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Integrais Imprprias

Everton Lopes
Integrais Imprprias
Quando estudamos integral definida

trabalhamos com uma funo y = f(x) definida em
um intervalo limitado [a,b] e supomos que esta
contnua por partes, sendo que os pontos de
descontinuidade so do tipo finito, ou seja, os
limites laterais nestes pontos existem. Em
outras palavras, a funo y = f(x) limitada em
[a, b ]
}
b
a
f(x)dx
Integrais Imprprias
Por exemplo, podemos calcular a integral, onde a
funo dada pelas sentenas

7 x 5 se , 2
5 x 2 se , 1 - x
2 x 1 se ,
x
1
) x ( f

s <
s s
< s
=
Neste caso, basta dividir a integral
em 3 outras integrais,
ou seja,
} } } }
+ + =
7
5
5
2
2
1
7
1
dx ) x ( f dx ) x ( f dx ) x ( f dx ) x ( f
-1 1 2 3 4 5 6 7
-2
-1
1
2
3
4
5
6
x
y
Integrais Imprprias
Vamos agora estender o conceito de integral
definida para dois outros casos:
1 Caso: O intervalo de definio da funo no
limitado, ou seja, do tipo ]- , b] , [a , +[ , ou
mesmo ]- , + [
Neste caso, teremos as integrais


2 Caso: A funo f tem uma descontinuidade
infinita em [a,b] .
}
+
a
dx ) x ( f
}

b
-
dx ) x ( f }
+
-
dx ) x ( f
;
;
Integrais Imprprias
1 Caso:
2 Caso:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
1
x
y
1 2
1
1
2
3
4
5
x
y
1-t
x =1
Em ambos os casos, chamamos as integrais
}
b
a
dx ) x ( f de Integral Imprpria.
Integrais Imprprias
1 Caso: Definio de integral imprpria em
intervalos no limitados:
a) Se existe para cada nmero t > a,
ento definimos
}
t
a
f(x)dx
}

a
f(x)dx
}
+
t
a
t
f(x)dx lim =
desde que o limite exista
( seja um nmero real)
3 6 9 12 15
1
x
y
Integrais Imprprias
b) Se }
b
t
f(x)dx
existe para cada nmero t < b,
ento definimos } }

=
b
t
- t
b
-
f(x)dx lim f(x)dx
desde que o limite exista (seja um nmero real)
}

a
f(x)dx
}

b
-
f(x)dx As integrais imprprias e
convergentes se os limites correspondentes existem,
e divergentes se os limites no existem.
so chamadas
Integrais Imprprias
}

a
-
f(x)dx
}

a
f(x)dx
} } }

+ =
a
a -
f(x)dx f(x)dx f(x)dx
c) Se
e

so convergentes, ento

definimos
No item c) qualquer nmero real a pode ser usado.

Exerccios em sala
Integrais Imprprias
2 Caso: Definio de integral imprpria em funes ilimitadas
=

) x ( f lim
b x
} }

=
t
a
b t
b
a
f(x)dx f(x)dx
lim
1 2 3
2
4
6
8
10
12
14
x
y
reta x = 4
reta x =2
t
a) Se f contnua em [a , b [ e

ento
desde que o limite exista.
A figura ao lado mostra uma funo
f: [0, 2[ R ilimitada
Neste caso temos
} }

=
t
0
-
2 t
2
0
f(x)dx m i l dx ) x ( f
desde que o limite exista (finito)


Integrais Imprprias
=

) x ( f lim
a x
} }
+

=
b
t a t
b
a
f(x)dx m i l f(x)dx
b) Analogamente ao caso a), se f contnua em ]a, b] e
, ento
desde que o limite exista (finito).
}
b
a
f(x)dx
}

t
a
-
b t
f(x)dx lim
A integral imprpria
chamada convergente se o limite
correspondente existir, e divergente se este limite
no existir.
Integrais Imprprias
-1 1 2 3 4 5 6 7
-1
1
2
3
4
5
6
7
8
x
y
reta x = 4
c) Se f tiver uma descontinuidade em c, a < c < b ,

e as integrais
}
c
a
f(x)dx
}
b
c
f(x)dx

e
forem convergentes,
ento definimos
f(x)dx f(x)dx f(x)dx
c
a
b
c
b
a
} } }
+ =

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