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ICMS Imposto sobre operações  relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de
ICMS
Imposto sobre operações
relativas à circulação de
mercadorias e sobre prestações
de serviços de transporte
interestadual e intermunicipal e
de comunicação.
Fornecimento de Alimentação
ICMS Imposto sobre operações  relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de
ICMS
Imposto sobre operações
relativas à circulação de
mercadorias e sobre prestações
de serviços de transporte
interestadual e intermunicipal e
de comunicação.
Fornecimento de Alimentação
BASE CONSTITUCIONAL ARTIGO 155, § 2º  página 20 da apostila 
BASE CONSTITUCIONAL
ARTIGO 155, § 2º
página 20 da apostila
ESTADO É o ente da Federação que tem a competência para cobrar
ESTADO
É o ente da Federação que
tem a competência para
cobrar
ÓRGÃO RESPONSÁVEL
ÓRGÃO RESPONSÁVEL

ÓRGÃO RESPONSÁVEL  SEFAZ – Dá os procedimentos e fiscaliza

SEFAZ Dá os procedimentos e fiscaliza

ÓRGÃO RESPONSÁVEL  SEFAZ – Dá os procedimentos e fiscaliza

PRINCÍPIOS

CONSTITUCIONAIS  Servem de guia à elaboração de leis tributárias Destinam-se a todos(legisladores e contribuintes).
CONSTITUCIONAIS
 Servem de guia à elaboração
de leis tributárias
Destinam-se a
todos(legisladores e
contribuintes).
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS Legalidade – artigo 150, I da CF Anterioridade e a regra da  noventena
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS Legalidade – artigo 150, I da CF Anterioridade e a regra da  noventena

Legalidade artigo 150, I da CF

Anterioridade e a regra da  noventena  Art. 150, III, “b”, da CF
Anterioridade e a regra da
noventena
Art. 150, III, “b”, da CF
OUTROS PRINCÍPIOS NÃO - CUMULATIVIDADE art.155 § 2º, I da CF Será não cumulativo, compensando-se o
OUTROS PRINCÍPIOS
NÃO - CUMULATIVIDADE
art.155 § 2º, I da CF
Será não cumulativo,
compensando-se o que for
devido em cada operação, com o
montante cobrado nas
anteriores.
DÚVIDAS O que é Débito  O que é Crédito 
DÚVIDAS
O que é Débito
O que é Crédito
EXEMPLO Comerciante compra mercadoria por 1.000,00 com destaque de 17% de ICMS Credito do ICMS =
EXEMPLO
Comerciante compra
mercadoria por 1.000,00 com
destaque de 17% de ICMS
Credito do ICMS =
170,00
revende por 1.500,00
Débito de ICMS =
255,00
Recolhe
85,00
 A empresa vende no mês a mercadoria que comprou em meses anteriores.
 A empresa vende no mês a
mercadoria que comprou em
meses anteriores.
SELETIVIDADE  Poderá ser seletivo em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços.  Maior
SELETIVIDADE
Poderá ser seletivo em função da
essencialidade das mercadorias e
dos serviços.
Maior essencialidade, menor
alíquota
Menor essencialidade, maior
alíquota

REGULAMENTAÇÃO

COMPLEMENTAR Lei Complementar 87/96 
COMPLEMENTAR
Lei Complementar 87/96
CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS  Lei Complementar 24/75 somente CONVÊNIOS podem disciplinar a concessão de isenções e
CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS
 Lei Complementar 24/75
somente CONVÊNIOS podem
disciplinar a concessão de
isenções e outros benefícios
fiscais referente ao ICMS
Artigo 15  O Estado do Amazonas, goza de privilégios para conceder unilateralmente benefícios às indústrias
Artigo 15
 O Estado do Amazonas, goza
de privilégios para conceder
unilateralmente benefícios às
indústrias instaladas na ZFM
 Exemplo: Lei 2.826/2003
DÚVIDAS  A Legislação é disposta da seguinte forma:  Artigo – seu cabeçalho é o
DÚVIDAS
A Legislação é disposta da
seguinte forma:
Artigo – seu cabeçalho é o caput
do artigo
Incisos e parágrafos, não
necessariamente nesta ordem

INCIDÊNCIA OU FATO

GERADOR Ocorre quando é realizado  um fato, um ato ou uma situação jurídica previamente descrita
GERADOR
Ocorre quando é realizado
um fato, um ato ou uma
situação jurídica previamente
descrita como gerador da
obrigação de pagar o tributo.
obrigação de pagar o tributo.


Exemplo saída de mercadoria a qualquer título

INCIDÊNCIA OU FATO GERADOR Ocorre quando é realizado  um fato, um ato ou uma situação
INCIDÊNCIA OU FATO GERADOR Ocorre quando é realizado  um fato, um ato ou uma situação
NÃO INCIDÊNCIA  O fato, ato ou situação jurídica não foi previsto, anteriormente, como passível de
NÃO INCIDÊNCIA
 O fato, ato ou situação
jurídica não foi previsto,
anteriormente, como passível
de gerar obrigação de pagar
o tributo
 Exemplo – saída para
depósito fechado
ISENÇÃO  Ocorre o fato gerador, o fenômeno se encontra dentro do campo de incidência, mas
ISENÇÃO
 Ocorre o fato gerador, o
fenômeno se encontra dentro
do campo de incidência, mas
há a dispensa legal do
pagamento do tributo.
 Exemplo – hortifrutigranjeiros
IMUNIDADE  O fato gerador não pode se realizar , pois o fenômeno é excluído pela
IMUNIDADE
 O fato gerador não pode
se realizar , pois o
fenômeno é excluído pela
Constituição Federal
 Exemplo - Exportações
Não-incidência não ocorre o fato gerador Incidência Ocorre o fato gerador

Não-incidência

não ocorre o fato gerador

Incidência Ocorre o fato gerador
Incidência
Ocorre o fato
gerador

ISENÇÃO OU NÃO

INCIDÊNCIA NA ENTRADA art.155 § 2º, II alínea “a” da CF Não implicará crédito para compensação
INCIDÊNCIA NA ENTRADA
art.155 § 2º, II alínea “a” da CF
Não implicará crédito para compensação
com o montante devido nas operações ou
prestações seguintes
Exemplo – compra de microempresa
Exemplo – compra de microempresa

ISENÇÃO OU NÃO

INCIDÊNCIA NA SAÍDA
INCIDÊNCIA NA SAÍDA
art.155 § 2º, II “b” da CF Acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores.
art.155 § 2º, II “b” da CF
Acarretará a anulação do crédito
relativo às operações anteriores.
Exemplo –
artigo 31, incisos I a V do RICMS/AM
Página 29
EXEMPLO Compra de mercadoria por R$1.000,00 Destaque de 17% de ICMS Crédito de R$ 170,00 mercadoria
EXEMPLO
Compra de mercadoria por
R$1.000,00
Destaque de 17% de ICMS
Crédito de R$ 170,00
mercadoria estragou.
Deverá estornar o crédito
VEDAÇÃO DO CRÉDITO Artigo 26, parágrafo 2º, inciso IV do RICMS/AM Exemplo - Comerciante adquire mercadoria
VEDAÇÃO DO CRÉDITO
Artigo 26, parágrafo 2º, inciso IV do
RICMS/AM
Exemplo - Comerciante adquire
mercadoria para uso e consumo, com
destaque do imposto
Crédito = 0
PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO Prazo – 5 anos  Exemplo  Aquisição 16.11.2002.  Se, até 16.11.2007
PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO
Prazo – 5 anos
Exemplo
Aquisição 16.11.2002.
Se, até 16.11.2007 o adquirente
não efetuar o lançamento de
crédito extemporâneo, o
respectivo direito deixará de
existir.
MANUTENÇÃO DO CRÉDITO Exportação   Artigo 31, parágrafo 3º do RICMS/AM Página 30 
MANUTENÇÃO DO CRÉDITO
Exportação
Artigo 31, parágrafo 3º do
RICMS/AM
Página 30
EXERCÍCIO 1
EXERCÍCIO 1
EXERCÍCIO 1
DÚVIDAS DO EXERCÍCIO 1 3 - Serviços de Transporte  Interestadual, Intermunicipal e de comunicação. 
DÚVIDAS DO EXERCÍCIO 1
3 - Serviços de Transporte
Interestadual, Intermunicipal e de
comunicação.
Alimentação é fornecimento, não é
serviço.
5 - Imunidade - somente a CF pode
conceder. O convênio 65/88 concede
isenção.
DÚVIDAS DO EXERCÍCIO 1  7 - A ICMS é regulamentado pela Lei Complementar 87/96, conhecida
DÚVIDAS DO EXERCÍCIO 1
7 - A ICMS é regulamentado pela
Lei Complementar 87/96,
conhecida como Lei Kandir
8 - A Lei Complementar 24/75
dispõe que, a EXCEÇÃO do
Estado do Amazonas, somente
os convênios podem conceder
incentivos fiscais .
CONVÊNIO 65/88 -isenção do ICMS  –remessas para a ZFM  -mercadoria nacional   -comercialização
CONVÊNIO 65/88
-isenção do ICMS
–remessas para a ZFM
-mercadoria nacional
-comercialização ou
industrialização
EXCEÇÕES  armas e munições, perfumes, fumo, bebidas alcoólicas e automóveis de passageiros.
EXCEÇÕES
 armas e munições, perfumes,
fumo, bebidas alcoólicas e
automóveis de passageiros.

BENEFÍCIOS PARA O

FORNECEDOR
FORNECEDOR
 Benefício – não paga ICMS  Obrigação – desconto na NF
 Benefício – não paga ICMS
 Obrigação – desconto na NF

BENEFÍCIOS PARA O

COMPRADOR
COMPRADOR
Desconto no corpo da NF
Desconto no corpo da NF
CRÉDITO PRESUMIDO Artigo 24 do RICMS/AM Crédito concedido, pelo Estado do  Amazonas, referente as mercadorias
CRÉDITO PRESUMIDO
Artigo 24 do RICMS/AM
Crédito concedido, pelo Estado do
Amazonas, referente as mercadorias
destinadas a comercialização ou
industrialização, igual ao ICMS não
pago pelo remetente .
CRÉDITO PRESUMIDO contribuinte pode deduzir das  operações seguintes um valor tal como se tivesse havido
CRÉDITO PRESUMIDO
contribuinte pode deduzir das
operações seguintes um valor tal
como se tivesse havido a
exigência.

OBRIGAÇÕES DO

COMPRADOR
COMPRADOR
Internação na SEFAZ E SUFRAMA  Venda para outro Estado-devolução,  ao Estado de origem, do
Internação na SEFAZ E SUFRAMA
Venda para outro Estado-devolução,
ao Estado de origem, do ICMS não
recolhido pelo fornecedor
Estorno do Crédito Fiscal Presumido
Exercício nº 3 – CONVÊNIO 65/88 
Exercício nº 3 – CONVÊNIO 65/88
EXERCÍCIO 3 1-Comercialização ou industrialização  2-Não; armas e munições, perfumes,  fumo, bebidas alcoólicas e
EXERCÍCIO 3
1-Comercialização ou industrialização
2-Não; armas e munições, perfumes,
fumo, bebidas alcoólicas e
automóveis de passageiros.
3-Convênio 65/88
4-Não paga o imposto
5-Com desconto no corpo da NF
6- Compra para comercialização  Transferência de mercadoria para comercialização Compra de insumos para industrialização 7-
6- Compra para comercialização
Transferência de mercadoria para
comercialização
Compra de insumos para
industrialização
7- SUFRAMA E SEFAZ
8- Não haverá o desconto-mercadoria de
origem estrangeira
9 - Crédito Presumido   10- Que o adquirente seja estabelecido na Zona Franca de
9 - Crédito Presumido
10- Que o adquirente seja
estabelecido na Zona Franca de
Manaus
11-Recolhe o ICMS não pago
pelo fornecedor
Recolhe o imposto referente a
venda
ICMS
ICMS
ICMS Regulamentação Federal – Lei Complementar 87/96  Regulamentação Estadual - Lei Complementar 19/97 – Código

Regulamentação Federal Lei Complementar 87/96

ICMS Regulamentação Federal – Lei Complementar 87/96  Regulamentação Estadual - Lei Complementar 19/97 – Código
ICMS Regulamentação Federal – Lei Complementar 87/96  Regulamentação Estadual - Lei Complementar 19/97 – Código
 Regulamentação Estadual - Lei Complementar 19/97 – Código Tributário do Estado do Amazonas RICMS/AM -
Regulamentação Estadual - Lei
Complementar 19/97 – Código
Tributário do Estado do
Amazonas
RICMS/AM - Aprovado pelo
Decreto 20.686/99
BASE DE CÁLCULO  Valor financeiro sobre o qual incidirá a Alíquota, fixado nas situações descritas
BASE DE CÁLCULO
 Valor financeiro sobre o qual
incidirá a Alíquota, fixado nas
situações descritas na Lei. No
caso do ICMS, a regra geral é
o preço de venda da
mercadoria
IPI  Não integra a base de cálculo do ICMS, quando a operação, realizada entre contribuintes
IPI
Não integra a base de cálculo do
ICMS, quando a operação,
realizada entre contribuintes e
relativa a produto destinado à
industrialização ou à
comercialização.
Artigo 155, § 2º, inciso XI da CF
EXEMPLO 1  Contribuinte compra, de outro EStado, mercadoria estrangeira, para industrialização ou comercialização.  Valor
EXEMPLO 1
Contribuinte compra, de outro
EStado, mercadoria estrangeira,
para industrialização ou
comercialização.
 Valor
1.000,00
IPI (10%)
100,00
BC do ICMS
1.000,00
EXEMPLO 2  Contribuinte compra, de outro Estado, mercadoria estrangeira, para Uso/Consumo ou Ativo.  Valor
EXEMPLO 2
Contribuinte compra, de outro
Estado, mercadoria estrangeira,
para Uso/Consumo ou Ativo.
 Valor
1.000,00
IPI (10%)
100,00
BC do ICMS
1.100,00
MERCADORIA, DE ORIGEM  ESTRANGEIRA, PARA ATIVO OU USO E CONSUMO DO ESTABELECIMENTO  DE ORIGEM
MERCADORIA, DE ORIGEM
ESTRANGEIRA, PARA ATIVO OU USO
E CONSUMO DO ESTABELECIMENTO
DE ORIGEM NACIONAL – ALTERA A
SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA - 000
Alíquotas  Percentual que incidindo sobre determinada base de cálculo, resulta no tributo devido
Alíquotas
 Percentual que incidindo
sobre determinada base de
cálculo, resulta no tributo
devido
INTERESTADUAIS Para contribuinte   Resolução do Senado Federal 22/89 - página 4 ver tabela
INTERESTADUAIS
Para contribuinte
Resolução do Senado Federal
22/89 - página 4
ver tabela
SUL E SUDESTE Rio Grande do Sul  Paraná  Santa Catarina  Rio de Janeiro
SUL E SUDESTE
Rio Grande do Sul
Paraná
Santa Catarina
Rio de Janeiro
São Paulo
Minas Gerais
Exceção – Espírito Santo
PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO  INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO, CARGA E MALA POSTAL Resolução do Senado Federal
PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO
INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO,
CARGA E MALA POSTAL
Resolução do Senado Federal 95/96
Página 5
INTERNAS E DE IMPORTAÇÃO 25% - para automóveis de luxo; iates e outras embarcações ou aeronaves
INTERNAS E DE IMPORTAÇÃO
25% - para automóveis de luxo; iates e
outras embarcações ou aeronaves de
esporte, recreação
e
lazer,
armas,
munições;
jóias
e
outros
artigos
de
joalheria; álcool carburante; gasolinas e
gás natural em qualquer estado ou fase de
industrialização;
energia elétrica
querosene
de
aviação;
30%
-
para
fumo
e
seus
derivados;
bebidas alcoólicas, inclusive
cervejas e
chopes e serviços de comunicações.
Artigo 12, Inciso I, Alínea “a/e”, do RICMS
17% - para as demais mercadorias, inclusive GLP e serviços. Art. 12, Inciso I, alínea “c”,
17% - para as demais mercadorias,
inclusive GLP e serviços.
Art. 12, Inciso I, alínea “c”, do RICMS
12%
-
para
as
operações com
produtos agrícolas comestíveis, se
produzidos e/ou beneficiados no
Estado, e para veículos automotores
terrestres novos, exceto para os
automóveis de luxo mencionados na
alinea “a” deste inciso.
Art. 12, Inciso I, alínea “b”, do RICMS
INTERESTADUAIS  Para não contribuinte  Artigo 12, parágrafo 1º, inciso V do RICMS/AM
INTERESTADUAIS
 Para não contribuinte
 Artigo 12, parágrafo 1º,
inciso V do RICMS/AM
DEVOLUÇÃO  Devem ser utilizados a mesma Base de Cálculo e Alíquota da Nota Fiscal original
DEVOLUÇÃO
Devem ser utilizados a mesma
Base de Cálculo e Alíquota da
Nota Fiscal original
Artigo 299, § 3º do RICMS/AM
Exercício nº 2
DECRETO LEI 288/67
DECRETO LEI 288/67

ZONA FRANCA DE MANAUS

DECRETO LEI 288/67 ZONA FRANCA DE MANAUS ENTRADA DE MERCADORIA IMPORTADA Por Empresa Cadastrada na SUFRAMA
DECRETO LEI 288/67 ZONA FRANCA DE MANAUS ENTRADA DE MERCADORIA IMPORTADA Por Empresa Cadastrada na SUFRAMA
DECRETO LEI 288/67 ZONA FRANCA DE MANAUS ENTRADA DE MERCADORIA IMPORTADA Por Empresa Cadastrada na SUFRAMA

ENTRADA DE MERCADORIA IMPORTADA

Por Empresa Cadastrada na SUFRAMA

Isenção do IPI Isenção do II

DECRETO LEI 288/67 ZONA FRANCA DE MANAUS ENTRADA DE MERCADORIA IMPORTADA Por Empresa Cadastrada na SUFRAMA

ENTRADA DE MERCADORIA NACIONAL

Por Empresa Cadastrada na SUFRAMA

Isenção do IPI

INDÚSTRIA COM PROJETO PRODUTIVO BÁSICO

Aprovado no Conselho de Administração da

SUFRAMA Saídas de seus produtos com Isenção do IPI

ISENÇÃO DO IPI Produtos industrializados na ZFM,  destinado a seu consumo interno.  Produtos industrializados
ISENÇÃO DO IPI
Produtos industrializados na ZFM,
destinado a seu consumo interno.
Produtos industrializados na ZFM por
estabelecimento com PPB aprovado
pelo CAS, destinado a outras UF
Os produtos nacionais entrados na
ZFM, para seu consumo interno, ou
remetidos para Amazônia Ocidental.
EXCLUSÕES 
EXCLUSÕES

Armas e munições, perfume, fumo, bebida alcoólica e automóveis de passageiros

EXCLUSÕES  Armas e munições, perfume, fumo, bebida alcoólica e automóveis de passageiros
MUDANÇA DE DESTINAÇÃO  O imposto será devido, sem multa, se recolhido espontaneamente, se esta se
MUDANÇA DE DESTINAÇÃO
 O imposto será devido, sem
multa, se recolhido
espontaneamente, se esta se
der após um ano da
ocorrência do fato gerador,
não sendo exigível após o
decurso de três anos
HAVERÁ INCIDÊNCIA DO IPI  Remessa, de outra Unidade da Federação, de Mercadoria de origem estrangeira
HAVERÁ INCIDÊNCIA DO IPI
 Remessa, de outra Unidade
da Federação, de Mercadoria
de origem estrangeira
CFOP  Códigos Fiscais de Operação e Prestação mais utilizados  Páginas 8 a 16
CFOP
 Códigos Fiscais de Operação
e Prestação mais utilizados
 Páginas 8 a 16
 Os CFOP`s de entradas, nas operações internas começam com o nº 1, nas interestaduais com
 Os CFOP`s de entradas, nas
operações internas começam
com o nº 1, nas
interestaduais com o nº 2 e
de importação com o nº 3.
 O adquirente fará o lançamento, no livro de entrada, conforme a destinação que ele dará
 O adquirente fará o
lançamento, no livro de
entrada, conforme a
destinação que ele dará à
mercadoria ( se para
comercialização,
industrialização e etc
...
)
EXEMPLOS Compra para industrialização  1.101(de dentro do Estado) 2.101(de fora do Estado) 3.101(do exterior) 
EXEMPLOS
Compra para industrialização
1.101(de dentro do Estado)
2.101(de fora do Estado)
3.101(do exterior)
Compra para comercialização
1.102(de dentro do Estado)
2.102(de fora do Estado)
3.102(do exterior)
Compra de Bem para o Ativo  Imobilizado 1.551(de dentro do Estado) 2.551(de fora do Estado)
Compra de Bem para o Ativo
Imobilizado
1.551(de dentro do Estado)
2.551(de fora do Estado)
3.551(do exterior)
Compra de Bem para Uso ou  Consumo 1.556(de dentro do Estado) 2.556(de fora do Estado)
Compra de Bem para Uso ou
Consumo
1.556(de dentro do Estado)
2.556(de fora do Estado)
3.556(do exterior)
 Os CFOP`s de saídas nas operações internas começam com o nº 5, nas interestaduais com
 Os CFOP`s de saídas nas
operações internas começam
com o nº 5, nas
interestaduais com o nº 6 e
de exportação com o nº 7
 Para classificar o CFOP na Nota Fiscal de Saída, interessa, ao emitente, a operação que
 Para classificar o CFOP na
Nota Fiscal de Saída,
interessa, ao emitente, a
operação que ele está
fazendo.
 ( se venda da sua produção, devolução, remessas para conserto, transferência, etc ... ). Não
 ( se venda da sua produção,
devolução, remessas para
conserto, transferência,
etc
...
).
Não interessa a
destinação que o adquirente
dará à mercadoria.
EXEMPLOS Venda de produção do estabelecimento  5.101(para dentro do Estado) 6.101(para fora do Estado) 7.101(para
EXEMPLOS
Venda de produção do estabelecimento
5.101(para dentro do Estado)
6.101(para fora do Estado)
7.101(para o exterior)
Venda de mercadoria adquirida ou
recebida de terceiros
5.102(para dentro do Estado)
6.102(para fora do Estado)
7.102(para o exterior)
As devoluções das vendas SÃO  ENTRADAS, devem ser classificadas nos CFOP`s 1, 2 ou 3.
As devoluções das vendas SÃO
ENTRADAS, devem ser classificadas
nos CFOP`s 1, 2 ou 3.
DEVOLUÇÕES DE VENDAS Devolução de Venda da Produção do  estabelecimento 1.201(de dentro do Estado) 2.201(de
DEVOLUÇÕES DE VENDAS
Devolução de Venda da Produção do
estabelecimento
1.201(de dentro do Estado)
2.201(de fora do Estado)
3.201(do exterior)
Devolução de Venda de Mercadoria
Adquirida de Terceiros
1.202(de dentro do Estado)
2.202(de fora do Estado)
3.202(do exterior)
As devoluções das compras SÃO  SAÍDAS, devem ser classificadas nos CFOP`s 5, 6 ou 7.
As devoluções das compras SÃO
SAÍDAS, devem ser classificadas nos
CFOP`s 5, 6 ou 7.
DEVOLUÇÃO DE COMPRAS Devolução de Compra para  Industrialização 5.201(de dentro do Estado) 6.201(de fora do
DEVOLUÇÃO DE COMPRAS
Devolução de Compra para
Industrialização
5.201(de dentro do Estado)
6.201(de fora do Estado)
7.201(do exterior)
Devolução de Compra para
Comercialização
5.202(de dentro do Estado)
6.202(de fora do Estado)
7.202(do exterior)
5.202 6.202 7.202 Devolução de  compra para comercialização  Classificam-se neste código as devoluções de
5.202 6.202 7.202 Devolução de
compra para comercialização
Classificam-se neste código as devoluções
de mercadorias adquiridas para serem
comercializadas, cujas entradas tenham
sido classificadas como “Compra para
comercialização”.
Exercício 4 
Exercício 4
 MERCADORIAS, COM ISENÇÃO DO ICMS, PARA A ZONA FRANCA DE MANAUS 
MERCADORIAS, COM ISENÇÃO
DO ICMS, PARA A ZONA FRANCA
DE MANAUS

5.109 6.109 Venda de produção do estabelecimento

 MERCADORIAS, COM ISENÇÃO DO ICMS, PARA A ZONA FRANCA DE MANAUS  5.109 6.109 –
 5.110 6.110 – Venda de mercadoria adquirida de Terceiros
5.110 6.110 – Venda de
mercadoria adquirida de
Terceiros
SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA O Código de Situação Tributária é  composto de três dígitos na forma, onde
SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA
O Código de Situação Tributária é
composto de três dígitos na forma,
onde o 1º dígito deve indicar a
origem da mercadoria, com base na
Tabela A e os 2º e 3º dígitos a
tributação pelo ICMS, com base na
Tabela B.
Página 7
Tabela A - Origem da Mercadoria
Tabela A - Origem da Mercadoria
0 - Nacional  1 - Estrangeira - Importação direta  2 - Estrangeira - Adquirida
0 - Nacional
1 - Estrangeira - Importação direta
2 - Estrangeira - Adquirida no
mercado interno
Tabela B - Tributação pelo ICMS 00 - Tributada integralmente   10 - Tributada e
Tabela B - Tributação pelo ICMS
00 - Tributada integralmente
10 - Tributada e com cobrança do ICMS por substituição
tributária
20 - Com redução de base de cálculo
30 - Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por
substituição tributária
40 - Isenta
41 - Não tributada
50 - Suspensão
51 - Diferimento
60 - ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária
70 - Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS
por substituição tributária
90 – Outras
CARTA DE CORREÇÃO Excetuadas as alterações relativas à  mudança do destinatário, ao preço unitário e
CARTA DE CORREÇÃO
Excetuadas as alterações relativas à
mudança do destinatário, ao preço
unitário e quantidade da mercadoria
ou do serviço, qualquer
irregularidade verificada no
documento fiscal após sua emissão
poderá ser suprida por meio de carta
de correção
Artigo 226 do RICMS/AM
MERCADORIA, DE ORIGEM  ESTRANGEIRA, PARA USO E CONSUMO NA ZONA FRANCA DE MANAUS  O
MERCADORIA, DE ORIGEM
ESTRANGEIRA, PARA USO E
CONSUMO NA ZONA FRANCA DE
MANAUS
O IPI FAZ PARTE DA BASE DE
CÁLCULO DO ICMS

CARREFOUR COM. E IND. LTDA RUA SENADOR ALVARO MAIA, 500

X

CENTRO

BELO HORIZONTE (31) 2615-1611

MINAS GERAIS

30510-670

02.790.935/0001-45

VENDA DE MERC. DE TERCEIROS

CIA TROPICAL DE HOTEIS AM ESTRADA DA PONTA NEGRA, 100 MANAUS

  • 7467 TAPETE P/ PISO

6.102

_____

 

PONTA NEGRA

 

3652-8414

57032000

100

UN

3

3.300,00

_____

231,00

_____

_____

_____

04.130.735-9

51.305.926/0001-89

 

03.05.2007

 

69.020-110

05.05.2007

04.105.953-7

 

09 HORAS

1.000,00

3.000,00

7%

10%

300,00

_____

 

3.000,00

 
 

_____

3.300,00

MERCADORIA, DE ORIGEM  NACIONAL, PARA USO E CONSUMO, NA ZONA FRANCA DE MANAUS MUDA A
MERCADORIA, DE ORIGEM
NACIONAL, PARA USO E CONSUMO,
NA ZONA FRANCA DE MANAUS
MUDA A SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA 000
NÃO HÁ INCIDÊNCIA DE IPI

CARREFOUR COM. E IND. LTDA RUA SENADOR ALVARO MAIA, 500

X

CENTRO

BELO HORIZONTE (31) 2615-1611

MINAS GERAIS

30510-670

VENDA DE MERC. DE TERCEIROS

CIA TROPICAL DE HOTEIS AM ESTRADA DA PONTA NEGRA, 100 MANAUS

  • 7467 TAPETE P/ PISO

6.102

_____

 

PONTA NEGRA

 

3652-8414

57032000

000

UN

3

02.790.935/0001-45

04.130.735-9

51.305.926/0001-89

 

69.020-110

04.105.953-7

1.000,00

3.000,00

03.05.2007

05.05.2007

09 HORAS

7%

 

_____

3.000,00

210,00

_____

3.000,00

_____

_____

_____

_____

3.000,00

 MERCADORIA DE ORIGEM ESTRANGEIRA PARA COMERCIALIZAÇÃO NA ZONA FRANCA DE MANAUS  O IPI NÃO
MERCADORIA DE ORIGEM
ESTRANGEIRA PARA
COMERCIALIZAÇÃO NA ZONA
FRANCA DE MANAUS
O IPI NÃO FAZ PARTE DA BASE
DE CÁLCULO DO ICMS

CARREFOUR COM. E IND. LTDA RUA SENADOR ALVARO MAIA, 500

X

CENTRO

BELO HORIZONTE (31) 2615-1611

MINAS GERAIS

30510-670

02.790.935/0001-45

VENDA DE MERC. DE TERCEIROS

CIA TROPICAL DE HOTEIS AM ESTRADA DA PONTA NEGRA, 100 MANAUS

  • 7467 TAPETE P/ PISO

6.102

_____

 

PONTA NEGRA

 

3652-8414

57032000

100

UN

3

3.000,00

_____

210,00

_____

_____

_____

04.130.735-9

51.305.926/0001-89

 

03.05.2007

 

69.020-110

05.05.2007

04.105.953-7

 

09 HORAS

1.000,00

3.000,00

7%

10%

300,00

_____

 

3.000,00

 
 

_____

3.300,00

 MERCADORIA, DE ORIGEM NACIONAL, PARA COMERCIALIZAÇÃO OU INDUSTRIALIZAÇÃO NA ZONA FRANCA DE MANAUS  ISENÇÃO
 MERCADORIA, DE ORIGEM
NACIONAL, PARA
COMERCIALIZAÇÃO OU
INDUSTRIALIZAÇÃO NA
ZONA FRANCA DE MANAUS
 ISENÇÃO DO ICMS E IPI

CARREFOUR COM. E IND. LTDA

X

RUA SENADOR ALVARO MAIA, 500

BELO HORIZONTE

CENTRO

MINAS GERAIS

 

(31) 2615-1611

30510-670

 

02.790.935/0001-45

 

VENDA DE MERC. DE TERCEIROS

6.110

_____

04.130.735-9

CIA TROPICAL DE HOTEIS AM

51.305.926/0001-89

03.05.2007

ESTRADA DA PONTA NEGRA, 100

PONTA NEGRA

69.020-110

05.05.2007

MANAUS

3652-8414

 

04.105.953-7

09 HORAS

  • 7467 TAPETE P/ PISO

57032000

040

UN

3

1.000,00

3.000,00

DESCONTO DO ICMS REFERENTE A ISENÇÃO, CONFORME CONVÊNIO 65/88 SUSPENSÃO DE IPI CONFORME O ARTIGO 71 DO DECRETO 4.544/2002 - REGULAMENTO DO IPI

210,00

 

_____

 

_____

3.000,00

_____

_____

_____

_____

2.790,00

ANTECIPAÇÃO  Será exigido, o imposto por antecipação, por ocasião da entrada de mercadorias procedentes de
ANTECIPAÇÃO
Será exigido, o imposto por
antecipação, por ocasião da
entrada de mercadorias
procedentes de outras Unidades
da Federação, destinadas a
comercialização ou
industrialização
Artigo 118 do RICMS/AM
ANTECIPAÇÃO Aplica-se a qualquer Contribuinte, independentemente do Regime de Pagamento (Microempresa, Empresa de Pequeno Porte, Estimativa
ANTECIPAÇÃO
Aplica-se a qualquer
Contribuinte,
independentemente do
Regime de Pagamento
(Microempresa, Empresa de
Pequeno Porte, Estimativa ou
Normal)
EXCEÇÕES  As que tenham por destino servir de INSUMOS de produtos incentivados pela Política de
EXCEÇÕES
As que tenham por destino servir
de INSUMOS de produtos
incentivados pela Política de
Incentivos Fiscais concedidos
pelo Estado
mercadorias sujeitas ao regime
da substituição tributária
CÓDIGO DE TRIBUTOS  1316 – ICMS MERCADORIA NACIONAL
CÓDIGO DE TRIBUTOS
 1316 – ICMS MERCADORIA
NACIONAL
DIFERENÇA DE ALÍQUOTA Art. 155,Incisos VII e VIII da CF   Em relação às operações
DIFERENÇA DE ALÍQUOTA
Art. 155,Incisos VII e VIII da CF
Em relação às operações a consumidor
final localizado em outro Estado, adotar-
se-á:
a alíquota interestadual, quando o
destinatário for contribuinte do imposto;
Caberá ao Estado da Localização do
destinatário o imposto correspondente à
diferença de alíquota interna e a
interestadual.
Artigo 3º, inciso XIV do RICMS/AM Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto,no desembaraço, na Secretaria
Artigo 3º, inciso XIV do RICMS/AM
Considera-se ocorrido o fato gerador
do imposto,no desembaraço, na
Secretaria da Fazenda - SEFAZ, da
documentação fiscal da mercadoria
ou bem oriundos de outra unidade
da Federação, destinados a consumo
ou ativo permanente, em relação à
cobrança do diferencial de alíquotas
 1354 – ICMS DIFERENÇA DE ALÍQUOTAS
 1354 – ICMS DIFERENÇA DE
ALÍQUOTAS
RECOLHIMENTO  no momento da apresentação à repartição fiscal para desembaraço de mercadorias provenientes de outras
RECOLHIMENTO
 no momento da apresentação
à repartição fiscal para
desembaraço de mercadorias
provenientes de outras
unidades da Federação ou do
exterior, em relação ao

imposto cobrado por notificação

PRAZOS PARA O RECOLHIMENTO
PRAZOS PARA O RECOLHIMENTO
Até o dia 15 do mês subseqüente ao da  apresentação para desembaraço da documentação fiscal,
Até o dia 15 do mês subseqüente ao da
apresentação para desembaraço da
documentação fiscal, quando se tratar de
operação de importação de insumos
industriais.
Até o dia 15 do segundo mês subseqüente
ao da apresentação para desembaraço da
documentação fiscal, quando se tratar de
operações ou prestações sujeitas à
cobrança do diferencial de alíquotas ou do
ICMS antecipado.
Art. 107,
§1º, incisos I e II
SUSPENSÃO Ocorre a suspensão quando a INCIDÊNCIA ficar condicionada a ocorrência de evento futuro, nas hipóteses
SUSPENSÃO
Ocorre a suspensão quando a
INCIDÊNCIA ficar condicionada a
ocorrência de evento futuro, nas
hipóteses e condições previstas
no Regulamento do ICMS.
(Vide Art. 11, do RICMS)
HIPÓTESES  Remessa para conserto, reparo, teste de qualidade ou industrialização
HIPÓTESES
 Remessa para conserto,
reparo, teste de qualidade ou
industrialização
PRAZOS  a) dentro do Estado: sessenta dias, contados da data da respectiva saída: b) fora
PRAZOS
a) dentro do Estado: sessenta
dias, contados da data da
respectiva saída:
b) fora do Estado: cento e
oitenta dias, contados da data
da respectiva saída:
a saída interna de mercadoria,  com destino a exposição ou feiras para fins de demonstração
a saída interna de mercadoria,
com destino a exposição ou
feiras para fins de demonstração
ao público
Prazo – 30 dias, a contar da data
da sua saída do estabelecimento
remetente.
saída interestadual de mercadoria,  mediante REGIME ESPECIAL, concedido pela Secretaria da Fazenda, com destino a
saída interestadual de mercadoria,
mediante REGIME ESPECIAL,
concedido pela Secretaria da
Fazenda, com destino a exposição ou
feiras para fins de demonstração ao
público, no prazo de sessenta dias, a
contar da data da saída do
estabelecimento remetente
ANTECIPAÇÃO O COMÉRCIO PAGA SOBRE AS  MERCADORIAS PARA COMERCIALIZAÇÃO E SE CREDITA A INDUSTRIA, NÃO
ANTECIPAÇÃO
O COMÉRCIO PAGA SOBRE AS
MERCADORIAS PARA
COMERCIALIZAÇÃO E SE CREDITA
A INDUSTRIA, NÃO INCENTIVADA,
PAGA SOBRE AS MERCADORIAS
PARA INDUSTRIALIZAÇÃO E SE
CREDITA
DIFERENÇA DE ALÍQUOTA A EMPRESA PAGA SOBRE AS  MERCADORIAS PARA ATIVO, USO E CONSUMO. CRÉDITO
DIFERENÇA DE ALÍQUOTA
A EMPRESA PAGA SOBRE AS
MERCADORIAS PARA ATIVO, USO E
CONSUMO.
CRÉDITO SOMENTE SOBRE O ATIVO
SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA  O Estado exige a cobrança antecipada do ICMS, sobre fatos geradores futuros, com
SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
 O Estado exige a cobrança
antecipada do ICMS, sobre
fatos geradores futuros, com
a presunção de que eles
venham a ocorrer.
SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Duas modalidades   Por Antecipação-“substituição tributária pra frente”  Por Diferimento-“substituição tributária pra
SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Duas modalidades
Por Antecipação-“substituição
tributária pra frente”
Por Diferimento-“substituição
tributária pra trás
DIFERIMENTO
DIFERIMENTO
A INCIDÊNCIA fica condicionada a ocorrência de evento futuro, nas hipóteses e condições previstas no Regulamento
A INCIDÊNCIA fica
condicionada a ocorrência de
evento futuro, nas hipóteses e
condições previstas no
Regulamento do ICMS.
Exemplo – Venda de sucata
para as indústrias.
Anexo I do RICMS/AM
 Por Antecipação-“substituição tributária pra frente”  Exemplo – O fabricante de pneus, lâminas de barbear,
Por Antecipação-“substituição
tributária pra frente”
Exemplo – O fabricante de
pneus, lâminas de barbear,
pilhas, baterias, etc.
Anexo II do RICMS/AM
VALOR DO ICMS SUBSTITUTO
VALOR DO ICMS SUBSTITUTO
O imposto a ser pago, por substituição tributária, corresponderá à diferença entre a alíquota interna, sobre
O imposto a ser pago, por
substituição tributária, corresponderá
à diferença entre a alíquota interna,
sobre a soma do produto com o
agregado e a alíquota interna, devida
pelo substituto, sobre o valor do
produto.
Operação Interna – Lâminas de Barbear
Operação Interna – Lâminas de Barbear
Valor da operação *1.000,00  Agregado de 30%-Item 13 do Anexo II do RICMS/AM + 300,00
Valor da operação
*1.000,00
Agregado de 30%-Item 13
do Anexo II do RICMS/AM
+
300,00
 Base de Cálculo
** 1.300,00
Alíquota Interna de 7%
(sobre a Base de Cálculo)**
91,00
Alíquota Interna de 7%
(sobre o valor da operação) * 70,00
 Retenção
21,00
O valor retido, será somado na  fatura/duplicata,e será cobrado do adquirente, junto com o valor
O valor retido, será somado na
fatura/duplicata,e será cobrado do
adquirente, junto com o valor das
mercadorias.
Exemplo:
Valor das mercadorias:
R$ 1.000,00
Valor do ICMS substituto:
R$
21,00
Valor total da fatura:
R$ 1.021,00
PRAZO DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo  contribuinte substituto deverá ser recolhido até
PRAZO DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO
O imposto retido pelo
contribuinte substituto deverá
ser recolhido até o dia 05 do mês
subsequênte.
Artigo 107, inciso II, alínea “a”
•Em relação às posteriores operações internas, realizadas pelos contribuintes substituídos, não haverá crédito na entrada nem
•Em relação às posteriores
operações internas, realizadas
pelos contribuintes
substituídos, não haverá
crédito na entrada nem débito
na saída

GILETE DO BRASUL

X

RUA ABIURANA 200

DISTRITO INDUSTRIAL

 

MANAUS

AMAZONAS

(92) 3615-1611

69.510-670

VENDA DE MERC. DA PRODUÇÃO

5.401

_____

SUPERMERCADOS DB

ESTRADA DA PONTA NEGRA, 100

PONTA NEGRA

MANAUS

3652-8414

7467

LÂMINAS DE BARBEAR

57032000

010

CX

4

1.000,00

70,00

1.300,00

_____

_____

_____

02.790.935/0001-45

04.130.735-9

51.305.926/0001-89

 

69.020-110

04.105.953-7

250,00

1.000,00

03.05.2007

05.05.2007

09 HORAS

7%

21,00

_____

1.000,00

1.021,00

ANTECIPAÇÃO DOS MEDICAMENTOS Para efeito de cobrança do ICMS devido  nas operações com os produtos
ANTECIPAÇÃO DOS
MEDICAMENTOS
Para efeito de cobrança do ICMS devido
nas operações com os produtos
farmacêuticos indicados no item 18 do
anexo II do RICMS/AM, será emitida
notificação, aplicando-se os seguintes
percentuais:
20,03% para os produtos oriundos das
Regiões do Sul e Sudeste, exceto Estado
do Espírito Santo;
15,03% para os produtos oriundos das
Regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste e
do Estado do Espírito Santo;
FORMA DE CÁLCULO  Agregado constante no item 18 do Regulamento do ICMS/AM – 59% Multiplica-se
FORMA DE CÁLCULO
Agregado constante no item 18 do
Regulamento do ICMS/AM – 59%
Multiplica-se pela alíquota interna de
17%
59% X 17% = 10,03%
10,00%
20,03% Antecipação
ST TRANSPORTE É responsável pela cobrança e  recolhimento do ICMS, na condição de sujeito passivo
ST
TRANSPORTE
É responsável pela cobrança e
recolhimento do ICMS, na condição
de sujeito passivo por substituição,
devendo fazer a retenção do imposto
devido pelo prestador do serviço de
transporte interestadual e
intermunicipal, quando tiver início no
território deste Estado, excetuado o
serviço de transporte por via aérea.
 O estabelecimento industrial detentor de regime especial de tributação de que tratam as Leis nº
 O estabelecimento industrial
detentor de regime especial
de tributação de que tratam
as Leis nº 1.939/1989, nº
2.390/1996 e nº 2.826/2003,
como tomador do serviço de
transporte de seus produtos
ou remetente de cargas
 ICMS a ser recolhido pela indústria incentivada 80% do valor do ICMS Valor do crédito
 ICMS a ser recolhido pela
indústria incentivada 80%
do valor do ICMS
Valor do crédito da
indústria Incentivada 100%
do ICMS
Fica dispensada da exigência do ICMS a  prestação do serviço de transporte de mercadoria destinada
Fica dispensada da exigência do ICMS a
prestação do serviço de transporte de
mercadoria destinada a contribuinte do
imposto, desde que tenha início e término
no território deste Estado, exceto quando
se tratar de carga relativa a petróleo bruto
e seus derivados, gás natural, bebidas
alcoólicas, refrigerantes, cimento,
minerais ou madeiras e transporte de
valores.
REVALIDAÇÃO DA NOTA FISCAL  A data de saída constante do documento fiscal relativo a operação
REVALIDAÇÃO DA NOTA FISCAL
A data de saída constante do
documento fiscal relativo a
operação ou a prestação
intermunicipal ou interestadual
poderá ser revalidada uma única
vez, até o quinto dia após a data
da sua emissão.
OPERAÇÃO INTRAMUNICIPAL apenas será admitida a revalidação  da data de saída na nota fiscal uma
OPERAÇÃO INTRAMUNICIPAL
apenas será admitida a revalidação
da data de saída na nota fiscal uma
única vez, se constar do seu corpo o
número de série de fabricação
relativo à mercadoria transportada,
para o primeiro dia útil subseqüente
à data indicada na nota fiscal.
EXTRAVIO DA NOTA FISCAL Ocorrendo sinistro, furto, roubo, perda, extravio  ou desaparecimento de documentos ou
EXTRAVIO DA NOTA FISCAL
Ocorrendo sinistro, furto, roubo, perda, extravio
ou desaparecimento de documentos ou livros
fiscais, deverá o contribuinte, adotar, de
imediato, as seguintes providências:
Publicar, pelo menos no Diário Oficial, nota
comunicando o extravio do documento,
constando, inclusive no caso de talonário de
documento fiscal, os números, série e subséries,
com a declaração de que as mesmas não têm
valor legal para quem estiver na sua posse;
Comunicar à SEFAZ a ocorrência, no prazo de dez
dias, anexando o recorte da publicação referida
no inciso anterior.
ATIVO CONTRÔLE CIAP  Em 1/48 avos:  ICMS acima de R$1.700,00 por  bem, limitado
ATIVO
CONTRÔLE CIAP
Em 1/48 avos:
ICMS acima de R$1.700,00 por
bem, limitado a
R$3.400,00 por período de
apuração
Artigo 98, §§ 3º e 4º do
RICMS/AM
EXEMPLO Compras, no mês de maio, de 3 Bens  para o Ativo Permanente. 1º Bem
EXEMPLO
Compras, no mês de maio, de 3 Bens
para o Ativo Permanente.
1º Bem – com o ICMS de
1.100,00
2º Bem – com imposto de 1.800,00
3º Bem – com imposto de
500,00
3.400,00
A NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS LEI 2.826/2003
A NOVA POLÍTICA
DE INCENTIVOS
FISCAIS
LEI 2.826/2003
A estrutura dos incentivos, visam o  desenvolvimento regional, a criação de empregos e a geração
A estrutura dos incentivos, visam o
desenvolvimento regional, a criação
de empregos e a geração de
riquezas.
Prazos – até 2.023, conforme Artigos
40 e 92 do ADCT da Constituição
Federal
ESTRUTURA DOS INCENTIVOS NA NOVA LEI Destinada às empresas  industriais e às agroindustriais Comércio importador
ESTRUTURA DOS INCENTIVOS NA
NOVA LEI
Destinada às empresas
industriais e às agroindustriais
Comércio importador
Produção Rural
Cesta Básica
MODALIDADES DE INCENTIVOS PARA AS INDÚUSTRIAS CRÉDITO ESTÍMULO  DIFERIMENTO  ISENÇÃO  REDUÇÃO DE BASE
MODALIDADES DE INCENTIVOS
PARA AS INDÚUSTRIAS
CRÉDITO ESTÍMULO
DIFERIMENTO
ISENÇÃO
REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO
CRÉDITO FISCAL PRESUMIDO DE
REGIONALIZAÇÃO
CRÉDITO ESTÍMULO  Por produto  Com Níveis de 55%, 75%, 90,25% e 100%
CRÉDITO ESTÍMULO
 Por produto
 Com Níveis de 55%, 75%,
90,25% e 100%
CORREDOR DE IMPORTAÇÃO Comércio Importador sem os  benefícios fiscais da Zona Franca de Manaus NA
CORREDOR DE IMPORTAÇÃO
Comércio Importador sem os
benefícios fiscais da Zona Franca de
Manaus
NA ENTRADA:
Recolhimento de II e IPI
Recolhimento de 6% de ICMS
OPERAÇÕES INTERESTADUAIS
Crédito Fiscal Presumido de ICMS de
6%
COMÉRCIO IMPORTADOR COM OS FAVORES DA ZFM  BENEFÍCIOS  ALÍQUOTA DE ICMS REDUZIDA PARA 7%:
COMÉRCIO IMPORTADOR
COM OS FAVORES DA ZFM
BENEFÍCIOS
ALÍQUOTA DE ICMS REDUZIDA PARA 7%:
NA IMPORTAÇÃO
NA REVENDA DOS PRODUTOS
IMPORTADOS
NA REVENDA DOS PRODUTOS
INDUSTRIALIZADOS NO ESTADO
OBRIGAÇÕES:
CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA DE 1% AO FTI
CESTA BÁSICA COMÉRCIO COM INSCRIÇÃO  ESPECÍFICA BENEFÍCIOS  1% sobre o valor da operação. 
CESTA BÁSICA
COMÉRCIO COM INSCRIÇÃO
ESPECÍFICA
BENEFÍCIOS
1% sobre o valor da operação.
Sem crédito, considerada já
tributada.
PRODUTOS DA CESTA BÁSICA
PRODUTOS DA CESTA BÁSICA
1 - Creme vegetal e margarina, em embalagem com peso líquido de até 250g; 2 -
1 - Creme vegetal e margarina, em embalagem
com peso líquido de até 250g;
2
- Arroz;
3
- Feijão;
4
- Óleo comestível de soja;
5
- Sal;
6
- Açúcar não refinado;
7
- Leite em pó, modificado pela mistura de soro
de leite, embalado em pacote com peso líquido
de até 400g;
8 - Frango inteiro; 9 - Sardinhas com óleo de soja, em embalagem em lata, com
8
- Frango inteiro;
9
- Sardinhas com óleo de soja, em embalagem
em lata, com peso líquido de até 130g;
10- Fiambre de carne bovina, em embalagem
com peso líquido de até 320g;
11- Carne bovina, em embalagem em lata com
peso líquido de até 320g;
12- Salsicha, em embalagem em lata com peso
líquido de até 300g.
FIM
FIM