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Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta
Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira
Introdução à Administração – Edição Compacta

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MANUAL DO PROFESSOR - CONTEÚDO BÁSICO -

Abordagem do livro. Estrutura do livro. Estrutura e conteúdo dos capítulos.

Proposta de programa da disciplina “Introdução à Administração”, considerando aulas com carga dupla.

Aplicação do livro:

Conteúdo de cada capítulo:

Interligações com os outros capítulos do livro. Interligações com outras disciplinas do curso. Questões para debate. Por capítulo: telas básicas.

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ABORDAGEM DO LIVRO

Elevada amplitude de análise dos assuntos abordados, propiciando:

amplo debate das contribuições dos diversos assuntos administrativos das empresas; e perfeita interligação entre esses assuntos administrativos.

Alocação das diversas contribuições das funções da administração e das funções das empresas para a realidade atual das empresas e analisando possíveis tendências evolutivas da administração.

Forte abordagem prática, propiciando elevados níveis de motivação e de aprendizado dos participantes do curso.

Alocação do assunto “Introdução à Administração” em um novo e amplo contexto.

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ESTRUTURA DO LIVRO

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CAPÍTULO 1 – APLICAÇÃO DO CONTEÚDO –

  • 1 – TÍTULO DO CAPÍTULO:

Origens, teorias e tendências da administração.

  • 2 – FOCO BÁSICO DO CAPÍTULO:

Apresentar para o leitor toda a base de sustentação para o adequado estudo da administração,

incluindo as suas finalidades para as empresas, as suas origens e tendências, bem como o resumo de todas as teorias que contribuiram para o desenvolvimento da administração.

  • 3 – INTERAÇÕES COM OS OUTROS CAPÍTULOS:

É elevada, pois propicia a essência dos conhecimentos básicos necessários para o adequado

estudo da administração das empresas em geral.

  • 4 – INTERAÇÕES COM OUTRAS (POSSÍVEIS) DISCIPLINAS DO CURSO:

Podem ser consideradas:

– História da administração. – Evolução do pensamento administrativo. – Teoria geral da administração. – Fundamentos da administração.

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CAPÍTULO 2 – APLICAÇÃO DO CONTEÚDO –

  • 1 – TÍTULO DO CAPÍTULO:

Funções da administração.

  • 2 – FOCO BÁSICO DO CAPÍTULO:

Apresentação das funções básicas da administração, abordando as suas origens, partes integrantes,

bem como as suas aplicações pelas empresas.

  • 3 – INTERAÇÕES COM OS OUTROS CAPÍTULOS:

Ele é decorrente do Capítulo 1 e influencia os capítulos seguintes, principalmente o Capítulo 3.

  • 4 – INTERAÇÕES COM OUTRAS (POSSÍVEIS) DISCIPLINAS DO CURSO:

Podem ser consideradas:

– Planejamento nas empresas. – Planejamento estratégico. – Organização e métodos. – Estrutura organizacional. – Administração de processos.

Administração de pessoas. – Processo diretivo e decisório. – Indicadores de desempenho. – Modelos de gestão.

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CAPÍTULO 3 – APLICAÇÃO DO CONTEÚDO –

  • 1 – TÍTULO DO CAPÍTULO:

Funções das empresas.

  • 2 – FOCO BÁSICO DO CAPÍTULO:

Aborda as principais funções das empresas, evidenciando as suas origens, as suas partes

integrantes, bem como a sua aplicação prática pelas empresas.

  • 3 – INTERAÇÕES COM OS OUTROS CAPÍTULOS:

É elevada com todos os capítulos do livro, principalmente com o Capítulo 2.

  • 4 – INTERAÇÕES COM OUTRAS (POSSÍVEIS) DISCIPLINAS DO CURSO:

Podem ser consideradas:

– Administração de marketing. – Plano de marketing. – Planejamento e controle da produção. – Desenvolvimento de pessoas. – Controladoria.

– Contabilidade. – Gestão financeira. – Administração de processos. – Tecnologia da informação. – Sistemas de informações gerenciais.

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CAPÍTULO 4 – APLICAÇÃO DO CONTEÚDO –

  • 1 – TÍTULO DO CAPÍTULO:

Atuação do profissional de administração.

  • 2 – FOCO BÁSICO DO CAPÍTULO:

Apresentar todos os aspectos básicos que consolidam a adequada atuação do profissional de

administração nas empresas. Pode representar o início da elaboração do plano de carreira do leitor.

  • 3 – INTERAÇÕES COM OS OUTROS CAPÍTULOS:

É elevada, pois é decorrente do conteúdo dos três capítulos anteriores.

  • 4 – INTERAÇÕES COM OUTRAS (POSSÍVEIS) DISCIPLINAS DO CURSO:

Podem ser consideradas:

– Plano de carreira. – Atuação profissional.

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QUESTÕES DOS CAPÍTULOS – ANÁLISE E DEBATE –

AO FINAL DE CADA CAPÍTULO SÃO APRESENTADAS QUESTÕES PARA ANÁLISE E DEBATE.

CONSIDERA-SE COMO IDEAL:

1º) Formação de equipes de trabalho com ± 7 participantes.

2º) Entendimento do conteúdo e da abrangência de cada questão: 3 min. por questão. Obs.: O ideal é a análise prévia por cada participante do curso ou do programa de treinamento.

3º) Preparação resumida das respostas às questões: 7 min. por questão.

4º) Escolha da equipe apresentadora de cada questão.

5º) Apresentação e debate da resposta da questão: 5 min. por questão.

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INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO – PROGRAMA DA DISCIPLINA – (1/2)

AULA
AULA
1
1
2
2
3
3
DATA
DATA
DATA
DATA
DATA

CONTEÚDO BÁSICO

• Explicação do desenvolvimento e debate dos casos. • Explicação da abordagem prática da disciplina. • Explicação da interligação com outras disciplinas do curso. • Processo de avaliação. • Debate de experiências dos participantes do curso.

• Apresentação da disciplina. • Debate das expectativas dos participantes do curso. • Formação das equipes de trabalho. • Definição dos trabalhos.

• Finalidades da administração.

• Origens. • Teorias (parte).

• Tendências. • Debate das questões.

• Teorias (parte).

• Funções da administração.

• Planejamento. • Organização.

  • • Gestão de pessoas.
    • Direção. • Avaliação. • Debate das questões.

4
4
• Gestão de pessoas. • Direção. • Avaliação. • Debate das questões. 4
• Gestão de pessoas. • Direção. • Avaliação. • Debate das questões. 4
AULA 1 2 3 DATA CONTEÚDO BÁSICO • Explicação do desenvolvimento e debate dos casos. •
AULA 1 2 3 DATA CONTEÚDO BÁSICO • Explicação do desenvolvimento e debate dos casos. •

TELAS DE APRESENTAÇÃ O

1/13
1/13
14/48
14/48
49/72
49/72
73/94
73/94
95/112
95/112
TELAS DE APRESENTAÇÃ O 1/13 14/48 49/72 73/94 95/112

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Leituras prévias)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Leituras prévias) Capítulo 1 seções 1.1, 1.2, 1.3 e 1.4 (parte) Capítulo 1 seções

Capítulo 1 seções 1.1, 1.2, 1.3 e 1.4 (parte)

Capítulo 1 seções 1.4 (parte) e 1.5

Capítulo 2 seções 2.1, 2.2 e 2.3

Capítulo 2 seções 2.4, 2.5 e 2.6

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Leituras prévias) Capítulo 1 seções 1.1, 1.2, 1.3 e 1.4 (parte) Capítulo 1 seções

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INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO – PROGRAMA DA DISCIPLINA – (2/2)

AULA

DATA

CONTEÚDO BÁSICO

TELAS DE APRESENTAÇÃ O

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (Leituras prévias)

   

• Funções das empresas.

   

6

• Marketing. • Produção.

 

113/126

 

Capítulo 3 seções 3.1, 3.2 e 3.3

7

 

• Desenvolvimento de pessoas. • Finanças. • Processos e tecnologia. • Debate das questões.

 

127/145

 

Capítulo 3 seções 3.4, 3.5 e 3.6

8

 

• Atuação do administrador. • Origens. • Responsabilidade. • Perfil.

 

146/150

 

Capítulo 4 seções 4.1, 4.2, 4.3 e 4.4

9

 

• Conhecimentos. • Habilidades. • Tendências da atuação. • Debate das questões.

 

151/154

 

Capítulo 4 Seções 4.5, 4.6 e 4.7

         

• Complementar.

     

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• Revisão geral. • Debate de dúvidas.

 

11

 

• Prova final.

   
         

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COMO TORNAR PRÁTICO O CONTEÚDO DE “INTRODUÇAO À ADMINISTRAÇÃO”

Lembrar aos participantes do curso que:

  • a) Todos os instrumentos, metodologias e técnicas administrativas surgiram – de forma direta ou indireta – das diversas teorias de administração, bem como da análise das funções da administração e das funções das empresas.

  • b) A quase totalidade dos ensinamentos de administração surgiram a partir de realizações específicas em empresas. Ou seja, os laboratórios de pesquisas em administração são as próprias empresas.

  • c) As adaptações e aprimoramentos das práticas administrativas foram realizadas com base em observações nas atividades das empresas.

  • d) Os profissionais – executivos e funcionários – das empresas são, muitas vezes sem conhecimento desta situação, os principais catalisadores das evoluções administrativas nas empresas.

  • e) O foco do conhecimento administrativo está nas pessoas, quer sejam profissionais de empresas ou professores de faculdades e de cursos profissionalizantes.

  • f) A essência da evolução sustentada, gradativa, evolutiva e acumulativa da administração é o trabalho conjunto e interativo dos executivos das empresas e dos professores.

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ESTRUTURA DO LIVRO

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CAPÍTULO 1

ORIGENS, TEORIAS E TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO

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ADMINISTRADOR – AMPLITUDE DO CONCEITO –

Para formados ou não em cursos de administração.

Básico: prática da administração.

Sustentação: conhecimento dos conceitos e das metodologias e técnicas administrativas.

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ADMINISTRAÇÃO – CONCEITO –

SISTEMA ESTRUTURADO E INTUITIVO QUE CONSOLIDA UM CONJUNTO DE PRINCÍPIOS, PROCESSOS E FUNÇÕES PARA ALAVANCAR, HARMONIOSAMENTE, O PROCESSO DE PLANEJAMENTO DE SITUAÇÕES FUTURAS DESEJADAS E SEU POSTERIOR CONTROLE E AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE, BEM COMO A ORGANIZAÇÃO E A DIREÇÃO DOS RECURSOS ALOCADOS NAS ÁREAS FUNCIONAIS DAS EMPRESAS, ORIENTADOS PARA OS RESULTADOS ESPERADOS, COM A MINIMIZAÇÃO DOS CONFLITOS INTERPESSOAIS.

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ADMINISTRAÇÃO – FINALIDADES BÁSICAS –

Consolidar mecanismos que sustentem e facilitem o processo dos profissionais das empresas pensarem e agirem de forma otimizada.

Facilitar e proporcionar maior qualidade ao processo decisório e de estabelecimento de prioridades.

Identificar “quem é quem” na empresa.

Estruturar o desenvolvimento de novos negócios, bem como consolidar vantagens competitivas para os negócios atuais e futuros das empresas.

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ABORDAGENS DA ADMINISTRAÇÃO

ABORDAGENS DA ADMINISTRAÇÃO Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta 18
ABORDAGENS DA ADMINISTRAÇÃO Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta 18
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PRINCÍPIOS GERAIS PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO

Ter equilíbrio entre a teoria e a prática. Estar correlacionada ao estilo de atuação e ao nível de conhecimento das pessoas. Estar sustentada por modernas metodologias e técnicas. Ter aplicação e abrangência universais. Ser uma tecnologia em constante evolução Permitir generalizações e particularizações. Ter abordagem de relatividade. Considerar toda a empresa. Saber que o foco são as pessoas. Ser um processo dinâmico e social. Catalizar e disseminar conhecimentos, ideias e aprendizados. Ser ativa, criativa e complexa. Ser coordenada, abrangente e interativa. Ser avaliável. Ter eficiência, eficácia e efetividade. Ter profissionais com capacitação, habilidade e inteligência.

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ORIGENS DA ADMINISTRAÇÃO – (1/2) – PRINCIPAIS EVENTOS –

Período/ano

Local

 

Evento administrativo

 

Mesopotâmia (atual Iraque e

Estabelecimento das atividades das empresas em geral.

  • 2800 a.C.

terras próximas)

Estruturação inicial do controle das atividades.

  • 2600 a.C.

Egito

Estruturação inicial das funções de planejamento, organização e controle (na construção das pirâmides).

  • 2500 a.C.

China

Descentralização do poder (com a utilização de assessores).

   

Estabelecimento das operações de um processo administrativo.

  • 1900 a.C.

Babilônia (cidade da antiga

Estabelecimento do valor mínimo de remuneração pelas atividades desenvolvidas.

Mesopotâmia)

Maior ênfase nas responsabilidades das pessoas.

  • 1500 a.C.

Israel

Aplicação da estrutura hierárquica.

  • 800 a.C.

Itália

Início da estruturação das instituições administrativas, pelo império romano.

  • 400 a.C.

Grécia

Início dos estudos formais de administração.

  • 400 a.C.

China

Primeiros estudos de estratégia e do comportamento administrativo nas empresas (Sun-Tzu).

  • 300 a.C.

Itália (Roma)

Exército é o modelo administrativo para as empresas.

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ORIGENS DA ADMINISTRAÇÃO – (2/2) – PRINCIPAIS EVENTOS –

Período/ano

Local

 

Evento administrativo

   

Estudos da atuação de líderes.

  • 1500 Itália (Roma)

Trabalhos em equipes.

   

Estudos da especialização do trabalho (Adam Smith).

  • 1776 Escócia

Estudos mais avançados sobre controle e remuneração.

  • 1800 Inglaterra

 

Início de várias inovações na administração: incentivos, bonificações, festas de Natal, métodos de trabalho, seguro de vida e de atividades operacionais nas empresas.

  • 1810 Escócia

 

Início de aplicação de práticas mais inovadoras de gestão de pessoas (Robert Owen).

  • 1810 França

 

Início da participação dos funcionários nos resultados das empresas.

  • 1820 Inglaterra

 

Constituição dos primeiros sindicatos de trabalhadores.

  • 1832 Inglaterra

 

Princípios da abordagem científica no estudo e na prática da administração nas empresas (Charles Babbage).

  • 1881 EUA

 

Fundação do primeiro curso de administração (Universidade da Pensilvânia) (Joseph Warthon).

  • 1900 EUA

 

Início do movimento da teoria da administração científica.

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CONCEITOS

  • 1 – Teoria Geral da Administração:

Conjunto de princípios e conhecimentos disseminados e comuns à prática

administrativa quanto às atividades de planejamento, organização, direção, avaliação e de melhor interação entre os profissionais envolvidos, propiciando otimização dos resultados das empresas.

  • 2 – Escola da Administração:

Consolidação da concepção técnica e de conhecimentos inerentes a um conjunto de assuntos administrativos homogêneos, decorrentes da influência de uma ou mais teorias da administração.

  • 3 – Teoria da Administração:

Conjunto de princípios e conhecimentos disseminados e comuns à prática administrativa, dentro de uma abordagem específica, quanto às atividades e funções administrativas desempenhadas pelas empresas.

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ESCOLAS E TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO – ESTRUTURA EVOLUTIVA E INTERATIVA –

Escola

Escola

Escola

Escola

Escola

Escola

Escola

Clássica

Burocrática

Humanista

Sistêmica

Quantitativa

Contingencial

Moderna

Teoria da

Teoria da

Teoria das

Teoria

Teoria de

Teoria

Teoria da

Teoria da

Administração

Burocracia

Relações

Sistemas

Matemática

Administração

Administração

Científica

Humanas

por Objetivos

por Processos

Teoria do Processo

Comportamen-

Teoria da Contingência

Teoria da Excelência

Administrativo

talista

Administrativa

Teoria

Estruturalista

Teoria do

Desenvolvi-

mento

Organizacional

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ESCOLA CLÁSSICA – RAZÕES DO SURGIMENTO –

Aumento da complexidade da administração das empresas.

Busca do maior rendimento possível proporcionado pelos recursos das empresas.

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TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

Maior eficiência nos processos produtivos.

Não implicou, na maior parte das vezes, em maior carga horária e em piores condições de trabalho.

Contribuiu para a evolução das comunidades.

Estruturação dos objetivos a serem alcançados e dos resultados efetivos.

Estruturação e aplicação dos princípios da administração.

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INSTRUMENTO ADMINISTRATIVO – CONCEITO –

METODOLOGIA OU TÉCNICA ESTRUTURADA QUE AS TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO PROPORCIONAM PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO DE ADMINISTRAÇÃO E DA QUALIDADE DECISÓRIA NAS EMPRESAS.

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TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – Estruturação da especialização dos trabalhos.

  • 2 – Análise da produção em massa.

  • 3 – Estudo dos tempos e métodos.

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TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

Elevado enfoque na estruturação e execução, esquecendo as questões humanas. Maior nível de ansiedade ocupacional. Desqualificação de tarefas criativas, especializadas e complexas. Inadequada interação entre produtividade e motivação. Considerar salário como principal fator de motivação. Bom funcionário = profissional especializado. Aumento das tensões pessoais e sociais. Esquecimento de que o indivíduo é um ser humano, social e inteligente. Não considera os aspectos informais e os aspectos externos das empresas. Apresenta desequilíbrio no tratamento das várias atividades das empresas. Não considera as interações entre os diferentes fatores de influência da administração. Emaranhado de idéias sem sustentação conceitual e prática. Não apresenta comprovação científica.

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TEORIA DO PROCESSO ADMINISTRATIVO – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

Estabelecimento das funções que as empresas devem desempenhar.

Identificação das responsabilidades básicas dos administradores das empresas.

Estabelecimento dos princípios de administração que as empresas devem respeitar.

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TEORIA DO PROCESSO ADMINISTRATIVO – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – Estruturação das funções da administração.

  • 2 – Estruturação das funções das empresas.

  • 3 – Estudo do papel e da atuação dos executivos.

  • 4 – Maneiras de estruturar as empresas.

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TEORIA DO PROCESSO ADMINISTRATIVO – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

Apresenta elevada abordagem simplista.

Não apresenta flexibilidade adequada.

Apresenta elevado nível de mecanicismo em suas orientações administrativas.

Apresenta inadequado tratamento das questões pessoais.

Apresenta baixo rigor científico.

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ESCOLA BUROCRÁTICA – RAZÕES DO SURGIMENTO –

Busca da racionalidade e da igualdade no tratamento dos funcionários das diversas empresas.

Abordagem mais ampla do estudo da administração.

Análise dos tipos de relacionamentos humanos, na busca de maior produtividade.

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TEORIA DA BUROCRACIA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

Definição dos níveis de autoridade decisória e de mando.

Interação entre as atividades/hieraquia versus competência/conhecimento.

Maior análise de questões correlacionadas à estruturação das empresas.

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TEORIA DA BUROCRACIA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

Estruturação formal das empresas.

Estudo da autoridade hierárquica.

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TEORIA DA BUROCRACIA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

Dificuldade de adequação das empresas às novas realidades.

Ênfase exagerada nos métodos e procedimentos administrativos.

Proporciona o inchaço das empresas.

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ESCOLA HUMANISTA – RAZÕES DO SURGIMENTO –

Críticas à Escola Clássica, acrescidas de estudos resultantes da sociologia e da psicologia.

Adequação da estruturação organizacional às necessidades dos negócios e das equipes de trabalho das empresas.

Consolidação das equipes multidisciplinares de trabalho.

Estudos da influência do nível motivacional na qualidade da administração.

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TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

Maior abrangência de participação e de contribuição dos diversos profissionais das empresas.

Melhoria nas comunicações entre todos os níveis hierárquicos.

Reconhecimento da necessidade e da validade dos programas estruturados para maiores níveis de capacitação, conhecimento e habilidade.

Estruturação e aplicação de pesquisas e das ciências do comportamento.

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TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – LIDERANÇA.

  • 2 – COMUNICAÇÃO.

  • 3 – CRIATIVIDADE.

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TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

– LIMITAÇÃO EXAGERADA NO TIPO DE EMPRESA PESQUISADA. – LIMITAÇÃO EXAGERADA NA AMPLITUDE DE ANÁLISE. – LIMITAÇÃO NO TRATAMENTO DAS QUESTÕES E VARIÁVEIS ADMINISTRATIVAS. – EXCESSO DE IMPORTÂNCIA PARA A ATUAÇÃO DAS EQUIPES. – TRATAMENTO DOS INDIVÍDUOS DE MANEIRA INADEQUADA E INCOMPLETA. – O DEBATE E O CONFLITO ERAM CONSIDERADOS NOCIVOS. – NÃO ESTABELECEU A RELAÇÃO DE CAUSA VERSUS EFEITO NOS CONFLITOS. – EXAGERO NA CORRELAÇÃO ENTRE FELICIDADE E PRODUTIVIDADE. – EXAGERO NA IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO NOS NÍVEIS DE PRODUTIVIDADE E DE FELICIDADE. – FALTA DE SUSTENTAÇÃO E VALIDAÇÃO CIENTÍFICA.

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TEORIA COMPORTAMENTALISTA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

DESENVOLVIMENTO DA PSICOLOGIA INDUSTRIAL (OU ADMINISTRATIVA OU EMPRESARIAL). MOVIMENTO DIRECIONADO À QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO. ESTUDOS FOCADOS NA DINÂMICA DE GRUPO. CONSOLIDAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DO COMPORTAMENTO HUMANO NAS EMPRESAS. CONSOLIDAÇÃO DO INDIVÍDUO COMO CATALISADOR DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÕES.

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TEORIA COMPORTAMENTALISTA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – CLIMA ORGANIZACIONAL.

  • 2 – ESTILO ADMINISTRATIVO.

  • 3 – PSICOLOGIA EMPRESARIAL.

  • 4 – DINÂMICA DE GRUPO.

  • 5 – ESTUDO DAS NECESSIDADES HUMANAS E DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO.

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TEORIA COMPORTAMENTALISTA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

FALTA DE PROFUNDIDADE EM ALGUMAS ANÁLISES.

ANÁLISE INCOMPLETA DOS FATORES DE INFLUÊNCIA DAS NECESSIDADES HUMANAS.

RELATIVA DIFICULDADE DE APLICAÇÃO PRÁTICA DOS ENSINAMENTOS DA TEORIA.

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TEORIA ESTRUTURALISTA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

TRATAMENTO INTERATIVO DOS FATORES INTERNOS E EXTERNOS DAS EMPRESAS.

ANÁLISE ESTRUTURADA DAS MUDANÇAS NAS EMPRESAS.

IDENTIFICAÇÃO DE EMPRESAS DE VÁRIOS TIPOS E CARACTERÍSTICAS, GERANDO DIFERENTES TIPOS DE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL.

IDENTIFICAÇÃO DOS CONCEITOS E ABORDAGENS DOS CONFLITOS E DAS INTERAÇÕES ENTRE DIFERENTES GRUPOS E AS SUAS INFLUÊNCIAS NAS REALIDADES DAS EMPRESAS.

IDENTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS E NECESSIDADES DE MUDANÇAS SÃO FUNDAMENTAIS PARA MANTER O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS.

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TEORIA ESTRUTURALISTA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL FORMAL.

  • 2 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL INFORMAL.

  • 3 – NÍVEIS DAS EMPRESAS.

  • 4 – ESTUDO DO AMBIENTE EMPRESARIAL.

  • 5 – INTERAÇÕES ENTRE EMPRESAS.

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TEORIA ESTRUTURALISTA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

NÃO É UMA TEORIA ESPECÍFICA DA ADMINISTRAÇÃO.

É UMA TEORIA DE TRANSIÇÃO NO PROCESSO EVOLUTIVO DA ADMINISTRAÇÃO.

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TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

MELHOR CONHECIMENTO DAS PESSOAS QUE TRABALHAM NAS EMPRESAS.

CONHECIMENTO DO EFEITO DAS MUDANÇAS SOBRE AS PESSOAS.

CONHECIMENTO DAS CAUSAS DAS RESISTÊNCIAS ÀS MUDANÇAS.

CONSOLIDAÇÃO DA FUNÇÃO DE AGENTE DE MUDANÇAS.

MELHORIA DA QUALIDADE DO RELACIONAMENTO ENTRE AS PESSOAS QUE TRABALHAM NAS EMPRESAS.

ENTENDIMENTO DE QUE AS MUDANÇAS NAS EMPRESAS SÃO NECESSÁRIAS.

CONHECIMENTO DAS CONDIÇÕES PARA O FRACASSO E O SUCESSO DO DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL.

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46

TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL.

  • 2 – TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO.

  • 3 – EQUIPES MULTIDISCIPLINARES.

  • 4 – CULTURA ORGANIZACIONAL.

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47

TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

AS CONCLUSÕES DA TEORIA CARECEM DE COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA.

DESCONSIDERA OUTROS IMPORTANTES FATORES DE INFLUÊNCIA NA ADMINISTRAÇÃO DAS EMPRESAS.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES JÁ EXISTIAM EM TEORIAS ANTERIORES.

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48

ESCOLA SISTÊMICA – RAZÕES DO SURGIMENTO –

INTEGRAÇÃO DE TODAS AS ABORDAGENS DA ADMINISTRAÇÃO ATÉ ENTÃO ESTUDADAS.

VISUALIZAÇÃO DAS EMPRESAS NO CONTEXTO ECOLÓGICO.

NECESSIDADE DE MELHOR TRATAMENTO DO TODO E DAS PARTES DAS QUESTÕES ADMINISTRATIVAS DAS EMPRESAS.

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49

TEORIA DE SISTEMAS – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

MAIOR FACILIDADE NO ESTABELECIMENTO DOS OBJETIVOS DAS EMPRESAS.

ANÁLISE ESTRUTURADA DAS EMPRESAS, DE CADA UMA DE SUAS PARTES E DO AMBIENTE EMPRESARIAL.

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50

TEORIA DE SISTEMAS – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – ESTRUTURAÇÃO DE SISTEMAS.

  • 2 – SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS.

  • 3 – TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.

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51

TEORIA DE SISTEMAS – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

DIFICULDADE DE APLICAÇÃO PRÁTICA.

NÃO FAZ DISTINÇÃO ENTRE OS FATORES DE INFLUÊNCIA DO FUNCIONAMENTO DAS EMPRESAS.

EXISTÊNCIA DE INVERDADES QUANTO A ALGUMAS PREMISSAS DE FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS NAS EMPRESAS.

NEM SEMPRE AS EMPRESAS ESTÃO PROCURANDO UM ESTADO DE EQUILÍBRIO.

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52

ESCOLA QUANTITATIVA – RAZÕES DE SURGIMENTO –

PARA TRATAR DE DECISÕES EM CONTEXTOS COMPLEXOS NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.

PARA OTIMIZAR O PROCESSO DECISÓRIO DAS EMPRESAS.

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53

TEORIA MATEMÁTICA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

MELHORIA DA RAPIDEZ E DA QUALIDADE DAS DECISÕES NAS EMPRESAS.

MELHORIA DO CONHECIMENTO, DA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E DA HABILIDADE DAS PESSOAS.

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54

TEORIA MATEMÁTICA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – PESQUISA OPERACIONAL.

  • 2 – INDICADORES DE DESEMPENHO.

  • 3 – ANÁLISE DE RISCO E DE DECISÃO.

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55

TEORIA MATEMÁTICA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

APRESENTA LIMITAÇÕES NAS ANÁLISES DECISÓRIAS E DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS.

DIFICULDADE DA APRESENTAÇÃO DAS QUESTÕES DECISÓRIAS DA ADMINISTRAÇÃO EM TERMOS DE ABORDAGENS MATEMÁTICAS.

DIFICULDADE DE IDENTIFICAÇÃO DA MELHOR ABORDAGEM MATEMÁTICA.

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56

ESCOLA CONTINGENCIAL – RAZÕES DO SURGIMENTO –

IDENTIFICAÇÃO DO RÁPIDO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO QUE AS EMPRESAS DEVEM TER PARA COM AS CONTINGÊNCIAS APRESENTADAS PELO AMBIENTE EMPRESARIAL.

MELHORIA DA QUALIDADE DO PROCESSO DECISÓRIO.

TRATAMENTO DAS QUESTÕES ADMINISTRATIVAS NO CONTEXTO DE “CADA CASO É UM CASO”.

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57

TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

ESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO NEGOCIAL DE ESTABELECIMENTO DOS RESULTADOS A SEREM ALCANÇADOS PELAS EMPRESAS. MELHORIA NA EFICÁCIA EMPRESARIAL. REDUÇÃO DO NÍVEL DE CONFLITOS NAS EMPRESAS. CONSOLIDAÇÃO DE UMA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DINÂMICA E COM AS RESPONSABILIDADES ESTABELECIDAS. IDENTIFICAÇÃO DE “ONDE E QUANDO” AS MUDANÇAS EMPRESARIAIS SÃO NECESSÁRIAS.

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58

TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – METODOLOGIA DE ESTABELECIMENTO DE OBJETIVOS E METAS.

  • 2 – PLANEJAMENTO TÁTICO.

  • 3 – PLANEJAMENTO OPERACIONAL.

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59

TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

NÃO TRABALHA COM OS CONFLITOS ENTRE OS OBJETIVOS DAS PESSOAS E OS OBJETIVOS DAS EMPRESAS.

NÃO ABORDA, ADEQUADAMENTE, OS TRABALHOS REALIZADOS POR EQUIPES. PRIORIZA AS ATIVIDADES DE CURTO PRAZO. INCENTIVA UM VIÉS PELO MAIS FÁCIL, PELO MAIS SIMPLES.

DIFICULDADE DE COMPARAR PADRÕES DE DESEMPENHO ENTRE DIFERENTES ÁREAS DE UMA MESMA EMPRESA.

POSSIBILIDADE DE AVALIAÇÕES SUBJETIVAS.

DIFICULDADE EM INTERLIGAR ATIVIDADES DE CARGOS INFERIORES VERSUS CARGOS SUPERIORES.

DIFICULDADE DE CONSOLIDAR TODO O PROCESSO, EM UM ÚNICO MOMENTO, EM TODA A EMPRESA.

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60

TEORIA DA CONTINGÊNCIA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

MAIOR ABRANGÊNCIA NO ESTUDO DOS ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS DAS EMPRESAS.

OBRIGATORIEDADE DO CONHECIMENTO E DO USO DOS ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS DE FORMA INTERLIGADA E GLOBAL.

CONTRIBUIÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO E CONSOLIDAÇÃO DA ADHOCRACIA NAS EMPRESAS.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

61

TEORIA DA CONTINGÊNCIA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – ANÁLISE EXTERNA DA EMPRESA.

  • 2 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO.

  • 3 – ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS.

  • 4 – TÉCNICAS ESTRATÉGICAS.

  • 5 – CENÁRIOS ESTRATÉGICOS.

  • 6 – MODELOS ORGANIZACIONAIS.

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62

TEORIA DA CONTINGÊNCIA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

TRABALHA MAIS COM AS DIFERENÇAS ENTRE AS EMPRESAS DO QUE COM AS SEMELHANÇAS ENTRE SI. DIFICULDADE DE IDENTIFICAR A MUDANÇA MAIS SIGNIFICATIVA. DIFICULDADE DE IDENTIFICAR FREQUÊNCIA, VELOCIDADE E INTENSIDADE DAS MUDANÇAS. DIFICULDADE DE IDENTIFICAR E INTERLIGAR VARIÁVEIS EXTERNAS DE INFLUÊNCIA. DIFICULDADE DE INTERAGIR ESTRUTURA DE PODER VERSUS VARIÁVEIS EXTERNAS. DIFICULDADE DE AVALIAR OS DESEMPENHOS GLOBAIS E PARCIAIS DAS EMPRESAS. DIFICULDADE EM SE CONSOLIDAR UM PROCESSO DE MUDANÇA.

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63

ESCOLA MODERNA – RAZÕES DO SURGIMENTO –

NOVO CONTEXTO COMPETITIVO, TANTO ENTRE EMPRESAS COMO ENTRE NAÇÕES.

MUDANÇAS NOS COMPORTAMENTOS E NAS NECESSIDADES DAS PESSOAS.

DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO DAS EMPRESAS.

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64

TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO POR PROCESSOS – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

PLENA ESTRUTURAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO OTIMIZADA DO PROCESSO DECISÓRIO NAS EMPRESAS.

DIRECIONAMENTO ÀS EXPECTATIVAS E NECESSIDADES DOS CLIENTES.

EFETIVA BUSCA DA EFICÁCIA EMPRESARIAL.

CONSOLIDAÇÃO DO MODELO JAPONÊS DE ADMINISTRAÇÃO.

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65

TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO POR PROCESSOS – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – DESENHO DE PROCESSOS.

  • 2 – DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PROCESSOS.

  • 3 – QUALIDADE TOTAL.

  • 4 – LOGÍSTICA.

  • 5 – REDE DE INTEGRAÇÃO ENTRE EMPRESAS.

  • 6 – REENGENHARIA.

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66

TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO POR PROCESSOS – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

DIFICULDADE EM SE ESTRUTURAR PROCESSOS QUE PROPORCIONEM RESULTADOS EFETIVOS.

DESCRENÇA EM PROCESSOS POR MODISMOS MAL APLICADOS PELAS EMPRESAS.

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67

TEORIA DA EXCELÊNCIA ADMINISTRATIVA – CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO –

– Tornar a otimizada administração das empresas como algo plenamente estruturado, lógico e disponível.

– Consolidação de um processo administrativo ágil, sustentado e focado nas pessoas.

– Maior facilidade de aprendizado e de aplicação dos ensinamentos administrativos.

– Consolidar uma interação entre os conhecimentos de administração e os acontecimentos – e indícios de acontecimentos – nas empresas.

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68

TEORIA DA EXCELÊNCIA ADMINISTRATIVA – INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS –

  • 1 – ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA.

  • 2 – ADMINISTRAÇÃO VIRTUAL.

  • 3 – EMPREENDEDORISMO.

  • 4 – RESPONSABILIDADE SOCIAL

  • 5 – ÉTICA.

  • 6 – GOVERNANÇA CORPORATIVA.

  • 7 – ADMINISTRAÇÃO DO CONHECIMENTO.

  • 8 – ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA.

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69

TEORIA DA EXCELÊNCIA ADMINISTRATIVA – PRINCIPAIS CRÍTICAS RECEBIDAS –

Dificuldade em aplicar benchmarking.

Dificuldade em estruturar e, principalmente, operacionalizar otimizados modelos de administração.

Falta de planos de aprendizado e de administração do conhecimento.

Dificuldade, e falta de interesse, em se disseminar conhecimentos.

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70

TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO

Abordagem predominantemente comportamental. Consolidação da administração do conhecimento. Maior interação entre os instrumentos administrativos das empresas. Divisão dos sistemas e processos administrativos em partes. Definição dos papéis dos profissionais das empresas. Alteração de determinados cargos e funções. Necessidade de maior comprometimento para com os resultados esperados. Maior interação teoria versus prática. Universalização da administração.

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71

ORIGENS, TEORIAS E TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO – QUESTÕES PARA DEBATE –

  • 1 – Debater o conceito do termo administração.

  • 2 – Debater o conceito e a amplitude do termo Teoria da Administração.

  • 3 – Debater o significado e a abrangência do termo empresa.

  • 4 – Debater, para o seu caso, a amplitude do conceito de administrador.

  • 5 – Debater os vários eventos inerentes às origens e à consolidação da administração pelas empresas em geral.

  • 6 – Para a questão anterior, estabelecer, com justificativas, uma ordem de importância para os diversos eventos administrativos identificados no Quadro 1.1.

  • 7 – Debater as contribuições das 13 teorias da administração apresentadas na seção 1.4.

  • 8 – Debater as tendências da administração.

  • 9 – Identificar outras tendências da administração e estabelecer uma hierarquia de importância para todas as tendências analisadas.

10 – Com base em seu entendimento do conteúdo do capítulo, apresentar suas considerações a respeito da importância do conhecimento da administração para as empresas em geral e, principalmente, para a sua vida profissional.

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72

ESTRUTURA DO LIVRO

 

Capítulo 1

 

Origens, teorias e tendências da administração

Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração
 
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração
 
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração Capítulo 2 Capítulo 3 Funções da administração Funções
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração Capítulo 2 Capítulo 3 Funções da administração Funções
Capítulo 2 Capítulo 3 Funções da administração Funções das empresas
Capítulo 2
Capítulo 3
Funções da
administração
Funções das
empresas
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração Capítulo 2 Capítulo 3 Funções da administração Funções

Capítulo 4

Atuação do profissional de administração

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73

CAPÍTULO 2

FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

74

FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO – CONCEITO E COMPONENTES –

  • 1 – CONCEITO:

Atividades que devem ser desempenhadas em todo e qualquer processo administrativo nas empresas e por cada uma de suas unidades organizacionais.

  • 2 – COMPONENTES:

Planejamento

Planejamento
Planejamento

Organização

Gestão das pessoas
Gestão das
pessoas

Direção

   
1 – CONCEITO: Atividades que devem ser desempenhadas em todo e qualquer processo administrativo nas empresas
1 – CONCEITO: Atividades que devem ser desempenhadas em todo e qualquer processo administrativo nas empresas
1 – CONCEITO: Atividades que devem ser desempenhadas em todo e qualquer processo administrativo nas empresas
1 – CONCEITO: Atividades que devem ser desempenhadas em todo e qualquer processo administrativo nas empresas
   
 

Avaliação

1 – CONCEITO: Atividades que devem ser desempenhadas em todo e qualquer processo administrativo nas empresas

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

75

PLANEJAMENTO – CONCEITO –

Função da administração que permite diagnosticar e analisar situações atuais, de estabelecer resultados – objetivos e metas – a serem alcançados pelas empresas e de delinear ações – estratégias – para se alcançar estes resultados, bem como de leis e normas – políticas – que servem de sustentação a este procedimento administrativo.

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76

FUNÇÃO PLANEJAMENTO – ORIGENS –

 

Idealizador

Ano

 

Principais contribuições

 
     

Alinhou

a

estrutura

organizacional

e

as

estratégias

das

empresas

com

seus

Alfred Chandler Jr.

1962

planejamentos estratégicos.

 
   

Estabeleceram

que

os

objetivos

das

empresas

correspondem,

diretamente,

aos

Richard Cyert e James March

1963

objetivos pessoais do proprietário ou principal executivo da empresa.

 

Kenneth

Andrews

e

Carl

   
 

1963

Estruturaram as análises externas e internas das empresas.

 

Roland

Peter Drucker

 

1964

Consolidou a administração por objetivos e a importância da alta administração e da negociação entre os diversos executivos da empresa.

Igor Ansoff

1965

Estruturou e consolidou a importância da estratégia corporativa e da sinergia entre negócios.

     

Estruturou

a

análise

e

o

estabelecimento

das

vantagens

competitivas

das

Michael Porter

1980

empresas.

Kenichi Ohmae

 

1982

Fortaleceu a questão da vantagem competitiva das empresas e criou o conceito de pensamento estratégico.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

77

CONCEITOS BÁSICOS

  • 1 – Planejamento estratégico:

Metodologia administrativa que proporciona sustentação para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos – não controláveis – e atuando de forma inovadora e diferenciada.

  • 2 – Planejamento tático:

Metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de

resultado da empresa.

  • 3 – Planejamento operacional:

Formalização das metodologias de desenvolvimento e de implementação de resultados específicos a serem alcançados pelas áreas funcionais da empresa.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

78

FUNÇÃO PLANEJAMENTO – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS –

Estruturação adequada da área responsável.

Conhecimento da importância e da metodologia de desenvolvimento e implementação.

Preparação do terreno para o planejamento.

Adequação à realidade atual e à expectativa futura.

Otimizado nível de envolvimento dos profissionais.

Disseminação das informações.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

79

FUNÇÃO PLANEJAMENTO – TENDÊNCIAS –

Aumento da abrangência da função planejamento nas empresas.

Contribuição direta para o desenvolvimento e consolidação de novos modelos de administração das empresas.

Geração de novos instrumentos administrativos filhotes da função planejamento nas empresas.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

80

ORGANIZAÇÃO – CONCEITO –

FUNÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO QUE ORIENTA A CAPACIDADE DE ORDENAÇÃO, ESTRUTURAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE UM SISTEMA, DE UM PROJETO, DE UM TRABALHO E DOS RECURSOS ALOCADOS, VISANDO ALCANÇAR OS RESULTADOS ESTABELECIDOS PELA FUNÇÃO PLANEJAMENTO DAS EMPRESAS.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

81

O&M – PARTES INTEGRANTES –

O&M – PARTES INTEGRANTES – Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

82

FUNÇÃO ORGANIZAÇÃO – ORIGENS –

Teorias da Administração

Período básico

Contribuições para a organização das empresas

1.

Administração Científica

   

1.1

Frederick Taylor

1903

• Redesenhou o processo dos trabalhos e mudou a atitude dos trabalhadores, melhorando a produtividade.

 

Início do século

 

1.2

Henry Ford

XX

• Estudou a especialização dos trabalhadores.

   

• Estabeleceu as atividades do processo administrativo (planejamento, organização, comando, coordenação e controle). • Definiu o papel do dirigente. • Consolidou a divisão do trabalho entre as áreas das empresas.

1.3

Henri Fayol

Década de 1910

• Estabeleceu os primórdios da autoridade e da responsabilidade. • Consolidou as unidades de comando e de direção. • Analisou a questão da centralização e da descentralização. • Estruturou a cadeia de comando. • Incentivou o espírito de equipe.

2.

Burocracia

   

2.1

Max Weber

Década de 1920

• Estabeleceu que as empresas que têm normas – ou leis ou políticas – são as mais produtivas. • Consolidou a autoridade formal (baseada nas leis, normas e políticas).

3.

Relações Humanas

   
   

• Estabeleceu que a qualidade da supervisão e dos relacionamentos com empregados melhora a produtividade.

3.1

Elton Mayo

Década de 1930

• A média administração deve otimizar a ligação entre alta e baixa administração. • Os trabalhos em equipes são importantes.

4.

Pensamento sistêmico

   

4.1

Ludwig von Bertalanffy

Final da década de 1930

• Consolidou a análise de toda a empresa e de cada uma de suas partes de forma interligada. • Deve ter sido a mais forte contribuição para toda a moderna análise da departamentalização das empresas.

5.

Administração por objetivos

   

5.1

Peter Drucker

1955

• Consolidou a administração voltada para resultados e com avaliação de desempenho das pessoas.

6.

Aprendizagem organizacional

   

6.1

Peter Senge

Meados da década de 1970

• As empresas devem aprender a lidar com a mudança contínua, a qual é básica para a evolução da estrutura organizacional.

  • 7. Década de 1990

Administração virtual

 

• Contribuiu diretamente para a estruturação em rede de empresas.

Administração do

conhecimento

  • 8. Início do século

• Corresponde ao principal aspecto da evolução das estruturações organizacionais.

XXI (consolidação)

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

83

ESTRUTURAÇÕES ORGANIZACIONAIS TRADICIONAIS – TIPOS E VANTAGENS –

  • 1 – Funcional:

Separação das áreas da empresa por especialização do trabalho ou áreas funcionais (marketing, produção, finanças, logística, qualidade).

  • 2 – Territorial:

Melhor conhecimento e consequente atuação em regiões ou locais específicos.

  • 3 – Por clientes:

Conhecimento específico e a possibilidade de tirar proveito das condições de grupos de clientes bem definidos.

  • 4 – Por produtos ou serviços:

Maior facilidade de colocação – e venda – dos produtos e serviços da empresa nos diversos segmentos do mercado.

  • 5 – Por projetos:

Melhor atuação da equipe de trabalho, atendimento dos clientes e cumprimento dos prazos e orçamentos.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

84

PROJETO – CONCEITO –

TRABALHO COM DATAS DE INÍCIO E DE TÉRMINO, COM RESULTADO FINAL PREVIAMENTE ESTABELECIDO, EM QUE SÃO ALOCADOS E ADMINISTRADOS OS RECURSOS, SOB A RESPONSABILIDADE DE UM COORDENADOR.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

85

ESTRUTURAÇÕES ORGANIZACIONAIS TRADICIONAIS – ORGANOGRAMA –

   
 

Clientes

 
 

empresas

 
 

do governo

 

Clientes

 

empresas

 
 

privadas

Clientes empresas do governo Clientes empresas privadas Diretoria de desenvolvimento de marketing Diretoria Assessoria Assessoria financeira
Clientes empresas do governo Clientes empresas privadas Diretoria de desenvolvimento de marketing Diretoria Assessoria Assessoria financeira
Diretoria de desenvolvimento
Diretoria de
desenvolvimento

de marketing

Diretoria

Assessoria Assessoria financeira administrativa de produção Diretoria Produtos tecnológicos Fábrica região norte Fábrica região sul Projeto
Assessoria
Assessoria
financeira
administrativa
de produção
Diretoria
Produtos
tecnológicos
Fábrica
região
norte
Fábrica
região
sul
Projeto 1
Projeto 2
Produtos
Projeto 3
de consumo
Presidência
Presidência

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

86

DEPARTAMENTALIZAÇÃO MATRICIAL – ORGANOGRAMA –

Equipe técnica e recursos equipamentos equipamentos Projeto C materiais e equipamentos materiais e financeiros, financeiros, materiais
Equipe técnica e recursos equipamentos equipamentos Projeto C materiais e equipamentos materiais e financeiros, financeiros, materiais
Equipe técnica
e recursos
equipamentos
equipamentos
Projeto C
materiais e
equipamentos
materiais e
financeiros,
financeiros,
materiais e
financeiros,
tecnológicos,
tecnológicos,
tecnológicos,
Projeto B
e recursos
Equipe técnica
e recursos
Diretoria
Equipe técnica
Projeto A
em Gestão
de Pessoas
em
Organização
em
Planejamento
de Projetos
Coordenação
Consultoria
Consultoria
Consultoria

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87

UNIDADE ESTRATÉGICA DE NEGÓCIO – ORGANOGRAMA –

Presidência Divisão Divisão Divisão Divisão Divisão Administrativa e Financeira Incorporação Terraplenagem Construção Comercialização
Presidência
Divisão
Divisão
Divisão
Divisão
Divisão
Administrativa e
Financeira
Incorporação
Terraplenagem
Construção
Comercialização
Presidência Divisão Divisão Divisão Divisão Divisão Administrativa e Financeira Incorporação Terraplenagem Construção Comercialização UENs

UENs

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88

DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PROCESSOS – CONCEITO E ORGANOGRAMA –

PROCESSO: CONJUNTO ESTRUTURADO DE ATIVIDADES SEQUENCIAIS QUE APRESENTAM RELAÇÃO LÓGICA ENTRE SI, COM A FINALIDADE DE ATENDER ÀS NECESSIDADES DOS CLIENTES INTERNOS E EXTERNOS DAS EMPRESAS.

Seção de de corte Seção Seção de Seção de Seção de montagem Seção de estamparia embalagem
Seção de
de
corte
Seção
Seção de
Seção de
Seção de
montagem
Seção de
estamparia
embalagem
preparação
Evolução do processo
pré- montagem

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

89

REDE DE INTEGRAÇÃO ENTRE EMPRESAS – REPRESENTAÇÃO GRÁFICA –

REDE DE INTEGRAÇÃO ENTRE EMPRESAS – REPRESENTAÇÃO GRÁFICA – Fazendas de Empresa de produção de óleo
Fazendas de Empresa de produção de óleo de soja soja Empresa de logística (vendas e distribuição)
Fazendas
de
Empresa de
produção de
óleo de soja
soja
Empresa de
logística
(vendas e
distribuição)
Supermercados
Empresa de
embalagem
Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira
Introdução à Administração – Edição Compacta
90

GOVERNANÇA CORPORATIVA – ORGANOGRAMA –

GOVERNANÇA CORPORATIVA – ORGANOGRAMA – Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

91

FUNÇÃO ORGANIZAÇÃO – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS (1/2) –

TER UMA METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO.

CONSOLIDAR A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO FATOR DE SUSTENTAÇÃO PARA A EMPRESA ALCANÇAR OS OBJETIVOS ESTABELECIDOS.

ESTABELECER AS INTERLIGAÇÕES ENTRE AS ATIVIDADES DAS DIVERSAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS.

ESTABELECER CRITÉRIOS E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DAS DIVERSAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS.

INTERLIGAR A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM OS OUTROS INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS DA EMPRESA.

TER EFETIVO CONHECIMENTO E ENTENDIMENTO DO TERMO, DA ABORDAGEM E DA AMPLITUDE.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

92

FUNÇÃO ORGANIZAÇÃO – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS (2/2) –

COMEÇAR O MAIS CEDO POSSÍVEL.

DEIXAR OS CLIENTES E OS FORNECEDORES INFLUENCIAREM O DELINEAMENTO DA ESTRUTURA.

FOCAR A ESTRUTURA TAMBÉM PARA NEGÓCIOS FUTUROS.

TRABALHAR COM ESTRUTURAS MAIS HORIZONTALIZADAS.

ACABAR COM AS IGREJAS E DISPUTAS INTERNAS.

TRABALHAR COM O EMPOWERMENT.

TER EFETIVO ENVOLVIMENTO E PATRONOS DA ALTA ADMINISTRAÇÃO.

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93

FUNÇÃO ORGANIZAÇÃO – ALGUMAS TENDÊNCIAS –

OS ESTUDOS E ANÁLISES TERÃO AMPLITUDE CADA VEZ MAIOR.

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS INTERLIGADAS COM OUTROS INSTRUMENTOS ADMINISTRATIVOS.

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS MAIS SIMPLES E DE FÁCIL APLICAÇÃO, APESAR DE MAIS AMPLAS E ABRANGENTES.

ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS BASEADAS E SUSTENTADAS PELOS PROFISSIONAIS DAS EMPRESAS.

AUMENTO DAS INFLUÊNCIAS INADEQUADAS DAS POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS.

CONSOLIDAÇÃO DE PARCERIAS ENTRE EMPRESAS.

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94

GESTÃO DE PESSOAS – CONCEITO –

METODOLOGIA ADMINISTRATIVA QUE PROPORCIONA SUSTENTAÇÃO ÀS OTIMIZADAS COORDENAÇÃO, SUPERVISÃO, ORIENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM NAS EMPRESAS.

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95

FUNÇÃO GESTÃO DE PESSOAS – ORIGENS – (1/2)

Idealizador

 

Ano

Principal contribuição

Elton Mayo

1932

Criou a Teoria das Relações Humanas, que foi o foco básico do início dos estudos inerentes à gestão de pessoas.

Ordway Tead

1935

Correlacionou as interações entre:

– administração democrática e liderança; e – autoridade e poder pessoal.

Kurt Lewin

1939

Analisou a influência da liderança sobre o comportamento dos grupos de trabalho.

– autoritária (decisões do líder);

Foi precursor da dinâmica de grupo.

• Coordenou os estudos de tipos de liderança:

– liberal (líder não interfere nas decisões do grupo); e – democrática (decisões são do grupo).

Reconheceu a existência de grupos formais e informais.

Mary Follet

1942

(ano de

Colocou a autoridade como parte do processo e da dinâmica empresarial.

consolidação de suas ideias, pois ela morreu

• Fortaleceu o conceito de liderança pelas melhores relações interpessoais, entre chefes e subordinados. • Criou a “lei decisória situacional”, em que as realidades do momento influenciam a

em 1933)

decisão tomada.

Richard Beckhard

1945

Criador do termo desenvolvimento organizacional e o primeiro a estruturar a ideia. • Coordenou a criação dos grupos de treinamento de sensibilidade para prover

feedback aos indivíduos a respeito de suas atuações em situações desestruturadas (trabalhos consolidados em 1959).

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96

FUNÇÃO GESTÃO DE PESSOAS – ORIGENS – (2/2)

Idealizador

Ano

 

Principal contribuição

Rensis Likert

1946

Coordenou o desenvolvimento de pesquisa de entrevistas e de feedback, com a finalidade de analisar assuntos diversos junto aos empregados e repassar os resultados aos supervisores e gerentes, visando a melhoria das condições de trabalho (estudo consolidado em 1961).

Abraham Maslow

1954

Criou o modelo de “hierarquia de necessidades” para explicar as origens da motivação humana (estudo revisto e consolidado em 1970).

Frederick Herzberg (com Bernard Mausner e Barbara Snyderman)

1959

• Estudaram a motivação no trabalho, separando os “fatores de higiene” – que estão fora do controle dos funcionários – e os “fatores de motivação” – que estão sob o controle dos funcionários das empresas. • Também estruturaram o processo de enriquecimento de tarefas, criando situações mais interessantes para os profissionais das empresas.

Chris Argyris

1962

Interligou a competência interpessoal e a efetividade das empresas. Em 1968, estudou o aprendizado profissional e sua influência nos processos de mudanças nas empresas.

Warren Bennis

1966

Analisou os efeitos das mudanças rápidas e inesperadas nas empresas.

• Analisou a administração das empresas no futuro, recebendo influências do ambiente, das características da comunidade, dos valores de trabalho, das tarefas, dos objetivos, da estrutura organizacional e do nível motivacional. (Trabalho concluído em 1973).

Paul Hersey e Kenneth Blanchard

1972

Criaram a liderança situacional, em que cada caso é um caso.

William Ouchi

1982

Estabeleceu a “Teoria Z”, pela qual o envolvimento e participação são a chave do aumento da produtividade.

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97

GESTÃO DE PESSOAS – ABORDAGENS –

  • 1 – Mudanças planejadas nas empresas.

  • 2 – Liderança.

  • 3 – Equipes multidisciplinares.

  • 4 – Administração do conhecimento.

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98

ICEBERG ORGANIZACIONAL

visível não visível Com ponentes visíveis: Com ponentes não visíveis: A empresa A empresa • Estrutura
visível
não visível
Com ponentes visíveis:
Com ponentes não visíveis:
A empresa
A empresa
• Estrutura organizacional
• Denominação e descrição de cargos
• Rede de autoridade formal
• Alcance do controle e níveis empresariais
• Objetivos estratégicos
• Políticas e procedimentos operacionais
• Planejamento e sistema de informação
• Políticas e procedimentos referentes ao pessoal
• Unidades de mensuração referentes à
produtividade física e monetária
Esses componentes são
claramente observáveis,
geralmente racionais,
provenientes de
conhecimentos e
orientados para
considerações atinentes
às tarefas
Esses componentes não
são geralmente visíveis,
sendo emocionalmente
criados e orientados tendo
em vista o clima geral e o
processo social, psicológico e
comportamental da
empresa
• Padrões de poder crescente e de influência
• Visão pessoal das competências empresariais e
individuais
• Padrões de equipes interpessoais e de relações divisionais
• Sentimento e normas das equipes de trabalho
• Percepção da existência de relacionamentos de
confiança, de abertura e de comportamentos relativos à
aceitação de riscos
• Percepção do papel individual e dos sistemas de valores
• Sentimentos emocionais, necessidades e desejos
• Relacionamento afetivo entre executivos e funcionários
• Unidades de medida para contabilização dos recursos
humanos
Nível de influência
da intervenção do
desenvolvimento
organizacional

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99

FUNÇÃO GESTÃO DE PESSOAS – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS –

Os profissionais das empresas devem pegar esta bandeira.

Os proprietários e principais executivos só acreditam a partir de resultados efetivos.

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100

FUNÇÃO GESTÃO DE PESSOAS – TENDÊNCIAS –

As pessoas – profissionais das empresas – serão, cada vez mais, o foco básico de todas as questões administrativas nas empresas.

As pessoas serão forçadas, cada vez mais, a saber trabalhar em situações de constantes mudanças.

Os conhecimentos – profundos e diferenciados – serão o principal fator de sustentação para o surgimento de fortes lideranças nas empresas.

Os colegas de trabalho podem representar uma rápida fonte de aprendizado e de melhoria do conhecimento administrativo.

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101

DIREÇÃO – CONCEITO –

FUNÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DAS EMPRESAS QUE CUIDA DA CAPACIDADE E HABILIDADE DE SE SUPERVISIONAR E ORIENTAR OS RECURSOS – HUMANOS, FINANCEIROS, TECNOLÓGICOS, MATERIAIS, EQUIPAMENTOS – ALOCADOS NAS ATIVIDADES DAS EMPRESAS, VISANDO OTIMIZAR O PROCESSO DECISÓRIO DIRECIONADO AO ALCANCE DOS RESULTADOS ESTABELECIDOS NOS PLANEJAMENTOS ANTERIORMENTE ELABORADOS.

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102

FUNÇÃO DIREÇÃO – ORIGENS –

 

Idealizadores

 

Ano

Principal contribuição

Germain Martin (com Philippe Simon)

1946

• Estudaram a atuação dos chefes nas empresas.

Melvin Copeland (com Andrew Towl)

1947

• Analisaram a atuação do conselho de diretores de uma empresa.

Roy

Lewis

(com

Rosemary

   

Stewart)

 

1958

• Estudaram a atuação do “patrão”.

   

• Estudou e estruturou a melhor rede de comunicação (de um grupo de 5 pessoas) e

Harold Leavitt

 

1964

identificou os fatores de influência: velocidade, clareza, tipo de tarefa, criatividade, flexibilidade e moral do grupo.

David Emery

 

1970

• Estudou a atuação mais ampla dos dirigentes de empresas.

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103

FUNÇÃO DIREÇÃO – ABORDAGENS PRINCIPAIS –

• Coordenação.

• Comunicação.

• Processo decisório.

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104

FUNÇÃO DIREÇÃO – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS –

Ter políticas, normas e procedimentos administrativos. Ter pensamento estratégico. Ter adequado processo de supervisão. Ter lideranças. Ter profissionais motivados para o alcance dos resultados esperados. Ter profissionais treinados e capacitados. Ter efetivo sistema de comunicação. Ter administração participativa. Ter comprometimento das pessoas. Ter otimizado processo decisório.

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105

FUNÇÃO DIREÇÃO – TENDÊNCIAS –

O processo diretivo e decisório vai se tornar, cada vez mais participativo.

A competência diretiva e decisória ficará, cada vez mais, transparente nas empresas.

As análises necessárias para o processo diretivo e decisório serão mais amplas e mais complexas.

Os estudos de administração proporcionarão ferramentas matemáticas e da tecnologia da informação de auxílio ao processo diretivo e decisório nas empresas.

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106

FUNÇÃO AVALIAÇÃO – CONCEITO –

FUNÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO QUE, MEDIANTE A COMPARAÇÃO COM PADRÕES PREVIAMENTE ESTABELECIDOS, PROCURA MEDIR E AVALIAR O DESEMPENHO E OS RESULTADOS DAS AÇÕES E ESTRATÉGIAS, COM A FINALIDADE DE REALIMENTAR COM INFORMAÇÕES OS TOMADORES DE DECISÕES, DE FORMA QUE POSSAM CORRIGIR OU REFORÇAR ESTE DESEMPENHO, PARA ASSEGURAR QUE OS RESULTADOS ESTABELECIDOS PELOS PLANEJAMENTOS SEJAM ALCANÇADOS.

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107

FUNÇÃO AVALIAÇÃO – ORIGENS –

Idealizadores Ano Principais contribuições Charles Wits 1960 • Estabeleceu os princípios de reavaliação do processo de
Idealizadores
Ano
Principais contribuições
Charles Wits
1960
• Estabeleceu os princípios de reavaliação do processo
de controle e avaliação.
Vladimir Solodovnikov
1960
• Introduziu a análise estatística no sistema automático
de controle e avaliação.
Robert Clark
1962
• Aprimorou o sistema automático de controle e
avaliação de resultados das empresas.
George Leitmann
1966
• Introduziu o conceito de controle e avaliação
otimizados.
Peter Dyer (com
Stephen McReynolds)
1970
• Estudaram a computadorização e aprimoraram a teoria
da avaliação otimizada.
Alain Bensoussan (com
Gerald Hurst e
Bertil Näslund)
1974
• Analisaram a administração das aplicações das
modernas teorias de controle.
Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira
Introdução à Administração – Edição Compacta
108

FUNÇÃO AVALIAÇÃO – ABORDAGENS –

Avaliação de desempenho Procedimento administrativo, baseado em critérios e parâmetros previamente negociados e aceitos pelas partes envolvidas, quanto aos resultados efetivos apresentados pelos profissionais da empresa, em relação aos resultados esperados.

Indicadores de desempenho Parâmetros e critérios de avaliação, previamente estabelecidos, que permitem a análise da realização, bem como da evolução dos principais resultados das empresas.

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109

FUNÇÃO AVALIAÇÃO – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS –

Ter interação com o sistema de informações. Consolidar o momento ideal. Ter interação entre os níveis de avaliação. Ter consistência no processo. Administrar as resistências. Adequar à realidade da empresa. Considerar a relação custos versus benefícios. Ter otimizado nível de participação e de envolvimento. Ter adequado nível de conhecimento pelos envolvidos.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

110

FUNÇÃO AVALIAÇÃO – TENDÊNCIAS –

Os profissionais aceitarão serem avaliados.

Os sistemas de avaliação terão fortes participação e debates de todos os envolvidos.

Todos devem ser avaliadores e avaliados.

Os resultados das avaliações serão fundamentais para a evolução da empresa e dos seus profissionais.

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111

FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO – QUESTÕES PARA DEBATE –

  • 1. Identificar outras maneiras de estabelecer as funções da administração.

  • 2. Identificar outros estudiosos da administração que contribuíram para o desenvolvimento da função planejamento.

  • 3. Idem quanto à função organização.

  • 4. Idem quanto à função gestão de pessoas.

  • 5. Idem quanto à função direção.

  • 6. Idem quanto à função avaliação.

  • 7. Debater a aplicação da função planejamento pelas empresas. Identificar algumas precauções que devem ser consideradas neste processo.

  • 8. Idem quanto à função organização.

  • 9. Idem quanto à função gestão de pessoas.

    • 10. Idem quanto à função direção.

    • 11. Idem quanto à função avaliação.

    • 12. Debater as possíveis tendências evolutivas das cinco funções da administração, procurando efetuar interligações entre as diversas tendências.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

112

FUNÇÃO AVALIAÇÃO – TENDÊNCIAS –

 

Capítulo 1

 

Origens, teorias e tendências da administração

Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração
 
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração
 
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração Capítulo 2 Capítulo 3 Funções das empresas Funções
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração Capítulo 2 Capítulo 3 Funções das empresas Funções
Capítulo 2 Capítulo 3 Funções das empresas Funções da administração
Capítulo 2
Capítulo 3
Funções das
empresas
Funções da
administração
Capítulo 1 Origens, teorias e tendências da administração Capítulo 2 Capítulo 3 Funções das empresas Funções

Capítulo 4

Atuação do profissional de administração

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

113

CAPÍTULO 3

FUNÇÕES DAS EMPRESAS

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

114

FUNÇÕES DAS EMPRESAS – CONCEITO E CONTEÚDO –

1 – CONCEITO: Atividades que devem ser desempenhadas pelos conjuntos homogêneos das unidades organizacionais das empresas,
1 – CONCEITO:
Atividades que devem ser desempenhadas pelos conjuntos homogêneos das
unidades organizacionais das empresas, tendo em vista otimizar os resultados
de seus negócios, produtos e serviços.
2 – CONTEÚDO:

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

115

MARKETING – CONCEITO –

FUNÇÃO DAS EMPRESAS RESPONSÁVEL PELA ANÁLISE, PLANEJAMENTO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE ESTRATÉGIAS E PROJETOS ESTRUTURADOS, COM A FINALIDADE DE ATENDER – E ATÉ SUPLANTAR – AS NECESSIDADES E EXPECTATIVAS DE SEGMENTOS DE MERCADO, BEM COMO CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO DA EMPRESA.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

116

MARKETING – ORIGENS (1/2) –

Idealizador

Ano

 

Principal contribuição

 

Stankey Payne

  • 1951

Estruturou o processo de pesquisa, coleta e análise de dados.

 

Wroe Alderson

  • 1954 •

Estudou os canais de distribuição.

 

Wilbur Schramm

  • 1955 •

Realizou estudos da aplicação da propaganda.

 

Wendell Smith

  • 1956 •

Primeiro

estudioso

da

segmentação

de

mercado

como

uma

estratégia

alternativa de marketing.

 

Robert Ferber

  • 1959 •

Consolidou análises matemáticas e estatísticas em pesquisas de mercado.

Peter Drucker

  • 1959 •

Alocou a função marketing no processo administrativo das empresas.

 

Theodore Levitt

  • 1960 •

Analisou a miopia em marketing, com foco nos negócios. Em 1965, estudou o ciclo de vida dos produtos e serviços. Seus estudos mostraram que o foco deve ser a satisfação garantida dos clientes, e não vender a qualquer custo.

Harper Boyd Jr. e William Massy

  • 1961

Estruturaram os primeiros estudos de administração de marketing. Em 1964, Boyd Jr., com Ralph Westfall, estruturaram a pesquisa de mercado.

Thomas Berg (com Abe Shuchman)

  • 1962

Estruturaram o sistema de canais de distribuição. Trabalho aprimorado em 1962 por Edwin Lewis, com o estabelecimento de estratégias específicas.

Ronald Frank e Paul Green

  • 1962 •

Aplicaram

a

teoria

da

probabilidade em decisões sobre produtos.

Posteriormente, em 1968, estruturaram processos de pesquisa de mercado. Em 1971, Frank, com William Massy, analisaram o modelo de decisão em marketing.

Lester Telser

  • 1962 •

Estudou o desenvolvimento das marcas dos produtos.

 

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

117

MARKETING – ORIGENS (2/2) –

 

Idealizador

 

Ano

 

Principal contribuição

 

Karl Tietjen

  • 1963 •

Estruturou práticas diversas para o planejamento dos produtos.

 

Daniel Yankelovich

 
  • 1964

Estabeleceu critérios de segmentação de mercado.

 

Jerome McCarthy

 
  • 1964 •

Estruturou o composto de marketing (4 Ps): produto, preço, praça e promoção.

 

John Udell

  • 1964 •

Realizou estudos da importância dos preços dos produtos e serviços. Ele aprimorou os estudos realizados, em 1957, por Jules Backman.

Marshall Howard

 
  • 1964 •

Analisou as questões legais em marketing.

 

Gary Steiner

 
  • 1965

Analisou a criatividade das pessoas e contribuiu para a evolução do marketing nas empresas. Em 1961, junto com Robert Lavidge, estruturou uma medição dos resultados das propagandas.

Philip Kotler

 
  • 1967 •

Considerado

o

idealizador

da

administração

de

marketing.

Popularizou

o

 

composto de marketing (4 Ps).

 

Leo Bogart

  • 1967

Estabeleceu estratégias de propaganda.

 

Samuel

Smith,

Richard

Brien

e

  • 1968

Estruturaram o sistema de informações de marketing.

 

James Stafford

   

James Engel, David Kollat e Roger Blackwell

  • 1968

Estudaram o comportamento dos consumidores.

 

Martin Bell

  • 1979

Estruturou e ampliou o processo de desenvolvimento de novos produtos.

 

Leonard Berry

 
  • 1983 •

Idealizou o marketing de relacionamento.

 

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

118

MARKETING – PARTES INTEGRANTES –

Propaganda.

Promoção.

Ponto-de-venda.

Formação dos preços de produtos e serviços.

Marca.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

119

MARKETING – APLICAÇÃO NAS EMPRESAS –

Consolidação do marketing total.

Ênfase no marketing de relacionamento.

Otimizado tratamento da imagem institucional.

Consolidação da atuação mercadológica com ética e responsabilidade social.

Interligação da função marketing com as funções da administração.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

120

MARKETING – TENDÊNCIAS –

Contribuição direta para a maior proteção dos compradores dos produtos e serviços das empresas.

Maior busca de qualidade de vida.

Preços mais adequados.

Melhoria da qualidade dos produtos e serviços.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

121

PRODUÇÃO – CONCEITO –

FUNÇÃO DAS EMPRESAS QUE CUIDA DA TRANSFORMAÇÃO

DOS INSUMOS – MATÉRIAS-PRIMAS, ENERGIAS,

INFORMAÇÕES – EM PRODUTOS E SERVIÇOS, UTILIZANDO,

DE FORMA ORGANIZADA, OS RECURSOS E OS

CONHECIMENTOS DAS EMPRESAS.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

122

FUNÇÃO PRODUÇÃO – ORIGENS – Idealizadores Ano Principais contribuições Edward Gushée 1928 • Introduziu critérios científicos
FUNÇÃO PRODUÇÃO
– ORIGENS –
Idealizadores
Ano
Principais contribuições
Edward Gushée
1928
• Introduziu critérios científicos em processos de compra.
Harmer Davis (com George
Troxell e Clement Wiskocil)
1941
• Analisaram os testes e a inspeção em administração
de materiais.
Carl Heyel
1968
• Estudou a administração industrial.
Peter Baily e
David Farmer
1973
• Aprimoraram o processo de administração de materiais.
Willard Miller
1984
• Estruturou o processo de planejamento da localização
das fábricas.
Richard Tersine
1988
• Estruturou os princípios de inventário e de administração
de materiais.
Michael Leenders, Harold
Fearon e Wilbur England
1989
• Aprimoraram os processos de compras e de
administração de materiais.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

123

PRODUÇÃO – PARTES INTEGRANTES –

Programação e controle da produção. Administração de materiais. Manutenção dos sistemas de produção. Localização da fábrica.

Outras partes integrantes:

Engenharia do produto. Desenvolvimento do produto ou serviço. Especificação do produto ou serviço. Especificação do processo. Capacidade produtiva. Produção enxuta. Análise e engenharia do valor. Desdobramento da função qualidade.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

124

PRODUÇÃO – APLICAÇÃO PELAS EMPRESAS –

Integrar a atividade de produção à logística.

Otimizar a programação e o controle da produção.

Utilizar, adequadamente, a tecnologia da informação.

Interligar a função produção com as funções da administração.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

125

PRODUÇÃO – TENDÊNCIAS –

Evolução no processo de incrementar valor nas transformações dos insumos.

Aprimoramento das técnicas de programação.

Aumento do nível de flexibilidade na produção.

Introdução de elevadas tecnologias no processo produtivo.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

126

DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS – CONCEITO –

FUNÇÃO DAS EMPRESAS DIRECIONADA PARA A EVOLUÇÃO

PROFISSIONAL DAS PESSOAS, EM AMBIENTES OTIMIZADOS

DE TRABALHO, NA BUSCA DE RESULTADOS

COMPARTILHADOS, DESAFIADORES E NEGOCIADOS

ANTERIORMENTE.

Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira Introdução à Administração – Edição Compacta

127

FUNÇÃO DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS – ORIGENS –

Idealizador