar que

as propriedades “usuais” de um mar de electrões

carregados negativamente são tais que a sua presença

não será aparente. ……………” (do livro - Física Quântica – Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas – Eisberg e Resnick –

pag.74)

É simplesmente notável a percepção de Dirac.

Este é sem dúvida mais uma forte indicação da veracidade da minha teoria da radiação pura da matéria, quer na sua natureza ondulatória quer crepuscular, como base estruturante do nosso Universo.

É esta radiação pura da massa universal, que cria os níveis, de energia, negativos, quer eléctricos quer de massa.

Da mesma forma que se verifica a produção de pares

eléctricos, também se produzirão pares de massa.

O processo resulta da produção de um elemento

energia

(positrão,

anti-protão,

etc)

num

nível

de

positiva e de um buraco elementar num nível de energia negativo.

É demonstrável que um buraco no nível negativo tem todas as propriedades mecânicas e eléctricas de um elemento com carga positiva.

A memória das características elementares dos

componentes da matéria está impressa nessa radiação

pura da massa universal.

O aparecimento espontâneo de cada um dos

elementos é natural, desde que tenhamos em presença altas energias. Os elementos compostos já serão mais difíceis de aparecer.

A energia da antimatéria.

Choque do fotão com uma massa/energia, capaz de gerar o seu anti-……:

2

2

1

1

3

4

No caso da produção de pares, quando o fotão atravessa a matéria:

=

=

= +

Como:

= =

= +

=

=

+

+

= ± 2 2

2

1 2

2

- Momento no nosso referencial.

e:

=

=

= ± 2 2

2

1 2

2

= ± 2 4 2

2

1 2

2

= ± 2

4

1 2

2

= ±

José Luís Pereira Rebelo Fernandes

Porto, 1/1/09