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Por que o censo é tão importante?: Podem ser 212 milhões? Talvez, sim. Mas também podem ser 215 milhões. Na verdade, ninguém sabe hoje ao certo o tamanho da população brasileira. O motivo é simples: esse dado não é coletado há 12 anos. O censo deveria ter ocorrido em 2020, mas veio a pandemia. Uma nova chance apareceu no ano passado, porém o governo cortou a verba do IBGE. Com dois anos de atraso, finalmente, a coleta de dados começou na segunda-feira. Foram aplicados R$ 2,3 bilhões para que 183 mil trabalhadores batam de porta em porta com os questionários que dirão o tamanho da população brasileira, quantos são homens e mulheres, a taxa de mortalidade, os perfis de raça e renda, além dos estratégicos dados sobre o saneamento básico nas residências. Tudo isso é essencial para, por exemplo, evitar distorções em levantamentos como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). No Ao Ponto desta quarta-feira, uma das mais importantes demógrafas do país, a professora Suzana Cavenagh

Por que o censo é tão importante?: Podem ser 212 milhões? Talvez, sim. Mas também podem ser 215 milhões. Na verdade, ninguém sabe hoje ao certo o tamanho da população brasileira. O motivo é simples: esse dado não é coletado há 12 anos. O censo deveria ter ocorrido em 2020, mas veio a pandemia. Uma nova chance apareceu no ano passado, porém o governo cortou a verba do IBGE. Com dois anos de atraso, finalmente, a coleta de dados começou na segunda-feira. Foram aplicados R$ 2,3 bilhões para que 183 mil trabalhadores batam de porta em porta com os questionários que dirão o tamanho da população brasileira, quantos são homens e mulheres, a taxa de mortalidade, os perfis de raça e renda, além dos estratégicos dados sobre o saneamento básico nas residências. Tudo isso é essencial para, por exemplo, evitar distorções em levantamentos como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). No Ao Ponto desta quarta-feira, uma das mais importantes demógrafas do país, a professora Suzana Cavenagh

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)


Por que o censo é tão importante?: Podem ser 212 milhões? Talvez, sim. Mas também podem ser 215 milhões. Na verdade, ninguém sabe hoje ao certo o tamanho da população brasileira. O motivo é simples: esse dado não é coletado há 12 anos. O censo deveria ter ocorrido em 2020, mas veio a pandemia. Uma nova chance apareceu no ano passado, porém o governo cortou a verba do IBGE. Com dois anos de atraso, finalmente, a coleta de dados começou na segunda-feira. Foram aplicados R$ 2,3 bilhões para que 183 mil trabalhadores batam de porta em porta com os questionários que dirão o tamanho da população brasileira, quantos são homens e mulheres, a taxa de mortalidade, os perfis de raça e renda, além dos estratégicos dados sobre o saneamento básico nas residências. Tudo isso é essencial para, por exemplo, evitar distorções em levantamentos como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). No Ao Ponto desta quarta-feira, uma das mais importantes demógrafas do país, a professora Suzana Cavenagh

DeAo Ponto (podcast do jornal O Globo)

notas:
Duração:
25 minutos
Lançados:
3 de ago. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

Descrição

Podem ser 212 milhões? Talvez, sim. Mas também podem ser 215 milhões. Na verdade, ninguém sabe hoje ao certo o tamanho da população brasileira. O motivo é simples: esse dado não é coletado há 12 anos. O censo deveria ter ocorrido em 2020, mas veio a pandemia. Uma nova chance apareceu no ano passado, porém o governo cortou a verba do IBGE. Com dois anos de atraso, finalmente, a coleta de dados começou na segunda-feira. Foram aplicados R$ 2,3 bilhões para que 183 mil trabalhadores batam de porta em porta com os questionários que dirão o tamanho da população brasileira, quantos são homens e mulheres, a taxa de mortalidade, os perfis de raça e renda, além dos estratégicos dados sobre o saneamento básico nas residências. Tudo isso é essencial para, por exemplo, evitar distorções em levantamentos como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). No Ao Ponto desta quarta-feira, uma das mais importantes demógrafas do país, a professora Suzana Cavenaghi, explica os prejuízos causados pelos dois anos de atraso para a realização do censo. Ela também analisa de que forma esses dados são essenciais para a formulação de políticas públicas em todos os níveis de governo. E explica os obstáculos para a inclusão de perguntas sobre orientação sexual e identidade gênero, que ficaram de fora do questionário após uma batalha judicial.
Lançados:
3 de ago. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

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Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito? Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.