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Jacquinot-Delaunay Geneviève (2006). Imagem e Pe dagogia. Lisboa, Edições Pedago Pp., 166 ISBN 978-972-8980-06-1

Jacquinot-Delaunay Geneviève (2006). Imagem e Pe dagogia. Lisboa, Edições Pedago

Pp., 166 ISBN 978-972-8980-06-1

Carla Sofia da Cunha Ribeiro Universidade do Minho, Braga, Portugal

Fevereiro 19, 2008

Universidade do Minho, Braga, Portugal Fevereiro 19, 2008 Imagem e Pedagogia de Geneviève Jaquinot-Delaunay é uma

Imagem e Pedagogia de Geneviève Jaquinot-Delaunay é uma obra estruturante no âmbito das tecnologias da informação e da comunicação que nos faz reflectir sobre a utilização dos meios audiovisuais no ensino-aprendizagem. A escola não pode ficar indiferente ao fenómeno do audiovisual pois é uma importante forma de comunicação do nosso tempo. A tecnologia vídeo, enquanto meio de expressão da comunicação audiovisual, faz parte do nosso ambiente mediático, sendo um dos media mais presentes nas praticas comunicacionais do quotidiano, provocando impactos sociais e culturais, e que tem acompanhado a evolução tecnológica. Sobre a utilização dos meios audiovisuais no ensino, espera-se que contribuam para uma melhor aprendizagem pelo aumento de rendimento dos alunos, com incidência especial nos alunos com mais dificuldades de aprendizagem, proporcionando uma homogeneização dos resultados de forma a que, se evidencie uma democratização do ensino. Bourdieu (1987), em Propositions pour l´enseignement de l´avenir, refere a utilização dos documentos vídeo como uma das propostas para o ensino do futuro por combinar a flexibilidade de utilização do audiovisual com a sua concepção e realização, dando ao professor a possibilidade de escolher o melhor momento para fazer a sua integração na escola e no acto didáctico de acordo com os propósitos da aprendizagem. No entanto verificam-se na realidade escolar, factores que condicionam a utilização de vídeo em educação como um deficiente apetrechamento das escolas, organização incipiente de centros de recursos, reduzido apoio técnico- pedagógico aos professores com dificuldades acrescidas ao seu trabalho e formas de utilização do vídeo inadequadas, muito provavelmente associado a formação insuficiente dos professores. Para se utilizar a tecnologia é necessário que esta seja conhecida ao nível da sua utilização e da sua utilidade e ter consciência que não é só uma estrutura mecânica, caso contrário será rejeitada. Assim, deve ser contextualizada no ensino como um utensílio importante para facilitar a pedagogia e adequado à aprendizagem, no sentido de a melhorar. É necessário também ter presente que os problemas culturais que a escola e a sociedade vivem não serão resolvidos com a utilização de novas tecnologias, mas poderão ser minimizados. Nesta obra, a autora analisa pela primeira vez o filme de intenção didáctica numa perspectiva crítica do modelo do filme educativo e da sua utilização.

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A autora propõe-nos uma análise ancorada em cinco capítulos. O capítulo I – O Filme

Pedagógico: amostra de cinema, amostra de didaxia onde a autora aborda o filme como um instrumento didáctico; o capítulo II – Intenção didáctica e expressão fílmica sobre o exemplo de um programa de televisão escolar, onde se articula o que torna fílmico e o que torna didáctico uma dada mensagem. O capítulo III – Algumas estruturas próprias do filme de intenção didáctica, que refere como se escreve a intenção didáctica na linguagem cinematográfica; capítulo IV – As relações imagem-som no filme de intenção didáctica onde se evidencia a articulação das relações entre a banda das imagens e a banda sonora e, por fim o capítulo V – Discurso didáctico e escrita fílmica:

para uma taxonomia das mensagens audiovisuais de intenção didáctica. No capítulo 1, O Filme Pedagógico: Amostra de cinema, amostra de didaxia, a autora começa por referir que o cinema de ensino é como que um “parente pobre” do cinema de ficção, uma vez, que,

o filme pedagógico tem pouca produção em relação ao filme de ficção, não pela riqueza dos

procedimentos técnicos expressivos do cinema, mas talvez devido a fenómenos de percepção e

interpretação do filme e ao problema das teorias de aprendizagem. Apesar do contínuo

desenvolvimento das tecnologias, Jacquinot refere que o “analfabetismo audiovisual continua a ser a coisa mais partilhada do mundo” (2006: 27).

A sociedade é mais apreciadora do cinema espectáculo e do filme que conta uma história.

Assim a autora faz a distinção entre o filme narrativo como o filme de ficção e os filmes não narrativos como os filmes didácticos, documentários, publicitários, científicos, pedagógicos, técnicos

e outros. Estes filmes distinguem-se essencialmente pelo seu conteúdo, uma vez que tem destinatários socialmente diferentes.

A autora refere também que associado ao filme pedagógico está a sua emissão em televisão

escolar salientando que apesar da imagem cinematográfica e a imagem televisiva apresentarem algumas diferenças, estas não são significativas em relação ao que tem em comum como os códigos que regem o seu funcionamento, códigos icónicos, códigos da imagem animada, códigos sonoros, códigos das relações imagem-som e outros, acrescentando que a audição distraída ou atenta não depende essencialmente do médium, mas do contexto pedagógico geral, nomeadamente a atitude do professor e dos alunos face ao audiovisual. Ainda neste capítulo e com o contributo de Max Egly, Geneviève Jaquinot-Delaunay refere a intenção didáctica de um filme, como o objectivo fazer apreender por um espectador dados novos tendo em conta que o filme não só é um veículo de informação, “um pensamento que existe em qualquer lado no espaço e no tempo” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 29), como é também um veículo de instrução “um processo, uma série de acções ou de operações tendo em vista um resultado” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 29). Para a autora, dizer que filme pedagógico é uma amostra didáctica, implica ter a intenção de informar e de instruir, ou seja, o discurso didáctico implícito não tem um itinerário estreitamente balizado, limitador na aprendizagem, mas um itinerário de libertar o acto de aprendizagem, muito na linha, aliás, do que defende Jackson (1968) para quem a prática pedagógica deve ser percebida como o voo de uma borboleta. No entanto é importante ter em atenção que a utilização desta ou daquela tecnologia para o ensino deveria fazer-se de acordo com o contexto cultural dos utilizadores, pois escolher uma pedagogia é situar-se na sociedade e na cultura e envolver-se com os problemas pedagógicos que são

num determinado nível de análise, problemas políticos. Como nos denunciam Apple (2002) e Paraskeva, (2007) é impossível uma interpretação séria do fenómeno da escolarização coarctada das dinâmicas económicas, políticas, culturais e ideológicas. Porém o que mais interessa estudar no filme pedagógico é o modelo didáctico subjacente, a intenção didáctica em questão na mensagem, pôr em evidência a problemática da forma específica do discurso que é a mensagem fílmica didáctica. Assim a autora situa o ponto de ancoragem do

estudo do filme pedagógico comparando três tipos de discurso que são a aula oral, o manual escolar

e o filme pedagógico que diferem pelo modo de expressão utilizado e têm em comum o conteúdo programático.

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No capítulo 2, Intenção didáctica e expressão fílmica sobre o exemplo de um programa de televisão escolar, Geneviève Jaquinot-Delaunay (2006) aborda de que modo é que a intenção didáctica investe os diversos códigos, quer sejam ou não próprios do cinema.

A autora começa por salientar que para que haja evidência da articulação entre o que torna

fílmico e o que torna didáctico uma dada mensagem, deve ser escolhido um filme próprio para ensinar. Assim como é referido “os documentos seleccionados serão portanto os que procuram servir um projecto didáctico ao utilizarem os recursos próprios do modo de expressão cinematográfica” (Jaquinot-Delaunay 2006: 38), ou seja, não estão ligados nem a um nível de público nem a nenhum conteúdo específico. Nas mensagens fílmicas didácticas intervêm um certo número de códigos não específicos, ligados à cultura, como o código gestual, código do vestuário, códigos específicos, ligados ao cinema, como os códigos dos movimentos da câmara, código do alinhamento das sequências e, também códigos próprios da comunicação didáctica sendo os mais importantes os que evidenciam a intenção didáctica que pelo facto de ser subjectiva pode originar análises

diferentes. Assim, os códigos que cumprem o propósito didáctico, quer sejam ou não cinematográficos, são os que vigoram. O conjunto das mensagens fílmicas num filme ou num programa de televisão escolar, constitui um texto fílmico e Geneviève Jaquinot-Delaunay (2006: 39) apresenta neste capítulo um programa da televisão escolar francesa intitulado Les Magdaléniens, onde revela como foi utilizado o material fílmico em relação à intenção didáctica, como se constrói o texto fílmico didáctico. O programa do filme, organiza-se fazendo referência a três mundos diferentes: ao mundo real, ao mundo do especialista e ao mundo da turma. No capítulo seguinte, Algumas estruturas próprias do filme de intenção didáctica, a autora aborda como é que a intenção didáctica investe sobre os códigos especificamente cinematográficos, sendo mais importante o cinema e não o texto fílmico. Tomando agora como amostra de cinema um conjunto de filmes, Geneviève Jaquinot-Delaunay procura pôr em evidência algumas estruturas significantes próprias do filme pedagógico. Estas estruturas funcionam em diferentes níveis e aborda como primeira estrutura a que diz respeito à relação que mantém a mensagem fílmica com o mundo em que ela se insere, “A leitura de uma mensagem fílmica didáctica faz-se não só por referência ao mundo que ele apresenta, mas também por referência a um horizonte pedagógico simultaneamente definido pelo universo do especialista e pelo universo da turma” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 52).

O mundo real ou o mundo de toda a gente é, por vezes a realidade ou uma ilusão da

realidade de uma amostragem de imagens do mundo, explorando a função analógica da imagem; o mundo do especialista é a percepção e a análise subjectiva do mundo de toda a gente feita pelo especialista em função da sua cultura; o mundo da aula é uma realidade onde se encontram especialista e aluno, aquele que tem o conhecimento e o que não tem o conhecimento, no entanto “o filme apresenta-se ao aluno como directamente realizado para ele” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 55). Como segunda estrutura a autora aborda o lugar que ocupa o destinatário da mensagem no enunciado fílmico. “O que caracteriza o discurso didáctico, em geral, é a relação privilegiada que mantêm o locutor e o receptor da mensagem” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 57). Em particular, a mensagem fílmica didáctica introduz o destinatário na mensagem utilizando procedimentos de implicação como desfasamento da imagem ou som para captar a observação do destinatário e outras. Assim, associada a esta questão a autora coloca um problema que é a “relação enunciado/enunciação” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 60), ou seja, a relação entre o que é dito e, aquele que o diz e o modo como o diz. Como terceira estrutura a autora refere que a organização da mensagem fílmica didáctica dirigida para o aluno tem como base a montagem onde, é feito um alinhamento de planos e sequências que implicam operações de intelecção. Para finalizar, como quarta estrutura a autora aborda a necessidade que um filme pedagógico tem do uso da palavra como controlo da análise da imagem. Na apresentação de uma imagem, esta pode ser subjectivamente entendida e são as palavras que a acompanham que explicam e diversificam a intenção didáctica. No capítulo IV, As relações imagem-som no filme de intenção didáctica, onde Geneviève Jaquinot- Delaunay (2006) procura evidenciar a articulação entre os elementos da banda da imagem e da banda

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sonora na mensagem fílmica didáctica. Assim, refere (2006: 78) que “o filme pedagógico utiliza a sonorização do mesmo modo como utiliza a imagem, como substituto analógico do mundo” ou seja, há uma semelhança perceptiva entre a imagem-som representada e o que serve para representar. De seguida aborda a utilização da música como sendo particularmente mal utilizada na mensagem fílmica didáctica, uma vez que funciona mais no sentido de preenchimento à ausência de palavras e não como um veículo de informação. Ainda acrescenta como o silêncio é quase nulo, tendo pouca importância as funções que o mesmo pode preencher como a libertação da imagem que se dá a ver. Tudo está predeterminado para que o destinatário fique ancorado à intenção do filme pedagógico e, de forma a solidificar, associa-se o discurso, as palavras, com mais ou menos ênfase à imagem que pode ser muito ou pouco explícita. Como já foi referido no primeiro capítulo, o analfabetismo audiovisual é uma realidade, ou mesmo não o sendo a percepção da imagem pode ser subjectiva e daí, a necessidade da complementaridade entre a imagem e a linguagem, acompanhada ou não da música e de outros sons não verbais. No fundo, Geneviève Jaquinot-Delaunay (2006: 93)

salienta “tudo é feito para controlar o que pode escapar ao emissor”. No último capítulo, Discurso didáctico e escrita fílmica: para uma taxonomia das mensagens audiovisuais de intenção didáctica, a autora revela que após estudo de documentos audiovisuais pedagógicos, estes são como um modelo didáctico onde a sua didáctica se resume a um acto de transmissão de uma mensagem, de um discurso didáctico, concebida por alguém que sabe, para alguém que não sabe. Este modelo tem em comum com as aulas e os manuais o método de transmissão de conhecimentos pré-estabelecidos, ou seja e, como denuncia Michael Apple (2002: 63) “pouco é deixado à discrição do professor, visto que o Estado se torna ainda mais intruso nos tipos de conhecimento que têm de ser ensinados, nos produtos finais e objectivos desse ensino e nas formas como este deve ser levado

a cabo”. No âmbito do papel social, ideológico e económico a escola é uma estrutura onde os grupos sociais recebem legitimidade e, onde são mantidas e continuamente construídas as ideologias sociais

e culturais. Envolve-se de modo a satisfazer a necessidade da economia, integrando os alunos num

mercado após uma selecção hierárquica de aquisição de conhecimentos que são produzidos em função do desenvolvimento da sociedade, “as escolas ajudam não só na produção de conhecimentos técnicos/administrativos úteis, mas também na reprodução da cultura e de formas ideológicas dos grupos dominantes” (Apple, 1998: 19). As escolas produzem e reproduzem formas de consciência, que são reflexo da estrutura económica e, que permitem a manutenção do controlo social. As escolas, como refere Apple (1990: 28) “actuam como agentes da hegemonia cultural e ideológica, como agentes da tradição selectiva e de “incorporação” cultural. Contudo, enquanto instituições não são, apenas, um dos principais veículos de distribuição de uma efectiva cultura dominante; entre outras instituições, e aqui algumas interpretações económicas revelam-se muito fortes, elas também ajudam a formar pessoas (com valores e significados apropriados) que não vêem qualquer outra possibilidade séria para o conjunto económico e cultural”. O ensino facultado pela instituição escolar é um processo intencional que se relaciona com propósitos educativos. O Currículo é o resultado de um conjunto de pressupostos que decorrem como se perspectiva o acto educativo. Como refere João Paraskeva (2001: 224) “o currículo é, desta forma, um artefacto, uma construção da sociedade a qual se dirige; é um instrumento que, através da

sua operacionalização, não tem conseguido limiar as assimetrias que a sociedade (re)produz”. Assim, a autora, refere que apesar da evolução dos suportes de aprendizagem, estes, não garantem a renovação dos métodos de aprendizagem, de forma a provocar uma verdadeira actividade mental para aquele que aprende. Em relação às imagens no filme de intenção didáctica, a autora identifica-as como tendo um “carácter de código fraco” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 96), isto, devido ao facto de as imagens não imporem uma operação, uma ordem de leitura ao locutor, deixando que este desenvolva livremente a actividade cognitiva e, também devido ao facto de a imagem poder apresentar diferentes significados em função da história pessoal e cultural daquele que

a lê.

Parece que a cultura é responsável pelos problemas pedagógicos numa dimensão política, no entanto, como refere Terry Eagleton (2003: 167) “não vivemos apenas da cultura. Também vivemos

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para a cultura”. No entanto, a autora aborda este “código fraco” de uma forma crítica considerando que esta fraqueza, poderia ser, numa perspectiva construtivista, uma riqueza para dissipar a passividade do aluno. Para que não haja dúvida em relação à intenção didáctica da imagem, articula- se esta com a banda sonora para controlar a sua leitura. Utiliza função analógica da realidade como é feito nos manuais escolares com referência a um conteúdo independentemente do tratamento que podem suscitar por parte do aluno, “embora o manual possa ser, em parte, libertador, visto que pode fornecer conhecimentos necessários onde faltam informações, o texto torna-se, frequentemente, um aspecto dos sistemas de controlo” (Apple, 2002: 63). Porém, como refere a autora, o importante não é consumir o produto, mas sim “utilizar a estrutura da mensagem audiovisual para ensinar, no sentido em que o construtivismo operatório o entende” (Jaquinot-Delaunay 2006: 99) e assim deve fazer-se uma articulação entre o discurso didáctico e a escrita fílmica de forma a instruir o destinatário. A escrita de uma mensagem fílmica pode ser orientada para que o locutor desenvolva maior ou menor autonomia na actividade cognitiva, pois depende da forma como o pedagogo se organiza. Quanto mais o pedagogo investe na matéria didáctica, menos o destinatário trabalha, apenas consome; quanto mais o pedagogo investe no tema que apresenta, mais o destinatário se envolve no filme e o analisa com autonomia. Assim, a problemática relação entre discurso didáctico e escrita fílmica poderia constituir a base de uma taxonomia das mensagens audiovisuais em função do tratamento fílmico. Este, apresentaria diversos graus de qualidade através da escrita fílmica nos documentos audiovisuais pedagógicos. No entanto, Geneviève Jaquinot-Delaunay (2006) refere que a taxonomia classifica os filmes pedagógicos em função do seu tratamento fílmico mas não garante eficácia pedagógica. Para isso seria necessário investigar a “relação entre o tratamento fílmico e os processos de aprendizagem através do filme” (Jaquinot-Delaunay, 2006: 111) que se revela uma tarefa difícil tendo em conta ser necessário ter em consideração o contexto social, económico e cultural e a subjectividade do perfil do aluno. A autora critica assim a didáctica tradicional identificando a mensagem fílmica como uma comunicação pedagógica que conduz a um processo de aquisição de conhecimentos. Porém revela que a taxonomia das mensagens audiovisuais, em função do tratamento fílmico, poderiam ser muito úteis numa prática pedagógica em que aprender através do filme não seria consumir o produto mas sim a extracção da produção de sentido através da leitura do filme.

Bibliografia

Apple, Michael (1998) Currículo. Abordagens Sociológicas. Lisboa, Universidade de Lisboa. Apple, Michael (1990) Ideologia e Currículo Colecção Currículo, Políticas e Práticas. Porto, Porto Editora. Apple, Michael (2002) Manuais Escolares e Trabalho Docente Uma Economia Política de Relações de Classe e de Género na Educação. Lisboa, Didáctica Editora. Bordieu, Pierre (1987) Propostas para o Ensino do Futuro. Collége de France Cadernos de Ciências Sociais, nº5. Eagleton, Terry (2003) A Ideia de Cultura. Lisboa, Actividades Editoriais. Jackson, Philip (1968) Life in Classrooms. New York: Teachers College Press. Paraskeva, João (2001) As Dinâmicas dos Conflitos Ideológicos e Culturais na Fundamentação do Currículo. Porto, Edições Asa. Paraskeva, João (2007) Ideologia, Cultura e Currículo, Porto. Didáctica Editora.

Acerca da autora do livro:

Geneviève Jaquinot-Delaunay, nascida em Paris, é Professora Catedrática de Ciências da Educação na Universidade de Paris 8. Foi Vice-Presidente desta universidade e responsável por um vasto conjunto de cursos em Educação e Comunicação. Actualmente é directora da revista Mediamorphoses do Institut National de l’Audiovisuel e Chair UNESCO para a Formação Aberta e à Distância.

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Acerca da autora da recensão:

Carla Sofia da Cunha Ribeiro, Licenciada em Ensino de Física e Química pela Universidade de Évora. Professora de Ciências Físico-químicas do 3º ciclo do Ensino Básico. Mestranda em Tecnologia Educativa na Universidade do Minho. **** Resenhas Educativas/ Education Review publica resenhas de livros recém-lançados na Educação, abrangendo o conhecimento e a prática em sua totalidade.

Todas as informações são avaliadas pelos editores:

Editor para Espanhol e Português Gustavo E. Fischman

Arizona State University

Editor Geral (inglês) Gene V Glass

Arizona State University

Editora de Resenhas Breves (inglês) Kate Corby

Michigan State University

As resenhas são arquivadas e sua publicação divulgada por meio da listserv (EDREV). Education Review é um signatário da Budapest Open Access Initiative.

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