SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES

Transformando Dificuldades em Oportunidades

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM ESPAÇO CONFINADO PONTES ROLANTES

ESTRUTURA DO CURSO 
 INÍCIO INTERVALO (MANHÃ) ALMOÇO INTERVALO (TARDE) TÉRMINO

evitando que ocorra o contrário". "Seu objetivo central é adaptar o trabalho ao ser humano. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES ERGONOMIA É a área da ciência que estuda maneiras de facilitar nossa relação com objetos e máquinas.

os maiores números de funcionários afastados beneficiários da Previdência Social são por patologias relacionadas ao sistema musculoesquelético e tecido conjuntivo (lombalgias.tendinites.). . etc.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Benefícios da Ergonomia • Diminuição do risco de lesão • Aumento da produtividade • Diminuiu erros / retrabalho • Aumento da eficiência • Diminuiu dias de trabalho perdidos • Diminuição do volume de negócios • O moral melhorou Atualmente. tendo como fator contributivo ou causal condições inadequadas em ergonomia.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Segurança com as mãos .

Mãos hábeis que materializam as obras concebidas num majestoso monumento ou através das teclas de um piano. . Estatística brasileira sobre acidentes envolvendo mãos.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES O cérebro concebe. das cordas de um violino. pulsos e antebraços Os números de acidentes do trabalho desde 2001 no Brasil assustam. Através delas o homem tornase co-Criador. mas é às mãos que cabe dar corpo a essas criações. inventa. constrói e reconstrói modelos. explorar os sítios mais recônditos do nosso corpo para localizar e extirpar tumores ou corrigir deficiências orgânicas. permitem viajar no espaço. ou dão corpo a engenhos que facilitam as nossas vidas. ou simplesmente criam equipamentos que nos proporcionam conforto e bem-estar. cria. produzem obras de arte que inebriam as nossas almas. numa tela ou de outra qualquer forma.

Incríveis 2071 acidentes diários em 2008 (932 acidentes diariamente em 2001). de trajeto e doença) aumentaram 2. casos não classificados como acidentes de trabalho.2 vezes. os acidentes do trabalho (típico. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Em 8 anos. Esse número pode se tornar mais assustador caso fossem computados os incidentes. e casos com CAT não registrada.

Mãos nos acidentes do trabalho .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES E levando em consideração somente os acidentes de 2007 e 2008. pulso e antebraço (gráfico abaixo). os números mostram números preocupantes de acidentes nas mãos. afastamento e ausência do trabalhador para as empresas. Investir em EPI‟s apropriados é muito mais barato que os custos de tratamento. Os acidentes nessas regiões são de aproximadamente 30% sobre o número total de acidentes.

as dez máquinas que mais causam acidentes nessas regiões do corpo são: •Prensas mecânicas ou hidráulicas •Serras circulares de madeira •Tupias para modelagem •Desempenadeiras de modelagem •Injetoras de plástico •Guilhotinas de papel •Calandras e cilindros utilizados em padarias •Motosserras •Impressoras •Máquinas de cortar sisal .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Segundo dados da Previdência Social.

à vida e à família.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Segurança no Trabalho é respeito ao trabalhador. .

mudanças de estruturas.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS – APR A APR é o levantamento técnico detalhado dos riscos potenciais de acidentes presentes em um novo projeto. devemos sempre estar respondendo as perguntas abaixo: O que pode ocorrer de errado? Quais são as causas básicas dos eventos indesejados? Quais são as frequências de ocorrência dos acidentes? Quais são as consequências? Os riscos são toleráveis? . atividades gerais e específicas. Para esse levantamento de dados.

incentive as pessoas a dar suas opiniões. leia. (hierarquia das causas). discuta com os envolvidos. . fatores de desempenho. Reúna um grupo para discutir o problema. estabeleça as causas principais. Assinale os fatores mais importantes para obtenção do objetivo visado (fatores chave. confira. documente. terciárias. fale com pessoas envolvidas. Organize as informações obtidas. elimine informações irrelevantes. secundárias. etc. apresente os fatos conhecidos.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Como fazer o diagrama de causa e efeito Defina o problema a ser estudado e o que se deseja obter (o que deve acontecer ou o que deve ser evitado). faça um “brainstorming” (chuva de ideias). monte o diagrama. fatores críticos). Procure conhecer e entender o processo: observe.

recomendam-se os seguintes passos: Identificar o EFEITO (caso) em relação ao qual se decidiu pesquisar as causas em termos claros e precisos. referindo as fontes principais das causas a pesquisar . por exemplo. Estabelecer os objetivos e o tempo limite para as atividades de “brainstorming” (discussão conjunta dos intervenientes na análise de caso). Desenhar. em local por todos visível. o item de custo mais elevado. . O “efeito” pode ser. o esqueleto do diagrama.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Os diagramas de Causa e Efeito constituem uma base organizada para discussão das causas de um problema e ajudam a melhorar a comunicação entre os setores e entre os participantes num grupo de trabalho. Para construir um diagrama de Causa e Efeito.

DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA (DDS) Objetivo Criar. eliminando aquelas que se revelarem não responsáveis pelo efeito em estudo. detectadas como responsáveis. Para a causa. . serão depois estudados os “remédios” que conduzam à correção do “efeito”. desenvolver e manter atitudes prevencionistas na Empresa. selecionar uma para ser estudada em profundidade. Efetuar sucessivamente o mesmo tratamento a cada causa.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Escrever as subcausas no topo das setas em branco e em tantas quantas forem as causas sugeridas pelos diversos membros do grupo que está a estudar o caso. ou causas. através da conscientização de todos os empregados. Entre todas as causas sugeridas.

Benefícios para a empresa: • Maior produtividade. • Mudança de atitude / comportamento. • Menor absenteísmo. • Melhoria da comunicação interna.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Benefícios para os empregados: • Valorização da Vida. • Estímulo à cultura de prevenção. • Maior responsabilidade / comprometimento com a segurança. . • Menor custo com assistência médica. • Menor índice de acidentes de trabalho. • Melhoria do clima de trabalho. • Favorecer o gerenciamento do risco pelo empregado.

elevador e guincho.de 1984. ponte rolante. . No Brasil a norma da ABNT que rege o projeto e a construção de máquinas de elevação é a NBR 8400 .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES PONTE ROLANTE Uma ponte rolante é uma máquina de elevação do tipo guindaste de ponte e ainda podemos afirmar que os principais equipamentos que fazem parte destas máquinas de elevação são os seguintes: guindaste.Cálculo de Equipamentos para Elevação e Movimentação de Carga .

por exemplo) da ponte rolante que cobre o vão de trabalho. Uma ponte rolante é constituída por duas cabeceiras e uma une-viga ou dupla-viga. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES COMPONENTES DE UMA PONTE ROLANTE Ponte É a estrutura principal que realiza o movimento de translação (movimento de profundidade dentro de um barracão.

Nas cabeceiras estão fixadas as rodas.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Cabeceiras Estão localizadas nas extremidades da viga. uma das quais geralmente é acionada por uma caixa de engrenagem. o que permite o movimento de translação da ponte rolante. que por sua vez é acionada por um motor elétrico. Estas rodas se movem por sobre os trilhos que compõem o caminho de rolamento. .

Sobre ou sob esta viga. . Quando o projeto da ponte rolante utiliza apenas uma viga tem-se uma ponte chamada de une-viga. dependendo do tipo de ponte rolante desloca-se o carro da talha. e quando o projeto da ponte rolante utiliza duas vigas tem-se uma ponte chamada de ponte dupla-viga.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Viga(s) É a viga principal da ponte rolante.

É responsável pelo deslocamento transversal e vertical da carga. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Carro talha O carro talha se movimenta sobre as vigas principais da ponte e é o mecanismo onde se localiza o sistema de elevação (talha).

. não sendo necessário o carro ponte. Geralmente a talha utiliza um cabo de aço para levantar um bloco de gancho ou dispositivo de elevação.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Talha A talha pode ser montada no carro ponte e é responsável pelo movimento de elevação da carga. A talha também pode ser montada sob a viga principal da ponte com o auxílio de um Trolley para poder se deslocar na transversal da ponte. Para parar o movimento de elevação é utilizado um motor elétrico com freio eletromagnético chamado de motofreio.

. Geralmente o movimento do trolley é realizado por um motor elétrico que aciona uma caixa de engrenagem.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Trolley O trolley movimenta a talha sob a viga da ponte rolante.

corrosão. redução de diâmetro. oxidação. dobras ou nós . ou quaisquer anormalidades que comprometam a resistência do cabo durante a operação. o operador deverá observar se os cabos não possuem rompimentos de fios.ferrugem. fadiga. Devido os cabos de aço estarem sob constante processo de deterioração . . desgaste.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Cabo de aço de elevação Cabo inteiriço que é responsável pela sustentação da carga durante o içamento.

.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Gancho Peça em aço forjado em formato de anzol.cujo a finalidade é garantir a máxima conexão com a carga.

o operador deverá observar se o gancho gira em torno do tornel/distorcedor. . a carga ao ser içada e poderá girar e imprimir pressão ao tornel/distorcedor e torcer os cabos de aço da talha.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Trava de Segurança Antes de realizar a amarração da carga. Caso o gancho esteja travado.

finalizando a operação. Este componente impede a colisão acidental da máquina com a carga ou da máquina com a estrutura da usina.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Limite fim de curso São pequenas chaves que ao serem acionadas abrem o circuito. Circuito Fechado Circuito Aberto .

11 . Esta sinalização pode ser áudio (sirenes/alarmes) e/ou visual (lâmpadas com acionamento alternado). Enquanto a máquina estiver em operação a sirene estará ligada. toda máquina transportadora deverá possuir sinalização de advertência durante a sua movimentação.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Batente São instalados no final do percurso das vigas de sustentação da máquina. Chave ON-OFF ou de Tagueamento São chaves instaladas próximo a máquina para que possibilite rapidamente o desligamento do circuito elétrico em casos de emergência. Sirene Audiovisual: É acionada assim que o botão de emergência é destravado. para maior segurança do operador e das pessoas que possam estar próximas ao equipamento durante a sua movimentação. O ideal é que seja usado os dois tipos de sinalização em conjunto : Sirene Audiovisual. . Sirene Audiovisual De acordo com a exigência da NR . para que não hajam colisões/queda da máquina.

Entretanto. . como a botoeira pendente é ligada ao painel elétrico da ponte rolante através de um cabo. ela pode contribuir para: aumentar o risco da operação (devido a proximidade do operador com a carga que está sendo movimentada). diminuir a produtividade (o operador pode ter dificuldade em se movimentar por entre máquinas e materiais. pois está preso a ponte rolante pela botoeira pendente) e aumentar os custos de manutenção (pois o cabo está sujeito a enroscar em algo e a botoeira pendente está sujeita a golpes e pancadas).SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CONTROLE DOS MOVIMENTOS Botoeira pendente A botoeira pendente é a forma mais tradicional de controlar os movimentos de uma ponte rolante.

carregador de baterias e bateria (química) O uso do controle remoto via rádio frequência oferece algumas vantagens sobre a botoeira pendente: . Este tipo de equipamento é composto por um receptor de rádio frequência conectado eletricamente ao painel da ponte rolante. um transmissor portátil para seleção dos movimentos.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Controle remoto Outra maneira de controlar os movimentos de uma ponte rolante é através do uso de um controle remoto via rádio frequência.

mais segurança na operação da ponte rolante. assegura um melhor posicionamento do operador em relação a carga que está sendo movimentada. • O controle remoto permite que o operador se posicione a uma distância segura do receptor que está conectado ao painel da ponte rolante.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES • O transmissor do controle remoto é portátil. reduzindo os custos de manutenção da ponte rolante. assim. a botoeira pendente pode ser retirada ou pode continuar instalada atuando como reserva do controle remoto. • Com o uso do controle remoto. Em ambos os casos o desgaste dos cabos será mínimo. . ou seja. aumentando a produtividade. ou seja. o operador pode escolher a melhor e mais eficiente rota dentro da configuração de instalação de fábrica para se locomover.

Este tipo de controle é utilizado quando o ambiente abaixo da ponte é muito agressivo e/ou quando o operador precisa visualizar a operação pelo alto. a movimentação de um container (transporte).SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Cabine Outra maneira de controlar os movimentos da uma ponte rolante é através de uma cabine de operação que é localizada na própria ponte rolante. Uma equipe de movimentação de cargas com ponte rolante é formada com: 01 (um) OPERADOR 01 (um) SINALEIRO 01 (um) LÍDER DE EQUIPE . como. por exemplo.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES SINAIS MANUAIS PARA PONTE ROLANTE PARADA DESCER SUBIR PARADA DE EMERGÊNCIA PARADA TOTAL DESLOCAMENTO DO TROLE MOVIMENTOS CURTOS MOVER LENTAMENTE ENCERRAR .

. Em caso contrário. basta olhar o cabo de uma certa distância e notar se os arames parecem estar sendo torcidos na direção que um relógio flui. e verá que é um cabo com torção à direita. será um cabo de aço com torção à esquerda. Mais de 28 milhões de metros de cabo de aço foram usados para estes fins. pois houve a necessidade de prender as minas e bombas aquáticas ao fundo do mar. Esquerda. Para determinar a torção do cabo de aço. assim como seu uso em gruas. e principalmente em sistemas de elevação de cargas. A flexibilidade do cabo de aço faz com que ele se torne peça essencial para a funcionalidade de guindastes e elevadores. ou direita. A torção do cabo de aço nada mais é do que o modo de dizer para qual lado os arames foram torcidos na fabricação do cabo de aço.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CABO DE AÇO Como praticamente toda tecnologia moderna que conhecemos. o cabo de aço dos dias de hoje foi inventado pelos alemães e teve seu "boom" na época das grandes guerras mundiais.

que são formadas por arames torcidos. Esta alma pode ser de fibra (natural ou sintética) chamada de AF quando de fibra natural e de AFA para alma de fibra sintética. existe a alma do cabo de aço. ou de aço (formada também por arames) chamada de AA (alma de aço constituída por uma perna) ou AACI (alma constituída por um outro cabo independente).SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Tipos de almas e construção Além das pernas do cabo de aço. . que é a parte central do cabo.

porém menor flexibilidade. O primeiro número indica a quantidade de pernas. Este padrão foi criado para que seja possível a identificação de um cabo de aço. o número de pernas.incluindo o número de arames por perna. e a torção . existem 8 tipos de construção das pernas de um cabo de aço (além de cordoalhas): 6x7. 6x36. Atualmente. 6x37. 8x19 e 19x7. 6x19. pois cada um deles possui vantagens e desvantagens comparando-os uns contra os outros. 6x41. porém menor resistência à tração. enquanto a alma de aço dá uma maior resistência à tração. .possui um padrão normatizado. Cada tipo é indicado para um trabalho em específico. A especificação de um determinado tipo de cabo de aço . e o segundo a quantidade de arames que formam as pernas.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES A alma de fibra dá uma maior flexibilidade ao cabo de aço. 6x25.

resistência e construção do cabo original fornecido pelo fabricante do equipamento. . A carga total (carga máxima a ser levantada pelo equipamento mais o peso do moitão). a tensão entre as linhas deve estar equalizada. deve ser usado o mesmo diâmetro. dividida pelo número de linhas que suportam a carga.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Recomendações Os cabos de elevação devem ter uma construção adequada para seu uso. ou alma de aço formada por uma perna (AA). Para a substituição de um cabo de aço. Quando o cabo estiver exposto a temperaturas que excedam 82C (180F). não deve ultrapassar 20% da carga de ruptura mínima efetiva do cabo de aço. deve ser usado cabo com alma de aço independente (AACI). ou de um profissional qualificado. Se a carga for suportada por mais de uma linha de cabo.

eles devem girar livremente. Os ganchos devem possuir travas de segurança. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Os ganchos e manilhas devem atender às especificações do fabricante e não podem ser sobrecarregados. a não ser em alguns usos específicos. Quando. correntes e outros acessórios escapem do gancho quando fora de trabalho. em condições normais de trabalho houver possibilidade que o cabo de elevação sofra batida ou atritos contra o equipamento. Se os ganchos forem do tipo giratório. devem ser instalados protetores para se minimizar os danos ao cabo. A trava deverá ser usada para evitar que os laços. onde a trava se torna impraticável ou desnecessária.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Inspeção frequente a)Todos os cabos devem ser inspecionados visualmente pelo operador ou outra pessoa responsável. Número. Pernas rompidas ou cortadas. b) Deve-se tomar muito cuidado ao inspecionar trechos do cabo que estão sujeitos a rápida deterioração tais como nas extremidades das flanges do tambor. Distorções no cabo. distribuição e tipo de ruptura dos arames visíveis. A observação visual te por objetivo detectar danos no cabo de aço que possam causar riscos durante o uso: Corrosão em geral. alongamento do passo. gaiola de passarinho. . no início de cada turno de trabalho. nos pontos de cruzamento e entrada do tambor e em pontas vivas. amassamentos. perna fora de posição ou alma saltada. tais como: dobras ou nós.

As inspeções não precisam necessariamente ser realizadas em intervalos iguais. frequência de operações e exposição a trancos. . agressividade do meio ambiente.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Nota: No caso de se detectar um dano no cabo de aço. o mesmo deverá ser retirado do serviço ou submetido a uma inspeção periódica. e devem ser mais frequentes quando se aproxima o final da vida útil do cabo de aço. relação entre a carga usual de trabalho e a capacidade máxima do equipamento. Inspeção periódica a) A frequência das inspeções deve ser determinada por uma pessoa qualificada e deve estar baseada em fatores tais como: a expectativa de vida do cabo determinada pela experiência anterior ou em instalações similares.

Esta inspeção deve abranger o comprimento total do cabo de aço. Para cabos das classes 6x7. Os arames externos das pernas devem estar visíveis ao inspetor durante a inspeção. Corrosão acentuada ou arames rompidos junto aos terminais. desgastados. Qualquer dano no cabo que resulte em perda significativa da resistência original. tortos. deverá ser registrado e considerado risco. trincados ou com acentuada. . devido à deterioração da alma. 6x19 e 6x36. implicando na continuidade do uso do cabo.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES b) As inspeções periódicas devem ser realizadas por uma pessoa qualificada. Terminais mal instalados. corrosão interna / externa ou desgaste dos arames externos. é recomendada uma redução máxima conforme a tabela abaixo:excluídas da utilização. corrosão Redução do diâmetro do cabo abaixo do seu diâmetro nominal. tais como: Todos os itens listados em inspeção frequente.

Neste registro deverão constar os pontos de deterioração listados anteriormente. Trechos sujeitos a flexões alternadas. . Obs. . Trechos do cabo que normalmente ficam escondidos durante a inspeção visual. conforme: Trechos em contato com roletes de apoio.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES c) Devem ser tomados cuidados especiais para se inspecionar trechos do cabo de aço que possam sofrer deterioração muito rápida. deve ser mantido um registro de todas as inspeções periódicas realizadas. Trechos do cabo junto ou próximo aos terminais onde possam aparecer arames oxidados ou rompidos. tais como as partes que ficam sobre as polias.: Para que se possa obter dados para decidir o momento adequado da substituição de um cabo de aço. polias equalizadoras ou outras polias onde o percurso do cabo é limitado.

como: POLIURETANO e COURO. sem uma proteção adequada nos pontos de contato. também como cintas sintéticas. a facilidade de manuseio e estocagem. não devem ser utilizadas para levantar cargas quentes. devido a sua flexibilidade. Tem por objetivo a elevação ou amarração de cargas de forma a não prejudicas por atrito como ocorrem com os cabos de aço. OBS: As cintas. igualmente.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CINTAS DE NYLON Conhecidas. com cantos vivas ou ângulos agudos. Tem por vantagem. .

para que as cintas sintéticas danificadas sejam excluídas da utilização.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Supervisão contínua: As cintas sintéticas devem passar por uma auditoria ou inspeção pelo menos uma vez por mês. Com isto elas são correspondentes às condições de aplicação e às condições operacionais conforme necessidade e devem ser supervisionadas nesse meio tempo. .

antes do armazenamento. com temperaturas não muito altas e protegidas dos raios solares e de danificações mecânicas. Só é possível consertar aquelas cintas cuja indicação do fabricante. . devem ser lavadas com água ou neutralizadas de outra forma. Elas não podem secar ou ficar perto fontes de calor. capacidade de carga e material são previstos na etiqueta. Limpeza: Se as cintas sintéticas que entrarem em contato com ácidos ou soluções alcalinas. Manutenção: Consertos em cintas sintéticas só podem ser efetuados pelo fabricante.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Armazenamento: As cintas sintéticas devem ser armazenadas em recintos secos.

6 vezes a capacidade de tração nominal mencionada na etiqueta. se elas não conterem terminais metálicos. podem ser submetidas a um esforço 1. se as cintas sintéticas durante um transporte longo e/ou armazenamento mais longo ficarem entrelaçadas com a unidade de carga (processo Pré-Sling). isto é.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Em caso de mercadorias entrelaçadas. .

Capacidade nominal dos acessórios testados pelos fabricantes.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES WLL – CARGA LIMITE DE TRABALHO. dividido pelo fator de segurança determinantes dos componentes. É o limite de ruptura. . Cálculo que deve ser feito em um sistema de levantamento baseado no WLL dos componentes aferidos pelos fabricantes. SWL – LIMITE DE TRABALHO SEGURO.

Cuidado. eles aguentarão mais a tração. . ao posicionar os ganchos <<Bicos em direção ao céu ou fora>>. tem que considerar o ângulo formado pelos dois ramais opostos mais afastados. Observação: A lingada com quatro ramais deve ser considerada como uma lingada com dois ramais: o mais frequente é que dois ramais opostos suportam a maior parte da carga.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES LINGADAS Diferentes amarras utilizando eslingas Linga com vários ramais Deve-se escolher ramais suficientemente compridos para limitar o ângulo. Para a avaliação dos esforços.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES .

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O esforço no ramal de baixo corre o risco de provocar ou o rompimento ou a deterioração que obrigará a descartar. Nunca cruzar duas lingas no gancho de levantamento. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES RECOMENDAÇÕES E MEDIDAS DE SEGURANÇA RELATIVO ÀS LINGAS Relativos em lingas em geral Não deixa-las pendentes no gancho de levantamento.

(Risco de deformação do bico ou de desengate da linga no decorrer da manobra). Nunca enganchar um elo de corrente no bico de um gancho.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES As lingas sempre devem ser colocadas a fundo de assento do gancho e não no bico. . Os cabos. correntes e cordas devem ficar no fundo do assento dos ganchos.

guiar e tirar o balanço da carga. O cabo guia é colocado na diagonal nos containers e cestas e paralelamente em skids menores. elas ajudam à: controlar.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CABO GUIA E AMARRAS Cabos guias são cabos que dão assistência na movimentação de carga. . Os cabos guia não tem tamanha especifico. A amarra utilizada para amarrar os cabos guias nos containers e skids é chamado de Laís de Guia. mas tem que ser grande o suficiente para poder guiar a carga de uma distancia segura.

depois de sobrepostas. este nó pode ser feito na mão dando com a corda duas voltas redondas que. ficando trilhado.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Nó de Barqueiro Também conhecido por nó de Porco ou Volta de Fiel. . ou feito diretamente no tronco dando duas voltas redondas em volta do tronco de modo a que o chicote passa por cima na primeira e por baixo na segunda. se vão encapelar no tronco. Este nó serve para amarrar um cabo ou uma espia a um suporte fixo.

que a içando ou deslocando-a.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Nó Laís de Guia A este nó também se chama de nó de Salvação Simples ou Cadeira Alpina. Passado sob as axilas de uma pessoa. . serve para sustê-la ou deslocar. quer puxando-a no solo.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Laís de Guia usando apenas uma mão .

Formada por duas peças: corpo e pino ou cavirão. Devemos substituir a manilha. Sua capacidade de cargas varia conforme dimensões. quando na inspeção. Quando for uma manilha certifique-se que a parte de fixação esta conectado devidamente no eixo ou pino e que a linha de manobra passe pelo arco da manilha para que não danificar o eixo envergando ou causando fricção e desgaste da manilha. facilmente utilizada para fixação de cargas. for verificado desgastes superiores a 10% de seu diâmetro. . matéria-prima (alloys) e processo de fabricação (fundida ou forjada).SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES ACESSORIOS NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA MANILHAS Manilhas são elos de conexão entre as eslingas e as cargas.

Quando é necessário improvisar um olhal nos terminais dos cabos. .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CLIPS Clips são usados terminais de cabos de aço. Comumente utilizados com sapatilhas.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES SAPATILHAS .

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Sua capacidade de carga varia com seu dimensionamento. Comumente utilizados como ligação entre cabos ou correntes formando eslingas e lingas respectivamente .SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES OLHAIS Acessório de interligação da eslinga com a carga. Em sua inspeção devemos verificar trincas. Consiste em uma barra de aço roliça de diâmetro definido dobrada em formato de "O" e posteriormente soldada para se formar um "anel sem fim". material e rosca. deformações e desgastes até de 10% de seu diâmetro original. ANELÃO Anel de elevação produzido em aço forjado.

sendo posteriormente soldada para se formar um elo sem fim. Ponta do gancho não ressaltada. É sempre importante inspecionar o equipamento por rachaduras ou trincas. O pino conector e a bucha são pré-montadas. Cantos de desgaste> dimensão B > em ambos os lados do gancho. O gancho trava automaticamente quando iça a carga. GANCHOS Desenho extremamente robusto e aprovado.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES ANEL PERA Anel de elevação com o formato de pera. . protege a corrente contra abrasão quando o conjunto é solto ou arrastado. Grande abertura da boca tamanho F. Peças de reposição da trava de segurança disponíveis sob encomenda. Formado por uma barra de aço de diâmetro definido dobrada em formato de pera. A única forma de ser aberto é ativando a alavanca protegida de destravamento na parte de trás do gancho. O anel pera é comumente utilizado para a fabricação de eslingas e lingas .

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CONTÂINER. que também pode ser confeccionado em metal ou plástico e que tem a finalidade de servir na movimentação de cargas como elemento de otimização logística. SKIDS E OUTROS PALLETS Pallets. palavra de origem inglesa (pallet) que em português se escreve Pálete. PALLETS. BIG BAGS. é um estrado de madeira. .

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Pallets movimentação (estocagem) Pallets duas entradas Pallets quatro entradas Pallets EURO Pallets CP3 e CP2 Pallets usados Pallets reformados Pallets para exportação Outros tipos de Pallets Pallets vazados Pallets face superior fechada Pallets PBR Pallets retornáveis Pallets descartaveis (one way) Pallets riversides Pallets dupla face .

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES O termo inglês container. destinado ao acondicionamento e transporte de carga em navios. é um equipamento utilizado para transportar carga. É também conhecido como cofre de carga. . trens etc. com dimensões padrão em medidas inglesas (pés). conhecido em português como contêiner ou contentor. Trata-se de um recipiente de metal ou madeira. A unidade base geralmente considerada é o TEU (em inglês: twenty feet equivalent unit). geralmente de grandes dimensões. pois é dotado de dispositivos de segurança previstos por legislações nacionais e por convenções internacionais. Tem como característica principal constituir hoje em dia uma unidade de carga independente.

inclusão completa – Dry Box Carregamento lateral.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Carregamento final. Abertura de Topo – Open Top Isolantes / Refrigerados / Volume Líquido – Tanque / Volume Seco Prateleiras Retas / Coberta marítima / High-Cube /Vestuário /SKIDS . inclusão completa.

. Transformadores. petro-químicos e minérios. dobrável. BIG BAGS O FIBC (Flexible Intermediate Bulk Containe) ou comumente chamado de “Big Bag” ideal para utilização na logística. grânulos. Geradores. no mercado interno e externo. minérios em geral atendendo diversos segmentos como alimentício em geral. Equipamentos Offshore etc. pó. grãos. com alças para içamento o que facilita todo processo logístico. O Big Bag é feito de material flexível de alta resistência. transporte e armazenagem de produtos como micro pó. com grande capacidade e segurança de armazenamento. químicos. sendo utilizados para proteção e transporte de equipamentos tais como: Cabines.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Geralmente estruturados em Metalons e Viga „I‟. com movimentação feita por Olhais de içamento e bolsas de empilhadeira. Conjunto Motor bomba.

Identificação dos gases e seus riscos 7. Correntes de Fixação 6. Cobertura 2.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CILINDROS DE GÁS Armazenamento dos Cilindros 1. Iluminação à prova de explosão. Parede “Corta-Fogo” 4. Separação do ambiente externo 3. para gases combustíveis . Extintor de incêndio 5.

ligar para o seu fornecedor e registrar a reclamação. ■ Identificar o cilindro com defeito . ■ Deixá-lo longe de qualquer fonte de ignição. ■ Segregar para devolução. ■ Caso não for possível identificar o vazamento. realizar o aperto com a chave de boca adequada. Caso positivo. ■ Identificar o cilindro com defeito.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Vazamento da válvula ■ Verificar se o vazamento é na Gaxeta. Vazamento em cilindros de gases inflamáveis ■ Removê-lo para uma área aberta e ventar. ■ Ligar para seu fornecedor e registrar a reclamação.

■ Segregar para devolução.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Estourar a válvula de segurança. ■ Ligar para o seu Fornecedor. ■ Ligar para o seu fornecedor e registrar a reclamação. ■ Ocorrendo vazamento. ■ Chamar o bombeiro de plantão na sua empresa. ■ Se não ocorreu nenhum problema. . Incêndio ■ Isolar a área. levante com cuidado a partir do topo. isole a área. quebra da válvula ou outro problema. ■ Identificar o cilindro com defeito. Tombamento de cilindro ■ Não tente segurá-lo! O cilindro é muito pesado e causará lesões.

sendo obrigatório o uso de dispositivos que evitem a danificação da bobina ou mesmo a exposição desta aos esforços de compressão e movimentos bruscos. descarregamento e transporte por pequenos trechos.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES BOBINAS E CARRETÉIS O carregamento. especialmente em áreas de fabricação e armazenagem. . podem ser feitos por equipamentos de levantamento e suspensão.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES
CHAPAS DE AÇO

Chapas de aço possuem cantos e extremidades cortantes que podem causar lesões. As chapas devem ser movimentadas na posição vertical e com auxílio de equipamentos de suspensão. Para isso, as mesmas devem ser pré-tratadas e possuir furos próximos a seus vértices para permitir içamento com manilhas, mantendo o centro de gravidade da peça em equilíbrio.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES
FLANGES É proibida a rolagem de flanges de qualquer diâmetro no piso, por qualquer razão. É proibida a movimentação de flanges com cordas. É vedado o transporte de mais de um flange em uma mesma lingada. Para transportes simultâneos de mais de um flange, devem ser usadas cestas ou caixas de madeira. Os flanges devem ser firmemente fixados no interior das caixas ou cestas de transporte. Nunca use ganchos para movimentar flanges. Utilize cintas ou manilhas. É proibido o empilhamento de flanges sem contenção lateral. Nunca tente arrumar uma pilha de flanges instáveis com as mãos. Os flanges podem cair e imprensar suas mãos. Antes de se soltar o flange da eslinga, deve-se assegurar de que esteja firmemente apoiado, evitando-se que se desloque e caia.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES
TUBOS E SPOOLS

Antes de se soltar tubos ou spools das eslingas ou amarras, deve-se assegurar de que estejam firmemente apoiados, evitando-se que se desloquem. Amarrados de tubos de 6 5/8 à 20¨ , de 3 ½ e 4 ½¨ de perfuração, devem ser clipados e cintados com fitas de aço. Os tubos de produção de 3 ½ à 4 ½¨ de produção, somente cintados. Ao manusear amarrados de tubos ou spools, não colocar os dedos entre os mesmos, devido ao risco de esmagamento e amputação.

. Ao manusear feixes de perfis.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES PERFIS Os perfis devem ser transportados em feixes cintados com fitas metálicas e paletizados dentro de cestas metálicas abertas. As quinas vivas de todos os perfis devem ser protegidas. A movimentação de perfis com uso de eslingas. deve ser feita com cuidados adicionais para evitar deslocamentos. evitando-se que se movimentem. deve-se assegurar de que estejam seguramente apoiados. não colocar os dedos entre os mesmos. Antes de se soltar perfis das eslingas ou amarras. devido ao risco de esmagamento e amputação. seja por unidade ou em feixes.

Fraturas. talha. Abrir a tampa em ângulo maior que 90° e travar na posição aberta. usar cinta. Para abrir e fechar tampas de caixas metálicas. Amputações. ponte rolante ou girafa. ponte rolante ou talha. igual à maior dimensão da caixa. que deve ser amarrada pelo menos duas alças na tampa. . no mínimo. Para movimentar caixas metálicas. posicionar a caixa metálica longe de anteparas e obstáculos para permitir sua completa abertura. evitando o retorno ou queda da mesma. usar eslingas com capacidade adequada com pernas de comprimento. Para abrir a tampa.SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES CAIXAS METALICAS Os ferimentos mais comuns que as pessoas sofrem quando trabalham de modo errado com caixas metálicas são: Esmagamentos de dedos e mãos. Içar preferencialmente com guindaste. Deverá ser usado guindaste.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO COM PONTES ROLANTES Não posicionar partes do corpo entre a tampa e a borda da caixa durante a abertura ou fechamento. tubos. Trabalho sem acidente é possível. cabos de aço ou correntes para manter a mesma travada na posição aberta. Não escorar ou abrir tampas de caixas metálicas com madeiras. Seguir os procedimentos à risca. Escolher corretamente os acessórios. sem acidentes. Usar as travas da tampa das mesmas. Não utilizar cordas na abertura. amarração ou fechamento de tampas nas mesmas. canos. cantoneiras etc. depende de: Dizer NÃO ao improviso. escoras. . Um bom trabalho. Planejar bem a movimentação da carga. nada justifica o acidente.

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