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Débora Backes, Greisly Picolotto, Ita Pritsch e Laís

Cantelli
LEI 4.177, 27.AGO.1962
Institui o Código Brasileiro  de
Telecomunicações – CBT
Art. 4º Para os efeitos desta lei, constituem
serviços de telecomunicações a transmissão,
emissão ou recepção de símbolos, caracteres,
sinais, escritos, imagens, sons ou informações
de qualquer natureza, por fio, rádio,
eletricidade, meios óticos ou qualquer outro
processo.
CAPÍTULO V
Art. 32. Os serviços de radiodifusão, nos quais se
compreendem os de televisão, serão executados
diretamente pela União ou através de concessão,
autorização ou permissão.
§ 3º Os prazos de concessão e autorização serão
de 10 (dez) anos para o serviço de radiodifusão
sonora e de 15 (quinze) anos para o de televisão,
podendo ser renovados por períodos sucessivos e
iguais se os concessionários houverem cumprido
todas as obrigações legais e contratuais, mantido
a mesma idoneidade técnica, financeira e moral, e
atendido o interesse público.
CAPÍTULO V
 Art. 34. As novas concessões ou autorizações
para o serviço de radiodifusão serão precedidas
de edital, publicado com 60 (sessenta) dias de
antecedência pelo Conselho Nacional de
Telecomunicações, convidando os interessados a
apresentar suas propostas em prazo determinado,
acompanhadas de:
   a) prova de idoneidade moral;
  b) demonstração dos recursos técnicos e
financeiros de que dispõem para o
empreendimento;
  c) indicação dos responsáveis pela orientação
intelectual e administrativa da entidade e, se for o
caso, do órgão a que compete a eventual
CAPÍTULO V
Art. 38. Nas concessões, permissões ou
autorizações para explorar serviços de
radiodifusão, serão observados, além de
outros requisitos, os seguintes preceitos e
cláusulas:
 d) os serviços de informação, divertimento,
propaganda e publicidade das empresas de
radiodifusão estão subordinadas às
finalidades educativas e culturais inerentes à
radiodifusão, visando aos superiores
interesses do País;
CAPÍTULO V
g) a mesma pessoa não poderá participar da
administração ou da gerência de mais de uma
concessionária, permissionária ou autorizada
do mesmo tipo de serviço de radiodifusão, na
mesma localidade
 h) as emissoras de radiodifusão, inclusive
televisão, deverão cumprir sua finalidade
informativa, destinando um mínimo de 5%
(cinco por cento) de seu tempo para
transmissão de serviço noticioso.
LEI 6.606, 07.DEZ.1987
Obriga as emissoras de televisão a incluir, nas
suas programações semanais de filmes
estrangeiros, um filme, pelo menos, com
legenda em português.
Art. 1º - São as emissoras de televisão em
todo o País obrigadas a incluir, nas suas
programações semanais de filmes
estrangeiros, de preferência aos sábados,
pelo menos um filme com legenda em
português.
LEI 10.359, 27.DEZ.2001
Dispõe sobre a obrigatoriedade de os novos
aparelhos de televisão conterem dispositivo
que possibilite o bloqueio temporário da
recepção de programação inadequada.
Art. 1o Os aparelhos de televisão produzidos
no território nacional deverão dispor,
obrigatoriamente, de dispositivo eletrônico
que permita ao usuário bloquear a recepção
de programas transmitidos pelas emissoras,
concessionárias e permissionárias de serviços
de televisão, inclusive por assinatura e a
cabo.
LEI 10.359, 27.DEZ.2001
Art. 3o Competirá ao Poder Executivo, ouvidas
as entidades representativas das emissoras
especificadas no art. 1o, proceder à
classificação indicativa dos programas de
televisão.
Parágrafo único. A classificação indicativa de
que trata o caput abrangerá,
obrigatoriamente, a identificação dos
programas que contenham cenas de sexo ou
violência.
PORTARIA 1.220,
11.JUL.2007
Regulamenta as disposições de leis relativas
ao processo de classificação indicativa de
obras audiovisuais destinadas à televisão e
congêneres.
Relacionada ao ECA
Entende-se como horário de proteção à
criança e ao adolescente o período
compreendido entre 6 (seis) e 23 (vinte e
três) horas.
SEÇÃO II
Art. 17. Com base nos critérios de sexo e violência, as
obras audiovisuais destinadas à exibição em
programas de televisão são classificadas como:
I – livre;
II – não recomendada para menores de 10 (dez) anos;
III – não recomendada para menores de 12 (doze)
anos;
IV – não recomendada para menores de 14 (quatorze)
anos;
V – não recomendada para menores de 16 (dezesseis)
anos;
VI – não recomendada para menores de 18 (dezoito)
anos.