Curta este podcast e muito mais

Os podcasts são disponibilizados sem assinatura, são 100% gratuitos. Também oferecemos e-books, audiolivros e muito mais por apenas $9.99/mês.

Comida de santo, comida da gente: Neste episódio do Prato Cheio, falamos sobre a centralidade que a comida ocupa nas religiões afro-brasileiras, sobre como os alimentos sacralizados saíram dos terreiros e ganharam as ruas brasileiras e sobre o preconceito que atinge os símbolos dessas religiões — inclusive a comida.

Comida de santo, comida da gente: Neste episódio do Prato Cheio, falamos sobre a centralidade que a comida ocupa nas religiões afro-brasileiras, sobre como os alimentos sacralizados saíram dos terreiros e ganharam as ruas brasileiras e sobre o preconceito que atinge os símbolos dessas religiões — inclusive a comida.

DePrato Cheio


Comida de santo, comida da gente: Neste episódio do Prato Cheio, falamos sobre a centralidade que a comida ocupa nas religiões afro-brasileiras, sobre como os alimentos sacralizados saíram dos terreiros e ganharam as ruas brasileiras e sobre o preconceito que atinge os símbolos dessas religiões — inclusive a comida.

DePrato Cheio

avaliações:
Comprimento:
37 minutos
Lançado em:
Apr 27, 2021
Formato:
Episódio de podcast

Descrição

A comida ocupa um papel central nas religiões afro-brasileiras. No Candomblé, são os alimentos do Padê de Exu, ofertado no início de cada celebração, que abrem a comunicação entre nosso mundo e o mundo das divindades. É pela comida que os adeptos dessas religiões se conectam com os orixás. No passado, foi a comida a responsável pela liberdade física e financeira de muitas matriarcas de terreiro. Neste episódio do Prato Cheio, falamos sobre essa centralidade que a comida ocupa nas religiões afro-brasileiras, sobre como os alimentos sacralizados saíram dos terreiros e ganharam as ruas brasileiras e sobre o preconceito que atinge os símbolos dessas religiões — inclusive a comida.EntrevistadosRita Santos, presidente da Abam (Associação Nacional das Baianas de Acarajé);Doné Eleonora, mãe de santo e cozinheira;Helia Januária Bispo, baiana de acarajé;Rafael Camaratta, antropólogo;Luiz Antônio Simas, historiador e escritor.Fontes de informação citadas no episódioDados e trabalhos acadêmicosA Circulação de Axé através do Movimento da Comida: uma etnografia em um terreiro de candomblé da Bahia, de Rafael Camaratta.“Cozinha também é lugar de magia”: alimentação, aprendizado e a cozinha de um terreiro de Candomblé, de Marcos Alvarenga.Livro Tia Ciata e Pequena África no Rio, de Roberto Moura.Comida de Santo e Comida de Branco, de Vilson Caetano de Sousa Júnior.ReportagensProibido usar branco50% dos brasileiros são católicos, 31%, evangélicos e 10% não têm religião, diz DatafolhaTraficantes evangélicos fecham pacto com milícia para expandir 'Complexo de Israel'"Traficantes de Jesus": polícia e MPF miram intolerância religiosa do RioValdomiro Santiago culpa “Exu Corona” por não pagar aluguel de templosPara saber mais…Livro O Corpo Encantado das Ruas, de Luiz Antônio Simas;Livro Mitologia dos Orixás, de Reginaldo Prandi;Livro História social do samba, de Nei Lopes e Luiz Antonio Simas;Batuque Na cozinha;Pierre Verger: mensageiro entre dois mundos.Se você tiver alguma dúvida, comentário ou sugestão sobre o episódio, fala com a gente nas redes sociais ou no email podcast.pratocheio@gmail.comRoteiro Amanda Flora e Victor Matioli | Narração Amanda Flora e Denise Mota | Edição de Som Victor Oliveira | Produção executiva Marina Yamaoka | Design Denise Matsumoto e Clara Borges | Mídias Sociais Amanda Flora | Imagens da capa bahia97 (CC) & Julio Cezar Winkler (CC).Trilha sonora Blue Dot Sessions. As músicas usadas no episódio estão listadas em nosso site. 
Lançado em:
Apr 27, 2021
Formato:
Episódio de podcast