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A PSICANLISE DE FREUD

Prof. Me.Miriam Cristina Cavenaghi Sibila Psicloga/Psicopedagoga- CRP 08/02826 miriam_sibila@uol.com.br

Nasceu na regio da Morvia, ento parte do Imprio Austro-Hngaro, hoje Repblica Checa. Sua me, Amlia, era a terceira esposa de Jacob, um modesto comerciante. A famlia mudou-se para Viena em 1860. Ao se formar, em 1882, entrou no Hospital Geral de Viena. Freud trabalhou por seis meses com o neurologista francs Jean Martin Charcot que lhe mostrou o uso da hipnose. Em parceria com o mdico Joseph Breuer, publicou em 1895 o "Estudo sobre Histeria". O livro descreve a teoria de que as emoes reprimidas levam aos sintomas da histeria, que poderiam desaparecer se o paciente conseguisse se expressar.

Insatisfeito com a hipnose, Freud desenvolveu a livre associao. O paciente convidado a falar o que lhe vem mente para revelar memrias reprimidas causadoras de neuroses.
Em 1899, publicou "A interpretao dos sonhos", em que afirma que os sonhos so "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana, um mundo ntimo que se oculta no interior de cada indivduo, comandando seu comportamento, a despeito de suas convices conscientes.

Com Martha Bernays, teve seis filhos. A caula Ana tornou-se discpula, porta-voz do pai, e uma eminente psicanalista.

Sensibilizado pela Primeira Guerra Mundial e pela morte da filha Sophie, vtima de gripe, Freud teorizou sobre a luta constante entre a fora da vida e do amor contra a morte e a destruio, simbolizados pelos deuses gregos Eros (amor) e Tanatos (morte). A sua teoria da mente ganhou forma com a publicao em 1923, de "O Ego e o Id".

Em fevereiro de 1923 foi descoberto um tumor maligno no lado direito do palato, feita uma cirurgia com a ablao dos maxilares e da parte direita do palato. Sofreu, devido essa enfermidade, 33 cirurgias. Tinha dificuldade para falar, mas mantinha contato com seus interlocutores e suas atividades de rotina. Faleceu em 23 de setembro de 1939 s trs horas da madrugada, depois de dois dias de coma e de ter recebido de Max Schur, a seu pedido, com a concordncia de Anna Freud, trs injees de trs centigramas de morfina.