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Dogma Central da Biologia (W.

Crick, 60’s
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T Trra an nssc crriiç çã ão o DNA RNA

T Trra ad du uç çã ão o PROTEÍNA

A síntese protéica (modelo simplificado) .

SÍNTESE PROTÉICA EM PROCARIOTOS tradução do mRNA .

C).Descrição preliminar da Tradução a informação passa de uma linguagem de 4 letras (A.G.T. do polipeptídeo . do mRNA. para uma linguagem de 20 letras (20 aminoácidos).

que tem anticódons. especifica um aminoácido. O processo é repetido alongando a cadeia polipeptídica até formar a proteína. A informação do gene é transferida para o mRNA. O mRNA move-se sob o ribossomomo e apresenta mais um códon. liberando um tRNA (no códon 1) que deixa o seu aa ligado ao segundo tRNA (no códon 2). Uma ligação peptídica vai formar-se entre dois aminoácidos presentes no ribossomo. Animação do cd . que são 3 nucleotídeos complementares ao códon. Os aminoácidos são carreados até o ribossomo acoplados a um tRNA. o terceiro. onde cada grupo de 3 nucleotídeos. que é acoplado por mais um tRNA trazendo um novo aa. o códon. localizados na extremidade oposta ao sítio de acoplamento do aa.A descrição da tradução       O ribossomo com o rRNA e proteínas é o sítio da síntese protéica.

pbs. os tRNA. É uma linha de montagem onde participam: os ribossomos. a síntese de uma proteína de 100 aa’s pode levar 5 segundos. England. o mRNA.Tradução   É o mais complexo dos mecanismos biossintéticos da célula. Ribossome image produced by Harry Noller at the University of California Santa Cruz. and Thomas Steitz at Yale University www. os aa’s. energia e fatores protéicos que auxiliam as reações. coli.html . Venki Ramakrishnan at the University of Cambridge.org/wgbh/nova/photo51/pict-06. Em E.

A DESCRIÇÃO MAIS DETALHADA DA TRADUÇÃO   Acoplamento do aa ao tRNA Os aa’s não são capazes de reconhecer os seus códons correspondentes sobre o mRNA. Quem resolve este problema é o tRNA. Enzima. . Arginil tRNA sintetase. logo. Leucil tRNA . São então enzimas duplamente específicas (aminoacil-tRNA sintetases ex. aa e tRNA colidem por acaso. o tRNA específico de cada aa. como se poderia imaginar. Há portanto 20 aa’s e ao menos 20 tRNA diferentes (na verdade. Pode haver mais de um tRNA por aa. não tem uma afinidade específica pelo seu aa. haveria um problema de tamanho: o aa é bem menor que uma trinca de nucleotídeos. Mesmo se fossem. dois aa’s ficariam muito distantes um do outro para serem ligados.sintetase) que reconhecem o aa certo e o seu tRNA e acoplam um ao outro. há 20). cerca de 40) que necessitam de ao menos 20 enzimas diferentes e específicas (na verdade. Porém. que é quem reconhece o códon.

.

Existem algumas bases na extremidade 3’ do tRNA que fazem com que a enzima o reconheça. A energia do tRNA carregado é posteriormente usada em uma ligação peptídica (reação mediada pela enzima peptidil transferase) unindo o aa ao outro no ribossomo para formar a proteína (figura) . Acoplamento do aa ao tRNA (cont)   Uma aminoacil-tRNA sintetase junta um espeçifico aa ao seu respectivo tRNA em uma reação de dois estágios: 1) O aa é ativado com ATP. 2) O aa é ligado ao tRNA por uma ligação de alta energia ao carbono 2' ou ao 3' da ribose localizada na extremidade 3’ do tRNA (reação mediada pela enzima sintetase).

Montagem do Polipeptídeo (em procariotos) Iniciação Alongamento Finalização (ver animação do CD) .

Um no sítio P (peptídico) e um no sítio A (aminoacil). o tRNAfMet mRNA liga-se à unidade 30 S do ribossomo. O IF1 que esta possivelmente relacionado a reciclagem do ribossomo após a terminação . mas sim por um tRNA iniciador. O códon do sítio P é AUG. ajudando a ativar a montagem das duas subunidades ribossômicas. Nesta etapa. Dois códons ficam expostos em dois sítios do ribossomo. os fatores IF2 e IF3 são liberados. levando o tRNAfMet para o sítio P Umas proteína ribossômica separa o GTP ligado ao IF2. o outro depende do aa a ser incorporado O fator de iniciação IF2 liga-se ao GTP e ao iniciador tRNAfMet e estimula a ligação de tRNAfMet ao complexo de iniciação. a ligação é estimulada pelo Fator de iniciação IF3. O complexo ligase ao mRNA O mRNA parea-se à uma sequência de bases do rRNA.Iniciação      O primeiro aa em qualquer novo peptídeo a ser produzido é a Nformilmetionina que é inserido pelo não pelo tRNAMet.

promove a ligação peptídica entre os 2 aa’s (radical carboxila com grupo amino). que faz parte da unidade 50 S. O dipeptídeo solta-se do 1° tRNA (o tRNAfMet ) e fica preso somente ao 2° tRNA. além do AUG. o EF-Tu primeiro se liga ao GTP. correspondendo ao 3° códon do mRNA. Para obter isto. Em eucariotos. o tRNA inicializador também pode reconhecer como códons inicializadores também GUG e raramente UUG. mas possui dois tipos de tRNA. CUG também pode ser reconhecido como códon inicializador.Alongamento         O 2° tRNA carregado se liga ao sítio A com a ajuda de um fator de alongamento. deixando o novo tRNA no sítio A. onde o EF-Tu é liberado. Em eucariotos. desocupado pelo conjunto. a hidrólise de GTP do complexo em GDP ativa a ligação do aminoacil-tRNA ao sítio A. dando a impressão de que é o ribossomo que se desloca de 3 em 3 bases ao longo do mRNA. sintetizando novas cadeias de aa. se liga ao códon que ocupa agora o sítio A. EF-Tu. Obs: Nos procariotos. . Esta etapa é mediada por fatores de alongamento EF-G e energia. no sítio A. Um 3° tRNA carregado. O 1° tRNAfMet é ejetado. A enzima peptidil transferase (ou sintetase). Translocação ou translação => o conjunto ‘mRNA + tRNA + dipeptídeo’ se move de A para P. Este complexo ativado EF-Tu-GTP liga-se ao tRNA. O processo se repete. a primeira metionina não é formilada. Em seguida. um para a metionina inicializadora e outro para a interna do polipeptideo. Novos ribossomos se acoplam no início da fita de mRNA (extremidade 5’) e se movem na direção 5’-3’.

UGA) ele é ejetado e as duas subunidades se separam para repetir o processo.Terminação     Quando o 1° ribossomo chega ao códon de término (UAA. UAG. conseqüentemente. RF2 e RF3). que se ligam ao sítio A e promovem a hidrólise da ligação tRNApolipeptídeo. . muitos outros caracteres são o resultado de processos metabólicos que envolvem muitas enzimas e. Obs.: É o tRNA e não o aa que reconhece a parte do mRNA. muitos genes. Quem reconhece o códon de término são os fatores de liberação (RF1. A energia é fornecida por GDP Polipeptídeo e tRNA são liberados. que codifica o aa específico (figura) Assim como a cor da flor.

que codifica o aa específico .É o tRNA e não o aa que reconhece a parte do mRNA.

Próxima do real . Didática 2.SÍNTESE PROTÉICA (em eucariotos) Ver animações: 1.

Formil Metionina .A "N .