A queda do império romano Depois de várias centenas de anos de lutas para estabelecer limites, depois do cristianismo, o império Romano

parecia finalmente normalizado, já não havia problemas, estava tudo tranquilizado O imperador reunia todos os poderes do império que, tinha os seus limites territoriais traçados e em paz, era um império rico, forte etc. O que fazia com que existisse problemas. Todos criam ocupar o seu lugar, o que levava a rivalidades políticas, que por sua vez, levaram a várias mortes sucessivas de imperadores. Os imperadores eram assassinados pelo próprio exército, que agia de acordo com quem lhe oferecia uma maior recompensa, mais dinheiro quando chegassem ao cargo de imperadores. Muitas vezes quando estes chegavam a imperadores não faziam o que haviam prometido ao exército e este matava-o. E começava também no império romano uma crise externa, a ameaça dos Bárbaros. (Bárbaros são todos aqueles que não pertencem ao império Romano). Os Bárbaros admiravam muito o império romano pois eles eram um povo mais avançado a todos os níveis: sociais, políticos económicos. Os Bárbaros eram um povo muito atrasado ainda eram nómadas. Esta admiração que os Bárbaros têm pelos romanos vai levá-los a quererem ser melhor que eles e a quererem dominá-los. Então vão aproveitar esta crise político-militar para se infiltrarem no império, primeiramente, como agricultores até chegaram mesmo a serem membros do exército . Para evitar que os Bárbaros dominassem o império os romanos tiveram de tomar algumas medidas que foram elas: a formação da tetrarquia imperial. Esta medida não resolveu as dificuldades politicas e militas do império mas reforçou a ideia de que o mundo romano, era execiamente grande para se manter unida. Então a ameaça dos Bárbaros levou imperador Teodósio a dividar o império em 2 partes Império Romano do ocidente, cujo, capital é Constantinopla.

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