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Desigualdade

Social
As facetas dessa realidade.
O que é e como ela
ocorre?
 A desigualdade social acontece quando a distribuição de
renda é feita de forma diferente sendo que a maior parte
fica nas mãos de poucos. No Brasil a desigualdade social
é uma das maiores do mundo. Por esses acontecimentos
existem jovens vulneráveis hoje principalmente na classe
de baixa renda, pois a exclusão social os torna cada vez
mais supérfluos e incapazes de ter uma vida digna.
Muitos jovens de baixa renda crescem sem ter estrutura
na família devido a uma série de conseqüências
causadas pela falta de dinheiro sendo: briga entre pais,
discussões diárias, falta de estudo, ambiente familiar
precário, educação precária, más instalações,
alimentação ruim, entre outros.
Jovens acerca da
criminalidade
 A desigualdade social tem causado o crescimento de
crianças e jovens sem preparação para a vida e muitos
deles não conseguem oportunidades e acabam se
tornando marginais ou desocupados, às vezes não
porque querem, mas sim por não sobrarem alternativas.
Outro fator que agrava essa situação é a violência que
cresce a cada dia.
Consequências:
 Corp o de es tu dan te m orta a ti ro se rá e nterrado n o Catu mb i.
O di a 3 0/03/2009

 Polícia apreende 18 granadas em S ão Gonçalo. O di a 30 /0 9/2009

 PM pren de homem com arm a e drog as na No va Ho lan da. Extra 30/0 9/2009
 PM prende dois com arma, crack e cocaína em S ão Gonçalo.
Extra 30/09/2 009

 Todas às noticias publicadas acima foram emitidas em


PM ap reen de arm as em fave la no En gen ho da Rain ha. Extra 30/09/20 09

jornais populares e de grande circulação na cidade do


Rio de Janeiro. Para demonstrar o quanto á realidade
social do país afeta o nosso dia e nos expõe a um quadro
de violência, em parte conseqüência da grande
desigualdade social.
IDH:
 O êndice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa que
engloba três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida.
 Educação: Para avaliar a dimensão da educação o cálculo do
IDH considera dois indicadores. O primeiro, com peso dois, é a
taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade
— na maioria dos países, uma criança já concluiu o primeiro ciclo
de estudos (no Brasil, o Ensino Fundamental) antes dessa idade.
Por isso a medição do analfabetismo se dá, tradicionalmente a
partir dos 15 anos. O segundo indicador é o somatório das
pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum
curso, seja ele fundamental, médio ou superior, dividido pelo
total de pessoas entre 7 e 22 anos da localidade. Também
entram na contagem os alunos supletivo, de classes de
aceleração e de pós-graduação universitária, apenas classes
especiais de alfabetização são descartadas para efeito do cálculo.
 Longevidade: O item longevidade é avaliado considerando a
esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra a quantidade
de anos que uma pessoa nascida em uma localidade, em um ano
de referência, deve viver. Ocultamente, há uma sinterização das
condições de saúde e de salubridade no local, já que a
expectativa de vida é fortemente influenciada pelo número de
mortes precoces.
 Renda: A renda é calculada tendo como base o PIB per capita do
país.
Posição País IDH:
 em 2006 (publicado em 2008) Dados de 2006 (publicados em 2008)
Mudança comparada a dados de 2005 (publicados em 2007) 1 (0)
 Islândia 0,968 2 (0)  Noruega 0,968 3 ▲ (1)  Canadá ▲ 0,967 4 ▼ (1)
 Austrália ▲ 0,965 5 (0)  Irlanda ▲ 0,960 6 ▲ (3)  Países Baixos ▲
0,958 7 ▼ (1)  Suécia ▲ 0,958 8 (0)  Japão ▲ 0,956 9 ▲ (9)
 Luxemburgo ▲ 0,956 10 ▼ (3) Suíça 0,955 11 ▼ (1)  França ▲ 0,955
12 ▼ (1)  Finlândia ▲ 0,954 13 ▲ (1)  Dinamarca ▲ 0,952 14 ▲ (1)
 Áustria ▲ 0,951 15 ▼ (3)  Estados Unidos ▼ 0,950 16 ▼ (3)  Espanha ▲
0,949 17 (0)  Bélgica ▲ 0,948 18 ▲ (6)  Grécia ▲ 0,947 19 ▲ (1)
 Itália ▲ 0,945 20 ▼ (1)  Nova Zelândia ▲ 0,944 21 ▼ (5)  Reino Unido
▼ 0,942 22 ▼ (1)  Hong Kong ▲ 0,942 23 ▼ (1)  Alemanha ▲ 0,940 24
▼ (1)  Israel ▼ 0,930 25 ▲ (1)  Coreia do Sul ▲ 0,928 26 ▲ (1)
 Eslovênia ▲ 0,923 27 ▲ (3)  Brunei ▲ 0,919 28 ▼ (3)  Singapura ▼
0,918 29 ▲ (4) Kuwait ▲ 0,912 30 ▼ (2)  Chipre ▲ 0,912 31 ▲ (9)
Emirados Árabes Unidos ▲ 0,903 32 ▲ (8) Bahrein ▲ 0,902 33 ▼ (4)
 Portugal ▲ 0,900 34 ▲ (1)  Qatar ▲ 0,899 35 ▼ (3)  República Checa
▲ 0,897 36 ▼ (2)  Malta ▲ 0,894 37 ▼ (6) Barbados ▼ 0,889 38 ▼ (2)
 Hungria ▲ 0,877
 39 ▼ (2)  Polónia ▲ 0,875 40 (0)  Chile ▲ 0,874 41 ▲ (1)  Eslováquia
▲ 0,872 42 ▲ (2)  Estônia ▲ 0,871 43 (0)  Lituânia ▲ 0,869 44 ▲ (1)
 Letônia ▲ 0,863 45 ▲ (2)  Croácia ▲ 0,862 46 ▼ (8) Argentina ▼
0,860 47 ▼ (1) Uruguai ▲ 0,859 48 ▲ (3)  Cuba ▲ 0,855 49 (0)
Bahamas ▲ 0,854 50 ▼ (2) Costa Rica ▲ 0,847 51 ▲ (1)  México ▲
0,842 52 ▲ (4) Líbia ▲ 0,840 53 ▲ (5) Omã ▲ 0,839 54 ▼ (4)
Seychelles ▼ 0,836 55 ▲ (6) Arábia Saudita ▲ 0,835 56 ▼ (3)
 Bulgária ▲ 0,834 57 ▲ (2) Trinidad e Tobago ▲ 0,833 58 ▼ (4)
 Panamá ▲ 0,832 59 (0) Antígua e Barbuda ▲ 0,830 60 ▼ (6) São
Cristóvão e Névis ▲ 0,830 61 ▲ (13)  Venezuela ▲ 0,826 62 (0)
Romênia ▲ 0,825 63 (0) Malásia ▲ 0,823 64  Montenegro ▲ 0,822 65
 Sérvia ▲ 0,821 66 ▲ (5) Santa Lúcia ▲ 0,821 67 ▼ (2) Bielorrússia ▲
0,817 68 ▲ (1)  Macedónia ▲ 0,808 69 ▼ (1)  Albânia ▲ 0,807 70 (0)
Brasil ▲ 0,807 71 ▲ (2)  Cazaquistão ▲ 0,807 72 ▲ (17) Equador ▲
0,807 73 ▼ (6)  Rússia ▲ 0,806 74 ▼ (8) Maurícia ▼ 0,802 75 ▼ (8)
 Bósnia e Herzegovina ▼ 0,802
Brasil:
Situação do Brasil:
 Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 do Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o Brasil entrou pela primeira vez para o grupo de
países com elevado desenvolvimento humano, com um índice medido em 0,800 no ano de
2005. Em 2006, obteve uma melhora no índice de 0,007 com uma pontuação de 0,807.
Encontra-se na 70ª colocação mundial, posição que já mantinha no ano anterior.
 Há muitas controvérsias quanto ao relatório de 2007 divulgado pelas Nações Unidas. Muitas
instituições afirmam que o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil possa estar errado
e que o correto seria de 0,802 a 0,808. O motivo seria a não atualização de vários dados
relativos ao Brasil por parte da organização. O primeiro dado seria o do PIB per capita, que
atualizando as revisões do IBGE seria de US$ 9.318 e o índice saltaria para algo entorno de
0,806. Outro dado é a taxa de alfabetização, que evoluiu 88,6% para 89,0%, isso significaria
uma elevação de 0,003 no índice final. E há ainda um problema estatístico, a renda per
capita de 2005 foi calculada com base em uma projeção de população de 184 milhões de
brasileiros. Mas a Contagem Nacional da População, feita recentemente pelo instituto,
revelou que apenas em 2007 o país atingiu este número de habitantes. Se isso for levado em
conta, com menos gente para repartir o PIB, a renda per capita subirá, e o índice ganhará um
acréscimo de 0,002.
 Mesmo assim, o Brasil continua a ser internacionalmente conhecido por ser uma das sociedades mais desiguais do
planeta, onde a diferença na qualidade de vida de ricos e pobres é imensa. Mas dados estatísticos recentes, contidos
na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
mostram que o quadro começa a se alterar. Entre 2001 e 2004 a renda dos 20% mais pobres cresceu cerca de 5%
ao ano enquanto os 20% mais ricos perderam 1%. Nesse mesmo período houve queda de 1% na renda per capita e
o Produto Interno Bruto (PIB) não cresceu significativamente. A explicação dos economistas brasileiros e também
de técnicos do Banco Mundial para a redução das desigualdades está nos programas de distribuição de renda,
como o Bolsa Família. No entanto, como mais de dois terços dos rendimentos das famílias brasileiras provém do
trabalho assalariado, há necessidade de crescimento da economia e do mercado de trabalho.
Educação:

 Na área de educação, o Brasil tem melhor desempenho


que a média mundial e regional. No relatório 2007, o
país ficou com um índice de alfabetização adulta de
88,6% (64ª colocação mundial, logo abaixo dos Emirados
Árabes Unidos e logo acima de São Vicente e Granadinas),
índice igual ao encontrado em 2004, por conta das
Nações Unidas não ter atualizado os dados. Segundo o
IBGE, a taxa de alfabetização adulta evoluiu de 88,6%
para 89,0% no período. O relatório captou, porém, um
aumento no percentual de pessoas em idade escolar
dentro das escolas e universidades, de 86,0% em 2004
para 87,5% em 2005 (36ª colocação mundial, logo
abaixo da Alemanha e acima de Singapura).
Longevidade:

 Na área de longevidade, o Brasil vem conquistando


grandes avanços nos últimos anos. A expectativa de vida
em 2005 foi estimada em 71,7 anos ao nascer (79ª
colocação mundial, logo abaixo da Jordânia e acima da
Armênia) segundo o relatório. Em 2004, o índice era
estimado em 70,8 anos ao nascer, e, em 2000, 67,7 anos.
A esperança de vida brasileira supera a média global.
Esse aumento da longevidade é um indicativo de
melhoras no acesso a alimentação, saúde e saneamento.
Renda:
 Por fim, também a renda influi no cálculo do
desenvolvimento humano, sendo no que o Brasil mais
precisa melhorar. O último relatório das nações unidas
apresenta um PIB per capita (PPC) de US$ 8,402 (67ª
colocação mundial, logo abaixo da Turquia e acima da
Tunísia). Com isso, a renda dos brasileiros aumentou,
entre 2004 e 2005, de US$ 8.195 PPC para US$ 8.402
PPC. O que causa controvérsia pois as Nações Unidas
não atualizaram as revisões do IBGE e continuam usando
os métodos do chamado "Velho PIB". Com uma revisão
de cálculos em Março de 2007, o IBGE descobriu que o
país era 10,9% mais rico do que se imaginava, mudando
assim uma série de dados, entre eles o PIB per capita que
deveria ser de US$ 9.318.
Estados:

0,800 – 0,900
(Elevado)
0,700 - 0,799
(Médio-alto)
0,600 - 0,699 (Médio-
baixo)
Conclusão:
 Podemos perceber que o ódio que faz com que uma
pessoa se torne violenta sempre tem razões anteriores. Na
maioria das vezes que vemos depoimentos de pessoas
envolvidas com violência, as mesmas tiveram na infância
situações onde o pai era ausente ou se presente
espancava a mãe, a miséria fazia com que os pais
vendessem drogas por um prato de comida, pais
entregavam filhos para adoção ou até mesmo
abandonavam os filhos ao invés de tentar reverter à
situação. Alguns casos, as pessoas hoje violentas foram
vítimas de abuso sexual quando mais jovens e essa série
de situações trazem uma ira e desejo de vingança não só
dos mal-feitores, mas também das autoridades que sabem
de todos esses possíveis acontecimentos e não tomam
posição.
Hoje traficantes têm tomado o poder de algumas grandes
cidades brasileiras e prejudicado cidadãos de bem com o
intuito de atingir as autoridades. A cada dia que passa
Tr ab alhosão
pessoas mon tado
mortas, espancadas e abusadas para que
por:
alguém excluído Ramos
Fabiana Cavalcante do mundo mostre que alguma coisa ele
sabe fazer, mesmo
Igor Estevam que isso seja ruim.
santos de Oliveira