SISTEMAS PROPULSIVOS

Sistemas de hélices
ESAC – CCAer REVISÃO

Propeller Adjustable-pitch propeller

Propeller
The propeller is a rotating airfoil, subject to induced drag, stalls, and other aerodynamic principles that apply to any airfoil. It provides the necessary thrust to pull, or in some cases push, the aircraft through the air.

The engine power is used to rotate the propeller, which in turn generates thrust very similar to the manner in which a wing produces lift.

Thrust produced depends on • the shape of the airfoil • the angle of attack of the propeller blade • and the revolutions per minute (rpm) of the engine
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Figure: EMB120, Brasilia

Propeller Twist • As the blade rotates. . there is a difference in the actual speed of the various portions of the blade • Changing the angle of incidence (pitch) from the hub to the tip to correspond with the speed produces uniform lift throughout the length of the blade 4 Changes in propeller blade angle from hub to tip / Relationship of travel distance and speed of various portions of propeller blade.

A) •F= força •M= massa •A= aceleração 5 .•A HÉLICE É FORMADA BÁSICAMENTE POR UM CUBO. •A tração (empuxo) é força (f= m. •A hélice esta montada no eixo da hélice do mre (turbohélice). •FINALIDADE DA HÉLICE •CRIAR FORÇA PROPULSIVA PELA TRANSFORMAÇÃO DA ROTAÇÃO DO MOTOR (RPM) EM TRAÇÃO (FORÇA PARA CRIAR DESLOCAMENTO) •A hélice esta montada no eixo de manivelas do mcv. •Fatores aerodinâmicos •Uma aeronave em deslocamento cria uma força de arrasto contrário a esse deslocamento •A força de tração (empuxo) é igual ao arrasto. em vôo nivelado. atuando para frente. • ONDE ESTÃO INSTALADAS AS PÁS.

• POTENCIA P = T/t •P = potência •T= trabalho •t= tempo •O trabalho feito pela hélice é igual a força de tração vezes a distância percorrida pela aeronave T= f. D/t •COMO D/t É IGUAL A VELOCIDADE. a hélice converte essa potência em cavalo.O motor fornece potência ao EIXO. POTENCIA É IGUAL A P= F.D •Substituindo t por f.força.D teremos: • F= força •T= trabalho •D= distancia •A potencia p= f.V •V= velocidade da aeronave 6 .

A EFICIÊNCIA DA HÉLICE VARIA DE 50% A 87% DEPENDENDO DE QUANTO ELA RECUA.COMO JÁ VIMOS O MOTOR FORNECE POTÊNCIA AO EIXO. NESSA CONVERSÃO ALGUMA FORÇA É PERDIDA. A EFICIÊNCIA DA HÉLICE É DADA PELA LETRA GREGA eta (h).FORÇA. O RECUO DA HÉLICE É DADO PELA DIFERENÇA ENTRE O PASSO GEOMÉTRICO E O PASSO EFETIVO. •PASSO GEOMÉTRICO DISTANCIA QUE A HÉLICE DEVE REALMENTE AVANÇAR EM UMA REVOLUÇÃO •PASSO EFETIVO DISTANCIA QUE A HÉLICE REALMENTE AVANÇA EM UMA REVOLUÇÃO •RECUO = PASSO GEOMÉTRICO PASSO EFETIVO 7 . A HÉLICE CONVERTE ESSA POTÊNCIA EM CAVALO.

tende a dobrar as pás para trás na direção oposta a rotação. •FORÇA DE TORÇÃO AERODINÂMICA– Atua no centro de pressão e tende a levar as pás para ângulos maiores.•FORÇAS QUE ATUAM NA HÉLICE GIRANDO. •FORÇA DE TORÇÃO CENTRÍFUGA – Será sempre maior que a de torção aerodinâmica dessa forma as pás da hélice quando gira tem sempre a tendência de ir para ângulos menores. 8 . tende a dobrar as pás para frente quando a aeronave é puxada para frente . •FORÇA FLEXÃO DE EMPUXO – É causada pelo empuxo. •FORÇA CENTRÍFUGA – Tende a expulsar a pá do •FORÇA DE FLEXÃO DE TORQUE – Causada pelo torque na cubo. forma de resistência ao ar.

•Linha central da pá •Raio da Hélice – É a distância que vai da linha básica de referência á ponta da pá.Linha imaginária que serve de base para determinar as estações da pá. •Comprimen to da pá 9 .•Raio da Hélice •Linha básica de referência •Linha básica de referência . •Linha central da pá – Linha imaginária que divide teoricamente a pá no sentido longitudinal. •Comprimento da pá – distância que se estende da face da base da pá até sua ponta. serve como eixo de rotação p/ mudança de ângulos.

É a extremidade de fixação da pá ao cubo da hélice. •ESTAÇÕES – medidas a cada seis polegadas a partir do centro do cubo (linha básica de referência.É a parte mais afastada da pá e definida como as suas ultimas seis polegadas. •Costa da pá ou lado da cambra – lado curvado ou arqueado da pá .•PÁ DA HÉLICE •Face da pá – Lado plano da pá. •FLANCO . •PONTA .) 10 . •Bordo de ataque – parte mais grossa da pá vai de encontro ao ar quando a hélice gira. •Bordo de fuga – Parte mais fina da pá por onde o ar escoa. •Corda da pá – Linha imaginária que vai do bordo de ataque até o bordo de fuga.Destina-se a dar resistência a pá. • BASE OU RAIZ .

•Ângulo de ataque (A) 11 •Ângulo de ataque (a) – Formado entre a corda e o vento relativo do aerofólio da pá.•Corda da pá •ângulo da pá (b) •Corda da pá – linha que vai do bordo de ataque ao bordo de fuga na sua maior extensão. •b •Ângulo da pá (b) – Formado entre a corda e o plano de rotação. •Ângulo de ataque (a) •Ângulo da pá (b) .

•Ângulo De Bandeira •Vento relativo •Ângulo Nulo •Ângulo Mínimo •Ângulo Maximo •Ângulo Reverso 12 .

•Movimentos da hélice. •Rotação (RPM). uma região de depressão. O ângulo de ataque (formado pelo vento relativo e a corda) ao se chocar com o ar causa deflexão criando na face da pá. •De ataque. •Da pá. •Ângulos importantes. O ângulo de ataque cria ao mesmo tempo. uma região de pressão. A pressão maior do lado da face direciona a força para a frente. Aerodinamicamente a tração será dada pelo formato da pá e o ângulo de ataque. •Translação ou trajetória.•OPERAÇÃO DA HÉLICE. lado voltado para o motor. 13 . no dorso da pá (cambra).

•F = m. Ângulo maior. Ângulo menor. 14 . A massa de ar manipulada por sua vez depende do ângulo da pá (formado pela corda e o plano de rotação da hélice). Então a tração será dada pela massa de ar manipulada pela hélice vezes a velocidade da esteira de ar produzida pela hélice menos a velocidade da aeronave. •RPM maior. Quanto maior a aceleração imprimida a massa de ar maior será a sua velocidade . •RPM menor. maior massa de ar trabalhada .•A tração também é o resultado da massa de ar manipulada. a onde m = massa e a = aceleração. •É através do ângulo da pá que se ajusta a carga da hélice para controlar sua rpm (rotação). menor massa de ar trabalhada .

TIPOS DE HÉLICE PASSO FIXO PASSO AJUSTÁVEL NO SOLO PASSO CONTROLÁVEL PASSO VARIÁVEL DE DUAS POSIÇÕES PASSO VARIÁVEL E VELOCIDADE CONSTANTE 15 .

aumenta até um ponto limite e depois estabiliza.  Podem ser comparadas a um automóvel de uma única marcha que inicia a corrida com baixo rendimento.HÉLICE DE PASSO FIXO  Hélice que tem seu ângulo (passo) introduzido na sua construção e que não pode ser depois modificado.  São planejadas para melhor eficiência em uma determinada velocidade de rotação e deslocamento. velocidade. 16 . alcance ou altitude baixas.  São utilizadas em aeronaves de potência.

para voos longos ajusta-se o seu ângulo para valores maiores . Para operar em pistas curtas usa ângulo pequeno. porem seu ângulo pode ser mudado com ela parada atuando especificamente em seus mecanismos . alcance ou altitude baixas. Também são utilizadas em aeronaves de potência. velocidade.HÉLICE DE PASSO AJUSTÁVEL NO SOLO Operam como uma hélice de passo fixo. 17 .

 Na decolagem o passo ou ângulo da hélice é mantida em mínimo para se obter a máxima RPM.HÉLICE DE PASSO VARIÁVEL  O ângulo pode ser modificado em voo. 18 .  Na subida a força do motor (torque) é reduzida para potencia de subida o passo ou ângulo da hélice é aumentado e ocorre a redução da RPM. a potencia do motor é outra vez reduzida e o passo ou ângulo da hélice aumenta ocorrendo a redução da RPM.  Na altitude de cruzeiro (estabilização do nível de voo) quando força menor é requerida do que na decolagem e subida.

19 .

 É uma hélice de baixo peso. simples e de produção bem econômica. que utilizam motores de baixa potência.  A escolha do ângulo é decidida pelo uso normal da Hélice (voo nivelado). 20 .  São utilizadas em aeronaves leves. pequenas.•HÉLICE DE PASSO FIXO DE MADEIRA •Características da Hélice de Madeira  Seu ângulo (passo) é determinado na sua construção e não pode ser alterado.

21 .  Essas camadas são colocadas com resina a prova d’água e secadas durante aproximadamente uma semana.Características de construção da hélice de madeira A hélice de madeira não é construída em uma peça única. secas e bem selecionadas. a nogueira e o carvalho sendo também utilizado o vidoeiro. mas por camadas de madeira duras. a cerejeira.  São utilizados de cinco a nove camadas com ¾ de espessura cada uma. São utilizados o mogno.

latão e aço inoxidável. Material do friso: flandres.•Características da Hélice de Madeira (continuação)  Depois de construída e desbastada com utilização de transferidores e gabaritos de bancadas são feitos os contornos e estabelecidos os ângulos das pás.  Um revestimento de tecido é colado nas ultimas 12” a 15” de cada pá e friso de metal é preso na maior parte do bordo de ataque a ponta de cada pá. 22 . monel.  O acabamento da madeira é feito com aplicação de camada de verniz claro e impermeável. Nas pontas das pás são feitos furos para drenagem de água que tende a se acumular por ação de força centrifuga.  O friso é fixado por parafuso de cabeça escareada e soldado.

porem tem a seção das pás mais finas. 23 .METAL São semelhantes na aparência com as de madeira.HÉLICE DE PASSO FIXO . São amplamente utilizadas na maioria das aeronaves leves.

sendo atualmente utilizado a liga de alumínio anodizado. São mais leves que as de madeira com custo de manutenção mais baixo.  Pode-se torcer ligeiramente as pás para modificar seu passo.• Hélice de Metal . Tem mais eficiência de refrigeração pois o passo efetivo é bem próximo ao cubo.CARACTERISTICAS Foram fabricadas em uma peça única de duralumínio. 24 .

A tachometer is calibrated in hundreds of rpm and gives a direct indication of the engine and propeller rpm. the tachometer is the indicator of engine power. The instrument is color coded. Some tachometers have additional markings to reflect engine and/or propeller limitations. with a green arc denoting the maximum continuous operating rpm. 25 .Fixed-pitch propeller In a fixed-pitch propeller.

1650 rpm) •BANDEIRA (corte do motor) GOVERNADOR DE HÉLICE 26 MANETE DE HÉLICE .•O SISTEMA POSUI: UMA MANETE DE HÉLICE •TODA A FRENTE •POSIÇÃO INTERMEDIÁRIA •TODA RECUADA •RPM (%) DA HÉLICE •MÁX RPM (100% .2200 rpm) •MIN RPM (75% .

0 ÓLEO VINDO DO MOTOR PASSA NA BOMBA DO GOVERNADOR. DA VÁLVULA BETA 0 ÓLEO SEGUE PARA O SERVO MECANISMO DA HÉLICE ATRAVÉS DA VÁLVULA 27 PILOTO. PILOTO PERMITINDO A PASSAGEM DE ÓLEO PARA O SERVOMECANISMO DA HÉLICE. ISSO ACARRETA DIMINUIÇÃO DO PASSO. AUMENTO DE RPM. QUANDO A PRESSÃO DE ÓLEO FORNECIDA PELA BOMBA DO GOVERNADOR (DE 0 A 385 PSI) ULTRAPASSA 400 PSI A VÁLVULA DE ALIVIO ATUA. A MOLA DE VELOCIDADE AO SER COMPRIMIDA PELA MANETE DE HÉLICE ABAIXA A V. 0 ÓLEO PASSA PELA VÁLVULA SOLENÓIDE DO BATENTE SECUNDÁRIO (CANCELADO) E VAI A VÁLVULA BETA. QUE SENTIDA PELO EIXO DO GOVERNADOR COMANDA A SUBIDA DA VÁLVULA PILOTO OBSTRUINDO A PASSAGEM DE ÓLEO. .

Fixed-pitch propeller •MOTORES A HÉLICE • Fabricação de Hélices • HARTZEL • AVIA PROPELLERS • TENESSEE PROPELLERS • HAMILTON (RATIER FIGEAC) • AEROCOMPOSITE • MT-PROPELLERS 28 .

Necessário para todo e qualquer rotor EFEITO HÉLICE 29 .Estático e dinâmico .Balanceamento .

4ed. 164p. J. • THEODORSEN. 1948. E. Elements of Gas Turbine Propulsion. P. • TORENBEEK. New York: McGraw-Hill. 1993. H. W.Bibliografia • LOWRY. Aircraft Engine Design. • MATTINGLY. Reston: AIAA. E. D. 1982. T. Delft: Delft University Press. New York: John Wiley & Sons. et CARPENTER. 515p. et DALEY. Theory of Propellers. HEISER W. Synthesis of Subsonic Airplane Design. 30 . • HOUGHTON. Aerodynamics for Engineering Students. T. L. 960p. New York: McGraw-Hill. 475p. AIAA Education Series. Washington: AIAA. Performance of Light Aircraft.. J. 1996. D. 1987. • MATTINGLY. J. H. 1999. 582p. D.

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