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Como o calor extremo impacta o continente gelado?: No dia 18 de março, a Estação Concórdia, localizada em um dos pontos mais frios da Terra, registrou temperatura de 11,5°C negativos. O problema é que, normalmente, nessa mesma época, a temperatura média no local fica em torno de 49°C negativos. Isso basta para compreender que algo está errado no clima do continente antártico. Ondas de calor na Oceania invadiram o "refrigerador" do planeta. Seria menos preocupante se isso fosse um caso isolado, mas não é. As ondas de calor se repetem e se acentuam ao longo dos anos. Os reflexos não são sentidos apenas nas bordas do continente, que experimenta o degelo de grandes áreas e rachaduras cada vez maiores em gigantescas plataformas de gelo. Os efeitos do calor já atingem o Polo Sul, por meio de alterações climáticas visíveis aos pesquisadores. O IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climática, alerta que esse aquecimento é sem precedentes. E tudo tem a ver com a emissão de carbono na

Como o calor extremo impacta o continente gelado?: No dia 18 de março, a Estação Concórdia, localizada em um dos pontos mais frios da Terra, registrou temperatura de 11,5°C negativos. O problema é que, normalmente, nessa mesma época, a temperatura média no local fica em torno de 49°C negativos. Isso basta para compreender que algo está errado no clima do continente antártico. Ondas de calor na Oceania invadiram o "refrigerador" do planeta. Seria menos preocupante se isso fosse um caso isolado, mas não é. As ondas de calor se repetem e se acentuam ao longo dos anos. Os reflexos não são sentidos apenas nas bordas do continente, que experimenta o degelo de grandes áreas e rachaduras cada vez maiores em gigantescas plataformas de gelo. Os efeitos do calor já atingem o Polo Sul, por meio de alterações climáticas visíveis aos pesquisadores. O IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climática, alerta que esse aquecimento é sem precedentes. E tudo tem a ver com a emissão de carbono na

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)


Como o calor extremo impacta o continente gelado?: No dia 18 de março, a Estação Concórdia, localizada em um dos pontos mais frios da Terra, registrou temperatura de 11,5°C negativos. O problema é que, normalmente, nessa mesma época, a temperatura média no local fica em torno de 49°C negativos. Isso basta para compreender que algo está errado no clima do continente antártico. Ondas de calor na Oceania invadiram o "refrigerador" do planeta. Seria menos preocupante se isso fosse um caso isolado, mas não é. As ondas de calor se repetem e se acentuam ao longo dos anos. Os reflexos não são sentidos apenas nas bordas do continente, que experimenta o degelo de grandes áreas e rachaduras cada vez maiores em gigantescas plataformas de gelo. Os efeitos do calor já atingem o Polo Sul, por meio de alterações climáticas visíveis aos pesquisadores. O IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climática, alerta que esse aquecimento é sem precedentes. E tudo tem a ver com a emissão de carbono na

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)

notas:
Duração:
27 minutos
Lançados:
25 de abr. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

Descrição

No dia 18 de março, a Estação Concórdia, localizada em um dos pontos mais frios da Terra, registrou temperatura de 11,5°C negativos. O problema é que, normalmente, nessa mesma época, a temperatura média no local fica em torno de 49°C negativos. Isso basta para compreender que algo está errado no clima do continente antártico. Ondas de calor na Oceania invadiram o "refrigerador" do planeta. Seria menos preocupante se isso fosse um caso isolado, mas não é. As ondas de calor se repetem e se acentuam ao longo dos anos. Os reflexos não são sentidos apenas nas bordas do continente, que experimenta o degelo de grandes áreas e rachaduras cada vez maiores em gigantescas plataformas de gelo. Os efeitos do calor já atingem o Polo Sul, por meio de alterações climáticas visíveis aos pesquisadores. O IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climática, alerta que esse aquecimento é sem precedentes. E tudo tem a ver com a emissão de carbono na atmosfera provocada pela ação humana. No Ao Ponto desta segunda-feira, que integra o projeto Um Só Planeta. um dos mais experimentados cientistas brasileiros na Antártica, o climatologista e diretor substituto do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Francisco Aquino, explica como ocorrem extremos climáticos e as consequências planetárias desses fenômenos. Também conhecido como Chico Geleira, em razão de sua larga experiência em 17 expedições no continente gelado, Aquino também analisa como a atual situação se traduz em um diagnóstico do adoecimento dessa região fundamental para o equilíbrio do clima na Terra.
Lançados:
25 de abr. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

Títulos nesta série (40)

Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito? Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.