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O Twitter e a campanha contra as fakenews na rede: Na quarta-feira, o Twitter virou o assunto mais comentado no Brasil dentro do próprio Twitter. O motivou foi uma ação promovida por usuários que criticam a atuação da plataforma no país para coibir a disseminação de fake news sobre a Covid e sobre as vacinas. O movimento contesta a manutenção de perfis recorrentes nesse tipo de postagem. O Ministério Público Federal também entrou em cena para pedir explicações à rede social sobre a política relacionada à desinformação. E deu dez dias para respostas. Na quinta-feira, o Twitter se manifestou publicamente, afirmando que leva em "conta critérios específicos para a tomada de medidas que vão desde sinalizar um tweet como enganoso até a suspensão permanente de uma conta". Especialistas, no entanto, apontam também para a diferença entre o tratamento dado a esse tipo de postagem no Brasil ao que ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos onde a rede social já baniu permanentemente contas como a do

O Twitter e a campanha contra as fakenews na rede: Na quarta-feira, o Twitter virou o assunto mais comentado no Brasil dentro do próprio Twitter. O motivou foi uma ação promovida por usuários que criticam a atuação da plataforma no país para coibir a disseminação de fake news sobre a Covid e sobre as vacinas. O movimento contesta a manutenção de perfis recorrentes nesse tipo de postagem. O Ministério Público Federal também entrou em cena para pedir explicações à rede social sobre a política relacionada à desinformação. E deu dez dias para respostas. Na quinta-feira, o Twitter se manifestou publicamente, afirmando que leva em "conta critérios específicos para a tomada de medidas que vão desde sinalizar um tweet como enganoso até a suspensão permanente de uma conta". Especialistas, no entanto, apontam também para a diferença entre o tratamento dado a esse tipo de postagem no Brasil ao que ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos onde a rede social já baniu permanentemente contas como a do

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)


O Twitter e a campanha contra as fakenews na rede: Na quarta-feira, o Twitter virou o assunto mais comentado no Brasil dentro do próprio Twitter. O motivou foi uma ação promovida por usuários que criticam a atuação da plataforma no país para coibir a disseminação de fake news sobre a Covid e sobre as vacinas. O movimento contesta a manutenção de perfis recorrentes nesse tipo de postagem. O Ministério Público Federal também entrou em cena para pedir explicações à rede social sobre a política relacionada à desinformação. E deu dez dias para respostas. Na quinta-feira, o Twitter se manifestou publicamente, afirmando que leva em "conta critérios específicos para a tomada de medidas que vão desde sinalizar um tweet como enganoso até a suspensão permanente de uma conta". Especialistas, no entanto, apontam também para a diferença entre o tratamento dado a esse tipo de postagem no Brasil ao que ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos onde a rede social já baniu permanentemente contas como a do

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)

notas:
Duração:
25 minutos
Lançados:
7 de jan. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

Descrição

Na quarta-feira, o Twitter virou o assunto mais comentado no Brasil dentro do próprio Twitter. O motivou foi uma ação promovida por usuários que criticam a atuação da plataforma no país para coibir a disseminação de fake news sobre a Covid e sobre as vacinas. O movimento contesta a manutenção de perfis recorrentes nesse tipo de postagem. O Ministério Público Federal também entrou em cena para pedir explicações à rede social sobre a política relacionada à desinformação. E deu dez dias para respostas. Na quinta-feira, o Twitter se manifestou publicamente, afirmando que leva em "conta critérios específicos para a tomada de medidas que vão desde sinalizar um tweet como enganoso até a suspensão permanente de uma conta". Especialistas, no entanto, apontam também para a diferença entre o tratamento dado a esse tipo de postagem no Brasil ao que ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos onde a rede social já baniu permanentemente contas como a do ex-presidente Donald Trump ou a da congressista americana Marjorie Taylor Greene por repetidas violações ao código de conduta da plataforma.
O movimento também critica a concessão do selo de "verificado" a usuários que propagam desinformação. Foi justamente um selo de verificação dado à blogueira bolsonarista Bárbara Destefani que reforçou o movimento. Destefani é alvo de investigação sobre a disseminação de desinformação nas redes e foi citada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, como uma das propagadoras de fake news contra instituições. Bárbara afirma ser vítima de perseguição ideológica. No Ao Ponto desta sexta-feira, o repórter Marlen Couto do GLOBO, explica quais são os argumentos de quem critica a atuação do Twitter e de que forma a plataforma reage às alegações. Já o pesquisador David Nemer, professor do Departamento de Estudos de Mídia da Universidade da Virgínia, analisa até que ponto a pressão  dos usuários pode reforçar o combate às fake news, no terceiro ano da pandemia e às vésperas da eleição presidencial no Brasil.
Lançados:
7 de jan. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

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Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito? Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.