Caderno de Boas Práticas dos Professores de Matemática das Escolas Estaduais de Minas Gerais

“ Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”
Cora Coralina

Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012

Orientação
Prezados Professores, Apresentamos a versão preliminar do Caderno de Boas Práticas dos Professores dos Componentes Curriculares dos Anos Finais do Ensino Fundamental.

As próximas páginas apresentam boas práticas com enfoque pedagógico, apontadas e
implementadas por professores de Matemática que alcançaram bons resultados na aprendizagem e nas avaliações dos alunos. O conteúdo deste trabalho foi produzido a partir do debate e reflexão entre

professores indicados pelas 47 Superintendências Regionais de Ensino do Estado de
Minas Gerais. Este Caderno não pretende ser uma receita pronta e engessada, mas sim um instrumento para guiar o professor de Matemática na condução de um trabalho organizado e voltado para atingir o melhor rendimento dos alunos. É importante ressaltar que, como esta é uma versão preliminar, ela estará aberta à complementação a partir das experiências e contribuições de todos os professores do Estado que obtiveram sucesso ao levar a educação de qualidade a todos os jovens de Minas Gerais.
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Este Caderno apresenta Boas Práticas do Matemática distribuídas em 5 eixos fundamentais
1.

Planejamento de Ensino

Professor

de

Garantir o planejamento de ensino com aulas significativas, contextualizadas, metodologias e técnicas de ensino em consonância com as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas pelo aluno em Matemática.

2.

Ensino e Avaliação da Aprendizagem

Garantir a formação integral dos alunos através do desenvolvimento dos conhecimentos, das competências e habilidades, de valores e atitudes, considerando as avaliações internas e externas, de forma a assegurar a evolução e o crescimento dos estudantes e o alcance das metas de proficiência da escola. ▪ Garantir intervenções pedagógicas necessárias, no tempo certo.

3.

Gestão de Sala de Aula

Garantir um clima de acolhimento, de respeito e colaboração entre professor e alunos no desenvolvimento do processo pedagógico. Cuidar e educar o aluno construindo relações afetivas na sala de aula.

2
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▪ 4.
Engajamento dos pais e da comunidade

Incluir os pais no acompanhamento da aprendizagem dos filhos. Envolver a comunidade no desenvolvimento de projetos de ensino.

5.

Engajamento com a equipe da escola, SRE, SEE e desenvolvimento profissional

▪ ▪

Participar ativamente do desenvolvimento de uma equipe pedagógica, alinhada com os objetivos do Projeto PolíticoPedagógico da escola. Buscar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento profissional contínuos.

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como também aquelas relacionadas à implementação dos Projetos da SEE presentes na escola. considerando o ano de escolaridade. reconhecendo-se como participante imprescindível do processo educativo. PRONATEC e outros. discutindo e planejando ações coletivas para alcançá-los.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1.  Elaborar o planejamento de ensino com aulas significativas.1 Ações concretas  Conhecer e comprometer-se com o Projeto Político-Pedagógico da escola. para planejar e elaborar as avaliações diagnósticas.  Conhecer e cumprir o Calendário Anual da Escola para planejar coletivamente as ações pedagógicas e executá-las com eficácia ao longo do ano escolar.SRE e Escola.  Mapear os resultados das avaliações diagnósticas para adequar o planejamento às necessidades da turma e às dificuldades individuais.  Conhecer e comprometer-se com o acordo de resultados e as metas da SEE. PROETI.  Participar assiduamente das reuniões promovidas pela escola.  Criar grupos para estudar as legislações e orientações referentes ao ensino e aprendizagem do aluno e sua progressão escolar. 4 4  Participação em reuniões coletivas de discussão e planejamento de ensino. como: PIP. GDP. contextualizadas.  Reunir-se com professores do mesmo componente curricular. PEAS. com metodologias e estratégias de ensino que favoreçam a apropriação das capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas pelos alunos. . multidisciplinares.

e outros materiais que possibilitem a seleção de tópicos e temas relevantes ao desenvolvimento das habilidades necessárias a cada ano de escolaridade. o Livro Didático. contemplando todos os eixos do CBC de Língua Portuguesa e estabelecendo as habilidades a serem desenvolvidas em cada etapa escolar. com discernimento. as atividades pedagógicas necessárias ao desenvolvimento das habilidades elencadas nos CBC. para estabelecer no plano de ensino atividades que contribuam para o alcance das mesmas. para diagnosticar. coerente com as orientações do Projeto Político-Pedagógico.  Apropriar-se das concepções de ensino/aprendizagem explicitadas no PPP da escola e planejar. planejar e propor ações necessárias para a melhoria da aprendizagem dos alunos.  Analisar e considerar os resultados das avaliações diagnósticas para elaboração do planejamento das aulas. a partir dessas. 5 5 .  Elaborar o planejamento de ensino. discutir.  Elaborar e reelaborar o planejamento anual e /ou bimestral.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. e o CBPP.  Participar de reuniões pedagógicas e de Módulos ll. revendo-o e adequando-o às habilidades ainda não consolidadas pelos alunos. de forma gradual e progressiva.  Reconhecer os CBC como currículo obrigatório em todas as escolas públicas estaduais de MG e elaborar o planejamento de ensino em consonância com os mesmos.2 Ações concretas  Conhecer o Projeto Político-Pedagógico. utilizar os CBC.  Conhecer os resultados e as metas das avaliações internas e externas pactuadas com a escola.

3 Ações concretas  Planejar projetos interdisciplinares que visem ao desenvolvimento da leitura e interpretação das linguagens verbal e não verbal em todos os componentes curriculares.  Compartilhar com todos os educadores o compromisso de desenvolver a competência leitora e escritora de todos os alunos. o teatro.  Planejar aulas que valorizem todas as linguagens. a pintura.  Evidenciar o caráter interdisciplinar do componente curricular Língua Portuguesa. quizzes e outros. como a música.  Elaborar instrumentos para registro dos resultados obtidos pelos alunos.  Planejar atividades utilizando conceitos de outros Componentes Curriculares que contribuam para mostrar como outras culturas se organizam.  Planejar projetos interdisciplinares com os temas transversais. que envolvam toda comunidade escolar. em todos os componentes curriculares. expressam-se e constroem o conhecimento. com a participação de todos os alunos e Equipe Docente. visando ao desenvolvimento de habilidades presentes em todos os componentes curriculares. caso necessário. feiras. para promover a avaliação contínua e.  Planejar oficinas interdisciplinares. 6 6 . em que o professor do Componente Curricular coordene os trabalhos propostos. possibilitando o desenvolvimento dos eixos e habilidades. desenvolvidas nos projetos interdisciplinares. de forma coletiva na escola. nas atividades de seu componente curricular. culminando essas tarefas com gincanas. entre outras.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. redirecionar as práticas pedagógicas.

bem como os prazos e os envolvidos. de trabalhos em grupos ou em duplas. para valorizar a expressão oral. sempre que necessário. atentando-se para o uso de metodologias que atendam às especificidades da turma.  Elaborar projeto bimestral. abordando temas transversais em consonância com os CBC. como: recital de poesias. dispostas de maneira simples. 7 7 . capazes de propiciar a consolidação das aprendizagens estabelecidas para cada etapa do ano letivo.  Elaborar planejamento em consonância com o PPP da escola e com os CBC. seminários . entre outros.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. corporal e a interação. com o objetivo de consolidar habilidades .  Definir com clareza as habilidades que se pretende desenvolver em cada atividade planejada.  Planejar a prática de monitoria entre alunos.4 Ações concretas  Programar ações pedagógicas.  Planejar meios para compartilhar com a comunidade escolar os trabalhos realizados pelos alunos.  Estabelecer programação exequível de ações pedagógicas. dramatizações. fazendo o acompanhamento da eficácia das mesmas e replanejando. favorecendo a interação entre eles e a construção do conhecimento.

 Identificar recursos existentes para o desenvolvimento de experimentos e práticas simples.  Conhecer e planejar a utilização dos Laboratórios para desenvolvimento das aulas. com discernimento.  Selecionar fontes pedagógicas.  Produzir material concreto e/ou confeccionar jogos educativos. gibis. site do CRV .  Planejar formas de conservação dos materiais didáticos a serem utilizados.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. recursos tecnológicos e audiovisuais. disponíveis na escola.5 Ações concretas  Conhecer e selecionar o acervo da biblioteca da escola para utilização em sala de aula.  Analisar o Livro Didático. enriquecendo-o com atividades criativas e recursos didáticos apropriados. para o desenvolvimento de aulas práticas e criativas. quando necessário. como: internet. revistas. . Portal do Professor. TV Escola e utilizar o material disponível. bem como materiais reciclados e outros para enriquecimento da prática pedagógica.  Definir os materiais de acordo com o tema a ser trabalhado. 8 8  Estabelecer os materiais didáticopedagógicos necessários ao desenvolvimento do Plano de Ensino.  Selecionar os gêneros textuais adequados à etapa escolar e às necessidades de aprendizagem dos alunos para o trabalho diário em sala de aula.  Solicitar à direção da escola.  Selecionar jornais. possíveis de serem realizados na própria sala de aula. livros didáticos. jogos. a aquisição de materiais importantes para o desenvolvimento do trabalho.

considerando as propostas do planejamento de ensino e as necessidades de aprendizagem do aluno.6 Ações concretas  Reunir-se com os demais professores. promovendo a intervenção pedagógica no tempo certo. com proposição coerente de atividades.  Solicitar a colaboração do Analista de seu Componente Curricular do PIP/EF da SRE para planejamento das aulas. para direcionar o planejamento.  Socializar com o Especialista os planos de aula que estão sendo desenvolvidos em sala de aula. evidenciadas nas avaliações diagnósticas e processuais.  Planejar o desenvolvimento de atividades coerentes e graduais em nível de complexidade.  Acessar registros de desempenho dos alunos em anos anteriores e analisá-los de forma integrada à situação atual do aluno. 9 9 .1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. utilizando estratégias de ensino direcionadas para as necessidades de aprendizagem apresentadas pelos alunos.  Elaborar e executar planos de aula de acordo com as necessidades diagnosticadas nas avaliações.  Planejar atividades desafiadoras que envolvam situaçõesproblema visando à construção do conhecimento pelo aluno. no módulo II.  Planejar a intervenção pedagógica. objetivando a aprendizagem do aluno. caso necessário. para planejamento de atividades e ações pedagógicas que favoreçam a aprendizagem de todos os alunos.  Elaborar roteiros/planos de aula e sequências didáticas.

por meio de discussões que contribuam para a formação crítica e para autonomia discursiva dos alunos. para conhecer seus anseios quanto à diversificação das aulas e aos assuntos a serem discutidos. para elaborar atividades condizentes com seus interesses.  Planejar situações que possibilitem desenvolver a autonomia do aluno.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1.  Planejar intercâmbio entre escolas e ou salas de aula para apresentação de palestras em que os alunos de um ano escolar apresentem seus trabalhos para outros alunos. ampliando sua leitura de mundo.  Planejar a realização de enquetes com os alunos.em sala de aula . visando à integração entre os alunos e à melhoria da aprendizagem. jure e fórum de discussões com o objetivo de contribuir com a formação crítica do mesmo.  Planejar atividades que favoreçam o desenvolvimento da habilidade de expressão oral e corporal.  Planejar o trabalho com os princípios da ética e cidadania por meio de jogos.  Planejar aulas que abordem a música. o desenvolvimento de sua autonomia e a promoção de trabalho em equipe. 10 10  Planejar aulas significativas. como participação em seminários . levando em conta os interesses socioculturais e a realidade do aluno. a literatura e outras manifestações culturais da região contribuindo para ampliar sua leitura de mundo.7 Ações concretas  Identificar e valorizar o conhecimento prévio dos alunos para planejar atividades práticas e significativas a partir do contexto sociocultural desses e de oportunidades de troca de experiências. . elaboração e desenvolvimento de projetos socioculturais.  Planejar trabalhos em grupos . debates.

com mediação do professor. temas da atualidade. fóruns de discussões. tais como: seminário. pelos alunos. em todos os Componentes Curriculares. a partir de textos. de forma que os objetivos propostos sejam alcançados. livros.  Planejar atividades que possibilitem o desenvolvimento do hábito de revisão e reescrita dos textos.  Criar situações que possibilitem desenvolver a autonomia discursiva e o posicionamento crítico dos alunos. filmes . entre outros.  Planejar atividades que relacionem a norma culta com os conhecimentos sobre a língua escrita que o aluno traz. aluno /aluno e análise coletiva.  Planejar trabalhos de pesquisas para os alunos. utilizando estratégias de apreciação entre professor/aluno.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. 11 11  Planejar aulas que possibilitem aos alunos o desenvolvimento de atitudes e procedimentos de leitor e escritor para a construção autônoma de conhecimentos. tanto para seu enriquecimento cultural. debate júri simulado. em todos os Componentes Curriculares. oficinas de leitura e produção de textos. quanto para servir de exemplo para os alunos. .8 Ações concretas  Planejar momentos para o hábito de leitura.  Planejar projetos.  Considerar a utilização constante do espaço da biblioteca e outros. para a formação proficiente dos alunos na leitura e escrita. propondo atividades de leitura e escrita de tipos e gêneros textuais que possibilitem a compreensão das variações linguísticas de acordo com a função sociocomunicativa. adequando-os para a prática planejada de leitura em todos os Componentes Curriculares.

chats de voz e outros). blogs. para melhorar sua aprendizagem. chats de textos.  Elaborar projetos que estimulem a produção escrita e a troca de informações entre professores e alunos utilizando.8 Ações concretas  Planejar aulas valendo-se da seleção de livros adequada à faixa etária e ao trabalho com a literatura. sinestésico) dos alunos. visual.  Considerar os diferentes tipos de aprendizagem (auditiva.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. em conformidade com os CBC.  Planejar aulas que possibilitem aos alunos o desenvolvimento de atitudes e procedimentos de leitor e escritor para a construção autônoma de conhecimentos. dentre outros.  Planejar atividades que explorem e ampliem o vocabulário do aluno utilizando termos específicos de cada Componente Curricular e construir um caderno de glossário. 12 12 . os recursos tecnológicos que são familiares aos alunos (webquests. no planejamento das atividades. wikis.

 Planejar a divulgação das pesquisas realizadas pelos alunos.  Planejar atividades que possibilitem a leitura de textos com temas variados e atuais. como desenvolver o ponto de vista e fazer síntese. dos outros componentes curriculares. tais como aulas teóricas. entre outras. outros sites e outras fontes. para desenvolver as habilidades de Língua Portuguesa e. pesquisas.  Elaborar maquetes explorando os conceitos de razão e proporção em todas as áreas. adequados à faixa etária dos alunos. excursões. acessando o CRV. com orientação para o aluno. consequentemente. delimitando o tema e explicando como coletar e selecionar informações.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1.  Planejar aulas utilizando diferentes estratégias de ensino. grupos de discussão.  Buscar metodologias de ensino adequadas e inovadoras para despertar o interesse e desenvolver a aprendizagem dos alunos.  Planejar atividades de pesquisas. práticas dirigidas. para diversificação e aprimoramento das metodologias educacionais. 13 13 .9 Ações concretas  Atualizar-se sobre práticas pedagógicas inovadoras. de forma a envolvê-los na definição de maneiras criativas de apresentação.  Reunir -se com os demais educadores para compartilhar experiências exitosas e criar novas metodologias capazes de desenvolver a aprendizagem.

9 Ações concretas  Planejar atividades que utilizem materiais concretos e atrativos para  Buscar despertar o interesse dos alunos. por meio da manipulação de alunos. como também. outdoor. mas.  Planejar situações prazerosas de aprendizagem com atividades lúdicas inovadoras para estimulando o raciocínio e transformando a sala de aula em oficinas de despertar o aprendizagem. materiais ou de perguntas e respostas. para abstraí-lo. de um novo conhecimento para resolver determinada situação – problema. Jogos de aprofundamento são utilizados depois de o aluno ter construído ou trabalhado determinado assunto. Jogos de treinamento são aqueles criados para que o aluno utilize várias vezes o mesmo tipo de pensamento e conhecimento matemático. sim. Jogos estratégicos são aqueles em que o aluno deve criar estratégias de ação para uma melhor atuação como jogador. revista em quadrinhos e outros para ensino adequadas e trabalhar temas transversais. não para memorizá-lo. ou generalizá-lo. no intuito de propiciar diferentes interesse e lugares de ensino.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1. folders.  Organizar o espaço físico escolar. banners. ele sinta a necessidade de uma nova ferramenta. 14 14 2) 3) 4) . tais como: cartilhas de campanhas metodologias de públicas. onde deve criar hipóteses e desenvolver um pensamento sistemático. para aumentar sua autoconfiança e sua familiarização com o mesmo. estendêlo. podendo pensar múltiplas alternativas para resolver um determinado problema. desenvolver a  Promover jogos em sala de aula em suas diferentes dimensões: aprendizagem dos 1) Jogos de construção são aqueles que trazem ao aluno um assunto desconhecido fazendo com que.

trios e outros.  Selecionar materiais.1 Planejamento de Ensino Boa Prática 1.  Planejar formas de interação entre professor/aluno. visando ao bom relacionamento interpessoal.  Definir espaços temporais para ouvir o aluno. conhecer sua história de vida e permitir momentos de manifestação de suas ideias. 15 15 . definir estratégias. para desenvolvimento de atividades planejadas.  Criar espaços contextualizados para abordar o tema a ser desenvolvido e para divulgar os trabalhos realizados pelos alunos. inserindo o aluno na atividade.  Promover um ambiente de sala de aula estimulador e propício à aprendizagem.10 Ações concretas  Considerar a afetividade como uma ação pedagógica fundamental para a construção de um ambiente de sala de aula propício à aprendizagem.  Planejar dinâmicas de grupo com temas diversos. a fim de promover discussões sobre determinados temas. realizando um preâmbulo sobre o que será desenvolvido. realizar contação de histórias.  Considerar a necessidade de conversar com os alunos antes de cada aula. estabelecendo regras de convivência. entre outros. palestras.  Definir a organização do espaço da sala de aula. agrupando os alunos em duplas. interagir com professores das diferentes áreas de ensino. inovando a disposição das carteiras. para tornar o ambiente da sala de aula mais agradável e descontraído.

2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. principalmente no sentido de despertar a necessidade do estudo de todos. favorecendo o trabalho com os conjuntos numéricos.  Desenvolver as capacidades relativas ao conhecimento e à resolução de problemas envolvendo Números e Operações. racionais.  Propor problemas em que os alunos interpretem e elaborem a solução e depois em plenária apresentem aos colegas.  Realizar oficinas de cálculos orais.  Propor ao aluno atividades de produção de textos. racionais. O segundo grupo é responsável por associar as ideias contidas nos enunciados à linguagem matemática que é representada pelos cálculos que se encontram nas fichas que cada um dos membros do grupo possui. reais) em jornais revistas e outros. envolvendo números reais e simbologia matemática. inteiros. 16 16 . O primeiro grupo recebe fichas com os enunciados dos problemas e é responsável pela leitura dos mesmos em voz alta.  Explorar as diferentes representações numéricas (números inteiros. reais em que os alunos sejam divididos em dois grupos.  Promover jogos envolvendo as operações matemáticas.1 Ações concretas  Realizar oficinas de resolução de problemas que envolvam números naturais. Criar uma dinâmica de apresentação dessa atividade em que cada grupo possa conhecer e argumentar a resolução do outro grupo. seu uso social e aplicações .

17 17  Desenvolver as capacidades relativas ao conhecimento e à resolução de problemas envolvendo Álgebra. socializar as escrituras. e de sistematização (institucionalização dos saberes do grupo).  Explorar a escrita algébrica convencional.  Promover aulas que envolva momentos de reflexão individual. devolvendo-lhe os resultados para que ele descubra as operações feitas. individualmente. O professor deve recuperar algumas noções e conceitos já trabalhados explicitando ideias e sistematizando procedimentos e registros. analisando os resultados dados pelo colega. Boa atividade é a tradução de frase da Língua Portuguesa para a linguagem Matemática  Propor problemas de distinta natureza para os alunos resolverem em duplas. de formulação (reflexão com em dupla e em grupos maiores).2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2.2 Ações concretas  Descobrir regras de formação de sequências através de jogos . cada um da sua maneira. até descobrir qual ou quais operações estão sendo feitas com os números ditos.O primeiro jogador pensa em uma ou mais operações a serem feitas com os números ditos pelo outro jogador. Quando o segundo jogador descobrir as operações. refletir sobre elas e estabelecer acordos e convenções. de validação ( proposição de afirmações perante o grupo ou grupo oponente). em duplas e grupos maiores. utilizando-se da linguagem matemática para justificar seu pensamento. O segundo jogador deve dizer um número de cada vez. . momentos de ação(resolução de problemas). ambos devem tentar escrever. sempre adequando aos seus objetivos de ensino e aprendizagem.

a maioria dos principiantes tende a pular esta etapa. •2ª etapa: Construir uma estratégia de resolução: Nesta etapa devemos encontrar as conexões entre os dados e a incógnita.2 Ações concretas  Destacar a existência de várias maneiras de resolver um mesmo problema. identificar qual é a incógnita do problema. Propor atividades que envolvam a resolução de equações. letras e sinais para generalizar as diversas operações aritméticas.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. esta é a etapa mais fácil do processo de resolução de um problema.  Utilizar a resolução de problemas como estratégia metodológica. verificar quais são os dados e quais são as condições entre outros. Contudo.  Desmistificar a álgebra.  Desenvolver as capacidades relativas ao conhecimento e à resolução de problemas envolvendo Álgebra.  Promover gincanas de Adivinhações Algébricas. propiciando ao aluno o entendimento de que a mesma é um ramo da Matemática que recorre a números. Entender que para resolver um problema é preciso : •1ª etapa: Compreender o problema: Nesta etapa é importante fazer perguntas. 18 18 . •4ª etapa: Revisar a solução. Examinar a solução obtida e verificar os resultados e os argumentos utilizados. preferencialmente associadas à situações problema. •3ª etapa: Executar a estratégia: Frequentemente. tornando-as mais fáceis ou possíveis de serem entendidas e resolvidas. caso seja necessário considerando problemas auxiliares ou particulares.

3 Ações concretas  Desenvolver atividades práticas como calcular o perímetro da sala de aula. Os alunos deverão escolher a melhor foto e fazer ampliação 20x25cm da mesma .  Construir mapas e outras representações gráficas.  Promover a visitação de diferentes espaços da cidade ou do bairro e fotografar a geometria espacial presente em monumentos/ edificações/ paisagens naturais desses locais .  Utilizar recursos tecnológicos para auxiliar a visão das figuras e suas propriedades. localizando pontos e traçando rotas a partir de comandos de posicionamento. como os softwares específicos para geometria plana e espacial. da quadra de esportes.  Expor mapas e croquis na parede para que os alunos experimentem a localização de pontos e movimentação de objetos. cálculo aproximado das áreas .  Adotar atividades práticas que permitam a localização e movimentação de objetos no plano.Entregar ao professor a foto ampliada e um resumo da geometria observada por eles na paisagem da foto .  Desenvolver as capacidades relativas ao conhecimento e à resolução de problemas envolvendo Espaço e Forma. 19 19 . calcular a área do piso e das paredes para internalizar o conceito de áreas.destacando num texto digitado que contenha o nome dos sólidos observados .2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. localização e importância do objeto observado. dimensões .

2) Associar as características das dobras dos “guardanapos” às dos “eixos de simetria” do quadrado.ucr. sentido e sensibilidade. 3) Nas formas encontradas. desenhos geométricos e recortes abertos ou fechados e perfeitamente simétricos. criado pelos próprios alunos)  Produzir mosaicos simétricos utilizando figuras geométricas e em parceria com os professores de arte . 20 20 .  Desenvolver as capacidades relativas ao conhecimento e à resolução de problemas envolvendo Espaço e Forma. explorar as simetrias dos desenhos. encanto e precisão a esse costume tão rico em forma. A criação da figura. determinando os eixos de simetria que surgem dos recortes criativos. através dos recortes no guardanapo.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. As peças de papel do Pão-por-Deus são usadas para escrever versos.. Perguntar se há outras formas de dobrar esse guardanapo.cr  Propor em sala de sala de aula situações que envolvam localização (brincadeira de caça ao tesouro. 4) Pesquisar mais sobre o assunto no site :http://www. Como sugestão o professor poderá utilizar a Poesia no Pão por Deus que é uma arte no papel .  Realizar a atividade desenvolvendo as seguintes etapas: 1) Oferecer aos alunos vários guardanapos coloridos de papel onde exploramos: Como estavam dobrados. seguindo os comandos do mapa. dão beleza.3 Ações concretas  Conceituar e identificar simetrias.cimm.ac.

com temas escolhidos dentro do universo dos alunos. 21 21 . comida preferida.  Desenvolver as capacidades relativas ao conhecimento e à resolução de problemas envolvendo o Tratamento de Dados.  Utilizar o Excel ou outra planilha eletrônica para construção de gráficos.  Realizar pesquisa estatística dentro da própria escola.4 Ações concretas  Desenvolver atividades de coletas de dados e informações dos próprios alunos como altura. para serem utilizadas na confecção de gráficos e tabelas.  Estabelecer parceria com professores de Geografia e Ciências para trabalhar gráficos e tabelas que abordem assuntos relacionados a estas disciplinas. esporte favorito.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2.

 Diversificar os instrumentos de avaliação de acordo com as propostas presentes no Projeto Político-Pedagógico.  Estabelecer. provas individuais. registros diários. no planejamento. 22 22 .5 Ações concretas  Dialogar com professores que lecionaram em anos anteriores para as turmas com que determinado professor trabalha no ano em curso. apropriando-se de todos os recursos definidos no Projeto Político-Pedagógico da Escola. provas em dupla ou em grupo. de maneira coerente com o Projeto Político-Pedagógico da Escola. provas orais e com consulta. relatos.  Analisar os resultados das avaliações diagnósticas e processuais para a realização da intervenção pedagógica adequada à necessidade de aprendizagem do aluno. as formas e os períodos de avaliação diagnóstica e processual.  Conhecer o Projeto Político-Pedagógico da Escola para planejar as atividades avaliativas.  Avaliar diariamente e continuamente os alunos durante o ano letivo.  Determinar instrumentos de avaliação processual que privilegiem a oralidade.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. utilizando diferentes instrumentos e formas de avaliação. no tempo certo. buscando informações sobre aqueles alunos que necessitam de acompanhamento diferenciado. tais como: portfólio.  Participar da elaboração de um calendário de aplicação das avaliações diagnósticas. a produção e interpretação de textos.

os resultados obtidos.  Informar os resultados das avaliações externas à comunidade escolar e.  Participar de grupos de estudo entre os professores para compreender com solidez a escala de proficiência e o que ela representa na aprendizagem dos alunos.  Diagnosticar as habilidades e competências não consolidadas e replanejar a ação pedagógica com foco na superação das dificuldades e na melhoria da proficiência dos alunos. 23 23 . buscar juntamente com esta. valorizar e utilizar os resultados das avaliações do Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública.SIMAVE (PROEB. juntamente com a Equipe Pedagógica da escola. a melhoria desses resultados. PAAE) e de outras avaliações externas.6 Ações concretas  Estudar.  Conhecer.  Utilizar os resultados das avaliações externas como norteadores para a elaboração do Plano de Intervenção Pedagógica.  Apropriar-se dos resultados gerados pelas avaliações externas como ferramenta para a reflexão e avaliação do ensino oferecido pela escola e planejar intervenções pedagógicas em favor da aprendizagem do aluno.  Envolver os professores dos demais Componentes Curriculares em atividades que promovam o desenvolvimento da leitura e da escrita.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. considerando sua importância no processo educacional.

ENEM e outros como fonte de pesquisa. analisar e utilizar os resultados das avaliações diagnósticas e processuais.  Utilizar as avaliações do Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE). como mais um recurso para o planejamento de novas atividades. 24 24 . para planejar as intervenções pedagógicas necessárias e compatíveis com os níveis de proficiência dos alunos. comentar e analisar cada item com os alunos. levantando hipóteses.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2.  Registrar.7 Ações concretas  Selecionar as habilidades dos CBC de acordo com o ciclo de aprendizagem dos alunos.  Corrigir.  Elaborar e aplicar avaliações diagnósticas e processuais para identificar as necessidades dos alunos.  Utilizar os bancos de itens disponíveis na internet. apropriando-se do momento para o redirecionamento das ações e estratégias de ensino. esclarecendo dúvidas. para a elaboração das avaliações diagnósticas. para a elaboração de avaliações diagnósticas e processuais.

conforme as necessidades de aprendizagem dos alunos. as habilidades não consolidadas.8 Ações concretas  Participar das reuniões pedagógicas. registrando o nome daqueles que serão atendidos. em favor do desenvolvimento da competência leitora e lógico-matemática. juntamente com a Equipe Pedagógica. as ações. o responsável e o período necessário para a superação das dificuldades apresentadas. para discutir a evolução dos alunos apontando desafios e sugerindo ações de melhoria. ativamente.  Agrupar temporariamente. analisar e utilizar os resultados das avaliações diagnósticas e processuais para planejar as intervenções pedagógicas necessárias e no momento certo. os alunos que possuem as mesmas dificuldades para o atendimento diferenciado. em sala de aula. 25 25  Registrar.  Reunir-se com os pais dos alunos periodicamente.  Manter atualizados os registros que evidenciam as dificuldades e os avanços de cada aluno para planejamento de atividades que promovam a superação das dificuldades. de modo a atender aos alunos nos diferentes níveis de proficiência (baixo desempenho.  Criar atividades diferenciadas em sala de aula.  Elaborar e implementar o plano de intervenção pedagógica. sugerindo atividades e projetos interdisciplinares que possam melhorar a proficiência dos alunos. em que sejam definidos os dias da semana e as habilidades que poderão ser trabalhadas em todos os componentes curriculares. compatíveis com os níveis de proficiência dos alunos. . intermediário e recomendado).2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2.  Planejar um cronograma para a intervenção.

tornando-o eficaz e possibilitando o alcance dos objetivos propostos. com a finalidade de familiarizar os alunos com esse modelo de avaliação.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2. buscar alternativas para realizar a intervenção pedagógica e obter resultados satisfatórios.  Elaborar atividades que possibilitem aos alunos a consolidação das habilidades em que apresentam dificuldades. 26 26 .  Repassar os resultados das avalições diagnósticas internas e externas à comunidade escolar.  Conhecer a estrutura dos itens que compõem as avaliações externas.9 Ações concretas  Discutir nas reuniões de Conselho de Classe.  Analisar e relacionar os resultados das avaliações externas e internas. a partir dos pontos que precisam ser melhorados. a fim de garantir que os alunos que apresentam nível recomendado possam avançar ainda mais.  Analisar e utilizar os dados obtidos nas avaliações internas e externas e. ações que viabilizem transformações no processo ensino/aprendizagem. com o objetivo de colher sugestões de intervenção para a melhoria do nível de proficiência dos alunos. utilizando-os em sala de aula.  Trabalhar atividades para o desenvolvimento das habilidades de maior complexidade. para tomada de decisões relativas às ações pedagógicas que possibilitem o alcance dos objetivos estabelecidos.

seja em dupla.10 Ações concretas  Estudar as resoluções. buscando. decretos. por meio de atividades diversificadas e contextualizadas que possibilitem a revisão dos conteúdos e consequentemente. os avanços dos mesmos. pequenos grupos.  Realizar intervenção pedagógica no tempo certo.  Propiciar atendimento ao aluno com dificuldade de aprendizagem.  Utilizar-se de todas as práticas pedagógicas para acompanhar o desempenho do aluno e intervir. assim. . no tempo certo.  Oferecer aos alunos oportunidades de recuperação da aprendizagem durante o bimestre. os alunos tenham condições de apreender os próximos conteúdos. pareceres. criando oportunidades de aprendizagem para os alunos que apresentem baixo desempenho escolar. dentro ou fora da sala. 27 27  Assegurar a progressão contínua dos alunos no que se refere ao seu desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizagens significativas. acompanhando.2 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Matemática Boa Prática 2.  Promover parceria com outros servidores da escola para fazer da intervenção pedagógica uma prática sistemática e contínua. para garantir sua aprendizagem. garantindo acompanhamento individual do desempenho dos alunos em relação às expectativas propostas.  Registrar todas as atividades de intervenção pedagógica realizadas durante a progressão contínua dos alunos. a consolidação de pré-requisitos para que assim. individualizado. quando necessário. ofícios e toda a legislação da SEE/MG que define a progressão parcial e suas implicações.do Analista da SRE/MG e do Inspetor Escolar que acompanha a escola . o auxílio do Especialista em Educação Básica da escola .

o respeito às diferenças individuais e o combate ao preconceito. resgatando. Estabelecer acordo de convivência. construindo relações afetivas na sala de aula. Promover e participar de propostas de apadrinhamento e aconselhamento de uma turma. respeito e colaboração entre o professor e os alunos. Trabalhar a afetividade.        28 28 . a amabilidade e a cordialidade no cotidiano da sala de aula. Desenvolver atividades recreativas e/ou dinâmicas de grupo. a fim de manter um ambiente de diálogo harmonioso entre professor e aluno. os valores humanos. principalmente. a cooperação. Trabalhar com expectativas positivas em relação à capacidade dos alunos de construir relacionamentos saudáveis e desenvolver a aprendizagem. Promover um ambiente agradável e acolhedor na sala de aula para melhorar a aprendizagem dos alunos.1 Ações concretas  Desenvolver aulas que transcendam os conteúdos.3 Gestão da Sala de Aula Boa Prática 3.  Estabelecer um clima de acolhimento. Propor atividades que fortaleçam a autoestima. para promover a afetividade e o respeito mútuo.

 Orientar e incentivar os alunos mais proficientes na aprendizagem a serem multiplicadores e mediadores de saberes. por meio da prática de monitoria entre os colegas.  Organizar grupos de trabalho. nos trabalhos em grupo. sempre que necessário. incentivando os alunos a ajudar uns aos outros 29 29 .3 Gestão da Sala de Aula Boa Prática 3.  Organizar grupos de trabalho em sala de aula. a ênfase à proposta do fazer.  Utilizar da liderança de alguns alunos para dinamizar os trabalhos em equipe.  Intervir.2 Ações concretas  Conscientizar os alunos sobre a importância do trabalho em equipe. onde ocorra integração e cooperação mútua entre os alunos com diferentes níveis de aprendizagem. orientando-os a estimularem a criatividade e participação de todos os alunos. o respeito às diferenças socioculturais. para garantir a todos uma participação efetiva e igualitária. conforme proposta de intervenção pedagógica já prevista. proporcionando superação das dificuldades e avanços na aprendizagem dos alunos. favorecendo o desenvolvimento das produções dos alunos.  Facilitar a formação de grupos heterogêneos para o trabalho em sala de aula.  Desenvolver os trabalhos em grupos. socializar e refazer.

CRAS. dentre outros.       30 30 . em lugar visível e de fácil acesso. bem como buscar parcerias com os programas educativos como PEAS. algumas normas de comportamento ético-moral e de combate à discriminação. confeccionar painéis. Elaborar. sessões de cinema. democraticamente. as regras criadas coletivamente. Criar estratégias para a inclusão de todos os alunos. que favoreçam o debate dos alunos sobre temas relacionados à ética e aos valores morais. retomando-as sempre que necessário. coletivamente. em sala de aula. Afixar. combatendo os preconceitos e a discriminação. Definir. ▪ Construir . junto aos alunos. coletivamente.3 Gestão da Sala de Aula Boa Prática 3. favorecendo a participação ativa dos mesmos. exposições. representantes de turmas (aluno/professor) para mediar conflitos em sala ou resolver situações-problema. em todas as atividades. a harmonia em sala de aula e nas relações interpessoais. sempre que possível. com descrição de normas e valores.3  Ações concretas Construir. Trabalhar vídeos motivacionais. promover palestras. filmes. uma cartilha com os direitos e deveres dos alunos que sirva de orientação para uma boa convivência em sala de aula. Trabalhar textos. fatos. na sala de aula. um código de convivência que garanta a disciplina.

pais ou responsáveis. artísticos e desportivos que valorizem suas habilidades. Equipe Pedagógica.  Criar respostas eficazes à quebra de regras de convivência. 31 31 . com o objetivo de discutir situações de desentendimento e refletir sobre as consequências de determinadas ações. oportunizando ao aluno. coletivamente.  Promover rodas de conversa em sala de aula.  Identificar as habilidades dos alunos que apresentam problemas disciplinares para inseri-los em projetos pedagógicos. de pedir desculpas e discutir os motivos que os levaram a quebrar as regras. sem agressividade. alunos.4 Ações concretas  Elaborar. possibilitando a compreensão da importância do respeito às regras de convivência social.  Dirigir-se ao aluno com firmeza e segurança. para esclarecimentos a respeito da quebra de regras na convivência no ambiente escolar.  Divulgar para toda a comunidade escolar o regimento interno da escola.  Estabelecer a comunicação entre Gestão Escolar.3 Gestão da Sala de Aula Boa Prática 3. as respostas para a quebra das regras de convivência.  Mediar os conflitos. professores . preservando o respeito e a afetividade. colocar-se no lugar do outro.  Proporcionar aos alunos momento de reflexão.

persistindo na consolidação das habilidades.5 Ações concretas ▪ Acreditar e ter altas expectativas em relação à capacidade de aprender de seus alunos e persistir para que todos aprendam. dança. 32 32 . Acreditar na capacidade de aprender dos alunos. promovam o sucesso individual e coletivo. a fim de inovar as estratégias de ensino para promover a aprendizagem da turma e resgatar a capacidade de aprender dos alunos que demonstram maior dificuldade. respeitando seus limites e criatividade. incentivando-os a se expressarem em diversas manifestações artísticas e culturais. Promover atividades inovadoras e diversificadas para uma aprendizagem efetiva e eficaz dos alunos. ao mesmo tempo. valendo-se de festivais de música.3 Gestão da Sala de Aula Boa Prática 3. Participar das capacitações oferecidas pela SEE/MG e pela SRE e compartilhar experiências de sucesso com outros profissionais da área. poesia.       Buscar novas metodologias que possibilitem a participação efetiva de todos os alunos em sala de aula. acompanhar e elogiar sempre os avanços na aprendizagem. oficinas que valorizem a arte e trabalhos manuais. buscando estimular e atingir as múltiplas inteligências. torneios esportivos. Desenvolver atividades utilizando estratégias diversificadas. e. olimpíadas do conhecimento. Reconhecer e valorizar as habilidades dos alunos.

plantão pedagógico. 33 33 ▪ Manter uma boa comunicação com os pais de seus alunos. a fim de assegurar a participação efetiva deles.  Informar os pais sobre os critérios das avaliações realizadas durante os bimestres e sobre as unidades de estudo programadas para o decorrer do ano letivo.1 Ações concretas  Receber os pais com cordialidade na escola. “Amigos da Escola”. reuniões motivadoras. gincanas. registrando os avanços ou desafios em relação à aprendizagem dos alunos. Dia “D” Toda Escola pode fazer a diferença” e outros). juntamente com a especialista e demais professores. Dia da Família na Escola. bem como do Plano de Intervenção Pedagógica.  Sugerir temas para a realização de palestras para os pais.  Envolver pais e comunidade no cumprimento das metas da escola. que abordem assuntos importantes para a educação dos filhos.  Participar de reuniões com os pais para a divulgação e análise dos resultados das avaliações internas e externas.4 Engajamento dos pais e da comunidade Boa Prática 4. .  Contribuir para o envolvimento dos pais nas atividades pedagógicas desenvolvidas pela escola (projetos.  Colaborar com a Equipe Gestora da escola na preparação de encontros com os pais.  Utilizar o caderno dos alunos como meio de comunicação direta com os pais. valorizando as sugestões por eles apresentadas. eventos culturais.  Solicitar à Equipe Gestora da escola o agendamento de atendimentos individuais aos pais dos alunos para conversar sobre a vida escolar de seus filhos.

34 34 .  Estimular a participação efetiva dos pais.  Incentivar a participação dos pais de seus alunos na construção e desenvolvimento do Projeto PolíticoPedagógico. disseminação das ideias.Pedagógico. qual a sua finalidade e importância para o bom desenvolvimento da escola.4 Engajamento dos pais e da comunidade Boa Prática 4. na implementação. para estimular a participação dos pais e ressaltar a importância do Projeto Político . visando à divulgação dos resultados das avaliações externas e internas e do acordo de metas da escola. princípios e valores que norteiam o Projeto Político-Pedagógico da escola . membros do Colegiado.  Colaborar para realização de encontros com os pais. explicando para eles a importância dessas informações na construção do PPP da escola.  Valorizar e incentivar a participação dos pais no Dia “D” Toda Escola pode fazer a diferença”.Pedagógico. como funciona.2 Ações concretas  Contribuir para a divulgação das reuniões a serem realizadas na escola.  Ajudar a esclarecer à comunidade escolar o que é o Projeto Político. bem como o monitoramento do cumprimento das ações estabelecidas. quem o elabora .

elaborar estratégias que atendam à realidade da comunidade escolar. integrando-as ao contexto escolar. respeitando as diversidades socioculturais. participar de entrevistas. sociocultural 35 35 .  Valorizar a música. em conjunto com a Equipe Gestora. a fim de promover a participação e a interação entre comunidade e escola. . perspectivas. atividades esportivas. para estimular o aprendizado além do âmbito escolar e ampliar as relações entre escola e comunidade. relação escola-futuroprofissão. em conformidade com as demandas de projetos em desenvolvimento na sala de aula.  Compartilhar com a comunidade as atividades escolares por meio de feiras artísticas.  Buscar. saraus.  Contribuir para a integração da escola no seu contexto .4 Engajamento dos pais e da comunidade Boa Prática 4. rodas de conversa sobre suas experiências de vida ou outros temas. exposições.3 Ações concretas  Elaborar projetos que abordem e valorizem a história local. artísticos e recreativos da comunidade. parcerias com a comunidade e com instituições governamentais e nãogovernamentais. culturais e científicas. peças teatrais. a produção artística e cultural da região.  Participar de eventos culturais. a partir desse levantamento.  Elaborar pesquisa para se ter a visão de como o aluno entende a escola: importância.  Convidar pais para ministrar palestras.

em sua prática cotidiana. sempre que necessário.5 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional Boa Prática 5.1 Ações concretas  Conhecer as legislações que orientam a construção e implementação do Projeto Político-Pedagógico.  Participar de grupos de estudo para compreender a filosofia da escola. analisar suas dificuldades e necessidades. definir e direcionar a proposta de trabalho a ser descrita no Projeto Político-Pedagógico.  Rever. uma vez que se trata de documento que norteia toda a prática pedagógica da escola.  Contribuir com a elaboração de ações exequíveis para o Projeto Político-Pedagógico da escola.  Demonstrar disponibilidade e interesse em participar da elaboração e execução do Projeto Político-Pedagógico.  Participar da construção e implementação do Projeto Político-Pedagógico da Escola 36 36 . as propostas e verificar se as ações definidas no Projeto Político-Pedagógico estão sendo implementadas.  Destacar as práticas pedagógicas de sucesso e socializá-las para a comunidade escolar.  Valorizar e implementar as ações propostas no Projeto Político-Pedagógico .

junto com toda a equipe da escola. realizando registros do desempenho e evolução dos alunos.  Agir sempre com respeito.  Participar de trabalhos coletivos de planejamento e desenvolvimento de ações. como: gincanas literárias. ministrados pelos e para os próprios professores da escola.5 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional Boa Prática 5. projetos. compartilhando práticas pedagógicas exitosas. entre outras.2 Ações concretas  Participar. reflexão e troca de experiências.  Participar e promover minicursos de capacitação. propondo temas para estudos.construtivamente . de todas as atividades e eventos escolares. avaliações e atividades que visem sua melhoria profissional. do Conselho de Classe.  Propor momentos de interação. visando o planejamento das ações de intervenção pedagógica. efetivamente. envolvendo toda a comunidade da escola com atividades coletivas e dinâmicas.  Refletir sobre questões pedagógicas da escola e buscar as soluções. atividades esportivas e artísticas. expondo seus projetos e suas descobertas. com os colegas e Especialista. feiras científicas. em conjunto.das reuniões de Módulo II e demais reuniões. ética e cordialidade com todos e em todas as situações.  Participar .  Participar. efetivamente. ▪ Participar de atividades coletivas e interagir com os colegas 37 37 . olimpíadas do conhecimento.

MAGISTRA e outros. assim como o Revista Pedagógica do PROEB. para aperfeiçoamento profissional contínuo. seminários e congressos na área específica e de temas correlacionados.  Utilizar as avaliações dos alunos como alternativa para a autoavaliação de sua prática pedagógica.  Participar de capacitações. internet e outras fontes para a realização de práticas pedagógicas diferenciadas. SRE/MG. dando ênfase às habilidades e competências não consolidadas pelos alunos.  Consultar o site do CRV (Centro de Referencia Virtual do Professor) e o Portal do Professor do Ministério da Educação.  Participar assiduamente das reuniões de Módulo II para avaliação e replanejamento das ações pedagógicas. visando o aprimoramento das práticas pedagógicas.  Utilizar as ferramentas de avaliação do aluno como fonte de reflexão para elaboração de novas estratégias de ensino.  Buscar conhecimento em livros.  Buscar o apoio da Equipe Pedagógica da escola para orientações e melhoria da prática pedagógica. . 38 38  Refletir sobre sua prática em sala de aula e buscar o seu aperfeiçoamento contínuo. para apropriar-se de suas orientações.  Compartilhar experiências com colegas da escola e de outras instituições para inovar suas práticas.3 Ações concretas  Estudar continuamente o CBC.5 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional Boa Prática 5.  Participar dos cursos de capacitação na área oferecidos pela SEE/MG.

 Realizar autoavaliação e buscar feedback. quanto para nortear a intervenção pedagógica e a prática em sala de aula. a fim de replanejar a prática pedagógica.  Dar oportunidade aos alunos de avaliarem as aulas. tanto para o diagnóstico da aprendizagem do aluno.  Rever a prática pedagógica. garantindo a aprendizagem de todos os alunos. levantando pontos positivos e pontos que necessitam de melhoria em relação ao trabalho. 39 39 .4 Ações concretas  Realizar autoavaliação. ainda que anonimamente.  Considerar a Avaliação de Desempenho Individual (ADI) como instrumento de alinhamento entre as metas individuais e as metas da escola. com o objetivo de aprimorar o que apresenta resultado positivo e reformular o que apresenta resultados insatisfatórios .  Elaborar o Plano de Gestão do Desenvolvimento Individual (PGDI). após realização do feedback com a Equipe Gestora. a metodologia e os procedimentos didáticos.  Analisar os resultados das avaliações internas e externas considerando seus dados relevantes. juntamente com o Diretor da Escola. adotando medidas de aperfeiçoamento pessoal e profissional. em consonância com a necessidade de melhoria da prática pedagógica e da aprendizagem dos alunos.5 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional Boa Prática 5.  Definir prioridades de mudanças na prática de sala de aula.

tampouco. sem ela.” Paulo Freire Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012 .Caderno de Boas Práticas dos Professores de Matemática das Escolas Estaduais de Minas Gerais “Se a educação sozinha não transforma a sociedade. a sociedade muda.

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