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A explosiva combinação entre a seca e as queimadas: "A situação aqui não tá boa, não. Tá tudo seco. Não tá chovendo. E essa semana teve incêndio, mas ainda bem que o pessoal conseguiu apagar. Tá complicado". O relato é de Arlete Pereira Leite, presidente da Associação de Mata Cavalo de Baixo, uma comunidade quilombola, com cerca de mil moradores, no município de Pucuné, na porta de entrada do Pantanal mato-grossense. A preocupação dela é a mesma que angustia milhares de outros cidadãos do Pantanal, castigados pela combinação entre as recorrentes queimadas e uma seca implacável, que supera a média para essa época do ano. Enquanto não chove, Mato Grosso lidera o ranking nacional de incêndios, com 5.671 focos de calor registrados na segunda-feira, segundo dados do INPE. Reportagem do GLOBO mostrou que isso representa 20,3% dos quase 28 mil focos identificado em todo o país no começo da semana. Na Amazônia, as queimadas também já superam a média histórica, apesar de um decreto, que também

A explosiva combinação entre a seca e as queimadas: "A situação aqui não tá boa, não. Tá tudo seco. Não tá chovendo. E essa semana teve incêndio, mas ainda bem que o pessoal conseguiu apagar. Tá complicado". O relato é de Arlete Pereira Leite, presidente da Associação de Mata Cavalo de Baixo, uma comunidade quilombola, com cerca de mil moradores, no município de Pucuné, na porta de entrada do Pantanal mato-grossense. A preocupação dela é a mesma que angustia milhares de outros cidadãos do Pantanal, castigados pela combinação entre as recorrentes queimadas e uma seca implacável, que supera a média para essa época do ano. Enquanto não chove, Mato Grosso lidera o ranking nacional de incêndios, com 5.671 focos de calor registrados na segunda-feira, segundo dados do INPE. Reportagem do GLOBO mostrou que isso representa 20,3% dos quase 28 mil focos identificado em todo o país no começo da semana. Na Amazônia, as queimadas também já superam a média histórica, apesar de um decreto, que também

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)


A explosiva combinação entre a seca e as queimadas: "A situação aqui não tá boa, não. Tá tudo seco. Não tá chovendo. E essa semana teve incêndio, mas ainda bem que o pessoal conseguiu apagar. Tá complicado". O relato é de Arlete Pereira Leite, presidente da Associação de Mata Cavalo de Baixo, uma comunidade quilombola, com cerca de mil moradores, no município de Pucuné, na porta de entrada do Pantanal mato-grossense. A preocupação dela é a mesma que angustia milhares de outros cidadãos do Pantanal, castigados pela combinação entre as recorrentes queimadas e uma seca implacável, que supera a média para essa época do ano. Enquanto não chove, Mato Grosso lidera o ranking nacional de incêndios, com 5.671 focos de calor registrados na segunda-feira, segundo dados do INPE. Reportagem do GLOBO mostrou que isso representa 20,3% dos quase 28 mil focos identificado em todo o país no começo da semana. Na Amazônia, as queimadas também já superam a média histórica, apesar de um decreto, que também

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)

notas:
Duração:
26 minutos
Lançados:
25 de ago. de 2021
Formato:
Episódio de podcast

Descrição

"A situação aqui não tá boa, não. Tá tudo seco. Não tá chovendo. E essa semana teve incêndio, mas ainda bem que o pessoal conseguiu apagar. Tá complicado". O relato é de Arlete Pereira Leite, presidente da Associação de Mata Cavalo de Baixo, uma comunidade quilombola, com cerca de mil moradores, no município de Pucuné, na porta de entrada do Pantanal mato-grossense. A preocupação dela é a mesma que angustia milhares de outros cidadãos do Pantanal, castigados pela combinação entre as recorrentes queimadas e uma seca implacável, que supera a média para essa época do ano. Enquanto não chove, Mato Grosso lidera o ranking nacional de incêndios, com 5.671 focos de calor registrados na segunda-feira, segundo dados do INPE. Reportagem do GLOBO mostrou que isso representa 20,3% dos quase 28 mil focos identificado em todo o país no começo da semana. Na Amazônia, as queimadas também já superam a média histórica, apesar de um decreto, que também vale para o Pantanal, proibindo o uso do fogo durante o período mais crítico da seca, que vai até o final de outubro. No Ao Ponto desta quarta-feira, geógrafa Ane Alencar, especialista em fogo na Amazônia e diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), explica de que forma a combinação da seca com as queimadas ilegais pode permitir que a destruição dos biomas este ano supere o número de 2020, o maior da última década. Ela também analisa como os incêndios estimulam o agravamento dos períodos de seca e vice-versa.
Lançados:
25 de ago. de 2021
Formato:
Episódio de podcast

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Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito? Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.