E.E.E.M.

Cilon Rosa

TRABALHO DE SOCIOLOGIA

Nome: Bibiana Irala Nº: 5 Turma: 212 Professor: Paulo Vinícius

Santa Maria - RS

1- Pesquise e explique as diferenças entre o socialismo utópico e científico.

Os chamados socialistas utópicos (tais como Saint-Simon, Charles Fourier e Robert Owen) deram os primeiros passos no desenvolvimento das teorias socialistas. Foi denominado utópico por seus opositores. Os marxistas deram este nome a esse tipo de socialismo, pois é baseado na ideia de que a implantação do sistema socialista aconteceria lenta e gradualmente, estruturada no pacifismo e na boa vontade da burguesia. Os teóricos deste socialismo tem alguns traços em comum em suas ideias, tais como reformar a sociedade através da boa vontade e participação de todos e cooperação geral. O socialismo científico (formulado por Marx e Engels) era opositor do utópico. O criticava por expor os princípios de uma sociedade ideal sem indicar os meios para alcancá-la. Eles não se preocupavam em pensar como seria uma sociedade ideal. Preocuparam-se, em primeiro lugar, em compreender a dinâmica do capitalismo. Estudaram a fundo suas origens, a acumulação prévia de capital, a consolidação da produção capitalista e suas contradições. Perceberam que o capitalismo seria superado e destruído. Para eles o socialismo era apenas uma etapa intermediária, mesmo que necessária, para alcançar a sociedade comunista. Os princípios básicos que fundamentam o socialismo marxista podem ser sintetizados em quatro teorias centrais: A teoria da mais-valia, onde se demonstra a maneira pela qual o trabalhador é explorado na produção capitalista; A teoria do materialismo histórico, onde se evidencia que os acontecimentos históricos são determinados pelas condições materiais (econômicas) da sociedade; A teoria da luta de classes, onde se afirma que a história da sociedade humana é a história da luta de classes, ou do conflito permanente entre exploradores e explorados; A teoria do materialismo dialético, onde se pode perceber o método utilizado por Marx e Engels para compreender a dinâmica das transformações históricas. Assim como, por exemplo, a morte é a negação da vida e está contida na própria vida, toda formação social (escravismo, feudalismo, capitalismo) encerra em si os germes de sua própria destruição.

2- O que foi o Liberalismo Político?
Consiste em um sistema político-econômino que tem como princípios fundamentais os direitos individuais e civis, um governo baseado no livre consentimento dos governados e estabelecido com base em eleições livres e igualdade da lei e dos direitos para todos os cidadãos. Os burgueses adotaram essa doutrina de pensamento, já que esta classe estava sendo desfavorecida pelo absolutismo. O Liberalismo Político, assim como o Econômico, inspirou diversas revoluções como a Francesa, a Revolução do Porto, a Revolução Americana, a Revolução Gloriosa e a Puritana. Um dos principais pensadores originais desse tipo de liberalismo foi John Locke.

3- O que são modos de produção e qual é o modo de produção da nossa sociedade, na perspectiva do materialismo histórico dialético (marxismo)?
Modos de produção são os meios de uma sociedade transformar recursos naturais em formas de subsistência. O modo de produção vigente hoje em nossa sociedade é o capitalista, que é dividido entre a burguesia (donos dos meios de produção) e o proletariado (trabalhadores, mão-de-obra). 4- O que foi a escola de Frankfurt? Dê exemplo de um pensador

importante dessa escola e apresente um resumo de suas principais ideias.
Foi uma escola de teoria social interdisciplinar neo-marxista. Ela reuniu em torno de si um círculo de filósofos e cientistas sociais de mentalidade marxista, que se uniram no fim da década de 20. Estes intelectuais cultivavam a conhecida Teoria Crítica da Sociedade. Seus principais integrantes eram Theodor Adorno, Max Horkheimer, Walter Benjamin, Herbert Marcuse, Leo Löwenthal, Erich Fromm, Jürgen Habermas, entre outros. Esta corrente foi a responsável pela disseminação de expressões como “indústria cultural” e “cultura de massa”. Theodor Adorno projetou-se como um dos críticos mais assíduos dos modernos meio de comunicação em massa. Ao exilar-se nos EUA, percebeu que a mídia não se voltava apenas para suprir as has de lazer ou dar informações aos ouvintes ou espectadores, mas fazia parte do que ele chaou de indústria cultural. Um imenso maquinismo composto por milhares de

aparelhos de transmissão e difusão que vizavam produzir um clima conformista e dócil na multidão passiva. A arte seria tratada simplesmente como objeo de mercadoria, estando sujeiro as leis de oferta e procura do mercado. Ela encorajaria uma visão passiva e acrítica do mundo ao dar ao público apenas o que ele quer, desencorajando o esforço pessoal pela posse de uma nova experiência estética. As pessoas procurariam apenas o conhecido, o já experimentado. Essa indústria prejudicaria a arte séria, neutralizando sua crítica a sociedade, tirando dela a habilidade de fazer as pessoas pensarem.

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