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Método

Científico
STC – Marta Silva
DIA
A
DIA
Porque será que a minha
Hamster dorme durante
o dia e está acordada
durante a noite?
Hipóteses
• Será pela presença de pessoas em
casa? – Experiência I
• Será a luz que afecta o sono dela? –
Experiência II

Análise dos dados durante 4 dias.


Análise
dos
dados
Experiência I
A experiência é efectuada durante o dia (7h – 15h).
• Dia 1
A Hamster (Maggie), encontra-se na cozinha com os
estores fechados e sem ninguém na cozinha – A
Maggie passa a maior parte do tempo a
acordada.
• Dia 2
A Maggie, está acompanhada na cozinha e com os
estores fechados – Passou parte do tempo a
dormir e outra parte acordada
• Dia 3
Com os estores abertos, a Maggie encontra-se sozinha - A
Maggie passa parte do seu tempo a dormir e outra parte
acordada.
• Dia 4
De estores abertos, e com pessoas ao pé dela – A Maggie passa
a maior parte do tempo a dormir, ou na toca.

CONCLUSÃO:

A Maggie quando se encontra com os estoros fechados e sem luz


varia consoante a movimentação que existe em casa, logo o
factor da luz não determina que ela esteja acordada ou a
dormir. A experiência foi repetida 4x e o seu comportamento
não se alterou.
Experiência II
A experiência decorre durante o dia (24h).
• Dia 1
Durante a manhã a Maggie permaneceu
sozinha e – Ficou acordada a brincar ou
a comer.
• Dia 2
A Maggie, no período da manhã estava com
pessoas em casa, logo – Permaneceu na
toca (possivelmente a dormir).
• Dia 3
Durante a noite, e depois de todos nos deitarmos a
Maggie – Saiu da toca, comeu e brincou.
• Dia 4
De noite e com uma grande confusão em casa, pois é o
dia da jantarada em família, a Maggie – Ficou na
toca, até todos se irem embora.

CONCLUSÃO:
O comportamento da Maggie foi-se alterando consoante
a existência de pessoas ou não em movimento na
casa. Por isso a movimentação das pessoas
condiciona o facto da hamster estar acordada
(fora da toca) e a dormir (dentro da toca).
Repetiu-se 4x e não se alterou
Maggie
Perca
Observação
• A perca desova na nascente do
Rio Douro;
• A perca adulta vive na foz do Rio
Douro;
• Na altura da reprodução a perca
volta ao sítio exacto onde nasceu
Como é que
identifica o
local onde
nasceu?
Hipóteses
• Será devido às temperaturas
da água, ou será que a
claridade é diferente na foz e
na nascente – Experiência I
Experiência I
Peguei num cardume e dividi-o em 3.
O primeiro grupo, permaneceu no rio;
O segundo, em cativeiro (com
condições iguais às do rio), subdividi-o
em classe A (com muita claridade) e
classe B (sem claridade), existindo em
ambos alternância de temperatura.
1º Grupo
Como permaneceu no Rio, fez o caminho normal para o
local onde nasceram para efectuarem a desova.
2º Grupo
Classe A
Existiu desova
Classe B
Existiu desova

LOGO…
As percas identificam o local onde
nasceram, para efectuar a desova,
devido às alternâncias de temperatura
sofridas pelas mesmas, durante a viagem
da foz até a nascente. Isto porque a
classe A e B, independentemente da
claridade e das diferenças de claridade
existentes durante a viagem, desovaram,
logo as diferenças de temperatura ao
longo da viagem faz com que as percas
saibam que chegaram a foz efectuando
assim a desova.
Fim