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#Ep.164 - O castigo para quem não se interessa pela política: Começando este episódio com a citação do economista britânico Arnold Toynbee, hoje a conversa é com a autora da lei da Telemedicina no Brasil, Deputada Federal Adriana Ventura.

#Ep.164 - O castigo para quem não se interessa pela política: Começando este episódio com a citação do economista britânico Arnold Toynbee, hoje a conversa é com a autora da lei da Telemedicina no Brasil, Deputada Federal Adriana Ventura.

DeSaúde Digital


#Ep.164 - O castigo para quem não se interessa pela política: Começando este episódio com a citação do economista britânico Arnold Toynbee, hoje a conversa é com a autora da lei da Telemedicina no Brasil, Deputada Federal Adriana Ventura.

DeSaúde Digital

notas:
Duração:
50 minutos
Lançados:
20 de set. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

Descrição

SD164 - O castigo para quem não se interessa pela política. Começando este episódio com a citação do economista britânico Arnold Toynbee, hoje a conversa é com a autora da Lei da Telemedicina no Brasil, Deputada Federal Adriana Ventura. Vamos falar sobre política, porquê devemos nos interessar pelo assunto, principalmente em ano de eleição de formação do Congresso Nacional, como funciona o sistema, corrupção e, claro, sobre a lei 13989, que aprovou a Telemedicina no Brasil durante a pandemia de Covid-19. A citação: "O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam". (Arnold Toynbee,1852-1883) Neste episódio, o que você vai encontrar: O background da Adriana  Administradora pública. Professora da FGV, empreendedora, sem histórico de interesse pela política. Em 2017/2018, começou a ajudar a organizar o Partido Novo em SP e cedeu uma sala sala para as reuniões em seu espaço Multicultural. Tornou-se candidata em 2018 para completar a cota de candidatas mulheres para o partido não perder candidados e foi a 2ª mais votada. Seu espírito empreendedor fez com que ela se tornasse a autora da Lei 13989, que aprovou a prática da telemedicina no Brasil durante a pandemia de Covid-19. Serendipidade "Empreendedor é obstinado, resiliente, faz acontecer". O que seria uma candidatura para ajudar outros a se elegerem, depois de um tempo, tornou-se também um trabalho intenso para promover a própria eleição. Como se elege um deputado(a) Uma cadeira de deputado em SP requer 300.000 votos. Para eleger: somam-se todos os votos de todos os candidatos do partido + todos os votos na legenda e apura-se quantas cadeiras foram conquistadas. Ocupam as cadeiras os 3 mais votados. Uma trava importante: só ocupa a cadeira o(a) deputado(a) que tiver conquistado para si pelo menos 10% do total de votos do total da cadeira. + Uma trava A Mini Reforma Política de 2021 fez com que o(a) candidato(a), para concorrer pelas "sobras de votos", tenha recebido para si próprio pelo menos 20% do total de votos da cadeira.  A luta pela Telemedicina O partido considera que, dentro do que seria uma política pública para o país, a saúde está no eixo central entre as 5 áreas principais. Adriana assumiu a causa e negociou com todos os participantes da comissão da saúde para propôs o avanço da pauta sobre telemedicina. Ela considera que foi um trabalho coletivo, mas, claro, sente orgulho de ver a lei aprovada. Empreendendo na política: um paralelo Ouvir o "cliente": um exemplo foi o pedido do cidadão Maurício para que se evitasse fraudes na liberação de verbas durante a pandemia de Covid-19. A deputada propôs e aprovou o projeto de lei 1485/2020 para dobrar as penas por corrupção em tempos de calamidade pública. Os processos ordenados e organizados: nem toda lei vai a plenário, fica nas comissões e é aprovada por ali. A produção de leis é imensa e muitas leis não conversam entre si e até se contradizem. Os deputados participam normalmente de 2 comissões e nem ficam sabendo da maioria das leis que foram aprovadas. Scrum Master: os Presidentes da Câmara e do Senado têm poder de decidir o que vai ou não vai a plenário para ser votado, qual a pauta, quem será relator. E isso faz com que algumas pautas fiquem anos sem receber qualquer atenção. Previsibilidade: os deputados não sabem o que vai ser votado, então não podem estudar o projeto com antecedência. Às vezes está na pauta, mas não há relatório. Cultura organizacional: muitas coisas acontecem ao mesmo tempo e não há clareza de intenção, o que faz com que o ambiente não seja de confiança. Não há clareza nas regras e nem transparência. Acompanhar o seu parlamentar O cidadão deve acompanhar o seu parlamentar: "O preço da liberdade é a eterna vigilância." (John Philpot Curran - 1750-1817) Orçamento Ouça para entender como funciona! E aproveite para acompanhar o trabalho da deputada, acessando @adriventurasp Comunidade Online Saúde Digital Podcast Você é médico? Quer i
Lançados:
20 de set. de 2022
Formato:
Episódio de podcast

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