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Comunicação Editorial

Dos linguagem visual

à exemplos de

programação visual

Os elementos da linguagem visual

A partir de uma leitura de tratados pedagógicos da Bauhaus e de outros escritos posteriormente,

Aumont extrai "[

...

]

uma lista implícita de

elementos que são os comuns a toda dimensão plástica" (AUMONT, 1995, p. 267).

A superfície da imagem e as gradações do corte dessa superfície em elementos mais ou menos finos [ponto e linha];

A cor, também fornecida como uma gama contínua (cujo paradigma é o arco iris);

A gama dos valores (preto - diferentes matizes de cinza - branco).

As estruturas

As estruturas: o trabalho do artista plástico consiste em fabricar, a partir desses elementos

simples, formas mais complexas, combinando e compondo os diversos elementos. Assim

Kandinsky dedica todo um livro, Point ligne

plan (1926), à questão da superfície, às

encarnações desse valor plástico fudamental

no ponto, na linha ou em uma porção de

superfície, e às relações mútuas entre estas três entidades.

A estruturação

“[

...

]

enfim, a reflexão sobre o domínio plástico

leva a isolar o momento do trabalho sobre os

elementos para fabricar uma estrutura, o

momento da estruturação ativa do material.

Diversos pintores, em seus escritos, insistem

assim no papel da mão que traça e coloca a

tinta, no papel da pincelada.”

A Composição

composição: “Este trabalho de estruturação

que acabamos de evocar é o que se designa

tradicionalmente como composição da obra,

da imagem. Atribuímos acima (cf. capítulo 3,

1.2) a composição às funções do quadro, como

superfície organizada, estruturada.“ (Aumont,

1995, p.269).

Layout

Layout é o posicionamento dos elementos em uma

página. A forma como os elementos são dispostos tem

uma grande influência sobre o impacto visual e também sobre a transmissão de informações ao leitor. O layout é influenciado pelo material a ser apresentado, pelas preferências do cliente e, naturalmente, pela criatividade do designer. A maioria dos designers utiliza um grid de linhas de base, e diferentes graus de complexidade, para facilitar a disposição dos elementos e criar algum tipo de ordem.

(GALVIN, Ambrose. Harris, Paul. Fundamentos do design criativo. 2009).

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

O comentário do livro “Designer Criativo” sobre a página “Post-Cubist

O comentário do livro “Designer Criativo” sobre a página “ Post-Cubist ” Fonte: Fundamentos do design

Fonte: Fundamentos do design criativo

O comentário do livro “Designer Criativo” sobre a página “ Post-Cubist ” Fonte: Fundamentos do design

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática Fonte: Fundamentos do design criativo

Fonte: Fundamentos do design criativo

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática

A composição, o layout na prática