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Código: ECIV-057 Carga Horária Semestral: 60 horas Docente Responsável: João Carlos Cordeiro Barbirato Sala de Permanência

: LCCV-CTEC Tel.(ramal): 3214-1295 e-mail: jccb@lccv.ufal.br

Ementa: • • • Processo das Forças; Processo dos Deslocamentos; e Introdução à Análise Matricial.

Programa:
• • • • Introdução ao Curso; Processo das Forças – Abordagem Clássica: • Princípio dos Trabalhos Virtuais; • Processo da Força Unitária; Processo dos Deslocamentos – Abordagem Clássica; Introdução à Análise Matricial das Estruturas (ênfase ao Processo dos Deslocamentos).

.............................................. 27/02/2013 II AB Parte II ...................Calendário das Avaliações: • • • • • • I AB Parte I ................. 03/04/2013 ....... 30/01/2013 II AB Parte I ....................................... 22/03/2013 Recuperação.................................................... 27/03/2013 Prova Final............................................................................... 12/12/2012 I AB Parte II .......................................

• . 1966. Rio de Janeiro.. “Curso de análise estrutural”. Ciência Moderna. 2005.M. New Jersey. J.C.C. . Grêmio Politécnico. “Teoria das estruturas”. “Análise de Estruturas – formulação matricial e implementação computacional”. vol. Guanabara Dois. 1985.. 4ª. 1981. M. LTC. • RUBINSTEIN. Globo. Edufal. Rio de Janeiro. J. 1981. H. Maceió. • McCORMAC. Complementar: • CANDREVA. “Considerações sobre equilíbrio e compatibilidade estrutural”. • SORIANO. & WEAVER Jr. “Análise Estrutural Usando Métodos Clássicos e Métodos Matriciais”. • LOPES Jr. Ed. J. • GERE..L. 1984. São Paulo. F. Rio de Janeiro. II e III.F. Ed. Ed. • SUSSEKIND. W. Guanabara Dois. “Análise matricial de vigas contínuas – estratégia de particionamento direto”.C.Bibliografia: • Básica: • CAMPANARI. Ed. I.A. I e II. “Matrix computer analysis of structures”. – Rio de Janeiro – RJ – 2009. Prentice-Hall Inc. M. Rio de Janeiro. Ed. P. vol. 1993. “Análise de estruturas reticuladas”.

 Modelos Matemáticos. A. H. Material didático da disciplina SET177 – Sistemas Estruturais II.  Interação com as demais disciplinas de estruturas:  Mecânica dos Sólidos 1.Fluxo de Carga em uma Edificação Análise Estutural: • • Análise de Forças. L.usp. C. 2 e 3  Teoria das Estruturas 1  Estruturas de Concreto (armado e protendido)  Estruturas de Aço  Estruturas de Madeira  Fundações  Demais DEBS. Sistemas Estruturais. Disponível em http://www. São Carlos. Departamento de Engenharia de Estruturas.eesc. 2007.br/cursos/SET177/ana/ .  Modelos Físicos. Análise de Deslocamentos. Escola de Engenharia de São Carlos – USP.set.

 Uso intenso da matemática  Uso intenso da Computação  Nota: a máquina não substitui o profissional capacitado para lançar as estruturas e conferí-las!!!! .

a terceira. Escopo do Estudo na Disciplina: Estruturas Reticuladas lineares) (formadas por elementos . bem menores do que a terceira (>>>5 vezes). com dimensão bem menor. e  Estruturas de Bloco: possuem as três dimensões da mesma ordem.Classificação dos Elementos Estruturais Quanto à Geometria:  Estruturas Lineares: possuem duas dimensões da mesma ordem.  Estruturas de Superfície: possuem duas dimensões da mesma ordem e.

 Isostática. Força Linear: Concentrada e Distribuída Força Angular: Concentrada e Distribuída . Vínculos. e  Hiperestática. Utilização de Simbologia (simplificações de modelo):     Eixo dos elementos.Classificação das Estruturas Quanto à Estaticidade:  Hipostática.

h).  Teoria de 1ª Ordem: o Pequenos Deslocamentos. o Continuidade. e o Seção Plana Permanece Plana.Características das Estruturas a Serem Estudadas:  Estruturas Lineares (L >>> b. o Superposição de Efeitos. o Lei de Hooke. .

𝒆 𝑭𝒛 = 𝟎 𝑴𝒛 = 𝟎 Compatibilidade de Deslocamentos: 𝜹 = 𝑷𝑳 𝑬𝑨 𝑬𝑰 𝒅𝟐 𝒚 = −𝐌𝐱 𝒅𝒙𝟐 . 𝒆 𝑴𝒚 = 𝟎. 𝑴𝒙 = 𝟎.Equilíbrio do Sistema de Forças: 𝑭𝒙 = 𝟎. 𝑭𝒚 = 𝟎.

 Exercícios de Isostática  Observações nas estruturas do CTEC:  Elementos Isostáticos?  Elementos Hiperestáticos. .

Cálculo Clássico: Elemento Infinitesimal Integração Análise Estrutural dS 𝒅𝑺 → 𝑬𝒔𝒕𝒓𝒖𝒕𝒖𝒓𝒂 𝛀 .

Cálculo Matricial: Elemento Finito Compatibilização de Forças e Deslocamentos Análise Estrutural 𝑵𝒃 𝑩𝒂𝒓𝒓𝒂𝒊 → 𝑬𝒔𝒕𝒓𝒖𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒊=𝟏 .

Deslocamentos Matriz de Rigidez Energia de Deformação Trab. Unitário .Equilíbrio e Compatibilidade Estrutural Esforços Estrutura Deslocamentos Superposição Proc. Virtuais Trab. Esforços Álgebra Matricial Matriz de Flexibilidade Proc. Virtuais Energia de Deformação Esforço Unitário Desloc.

” 𝝉 = 𝟎 ou 𝓦 = 𝟎 Contribuição dos Cientistas: • • • • • • Simon Stevin Galileu Galilei Jean le Rond d’Alembert Joseph-Louis Lagrange Jean Bernoulli Jaques Bernoulli . que não modifique a forma. seja compatível com o sistema e com os vínculos externos.Definição: “Condição necessária e suficiente para o equilíbrio de um sistema material qualquer é que a soma dos trabalhos de todos os esforços atuantes seja nula para qualquer campo de deslocamentos virtuais pequeno e possível – ou seja.

aplica-se a:     Recalques dos vínculos Variações térmicas Defeitos de montagem Tensões iniciais .Uso em:  Sistemas considerados “rígidos” (isostáticos):  Cálculo das reações de apoio  Cálculo de solicitações  Sistemas elásticos:  Cálculo de reações dos vínculos hiperestáticos  Cálculo de deslocamentos elásticos de pontos do sistema Neste contexto.

𝜹𝒃 = onde: • • • • 𝑭𝒂 são os esforços externos 𝜹𝒃 são os deslocamentos 𝒁𝒂 são os esforços internos 𝝃𝒃 são as deformações 𝒁𝒂 .Equação Geral dos Trabalhos Virtuais Hipóteses:  Um campo de carregamento (a)  Um campo de deslocamento (b) 𝝉𝒆𝒙𝒕 = 𝝉𝒊𝒏𝒕 ou 𝑭𝒂 . 𝝃𝒃 .

𝜹𝒃 + 𝑪𝒂 . na direção dos 𝑪𝒂 𝝉𝒊𝒏𝒕 = − 𝑵𝒂 𝒅𝜺𝒃 + 𝑴𝒂 𝒅𝝋𝒃 + 𝑽𝒂 𝒅𝝂𝒃 + 𝑻𝒂 𝒅𝜽𝒃 .Para estruturas formadas por barras. γ𝒃 são os deslocamentos no ponto de aplicação de 𝑭𝒂 são os recalques dos vínculos. tem-se: 𝝉𝒆𝒙𝒕 = onde: • • 𝜹𝒃 γ𝒃 𝑭𝒂 .

peças protendidas. γ𝒃 = 𝑵𝒂 𝑵𝒃 𝒅𝑺 + 𝑬𝑨 𝑴𝒂 𝑴𝒃 𝒅𝑺 + 𝑬𝑰 𝒌𝑽𝒂 𝑽𝒃 𝒅𝑺 + 𝑮𝑨 𝑻𝒂 𝑻𝒃 𝒅𝑺 𝑮𝑱𝒕 Obs.Da Mecânica dos Sólidos se obtém: 𝒃 • 𝒅𝜺𝒃 = 𝑬𝑨 𝒅𝒙 𝑵 • 𝒅𝝋𝒃 = • 𝒅𝝂𝒃 = • 𝒅𝜽𝒃 = Assim. . 𝜹𝒃 + 𝑪𝒂 . na prática) as parcelas relativas aos esforços normal e cortante são desprezadas. escora. onde a normal é muito importante. exceto quando:  Arco. 𝑴𝒃 𝒅𝒙 𝑬𝑰 𝑽𝒃 𝒅𝒙 𝑮𝑨 𝑻𝒃 𝒅𝒙 𝑮𝑱𝒕 𝑭𝒂 . barra de treliça.: nas estruturas usuais (ou seja. pilares esbeltos.

. e  Trabalhos virtuais nulos.  Compatibilidade dos deslocamentos.Circunstâncias verificadas (duas são automaticamente a terceira é satisfeita): verificadas e.  Equilíbrio do sistema de esforços.

Mas.  Adota-se uma configuração hipostática (mecanismo cinemático) virtual – campo de deslocamentos. pois sendo o corpo rígido. por meio da quebra de vínculo. as estratégias de modelagem nos levam a considerar o corpo como sendo “rígido” Procedimentos: “Adota-se um campo de deslocamentos virtuais compatível com os vínculos e iguala-se a zero a soma dos trabalhos virtuais dos esforços atuantes. o trabalho das forças internas é igual a zero.Aplicações a corpos “rígidos” – determinação de esforços Nota: estaremos quase que exclusivamente pretendendo resolver problemas de corpos elásticos. simplificada.  Aplica-se a equação geral do PTV. .”  Explicita-se o esforço pretendido.

Aplicações a corpos “rígidos” esforços 1– 2– 3– 4– – determinação de .

o modelo estrutural com os carregamentos reais. .  Aplica-se a expressão geral do PTV.”  Define-se o Sistema Real. exatamente na sua direção. aplicada no ponto onde deseja-se determinar o deslocamento. Nele serão estabelecidas as equações dos esforços. o modelo estrutural carregado com uma única força fictícia pontual. de acordo com o pretendido. Procedimentos: “Adota-se um sistema de esforços fictícios equilibrados e iguala-se a soma dos trabalhos virtuais para o campo de deformações e deslocamentos elásticos efetivos.  Define-se o Sistema Fictício.Aplicações deslocamentos a corpos deformáveis – determinação de Nota: procedimentos utilizado para resolver problemas de corpos elásticos isostáticos.

Aplicações a corpos deformáveis deslocamentos 1– 2– 3– 4– – determinação de .

 A tabela relaciona as áreas dos sistemas. efetuando-se as integrais de modo literal. as funções a serem integradas. de fato. Aplicações: .  As áreas dos esforços internos solicitantes são.Composição de Áreas  Procedimento alternativo às resoluções diretas das integrais da equação geral do PTV.