8 | JORNAL DA UNIVERSIDADE | JUNHO DE 2010
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Depois do longo de
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Posse e instalação Lu
dos trabalhos da CEIS
Comissão Especial /RS Es
de Investigação Sumá
ria da
Considerando os term
os da Portaria nº 259,
de 1964, baixada pelo de 20 de abril de
Excelentíssimo Senh
Estado da Educação or Ministro de Int
e Cultura em cumprime
Ato Institucional e nto ao artigo 7º do
História que o regulamentou
,
ao Decreto nº 53.897,
de 27 de abril de 1964,
Du
De
Documentos possibilitam reconstrução do período RESOLVE:
de
de
Art. 1º - É instituíd
inicial da Ditadura Militar na Universidade do Sul, a Comissão
a na Universidade do
Especial destinada
Rio Grande
(as
investigação sumária a proceder a
de que trata o § 1º do Fa
nº 53.897. Art. 3º do Decreto
de
Art. 2º - São designad
TEXTO JACIRA CABRAL xeira de Medeiros, ex-integrante da sub- nomia e Comunicação da UFRGS os para compor a comi Int
que trata o art. 1º, ssão de
comissão “D”, vinculada à CEIS. Após Jorge Eduardo Enriquez Vivar, também os Exmos. Srs. Professo (Fa
DA SILVEIRA COLABOROU Guimarães, Moysés West res Luiz Carlos
sua aposentadoria, Laudelino mudou-se vice-presidente no Brasil da ONG Ar- phalen, Jaci Carneiro (Fa
Saviniano de Castro Monteiro,
CAROLINE DA SILVA Marques, Ney Messias, (Fa
para Caxias e, com seu falecimento em quivistas Sem Fronteiras. da Rocha Freitas, Paul Amadeu Fagundes
o Maurell Moreira, Ma
FOTOS FLÁVIO DUTRA 1999, a família vendeu à Universidade Gastão Coelho Pure Nagipe Buaes,
za Duarte, Delfin Mend
de Caxias do Sul (UCS) seus mais de Utilidade dos documentos – Procu- Lourenço Mario Prun es da Silveira,
es, Zacarias Valiati, Po
Silva, Othon Sá Cast Neya Machado da
40 mil livros e cinco caixas grandes de rando levantar fatos que comprovas- anho. Fa
Art. 3º - Findos os trab
Passados mais de 30 anos das per- madeira, contendo diferentes materiais. sem os atos dos aparelhos repressivos relatório será enca
alhos da Comissão
Especial, o Int
seguições protagonizadas pela Ditadura Entre esses pertences, constavam as do movimento civil-militar golpista minhado, com parecer
cada caso, ao Excelent conclusivo para de
Militar no Brasil (1964/1985), surgem os atas da CEIS, desde 2003 disponíveis brasileiro, Vivar selecionou algumas íssimo Senhor Mini
Educação e Cultura. stro de Estado da de
primeiros documentos que registram a para pesquisa no Centro de Documen- das atas da CEIS/RS que registram tan- Art. 4º - Além das norm (Fa
as processuais cons
atuação da Comissão Especial de Inves- tação da instituição caxiense (CEDOC/ to sua organização para legitimar suas presente Portaria, tante da Ar
serão observadas, no
tigação Sumária (CEIS/RS), instalada UCS). A localização do material veio a práticas arbitrárias, quanto relatórios todas as normas subs que for aplicável, Fil
tanciais e formais
7º do Ato Institucional constantes no art.
na Universidade do Rio Grande do Sul público através de reportagem publi- dos inquéritos feitos com professores e e no Decreto nº 53.897
, de 27.4.64.
(assim chamada antes da federalização) cada na Folha de S. Paulo em janeiro estudantes da Universidade suspeitos
(as.) Prof. José Carl
em reunião presidida pelo então reitor deste ano, após contato do conselheiro de comportamento subversivo e liga- os Fonseca Milano
- Reitor -
José Carlos Fonseca Milano (18/05/64 do Movimento de Justiça e Direitos ções perigosas. Isso comprova que a
a 17/05/68) no dia 18 de maio de 1964. Humanos do Rio Grande do Sul, Jair chamada “operação limpeza” ocorreu, Fonte: Documentos da
Comissão Especial
Tais documentos fazem parte do Krischke, que tomou conhecimento sim, no meio acadêmico. Sumária (CEIS/RS)/ Acer de Investigação
vo Laudelino Teixeira
REPRODUÇÃO CEDOC UCS
acervo do professor da antiga Faculdade do acervo por meio do arquivista e O primeiro trabalho acadêmico que UCS Medeiros/CEDOC/
de Filosofia da UFRGS, Laudelino Tei- professor da Faculdade de Biblioteco- fez uso do acervo de Laudelino foi a
dissertação de mestrado “Os expurgos
na UFRGS: afastamentos sumários de
professores no contexto da Ditadura
Civil-Militar (1964 e 1969)”, defendida
por Jaime Valim Mansan na PUC, em
2009. Enquanto graduando de História de subversão era interessante; permitia Vivar ressalta que o acervo orga-
na UFRGS Mansan já estudava esse que desavenças pessoais influenciassem nizado por Marília está adequado tecni-
tema, sob a orientação do professor nisso. As justificativas para os expurgos camente, com gente especializada para
Enrique Serra Padrós e fez parte de eram do seguinte tipo: participou de trabalhar no material e disponibilizar
uma comissão que buscou arquivos do um evento sobre arquitetura em Cuba a informação. “O que interessa é que
período repressivo brasileiro dentro da ou tem amigos comunistas”. os documentos estejam disponíveis,
Universidade. Ambos pesquisadores também con- acessíveis, para esse papel pedagógico
Tanto para o arquivista Vivar como cordam quanto à qualidade do Centro dos arquivos, de educar as pessoas, de
para o professor de História Mansan, de Documentação da UCS, que julgam preservar a memória e de serem utiliza-
fica claro nesses documentos que exemplar. Na opinião da coordena- dos para que a sociedade os conheça e
Laudelino Teixeira de Medeiros era bas- dora do CEDOC, Marília Conforto, não cometa os mesmos erros”, comenta
tante atuante na CEIS. Jaime Mansan a documentação de Laudelino reflete o professor da Fabico.
admite, também, que, pelos registros, seu receio da comunização do Brasil. Com base nos recortes de Vivar e
o professor de Sociologia foi grande Isso também fica evidente, segundo a Mansan, o Jornal da Universidade traz
incentivador das delações. Outro ponto historiadora, em sua atuação na CEIS, o conteúdo de parte das atas e relatórios
interessante: na UFRGS, pessoas de conforme está registrado nas atas: “Ele da comissão e das quatro subcomissões,
direita foram expurgadas. Conforme queria conhecer o inimigo para com- que atuaram durante o ano de 1964,
Marília Conforto, responsável pelo arquivamento do acervo na UCS o historiador, “a própria indefinição bater e dominar se fosse o caso”. expurgando 17 docentes.
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Atas e relatórios revelam procedimentos
das investigações sumárias
ntegrantes da CEIS
1) Amadeu Fagundes da Rocha Freitas (Faculdade
O cotidiano
e Arquitetura)
2) Jaci Carneiro Monteiro (Faculdade de Medicina
e Porto Alegre)
da Comissão
3) Lourenço Mario Prunes (Faculdade de FilosoÀa),
fasta-se da comissão em reunião realizada no dia A constituição da Comissão de diretrizes da Ideologia de Segurança
1 de maio de 1964 Investigação da URGS foi bastante pe- Nacional”.
4) Luiz Carlos Guimarães (Faculdade de culiar, comparada às demais formadas No decorrer da atuação da comissão,
dontologia de Porto Alegre) nas outras universidades brasileiras conforme os dois pesquisadores, não
5) Nagipe Buaes (Faculdade de Ciências que sofreram intervenção militar pós- resta dúvida quanto ao seu caráter como
conômicas), assume a presidência da CEIS
6) Ney Messias (Faculdade de Direito de Porto
abril de 64. Com a portaria n.º 259 de instrumento de caça às bruxas, àqueles
egre) 20/04/1964, baixada pelo MEC, o Mi- considerados suspeitos de oposição ao
7) Moysés Westphalen (Faculdade de Agronomia nistro da Educação e Cultura, Flávio Su- regime que se impunha à nação. Na ata
Veterinária), substituído pelo professor Cícero plicy de Lacerda, instituiu as comissões da sétima reunião, o professor Ney Mes-
enezes de Moraes especiais de investigação sumária nas sias define esse caráter afirmando que
8) Paulo Maurell Moreira (Faculdade de Farmácia universidades brasileiras, a serem cons- a CEIS era delegada do poder público,
e Porto Alegre) tituídas a partir das reitorias. Segundo podendo julgar contra alguém uma
9) Saviniano de Castro Marques (Escola de Jorge Vivar, professor da Arquivologia, determinada acusação. Por outro lado,
ngenharia) o reitor Milano repassou essa respon- advertia: “Não se deve dizer: é a DOPS,
10) Zacarias Valiati (Escola de Artes) sabilidade às unidades, que deveriam ou é o 3.º Exército. É o Estado Nacional
11) Gastão Coelho Pureza Duarte (Faculdade de indicar seus próprios representantes, que faz a acusação. Estado Nacional do
dontologia de Pelotas)
12) DelÀn Mendes da Silveira (Faculdade de
e também criou quatro subcomissões, qual a Comissão é uma delegação”.
ireito de Pelotas), que será substituído por Rosa com atribuições investigatórias. Para Messias e os demais que co-
ussomano de Souza Lima O resultado disso, na avaliação do mungavam da mesma ideia, o que
13) Neya Machado da Silva (Escola de mestre em História Jaime Valim Man- estava em jogo era o interesse nacional.
nfermagem) san, foi a formação de uma comissão O próprio presidente da CEIS, Nagipe
14) Othon Sá Castanho (Escola de Geologia) marcada pela heterogeneidade, pois Buaes, solicitou na primeira reunião
15) Gal. Jorge César Teixeira, assessor militar cada congregação concebeu de forma que: “Cada integrante de Comissão ob-
dicado pelo 3.º Exército diferente a natureza e função do grupo tivesse junto a sua Faculdade ou Escola
em formação. “A efêmera existência e a uma lista do corpo docente, discente e
aparente simplicidade organizacional administrativo, para que a mesma fosse
da CEIS/URGS tendem a esconder a devidamente apreciada. Propôs ainda
ubcomissões complexidade de seu funcionamento”, que uma cópia dessa lista fosse enviada
argumenta o historiador. ao Comando do 3.º Exército e outra, à
Chefia de Polícia, a fim de que tais listas
Subcomissão A: Faculdade de Arquitetura,
aculdade de Agronomia e Veterinária, Escola de Caça às bruxas - Na análise de Man- fossem examinadas e ensejassem, à
san, isso se comprova nas atuações tão Comissão, informações que pudessem Ativo membro da CEIS, professor participou da banca de FHC
ngenharia e Escola de Geologia. Integrantes: Luiz
eseigneur de Faria (Escola de Engenharia), João distintas dos integrantes da comissão. levá-la a intensificar suas atividades”.
aptista Pianca (Faculdade de Arquitetura), Milton De acordo com ele, enquanto profes- cria-se um clima tenso, mas não há magistério secundário e superior e os
uiz Laquintinie Formoso (diretor em exercício da sores como Neya Machado da Silva Saídas estratégicas – Nem todos qualquer referência na ata sobre o teor casos previstos nesta Constituição, sob
scola de Geologia) e Mozart Pereira Soares (diretor e Lourenço Mario Prunes adotaram permanecem na Comissão, como é o da carta de Westphalen. pena de perda do cargo judiciário”.
a Faculdade de Veterinária e Agronomia). uma postura moderada durante todo caso do professor Moysés Westphalen Lourenço Mario Prunes também O professor Delfin Mendes da Sil-
Subcomissão B (de Pelotas): Faculdade de Direito o período, outros, como Laudelino Tei- (Agronomia e Veterinária), que se afasta pede seu afastamento, alegando exercer veira, indicado pela Faculdade de Di-
e Pelotas e Faculdade de Odontologia de Pelotas. xeira de Medeiros (Filosofia), Nagipe já nos primeiros dias de sua instauração, cargo judiciário. O professor embasa reito de Pelotas também sai da comissão
tegrantes: presidente Gastão Coelho Pureza Buaes (Filosofia), Ney Messias (Direito) assumindo em seu lugar o professor seu pedido no texto na Constituição e é substituído por Rosa Russomano
uarte (Faculdade de Odontologia de Pelotas),
e Jaci Monteiro (Medicina), “tiveram Cícero Menezes de Moraes. Quando o Federal de 1946, a qual veda ao juiz de Souza Lima. Não constam nas atas
elÀm Mendes da Silveira (Faculdade de Direito
e Pelotas), Ruy Martins Amaral Braga (Faculdade suas atuações marcadas por um sig- presidente da Comissão lê o ofício de “exercer, ainda que em disponibilidade, quaisquer retaliações a esses professores
e Direito de Pelotas), Cel. Bento Pena Fernandes nificativo alinhamento com algumas Westphalen, pedindo seu afastamento, qualquer outra função pública, salvo o por deixarem de colaborar com a CEIS.
ssessor militar)
Subcomissão C: Faculdade de Medicina,
aculdade de Farmácia, Faculdade de Odontologia
e Porto Alegre e Escola de Enfermagem.
tegrantes: presidente Jacy Carneiro Monteiro
Intervenção militar nas entidades estudantis
aculdade de Medicina), Paulo Maurell Moreira
aculdade de Farmácia), Luiz Carlos Guimarães Além dos professores presentes à reunião Pelotas, tinha seu próprio assessor militar, o Cel. forçar a fratura desses quadros não pela violência,
aculdade de Odontologia de Porto alegre), Neya de instalação da CEIS/RS, (conforme a lista Bento Pena Fernandes. mas pela pregação, pela luta ideológica, é lutar no
achado da Silva (Escola de Enfermagem).
constante no box desta matéria “Integrantes da Entre os instrumentos de controle, a CEIS sentido da democratização das instituições.”
Subcomissão D: Faculdade de Direito de
orto Alegre, Faculdade de Ciências Econômicas, Ceis”), participou do encontro o general Jorge adotava aqueles utilizados pelo 3.º Exército e
aculdade de FilosoÀa e Escola de Artes. César Teixeira, assessor militar indicado pelo o DOPS. Fazem parte do acervo de Laudelino Arguições - Da sexta reunião da CEIS, realizada
tegrantes: presidente Nagipe Buaes (Faculdade 3.º Exército. Foi ele que na ocasião anunciou a documentos como os relatórios dos diretores de no dia 15 de junho de 64, participaram os diretores
e Ciências Econômicas), Ney Messias (Faculdade presença dos militares Nathanael Gomes Alves, unidades e membros da Comissão e a transcrição das Faculdades de Filosofia, Ary Nunes Tietböhl,
e Direito de Porto Alegre), Lourenço Mário Prunes interventor na UEE (União Estadual de Estudantes), de depoimentos de estudantes, quando eram de Direito de Porto Alegre, Galeno Vellinho de
aculdade de FilosoÀa), Zacarias Valiati (Escola de Antonio Mendes Ribeiro, interventor na FEURGS pressionados a citar nomes e tecer considerações Lacerda, de Ciências Econômicas, Pery Pinto
tes) e Laudelino Teixeira Medeiros (Faculdade de (Federação dos Estudantes da Universidade do sobre comportamentos alheios. Diniz da Silva, e da Escola de Artes, Aurora M. C.
losoÀa). Rio Grande do Sul), Waldemar Carlos Schneider, No depoimento do estudante de Medicina Paulo Desidério. Conforme o presidente da Comissão,
interventor na Casa do Estudante, e Ruy Gonçalves, Roberto Faillace, por exemplo, ele comenta que a presença dos dirigentes tinha por meta prestar
Fonte: Atas da Comissão Especial de Investigação interventor na UMESPA (União Metropolitana colegas o acusavam de ser comunista, mas Faillace informações adicionais quanto aos seus relatórios
Sumária (CEIS/RS)/ Acervo Laudelino Teixeira
dos Estudantes Secundaristas de Porto Alegre). A afirma ser de esquerda e explica o que entende por encaminhados à CEIS.
Medeiros/CEDOC/UCS
subcomissão B, que compreendia as faculdades de isso: “[É] um sistema progressista que desejava a Pery reafirmou várias vezes que não ocorreram
redenção do povo brasileiro com reformas de base; fatos de subversão dos estudantes: “A maioria dos
uma situação mais humana para o povo”. Ao que o alunos da Faculdade de Ciências Econômicas
inquisidor argumenta: “Isso não é esquerda não, isso trabalha e estuda, são moços que têm noção de
é a ideia de todos nós”. Durante seu depoimento, responsabilidade, muitos são casados e, em face
Faillace cita nomes de estudantes que considera disso, a Direção tem recebido boa colaboração”. Ao
comunistas ou simpatizantes. referir-se a dois alunos (seus nomes não aparecem),
Além dos depoimentos, o acervo têm fichas um deles do Sindicato da Petrobras e outro do jornal
com informações de professores, como a de Ernani Última Hora, fez uma ressalva: “Esses são fatos
Maria Fiori, da Faculdade de Filosofia. “Quanto ocorridos fora das lides universitárias”.
ao professor Ernani Maria Fiori, o mesmo se tem Logo após o depoimento do professor da
destacado em suas Conferências e entrevistas de Economia, Laudelino pediu esclarecimentos a
caráter esquerdista, demonstrando-se perfeito respeito de fato ocorrido durante sua gestão como
conhecedor dos problemas nacionais. É ele vice-reitor, quando teria (na versão de Laudelino)
nacionalista extremoso, dedicado à revolução autorizado a liberação do Salão de Atos para o
social no País.” Consta na ficha como sendo uma Movimento Nacionalista Feminino, “que era um
informação de origem do DOPS. movimento nitidamente de caráter subversivo”.
A resposta de Fiori quando arguido na O ex-reitor Elyseu Paglioli (13/08/1952 a
subcomissão “D” aparece no livro “Universidade 12/04/1964), também convocado, participou da
e repressão: os expurgos na UFRGS” (L&PM, sétima reunião, fazendo breve relatório sobre sua
2009). “Com simplicidade, procurarei mostrar que gestão e esclarecendo sobre a realização de um curso
minha pregação não é subversiva, embora possa sobre marxismo no Salão de Atos.
ser considerada revolucionária. Em relação às Não satisfeito, Laudelino insiste em saber
estruturas atuais, é revolucionária, e revolucionária sobre o chamado aluno profissional: “Os senhores
no bom e amplo sentido sociológico, porque diretores não teriam algum elemento para dizer da
estas estruturas esclerosadas estão impedindo o possível existência desse tipo de estudantes em suas
dinamismo da história que se faz no sentido da Faculdades ou Escolas?”. Um silêncio desconfortável
FotograÀa do “carro policial” Gavião, entre os recortes de Laudelino Teixeira de Medeiros democratização e da libertação do homem. Então, parece se estabelecer. Final de mais uma reunião.