CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
PRIMEIRA PARTE DO TCC: Introdução e Fundamentação Teórica
TÍTULO: "A EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREVENÇÃO DE LESÕES E NA
MELHORIA DO DESEMPENHO FÍSICO DE MILITARES DO EXÉRCITO
BRASILEIRO”
Autor (Carlos Manoel Teixeira Soares - 5274798)
Prof. Orientador (Claumerson Luís Leite Alves)
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso Educação Física (Bacharelado) - Trabalho de Graduação
1 INTRODUÇÃO
Segundo Paulo Ghiraldelli Júnior (1992), ao longo do tempo, a Educação Física tem sido
associada à promoção da saúde, independentemente da corrente teórica adotada, essa área é
vista como uma prática que possibilita conquistar e preservar melhores condições de saúde
para o indivíduo.
Stephen Goodwin (1993) destaca que, embora a saúde e a Educação Física sejam áreas
diferentes, elas se conectam de diversas formas. Ele aponta que até mesmo o meio médico
reconhece o papel preventivo das atividades físicas. Em uma retomada histórica, o autor
enfatiza a relevância que os programas voltados ao exercício para a saúde assumiram durante
a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, no contexto escolar das décadas de 1960 e 1970, e
novamente a partir dos anos 1980.
Conforme apontam Charles B. Corbin e Kenneth R. Fox (1986), os elementos que
compõem a aptidão física envolvem tanto aspectos ligados ao desempenho motor quanto
fatores relacionados à saúde. A aptidão voltada às habilidades engloba características como
coordenação, equilíbrio, rapidez, tempo de resposta e agilidade. Uma vez desenvolvidas, essas
capacidades tendem a se manter ao longo do tempo, já que sofrem forte influência da herança
genética.
A aptidão voltada à manutenção da saúde envolve aspectos como capacidade
cardiorrespiratória, força física, composição corporal, mobilidade articular e resistência dos
músculos. Essas características dependem de práticas regulares e de um estilo de vida
equilibrado para serem preservadas, embora também apresentem influência da genética (Faria
Júnior, 1991).
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
O Exército Brasileiro é composto por militares distribuídos em diferentes postos e
graduações, podendo ingressar na carreira após aprovação em concurso público nacional para
uma de suas Escolas de Formação. Outra forma de entrada é por meio do serviço militar
temporário, disponibilizado em várias organizações militares do país. O efetivo é formado por
homens e mulheres que integram o quadro de oficiais — como cadetes, aspirantes, tenentes,
capitães, majores, tenentes-coronéis, coronéis, generais de brigada, generais de divisão,
generais de exército e marechais — além de sargentos, tanto de carreira quanto temporários
(Exército Brasileiro, 2010).
Os militares do Exército, formam um grupo específico, pois desempenham atividades
próprias da instituição. Entre suas atribuições estão tarefas administrativas, treinamentos
físico-militares, marchas, serviços de vigilância das instalações, patrulhamento, instruções
operacionais, práticas de tiro, além da conservação de armamentos e veículos. Também
podem atuar em situações de combate, conflitos armados, missões de paz, operações de
Garantia da Lei e da Ordem e outras ações militares contínuas (Neves; Mello, 2009).
O processo inicia-se com a aplicação do teste de aptidão física, realizado pelo menos
três vezes ao ano, cujo propósito é verificar o nível de capacidade física dos candidatos que
pretendem ingressar na carreira militar. As atividades desempenhadas pelos militares incluem
operações em áreas de selva, regiões de fronteira, outros estados e até em missões
internacionais. Entre os diversos tipos de preparação, o treinamento físico militar é
considerado o mais frequente, pois busca assegurar que os militares da ativa mantenham um
elevado padrão de desempenho físico, envolvendo exercícios de exigência intensa, como
corrida, flexões na barra, abdominais, polichinelos, entre outras práticas (Silva et al., 2020).
As lesões musculoesqueléticas aparecem com frequência entre militares, uma vez que
esses profissionais realizam atividades físicas intensas e contínuas. Esse tipo de lesão acaba
gerando impactos emocionais e financeiros, além de contribuir para a redução da capacidade
funcional e para ausências no serviço. São consequência de esforços repetitivos mantidos por
longos períodos, o que faz com que os sinais e desconfortos se manifestem apenas depois de
algum tempo (Colombo et al., 2012).
De acordo com o Ministério da Defesa Exército Brasileiro (2015), o preparo físico
adequado é fundamental para o desempenho do militar, pois contribui para reduzir a
probabilidade de lesões. Quando alguma lesão já está presente, um bom nível de
condicionamento favorece uma recuperação mais rápida e eficiente. Além disso, um
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
organismo bem preparado apresenta maior resistência a enfermidades. Assim, a aptidão física
torna-se um elemento essencial para lidar com as intensas demandas impostas pelas atividades
de combate.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 A educação física no exército brasileiro
Com a instalação da Escola de Aplicação do Exército, em 1855, na Fortaleza de São
João, integrada à Escola Militar para oferecer instrução prática às armas de Infantaria e
Artilharia, passaram a ser incorporadas ao currículo atividades práticas como natação,
esgrima, marchas e exercícios de ataque e defesa (Brasil, 1855).
Em 1858, ocorreu uma importante reorganização das Escolas Militares, na qual foram
oficialmente incluídas nos cursos de Infantaria e Cavalaria as disciplinas de esgrima, natação
e equitação (Brasil, 1858).
A instituição das ligas esportivas nas Forças Armadas integrou um movimento
nacional mais amplo de consolidação das práticas esportivas no Brasil. Em 1919, oficiais e
cadetes da Escola Militar do Realengo criaram a “União Atlética da Escola Militar”, e, com a
elaboração do “Estatuto da Cruzada Física”, iniciaram a organização sistemática da Educação
Física nos meios militar e civil. Esse grupo, sob a liderança do Tenente Newton de Andrade
Cavalcanti, deu origem ao que posteriormente se tornaria a Escola de Educação Física do
Exército, foi formalizada em 10 de Janeiro de 1922, com a criação do Centro Militar de
Educação Física (CMEF). A instituição foi estabelecida pelo Ministro da Guerra, João Pandiá
Calógeras, representando o Presidente da República da época, Epitácio Pessoa (Brasil, 1922).
Após a “Revolução de 1930”, a educação brasileira passou a direcionar seus esforços
para a formação de um “novo indivíduo”, preparado para contribuir com as transformações
econômicas, políticas e sociais que se anunciavam. Esse movimento buscava superar o atraso
imposto pelas práticas políticas da República Velha, que haviam dificultado o avanço e a
modernização do país (Fausto et al., 2013).
A Revista de Educação Física do Exército, fundada em 1932 e vinculada à Escola de
Educação Física do Exército (ESEFEX), representou um marco importante no projeto militar
de difusão da Educação Física no Brasil. Seu propósito era disseminar a “doutrina escolar” e
os “princípios de formação corporal”, contribuindo para a expansão da prática da Educação
Física também no meio civil. Foi abordado temas relacionados ao universo militar, aos
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
diferentes campos da Educação Física e às especificidades da formação docente e do ensino
tanto dentro das organizações militares quanto no ambiente escolar (Bezerra, 2011).
Assim, em 1932 foi divulgado o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova,
documento que apresentava, entre suas reivindicações centrais, a defesa de um ensino público
laico, obrigatório, gratuito e baseado na coeducação (Darido, 2003).
Dentro desse cenário, a Educação Física também passou a ser vista como um elemento
capaz de colaborar com o “processo revolucionário” em curso no país. Essa perspectiva pode
ser identificada no artigo “A verdadeira frente revolucionária”, publicado em 1933 na Revista
de Educação Física do Exército (Amaral, 1933).
No artigo “Os militares e a introdução da educação física no Brasil”, descreve o
contexto das primeiras décadas do século XX, período marcado por uma mudança de
concepção dentro das próprias Forças Armadas. Medidas foram implementadas, como a
criação do serviço militar obrigatório e a incorporação da Educação Física no país de maneira
sistemática e compulsória. A prática da Educação Física atendia à necessidade de preparar
corpos saudáveis e aptos ao combate, agora orientado para a defesa de uma nação unificada.
Com isso, passaram a compreender a Educação Física como uma atividade de caráter militar
(Castro, 1997).
É possível identificar uma conexão entre o surgimento dos Estados nacionais, a
organização de exércitos nacionais e o desenvolvimento da Educação Física. A compreensão
predominante sempre foi a de que as práticas ginásticas poderiam contribuir para o
fortalecimento do próprio Estado. As Forças Armadas de diversos países continuam
investindo tempo e recursos em estudos voltados ao aperfeiçoamento de seu bem mais
estratégico: o efetivo humano (Almeida, 2010).
2.2 Treinamento físico militar
O Teste de Aptidão Física (TAF) do Exército Brasileiro é composto por cinco provas:
corrida de 12 minutos, exercício abdominal, flexão de braço, flexão na barra e percurso de
obstáculos. Sua aplicação ocorre três vezes ao ano para todo o efetivo. A tabela de avaliação é
organizada de acordo com sexo e faixa etária, e os índices mínimos estabelecidos consideram
a condição funcional do militar (Brasil, 1986).
Todos os anos, novos jovens ingressam no Exército Brasileiro e, para isso, é
necessário que apresentem preparo físico adequado, além de conhecimento, altruísmo,
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
determinação, coragem, espírito de corpo, comprometimento com a profissão e entusiasmo
pelo que fazem. Essas características podem ser experimentadas, fortalecidas e desenvolvidas
ao longo da formação (Morgado, 2000).
Com esse propósito, o Exército e as demais Forças Armadas estruturaram o
Treinamento Físico Militar (TFM), cujo objetivo é capacitar seus integrantes, aprimorar os
sistemas cardiopulmonar e neuromuscular, favorecer o desenvolvimento de massa muscular,
melhorar ou recuperar o condicionamento físico e, simultaneamente, orientar aspectos morais
e profissionais (Morgado, 2000).
A organização do treinamento varia conforme a missão, a função, o cargo ou o posto
ocupado pelo militar dentro da Organização Militar. O Treinamento Físico Militar (TFM) tem
como finalidade promover mudanças na capacidade física por meio de estímulos que
provoquem adaptações fisiológicas, exigindo, portanto, exercícios, tempos e intensidades
específicos que preparem o militar para atuar como combatente (Brasil, 2015).
O TFM é composto por diversas atividades distribuídas ao longo de um ciclo de
treinamento e geralmente é organizado em etapas que incluem aquecimento, exercícios
voltados ao sistema cardiorrespiratório, atividades neuromusculares, treinamento utilitário e
práticas desportivas (Brasil, 2015).
A base conceitual do treinamento físico militar tem origem no próprio entendimento
de atividade física. A prática regular de atividade física é fundamental para manter um bom
nível de condicionamento em diferentes faixas etárias, favorecendo a saúde e a qualidade de
vida dos praticantes (Freire, 2014).
Apesar disso, atividade física e exercício físico não são conceitos equivalentes O
exercício físico é entendido como um tipo específico de atividade física, elaborado de maneira
planejada, estruturada e executado de forma repetitiva, tendo como finalidade o
desenvolvimento da aptidão física, a recuperação orgânico-funcional e o aperfeiçoamento das
habilidades motoras (Nahas, 2003).
A atividade física quanto o exercício físico, contribuem para o desenvolvimento e a
manutenção do condicionamento. Ambos também fazem parte da estrutura do treinamento
físico militar, conforme descrito no Manual de Campanha de Treinamento Físico Militar do
Exército Brasileiro (EB-20-MC-10.320). O documento define como objetivos do treinamento:
aprimorar, preservar ou restaurar a aptidão física necessária ao cumprimento das tarefas
militares; favorecer a manutenção da saúde do militar; auxiliar no desenvolvimento de
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
atributos relacionados à esfera afetiva; e apoiar o fortalecimento da prática esportiva no
Exército Brasileiro (Ministério da Defesa, 2015).
Para ingressar no Exército, é indispensável que o candidato apresente bom
condicionamento físico, já que a rotina militar envolve tarefas que demandam elevado esforço
e significativa sobrecarga física (Silva et al., 2020).
O treinamento de aptidão física é aplicado de forma contínua, com o propósito de
avaliar a capacidade física de cada militar em formação. Entre as atividades realizadas ao
longo da carreira estão missões em ambiente de selva, regiões de fronteira, outros estados e
até em operações internacionais. O Treinamento Físico Militar (TFM) tem como objetivo
garantir que o militar mantenha alto nível de desempenho físico, por meio de exercícios
intensos, como corrida, barra, abdominal, polichinelo, entre outros (Silva et al., 2020).
O TFM também possibilita, a observação e o desenvolvimento de atributos ligados à
área afetiva, como espírito de corpo, cooperação, criatividade, dedicação profissional,
autoconfiança, motivação, coragem, liderança, resistência e tolerância. O condicionamento
físico exerce papel fundamental para o desempenho eficaz das atividades militares, sendo a
aptidão física o alicerce que possibilita ao militar suportar as altas demandas e as situações de
estresse inerentes às operações do Exército. Quando o indivíduo apresenta boa preparação
física, o risco de lesões tende a ser reduzido; e, caso alguma lesão já esteja presente, o
processo de recuperação ocorre de forma mais rápida (Ministério da Defesa, 2015).
O Treinamento Físico Militar (TFM) segue princípios como individualidade,
adaptação, sobrecarga, continuidade, relação volume–intensidade, especificidade e variação
dos estímulos, garantindo um processo seguro e adequado às exigências militares. O Oficial
de Treinamento Físico Militar conduz a etapa principal da sessão, que pode incluir atividades
cardiorrespiratórias, neuromusculares, utilitárias ou esportivas, visando desenvolver
capacidades físicas essenciais ao serviço. Ao final, a volta à calma — composta por
caminhada leve e alongamentos — promove a recuperação fisiológica, evitando interrupções
bruscas e favorecendo o retorno gradual aos níveis normais, conforme orienta o Ministério da
Defesa (2015).
A figura a seguir mostra o aquecimento estático prescrito no Manual de Campanha do
Exército.
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
Fonte: Ministério da Defesa (2015)
2.3 Prevenção das principais lesões acometidas pelos militares
Os militares frequentemente são afetados por lesões, sendo relacionadas ao uso
repetitivo das articulações, fraturas por estresse, microtraumas, além de danos musculares e
tendíneos. As atividades típicas da rotina no Exército — como longos períodos de trabalho,
condições ergonômicas inadequadas, exaustão física, fatores psicológicos, exercícios de
impacto, sobrecarga mecânica e tarefas repetitivas — aumentam significativamente o risco de
comprometimento da saúde. Diante disso, as lesões musculoesqueléticas acontecem não
apenas em função do treinamento físico, mas também em decorrência de simulações de
combate, corridas, marchas e outras atividades comuns no cotidiano da instituição (Lima;
Santos, 2019).
Em determinadas situações, essas lesões têm relação ao tempo prolongado de prática e
o baixo nível de preparo físico dos militares. Quando o indivíduo não apresenta uma condição
física adequada, isso pode comprometer seu rendimento, afetar sua qualidade de vida e
aumentar a probabilidade de desenvolver lesões musculoesqueléticas (Silva et al., 2020).
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
A orientação médica voltada à prevenção de lesões desempenha papel essencial
durante o exame de aptidão física. É importante reforçar a necessidade de constância e
controle da intensidade nos treinamentos. Recomenda-se uma avaliação médica prévia ao
início da preparação para o TAF, pois essas orientações iniciais, aliadas a uma periodização
bem estruturada pelo profissional de Educação Física são determinantes para um treinamento
seguro e eficiente. As lesões surgem quando há movimentação inadequada ou exagerada de
músculos, tendões ou articulações, ultrapassando a capacidade biomecânica e fisiológica do
organismo. Entre as lesões mais comuns nesse contexto destacam-se: entorses, distensões,
estiramentos, luxações, contusões, hematomas, fraturas e tendinites (Gonçalves; Silva, 2008).
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
REFERÊNCIAS
Adilson, José de Almeida. História da educação física no exército brasileiro: história do
corpo e formação do estado. São Paulo, 2010. 16 p.
Amaral, I. M. A. do. A verdadeira frente revolucionária. Revista de Educação Física /
Journal of Physical Education, v. 2, n. 5, p. 11, 1933.
Bezerra, F. M. Física Educação no jardim de infância: concepções e práticas corporais
infantis na Revista de Educação Física do Exército (1932-1942). 2011. Dissertação
(Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2011.
Brasil. Câmara dos Deputados. Decreto nº 1.536, de 23 de janeiro de 1855. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 15 mar. 2016.
Brasil. Câmara dos Deputados. Decreto nº 2.116, de 1º de março de 1858. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 15 mar. 2016.
Brasil. Ministério da Defesa. Manual C 20-20: Treinamento Físico Militar. 4. ed. Brasília:
Estado Maior, 2015. 229 p.
Brasil. Ministério da Defesa. Treinamento Físico Militar: EB-20-MC-10.350. 4. ed.
Brasília: Estado Maior, 2015. 229 p.
Brasil. Ministério do Exército. Estado-Maior do Exército. Portaria 14 – EME, de 12 de
março de 1986. O treinamento físico e sua avaliação. Brasília: EGGCF, 1986.
Brasil. Ministério da Guerra. Departamento do Pessoal da Guerra. Boletim do Exército n.º
431, de 20 jan. 1922. Baixa instruções para o Centro Militar de Educação Física.
Castro, Celso. In corpore sano – os militares e a introdução da educação física no Brasil.
Antropolítica, Niterói, n. 2, p. 61-78, 1997.
Colombo, G.; Souza, J. M.; Sorana, A. S.; Passos, M. C.; Zanellato, F. T. Prevalência de
lesões em militares do exército brasileiro da cidade de Campinas-SP atendidos pelos
graduandos em fisioterapia da Faculdade de Anhanguera de Campinas. Anuário de
Produção Acadêmica Docente, v. 20, n. 11, p. 21-35, 2012.
Corbin, C.; Fox, K. A Aptidão para Toda a Vida. Revista Horizonte, Lisboa, v. II, n. 12, p.
205-208, 1986.
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]
Darido, S. C. Educação Física na Escola: questões e reflexões. 1. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
Exército Brasileiro. Postos e graduações do exército. Disponível em:
[Link] Acesso em: 26 jul. 2010.
Fausto, B.; Gomes, A. de C.; Pinheiro, L.; Dutra, E. de F.; Abreu, M. de P. Olhando para
dentro: 1930-1964. 1. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
Faria Júnior, Alfredo Gomes de. Educação Física, desporto e promoção da saúde. Oeiras:
Câmara Municipal de Oeiras, 1991a.
Freire, R. S. et al. Prática regular de atividade física: estudo de base populacional no Norte de
Minas Gerais, Brasil. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 20, n. 5, p. 345-349,
2014.
Ghiraldelli Júnior, Paulo. Educação Física Progressista. 4. ed. São Paulo: Edições Loyola,
1992.
Gonçalves, E. M.; Silva, R. R. Principais lesões decorrentes do treinamento físico militar no
Centro Integrado de Guerra Eletrônica. Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército
Brasileiro. Revista de Educação Física, v. 2, n. 3, 2008.
Goodwin, Stephen. Health and Physical Education – Agonists or Antagonists? JOPERD,
Virgínia, v. 64, n. 7, p. 74-78, 1993.
Lima, A. G.; Santos, J. C. Intervenção fisioterapêutica nas lesões musculoesqueléticas em
policiais, causadas pelo uso de materiais bélicos: uma revisão de literatura. Revista Científica
da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, v. 10, n. 1, p. 177-181, 2019.
Morgado, M.; Morgado, F.; Ferreira, M. Efeitos do treinamento físico militar nas
características antropométricas e no desempenho físico de militares , 2000.
Nahas, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um
estilo de vida ativo. Londrina: Midiagraf, 2003.
Neves, E. B.; Mello, M. G. S. O risco da profissão militar na cidade do Rio de Janeiro em
tempo de paz: a percepção da tropa. Ciência & Saúde Coletiva, v. 14, n. 5, p. 1699-1707,
2009.
Silva, M. H. F.; Camelo, E. S.; Rodrigues, G. M. M.; Monteiro, E. M. O. O treinamento físico
militar (TFM): benefícios e incidência de lesões. Revista Liberum Accessum, v. 4, n. 1, p.
21-30, ago. 2020.
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
Rodov ia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 –
Indaial/SC
Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: [Link] [Link]