Etnia

MICHELLE FLAVIANE RAQUEL VASQUES BONNET SONIA CRISTINA J. DIAS

.ETNIA E RAÇA  Etnia: derivado do grego ethnos – povo. The African negroes constituição física. como nacionalidade. estatura. religião. como cor da pele. The East and Northeast Asian race cranial. 2. língua e as tradições. afiliação tribal. The Lapps   “Nouvelle division de la terre par les différents espèces ou races qui l'habitent” ("Nova divisão da terra pelas diferentes espécies ou raças que a habitam") de François Bernier. Fatores culturais. 4. The “first ” race Raça: Fatores morfológicos. conformação facial e 3. publicada em 1684. 1.

Mongolóide (raça amarela): povos do leste e sudeste asiático.CINCO GRANDES GRUPOS DE LINHAGEM   1795 – Blumenbach Caucasóide (raça branca): povos de todo o continente europeu. Americana Malaia: habitantes de pele escura das Índias. Oceania e Austrália     . norte da África e parte do continente asiático (Oriente Médio e norte do Subcontinente Indiano). Oceania (malaios e polinésios) e continente americano (esquimós e ameríndios). Etiópica (raça negra): povos da África Subsaariana.

ainda que não suficiente.  . Raça subespécie: diferenciação genética é condição essencial. Homo sapiens: variabilidade genética – 3 a 5% da variabilidade total nos sub-grupos continentais – ausência de diferenciação genética.

3 %: entre populações de mesma “raça”  6.4% da diversidade alélica: dentro população  8.1972 – Richard Lewontin  Cálculo de diversidade comparativa e da partição da variabilidade humana   freq.3%: entre “raças”  1997 – Barbujani et al  109 locos autossômicos variabilidade genética: dentro polulações  85% . alélicas de 17 polimorfismos clássicos  85.

7% todas as populações  7. 2002 – Rosenberg et al.4% em apenas 1 população (africana)  93-95% variabilidade genética: dentro populações .  Polimorfismo de DNA (estudo da variabilidade humana)  377 microssatélites autossômicos em 1.056 indivíduos de 52 populações  Total de 4.199 alelos:  46.

.

pardos e pretos). Sistema . Censos 2003 – Telles Classificação racial Discurso popular – termo ambíguo (moreno) do movimento negro – pardos e pretos = negros.ANCESTRALIDADE DO BRASILEIRO do IBGE – categorias (brancos.

ESTUDO COM MARCADORES DE LINHAGEM 53.1% pretos O que representa esses numeros em termos de ancestralidade genetica? .4% brancos IBGE 38.9% pardos 2000 6.

S) * SE – equilíbrio nas freqüências .BRASIL – MARCADORES DE LINHAGEM  2000 – Pena et al – Marcadores genômicos  N.brancos 33% ameríndia (54% . SE. S .N) Europeus Crom Y DNA mit 28% africana (44% . NE.NE) 39% européia (66% .

Conclusão:  90.000.  – descendentes de africanos (afro descendentes).461 autoclassificados brancos.000 .647.  Um número equivalente – descendentes ameríndios.  30.

resgatadas com testes em DNA.AIMS Migração de grupos populacionais . Monogênicos Vantagens dos AIMs sobre caracteres Qualitativos físicos Constantes .mantem suas características de informação de ancestralidade genômica .BRASIL – COR E ANCESTRALIDADE .perdem suas vantagens seletivas da região geográfica original (tornamse neutros) .

17.8%) ou pardo (114 pessoas. . 16. 65.9%).BRASIL – COR E ANCESTRALIDADE   2003 – Parra et al – AIMs .IAA “Projeto Queixadinha” (município de Caraí.Faculdade de Medicina da UFMG  10 AIMs – 173 indivíduos  preto (30 pessoas. branco (29 pessoas. região nordeste de Minas Gerais) .3%).

NE. SE  200 indivíduos autodenominados BRANCOS . 1ª Validação  2003 – Parra et al – Validação do anterior  Brasil: N. S.

 2ª Validação:  2003 –by Bydlowski et al  916 indivíduos (brancos. preto. pardos) .SP  12 marcadores microssatélites .

 CONCLUSÃO: “No nível individual qualquer tentativa de previsão torna-se impossível.” . ou seja. pela inspeção da aparência física de um brasileiro não podemos chegar a nenhuma conclusão confiável sobre seu grau de ancestralidade africana.

0005% .001% do genoma humano .01% dos nucleotídeos da seq.RAÇA NÃO EXISTE  Variação de 5-10% da variação genômica entre “raças”  0.0. do genoma humano variam entre 2 indivíduos  0.

0005%  0.0.0.1999 – Templeton  “RAÇA NÃO EXISTE”   Média diferenças nucleotídeos genoma humano ( ): 0.1% DNA varia entre indivíduos “TODA DISCUSSÃO RACIAL DEPENDE DE 0.0005.001% .001% DO GENOMA HUMANO!!!” .

NA “DECLARAÇÃO SOBRE RAÇA” DA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE ANTROPOLOGIA CONSTA QUE:  Dado o nosso conhecimento a respeito da capacidade de seres humanos normais serem bem sucedidos e funcionarem dentro de qualquer cultura. educacionais e políticas. (AAA. concluímos que as desigualdades atuais entre os chamados grupos raciais não são conseqüências de sua herança biológica. mas produtos de circunstâncias sociais históricas e contemporâneas e de conjunturas econômicas. 1998) .

2000 Parra. et al. 1972 Barbujani.R. 2003 Templeton. et al. Retrato molecular do Brasil. 1999 . S. Human races: a genetic and evolutionary perspective. A.D. et al.C.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS       Lewontin. The apportionment of human diversity.J. R. Genetic structure of human populations. 1997 Rosenberg. An apportionment of human DNA diversity. et al. F. Color and genomic ancestry in Brazilians. N. G. 2002 Pena.C.A.

OBRIGADA!!! .