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ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS

ALUNOS, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DO LICEU NACIONAL / ESCOLA SECUNDÁRIA DE D. DUARTE

REGULAMENTO INTERNO

Capítulo I Disposições gerais
Artigo 1º Denominação, Sede e Fins •É constituída por tempo indeterminado a Associação dos Antigos Alunos, Professores e Funcionários do Liceu Nacional / Escola Secundária de D. Duarte, adiante designada por Associação. •A Associação é uma entidade associativa sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira e com sede na Escola Secundária de D. Duarte, sita em Coimbra, na Rua António Augusto Gonçalves, freguesia de Santa Clara. Artigo 2º Objecto •A Associação tem como objectivo a promoção de actividades de carácter cultural, desportivo, recreativo e social entre os associados. •Para a prossecução deste objectivo, propõe-se: •Manter, consolidar e vivificar os laços que unem os antigos e actuais alunos, professores e funcionários do Liceu Nacional/ Escola Secundária D. Duarte; •Promover o estudo, a preservação e a divulgação da história deste estabelecimento de ensino e na sua relação com a cidade e o país; •Colaborar com a Escola Secundária de D. Duarte e com os poderes instituídos em tudo o que seja consentâneo com os fins da Associação.

Capítulo II Dos Associados
Artigo 3º Associados Haverá três tipos de associados: Fundadores - aqueles que assinem a escritura de constituição da Associação, ou que a esta adiram até trinta e um de Dezembro de dois mil e nove. Ordinários - todos aqueles que contribuem para a realização dos objectivos da Associação e procedam regularmente ao pagamento de quotas, conforme o prazo e montante determinados pela Assembleia Geral. Beneméritos - as pessoas ou entidades que hajam merecido essa distinção, por deliberação da Assembleia Geral dos associados. Pode ser membro da Associação todo o antigo aluno, professor e funcionário do Liceu Nacional / Escola Secundária de D. Duarte, que preencha a respectiva proposta de adesão e esta venha a ser aceite.

Artigo 4º Direitos dos Associados Fundadores/Ordinários

São direitos dos associados fundadores/ordinários: a) Participar nas actividades da Associação; b) Votar e ser votado nas eleições para os Corpos Sociais. c) Requerer, justificadamente, a convocação da Assembleia Geral Extraordinária, desde que em conjunto com, pelo menos, 10% dos associados e em pleno gozo dos seus direitos. d) Propor as medidas convenientes à prossecução dos objectivos e interesses da Associação. 2. Para exercer os direitos, contidos nas alíneas b) e c) do ponto nº 1 deste Artigo, é necessário ter em dia o pagamento das quotas.

Artigo 5º Deveres dos Associados Fundadores/Ordinários São deveres dos associados fundadores/ordinários: a) Pagar pontualmente as quotas a fixar por deliberação da Assembleia Geral; b) Observar as disposições estatutárias, regulamentares e as deliberações dos órgãos sociais; c) Desempenhar com zelo, dedicação, assiduidade e eficiência os cargos para que forem eleitos; d) Colaborar na realização dos objectivos da Associação; e) Participar nas Assembleias Gerais; f) Defender o bom nome e a imagem da Associação.

Artigo 6º Direitos dos Associados Beneméritos Os associados beneméritos gozam dos seguintes direitos: Participar nas actividades da Associação; Intervir, sem direito a voto, nas Assembleias Gerais; Usufruir da isenção de pagamento das quotas. Artigo 7º Deveres dos Associados Beneméritos Os deveres dos associados beneméritos são: Colaborar na realização dos objectivos da Associação; Defender o bom nome e imagem da Associação.

Artigo 8º Pagamento de quotas O regime de pagamento de quotas é anual, devendo ser liquidadas até ao final do ano civil anterior àquele que diga respeito O modo de pagamento pode ser: Numerário; Cheque; Transferência bancária 3. Exceptua-se a entrada de novos sócios que no momento da subscrição da proposta deverão liquidar não só a respectiva jóia como, também, o remanescente dos meses até final do ano civil.

Artigo 9º Suspensão, Demissão e Exclusão
É suspensa a inscrição: A todo aquele que, fundadamente, o requeira; Quando, do comportamento do sócio, resulte ofensa grave ao bom nome e imagem da Associação. Perde a qualidade de associado: Todo aquele que o requeira Quando se verifique o não pagamento das quotas por um período superior a dois anos consecutivos, desde que tal seja proposto pela Direcção à Assembleia Geral. Quando o comportamento do sócio integre a previsão da alínea b) do número anterior. Poderá retomar a qualidade de sócio todo aquele que, fundamentadamente, o requeira. Todas as deliberações respeitantes a este Artigo são da competência da Direcção, com excepção do referido nas alíneas b) e c) do nº 2, que são da responsabilidade da Assembleia Geral, mediante proposta da Direcção.. Artigo 10º Familiares dos Associados Os familiares dos associados poderão usufruir dos benefícios proporcionados pelo Artigo 2º deste Regulamento Interno.

Capítulo III Dos Corpos Sociais
Artigo 11º Disposições Gerais Constituem Corpos Sociais da Associação a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal O exercício de cargos nos Corpos sociais não é remunerado podendo eventualmente, a caso se justifique, haver lugar a pagamento de despesas dele decorrente. Artigo 12º Eleição dos Corpos Sociais A duração do mandato dos Corpos Sociais é de dois anos, devendo proceder-se à sua eleição entre 15 de Novembro e 15 de Dezembro. O dia e hora das eleições serão marcados pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral ou seu substituto, por proposta da Direcção da Associação, com uma antecedência mínima de trinta dias.

Artigo 13º Processo Eleitoral Até dez dias antes da data do acto eleitoral, deverão ser apresentadas ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, as listas de candidatos aos corpos sociais Só se consideram completas as listas que incluam todos os elementos a eleger para os diferentes Corpos Sociais e que integrem, também elementos suplentes num mínimo de: 1 para a Mesa da Assembleia Geral, 2 para a Direcção e 1 para o Conselho Fiscal. Não é permitido aos membros dos Corpos Sociais o desempenho simultâneo de mais de um cargo na Associação. Os candidatos deverão ser identificados por nome completo, número de associado e residência. As listas candidatas deverão ser apresentadas e subscritas por um número mínimo de cinco associados efectivos no pleno gozo dos seus direitos. Os subscritores deverão ser identificados por nome completo e número de associado. Na hipótese de não serem apresentadas candidaturas, deverá a Direcção apresentar lista completa aos órgãos sociais.

Artigo 14º Convocatória e Sufrágio A convocação das eleições é feita por meio de carta simples, expedida para cada um dos associados efectivos, com a antecedência mínima de trinta dias, antes do acto eleitoral, e pela respectiva publicitação num jornal da cidade de Coimbra. Junto com a convocatória das eleições deverão seguir as listas de candidaturas. O sufrágio é universal e por voto secreto. A eleição dos corpos sociais será feita com base em listas plurinominais pelo sistema de sufrágio maioritário de uma só volta.

Artigo 15º Mesa de Voto A mesa de voto é constituída pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, ou por associado fundador/ordinário por ele mandatado, e por um representante de cada uma das listas concorrentes. Compete à Mesa de Voto assegurar o acto eleitoral durante o período de votação. O período de votação é fixado, sob proposta da Direcção, pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral. A identificação dos eleitores é feita por meio do Bilhete de Identidade ou qualquer outro elemento identificativo com fotografia, aceite pela Mesa de Voto.

Artigo 16º Contagem dos votos, reclamação e divulgação Logo que a votação tenha terminado, proceder-se-á à contagem dos votos e à elaboração da acta dos resultados, devidamente assinada pelos elementos da Mesa de Voto. O apuramento final é feito após o encerramento da Mesa de Voto. Os eleitores podem reclamar para o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, com fundamento em irregularidades do acto eleitoral, até 24 horas após o encerramento do processo eleitoral. Não havendo reclamações, ou tendo sido resolvidas as apresentadas, é feita a divulgação dos resultados.

Artigo 17º Posse dos Corpos Sociais Os mandatos iniciam-se com a tomada de posse perante o Presidente da Mesa da Assembleia Geral ou seu substituto, o que deverá ter lugar até ao dia 15 de Janeiro do ano civil imediato ao das eleições. Quando a eleição tenha sido efectuada, extraordinariamente, a posse terá lugar no prazo de quinze dias após a eleição, terminando sempre dois anos após terminus normal do mandato anterior. Quando as eleições não sejam realizadas atempadamente, considera-se prorrogado o mandato em curso até à posse dos novos órgãos sociais.

Artigo 18º Eleições Parciais

Em caso de vacatura da maioria dos membros de cada órgão social, depois de esgotados os respectivos suplentes, realizar-se-ão eleições parciais para os cargos que tenham vagado, no prazo máximo de um mês, devendo a posse ter lugar nos quinze dias seguintes à eleição. O termo do mandato dos membros eleitos nas condições do número anterior, coincidirá com os dos inicialmente eleitos.
Artigo 19º Deliberações Os Corpos Sociais são convocados pelos respectivos Presidentes e só podem deliberar com a presença da maioria dos membros. As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos membros presentes, tendo o Presidente voto de qualidade. As votações respeitantes às eleições dos Corpos Sociais ou assuntos de incidência pessoal dos seus membros serão feitas, obrigatoriamente, por voto secreto.

Artigo 20º Actas das Reuniões Das reuniões serão lavradas actas, obrigatoriamente assinadas pelos membros presentes ou, quando respeitem a reuniões das Assembleias Gerais, pelos membros da respectiva Mesa. Artigo 21º Da Assembleia Geral da Associação A Assembleia Geral é constituída por todos os associados, no pleno gozo dos seus direitos, sendo o órgão máximo da Associação. A Assembleia Geral é dirigida pela respectiva Mesa.

Artigo 22º Mesa da Assembleia Geral A Mesa da Assembleia Geral é composta por um Presidente, um VicePresidente e um Secretário. Na ausência de um daqueles elementos fará parte da Mesa um dos suplentes, que secretariará. Na falta ou impedimento de qualquer dos membros da Mesa, ordinários ou fundadores, que impeça a sua composição com três elementos, eleger-se-ão estes de entre os associados presentes, os quais cessarão funções no termo da reunião. Artigo 23º Competência da Mesa

Compete à Mesa da Assembleia Geral: Representar a Assembleia Geral; Dirigir, orientar e disciplinar os trabalhos da Assembleia Geral; Decidir sobre os protestos e reclamações respeitantes aos actos eleitorais; Conferir posse aos membros dos Corpos Sociais eleitos.

Artigo 24º Competências de Assembleia Geral

Compete à Assembleia Geral deliberar sobre matérias não compreendidas nas atribuições dos outros corpos necessariamente: Apreciar e votar, anualmente, orçamento e o plano de actividades; Aprovar a adesão a uniões, federações, confederações ou organizações similares; Deliberar sobre a aceitação e integração do património doado; Fixar o montante das quotas e da jóia; Deliberar sobre a alteração dos Estatutos e sobre a cisão, fusão ou extinção da Associação, observado o estipulado pelo artigo 19º do Estatuto; Determinar a exclusão dos associados mediante proposta da Direcção; Deliberar sobre a aquisição onerosa ou alienação de bens patrimoniais bem como a exploração, por sua iniciativa, em regime de concessão ou de locação, de quaisquer estabelecimentos de carácter comercial que possam constituir rendimento para a Associação; Demandar os membros dos Corpos Sociais por actos praticados no exercício das suas funções; Destituir, com fundamento, por votação secreta, a respectiva Mesa, Direcção e Conselho Fiscal.

Artigo 25º Reuniões da Assembleia Geral

1. A Assembleia Geral reunirá em sessões ordinárias e extraordinárias. 2. A Assembleia Geral reunirá ordinariamente: No final de cada mandato, entre 15 de Novembro e 15 de Dezembro, para eleição dos Corpos Sociais; Até 30 de Novembro de cada ano, para apreciação e votação do orçamento e plano de actividades para o ano seguinte; Até 31 de Março de cada ano, para a apreciação e aprovação do relatório de actividades e contas do ano anterior. 3. A Assembleia Geral reunirá em sessão extraordinária quando convocada pelo Presidente da Mesa ou o seu substituto, a pedido da Direcção ou Conselho Fiscal, ou a requerimento de, pelo menos, dez por cento dos associados no pleno gozo dos seus direitos. 4. A Assembleia Geral reunirá à hora marcada na convocatória, estando presentes mais de metade dos associados com direito a voto ou trinta minutos depois, com qualquer número de associados presentes. 5. As deliberações da Assembleia Geral são sempre tomadas por maioria dos associados presentes.

Artigo 26º Da Direcção da Associação
A Direcção da Assembleia é constituída por cinco elementos: um Presidente, um Vice-Presidente, um Secretário, um Tesoureiro e um Vogal. Os suplentes da Direcção poderão assistir às reuniões da Direcção sem direito a voto.

Artigo 27º Competências da Direcção Compete à Direcção gerir a Associação e representá-la, incumbindo-lhe designadamente: Representar a Associação em todos os actos oficiais ou particulares, quer de representação obrigatória quer facultativa; Celebrar acordos de cooperação com outras entidades oficiais ou particulares; Admitir e garantir a efectivação dos direitos dos associados; Deliberar sobre a aceitação de heranças, legados e doações; Zelar pelo cumprimento dos estatutos e das deliberações dos outros órgãos sociais; Assegurar a organização e o funcionamento dos serviços, bem como a escrituração de livros e registos exigidos por lei; Elaborar anualmente e submeter ao parecer do Conselho Fiscal da Assembleia Geral o orçamento, plano de actividades e Relatório de Actividades e contas; Deliberar sobre a constituição, movimentação e levantamento de depósitos a prazo; Elaborar e manter actualizado o inventário do património da Associação; Prover á racional gestão financeira, nomeadamente através da utilização dos instrumentos disponíveis no mercado financeiro; Prover á racional gestão do património, designadamente, no que concerne á aquisição onerosa e alienação de bens móveis ou imóveis; Definir o valor da jóia e das quotas a pagar pela condição de associado.

Artigo 28º Reuniões da Direcção A distribuição de tarefas e competências entre os membros da Direcção será decidida na primeira reunião de cada mandato e deverá ser objecto de divulgação junto dos associados. A Direcção reunirá sempre que o julgar conveniente, por convocação do seu Presidente e, obrigatoriamente, pelo menos uma vez por trimestre. Para obrigar a Associação são necessárias e bastantes as assinaturas conjuntas de dois dos elementos da Direcção, sendo um deles o Presidente, ou na sua indisponibilidade o Vice-Presidente. Nas operações financeiras são obrigatórias as assinaturas conjuntas do Presidente e do Tesoureiro ou, na impossibilidade de um deles, por outro elemento da Direcção. Nos actos de mero expediente bastará a assinatura de qualquer membro da Direcção. Artigo 29º Do Conselho Fiscal da Associação O Conselho Fiscal da Associação é composto por três membros, dos quais um Presidente, um Vice-Presidente e um Secretário. Os suplentes poderão assistir às reuniões do Conselho Fiscal sem direito a voto.

Artigo 30º Competência do Conselho Fiscal Compete ao Conselho Fiscal vigiar pelo cumprimento da lei e dos estatutos, designadamente: Exercer a fiscalização sobre a escrituração e documentos da instituição sempre que se julgue conveniente; Assistir ou fazer-se representar por um dos seus membros às reuniões da Direcção, sempre que esta julgue conveniente; Dar parecer sobre os relatórios e contas de gerência, orçamento, plano de actividades e sobre quaisquer outros assuntos que a Direcção entenda submeter à sua apreciação. O Conselho Fiscal pode solicitar à Direcção os elementos que considere necessários ao cumprimento das suas atribuições, bem como propor reuniões extraordinárias para discussão, com aquele órgão, dos assuntos cuja importância o justifique. O Conselho Fiscal reunirá sempre que julgar conveniente, por convocação do seu Presidente e, pelo menos, uma vez em cada trimestre.

Artigo 31º Disposições Finais Constituem receitas da Associação: O produto das quotas dos associados; Os rendimentos de bens próprios; As doações, legados e heranças e respectivos rendimentos; Os subsídios estatais, nacionais ou estrangeiros, de instituições comunitárias ou internacionais e de outros organismo; Os donativos e produtos de festas, subscrições e outras actividades sociais; Os rendimentos oriundos da venda de bens e prestação de serviços; Outras receitas. No caso de extinção da Associação, competirá à Assembleia-Geral deliberar sobre o destino dos seus bens. Os casos omissos serão resolvidos pela Assembleia-Geral de acordo com a legislação em vigor.

NORMA TRANSITÓRIA Enquanto não for eleita a primeira Direcção efectiva, os prazos estabelecidos nos artigos 13º e 14º serão reduzidos a metade. A Presidente da Comissão Instaladora: _________________________________________ (Isabel Jardim, Prof. Apos. E.S. D. Duarte)